All language subtitles for Man From Gods Country .George Montgomery. (1958)

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Original subtitles

DUELO AO AMANHECER

Legendagem Duran46 FriendsharePt dez/2011

Com o final da Guerra Civil,

a civiliza��o americana atirou-se rumo ao Oeste...

como uma onda afetada pela mar�.

Cavalheiros solit�rios deram lugar a caravanas...

e o a�o brilhante das ferrovias...

que serpenteavam de modo suave...

ao longo das trilhas que deixavam...

Alguns homens brigavam para trazer...

a ess�ncia das ferrovias para suas cidades.

Outros batalhavam para mant�-las afastadas.

Saia da cidade e n�o volte!

O caso � assassinato, cavalheiros.

Um caso muito simples.

Um vaqueiro est� morto e o Xerife o matou.

Tudo o que t�m que decidir � se...

os atos do xerife foram certos ou errados.

Ordem. Ordem.

Tirem seus chap�us.

Certo. A sess�o da corte come�ar�.

Prefeito, soube que tem algo a dizer.

Tenho sim, Excel�ncia.

Entendam que admiro e respeito...

o Xerife Dan Beattie.

Tanto quanto qualquer pessoa nessa cidade.

O que tenho a dizer n�o � de forma alguma pessoal.

Entretanto,

Entretanto os tempos mudaram em Yucca...

e teremos que acompanhar a mudan�a.

Nosso Xerife foi eleito para o cargo h� algum tempo atr�s.

E com o devido respeito,

acho que ainda est�o no passado.

Houve um tempo que homens da lei...

tinham que matar primeiro e perguntar depois.

Mas esses dias passaram, cavalheiros.

Agora dependemos dos vaqueiros...

e do gado que passam por aqui.

N�o podemos matar cada vaqueiro...

que s� quer se divertir.

Pistoleiros s�o coisa do passado.

Isso tem que acabar.

Ordem no Tribunal!

Coronel Miller!

Tem algo a acrescentar?

Tenho sim, Excel�ncia.

Cavalheiros,

Sou um dos pecuaristas mencionados pelo prefeito.

Voc�s sabem que antes...

de Dan Beattie tornar-se Xerife por aqui...

essa era uma das piores cidades em toda a fronteira.

A �nica raz�o de termos vindo para c�...

foi n�o termos outro lugar para ir.

Agora, digo-Ihes isto.

Se expulsarmos Dan Beattie.

Vai demorar muito tempo at� que eu resolva...

trazer rebanhos para c� de novo...

e o mesmo com outros pecuaristas.

O Xerife atirou em um de meus homens na noite passada.

E eu estou aqui para defender o Xerife hoje.

Meu empregado estava procurando encrenca.

Ele atirou em Dan Beattie, que revidou.

Para mim, n�o h� raz�o para tanta como��o.

Quero ordem no tribunal.

Voc�s voltar�o l� na sala reservada...

para deliberarem o veredito

O j�ri absolve Dan Beattie

Embora absolvido, Xerife pede demiss�o

Pecuaristas armados depois da sa�da do Xerife

Temor de que a criminalidade aumente em Yucca

Leve-os at� a outra margem do rio agora.

Leve-os com calma at� l�.

Algu�m que esteja perto tire os animais dali.

Ol�, Coronel.

Ol�, policial.

Ouvi dizer que pediu demiss�o!

Sim! Precisa de gente para ajudar?

Claro que sim!

Ajude-nos a passar o rebanho pelo rio.

Deve se sentir como se uma enorme carga foi retirada de voc�.

Como assim?

Refiro-me ao cargo de Xerife.

Quando uma cidade come�a a pensar mais...

nos assuntos do sallon do que na lei.

� hora de um homem pular fora!

Para onde est� indo, Dodge City?

Uma cidade chamada Sundown.

J� ouvi falar.

Tenho um amigo por l�.

Foi meu companheiro no ex�rcito.

O nome dele � Curt Warren.

Ele fez a proposta de criarmos gado.

Acho que estou pronto para isso.

Importa-se acompanh�-los pelo caminho?

S� roubaria uma vaca ou duas.

Claro que n�o, Dan. Ser� um prazer t�-lo conosco.

Pode ficar o tempo que quiser.

Mesmo se mudar de ideia em rela��o � Sundown.

Tem emprego garantido comigo, quando quiser.

Obrigado.

Hei, Dan! Sundown fica de 2 a 2,5 Km daqui.

E! Fica ao norte! Acamparemos em um riacho pr�ximo.

O caf� est� especialmente cheiroso essa noite.

O que foi que colocou nele?

N�o sei, coronel. Parece vindo de uma velha bota.

Comi isso no jantar ontem, deve ter se misturado ao bife.

N�o afetou o seu apetite a julgar pelo seu tamanho de seu prato.

Ele est� pensando em embalar grande parte...

vai levar com ele pela manh�.

Est� mesmo indo embora, Dan?

Sim! � o final da linha, Charlie!

Obrigado.

Foi feita com pelo de cavalo.

Quando se enrola o rabo do cavalo ele perde o pelo...

quando achar que tem o suficiente voc� tran�a.

A comida daqui � boa.

� digna de um homem.

Que tal se me fizer companhia? H� muito mais de onde veio esse prato.

Voc� come como um homem adulto!

N�o quis ofend�-lo rapaz!

Gosto de ver um homem comer.

Quando foi a �ltima vez que comeu?

- No caf� da manh�! - Caf� da manh�?

Est� viajando?

Fugindo de casa, talvez, hein?

Sempre ouvi dizer que s� era preciso perguntar...

para seguir junto com a caravana.

N�o teria que responder a perguntas pessoais.

Voc� ouviu direitinho, filho!

S� que voc� n�o pediu, foi entrando no grupo.

Desculpe-me!

Muito agradecido, senhor.

Ei, espere a�, garoto!

Volte aqui!

S� estava puxando papo.

N�o � bom para um homem ficar com fome.

Fica logo de mau humor.

H� mais de onde veio esse, se quiser mais.

Obrigado, est� gostoso.

Ei, policial!

N�o sabia que tinha visitas.

Voc� esqueceu sua fatia de torta de ma�a.

- Obrigado! - Coma tudo, garoto!

Achei que era um vaqueiro.

Era sim, mas n�o via futuro na profiss�o.

O Oeste est� mudando garoto!

N�o demora, a ferrovia estar� aqui e os trens far�o o trabalho...

e n�o restar� muito para um vaqueiro fazer.

- Voc� tem pais? - Claro e eles alimentam-me bem.

S� n�o estava em casa na hora do almo�o...

Onde eles moram?

Sundown.

Irei at� Sundown amanh�. Talvez o veja por l�.

Acabe de comer o que tem aqui. Vou pegar um pouco mais.

Que tal encher o prato mais uma vez, Charlie?

Ei, o chefe estava certo!

Onde voc� escondeu o que levou antes?

Tive uma e pequena ajuda.

Continue colocando.

Voc� esta comendo como se n�o fosse haver amanha.

� o bastante. Obrigado!

Ei, Dan!

Isso aqui parece ser seu, Dan!

Vi o moleque fugindo daqui com a corda.

Est� tudo certo, coronel!

Eu dei a corda ao menino.

Neste caso, a coisa � diferente!

Voc� � um menino de sorte.

V� embora daqui!

Crian�as... Elas d�o trabalho.

Em especial quando est�o com fome...

Oh, Dan...

Temos for�ado um ritmo forte aos animais.

Pensei em ficar mais um dia por aqui.

Marcando novilhos, cuidando deles.

Gostaria que pudesse estar aqui e ajudar com o servi�o.

Acho que n�o tenho escolha.

Preciso ficar por aqui e pagar pela comida de alguma forma.

Obrigado, Dan. Nos veremos pela manha.

Certo!

Curt, Curt Warren.

Ei, Stoney, venha aqui.

Ol� papai.

Onde esteve, filho? Por que n�o est� em casa?

Eu fui at� a caravana, pai.

E jantei com um dos vaqueiros.

Jantou?

isso deve ter sido horas atr�s. Perdeu-se ao voltar?

Sim senhor.

- Foi isso o que aconteceu! - Voc� n�o se perde desde os 5 anos.

Vai ter que pensar em uma historia melhor.

E a�, Stoney?

Ora, eu comi com esse vaqueiro e...

ele tinha uma corda de pelo de cavalo

e eu peguei emprestado.

Tive que esperar ele dormir para devolver.

Quer dizer que roubou a corda, n�o �?

Eu farei as perguntas, Mark!

Voc� roubou filho?

Bem..

Voc� devolveu a corda?

Depois que fui apanhado com a corda.

O vaqueiro disse aos outros que me dera a corda.

Foi muito gentil da parte dele.

Espero que tenha aprendido a li��o.

Sim, senhor.

Vou at� o acampamento agradec�-lo.

Qual era o nome dele?

Eu n�o sei!

Ele � alto e tem fala mansa.

Mas n�o ter� que ir at� l� ele esta vindo ate Sundown.

- Com o rebanho? - N�o! Apenas ele!

O que mais ele disse?

Ele era um policial, mas agora � um vaqueiro.

Mas ele n�o quer mais ser vaqueiro,

porque a ferrovia chegar� aqui em breve.

Venha, Stone. Vamos para casa.

Vai provavelmente levar uma surra e merecida.

Cuidado, coronel. Algu�m acabou de atirar em mim.

N�o vejo ningu�m Dan.

Parece que foi embora. N�o importa quem tenha sido.

- Acha que eram �ndios? - N�o podem ter sido �ndios.

Aquela marca foi feita por uma arma de alto calibre.

Acha que ele queria acertar a qualquer um ou a voc� em particular?

Se estiv�ssemos em Yucca, eu seria o alvo.

Mas n�o conhe�o ningu�m por aqui.

Muito estranho.

A situa��o n�o muda muito em rela��o �Yucca n�o �?

N�o, Senhor.

Os problemas parecem seguir� algumas pessoas.

Acho que sou uma delas.

Dan.

Percebe que virou alvo essa tarde...

muda alguma coisa em seus planos?

N�o. Ainda vou at� Sundown.

- E quanto a voc�, coronel? - N�o posso me arriscar em Sundown.

Os vaqueiros s�o contratados para tocar o gado...

n�o faz sentido passar por cidades que n�o precisamos.

Nisso voc� tem raz�o!

Voc�s ficar�o bem.

Se Sundown n�o estiver �altura do que espera...

lembre-se que sempre precisamos de mais gente.

Obrigado.

Homens, sigam at� l� com o rebanho.

Vamos l�! Hora da caravana seguir em frente!

Tome cuidado, Dan!

Vamos l�.

Vamos!

Bom dia, Senhora!

Ora! Bom dia!

Est� cavalgando em um belo animal.

� verdade, n�o �?

N�o rende muito no trabalho com o gado...

mas com certeza aguenta correr o dia todo.

Voc� est� � p�?

- Meu cavalo est� ali atr�s. - Como foi que chegou at� aqui?

Achei que era um segredo meu!

� mesmo um lugar incr�vel! N�o me condene por apreci�-lo!

Pode-se ver ao longe daqui de cima.

e ningu�m pode avist�-lo.

� por isso que gosto daqui.

Voc� sabia que...

se est� se escondendo da caravana...

acho que j� est� seguro agora.

N�o estou me escondendo de ningu�m!

Vim at� aqui procurar algo.

Oh!

Atiraram em mim ontem.

Imagino que o tiro tenha sido disparado dali.

Sabe quem foi?

N�o. Na verdade, n�o sei.

Acho que n�o h� muito a fazer sobre o assunto.

�! Penso que n�o!

Tenha um bom dia, Senhora!

Parece que ter� uma longa viagem pela frente, vaqueiro?

Boa sorte!

N�o vou voltar para caravana.

Sigo para Sundown.

Eu tamb�m!

N�o me importaria de ter companhia.

Eu tamb�m n�o!

- Meu nome � Dan Beattie. - Sou Nancy Dawson.

Muito prazer em conhec�-la, senhorita?

Sim!

- Posso ajud�-la a subir no cavalo? - Obrigada!

Sabia que voc� parece um vaqueiro.

lida com um cavalo como um vaqueiro.

Mas desconfio que n�o seja vaqueiro.

O caminho de volta � por ali. V� na frente.

- Onde est� Beau? - L� em cima!

- E ent�o? - Ele esta chegando �cidade...

junto com Nancy.

Obrigada pela companhia, senhorita.

Vou levar meu cavalo no est�bulo.

Registrarei-me no hotel e procurarei por voc�.

N�o ser� dif�cil de me encontrar.

Pensei em espant�-lo...

e fiquei por perto para tentar...

a� quando ia p�r as m�os nele...

Nancy apareceu.

Ora, ora...

Que prazer ver rostos t�o sorridentes.

Est�vamos conversando sobre o seu companheiro de viagem.

- Quem? O vaqueiro? - Vaqueiro!

Ele � funcion�rio da ferrovia. O nome dele � Jonh Taylor.

N�o foi isso o que ele me disse.

Comentou que o nome dele era Dan Beattie.

Disse que atiraram nele.

Olhe, Beau! Voc� n�o tem certeza de que ele trabalha para ferrovia.

N�o acha que deveria ter certeza antes de mandar esse matador agir?

Tenho certeza...

Al�m disso, Mark s� pretende assust�-lo.

� verdade! Voc� sabe que n�o erro!

Ele n�o ficou assustado e parece que n�o se assusta f�cil.

Isso n�o � bom!

Mark...

Nancy,

Descubra ao certo mais detalhes sobre ele.

Voc� pode fazer isso n�o pode?

Claro que sim. Claro que posso!

Mais cedo ou mais tarde a ferrovia...

Quero que seja mais tarde! Bem mais tarde!

Nem que tenha de me livrar de um agente da ferrovia para ter certeza.

Voc� entendeu?

E se esse homem n�o for quem est� pensando?

Ent�o ser� pior para ele!

N�o posso me arriscar que algu�m interfira nessa cidade.

Foi por isso que mandou Mark, dar uma surra no fazendeiro.

Uma li��o l�gica para mant�-lo na linha.

Receio que eu ainda n�o ache t�o importante.

Eu acho.

Pelo menos por mais alguns anos.

A� podem ficar com a cidadezinha!

At� l�, teremos tudo o que queremos...

e estaremos longe daqui.

N�o � uma ideia atraente para voc�?

Vou te dizer, Beau, isso depende...

de para onde vamos...

e como vamos.

- Ol�! - Ol�, Sr. Saunders.

Parece que cortou muita lenha...

para algu�m que n�o quer ficar muito tempo.

O que quer dizer?

Ouvi um boato que quer vender suas terras para a ferrovia.

- N�o � verdade, Mark. - Isso mesmo!

E o lugar aqui � t�o bom.

- Eu n�o estou entendendo... Ou�a, amigo!

Escreveu para a ferrovia oferecendo suas terras.

N�o!

- N�o escrevi a carta inteira. - Voc� cometeu um erro.

Sabe como me sinto sobre ferrovias.

Ora, eu... eu...

Eu sei que n�o quer uma por aqui Sr. Santee.

Mas imaginei que n�o fosse se importar.

S� que eu me importo!

D�-Ihe o telegrama.

Leia!

Em voz alta!

Estamos interessados em sua oferta!

Mandaremos um agente at� suas terras.

Ele ver� as condi��es de uso de suas terras.

Ponto.

A empresa acredita que a ferrovia pode passar por Sundown.

Ponto.

O nome do nosso agente � John Taylor.

Assinado A. Burnside.

Coordenador da Ferrovia.

Olhe, Sr. Santee.

Minha propriedade � perfeita para a ferrovia.

- Pense que... - Pensou que se a ferrovia...

passasse por aqui minha empresa estaria falida...

e voc� est� certo.

S� que n�o estou preparado para sair do mercado!

Tudo bem!

Escreverei outra carta!

- Direi a eles que mudei de ideia. - Eu sei que far� isso!

Viemos at� aqui para ter certeza.

Certo, Mark.

- J� basta, Mark! - Voc� acha?

Nunca mais ponha suas m�os em mim!

Eu n�o gosto disso!

Relaxe, Mark. Talvez ele esteja certo.

Deixe o velho vivo, para que possa contar aos amigos.

Certo, Curt?

Venham! Vamos embora!

QUARTOS PARA ALUGAR

Ei, voc�!

Quero dar-Ihe as boas vindas aqui Sundown.

Ol�, Xerife.

- � uma bela cidade! - Nada m�!

Se n�o tiver outros planos, pode trabalhar em meu escrit�rio.

Trabalhar no seu escrit�rio? Fazendo o qu�?

Deveria sabe melhor do que eu!

Receio que n�o, Xerife!

Vamos come�ar do inicio!

- Meu nome � Dan Beattie. - Beattie. J� ouvi esse nome!

Ao que parece, h� um xerife com esse nome.

Beattie. Dan Beattie. Xerife, eu acho...

em um lugar chamado Yucca.

� um nome bastante comum.

O que posso fazer para ajud�-lo Sr. Beattie?

Diga-me onde posso encontrar Curt Warren.

- Curt Warren? - �!

- Estivemos na guerra juntos. - Entendi.

Curt Warren saiu da cidade hoje mais cedo,

mas j� deve estar de volta a essa hora.

Ele costuma ir ao Big Six, o sallon de Beau Santee logo ali.

Obrigado.

Ah... Outra coisa, Xerife...

preciso ver a senhorita Dawson.

Onde posso encontr�-la?

Continue indo na mesma dire��o.

- Estar� aqui em breve! - Bem r�pido!

- Muito bom, Srta. Dawson. - Obrigada, querido.

Disse que eu n�o seria dif�cil de me encontrar!

Curt, venha at� aqui!

Aquele homem alto no bar � o estranho.

Voc� est� enganado! Ei, Dan!

Dan Beattie!

Curt!

Uma garrafa e dois copos.

Um copo para cada um dos homens que...

passou pela Guerra Civil sem um arranh�o.

N�o havia balas onde estavam lutando?

Muito engra�ado... Eu n�o o apresentei!

Aten��o todos voc�s! Este � Dan Beattie.

Da Virg�nia.

Prazer em conhec�-lo.

Nada de ir at� l� agora! Apresento voc� depois.

Vamos tomar um drinque,

- como vai voc�? - � �timo rev�-lo.

Quem pensa que est� empurrando?

Ser� a �ltima vez que derrama bebida.

- Por que fez isso? - Aquela passou bem perto!

Tem dinheiro para pagar por isso, Mark?

Isso n�o foi nada, Xerife! Vamos l� rapazes! Parem de brigar!

Que recep��o! Qual foi o problema?

Vaqueiro exaltado! Acontece sempre!

- Com estranhos? - Em especial com estranhos!

Deixa para l�!

Sabia que eu ia at� o acampamento agradecer...

depois que Stoney me contou sobre a corda.

O mundo � mesmo pequeno.

Stoney, o garoto que esteve no acampamento.

- Seu filho? - �!

Stoney � apelido de Stonewall?

Stoney porque o pai � pobre.

Aqui estamos, Dan.

Parece-me muito bom!

Mary Jo!

Mary Jo!

Quero que conhe�a um grande amigo meu.

- Dan Beattie. - Muito prazer!

Prazer em conhec�-la Sra. Warren!

Ela n�o � minha esposa. � Mary Jo Ellis...

ela trabalha nos correios e cuida de Stoney para mim.

- Que tal um pouco de caf�? - Tudo bem!

Venha, sente-se.

A m�e de Stoney morreu quando era um beb�.

� um bom menino. Mas fica por a� por horas.

Meninos dessa idade precisam exercitar.

Sobre o que estavam t�o exaltados no Sallon?

Beau Santee n�o gosta de estranhos.

Por qu�?

Aguarda um representante da Ferrovia...

que se chama Taylor...

est�o tentando inibi-lo.

Por que implicariam comigo?

Como disse, est�o meios sobressaltados.

Que sorte a minha!

Passaram-se muitos anos, n�o �, Curt?

Com certeza.

Lembra-se de como fal�vamos em comprar um rancho juntos?

Viu algo por aqui que possa interessar?

N�o vi nada!

Parece haver bastante �gua, muito pasto,

pasto at� o ponto mais alto das montanhas.

N�o acredito que o inverno seja muito rigoroso aqui.

Qual o problema, Curt?

Receio estar fora do neg�cio, Dan.

Precisa sair daqui imediatamente. Amanh� pela manh�.

Espere um pouco, Curt!

Viajei muito at� encontrar voc�.

Agora que achei...

Vai precisar de mais para fazer-me ir embora.

� tudo que h� para ser dito! V� embora!

Evite problemas para todo mundo, especialmente para voc�.

Pode falar tudo, Curt.

Se estiver metido em algo que n�o deveria...

tentarei ajud�-lo.

Contarei a voc�.

� o senso de dever dele.

Ele acha que deve alguma coisa a Beau Santee.

Fique fora disso Mary Jo.

N�o!

Fiquei fora por tempo demais.

Curt.

Aqui est� sua chance.

Se n�o vai fazer por si mesmo, fa�a por Stoney.

Desculpe-me Dan! � isso!

V� embora pela manh�!

Curt.

Parece que Santee controla mesmo a cidade.

� a cidade dele!

Com a ferrovia passando por aqui, as coisas mudariam, n�o �?

Estou come�ando a entender.

O que ele tem contra Curt?

Quando Curt chegou a Sundown, ele estava falido.

Stoney estava doente.

Santee comprou-o barato.

Deu um emprego a Curt e...

Bem, Curt tem sido leal a Santee desde ent�o.

Curt, precisa de voc�, Sr. Beaittie. Precisa ajudar.

� dif�cil ajudar algu�m, que n�o queira ser ajudado.

Boa noite!

Voc� entrou como se procurasse problemas!

E encontrei!

Como foi que entrou nesse quarto?

Eu sou boa com portas. Elas abrem-se facilmente para mim.

� o que parece!

N�o � um ambiente para se chamar de lar.

Est� bom para passar a noite!

- Est� indo embora? - Amanha, logo cedo.

� uma pena!

Eu.. achei que uma ideia pudesse interess�-lo.

Faria diferen�a se eu o pedisse para ficar,

aqui comigo?

Bem...

Que coment�rio inteligente!

O que Curt Warren faz para Beau Santee?

Num momento assim quer falar sobre Curt?

Conversamos sobre voc� depois.

Agora conte-me sobre Curt.

Tenho que confessar que nada parecido...

aconteceu comigo antes.

Eu n�o sei, Dan. Honestamente, eu n�o sei.

Ele n�o � pistoleiro.

Esta � a especialidade de Mark Faber.

Preciso descobrir!

Curt quer pular fora, mas n�o tem coragem!

Dan, ningu�m para de trabalhar para Santee...

a n�o ser que Beau Santee queira.

E ningu�m ate hoje sobreviveu.

Al�m disso, Curt tem que se preocupar com o filho.

�!

Poderia ter pedido minha ajuda mas n�o o fez.

Ao inv�s disso, mandou-me sair da cidade!

Agora, voc� pede para que eu fique!

Talvez eu deva pedir de novo.

Apenas explique isso tudo. J� basta!

De quem s�o as castanhas que devo tirar do fogo?

Deixe-me contar-Ihe uma hist�ria Dan.

Eu conheci Beau Santee...

mais ou menos tr�s anos atr�s.

Eu servia mesas em Chicago.

Beau foi at� Chicago para tratar de neg�cios...

e causou boa impress�o com galanteios e gorjetas polpudas.

Depois que partiu, Beau mandou-me uma carta...

com uma nota de UU$50 d�lares dentro...

e um convite para vir at� aqui.

Foi a� que cometi meu erro.

Voc� veio!

Imaginei que poderia tomar conta de mim mesma.

Eu diria que... voc� saiu-se bem!

Eu diria o mesmo!

A n�o ser por uma coisinha.

Ainda sou a Srta. Nancy Dawson.

E gostaria de ser a Sra. Beau Santee.

E pretendo ser de fato.

Pode acontecer a qualquer momento.

Penso que ele n�o pode ser de todo mau se algu�m como voc� o ama.

Dan, eu n�o diria que estou a apaixonada por ele.

Talvez o tenha amado h� um tempo atr�s mas n�o o amo mais.

Entendo.

Entende?

Acredito que sim!

Caso Santee morra de repente.

O que parece bem prov�vel.

Precisa de algu�m em que possa confiar.

� sobre isso que fal�vamos.

- Foi o que imaginei! - Agora, enquanto a isso?

Um de n�s dois esta bastante confuso!

O que foi Dan, est� com medo?

N�o. Apenas cauteloso!

Em alguma outra hora ou lugar, Srta. Dawson.

Ora, Senhorita Ellis!

Eu n�o esperava v�-la por aqui!

Perd�o!

Cometi um engano!

Sabia que ela � a garota de Curt?

Foi algo que voc� planejou ou ideia dela?

Foi ideia dela!

Imaginei. Sabia Dan, que...

N�o deveria se misturar a uma garota como ela...

deveria ter ao seu lado algu�m como eu.

- Como voc�? - Como eu!

- Venha comigo, Sta. Dawson. - H� algo de errado comigo.

Nunca fui expulsa do quarto de um homem antes.

Digo-Ihe uma coisa:

Se voc� mudar de ideia. D� um grito!

Sempre estou disposta a conversar mais.

Apenas d� um grito!

Deixe isso pra l�, Curt!

J� tenho preocupa��es demais para lidar com voc� triste por a�.

Ele era meu amigo!

- Fizemos um acordo anos atr�s! - Isso � coisa de crian�a!

Digo-Ihe que foi perigoso ele aparecer por aqui.

Ele tem sorte de estar indo embora da cidade.

Ele se foi.

Viu? Ele n�o � quem voc� esta pensando que ele seja...

ele n�o trabalha para a Ferrovia.

Tamb�m prova que ele n�o � o que voc� pensa.

Seu amigo.

- O que faz por aqui, Stoney? - Esperava por voc�.

- �? Por qu�? - Vou me embora com voc�.

Quando foi que decidiu vir comigo, Stoney?

Ontem � noite!

Eu ouvi voc� conversar com Mary Jo e meu pai.

E agora vai fugir de seu pai.

Por que n�o? Voc� est� fazendo isso!

Ou�a-me, Stoney.

Ele n�o � o meu pai.

Se estava no quarto e ouviu a conversa mesmo...

sabe que ele disse que evitaria problemas indo embora.

Talvez, eu evite problemas para ele tamb�m!

Fugindo?

De qualquer modo, eu nunca paro em casa.

Quantos anos voc� tem, Stoney?

Dez!

Quase dez!

Qual � a sua lembran�a mais antiga sobre o seu pai?

� de quando ele me carregava nos ombros!

Eu me segurava no cabelo dele com as duas m�os.

Lembro-me dele dizendo.

Nunca corte muito a crina de um cavalo, filho.

Sempre deixe algo para apoio das m�os.

� um bom conselho.

A�, mam�e morreu e viemos para o Oeste.

Para Sundown?

N�o viemos direto para c�. Passamos por v�rios lugares.

Sabe sobre ele e eu?

Ele costumava falar sobre voc�.

- Ultimamente n�o? - N�o. Papai mudou.

Com certeza ele mudou. Eu tamb�m.

E voc� tamb�m garoto! Um homem muda quando envelhece!

As coisas se acumulam sobre ele. Coisas que precisam ser resolvidas!

O bom homem resolve tudo a seu tempo.

Pode parecer que anda negligenciando as coisas em casa.

� por que ele � quem precisa...

que as pessoas que ele ama...

entendam-no e ajudem-no.

Voc�, volte para casa.

Menino nenhum deve fugir do pr�prio pai!

E quanto a voc�?

Manterei contato com voc�.

- Voc� voltar�? - Sim, voltarei.

Quando Curt estiver bem, ele me procura.

Por enquanto...

Tome conta disso at� que o veja de novo.

Foi um �timo discurso!

Apesar de todas as suas palavras bonitas...

o menino estava certo!

Voc� est� fugindo!

Fugindo de Curt, do menino, de Mary Jo e at� de Nancy.

Isso � algo novo para voc�!

Essa fuga!

- Est� com fome? - N�o, Senhora.

Acabei de fazer o jantar. Colocarei um prato para voc�.

Obrigado!

Tenho que voltar para a ag�ncia dos correios.

Assim que a dilig�ncia sair, eu volto para casa.

Pensei em fazermos rosquinhas, quer?

- N�o, obrigado. - Tudo bem!

Adeus, por enquanto.

Agora, devo crer que voc� � John R. Taylor...

designado em Wyoming...

empregado da Ferrovia Continental.

Sim, Xerife.

Geralmente, n�o gosto de mentir sobre a minha identidade.

Na maioria das vezes posso agir melhor

se ignorarem que trabalho para a ferrovia.

Todos por aqui parecem saber quem sou.

Ent�o, n�o faz muita diferen�a.

Sua mentira n�o vai durar, Dan.

- N�o vai durar? - N�o.

Depois do que aconteceu no Saloon ontem, eu sai para dar uma volta.

Encontrei a caravana com a boiada...

tive uma boa conversa com o Coronel Miller.

Voc� n�o para quieto, n�o �?

Eu ando bastante por a�.

Quando voltei essa manh�, soube que tinha sa�do da cidade.

Dei umas voltas pelas redondezas...

para dar uma olhada no territ�rio.

� um bom lugar para uma ferrovia.

N�o sei o que pretende com isso, mas para come�ar, acho que � maluco.

Est� pintando um alvo em suas costas ao chamar se de John Taylor.

J� atiraram em mim antes, Xerife. De todas as dire��es.

- Espero que saiba o que esta fazendo. - Tamb�m espero que sim.

Boa sorte! Me chama se precisar de ajuda.

Obrigado.

Para dizer a verdade tem algo sim.

- Mandaria um telegrama por mim? - Claro!

AGENCIA DO CORREIO

Boa tarde, Mary Jo. Est� sozinha por aqui?

A esposa do Sr. Potter n�o se sentia bem.

Disse a ele que cuidaria das coisas por aqui...

enquanto ele ia at� em casa.

- Isto chegou para voc�. - Obrigado.

- Posso ajud�-lo em algo? - Vou enviar um telegrama, espero.

- Onde est� Stone? - Em casa, acredito.

Aquele menino precisa de algu�m que tome conta dele, Mary Jo.

O pai dele tamb�m precisa.

Por que n�o se responsabiliza pela tarefa?

De forma permanente.

Porque n�o vejo nada permanente em rela��o a isso, Xerife.

E � a �nica forma que eu aceitaria.

Boa tarde, Xerife!

Ele est� incomodando a voc�, Mary Jo?

Boa tarde, Will. Como vai Elizabeth?

N�o h� nada de errado com ela, ela, apenas, gosta de reclamar.

- Posso ajud�-lo em algo? - Quero enviar um telegrama.

- A linha est� dispon�vel? - Deixe-me ver.

Esta aberta! Aqui est�.

Escrit�rio central - Ferrovia Continental Chayenne -Wyoming

Homem usando o nome de Dan Beattie,

mas se identificando por John R. Taylor...

chegou a Sundown essa tarde.

Ele est� representando voc�s?

Pe�a resposta urgente e ponha na conta da delegacia.

- Adeus, Will! - Adeus!

- Boa tarde, Mar Jo. - Boa tarde, Xerife!

Homem usando o nome de Dan Beattie,

mas se identificando como John Taylor

chegou a Sundown essa tarde.

Ele representa a voc�s?

Voc� enviou isto horas atr�s, tem resposta?

Responderam 10 minutos atr�s. Aqui esta!

Sabia que era importante para voc�, ent�o fechei a ag�ncia.

Est� certo!

Seu amigo!

Ou�a isto!

Xerife, n�o sabemos que nome ele est� usando.

John Taylor � nosso representante em Sundown!

Agradecemos-Ihe toda a ajuda prestada a ele. Gordon Continental.

H� algo de errado, Beau! Algo muito errado.

Algo ou algu�m!

Muito bem, Potter. Pode ir.

H� uma coisa, Sr. Santee.

Sim?

Aquela divida sobre a qual falei com voc�?

- Cuide disso, Mark. - Obrigado cavalheiros.

- Obrigado. - Tudo bem!

Certo, Curt.

Pensemos em que isso afeta voc�.

Will, o que faz por aqui?

Tinha neg�cios a tratar com Beau.

E o que �? Telegramas para outras mulheres?

N�o senhora. � assunto s�rio!

Ent�o interessa-me. Deixe-me ver!

Venha at� aqui. Mostro para voc�!

- Voc� quer ver? - Claro que quero, Will!

Por favor!

Will! Beau pode nos ver.

Posso v�-la, depois do show sozinha?

Claro que pode. Deixe-me ver o telegrama primeiro.

Obrigada, Will.

N�o se esque�a de hoje � noite, querida!

Como � que eu poderia?

Ora...

Pena que eu n�o estivesse aqui quando voc� chegou!

- Parece que est� em casa agora! - Nada disso.

O cauteloso Dan, o homem da Ferrovia!

Quase t�o frio quanto cora��o de uma artista.

N�o se iluda, Dan, nesse momento est� quente como um fog�o.

O Xerife j� espalhou a noticia?

Acabei de ler um telegrama da Ferrovia,

que, praticamente, faz de voc� o homem!

Achei que tinha ido embora de Sundown.

Eu fui!

Ent�o parei para pensar...

em castanhas.

Conhece o tipo que � preciso que algu�m tire do fogo?

Conhe�o sim, Dan.

S� que � por Curt que est� disposto a se queimar.

Pena nisso?

Voc� acha que o �nico modo de Curt sair dessa...

� livrando-se de Beau Santee e a gangue.

Pode ser!

Sabe que estar� dentro dos limites da lei...

- se vierem atr�s de voc�. - Isso!

E ir�o atr�s de voc�, se pensarem que � o homem da ferrovia.

Bem...

Mesmo n�o sendo a raz�o...

estou feliz que voltou, Dan!

- Sim, o que �? - � Beau!

Deixe-o entrar!

Entre, Beau!

Nancy, � a respeito de Dan Beattie.

Ele � o homem da ferrovia e voltou �cidade.

Cuidado ao bater a porta.

Ei, estou desarmado.

Isso � neglig�ncia criminal.

Nancy, veja o que pode fazer para ajud�-lo.

Dan!

Ande! D� a arma a ele!

De que lado voc� est�?

N�o, sou idiota para pegar naquela arma.

N�o �?

Devo ter entendido mal o que voc� disse.

A primeira coisa que disse foi que est� desarmado.

Pensei que quisesse uma arma!

Pense que havia decidido matar o funcion�rio da ferrovia.

Qual o problema, Beau?

A disputa est� equilibrada demais para voc�?

Tenho coragem de atirar em um homem desarmado quando � preciso.

Vejamos se voc� tamb�m, Beattie.

- Beau, est� a� dentro? - Sim. Arrombe a porta.

Da pr�xima, vez esteja armado!

O que foi? O que aconteceu? Quem era ele?

Dan Beattie!

Rapazes, Beattie acabou de fugir daqui! Curt!

Dan.

Stoney.

Por aqui!

Vamos logo! Ele n�o pode ter ido longe!

- O que voc� fazia ali Stoney? - Esperando por meu pai.

Bom menino, quando ele chegar diga que estarei na casa de voc�s.

- N�o v� embora antes de eu chegar. - N�o! Estarei l�, quando voc� chegar!

Sr. Beattie!

Desculpe-me aparecer assim Mary Jo.

N�o tinha outro lugar para ir.

Tudo bem! Onde est� Stoney?

Voc� n�o sabe?

Sabia at� que ele ouviu que voc� voltar�.

Ele saiu e n�o o vi mais.

- N�o tinha que tomar conta dele? - Fa�o o que posso!

Um menino daquela idade precisa de um pai!

Ele tem um pai, n�o tem?

Sabe a resposta! Ouviu ontem � noite.

� algo cruel de se dizer, mas...

Stoney sente vergonha do pai!

O que � isso?

Nenhum menino sente vergonha do pai.

Talvez, desapontado e ferido. N�o sente vergonha.

Curt pode estar envolvido com pessoas erradas...

pode desviar do caminho �s vezes.

N�o me diga que Stoney sente vergonha dele.

E n�o me diga que Curt esqueceu o filho.

Ent�o por que ele n�o toma uma atitude?

Eu n�o sei!

- Talvez a culpa seja sua. - Minha?

Isso mesmo! Ele a ama, n�o �?

- Ele diz que sim. - Voc� sabe que sim.

Certo! Eu sei que ele me ama!

Ent�o, por que n�o faz algo a respeito?

- Ou � voc� que tem vergonha dele? - Claro que n�o!

Gosto tanto dele que eu fui at� seu quarto

para implorar que voc� ficasse e ajudasse.

E o que encontrei? Voc� e aquela mulher!

Ent�o � isso que a incomoda!

isso explica muitas coisas!

- O que posso fazer? - Isso!

Dan, o que est� acontecendo?

N�o!

N�o!

Disse para ir embora!

Vamos, pai. Acerte-o em cheio!

Fique longe de mim do meu filho e de Mary Jo.

Saia da minha vida e n�o volte.

Eu n�o sei muito sobre brigas,

mas n�o pareceu que voc� estivesse revidando.

- N�o acho que Curt percebeu! - Tamb�m acho que ele n�o notou.

Voc� � um bom amigo!

O beijo logo antes deles entrarem, Mary Jo.

- Foi para o benef�cio de Curt. - Eu sei.

- O beijo foi para beneficio de Curt. - Isso mesmo!

- Acho que funcionou tamb�m! - Espero que tenha valido a pena!

Vamos descobri em breve!

No m�nimo, ajudou Stoney.

Pode ser uma boa ideia que eu deite no sof�.

No caso de Stoney voltar r�pido.

Aquilo que dizia a meu respeito.

Voc� foi sincero, n�o foi?

- N�o exatamente. - Foi sincero sim.

Suponho que esteja certo.

Acho que vai perceber que Curt mudou agora!

Espero que sim.

Que dizer.. Ora...

Sei o que quis dizer...

Vou pegar uma toalha �mida para sua cabe�a!

Papai voc� est� bem?

Claro, filho.

Volte para casa, est� tarde para que fique pela cidade.

Certo, pai.

Outra coisa,

como esse Beattie ou Taylor tanto faz o nome

entrou em seu quarto, em primeiro lugar.

- Eu convidei-o! - O qu�?

- Voc� ouviu! Disse que o convidei! - Por que?

- Ele estava l�? - Sim!

O que aconteceu?

Tivemos uma discuss�o. Ele est� indo embora.

Foi isso o que disse ontem �noite!

Ele n�o trabalha para ferrovia, ele � um velho amigo, Dan Beattie.

Ele � inofensivo voc� disse!

Ele saiu mesmo da cidade essa manh�.

S� que �noite estava de volta, apresentando credenciais ao Xerife.

- Ele me enganou. - Onde ele est� agora?

Deixei-o na casa de Mary Jo.

- O que ela tem a ver com Isso? - Nada!

Ele o enganou!

Ele deve ser um homem em tanto. Acho que me enganou tamb�m.

E pode engan�-lo de novo, se ficarmos aqui a noite toda.

Ele n�o est� em condi��es de viajar. Partir� pela manh�.

Quer que eu assuma a partir de agora, Curt?

- N�o! Eu farei o que � preciso. - Certo! E voc�?

Essa noite quero voc�, aqui. N�o saia para fazer visitas.

Sabemos tudo o que precisamos saber!

N�o acho que voc� saiba de tudo.

Tenho mais informa��es para voc�.

- N�o sou certa de que se interesse. - Ande, fala logo! O que �?

Estou pedindo demiss�o. E vou sair do meu quarto tamb�m!

Ningu�m para de trabalhar para mim sem que eu pe�a que parem.

Voc� sabe disto!

Suponho que possa me impedir.

Atirando em mim!

S� que � a �nica forma pela qual conseguir� impedir-me.

Ora ora. Veja o jeito como fala.

Certo! V� enfrente. Tire uma folga.

Voc� voltar�.

- Eu n�o contaria com isso. - Veremos!

O que est� tentando Curt,

precisa afogar-se em uma garrafa

para fazer o trabalho sujo de Beau?

Sabe que, estranhamente, acho que Dan Beattie...

� um homem e tanto.

Ele viajou comigo ontem...

durante todo o caminho, ele falava em voc�.

A respeito do que Ihes aconteceu durante a guerra...

coisas de juventude, � claro!

� curioso como um adulto lembra-se desse tipo de coisas.

Alguns deles pelo menos.

Posso ajud�-la com a mudan�a?

N�o, obrigada. N�o vou levar muita coisa.

- Para onde vai se mudar? - Penso que para o hotel.

Tenho um quarto de h�spedes...

que dizer, tenho espa�o para uma convidada.

Espero que encontre uma Mark.

- Ela merecer� voc�! - N�o esta sendo exigente demais?

Muito.

Alguns homens n�o pensam assim.

Will Potter est� l� embaixo.

Afirma que tem um encontro com voc�.

Ol�, querida...

Will n�o trouxe sua esposa?

Do que voc� est� falando?

Will acha que eu marcaria um encontro...

com um homem casado...

a n�o ser que ele trouxesse a esposa junto?

Will! Estou surpresa contigo. Isso � imoral.

Com licen�a, Srta. Dawson!

Will, voc� est� preso.

- E por que? - Viola��o de correspond�ncia.

N�o tenho nada a ver com correspond�ncia.

- Eu lido com telegramas. - Voc� bagun�a com os telegramas.

- Venha! - N�o. Espere um minuto!

Nancy, � melhor voc� dizer a ele.

Voc� n�o vai querer que eu minta. Isso � imoral tamb�m.

Venha! Venha!

Vamos logo!

Bom dia, Stoney!

Seu pai tem um soco forte.

Ei, de onde veio isso?

Mary Jo!

Ela colocou em voc� antes de ir trabalhar.

Que horas s�o?

Por volta de oito e meia.

Fique longe dela!

O que?

Fique longe dela!

Ela n�o quer falar com voc�.

- Ela disse isso? - Eu disse.

Aqui est�.

O que � isso Stoney?

Eu dei a corda a voc�. Meu pai far� uma para mim!

Parece que tenho algumas explica��es a dar.

Explique o que for ao meu pai!

Farei isso.

Farei exatamente isso!

Volto j�, Warren.

E quanto a ele?

Esteve sentado durante toda a noite...

com uma garrafa de u�sque na frente.

Garanti que soubesse que Beattie...

passou a noite na casa de Mary Jo.

- Sirva-se. - Obrigado.

Acha que Curt vai at� o final do servi�o?

Creio que sim.

S� para ter certeza d� cobertura com alguns rapazes.

Quero Beattie.

Vamos peg�-lo de uma forma ou de outra.

- Onde est� Nancy? - Registrando-se no hotel.

Quando tudo isso acabar,

traga-a de volta!

Se ela voltar, ela pode insistir em trazer um padre junto.

Eu cuido dessa parte.

Simplesmente traga-a de volta.

Ela sabe demais para andar livre por a�.

Eu n�o iria longe demais com isso, se fosse voc�.

Bom dia, Beau, Mark, Curt!

- Importam-se em ter companhia? - N�o. Quero falar contigo mesmo.

- Onde est� Potter? - Est� preso!

Solte-o!

N�o � t�o simples, Beau. Ele responde a crime federal.

N�o me importo! Solte-o.

Se � assim que pensa sobre o assunto tentaremos ver o que pode ser feito...

embora n�o seja o assunto que quero tratar.

V� logo isso. Estamos ocupados.

Curt, voc� e Beattie brigaram ontem � noite.

Certo!

- Voc� deu uma surra em Dan. - O que tem?

Pelo que sei de Beattie e a posi��o que ocupa.

- Ele n�o partir�. - Ent�o ele est� procurando encrencas.

- S� se antecipar os fatos. - Como?

Talvez prendendo Curt, por arrua�a.

N�o me fa�a favores.

Xerife, gostaria de ajudar,

s� que n�o quero ver um amigo preso sem raz�o.

Curt vou dar-Ihe um aviso.

Se atirar em Dan Beattie eu vou prend�-lo.

N�o se ele atirar em legitima defesa.

N�o!

N�o. Est� certo.

Bem, minha consci�ncia est� tranquila.

Sei de algumas coisas pelas quais poderia ser preso.

Claro!

Eu tamb�m!

Quando cuidar� de Beattie?

Assim que ele colocar os p�s na rua.

Entre!

Ouvi dizer que vai ao funeral.

Funeral? De quem?

Seu!

Isso foi engra�ado.

Dan, Curt Warren vai mat�-lo.

- Vamos parar com as brincadeiras. - N�o estou brincando.

Eles prepararam Curt a noite inteira. Deram-Ihe bebida.

Contaram-Ihe todo tipo de hist�ria sobre voc� e Mary Jo.

Ele est� como se fosse dinamite.

- Tem certeza? - Tenho certeza absoluta!

Curt n�o falou para ir embora ontem �noite?

- Estava furioso. - Curt, continua furioso,

e Beau Santee n�o permitir� que ele acalme-se.

N�o acredito.

Tudo o que precisa fazer � ir l� fora.

Onde est� Curt agora? Preciso falar com ele.

Ele est� no Big Six, Dan.

Se voc� for at� l� � um homem morto.

Nancy preciso falar com ele.

Vou fazer com que me ou�a dessa vez.

Dan, espere um minuto.

Olhe. Fa�a-me um favor.

Por favor, v� armado.

Por via das duvidas.

Por favor!

Xerife, n�o posso deixar que isso aconte�a!

Acalme-se!

Posso explicar as coisas para Curt.

Se n�o puder v�-lo, terei que falar com Dan.

O tempo de conversas acabou!

Vai ficar para ajudar, quando eu precisar de voc�.

Olhe para as ruas. Desertas!

Olhe para as janelas!

Lotadas!

O que eles pensam que acontece? Um circo?

Estamos em terra virgem Mary Jo.

Terra em que,

os assuntos se resolva � bala, quando dois homens adultos se enfrentam...

para acertar diferen�as de opini�o por meio de armas,

o resultado � chamado legitima defesa.

E voc� fica aqui. Olhando algo assim acontecer?

Eu fico aqui para garantir que aconte�a de forma justa.

Especialmente, se acho que solucionar� outros problemas.

Veja!

Beattie est� vindo para c�.

Venha, rapaz.

Pai!

Stoney!

Ele ficara bem!

Voc� est� bem, papai?

Estou bem, filho! Eu assumo a partir daqui.

Curt!

Quero conversar com voc�.

Eu disse tudo ontem � noite,

quando falei para ir embora da cidade.

N�o saque a arma contra mim, Curt.

Nunca vai conseguir.

No beco!

O Xerife o pegou! Parece que a cidade inteira acordou.

Ontem �noite, lembrei de muitas coisas.

Lembrei que n�o conseguia dar-Ihe uma surra.

Que tal terminarmos esse servi�o? Voc� e eu!

Certo!

Vamos conseguir cobertura.

- Usaremos a porta dos fundos. - �timo!

Venha!

Beau!

Curt!

Acabou para voc�, Santee!

- Sabe que n�o pode sair daqui. - Voc� tamb�m n�o pode entrar.

Como se sente, Curt?

Sempre soube que Beau atirava mal.

Cuidado!

Deite-se.

Curt!

Vai dar tudo certo agora, filho!

Ele estar� em m�os de uma boa enfermeira.

Voc� deu conta do trabalho. Com ou sem distintivo.

Obrigado por cuidar dos homens atr�s de n�s.

Esque�a isso!

- Dan! - Ol�, Nancy!

- Ele est� bem? - Sim, ele est� bem!

Desculpe-me a respeito das castanhas.

Parece que n�o ser� rica no fim das contas.

Est� tudo bem, Dan.

Nunca fiquei bem em vestidos pretos mesmo.

Que tal um belo bronzeado?

Eu n�o sei. D�-me uma chance!

Aqui, Curt!

Cuidado!

FIM

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