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Est�s bem?
O que aconteceu?
Onde estiveste?
Vejo que n�o sou o �nico de olho na rapariga do Vamalia.
H� algo em ti que me faz lembrar o meu grande amor.
A Elisabetha.
Ent�o, sabes quem eu sou.
Sei.
Sim, Mestre.
E eu sei exactamente quem tu �s, Calvina.
- O que se passa? - Estou bem.
Foi um dia comprido, vai dormir.
O sangue de Elisabetha e as l�grimas de Dr�cula
criaram 13 rubis com poderes especiais.
Durante as Guerras dos Cl�s a maioria dos rubis perdeu-se.
Apenas alguns cl�s sobreviveram.
O Dracas.
O Lycana.
O Nosferas.
O Pyras.
O Vyrad.
E o Vamalia.
HERDEIROS DA NOITE
S� forte, s� corajoso.
S� forte, s� corajoso.
Porque n�o lhe podemos dizer que os M�scaras Rubras v�m a�?
S� forte, s� corajoso.
S� forte...
Se souber agora, vai entrar em p�nico. Sabes que sim.
Dir-lhe-emos, mas s� quando soubermos
quando os M�scaras Rubras planeiam atacar.
Talvez encontremos uma solu��o pac�fica.
N�o quero encontrar uma solu��o pac�fica.
Vingares-te dos M�scaras Rubras n�o trar� a tua m�e de volta.
Luciano,
o teu pai precisa de ti.
S� corajoso, s� forte.
Pronta? Vamos.
S� corajoso, s� forte.
Eu sei.
Sejamos corajosos e fortes, pap�. Sejamos corajosos e fortes juntos.
S� corajoso, s� forte.
� s� tempor�rio. At� arranjarmos um adequado.
Durmo no ch�o h� tanto tempo que n�o me importa o aspecto que tem.
- Obrigada. - De nada.
Onde est� a Alisa? Tenho de falar com ela.
- Ela foi � cidade. - O qu�?
Com todos os M�scaras Rubras a preparar-se para atacar o navio?
Foi por isso que teve de ir.
Ela tem um amigo l� dentro.
- Ol�. - Ol�. Acordei-te?
N�o. N�o. Est�s bem?
Sim. Estava a pensar...
A tua m�e est� a esfor�ar-se muito. Deixou-te sair e tudo.
Pod�amos voltar a tentar.
O qu�? Os M�scaras Rubras?
Detestaste da �ltima vez.
Bem, n�o acredito em vampiros, mas � bom pertencer a algo.
A tua m�e quer muito que te juntes. Significa muito para ela.
- Falas mesmo a s�rio? - N�o queres juntar-te comigo?
Sim, claro. D�-me s� um instante.
Vou s� procurar roupa. Espera a�, n�o te preocupes.
Est� algures por aqui, acho eu.
Dev�amos estar a treinar as nossas capacidades.
O rubi de nascimento dos Lycana
talvez seja um dos poderes mais dif�ceis de dominar,
porque mudar de apar�ncia significa que a mente e o corpo
t�m de estar em perfeita sintonia.
Disse bem, Seymour?
Sim, � uma �ptima capacidade,
se n�o se importarem de estar sempre nus.
Chegaram os Anci�os.
- O qu�? Porqu�? - N�o sei.
Pronto, lembrem-se do que prometemos � Alisa:
fiquem de boca calada.
E recordem as aulas de bloqueio da mente.
Certamente que o bar�o tentar� bisbilhotar.
S� corajoso, s� forte.
S� corajoso, s� forte.
- S� corajoso... - O que se passa?
- S� forte, s� corajoso. - Luciano...
- O que se passa com o teu pai? - S� corajoso.
- Onde est� a tua m�e? - S� forte.
O que se passa aqui? O Claudio trancou-se na cabina,
a Viola n�o est� c� e onde est� aquele maldito Umberto?
Onde est� o meu filho?
Onde est� o meu filho?
Acho que aprendeste um belo truque, mas n�o est�s � minha altura.
Bar�o Magnus, por favor n�o a magoes.
O que se passa com o Claudio?
Onde est� a Viola? Onde est� o Umberto?
E onde est� o meu filho?
Onde est� o meu filho?
Posso, bar�o?
Eu come�aria a falar se n�o queres que ningu�m se magoe.
A paci�ncia � uma virtude, pai. Foste tu quem me ensinou isso.
Vamos garantir que ningu�m se magoa.
Onde est� a Alisa? Hindrik! Porque est�s a fazer este jogo?
Tammo, onde est� a tua irm�?
Tammo, fala comigo.
A Alisa...
A Alisa diz-lhe.
Assim que ela volte...
- Da sua miss�o. - Que miss�o?
- � tudo para o ataque ao barco? - Sim, o Elisabetha?
- S�o tantos! - Sim.
Est�o a treinar sem parar.
Tantas armas!
Olha...
E aquilo?
Queres aprender a disparar?
Ent�o, o que est� ele a fazer?
- Nada. - Isso n�o � nada.
Consigo ler-lhe os pensamentos. E os teus!
- Sei que gostas dele. - Podes concentrar-te na miss�o?
Procura algo �til enquanto o mantenho ocupado.
- Ocupado com qu�? - Vai!
Est� bem...
- Sim. - Obrigado.
Muito bem, inspiramos, seguramos e expiramos.
- N�o � um plano nada mau. - � melhor falarmos com a Calvina.
- Onde est� ela? - N�o sei.
A Calvina nunca se atrasa. Nunca!
Algo aconteceu. Vai procur�-la!
Encontra-a!
Calvina...
Anda at� mim.
Tenho uma carruagem � espera.
Veste algo elegante.
Sim, Mestre.
Um momento.
Preciso de falar com um dos meus leais servos.
Todos os rubis est�o no Elisabetha.
Deixa-nos.
- Desfrute, meu Mestre. - N�o morrerias sem m�sica?
Porqu� andar quando se pode dan�ar?
Mandei-lhes tocar at� que os dedos lhes falhem.
Estava a tocar esta pe�a da primeira vez que vi a Elisabetha.
Ou talvez fosse apenas o que eu senti no cora��o.
Preciso que me ajudes.
N�o consigo dominar todos os M�scaras Rubras ao mesmo tempo.
Quero que os lideres por mim.
- Afinal, onde est� a tua m�e? - Ela n�o se estava a sentir bem.
De qualquer forma...
- Queres disparar? - Sim, est� bem.
Eu tirava as luvas.
Certo.
- Podes segurar nelas? - Claro.
Obrigada.
Segura-o � tua frente, para poderes fazer pontaria.
Queres segurar?
Concentra-te no alvo e esquece tudo o que aqui est�.
Somos s� n�s os dois. E o alvo.
Boa. Foi muito bom.
- Desculpa, eu... - Tudo bem, n�o faz mal...
Eu gosto mesmo muito de ti, a s�rio. � s� que...
H� outra pessoa
e n�o sei o que sinto em rela��o a isso.
O que � isso?
Os Anci�os chegaram ao Elisabetha com os meus rubis.
Tu e a tua gente v�o roub�-los para mim esta noite.
Perguntava-me quando voltarias a aparecer na minha cabe�a.
Est�s em It�lia?
Quase te consigo tocar.
Tal como ao resto dos meus rubis.
E fiz uma nova amiga.
E esta n�o podes par�-la.
Conhe�o algu�m que pode.
O que � isso?
Tens de ver isto. Tens de me ajudar.
Desculpa.
O qu�?
M�e?
M�e?
Ela agora pertence-me.
Largue-a!
Desculpa. Lamento muito fazer-te isto,
mas os contos de fadas da tua m�e s�o reais.
O Dr�cula � real. Os humanos s�o mordidos,
os nascidos de sangue desaparecer�o e o mundo encher-se-� de Sombras.
�s uma vampira.
� uma vampira! Cuidado! � uma vampira!
- N�o deixes que te morda. - Mata-a.
Alisa!
Anda, vamos.
Nunca te quis magoar.
- Temos de ir, j�! - Vou tentar travar os vampiros.
- Tens de travar a tua m�e. - Mentiste-me.
- Anda! - Desculpa.
- Anda! - Por favor, Nicu, ajuda-nos.
Alisa! Est�s em grandes sarilhos, minha jovem.
N�o tanto como meu filho. Conheces o castigo por desobedi�ncia.
Sim, eu sei, pai. Mas primeiro ou�am a Alisa.
- Os M�scaras Rubras v�m a�. - N�s sabemos.
E n�o temos medo de uns idiotas com m�scaras.
Podem parar e ouvir, por uma vez, nas vossas longas vidas?
Os M�scaras Rubras s�o controlados pelo Dr�cula.
- O Dr�cula est� c�? - Sim.
E controla a Calvina, a l�der deles.
- V�m buscar os rubis. - Temos de partir.
Vamos para a Noruega. L� podemos proteger os cl�s.
- � demasiado tarde para isso. - Temos um plano.
- N�o aceito ordens de uma Vamalia. - N�o vamos ouvir uma crian�a.
- Sim, jovens, n�s tratamos disto. - Ou�am-nos!
N�o conhecem os vossos filhos como eu.
A Alisa
tem o cora��o mais corajoso que alguma vez vi.
O Lars
tem a mente mais forte que alguma vez encontrei.
Vamos ouvir o que eles t�m a dizer.
Puseram-nos aqui por um motivo.
Agora � hora de vos mostrar o que aprendemos.
Vamos atacar agora!
Esta noite.
Do que est�o � espera?
V�o buscar as armas!
M�e, gra�as a Deus!
Est�s aqui, certo? Ele n�o te magoou?
N�o te mordeu, pois n�o?
M�e!
Revistem o navio! Encontrem os rubis!
Venham comigo!
Onde raio est�o eles?
O qu�?
- Onde est�o todos os meus homens? - N�o sei.
- Como assim, n�o sabes? - Ainda agora aqui estavam.
O que se passa? Onde est�o os malditos vampiros?
Estamos mesmo aqui!
� vossa volta!
Rodeiem-nos!
- Onde est�o os Anci�os? - Fora do seu alcance.
Se n�o sair daqui j� com os seus homens
vai arrepender-se de ter pisado este navio.
Dez!
- As cruzes n�o nos magoam. - Nove!
Como nos v�o derrotar agora?
- Somos mais fortes do que voc�s. - Em todos os aspectos.
Uma vampira!
� uma vampira. A Calvina tamb�m � vampira.
Saiam daqui! Saiam! Vamos!
N�o se quer juntar aos seus amigos?
Sabes que eles n�o s�o meus amigos.
Pensei que tu eras.
M�e?
M�e?
Sou eu, o teu filho.
Ela agora � um dos teus.
Cuida bem dela.
Nicu!
Conseguimos.
- Conseguimos! - Sim, conseguimos.
Bom trabalho, Tammo.
Meu Deus! Fizeste mesmo um rel�mpago.
Pronto, vamos tirar os Anci�os da �gua.
Sim.
Bom trabalho, Alisa.
Mas a nossa batalha est� longe de ter terminado
e tu sabes disso.
Ainda mal come�ou!
Lamento.
Pelo Nicu.
� horr�vel perder a m�e assim.
E tamb�m perder-te.
Mas...
O teu plano funcionou.
Salvaste-nos.
A todos. Sem derramamento de sangue.
O nosso plano.
- Foste tu. Foste... - Tamb�m n�o foste nada mau.
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