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Legendas: JoĂŁo Ahrens Teixeira
LIBERTEM O WILLY 2
Que se passa, tio Randolph?
Que Ă©?
O Willy.
Há três posições. Para cima e para baixo e ponto morto.
Tudo para trás é marcha atrás.
- Para a frente... - Assim?
- Para a frente. - NĂŁo, assim.
Sim. Muito engraçado.
Depois da mudança metida, tens de arrancar logo.
- Percebeste? - Sim.
- Não estás atento. - Cuidado.
- Estás a olhar para onde? - Nada.
Até logo.
Ele vem falar connosco.
Olá, Julie.
Olá, Jesse. Tudo bem?
O meu pai e eu estamos a arranjar o barco.
- Dwight. - Tudo bem, Glenn?
- Tudo bem. - Óptimo.
- O Jesse tem namoradas? - Centenas.
- Que te traz cá? - Queria falar convosco.
- Dwight. NĂŁo o vi entrar. - Estavas ocupado.
Estou esfomeado. Fica para jantar?
- Que foi? - Vem sentar-te connosco.
- Porquê? - Anda cá.
Que se passa?
Bem...
o Dwight disse-nos que encontraram a tua mĂŁe em Nova lorque.
E...
infelizmente, ela faleceu.
- Morreu? - Lamento muito.
- Devia tĂŞ-la procurado. - Ela nĂŁo queria ser encontrada.
NĂŁo havia nada a fazer.
A tua mãe precisa de ajuda, deixou cá alguém.
- Tens um irmĂŁo. - O quĂŞ?
Meio irmĂŁo. Tem 8 anos.
NĂŁo me toques. Deixa-me em paz.
NĂŁo quero um irmĂŁo, quero a minha mĂŁe!
Sai daqui!
Como Ă© que ela me abandonou, e foi ter outro filho?
NĂŁo sei, Jess. NĂŁo tenho resposta para isso.
Pensei que se me portasse bem...
e acreditasse...
ela voltaria.
NĂŁo vai voltar, Jesse.
Eu sei.
Eu sei.
É o ar frio. Entra-me nos olhos.
Deixa estar. NĂŁo faz mal.
O teu irmĂŁo vem viver connosco umas semanas.
O Dwight e a Annie combinaram tudo.
É uma custódia temporária.
Bolas.
És o único parente dele, portanto vai ficar cá...
até o Dwight encontrar uma casa para ele.
Ou até a Annie se apaixonar por ele e não o deixar partir.
- Exacto. - Que chatice.
Tens uma certa razĂŁo.
Vai correr tudo bem. Vais ver.
Deixaste cair isto.
- Obrigado. - De nada.
Espero por ti lá fora.
- E as férias? - Que têm?
Queres levá-lo? Um estranho?
Vamos fazer tudo o que planeámos. Vamos visitar o Randolph.
Acampar. Vai ser divertido.
- Achas que sim? - NĂŁo sei.
Pergunta-me daqui a uns dias.
Sê simpático para eles. Eu ajudo-te.
Sê simpático.
- Glenn? - Sim.
Pronto.
- Olá, Dwight. - Olá.
Entrem. Entrem.
Glenn, Annie, apresento-vos o Elvis.
Elvis, estes sĂŁo os Greenwood.
- Olá, Elvis. - Vocês não são ricos?
Elvis.
- Foi o que disse o Dwight. - NĂŁo disse nada.
Eu disse-lhe que só ficava com ricaços.
Não me custa tanto adaptar-me. É mais fácil.
Vou ver o que se passa com o teu irmĂŁo.
Como Ă© ele?
Diferente. Vem ver.
- NĂŁo quero. - Jesse.
Fala com ele, talvez descubras algo.
O quĂŞ?
Ele passou os Ăşltimos 8 anos com a tua mĂŁe. Diz-me tu.
Vemos-te lá em baixo.
Está bem.
Ele desce já.
Elvis, este Ă© o Jesse.
Olá.
Está bem.
Temos de despachar-nos. O barco sai Ă s 10:30.
- Elvis, tens tudo? - Tenho.
Foste Ă casa de banho? Pronto. Querido, leva isto.
Parece que está tudo arrumado. Vamos.
- Estamos prontos. - Entra e aperta o cinto.
Vamos.
O cinto.
Vá lá.
Vamos embora.
- De onde veio o nome Elvis, Elvis? - Da minha mĂŁe.
- Tem graça. O meu também. - Está bem.
Vou ser actor de cinema.
- Como o meu pai. - Pois.
O meu pai, o Al Pacino.
Os meus amigos chamam-me o Padrinho.
NĂŁo venhas com tretas.
O mar. A minha mĂŁe adorava o mar.
- Ela nasceu no mar. - Que interessante.
Num porta-aviões.
Ninguém sabe. É segredo.
Vens com comando à distância?
Que eu saiba, nĂŁo.
NĂŁo Ă© bonito?
- Estás a olhar para quê? - E tu?
- É um monte de água. - Vê-se que percebes muito.
- Há um parque de diversões? - Não.
- Há um miradouro de baleias. - Onde miram as baleias?
Sim.
Olhem, baleias! Baleias!
Olha para aquilo.
Meu Deus.
O parque de campismo Ă© por ali.
- Vamos lá. - Falta muito?
Caramba.
- Vou montar a tenda ali. - Está bem.
Queres alguma coisa? Um café, talvez?
Estás a divertir-te?
- Elvis, anda, deixa o Glenn. - Bom trabalho.
Preciso da tua ajuda. Importas-te de varrer a tenda?
Jesse.
Randolph.
Olha para ti.
- Deves ter crescido 15cms. - 11.
- Desde manhĂŁ. - Glenn.
- Annie. - Olá, Randolph.
- Que bom ver-te. - Igualmente.
- É o teu irmão? - Meio.
Olá, chamo-me Elvis. Sou meio Apache.
Muito gosto, Elvis. Apache? SĂŁo grandes inimigos do meu povo.
Eu disse Apache?
- Queria dizer Cherokee. - Pior ainda.
- Vamos. - Aonde?
- Ver baleias. - Até logo.
Divirtam-se.
Aonde julgas que vais?
- Queres que eu conduza? - Sabes?
- Não. E tu? - Engraçadinho.
Toma. Tenho umas surpresas para ti. Para ti, da minha aldeia.
O meu povo acredita que a alma vive aqui.
Quando usas o colar, a orca fica perto do teu espĂrito.
Obrigado. É o máximo.
Senti a tua falta, Jesse.
Também eu.
- Rick, Nadine. - Olá, Randolph.
- Espero que ela seja a outra surpresa. - Vou ignorar isso.
- NĂŁo me apresentas? - NĂŁo. Vou ensinar-te a conduzir.
Quem Ă© ela?
É aminha pesquisadora de orcas. Solta a amarra, Nadine, vamos embora.
Toma.
Fica atento.
Está bem.
Poupa-me. É minha afilhada.
Que queres dizer?
É como uma filha. Tomo conta dela.
Está bem.
Nadine, anda cá.
O que precisas, Randolph?
Nadine, Jesse. Jesse, Nadine.
- Olá. - Olá.
- Muito gosto. - Nadine, fica aqui.
Jesse, anda comigo. Quero que ouças algo.
- Com licenca. - Sim.
Pronto.
Ouve. Gravei isto há uma semana.
Randolph, Ă© o Willy.
NĂŁo te queria dizer sem ter a certeza.
NĂŁo vejo orcas.
- Podes ir, Nadine. - Está bem.
Devem estar em Turner's Point, a almoçar.
Está bem. Vou descer para ver melhor.
Atenção. O grupo J.
Temos de aproximar-nos!
SĂŁo 16, talvez 17.
Ali! Viste, Randolph?
Olha para o tamanho daquele.
É Catspaw, a mãe do Willy.
A mĂŁe do Willy.
Ele encontrou-a.
Ali. EstĂŁo a saltar.
Aquele tem uma mancha branca na barbatana.
- Aquela. - Aquela?
É a Luna, a irmã do Willy.
O pequeno Ă© Littlespot, o irmĂŁo do Willy.
Estou a vĂŞ-lo.
- É o Willy! - Eu sei.
Willy!
Está óptimo.
Willy!
EstĂŁo a cacar. Voltamos amanhĂŁ.
- A que horas? - Muito cedo.
Sim.
Glenn, vi o Willy! Vi-o por um segundo, muito ao longe.
- O Randolph achou que o verias. - Foi um espanto...
vĂŞ-lo com a famĂlia.
- Deve ser Ăłptimo para ele. - Sim. Deve ser.
Achas que ele tem saudades minhas?
De certeza.
Mas tu tens a tua famĂlia.
Como o Willy. Não te esqueças. Está bem?
Sim.
Eu sei.
Jesse, tira esse ramo. Vai magoar-te nas costas.
NĂŁo consigo dormir no chĂŁo.
Vamos dormir todos no chĂŁo. Chama-se acampar.
- Tens dois colchões, eu sĂł tenho um. - NĂŁo sabĂamos que vinhas.
- Tenho dores nas costas. - E depois?
Vá. Tiveste um dia óptimo. Dá um ao Elvis.
Ele Ă© nosso convidado.
- Obrigado, Jesse. - De nada, Elvis.
Ajuda-o, está bem? Boa noite.
Vou fechar isto por causa das melgas.
- NĂŁo tens dores nas costas, pois nĂŁo? - Tenho. Tenho espasmos...
por ter feito bungee jumping nos Alpes.
Pois. VĂŞs esta linha?
- NĂŁo. - Se a transpuseres, mato-te.
- Contaram-me tudo sobre ti e o Willy. - Dorme.
Tem graça. Aconteceu-me o mesmo há dois Verões.
Cala-te!
Dorme!
É esta a linha que não queres que eu transponha? Ou esta?
Pronto, já chega!
Boa.
Fantástico!
Willy.
Olá. Cresceste, não foi? Sim.
Tens comido bem, nĂŁo Ă©?
Obrigado. Encontraste.
Obrigado.
Tive tantas saudades tuas.
Vi-te com a tua famĂlia. Deves estar feliz...
com a tua mĂŁe.
A minha mĂŁe morreu.
Sinto a falta dela.
Sinto que não tenho ninguém. Sinto-me sózinho.
NĂŁo sei o que fazer.
É a tua mãe.
Vai, ela está a chamar-te.
Boa noite, Willy.
Apanhei-te!
Eu nunca durmo.
Boa noite.
- Glenn, Annie! - Meu Deus.
Vamos andar de barco com o Randolph.
Fala baixo. Ainda acordas algum urso.
- NĂŁo acordas depois do meio dia? - O Randolph sai de madrugada. Vamos.
Vai andando. Está bem?
Jesse, leva o Elvis.
Nem pensar.
Acorda!
- Depressa. - NĂŁo consigo andar mais depressa.
- Corre. - Tenho pernas mais curtas.
Se o Randolph arrancar, mato-te.
Tenho cinturão negro de karaté.
Eu lanço raios laser mortĂferos com os olhos.
Mentiroso.
- Vá, despacha-te! - Está bem.
Randolph, até daqui a umas horas.
Sim, está bem.
- Olá. - Olá.
Traidor.
- O quĂŞ? - As raparigas sĂŁo o inimigo.
Não, o inimigo és tu.
Quando partes?
Tenho um problema. Vou demorar umas horas.
- Desculpa. - NĂŁo faz mal.
Está bem.
Até logo.
- Vamos, depressa! - Espera!
Elvis, volta para o parque. Diz ao Glenn e Ă Annie...
que eu fui com o Randolph e tu nĂŁo foste porque enjoas.
- Mas Ă© mentira. - NĂŁo será difĂcil para ti.
- Que vais fazer? - NĂŁo Ă© da tua conta.
Meu Deus.
Olha para aquilo.
- Que estás a fazer? - Estou sentado no mar.
- Seguiste-me, nĂŁo foi? - E depois?
- Sim. - Eu ajudo-te.
- Que lugar Ă© este? - O meu lugar preferido.
- É o grupo J. - Sim, eu sei.
SĂŁo as rochas onde se esfregam.
As orcas esfregam-se nas rochas no fundo da baĂa.
Se tiveres paciência, verás uma aproximar-se.
Aproximam-se muito?
TrĂŞs metros, uma vez.
- Ainda queres impressionar-me? - Presta atenção.
Anda, quero mostrar-te uma coisa. Anda!
Vamos!
Depressa. Vamos!
- Aonde vamos? - Anda. Eu sei aonde vou.
Vá. Anda, vá.
- Eu ajudo-te. - Eu estou bem.
- Está bem. - Obrigada.
Depressa. Tenho de mostrar-te isto.
Cuidado com o tronco.
Ouve...
o teu irmĂŁo?
Anda.
Anda.
Um segundo. Anda.
Anda. Anda.
- Willy, de onde vieste? - Meu Deus.
Olá. Assustaste-me.
Estás bem?
NĂŁo tenhas medo. Abre.
VĂŞs? Ele nĂŁo faz mal.
Isso mesmo.
Quem Ă© este?
É o teu irmão?
Littlespot?
Quero apresentar-te alguém, sim?
Tens de ajudar-me. Está bem?
Anda. NĂŁo tenhas medo.
Não há perigo Nadine, este é o Willy.
Willy, Nadine.
Olá. Que espanto.
- Ele é giro, não é? - É.
- Podes tocar-lhe. - NĂŁo Ă© preciso. Eu...
Vá, toca-lhe.
Vá lá.
Está bem.
- Estende a mão e toca-lhe. - Olá, Willy.
Vá lá.
Olá, Willy. Olá.
Ele vai descer.
- Willy. Que estás a fazer? - Cuspiu-me para cima.
Desculpa.
- O Littlespot. - Littlespot, que estás a fazer?
- Isto é fantástico. - Eu apanho-te, Willy.
- Ele vem aĂ. - Desculpa.
- Está a exibir-se. - Que está ele a fazer?
A exibir-se.
- Outra vez. - EntĂŁo? Que grande amigo.
Vou buscá-lo.
- Anda. A água está boa. - Tem cuidado. É uma orca.
Anda, ele Ă© meu amigo.
- Jesse! - Sim, Willy.
Isso mesmo!
Meu Deus.
Meu Deus.
Nadine, anda, Ă© Ăłptimo!
Vamos!
Olá, Luna!
Boa!
Olha, sem mĂŁos.
Boa, Willy.
Afasta-te de mim!
Até logo, Willy.
Jesse.
Dá-me a mão.
- Toma. - Obrigado.
Nem quero acreditar. Foi espectacular.
- Para a prĂłxima, podes tocar-lhe. - Ele deixou-te fazer aquilo.
- Acho que gosta. - Talvez tenhas razĂŁo.
- Adeus. Até breve. - Adeus.
Petroleiro Dakar, fala do controlo de tráfego.
Daqui fala o petroleiro Dakar a 124.40, a entrar.
- Preparar para carregar Ă s 15 horas. - Entendido, Dakar.
Temos autorizacĂŁo.
- Que foi? - Ele nĂŁo Ă© parecido contigo.
O Elvis. Temos pais diferentes.
Olha, um petroleiro.
Sim. Passam por aqui como se fosse uma auto-estrada.
Vi o Jesse a beijar a Nadine.
Há sinal do grupo J?
Devem ter ido esfregar-se.
- Queres ir lá ver? - Está bem.
Fixe.
- Olá, Glenn. - Olá.
Nadine, este Ă© o Glenn.
- Olá. É um prazer. - Olá. Igualmente.
A afilhada do Randolph.
- Posso falar contigo? - Claro.
Volto já.
Está bem.
O Elvis viu-te com a Nadine, na baĂa.
Já era de esperar.
Eu era como tu, com a tua idade. Mas a Annie quer que eu fale contigo.
Ela acha que pode ser perigoso.
A Nadine também achou, mas não é.
- Eu sei o que faço. - Eu também pensava assim.
- O quĂŞ? - Sim.
Sou práticamente um perito.
Escuta...
És esperto. És bom rapaz.
Deixas-te levar pelas emoções, mas pode conduzir a outras coisas.
O quĂŞ?
- Sexo. - Pode levar ao sexo?
Sim. Pode levar ao sexo.
- Estás bem? - Estou. Porquê?
Não faço ideia do que estás a falar.
- Do beijo que deste Ă Nadine. - NĂŁo a beijei.
- NĂŁo? - NĂŁo a beijei. Quem disse isso?
Adivinha.
Olá.
Pois.
- Nem penses que sais. - Estou com fome.
Come o boné.
NĂŁo fez nada. Vá lá. Eu sei que estás aĂ.
Vá lá. Agora, já não és tão valente, pois não?
Bolas.
Come isto.
Gostaste, valentĂŁo?
Anda lutar como um peixe.
Até logo, peixe.
Adeus, Willy.
Que foi?
- Estamos atrasados. - E depois?
- Sabes porque sou comandante? - Sim. NĂŁo.
Porque os meus navios cumprem horários.
A Benbrook Oil nĂŁo gosta de atrasos.
- Sim, senhor. - Fala do tráfego de Seattle.
Há vento e visibilidade reduzida.
Reduzir velocidade para 12 nĂłs.
- A reduzir para 12 nĂłs. - Manter a 15 nĂłs.
- Mas sem rebocador... - Kelly!
Retomar aos 15 nĂłs.
- Elvis. Elvis, acorda. - Que foi?
Tenho uma pergunta.
Diz.
A mĂŁe alguma vez te falou do tempo em que viveu aqui, antes de nasceres?
NĂŁo.
Falava no meu pai?
NĂŁo.
Falava de mim?
NĂŁo.
- Ela tinha problemas. - Quais?
Mentia muito.
Disse que gostava de mim.
Disse que nunca me deixaria.
- Que foi? - Estamos a perder pressĂŁo.
NĂŁo conseguimos manter a rota com a corrente.
- Que aconteceu? - A válvula rebentou.
- Sala das máquinas. - Digam-me alguma coisa.
- Nada. - Estamos a fazer os possĂveis.
Continuem.
Estamos do lado errado da bĂłia. Tudo a estibordo!
NĂŁo reage!
- Tudo a estibordo! - NĂŁo consigo.
Quatro braças!
- Duas braças. - Meu Deus.
Encalhámos!
Vou desligar!
Mayday, mayday. Fala o petroleiro Dakar.
Estamos encalhados e a derramar petrĂłleo.
O caso Ă© extremo. Repito, o caso Ă© extremo.
Bolas.
Vá. Despacha-te.
Ele está ali. Olha!
Vá, vá!
Vamos!
É a irmã do Willy, a Luna. Está presa.
- Que se passa? - NĂŁo sei.
Calma. Estás bem.
- Que Ă© isso? - PetrĂłleo.
Chama o Glenn. Ele que chame o Randolph. Temos de salvar a Luna.
- Vai! Depressa! Vai! - Está bem.
Vais ficar bem. Prometo.
Acordem! Acordem. Acordem. Vá lá.
Houve um derrame de petrĂłleo. Prendeu as baleias. A irmĂŁ do Willy.
Têm de fazer alguma coisa. Chamar o Exército.
Chamem o Randolph. Um navio deve ter batido.
- É um desastre. - Vai dormir.
- É verdade. - Essa é nova.
Glenn, escuta.
Vou chamar o Randolph.
Espera.
Derrame de petrĂłleo em Lawson Reef.
- Obrigado por teres vindo. - Parece grave.
A Luna está doente. Está a morrer.
VĂŞem? Eu disse.
Nadine, vai Ă carrinha buscar o meu estojo.
Calma. Calma.
Ela está coberta de petróleo.
Aqui está, Randolph.
Calma.
Pronto.
- Deixa-me fazer isto. - NĂŁo tenhas medo.
O petróleo entrou nos pulmões.
Leva isto ao laboratĂłrio, diz que fui eu que mandei e que Ă© urgente.
Vamos.
Calma. Calma.
- Na cabeça? - Onde for possĂvel.
Vou contar até três. Um, dois, três!
Empurrem!
Vá lá, Luna.
Outra vez. Um, dois, trĂŞs!
- Vá lá. - Força.
- Vá lá. - Vá lá, vá lá.
Lá vai ela. Está a ir.
Vai, menina. Vai.
- Vamos mudar de roupa. - A baleia, a baleia. Está bem?
- Precisa de ajuda, Randolph. - Sim.
- Quero fazer a reportagem. - Com licenca. Saiam da frente.
Com licenca.
O Dakar, um petroleiro da Libéria com 40 anos...
encalhou em Lawson Reef Ă s 12:05 da noite, ontem...
vertendo milhares de litros de crude...
e ameaçando estas orcas e outra vida selvagem.
- O petroleiro... - Eu trato disso.
Ă© anterior a 1990, o ano em que as quilhas duplas...
se tornaram obrigatĂłrias, a fim de evitar desastres como este.
- Salvem a ecologia. - NĂŁo matem as baleias.
Ela chegou. Vamos.
- Já está. - Segurem nisso.
- Sou a Dra. Haley. - Cmdt. Blake, Guarda Costeira.
- A equipa médica chegou. - É isto que temos.
- Kate! - Segura nisto.
Randolph.
- Ainda bem que veio. - Sim.
- Quando recolheu a amostra? - Há 3 horas.
Inspira 4 vezes por minuto. Respiração difĂcil.
Vamos lá. Preparem o antibiótico.
- Keflin? - 20 cc.
O Jesse encontrou-as.
Jesse. O Randolph falou-me de ti.
O barco está pronto, Kate.
- O Willy não gosta de médicos. - Ela é boa.
Ele nĂŁo sabe isso.
Jesse, a mancha de petróleo está a vir para cá.
Se as baleias nĂŁo melhorarem, ficam encurraladas.
Encosta ao lado dela, sim?
Vai ser rápido e indolor.
Protegem-na.
Não é hábito.
Pára. Pára!
NĂŁo vou mentir, Jesse.
Isto Ă© grave, e a culpa Ă© da minha empresa.
É importante que as baleias fiquem bem.
É por isso que preciso de ti.
Eu ajudo. O Littlespot gosta de mim.
- Posso... - Elvis, por favor.
- O Willy confia em ti. - Mas nĂŁo em si.
- Jesse. - Acha que protege a Luna.
Mas está a matá-la, se não nos deixar ir lá.
És o único amigo dele, Jesse.
- Vamos fazer um acordo. - Estou a ouvir.
- Convenço o Willy a deixar ajudar Luna. - Óptimo.
Mas promete-me levar o Willy, a Luna e o Littlespot para a mĂŁe deles.
- Não posso. - O seu petróleo está a matar a Luna.
Se ela morrer, vai aparecer nas notĂcias. Culpabilizá-lo-ĂŁo.
- Que queres que eu diga? - Prometa-me que vai tentar.
Isso posso fazer.
Posso sentar-me?
Ă€ vontade. Eu sou sĂł um convidado, lembra-se?
- Dizes-me o que se passa? - Nada.
Pareces dar-te bem com o Jesse.
- Odeio-o. - Eu sei que nĂŁo Ă© verdade.
Todos lambem as botas ao Jesse. Estou farto.
Nesta famĂlia, nĂŁo há favoritos.
NĂŁo lambemos botas.
- Quero ajudar. - As baleias precisam da tua ajuda.
- Promete que posso ajudar? - Prometo.
Selado com cuspo?
Está bem.
Isto é pouco higiénico.
- Jesse? - Sim?
Boa sorte.
Obrigado.
- Cuidado, Jess. - Vê lá, Jesse.
Ele está zangado, Randolph.
Isso mesmo, anda. Sou eu, o Jesse.
Anda. NĂŁo tenhas medo.
Anda. Calma.
Willy, eu quero ajudar.
Que se passa? Anda.
- Vá lá, pára. - Ele vai comê-lo, não vai?
Vá lá. Vais magoar-te. Por favor, pára.
Vá lá, Willy. Anda. Calma. Calma.
Calma.
Isso. Isso.
Queres chocolate, Willy?
Trouxe-te uma coisa.
Por favor.
Toma o peixe.
Isso.
Abre mais.
Pronto.
Muito bem.
Vamos.
Ă€ volta dele.
- Olá, Luna, querida. - Ela não lhe faz mal. Prometo.
Isso mesmo. NĂŁo tenhas medo.
Vai correr tudo bem, Luna.
Ela tem de levantar a cauda.
Vá. Vamos lá. Levanta a cauda.
Isso. Muito bem, Willy.
Isso, Luna. É isso mesmo. Mais uma vez.
Muito bem.
Pronto.
- Conseguimos. - Boa.
Eu disse-te.
Obrigado, Willy.
- Parabéns, Dra. Haley. - Foi óptimo.
Bom trabalho.
- John? - Um momento.
Vais querer ouvir isto.
- Quem fala? - Pete Wilcox.
Ouvi dizer que está com problemas. Ouça.
Que se passa?
O vento está a empurrar a mancha negra para a baĂa.
NĂŁo temos muito tempo.
Vai correr tudo bem.
Eu sei. Vai correr tudo bem.
Seja como for, Jesse, nĂŁo vai correr tudo bem.
Pássaros, lontras focas, toda esta baĂa...
Está destruĂda.
- O quĂŞ...? - Foi o melhor que pude fazer.
- Queres a tua bolsa de volta? - Deixa estar.
- Quem disse que podias tocar nisso? - O Presidente. Na televisĂŁo.
Dá cá.
- É fixe, não é? - Sim. Que quer dizer?
Havia um jovem Ăndio Haida chamado Natselane.
Viveu há muitos anos, antes de haver baleias.
Um dia, perdeu-se, e nĂŁo sabia voltar para casa.
Fez a primeira baleia de um tronco.
Montou-a e foi para casa em cima dela.
- Foi para casa em cima dela? - Sim.
- É uma história gira, Jesse. - O Randolph contou-ma.
Glenn, Annie!
Temos um problema!
A Luna voltou à praia. É grave.
Chama o Departamento da Vida Marinha.
- Depressa! - Sim.
- Jesse, anda comigo. - Aonde?
Temos de tentar algo. Explico-te no caminho. Nadine, fica com a Luna.
- Elvis, fica aqui. - Eu também vou.
NĂŁo, isto Ă© entre mim e o Randolph. Ficas.
Ajuda o Glenn.
Bolas!
Calma.
Vamos mantĂŞ-la molhada.
Glenn, posso ajudar?
Elvis para trás.
- Pensei que podia ajudar. - Agora, não. Para trás!
Quero ajudar!
- Elvis! - Que foi?
É perigoso. Fica na praia. Vá lá.
Vai. Já.
- Vamos empurrá-la? - Vou contar.
Um, dois e trĂŞs.
Há medicamentos alternativos aos da Dra. Haley.
VĂŞm da terra, nossa mĂŁe.
Invocar os antepassados para curar a doença é um dom...
transmitido de geração para geração.
A minha avĂł ensinou-me. Eu vou ensinar-te.
Saber isto faz parte de ter raĂzes medicinais.
A raiz que procuramos tem folhas na ponta.
O Elvis?
NĂŁo sei. Disse-lhe para ficar na praia.
- NĂŁo. - Que foi?
- NĂŁo cumpri a promessa. - Que promessa?
- Selada com cuspo. - Fizeste isso?
- Com licenca. - Isso é sério.
- Que Ă© isso? - Chama-se Skookum.
- É muito forte. - Muito forte?
Dá-me a tua mão.
Sinto o sabor na boca.
Elvis?
Elvis!
Obrigado.
Vá lá. Deixe-me entrar. Vá lá.
Caramba!
- Quando parte o prĂłximo barco? - AmanhĂŁ.
Senhor guarda, viu...?
Elvis!
Elvis!
Olá, Luna.
Viste o teu irmão? Vá lá, Willy.
Estás aqui. Anda cá.
Anda cá.
Isso. Isso mesmo. Sim.
Muito bem.
Vá. Abre a boca.
É isso mesmo.
Muito bem.
- Sim. Já está. - Muito bem.
Fizemos tudo ao nosso alcance. Agora, resta-nos deixá-la dormir.
Esperar para ver se os espĂritos estĂŁo connosco?
Os espĂritos estĂŁo sempre connosco. AtĂ© logo.
- Boa noite. - Boa noite.
Obrigado.
Sim.
- Parece que a Luna está melhor. - Sim. O meu remédio é potente.
- O seu remédio? - Eu disse isso? Queria dizer o seu.
Que andou a fazer Ă s escondidas?
Nada.
Seja o que for, ainda bem que o fez.
Um donut com geleia e um café.
Café?
- Sim, simples. - Café simples.
- Quer café? - Não, estou bem.
Há 20 anos que não tiramos uma orca do seu habitat.
Agora, tenho trĂŞs nas mĂŁos.
Um milhĂŁo de dĂłlares pelas mais novas. Dois pelo irmĂŁo.
Os machos jovens valem mais devido à capacidade de reprodução.
O irmão mais velho está treinado. É uma mina de ouro.
- Tem de ter cuidado. - Não se preocupe. Está tudo tratado.
Recomendo reabilitação a longo prazo.
Desde que pareça que estamos a agir para o bem das baleias.
SĂł isso interessa.
Claro, e os seus 10Âş/Âş. E estamos a fazer isto para bem delas.
SerĂŁo bem tratadas. Entretanto...
enquanto estiverem a recuperar...
as pessoas podem pagar para as ver, certo?
Caramba.
A situação em Lawson Reef está a piorar.
Equipas tentam impedir que a mancha se espalhe...
mas os ventos e as correntes sĂŁo mais fortes.
Benbrook Oil diz que os fumos...
se tornam perigosos e os trabalhadores redobram os cuidados.
As baĂas e praias estĂŁo a ser isoladas...
para proteger a vida marinha.
Em Camp Mowester, onde trĂŞs orcas permanecem...
a protecção está a ser erguida.
Jesse.
Jesse! Que se passa?
A protecção irá selar a baĂa, impedir que o petrĂłleo entre, protegĂŞ-las.
ProtegĂŞ-las? Quer dizer, prendĂŞ-las.
Se saĂrem da baĂa, encontrarĂŁo a mancha e morrerĂŁo.
- NĂŁo podem voltar para a famĂlia. - É para o bem delas.
NĂŁo percebe? Nada disto Ă© para o bem delas.
NĂŁo lhes ter feito mal Ă partida teria sido para o bem delas.
Isso Ă© tudo conversa!
Jesse!
NĂŁo sei se Ă© boa ideia, Kate.
A Benbrook Oil tratou de tudo para que as baleias...
sejam retiradas da baĂa...
e levadas para um centro de tratamento, onde poderĂŁo recuperar.
Tragam o arnĂŞs. Tragam o arnĂŞs.
Vamos tirar a mais pequena primeiro.
NĂŁo saiam daĂ. NĂŁo saiam daĂ.
Obrigado!
Jesse!
Onde estiveste?
A safar-te. Estavam dois fulanos, no café...
- De que estás a falar? - Eu conto-te, confia em mim.
PorquĂŞ?
Porque nunca ninguém confiou.
- Por ali. - Avancem.
Alto.
Está a correr bem.
Levem-no.
Isso.
Pronto. Empurrem-no.
Levem-no.
Prendam-no. Prendam-no.
Ponham-no ali.
- Aonde vĂŁo? - NĂŁo podem capturar baleias.
Larguem-me. Deixem-me em paz.
Cuidado. Vá. Depressa. Mentiu. É um mentiroso.
- Vai vendê-las a um aquário. - Serão devolvidas ao grupo J...
Se ele está envolvido, não.
Vai prendĂŞ-las. Ele ouviu tudo.
- TĂŞm de sair, miĂşdos. - Queremos salvar as baleias.
- NĂŁo vai escapar impune. - Nem pensar.
- Quero os miĂşdos fora daqui. - Prometeu.
- John, dá-me a mão! - Idiota!
Isso Ă© pelo Littlespot, idiota!
Acredito em ti. NĂŁo sei o que fazer.
- Eu sei. - Faz isso.
Vamos.
John, nĂŁo olhe para trás. Sai daĂ.
Não olhes para trás. Nada.
- DĂŞ-me a mĂŁo. - Afasta-te de mim!
- Tirem-me daqui! - Os miĂşdos?
Jesse, olha!
- Sim! - Boa, Willy!
- Elvis, vai ter connosco ali. - Cuidado.
Socorro! Sai daqui!
Vamos. Vamos.
- Que vamos fazer? - Solta a corda.
A corda, a corda. Já está.
- Sabes conduzir isto? - Define "conduzir."
- Vá lá, Jesse. Vá lá. - Agora, Elvis.
- Vá lá, vá lá. - Entra.
- Agarrei-te. - Vamos!
Agarrei-te.
- Bom trabalho, Elvis. - Põe isto.
Tirem os miúdos da água! Tirem-nos!
- Sabes mesmo conduzir isto? - NĂŁo.
Vá. Vamos.
Vêm atrás de nós.
Sim, adivinha!
- Fizeste aquilo? - Sim!
Sim!
Viste o Willy?
Vejo o Littlespot e a Luna, mas nĂŁo vejo o Willy.
Anda cá. Anda. Anda.
Olá. Isso.
O miĂşdo Ă© doido.
VĂŞs a barreira? Vamos soltar-te.
Vai correr bem, prometo. Lembras-te dos velhos tempos? Lembras-te disto?
Sim, lembras-te.
- Que significa o sinal? - Dá espectáculo.
Vês aquela barreira? Vais rebentá-la.
- Sim! - Sim!
- Conseguimos! Boa! - Sim!
- Sim! - Boa!
Esquece. Vamos!
Deram a volta.
- Querido, não é o teu barco? - É. E o Elvis. Vamos.
- Sim. - Boa!
Temos de ver se passam para lá do petróleo.
Dizem que quando os engenheiros tentaram ligar o gerador do navio...
os vapores incendiaram-se sob o convés, a estibordo.
Continuam as tentativas de apagar as chamas. A ilha está a ser evacuada.
- Entrem! - Que aconteceu?
Houve uma explosĂŁo. O petrĂłleo pode incendiar-se. Vamos!
Não! O petróleo está a arder!
- O quê? - O petróleo está a arder!
NĂŁo devem estar longe.
Segurem-se. Temos de segui-las até estarem em segurança.
EstĂŁo a mergulhar. VĂŁo por baixo das chamas!
Passaram por baixo!
E nĂłs? Temos de sair daqui!
A baĂa! Calma. Vamos para aquela baĂa!
Depressa, Jesse. Vai!
- Pessoal! - Que foi?
- Estou a ver algo! - O quĂŞ?
- NĂŁo sei! - Cuidado!
Batemos em quĂŞ?
Vá lá, funciona! Vira. Vá lá! Funciona!
- Que vamos fazer? - Há água no barco. Põe isto.
- E o teu? - NĂŁo te preocupes!
Peguem num balde e tirem a água.
Mayday! Fala do Natselane perto de Turner Point.
Há uma pequena embarcação de recreio presa no incêndio!
Depressa! Vão tirando a água! Vá, Elvis!
Vá!
Patrulha Costeira, fala o helicĂłptero de salvamento 1. Escuto.
- NĂŁo consigo! - Jesse, olha!
Estamos presos!
Vamos dar a volta! Vamos em direccĂŁo Ă abertura! Vamos!
- Empurrem! - Está bem!
- Agora, remem! - Vá lá!
Vamos lá! Remem!
- Jesse! - Elvis!
Jesse!
- NĂŁo parem! - Estamos quase!
- Temos de sair daqui! - Depressa!
Está a fechar! Depressa!
NĂŁo!
NĂŁo! NĂŁo!
As chamas aproximam-se!
Jesse? Jesse, se me safares disto, juro...
que não faço mais nada contra ti. Por favor.
Não vou deixar que te aconteça nada.
- Vamos afogar-nos. - Vai correr tudo bem.
- Estás a ver? - Que é?
- Um helicĂłptero! - Aqui! Socorro!
- Olha ali! - Já os vi.
- Aqui! - Estamos aqui!
- Aqui! - O barco está a afundar!
- Vão mandar um arnês. - Está bem.
- Agarra, Jesse! Agarra! - Tu primeiro, Elvis.
Os braços primeiro!
- És o melhor irmão que tive! - Sou o teu único irmão!
- É como o bungee jumping! - Nunca fiz bungee jumping! Menti!
Segura-te!
Vais a seguir!
- Aqui! - Levem-no para trás!
Pronto, já está!
- Depressa! O fogo! - Vá, depressa!
- Põe os braços! - E tu?
- NĂŁo te preocupes! - NĂŁo sou capaz!
- Sobe! Sobe! Já! - Não, não!
Segura-te! NĂŁo olhes para baixo!
Segura-te!
- Vá lá, Nadine! - Vá lá!
- O Jesse! O Jesse! - Depressa!
Socorro! Socorro!
- Jesse! - O arnĂŞs!
Jesse, vá lá!
Isso! Isso! Segura-te, Jesse!
Vá!
Isto pode explodir! Temos de sair daqui!
Segura-te, Jesse!
Jesse, vá lá!
Está quase, Jesse. Vais conseguir!
Mais perto!
Jesse! Vá lá!
Jesse! Vá lá!
- NĂŁo! - NĂŁo!
- Perdêmo-lo! Não está cá! - Jesse, não!
- Não! Jesse! - Vá lá!
- Temos de descer! - O fumo está a afogar o motor.
Um barco de apoio está a chegar. Para dentro!
NĂŁo, nĂŁo pode ser! NĂŁo!
NĂŁo! Jesse!
Jesse!
- Jesse! - VĂŞs alguma coisa?
Nada!
Meu Deus, o Jesse! Parem o barco!
Jesse!
- Aguenta-te, Jesse! - Jesse! Aguenta-te!
Isso mesmo.
- Jesse, estás bem? - Estou!
Vá lá!
- Estende a mĂŁo. - Vamos agarrar-te!
Isso. PĂ© para cima.
Que estavas a fazer?
Adoro-te.
Salvaste-o, Willy. Obrigado.
- Obrigado! - É o teu melhor amigo.
É verdade.
Vai.
Estou bem. Estou bem.
Ele nĂŁo vai porquĂŞ?
NĂŁo sei, Jess.
Adoro-te.
Adeus.
- Adeus, Willy. - Adeus, Willy.
Adeus.
- Encosta. - Randolph!
Meu Deus, querido, olha!
Jesse?
- Nadine, o Jesse está bem! - Estás bem!
- Estão bem? - Nadine, estás bem?
- Sim, estou. - Vamos.
- VocĂŞs conseguiram. - Sim, eu trouxe-o.
- Muito obrigado. Obrigado! - Meu Deus!
Já está, Randolph. Vamos embora!
Certo. Muito obrigado!
- Obrigado! - De nada!
Que bom que estás salvo!
Estás a olhar para quê?
E tu?
Isto Ă© para ti.
Que Ă©?
Que raio?
A mĂŁe?
Sofreu um acidente, mas...
colei-a.
Obrigado.
Ela falava imenso em ti.
Tinha remorsos do que tinha feito.
Obrigado.
Ela gostava de ti.
Que achas?
Seria uma pena separar o conjunto.
Os peixes? O Littlespot?
O Littlespot, a Luna e o Willy estĂŁo com a mĂŁe.
Como Ă© que sabes?
Eu sei.
"Salana eyona ayeses"...
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