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S� r�pida. N�o posso deixar entrar ningu�m.
Obrigada, Karen.
- Como est�s? Est�s bem? - Raphaela!
N�o!
- Estou �ptimo. - Vou falar com eles.
Vou tirar-te daqui. Sei que n�o foste tu.
Hindrik von Vamalia. Acuso-te de homic�dio.
N�o! N�o!
�s uma boa menina, mas os Anci�os pronunciaram-se.
- Ent�o e fazer a nossa voz? - Sou s� uma Sombra.
- Seguir a Raphaela n�o � um castigo. - O Tam precisa de ti.
Eu preciso de ti.
Temos de esclarecer as coisas e apanhar o assassino da Raphaela.
N�o, n�o.
N�o, � demasiado perigoso.
N�o quero que tu nem o Tammo se magoem.
Explicarei ao conde Claudio. Vou convenc�-lo a libertar-te.
N�o ser�s reduzido a cinzas e levado pelas �guas por algo que n�o fizeste.
N�o. Alisa, n�o. Alisa, n�o v�s atr�s de ningu�m.
Por favor! Alisa!
O sangue de Elisabetha e as l�grimas de Dr�cula
criaram 13 rubis com poderes especiais.
Durante as Guerras dos Cl�s, a maioria dos rubis perdeu-se.
Apenas alguns cl�s sobreviveram.
O Dracas.
O Lycana.
O Nosferas.
O Pyras.
O Vyrad.
E o Vamalia.
HERDEIROS DA NOITE
N�o.
- Mas ele n�o a matou, seu tolo! - Tolo?
Morde a l�ngua, querida, antes que eu ta arranque.
Ele assinou os documentos.
N�o tens provas, Alisa.
S� tens esse "Foi a Tonka".
Precisamos de provas.
� a �nica maneira de podermos mudar o veredicto.
Sabes que n�o se v�em Upiry h� que tempos.
- Porque o Dr�cula os tem em gaiolas. - Derrot�mos o Dr�cula.
E tranc�mo-lo num sono profundo. N�o � amea�a para n�s.
Est� acordado.
- E como sabes disso? - � verdade.
Li a mente delas. N�o � inven��o.
N�o nos apresentaram provas
que apoiem a teoria "foi a Upiry".
A decis�o mant�m-se.
O Hindrik von Vamalia ser� transformado em cinzas pelo sol,
amanh�.
Est�o dispensados.
E n�o se atrasem para as aulas.
O conde Claudio est� a mentir. Sabe que anda algu�m a roubar rubis.
Est� s� a proteger os Anci�os. A condessa n�o se consegue decidir.
Mas, por estranho que pare�a, o Umberto acredita em n�s.
Porque � que o Claudio deixa o Hindrik ser acusado?
Tem medo que o p�nico se instale.
E teme ainda mais uma revolta dos Sombras,
se o Hindrik n�o for castigado por amar outra Sombra.
Acha que est� a apanhar dois coelhos com uma s� cajadada.
S� precisam de provas de que a Upiry existe, certo?
- Digo que vamos n�s procur�-la. - A Tonka trabalha para o Dr�cula.
Temos de descobrir mais sobre o Dr�cula e os rubis.
- Assim, prevemos o pr�ximo passo. - Como?
Ainda n�o sei.
- O que acontecer� ao Hindrik? - N�o sei, Tam.
- Arranjaremos forma de salv�-lo. - Diz-me, estou nervoso.
- N�o sei, Tam. - Estamos prontos para come�ar.
Alisa, senta-te.
Joanne. Por favor.
Agora que aprendemos a ouvir,
podemos aprender a falar com os animais.
Trouxe um amigo.
O Seymour est� feliz por c� estar.
Tammo, porque n�o vens para aqui, para poderes falar com ele?
Os animais podem ser �ptimos amigos.
Mas, se aprendermos a l�ngua deles, podem ser muito mais.
Podem proteger-nos, avisar-nos.
Das pessoas que nos querem magoar.
Pronto, tem calma, Seymour.
Sim, fizeste um bom trabalho.
Portanto, como acabaram de ver, os animais podem pressentir o perigo.
E tamb�m nos podem avisar e proteger de um ataque de M�scaras Rubras.
Bem-vinda
� nossa muito humilde, muito tempor�ria
e muito malcheirosa casa.
- Lars. - O que �?
Sei do que precisamos e onde o podemos encontrar.
- Mas � arriscado. - J� me parece divertido.
Ela est� aqui.
De que est� � procura?
Talvez nos esteja a escapar algo.
E se a Alisa estiver certa?
Talvez seja a Upiry
e talvez esteja mais pr�xima do que pensamos.
Vamos, antes que d�em pela nossa falta.
Tonka.
N�o suportarei mais falhas da tua parte.
Mas a condessa tem os rubis. N�o me consigo aproximar mais.
Ent�o, encontra quem consiga.
Sim, Mestre. N�o o desiludirei.
KISLOKAN, R�SSIA Lar do Cl� Belov
Por aqui.
Dentro daquele t�mulo, est� o rubi Belov,
com a sua capacidade de inutilizar os poderes do sol contra n�s.
Mas, antes da Guerra,
o cl� Belov era pr�ximo do cl� Grimur, de Praga,
e pediu-lhes que aprisionassem alguns dos raios do sol
dentro do t�mulo, para proteger o seu rubi.
Mas, Mestre, como vamos obter o rubi,
se est� guardado pelo sol, noite e dia?
Ter�s de esperar at� ao nascer do sol para descobrir.
Ol�.
Ol�.
Ent�o...
Desculpa ter de sair a correr.
N�o faz mal. Sa�ste da melhor maneira.
- A tua m�e est�? - N�o, n�o te preocupes.
Foi a uma das suas reuni�es ou ca�adas de M�scaras Rubras.
- Queres beber alguma coisa? - N�o.
Quero pedir um desejo.
- Um desejo? - Queres ir comigo?
Sim, sim, desculpa. Vou s�...
Escondam-se.
- Sim, vamos. - Est� bem.
Lars. Anda.
Onde... Onde est�?
Est� tudo bem?
Quer dizer, ainda bem que voltaste, mas parecias muito transtornada.
Estou a trabalhar nisso.
Precisas de ajuda? Quero ajudar.
Eu sei, mas...
- N�o quero que te magoes. - � assim t�o grave?
Sabes que me podes contar qualquer coisa, certo?
N�o te vou enganar, nem magoar, nem mentir, nem nada assim.
N�o te posso mesmo contar.
Bem, sabes onde me encontrar.
Este tipo � do piorio.
Sabes que n�o podes confiar em nada do que diz, certo?
J� o temos.
Temos de voltar.
Tenho de ir.
- Outra vez, eu... - N�o podes.
Um desejo.
Que seja um bom.
N�o me leias a mente, Lars. Promete.
- Tudo bem, desliguei. - Obrigada.
Tenho de ir.
Desculpa.
Ora viva.
Que fazes aqui sozinho? Perdeste os teus amigos?
- O qu�? - Ol�, querido. N�o tenhas medo.
Est�s bem?
N�o, nem por isso.
Bem, o melhor a fazer, numa situa��o assim,
� simplesmente...
Libertar a raiva.
Como assim?
Bem...
Bate-me.
O qu�?
Eu sei que queres bater em alguma coisa, em algu�m.
Portanto, estou a dar-te a hip�tese de me bateres. Bate na minha m�o.
Est� bem.
S� isso? A s�rio?
V� l�, sim? Usa essa raiva.
Est� bem, vamos a isto.
Est�s bem?
Magoei-te, n�o foi?
Pensei que te tinha magoado.
E magoaste, mas n�o faz mal.
Desde que tenhas libertado a raiva.
V�. � um casaco bonito.
Est�s pronto?
- Sim. - Descontrai.
Como � que este livro nos ajudar� a salvar o Hindrik?
Precisam de uma prova de que foi outra pessoa.
Talvez tenha algo sobre os Upiry que nos ajude a apanhar a Tonka.
Olhem, ela � linda.
Diz que quando o Dr�cula estava em guerra,
levaram a Elisabetha a acreditar que ele morrera em batalha.
Sim, toda a gente conhece essa hist�ria.
Tu n�o?
�s uma Herdeira. Como � que n�o te contaram?
N�o contaram.
N�o sei. Caramba!
Bem, a Elisabetha n�o conseguia viver sem o amor da sua vida,
pelo que queria segui-lo para a escurid�o.
E, quando Dr�cula voltou e a encontrou,
o dem�nio apareceu,
oferecendo a vida eterna a ambos, em troca das suas almas.
Mas quando a mulher dele voltou � vida,
viu-se transformada num monstro.
N�o conseguiu lidar com isso,
pelo que se apunhalou com a espada de Dr�cula.
Dr�cula ajoelhou-se junto ao corpo dela e chorou.
Jorrou sangue da ferida de Elisabetha,
que se misturou com as �ltimas l�grimas de Dr�cula,
nascendo assim os 13 rubis.
Passaram-se centenas de anos desde que chorei a �ltima l�grima.
Acho que o fiz chorar.
O N�.
Diz aqui que se o N� for desatado por Dr�cula
e o cora��o dele ainda for do diabo, abrem-se as portas do inferno,
Elisabetha regressa e todos se tornam vampiros.
Mas se o N� for desatado pelo bem,
por um vampiro com alma humana, por� fim a toda a vida vampira.
Onde est� agora o N�?
Est� escondido.
Protegido do mundo.
Algures entre a luz e a escurid�o.
O que � que a Centelha quer?
Quando Dr�cula se tornou vampiro, perdeu o seu cora��o.
E, com ele, a sua humanidade.
A sua �ltima liga��o ao mundo humano � uma Centelha.
Deseja desatar o N�.
A Centelha � a �ltima r�stia de humanidade de Dr�cula.
� por isso que vejo o que ele v�? E sinto o que ele sente?
N�o sei.
Esperemos que esteja neste livro.
Algures.
Mestre! Mestre! O sol est� a nascer.
Onde nos escondemos?
- N�o vamos a lado nenhum. - N�o?
Mestre!
O sol est� a queimar-me!
Acho que o Dr�cula consegue suportar o poder do sol.
- Achas? - N�o, sei.
Vem a� algu�m. Ou�o-lhes os pensamentos.
Escondam o livro!
Aqui est�o voc�s.
Alisa, vem comigo.
Os outros podem voltar para os caix�es.
- Aonde vamos? - Chegou a hora do Hindrik.
Tens a obriga��o de v�-lo ir para o sol.
Escondam o livro.
Tam.
- Ele n�o precisa de ver isto. - Disse-nos que queria.
Tammo.
Tammo! Est�s possu�do, solta-te.
Resiste! Resiste!
As l�grimas... as l�grimas!
A Centelha � a �ltima r�stia de humanidade de Dr�cula.
� por isso que vejo o que ele v�? E sinto o que ele sente?
Acho que o Dr�cula consegue suportar o poder do sol.
- Alisa. - Lars.
Agora, tu e o Dr�cula s�o um s�. O que ele consegue, tu consegues.
Podes salvar o Hindrik. Consegues suportar o sol.
Vai! Vai!
- Karen, mant�m o Tammo a salvo. - Vai!
Alisa, vai!
O sol.
N�o compreendo.
A mordida. Est� fresca.
Eis a vossa prova.
Como � isto poss�vel?
N�o sei ao certo, mas ela salvou-te a vida.
Coincide.
Tudo o que eles disseram � verdade.
Agora, libertem o Hindrik.
Para ele se poder despedir da Raphaela.
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