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Mestre?
Tenho o rubi Arrufat para si.
Roubei-o do pesco�o da condessa e sobrevivi.
Bom trabalho, Tonka. Provas ser muito valiosa.
- Sim, Mestre. - Vou atr�s do rubi Caminada.
Continua a vigiar os Nosferas. Quero o rubi de nascimento deles.
- Eu arranjo uma maneira. - Ent�o porque ainda est�s aqui?
A rapariga Vamalia.
- Ela caminhou ao sol. - O qu�?
Caminhou ao sol e viveu.
- Os raios n�o a magoaram. - A s�rio?
Ela est� a ficar mais forte, Mestre.
- Mais forte do que o Mestre. - N�o me insultes!
Trata do rubi Nosferas e eu trato da rapariga.
Sim, Mestre.
O sangue de Elisabetha e as l�grimas de Dr�cula
criaram 13 rubis com poderes especiais.
Durante as Guerras dos Cl�s, a maioria dos rubis perdeu-se.
Apenas alguns cl�s sobreviveram.
O Dracas.
O Lycana.
O Nosferas.
O Pyras.
O Vyrad.
E o Vamalia.
HERDEIROS DA NOITE
Meu doce amor.
Todo este tempo, quis ouvir a tua voz
e vislumbrar a tua beleza.
Vlad?
Vlad?
Est�s aqui? N�o consigo ver-te.
Porque n�o me abra�as? Est� t�o escuro.
- Eu vou buscar-te. - Onde est�s, meu amor?
Eu vou libertar-te das masmorras do Diabo, prometo.
N�o consigo encontrar-te, meu amor. Onde est�s?
Estou aqui!
Luciano?
- O que foi? - Podes abrir?
Alisa, outra vez n�o.
Os teus pais tinham dois rubis, certo?
O Arrufat e o Nosferas,
mas n�o pude usar o rubi Arrufat ontem.
- Como assim? - Queria falar com a minha av�.
J� morreu h� algum tempo,
mas ainda me l� uma hist�ria antes de ir dormir.
O rubi Arrufat permite-nos falar com os mortos.
Como funciona?
N�o funciona. N�o consigo sentir o seu poder.
- J� te disse. - Imaginemos que ainda podias.
Fechamos os olhos e tentamos estabelecer uma liga��o.
A primeira vez, normalmente, � dif�cil.
Os esp�ritos, muitas vezes, est�o desorientados.
�s vezes, v�em-nos e �s vezes, s� nos conseguem ouvir.
Temos de reconstruir a confian�a.
M�e?
M�e, sou eu. A Alisa.
N�o tenhas medo. Sou apenas eu.
Pai?
Pai?
Alisa?
�s tu?
Pai?
O teu batimento � est�vel, forte.
Como posso ter um cora��o, pai?
Como � poss�vel?
Eu apaixonei-me pela tua m�e, apesar de ela ser vampira.
- �s humano. - Sim.
Quando nasceste,
descobrimos que tinhas um cora��o humano, como eu.
Mas presas como a tua m�e.
Tent�mos escond�-lo da Elina, mas ela descobriu.
Ela obrigou-nos a manter-te dentro de casa,
esconder-te dos Anci�os.
�s diferente, uma amea�a para os seus costumes.
Implorei � tua m�e que me transformasse num vampiro.
Precisava de proteger-te dos perigos deste mundo.
E s� havia uma maneira. Como Sombra da tua m�e.
A m�e est� contigo?
Alisa?
Alisa, onde est�s?
J� n�o consigo ver-te.
Desculpa por n�o ter conseguido proteger-te.
Pai? Pai, por favor.
Quem est� a�?
Obrigada.
N�o sei por que raz�o,
mas n�o me acordes t�o cedo, est� bem?
Est� bem.
- Ol�. - Ol�.
Porque est�s a sorrir?
Vi o meu pai hoje.
O qu�? Como?
Ol�. Falo convosco depois.
Ol�, minhas senhoras. Em que pensam esta noite?
N�o me digam.
Em mim.
- O que se passa? - Bem...
N�o � preciso. N�o tenho muita fome.
Ela consegue falar com os mortos.
O Dr�cula tem o Arrufat?
- Sim. - O que mais consegues fazer?
Vamos descobrir antes das aulas. Vamos.
Consegues falar com os mortos.
Arrufat, confirmado.
- Caminhas ao sol. - Belov, confirmado.
O que mais o viste a fazer?
O nosso rubi Vikla.
- Nadar. - Ele encontrou o rubi Tova perdido?
Usar a sua sombra.
- O poder dos Upiry? - Certo.
Tenta usar a tua sombra.
Est� bem.
Ol�, minha vers�o sombria.
Foi um aceno?
Alisa?
- Alisa, preciso de falar contigo. - Est� bem.
� um prazer ver-te novamente.
Tenho algo para ti...
... querido.
N�o tens de partilh�-lo com os teus amigos falsos.
- Agora eu sou tua amiga. - Sim.
Eis um presente por me teres ajudado.
Bebe.
� a melhor coisa que alguma vez vais provar.
O que �?
� sangue humano.
Viola.
O que � isto? Normalmente, sou eu que fico preocupado.
A Upiry tem um segundo rubi.
Para qu�? Est� a escapar-nos algo.
- Amore, temos de avisar os outros. - O que lhes dizemos?
A Alisa sabe mais. Tenho a certeza.
De alguma forma, ela salvou o Hindrik do sol.
Como � que me salvaste?
N�o vais querer saber.
Alisa, por favor. Preciso de saber.
O Dr�cula est� a juntar os rubis perdidos.
- O Dr�cula morreu. - Acredita em mim.
Ele est� vivo.
A cada rubi que encontra, liga-me a esse poder.
Mas n�o podes usar esses poderes. N�o est� certo.
Foi assim que te salvei.
- Temos de contar aos Anci�os. - N�o.
� algo que finalmente me faz sentir especial.
N�o fazes ideia no que te est�s a meter.
Eu consigo control�-lo.
- Temos de avisar os Anci�os. - N�o!
Estou ligada a mais poder do que qualquer um neste navio.
O poder tem uma maneira de trazer ao de cima o pior.
E o melhor. Hindrik, tu conheces-me.
Salvei-te com estes novos poderes e...
Vi o meu pai.
Fal�mos.
Posso falar com a Raphaela por ti, se quiseres.
Para lhe dizer que tens saudades.
N�o � certo afast�-la de onde ela devia estar.
Devia estar? Ela foi-te tirada.
Nunca mais vou deixar que isso aconte�a.
E, agora, ningu�m me pode impedir.
N�o fales a ningu�m sobre isto.
N�o te preocupes, est� controlado.
Hoje, o cl� Dracas ir� partilhar a aptid�o do seu rubi de nascimento.
Leitura de mentes.
Lars. S� um cavalheiro, est� bem?
Deixa as tuas primas brilharem uma vez.
Vamos ensinar-vos leitura de mentes, bloqueio de mentes
e um pouco de intromiss�o na mente. S� por divers�o.
Mas primeiro o essencial.
A leitura de mentes � parecida ao sonar dos morcegos.
Temos de saber onde est� o nosso sujeito para estabelecer liga��o.
N�o � f�cil aprender a leitura de mentes.
� dif�cil lidar com o c�rebro. � um labirinto.
Alisa, podes juntar-te a n�s?
Alisa, levanta-te, por favor.
Gostar�amos de saber em que pensas hoje.
Comecemos por algo simples.
Vou desbloquear a primeira camada. Como um cofre.
- Clique. V�s? � f�cil. - E depois escavamos.
Sentes-te mais forte do que n�s.
Olhas com altivez para os teus pr�prios amigos.
A tua melhor amiga � apenas uma Lycana fraca,
cujo cl� nem sequer sobreviveu � guerra.
Deixas que ela te siga, como uma Sombra.
Eu n�o acho isso. Nunca pensaria isso.
- Eu sei. - Sabes mesmo, Ivy?
Alisa, n�o achas que �s melhor do que n�s, certo?
- Mais poderosa? - N�o.
Lars, o que se passa? Porque � que a condessa n�o p�e termo a isto?
Esta rapariga tem um poder especial.
Est�o quase a descobrir.
Ela quer saber se a Alisa esconde algo.
O qu�? Ela tem de p�r termo a isto.
- E n�o � s� isso. Est� apaixonada. - E n�o por um, mas dois rapazes.
- Um deles est� entre n�s. - Inger.
E o outro �...
Um rapaz humano.
- Isso n�o � verdade. - O c�rebro n�o mente, Alisa.
Mas voc�s mentem.
- Estamos a mentir? - N�o � isso que leio na mente dela.
Agora quem � o mentiroso, Lars?
Porque est�o a fazer isto?
� verdade. Achas que �s mais forte do que n�s.
Como � que o poder do amor pode ser mais forte do que os nossos?
� uma anedota. N�o �s melhor, �s apenas uma anedota.
- Ela est� a chorar. - O que � ela?
- � um monstro. - � uma aberra��o.
Alisa, n�o!
Mam�.
Alisa, chega. O que fazes?
Alisa, acaba com isto, por favor.
Alisa, olha para mim.
Por favor, est�s a assustar-me.
Tu n�o �s assim. Chega.
V� o que est�s a fazer.
Acaba com isso.
Desculpem.
Lamento imenso.
Suponho que nem todos os sonhos se concretizam.
N�o devias desejar-me.
- Aquela n�o era ela. - Eu sei.
O que aconteceu?
Ela � uma boa pessoa. N�o faria aquilo.
N�o quero que ela se magoe.
Eu tamb�m n�o.
M�e?
Por favor, eu...
Diz alguma coisa.
Preciso de ti.
N�o sou uma vampira, n�o sou humana.
N�o me integro.
N�o quero magoar ningu�m.
Quem me dera poder...
... rastejar para debaixo de uma pedra.
Por uns tempos.
Nenhum vampiro podia seguir-me at� ali.
Sinto-me mal por dizer isto, mas est�s melhor sem ela.
Ela � minha amiga.
Com amigas dessas, quem precisa de inimigos?
Sim, porque tu e a tua irm� percebem de amizade.
Tens um cabelo lindo.
O que est�s a fazer?
- Segura-a. - O que est�s a fazer? Larga-me!
- Fica-me bem? - O meu cabelo.
- O que foi? - O que est�s a fazer?
Tu tamb�m participaste.
Deixa de ser t�o sens�vel. Anda.
Vamos encontr�-la.
N�o �s respons�vel pelas ac��es dela. Ela � que �.
A �gua n�o consegue paralisar-me.
O sol n�o pode magoar-me.
Acho que � isto.
Seymour, temos um problema.
Ol�.
- Que problema? - Nada.
O teu cabelo.
As raparigas Dracas?
N�o, n�o.
Achei que estava na altura de uma mudan�a.
- Fica-te muito bem. - Obrigada.
Assustaste-me a s�rio.
N�o voltar� a acontecer.
Foi como se o Dr�cula estivesse contigo.
Eu n�o faria isso.
Abraham.
Balas de prata?
H� outras?
Vejo que tens o rubi Caminada.
E vim buscar os restantes.
Se os largares, vais arrepender-te.
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