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Original subtitles

BARREIRAS DE SANGUE

CHARLESTON - 1865 No Final da Guerra

Ol� querido! voc� ainda n�o est� vestido?

Eu estou pronto, Mary Elizabeth!

Entre!

Me desculpe querido, achei que...

Sim... deixe-me v�-la.

Sabe de uma coisa?

Voc� � a irm� mais bonita, que eu j� tive.

Eu sou a �nica irm�, que voc� j� teve.

Voc� n�o est� usando seu uniforme. Eu queria exibi-lo, hoje � noite.

Mas eu n�o quero, ser exibido.

S� hoje. Por favor!

Falei para todos, qu�o lindo voc� fica de uniforme.

E ningu�m vai acreditar, se voc� n�o estiver usando.

Por favor, Clay, meu querido, pela sua irm�.

Uma chatinha, voc� quer dizer.

Voc� sabe como enganar um homem.

- Ok, s� desta vez. - Obrigado Clayton, lhe adoro.

Clay, voc� est� maravilhoso!

Espero, que possamos, marchar juntos,

na chegada, esta noite.

Achei que �amos a um baile, n�o a uma manobra militar.

N�o acha, que deveria nos apresentar.

Ah, sim! Essas, s�o as minhas melhores amigas.

� por isso, que vou dividi-lo com elas.

� muita generosidade de sua parte.

Esta � Ellen Francis,

e Francine Mayland.

N�o s�o lindas?

Nunca tive a honra,

de acompanhar tr�s mo�as t�o belas,

para a mesma festa.

Com licen�a, eu vou dar boa noite, ao av� Fletcher.

Eu n�o disse? Ele n�o � impressionante?

- Ah, bem na hora! Toma. - Obrigado.

Pela sua volta!

Obrigado vov�! Senhor Seton, Senhora Seton!

Eu acho, que vai voltar, a sua atividade de advogado?

Sim, � claro, que estou, mas...

Voc� deve ter tido,

as experi�ncias mais emocionantes, Clay?

Quero que voc� me conte, tudo sobre a guerra!

- Da guerra toda, Sra. Seton? - Sim! Cada detalhe.

Quando a senhora tiver cinco anos, para me ouvir, me avisa.

Agora com a sua licen�a, tenho tr�s belas mo�as,

me esperando.

N�o sei se vou como acompanhante, ou para tomar conta.

- Com licen�a, Sr. Juiz. - Sim.

Sr. Howard est� aqui, a respeito de Jeffers.

Sim, claro.

Com licen�a.

Vov�, ele n�o est� falando, de Henry Jeffers, est�?

- Sim, voc� o conhece? - Conhe�o a reputa��o.

Ele era um dos mais famosos... advogados criminalistas no sul.

Eu acho, que ele tinha uma filha, Susan.

Voc� acha, que ele tinha uma filha, Susan?

Quando chegou, perguntar por ela, foi a primeira coisa que fez.

Ora, Sra. Seton...

0 que aconteceu com os Jeffers, Vov�?

Para onde eles foram?

Eu realmente, n�o sei os detalhes.

Eles fugiram em segredo. Ningu�m esperava.

Ningu�m sabia, que tinham fugido, at� recentemente.

Ent�o, para apurarmos o caso, de Susan Jeffers.

N�s efetuamos uma busca, em todo do Estado.

Localizamos no lugar, chamado El Paso.

Diga...

Desculpe o inc�modo, Sr. Fletcher,

mas Chase Burrows, que cuidava do caso Jeffers,

est� com febre.

Vamos cancelar a passagem, ou prefere enviar outro?

Vamos enviar outra pessoa, � claro.

Quem poderemos enviar?

Que tal...

Vov�...

Deixe, que eu v� para El Paso.

Ah, n�o Clay, voc� acaba de voltar.

Diz que n�o vov�!

Mas, por que voc� quer ir?

N�o sei. Acho, que ainda n�o estou pronto,

para sossegar em um escrit�rio.

- Que horas sai a dilig�ncia? - �s nove da noite.

� melhor ter pressa, se quiser chegar a tempo.

Obrigado vov�!

E quanto a voc�, irm�...

Eu a levo em uma festa, outra hora.

As tr�s!

Ent�o, ele estava l�,

com meus dois 10 e seu par de �s...

Mas ele come�ou a apostar, como se n�o tivesse nada.

Eu estava em um dilema. Em um terr�vel dilema...

E o que aconteceu, senhor?

Tee � o meu nome...

Pascalosi Wahoi Tee. Mas pode me chamar de Pesky.

Mas onde eu estava?

No tal dilema.

� uma pena, que n�o ficou l�.

Soldados...

Quantos soldados...

Onde ser�, que est�o indo?

Est�o indo para casa.

A guerra acabou.

N�o ouviu falar?

Aqui � Befall.

Eu n�o vejo nada! Para nada!

S� morro e vermelho.

O Rio Grande, Senhor. Olhe e veja, enquanto pode.

Aproveite as flores e a parada.

0 que � isso?

Parecem �ndios, indo para guerra.

N�o sei, pode ser... Mas eu n�o ficaria dando sopa!

Tomara, que esses n�o sejam, os que tiram escalpos.

Eu n�o quero, perder essa cabeleira bonita.

Nem eu. Acabei, de pagar 50 d�lares por esta.

Parece, que � um assalto.

� melhor, voc�s me darem seus bens de valor.

Eles n�o incomodam as mo�as.

Ei, espere um minuto! � a dilig�ncia!

�ndios! Eles nos alcan�aram! 0ra, relaxe, voc� est� em El Paso.

Quero que conhe�a,dois dos nossos, mais proeminentes mercadores.

Mexican Joe e Howard Pete.

Ol�!

Muito bem pessoal. Voc�s v�o ter que descer sozinhos.

Dwight Pete, quer dizer, que voc� n�o vai me ajudar?

Ah, eu n�o posso recusar, uma oferta dessas.

Venha aqui!

Ah, voc� ainda est� vivo.

E como Nelly!

Cuidado com a minha mercadoria!

Pessoal! Se quiser coisa fina:

a prataria do Sr. Tee, direto da Filad�lfia.

A cidade do amor fraternal.

Se quiserem negociar, me procurem amanh�.

Tire a m�o da mercadoria!

Tudo a�, Senhores!

Voc� pode, me indicar o caminho para o hotel?

Claro, logo ali no fim da rua.

Qual o problema?

Aquela mo�a, que estava na dilig�ncia.

Eu dei minha carteira, para ela cuidar.

Eu tamb�m!

- Eu disse algo engra�ado? - Com certeza!

Voc�s do leste, sempre caem nesse golpe.

- Golpe! - Com certeza!

Chamam ela de Nelly Dilig�ncia. Faz uma viagem por semana.

J� pegou muitos outros.

Por qu� n�o nos avisou?

No Texas, a gente cuida da pr�pria vida.

Aqui cada homem por si...

E mulher tamb�m.

O que �, xerife?

Pegamos o sujeito, que deu o tiro no Buddy.

Eu quero julgamento. N�o me importa como.

Ainda tenho direitos.

Claro, se ele quer um julgamento, d�-lhe um julgamento.

� tudo aberto, jogo limpo,

Vamos...

Acorda Juiz!

Ora, estou s� tirando uma soneca.

Acorda Juiz, voc� tem, que instalar o tribunal.

Ah, o tribunal. Sim...

Levantem-se rapazes, Vamos ter um julgamento aqui.

Ei, senhor...

Olha!

Aposto um d�lar.

Est� aqui!

Aquele ali.

Ganhou!

Esta corte est� agora em sess�o.

- Tirem seus chap�us. - Vamos, tirem logo!

Ouviram o Juiz? Tirem logo, seus arruaceiros!

Ordem! Ordem! Ordem na corte!

- Cad� o prisioneiro? - Aqui, Juiz.

Tem que ter um j�ri,

N�o se pode julgar um homem, sem um j�ri.

Quem quer ser do j�ri?

Voc�, Sr. Donaghi?

Voc� � um cidad�o proeminente.

Voc�, Sr. Wilks e Sr. Rither.

Ambos com certeza, s�o cidad�os proeminentes.

N�o v�o cumprir seu dever c�vico?

� isso a� Juiz.

� o dever de um homem, servir no j�ri.

Vamos rapazes, vamos fazer um j�ri!

Qual a acusa��o contra este homem?

Homic�dio Merit�ssimo.

Ele matou um dos meus delegados, quando resistiu � pris�o.

Isso � muito ruim.

Por que voc� matou o homem?

- Atirei em leg�tima defesa. - Isso � bobagem!

Sim xerife, mas � preciso, que haja alguma evid�ncia.

Voc� viu a evid�ncia ontem, quando n�s o enterramos!

- O que me diz? - Isso n�o cabe a mim decidir.

O j�ri chegou a um veredicto?

Sim, Merit�ssimo. Culpado!

Recomendamos a pena de morte, por enforcamento.

Se n�o tivesse visto, com meus olhos,

n�o acreditaria.

Eu vi com meus pr�prios olhos, e ainda n�o acredito.

Voc� ouviu o veredicto.

Leve-o embora!

Sim senhor.

Corte dispensada!

Espere!

� isso, que voc�s chamam de julgamento?

0 homem nem teve chance, de se defender.

O que voc� quer? Se meter nos nossos neg�cios?

Isso � meu neg�cio. Acontece, que sou advogado.

Ouviu isso, Juiz? O estranho est� lhe criticando.

Devemos prend�-lo por desacato.

Claro, ouvi o que voc� disse. 50 d�lares por desacato.

Que sejam 100, se o senhor preferir.

Mas eu ainda acho, que ele merece ser ouvido.

N�o o desaponte Juiz.

Que sejam 100. E bebidas pra todos!

100 d�lares e bebidas para todos aqui.

- Olha, eu... - Ah, n�o tem como pagar?

A gente d� um jeito, Juiz.

Que tal o chap�u, quem d� mais?

Eu dou 10 d�lares!

Vendido para o cavalheiro, por 10 d�lares.

Agora o palet�, xerife!

Levem o prisioneiro...

Cavalheiros!

Uma bela pe�a!

Do melhor alfaiate do Leste. Quanto vale?

Melhor que nada.

30 d�lares a pe�a, rapazes! Paguem ao Juiz.

Ainda precisamos de 30 d�lares. Peguem o colete.

Vem pegar!

J� que � assim, eu n�o tenho muita escolha.

Ok, Juiz Jeffers, agora n�s pegamos esse colete.

Voc�...

Henry Jeffers?

Ainda precisamos de 30 d�lares, cavalheiros.

Vamos pegar as cal�as.

- Um momento, senhores... - Dom Nacho Vasquez!

Estou surpreso, Sr. Donner.

Essa � a hospitalidade, que d�o a um estranho?

0s rapazes, estavam se divertindo, Vasquez.

- V�o em frente, peguem as cal�as! - Espere!

Eu n�o faria isso!

Eu dou as ordens aqui, Vasquez!

Lembre-se senhor, voc� � sempre, um pouco lento demais.

Talvez voc� devesse, devolver ao senhor, suas roupas?

Pega ele!

Eu duelo com voc�, pelas roupas dele.

Se voc� deseja.

Afastem-se rapazes.

Voc� primeiro, senhor.

Ok, Sam, pode jogar.

- Sua vez Vasquez. - Pode jogar, senhor Sam.

Agora talvez, voc� possa,

devolver ao senhor, as suas roupas.

Ok, rapazes.

- Muito obrigado. - Foi um prazer, senhor.

Adeus senhores!

- Meu nome � Fletcher. - � um prazer conhec�-lo,

Sr. Fletcher.

Voc� pode me dizer, quem � voc�,

e por que se importou em me ajudar.

Meu nome � Nacho Vasquez, tenho um rancho perto de chiuaua.

Ocasionalmente venho aqui, visitar minha irm� Lupita Montes.

Ela tem um rancho ao norte.

Quando vi um homem,

que n�o tinha medo, de dizer a verdade.

Eu vi que o Sr. era um homem, a quem valia a pena ajudar.

N�o h� muitos por aqui,

que tem coragem, de se opor a Donaghi.

S�o uns ignorantes, na minha opini�o.

Quem � esse Donner?

Ele � dono do hotel. E isso n�o � tudo, meu amigo.

Ele � o diretor da associa��o,

para desenvolvimento da terra, em El Paso.

Nome bonito, o que �?

� um grupo de homens, que rouba e toma posse de toda terra,

a 100 milhas em todas as dire��es, menos ao sul.

As tropas mexicanas, est�o lutando contra Maximilian.

N�o deixo que Donner e os homens, cruzem a fronteira,

para atacar meu povo.

E o Juiz Jeffers?

Ele � uma farsa, meu amigo, uma piada.

A maior parte do tempo, ele faz o que Donner manda.

E no resto do tempo?

fica b�bado.

N�o tem ningu�m, para o povo de El Paso ir ver.

Mas agora vai ser diferente.

Voc� vai advogar aqui, n�o vai?

Infelizmente, n�o. Eu vim aqui, ver o Juiz Jeffers,

e sua filha Susan, a neg�cios.

Ah, � uma pena.

Digo... que voc� n�o vai advogar aqui.

As pessoas aqui, precisam de prote��o.

E eu acho, que um advogado, precisaria de prote��o tamb�m.

Sabe onde o Sr. Jeffers mora?

� claro. A Senhorita Jeffers, � muito bonita.

N�o d� para esquec�-la, facilmente.

Ela dirige a Sombrereira.

A loja de Chap�us femininos. Quer ir l� agora?

Agora n�o. Eu preciso de um novo palet�.

Minha irm� pode lhe dar um. N�o tem mais um marido, para usar.

Lamento ouvir isso.

O Sr. Montes, morreu como um homem corajoso.

Deu sua vida, protegendo esse povo, de Donner.

A lei anda r�pido por aqui.

S� h� uma lei em El Paso amigo:

se quiser viver, precisa aprender a atirar r�pido.

Vamos, eu lhe mostro a pousada.

Me perdoe...

Nelly Dilig�ncia...

Ora, eu estive procurando por voc�.

Que coincid�ncia! Estive procurando por voc� tamb�m.

Para lhe devolver sua carteira.

- Toma. - Obrigado.

Couro bonito

Mas est� vazia!

N�o diga! N�o � uma pena?

Mocinha, havia dinheiro aqui!

Voc� vai ter dificuldade, em provar isso.

Adeus.

Voc� estava falando comigo, Nelly?

Clay...

- Clay Fletcher! - Susan!

Pelo menos, voc� n�o esqueceu de mim.

� claro, que n�o. Eu estou feliz em v�-lo.

Como est� seu av�, Mary Elizabeth. E todos em Charleston?

Eles est�o bem, obrigado.

Onde est� minha cliente?

Nelly Dilig�ncia? Saiu correndo.

Depois de devolver, minha carteira vazia.

Ah n�o, voc� tamb�m Clay?

Eu ainda n�o vejo, qual a gra�a nisso.

Desculpe, � que...

J� sei.

� s� que n�o tem muito, do que rir por aqui.

N�o. � que isso, � uma piada padr�o por aqui.

Deixe-me provar, que ainda n�o esquecemos,

como os civilizados vivem.

Venha, eu fa�o um ch�.

Acha, que � seguro?

Essa n�o parece, uma cidade de bebedores de ch�.

A sa�de do meu pai, piorou muito.

A� o m�dico mandou, que mudasse de ares.

Ent�o viemos para c�. Creme?

N�o, obrigado.

Depois de Charleston, era tudo t�o limpo e f�cil.

As pessoas eram gentis e generosas.

Um pouco impulsivas...

talvez.

Eu notei.

Mas � ador�vel, Clay. Eu adoro.

Mas voc� n�o prefere Charleston?

Ah, n�o, aqui � uma gloriosa terra nova.

Grande e cheia de liberdade e oportunidades.

Meu pai e eu gostamos muito daqui.

� um homem muito importante aqui. � o Juiz.

Sim, eu sei.

Voc� faz as coisas, soarem muito atraentes, Susan.

Estou quase tentado a ficar e tentar minha sorte.

Por que voc� n�o me escreveu?

Ora Clay, com sua tropa, se movimentando tanto.

Poderia ser, atrav�s da minha fam�lia.

Voc� sabe, que eu queria, que voc� fizesse isso, lhe disse.

Capit�o Fletcher...

Voc� n�o espera, que uma mo�a acredite,

em tudo que um oficial, sussurra no ano novo.

Especialmente, em um ambiente como aquele,

cheio de m�sica e a bela lua no c�u.

Voc� sabia, que eu lhe amava, Susan.

Por favor Fletcher, prefiro n�o conversar sobre isso.

Susan!

Susan, est� a�?

Sim pai. Estou aqui.

Obrigado, obrigado.

Agora voc� sabe.

Eu j� sabia. Vi o Juiz, realizando julgamento hoje na Casagrande.

N�o h� muito mais o que dizer.

Quando sa�mos de Charleston,

os dias e as semanas, eram perfeitamente normais...

agora voc� sabe, porque n�o podemos voltar, Clay.

Eu gostaria que houvesse algo, que eu pudesse fazer por voc�.

Ou por ele...

H� sim, Clay.

Quando voc� voltar a Charleston,

n�o conte a ningu�m, o que voc� viu aqui.

Eu prometo.

0 Juiz precisa assinar, estes pap�is, como executor.

Quando voc� acha, que poder�?

Amanh� ao meio dia. � a hora, que ele acorda.

Eu ainda estarei aqui.

A dilig�ncia n�o sai, at� depois de amanh�.

- E, Clay... - Sim?

Eu n�o gosto daqui, nunca gostei.

Eu odeio El Paso.

Eu sei.

Ei, tire suas m�os dai!

0k, rapazes. Podem deix�-lo aqui.

Cuidado, isso vale um ba� de ouro. Mandei trazer de New Orleans.

Aqui est� querida!

Um presentinho, para fazer El Paso,

um pouco mais, como Charleston.

0 que voc�, est� fazendo aqui?

Eu poderia fazer a mesma pergunta, se n�o fosse �bvio.

Voc�s dois se conhecem?

N�s nos conhecemos, informalmente.

Vejo, que voc� arranjou um novo palet�.

Sim.

O palet� de um homem corajoso, que morreu,

defendendo os direitos desse povo.

H� dois buracos de balas, nas costas.

Voc� ouviu, falar do Sr. Montez?

Montez cometeu o erro, de se meter com a lei.

Se for esperto,

n�o cometer� o mesmo erro.

Se eu cometer, Donner, eu vou me certificar,

de n�o dar as costas a voc�.

Adeus Susan.

- Negociando peles agora, Pesky? - Pode apostar, parceiro!

Acabei, de enganar aqueles dois bobos.

Eles n�o tem a menor ideia, de quanto valem essas peles.

Voc� tem certeza, que sabe?

Eu consigo 10 d�lares para cada, l� em New Orleans.

Esperto, hein?

Eu acho, que sim.

Eu lhe vejo na pousada e...

Se Nelly Dilig�ncia, quiser guardar algo, diz que n�o.

Obrigado, parceiro.

Pare, vai mat�-lo!

Eu n�o gosto, que me chamem de ladr�o,

e mentiroso.

Seu lugar ser� vendido,

pelos impostos amanh�, como eu disse!

Eu tenho a impress�o, que um agente da lei,

� contratado para manter a paz, n�o quebr�-la!

Eu quero conversar com voc�, l� dentro!

John?

- Sargento John? - Sim.

Lembra-se de mim, Capit�o Fletcher?

Ah sim, Capit�o Fletcher. Esta � minha esposa.

Obrigado por vir ajudar John.

O que eles fizeram com voc�?

Eles chutaram minhas costelas.

� melhor levar voc� a um m�dico.

S� h� o m�dico do ex�rcito e ele est� com a tropa.

Eu vou ficar bem.

Me d� uma m�o.

Para onde agora, sargento?

Acho, que para casa.

Tenho uma carro�a ali, na esquina.

Eu vou lhe fazer um curativo.

- Est� muito apertado? - N�o.

A guerra ensina uns truques �teis, hein, sargento?

� melhor voc� colocar a camisa.

Eu ouvi, o que o xerife falou,

sobre tomar a sua terra, como impostos.

Eles n�o fariam isso, fariam?

Como voc� acha, que o Donner e o seu bando conseguiram terras?

0 xerife tamb�m.

Mas voc� � isento de imposto, enquanto est� no ex�rcito.

Isso n�o faz diferen�a para eles.

Eles roubaram terras,

de dezenas de soldados, do mesmo jeito.

S� v�o conseguir a minha, a base de tiro.

- Cuidado, John. - Fique calmo, sargento.

0 que voc� vai fazer?

Vou lev�-lo at� em casa, se voc� n�o se importar.

Claro que n�o, Capit�o.

Como a gente chega?

Direto em frente, a oeste, quando chegar na plan�cie do rio.

Esses a�, perderam as terras, quando voltaram da guerra.

Agora ficam por aqui, pela plan�cie do rio.

Eu tive sorte.

Voltei antes deles.

Tenho que correr, para chegar antes dos ladr�es.

Quando eles vierem, eu estarei esperando.

John!

A� vem o Jack.

Donner est� vindo, com um punhado de homens.

Est�o logo ali!

L� vem eles!

N�o John, n�o!

Largue a arma, sargento.

S� est�o, procurando uma desculpa, para atirar em voc�.

Fique aqui e deixe-me cuidar disso.

Abra o port�o!

Quero conversar com o senhor,

xerife, antes de abrir este port�o.

Que direito voc� tem, de falar alguma coisa?

O direito de advogado, que fala por seu cliente.

Ele estava no ex�rcito, quando os impostos venceram.

Ele merece a chance,

de arrumar o dinheiro, para pag�-los.

N�o podemos fazer nenhuma exce��o. Abra o port�o!

Meu cliente tem um direito legal!

Saia da minha frente!

Estou aqui para coletar o imposto, voc� tem o dinheiro?

Ah, John, meu Deus!

Eu disse, que vou pagar, assim que tiver dinheiro!

Agora saiam de minha terra! Todos voc�s!

N�o � mais sua terra. Pertence ao Estado.

Pegue a arma dele!

Esta propriedade, de mais ou menos 2000 acres,

ser� vendida pelos impostos.

Saiam!

Pega ele!

Eu avisei! Eu disse, que atiraria!

Agora saiam da minha terra! Todos voc�s, fora!

Me d� essa arma, John.

- Voc� j� tem problemas demais. - Mas v�o mat�-lo!

Fuja, John.

Tem no��o, de onde ele vai?

Provavelmente para o rio.

Ele estar� seguro, se atravessar a fronteira

V� por tr�s do rancho e d� a volta.

V� para o rancho de Dom Nacho, eu lhe encontro l�!

Sai do caminho!

Infelizmente voc�s, v�o ter que dar a volta.

Esse cavalo n�o parece, querer se mover.

Eu n�o sei nada sobre cavalos.

Para um homem, que n�o conhece cavalos,

deu uma bela volta, pelo terreno. Agora sai!

Se voc� se meter, nos nossos neg�cios de novo...

- Para! N�o queremos mais mortes. - Olha s�...

Quieto! Prenda-o.

Vamos!

Voc� n�o quer a mim. Quer o John.

Vou dizer uma coisa.

Como seu advogado, eu lhe prometo,

entregar John no dia do julgamento.

Feito?

Fechado, Fletcher.

Tudo bem.

Mas se n�o esque�a, que voc� est� preso,

e n�o tente sair de El Paso, antes de entreg�-lo.

A gente, cuida da sua volta a cidade.

Quando eu peguei este palet�, ele tinha s� dois buracos de bala.

Quero devolv�-lo no mesmo estado.

Sigam � frente, Senhores.

Que ideia foi essa, Donner?

O que acontece, � que Fletcher,

precisa parecer, que morreu por acidente.

Susan.

Sim pai, estou indo.

Reumatismo me deixa assim, nessa �poca do ano.

- Aqui est� seu ch�, pai. - Obrigado, querida.

- Agora voc� firme minhas m�os. - Sim, pai.

Com calma.

� um prazer conhec�-lo, jovem. Mande lembran�as ao seu av�.

� uma pessoa incr�vel. Seu av� � um grande homem.

Agora eu preciso ir.

Preciso presidir um julgamento. Eu sou um Juiz, sabia?

Sim senhor, nos veremos bastante.

O que quer, dizer com isso, Clay?

Acho que El Paso, � mesmo o que voc� disse.

Terra de oportunidades. Especialmente para um advogado.

Espero que o Senhor, n�o se importe,

de estarmos em lados opostos, ocasionalmente.

Isso � um erro senhor. Um grande erro.

S�o terras novas. Primitivas e selvagens.

Aceite meu conselho e v� embora.

V� embora, antes que..

Antes que...

Meu pai tem raz�o, Clay. Esta � uma terra primitiva.

Se quiser manter a dignidade,

� melhor voc� ir embora, na pr�xima dilig�ncia.

- Voc� vir� comigo? - Voc� sabe que eu n�o posso!

Vou sair da cidade por alguns dias.

Volto para o julgamento de John.

Nos vemos l�.

Preciso de algu�m em que possa confiar.

Estou a sua disposi��o, meu garoto!

Eu sempre fui confi�vel, honesto.

Em qualquer lugar que procurar,

n�o encontrar� algu�m melhor.

Voc� usaria esta pele?

Vou preparar uma exposi��o dos produtos,

com um "merchandise" de venda.

na esta��o, aberta ao p�blico.

A�, � s� pegar o dinheiro.

- Veja bem... - Siga em frente,

Vai ver roupas, chap�us,

coisas que compram tendo como pe�a principal, esta pele.

Podemos ter pre�o de mercado, parceiro.

N�o � sobre isso, que eu quero falar com voc�.

N�o �?

Est� chegando o dia de levar John ao xerife, para o seu julgamento.

Se o juiz n�o estiver b�bado, teremos uma chance,

de liber�-lo, ficando quitada sua d�vida.

Eles encontraram os chap�us para sua crian�as. Voc�s gostar�o.

Sr. Nacho, Sr. Nacho. Dois homens a cavalo.

Perd�o, Senhor.

Ernesto, Roberto, Garcia!

- Sr. Fletcher! - O que aconteceu?

Sua irm� est� seriamente ferida, por balas endere�adas a mim.

Pegue-a e leve ao m�dico, r�pido!

Voc� est� ferido meu amigo?

Me sinto bem, somente um pouco fraco.

Preciso de dois cavalos para rodar por essas terras.

- Pode me socorrer com isso. - Venha, sente-se!

Vamos ajud�-lo. Tomemos uma bebida.

Ernesto, prepare acomoda��o para o nosso convidado.

Ficar um tempo de repouso, ser� bom para si, Senhor.

Obrigado.

Que far� agora, John?

Eu n�o sei, Fletcher.

Voc� tem que voltar.

Tenho?

Seu julgamento est� pr�ximo.

N�o terei chance se irmos juntos.

Mesmo sob risco de queda, nesse caminho longo,

e dos homens que n�o querem v�-lo, nesse julgamento.

Montar ferido assim, n�o ter� nenhuma chance.

� a �nica chance que tenho.

Uma boa chance.

Uma boa viagem.

Quanto mais demorar � pior.

N�o ter� chance, estou dizendo.

Voc� gosta. hein garoto?

Mais um prato, Fernando!

Agora voc� est� feliz, h�?

Ah, voc� quer mais? Ok, eu vou lhe dar um bonito.

Olha esse, hein? Ah, voc� gosta desse.

Toma, Fernando!

Excelente! Excelente!

- Voc� � bom atirador. - Boa arma.

No ex�rcito ou aprende a atirar, ou leva um tiro.

Atirar certo � uma coisa, senhor. Atirar r�pido � outra.

Ponha a arma no cinto.

Agora vejamos, qu�o r�pido voc� pensa.

Assim.

- Saque a qualquer momento. - Mais um Fernando!

- N�o pensou r�pido, o suficiente. - Acho, que voc� tem raz�o.

N�s vamos tentar de novo.

Joga um prato, Fernando!

Igual mulher. Acha que � mais importante,

ter pratos para comer, que para atirar.

Vamos amigo, lhe arrumo umas armas,

e n�s vamos atirar em outro lugar.

Vamos Fernando!

Joga o prato Fernando.

Outra vez, Fernando!

Outra vez, Fernando!

Ao sacar, pressione o gatilho, quando sair do coldre.

Muito bom!

O que eu lhe disse, amigo?

Agora voc� � r�pido demais, at� para Nacho,

o melhor atirador de Chiuaua.

Mais um dia?

N�o d�, Nacho.

John e eu partimos para El Paso, hoje a noite.

Seu julgamento � amanh�.

Eu espero, que Pesky, cumpra a parte dele.

Tudo depende dele agora.

Vamos l� Juiz, s� mais um pouco.

� isso, que voc� est� dizendo, o dia todo.

Eu quero um drinque.

Claro, claro. Sirvo um, assim que chegarmos

Vamos Juiz, vou lhe dar um drinque,

quando acharmos a mina.

Vamos, Juiz! Voc� est� indo bem.

Voc� procura essa mina sozinho. Eu vou voltar pra cidade.

O que voc� precisa, � de um drinque. Vem pegar.

S� mais um pouquinho.

Eu acho que estou, vendo uma das marcas, logo ali.

Naquelas pedras.

Juiz, olha. Ali tem uma marca.

Vamos, eu lhe mostro, venha.

Bem onde a �rvore est�. Onde o mapa indicava, que estava.

N�o tem �rvore nenhuma.

� claro que n�o, algu�m cortou e fez uma fogueira.

- � uma marca, � sim! - Isto n�o � marca nenhuma,

� s� um monte de pedras, para fogueira.

- Me d� esta garrafa. - Ok, toma.

Voc� quebrou a garrafa.

Oh, desculpe, Juiz. Como eu sinto.

Eu vou buscar outra garrafa.

O Sr. fique por aqui!

Pare seu idiota!

O que voc� est� fazendo, seu louco, idiota?

Voc� est�, assustando os cavalos!

Seu idiota, porque voc� fez isso?

Agora teremos, de caminhar de volta para El Paso.

Tem raz�o, vamos ter que andar.

Provavelmente, levar� a noite toda.

Uh! N�s vamos ter que andar? Ah, meu Deus!

Cavalinho! Cavalinho!

Cavalinho!

Voc� venceu, Juiz. V� em frente e me mate.

Voc� est� sentando em um cacto, n�o d�i?

� claro que d�i! Mas eu n�o tenho for�a para pular.

E eu n�o tenho for�a, para lhe matar.

Quanto a gente, ainda precisa andar?

N�o sei. De manh�, estaremos em casa.

Chupe um bot�o, vai manter sua boca �mida.

� uma boa ideia.

� melhor, a gente ir andando,

antes que a gente n�o consiga, mais levantar.

Agora que n�o tenho mais...

nem vontade, nem for�a para lhe matar,

pode me dizer, para que espantou os cavalos?

Sim.

Para lhe deixar s�brio,

para o julgamento amanh�.

A ideia foi do Fletcher.

Ele quer ter certeza, de que haver� um julgamento justo.

Oh, Fletcher, sim.

Ah, o julgamento de John Elkins, claro.

- Sem ressentimentos, Juiz? - Claro, tudo bem.

Eu disse para chupar bot�es, n�o para comer.

Eu vou comer tudo, que possa agora.

Para poupar tempo, o julgamento de John Elkins,

ser� debaixo desta �rvore, ter�a de manh�.

O p�blico � bem-vindo,

para testemunhar seu enforcamento.

Vai ter gente, de at� 40 milhas daqui.

Seria uma pena, decepcion�-los, xerife.

N�o imaginei,

tanta gente, em um enforcamento.

N�o vieram ver um enforcamento. Vieram ver Elkins, ganhar o caso.

Eles sabem, acontecer, v�o voltar para suas terras.

- Certo Mahoney? - Est� certo.

Voc� acha que o advogado, vai trazer o prisioneiro?

H� um rumor, que eles morreram em um acidente.

Tentando atravessar a fronteira.

Ah, entendi...

L� vem eles m�e! L� vem o pai! Olha, � o advogado!

E Nacho!

Eu achei, que voc� tinha dito..

- Espera... - Cala a boca! Como vamos fazer?

Ainda temos o juiz.

V�o atr�s do Juiz, com Farge, antes que eles ganhem.

Voc�s ouviram, v�o logo.

Pai?

John, voc� est� bem?

Eu estou bem. vai dar tudo certo. Voc� vai ver.

- Cuida da sua m�e, filho? - Pode apostar que sim, pai.

Seu prisioneiro, xerife.

Qual o problema, Voc� parece surpreso?

N�o esperava a minha volta?

Eu lhe considero, pessoalmente, respons�vel,

pela seguran�a do prisioneiro.

Cuide, para que nada lhe aconte�a.

Vamos.

Ol� Susan. Voc� recebeu meu...

- bilhete, sobre seu pai? - Sim, Clay.

- Qual o problema? - Voc� mudou. Est� diferente.

As roupas. Nacho me emprestou. S�o chique.

N�o Clay, eu me refiro �s armas. O que isso significa?

S� um par, de "argumentos legais" extra,

caso eu precise

Onde est�o os livros de direto, do juiz?

Eu preciso, preparar a defesa.

Aqui dentro.

O que voc�s tem a�?

0 galo de briga campe�o do mundo.

Do Texas tamb�m.

Ganhamos 10.000 pesos, em uma semana.

- Voc� n�o pode t�-lo! - Quem disse, que eu queria?

Eu preciso, encontrar o Sr. Fletcher.

Susan...

Se tudo der certo como eu planejei.

Se eu conseguir quebrar, a poder de Donner sobre seu pai..

Voc� volta comigo?

Ah, � claro, Clay.

Clay?

Fletcher!

- 0 que foi Pescky? Cad� o juiz? - � isso, que eu vim lhe avisar.

Eu trouxe ele s�brio, como voc� tinha mandado.

Mas n�o vai ficar, por muito tempo assim.

Os homens do xerife, pegaram ele e o levaram para um drinque.

Sirva-se!

Eu j� disse, Donner, eu n�o quero beber.

Em alguns minutos, vai haver um julgamento.

N�o est� em condi��es, de presidir uma corte.

Est� nervoso. Precisa de um gole.

Faz mal para o organismo,

parar assim de uma vez. Beba logo...

Eu j� disse, que n�o quero.

Um homem, ser� julgado por sua vida

e eu preciso pensar claramente.

Eu mandei beber!

- Mas eu...eu... - Bebe logo!

Pare, Juiz!

- Fa�a, o que eu Falei! - Tire as suas m�os dele!

Voc� sabe, o que lhe aconteceu, da �ltima vez,

que se meteu, nos nossos neg�cios?

Como diria Dom Nacho: Senhor, voc� � um pouco lento demais.

Venha, Juiz.

Para tirar qualquer d�vida, vamos rodar as canecas.

Ok. Saiam do caminho, todos voc�s.

Voc� primeiro, Donner. Pode rodar, Sam!

- Sua vez Fletcher. - Quando quiser, Sam.

Pronto, Juiz?

Senhores, o tribunal ser� instalado,

debaixo da �rvore do aviso, em vinte minutos.

Onde est� o juiz? L� vem ele

E vestindo uma toga, vejam!

Tira essa roupa juiz, est� assustando meu cavalo!

- Pai... - Sim querida.

Olha para mim.

Eu estou t�o orgulhosa de voc�. T�o orgulhosa.

Obrigado, querida.

0 que o Sr. est� presidindo, um circo?

Rapazes, vai come�ar o show!

Esta corte, deve ficar em ordem agora!

Obrigado, minha querida. Obrigado.

0 prisioneiro est� presente?

Sim merit�ssimo, eu represento o r�u;

Voc� � advogado, registrado e reconhecido?

Eu sou!

E quem � o promotor do Estado, neste caso?

Sou eu

- Seu nome � John Elkins? - Sim.

Voc� est� ciente da acusa��o, que pesa sobre voc�?

Estou.

Culpado ou inocente.

Inocente

Ei, espere um minuto, Jeffers!

Voc� se dirigir� � corte, xerife, apropriadamente.

E apenas, quando for o momento.

O promotor e o defensor, por favor,

prossigam com a sele��o de um j�ri.

Merit�ssimo, o r�u declina o seu direito a um j�ri.

Eu protesto!

Precisamos ter um j�ri, eu insisto!

Pela constitui��o do Estado, o r�u n�o precisa,

ser julgado por um j�ri, a menos que deseje.

- 0 j�ri � o seu desejo? - N�o, Senhor.

Eu n�o vejo porqu�, o Juiz Jeffers,

n�o poderia julgar este homem, que � culpado.

Tenho certeza, que ele tomar� uma decis�o, apropriada.

Eu lhe agrade�o, por sua confian�a na corte.

0 promotor, por favor apresente seu caso.

Olha s�, Juiz Jeffers, o caso � o seguinte.

Este homem, matou um delegado do xerife,

e n�s temos testemunhas, para provar.

A lei diz, que ele tem de pagar a pena.

Este � o nosso caso, puro e simples.

Quanto antes, voc� terminar com isso,

mais cedo podemos entrar e tomar um drinque.

O promotor encerra o caso?

Ele n�o apenas encerra o caso, como descansa os p�s.

Ordem na corte, por favor!

Agora, o advogado da defesa,

vai apresentar o caso.

Merit�ssimo, eu tenho em m�os,

uma c�pia da Constitui��o, do Estado do Texas.

Com a sua permiss�o, irei ler a Constitui��o.

Prossiga.

Nenhum cidad�o, ser� privado da vida,

liberdade ou propriedade...

Exceto pelo reto processo da lei.

Agora, a quest�o � que John Elkins,

n�o recebeu prote��o, que a lei lhe assegura.

Enquanto ele estava na guerra, lutando pelo Estado,

que lhe garantiu esses direitos...

A Lei foi deturpada, por interesses ego�stas e vis.

Xerifes e Ju�zes,

foram eleitos de forma fraudulenta.

E se tornaram, as ferramentas de homens,

cujos �nicos interesses, eram roubar.

Por meio de furos t�cnicos na lei, � claro.

Eu n�o preciso dizer os nomes!

Eles s�o conhecidos de todos voc�s.

Prossiga...

Eu afirmo, que John Elkins, n�o cometeu homic�dio,

na manh� em quest�o.

Sim, ele matou um homem. � verdade!

Mas o fez em defesa de seu lar, porque ladr�es queriam roub�-lo!

John Elkins, n�o est� em julgamento, aqui hoje.

Mas os tribunais de El Paso est�o,

e os ju�zes e xerifes, que juraram proteg�-lo,

enquanto ele estava na guerra.

Isto � tudo, Merit�ssimo.

� sua responsabilidade julgar, quem � o verdadeiro culpado.

Eu considerei cuidadosamente as evid�ncias aqui apresentadas.

E pela autoridade em mim investida,

pelo Estado do Texas,

eu declaro o r�u, John Elkins,

inocente!

Muito obrigado por libertar John.

N�o foi John que eu libertei, foi a mim mesmo.

Exonerando John Elkins, a corte reconhece,

a verdade apresentada pela defesa.

Me obriga a tomar uma posi��o.

Eu ent�o, entrego meu cargo,

de juiz do Condado de El Paso.

E me entrego, para ser julgado.

Eu vou precisar de um bom advogado,

Senhor Flefcher. Me defenderia?

Voc� j� foi julgado, pelo povo daqui.

Eles querem, que voc� permane�a como Juiz.

Agora eles podem contar com voc�.

Voc� sabe o que isso significa. Hoje � noite,

estar�o todos de volta, para suas terras.

� responsabilidade sua, n�o deixar que eles fa�am isso.

Isso pede uma comemora��o.

John, traga a Sra. Elkins e Jack para nossa casa.

Muito obrigado Susan, mas quero ir logo para minha casa.

Casa!

� bom at� de falar.

N�s entendemos. Boa sorte, John. Deus aben�oe a voc�s dois.

Vamos!

Juiz, gostar�amos, de conversar com voc�.

Claro, Claro. Querida, v� indo, eu lhe encontro mais tarde.

N�o se atrase. � quase hora do jantar.

Pode deixar.

Sobre as nossas terras, Juiz.

Eu estou t�o feliz, Clay. Eles est�o indo pra casa!

E voc�?

Eu vou, onde quer que fique,

o escrit�rio de advocacia, de meu marido.

Susan!

Querida!

Clay! Clayton, meu rapaz!

0 que � isto?

Filho,

Eu tenho, que pedir, que n�o use, esse tom desrespeitoso,

para falar de El Furioso.

Mas o que �?

Ele, meu filho, � o galo de briga campe�o do mundo. Do Texas tamb�m.

� um matador, � por isso, que o chamam de El Furioso.

Transa��o limpa. Se eu ganhar a aposta de 3O0,

em New Orleans, eu levo o campe�o pra casa.

- Onde voc� conseguiu? - Espera um minuto.

- Ah, n�o...n�o me diga...de novo? - Sim. Fui esperto?

N�o fui, n�?

O galo de briga campe�o do mundo?

Madre de Dios!

Senhorita Jeffers!

Senhorita Jeffers!

R�pido!

Algo terr�vel aconteceu. Seu pai...

Ele est� morto, Clay.

Eles o mataram.

N�s o levaremos para casa. Me ajudem aqui.

Quer ficar s�?

Por favor...

Que pr�mio terr�vel,

para sua coragem maravilhosa, essa tarde.

Agora nenhum outro homem,

ousar� levantar a m�o, contra Donner.

Senhor Fletcher!

� melhor vir r�pido, Senhor Fletcher.

Est�o atr�s do meu pai e da minha m�e.

Voc� fica aqui, Jack.

Qual o problema?

� a nossa casa!

A lei! De que serve a lei, se n�o � cumprida?

De que serve a justi�a, se todos temem, se submeter a ela?

Voc�s viram, o que acontece, quando um tribunal,

� tratado da maneira rid�cula, como foi.

Voc�s viram um Juiz ser morto, por ter dado uma senten�a justa.

Viram um homem e uma mulher,

mortos brutalmente, por terem vencido no tribunal.

As escalas da justi�a, j� se foram aqui em El Paso.

S� h� um modo, de resolver o jogo: pela arma e pela corda!

Chegou o tempo, de fazer a lei, com as nossas pr�prias m�os.

- Voc�s est�o comigo! - Sim.

Ok, Rebeldes do John Vamos l�!

Espere amigo.

Isso n�o � bom. Acima de todos,

Voc� � que deveria respeitar a lei.

N�o h� lei em El Paso, Dom Nacho.

Apenas for�as organizadas, mascaradas de lei.

Vamos responder for�a com for�a.

Voc� est� do nosso lado?

Para defender a lei: sim. Para quebr�-la: n�o.

Eu n�o posso ir com voc�, meu amigo.

Ent�o, adeus Dom Nacho.

Muito bem, todo mundo faz uma fila ali.

Voc�s a� do bar, virem-se, para que eu veja a caras de voc�s.

� o advogado... � o garoto Elkins.

Vamos logo!

Anda!

Jack, voc� reconhece algu�m?

Continue, Jack!

Ele � um!

- Tem certeza, Jack? - Tenho sim.

Eu vi ele do curral.

Ele amea�ou botar fogo na casa, se o meu pai n�o sa�sse.

Voc�, sai da fila e vem aqui!

Voc� n�o vai me pegar!

Voc� consegue identificar, mais algum desses homens, Jack?

Ele!

Ele arrastou a minha m�e, para fora de casa.

� mentira! Eu n�o fiz nada!

Tem alguma coisa no pulso dele.

Xerife, aqui est� um de seus homens,

morto pela morte de John Elkins e sua esposa.

Haver� outros.

N�o � um dos meus. Nunca o vi antes.

Algu�m sabe quem �?

Agora o Sr. sabe, porque o chamei, juiz Fletcher.

Este, � mais uma obra de Clay.

H� alguma maneira, de falarmos com ele?

Com licen�a.

H� um amigo dele na cidade, que lhe leva suprimentos.

Talvez, ele possa lev�-los at� ele.

Ah, isso seria bom, por favor.

Voc�s dois podem, se esconder ali nos arbustos.

O Capit�o Fletcher, pode fugir, se v�-los aqui.

Ei Juiz, estou precisando de um dinheiro.

Que tal me dar aqueles 10 d�lares,

que me prometeu para traz�-lo aqui?

Sim, � claro. Mas...

Agora, me lembrei,

no caminho para c�,

dei a minha carteira, para uma jovem mo�a segurar.

Nelly Dilig�ncia! Ela pegou voc� tamb�m.

- Ora, n�o entendo motivo do riso. - N�o entenderia mesmo, venha.

Voc�s dois se apressem. Eu acho, que ouvi ele vindo.

Ol� Clay!

- Conseguiu tudo? - tudo, menos o sab�o.

Achei, que estavam sujos por fora e famintos por dentro.

Foi bom voc� ter chegado, estamos ficando sem muni��o.

Carreguem as armas e sirvam-se dos p�es.

Como est� El Furioso? J� ganhou alguma briga?

Ele est� com problemas dom�sticos, cuidando de 15 ovos.

Ouviram isso? 0 galo de briga, campe�o do mundo e do Texas,

vai ser m�e!

Clay...

Susan...

Vov�, o que est� fazendo aqui?

Eu vim lhe ver Clay.

E eu chego aqui e vejo meu neto, com um pr�mio pela sua cabe�a.

Espere um pouco vov�. O senhor n�o acha melhor,

n�o julgar, at� saber todos os fatos?

Ele sabe dos fatos, Clay. Eu contei.

Voc� e esses homens mataram,

enforcaram, de casa em casa, por todo o condado.

Essa � a �nica maneira, que temos, de nos defender, mo�a.

Tim, tem raz�o, mo�a. N�s nunca tivemos uma chance.

Agora as coisas s�o diferentes, gra�as ao Capit�o Fletcher.

Capit�o Fletcher?

Voc� � um advogado!

Voc� jurou defender a lei.

Aqui n�o � Charleston, vov�. � El Paso.

Eles tiveram, que fazer justi�a, com as pr�prias m�os,

para defender os direitos, do seu povo.

Os direitos do povo...

Esta tem sido a desculpa, desde o come�o dos tempos.

� esta a sua justificativa, para os crimes horr�veis,

que voc�s cometeram?

- E n�o � o suficiente? - N�o, n�o �, Clay!

S� existe um jeito, de proteger os direitos do povo.

De todo o povo.

� legalmente, constituindo tribunais,

para a justi�a.

� onde acusado e acusador, possam se enfrentar,

Em termos justos.

Seu av� tem raz�o, Sr. Clay.

N�o v�, que se tornou t�o rude, quanto Donner e seu bando?

Tudo que precisa fazer,

� apontar o dedo a algum homem e ele est� condenado.

N�s t�nhamos, que revidar! � apenas justo!

Voc� acha justo, que os inocentes,

sejam punidos, junto com os culpados?

O homem que voc� arrastou, por El Paso ontem,

n�o tinha nada a ver, com a morte de John.

Jack cometeu um erro, aquele homem n�o era delegado.

Era um novo pastor, que tinha vindo abrir uma igreja.

Eu n�o sei o que dizer? H� alguma coisa, que possa fazer?

Tem sim, Clay. Pare antes, que seja tarde demais.

N�o h� nada, que nos prenda em El Paso, agora.

N�s podemos ir embora, para onde voc� quiser.

N�o posso, abandonar esses homens.

Ent�o arrume outra maneira, de resolver suas diferen�as,

com Donner e seu bando.

- Outra maneira? - Sim, Clay.

Voc� foi educado,

para brigar com as palavras, n�o com armas.

Sente com esses homens, converse com eles.

E converse com eles, de igual para igual.

Fa�a isso por mim. Ou por Susan. Se n�o, por voc� mesmo.

- O que voc�s me dizem? - Por mim, tudo bem.

Parece razo�vel, o que o homem diz.

Eu quero tentar, Capit�o.

Eu n�o gostaria, de cometer outro erro.

Tudo bem ent�o, vov�.

Vamos tentar do seu jeito.

Bom amigo.

� muito melhor assim, Clay.

Isto � o certo, Clay.

Vou para El Paso, marcar a reuni�o.

Descarreguem a carro�a.

Pesky, voc� leva meu av� e a Srta. Jeffers,

para a cidade e retorna com a resposta.

Companheiro,

eu n�o poderia fazer isso, com maior alegria!

Eu vou esperar aqui com Clay, se voc� n�o se importar.

Eu compreendo.

Porque voc� n�o deixa crescer? Fica bonito de cabelo grande.

Pare de rir, voc� � o pr�ximo.

Ei, l� vem o Pesky.

E ent�o, Pesky?

� o Juiz Fletcher.

Me desculpe Clay. Eles me obrigaram a trazer.

Quem fez isso?

0 xerife.

Pode voltar para cidade.

Leve a senhorita Jeffers com voc�.

Dom Nacho, fa�a com que. ela chegue em seguran�a.

Sim, amigo.

E, Pesky, avise ao povo de El Paso,

para estar fora da cidade, amanh� ao meio dia.

O que est� acontecendo?

Por que todo mundo foge para o rio?

Eles est�o fugindo do tiroteio,

o Capit�o Fletcher, estar� aqui ao meio dia.

Fletcher?

Por que acha que ele viria?

Ele vem com certeza.

Depois, do que fizeram com o av� dele.

Aquilo foi uma desgra�a!

Foi longe demais. Foi homic�dio a sangue frio.

- Quem matou o velho Fletcher? - por qu�?

� isso que eu quero saber. Por que?

Para mostrar para aquele advogado, quem manda.

E desde quando, voc� manda em El Paso?

A partir de agora.

Voc� est� me incomodando, h� muito tempo!

Entenda uma coisa:

Eu n�o vou me arriscar, para proteger voc�.

Voc� est� sozinho.

Voc� n�o precisa me proteger. Eu tomo conta de mim mesmo.

O que � isso?

Se isto for Fletcher e os homens dele,

voc� pode come�ar, a se cuidar agora mesmo!

A� est�o eles, vamos peg�-los!

Fique aqui, longe dos tiros.

Pare de me seguir! Fique aqui, fora da linha de tiro!

Eles est�o fugindo para o rio! Vamos, rebeldes do John, vamos!

Senhora Montez, eu preciso de sua ajuda.

Voc�! Porque lhe ajudaria?

Quando dei o palet� de meu marido,

foi porque meu irm�o, Dom Nacho,

disse que voc� era algu�m de valor, para us�-lo!

Mas voc� n�o � melhor que o resto!

Tudo que voc� pensa, � matar, matar, matar!

Quando isso vai acabar, Senhor Fletcher?

Quando o senhor morrer?

Talvez, isso seja melhor para El Paso.

N�o � grave.

Voc� n�o estava satisfeito, em atirar em homens e mulheres?

Agora crian�as?

Cuide do garoto, por favor.

Parem. Tirem essas cordas.

Voc� vai precisar delas, para pegar as vacas,

quando voltar ao seu rancho.

Qual a ideia Capit�o,

n�s n�o fizemos tudo isso, por nada, fizemos?

O que vai fazer disso?

Eu n�o sei...

O que sei, � que � hora, de come�armos a pensar,

para onde est� nos levando.

Fazendo mais um enforcamento.

0 que tem de errado com isso?

�, e onde est� Donner?

Donner est� morto!

A Associa��o de Terras, de El Paso acabou.

Os seus prisioneiros ser�o julgados.

Julgados? Eles?

Aquelas cordas, est�o boas demais para eles.

Espera! Espera! Me escutem!

Regras de motim n�o s�o boas,

n�o importa, como tentemos justific�-las.

N�s quebramos a lei, tamb�m.

J� pararam para pensar, no qu� ou quem, vai julgar um dia?

Ontem, em Waterhole, meu av� disse,

que havia apenas um modo, de proteger o povo.

E � por meio de tribunais legais, onde acusador e acusado,

t�m uma chance justa e igual.

Este tipo de tribunal, vai fazer a justi�a.

Mesmo com Farge aqui.

Eu estou disposto, a confiar minha sorte,

a um tribunal como este.

Voc�s est�o?

- Para mim parece bom. - Para mim tamb�m.

Ok, rapazes. Tirem essas cordas.

N�s temos trabalho a fazer.

Este � um grande dia, para El Paso, meu amigo.

E para o inferno, meu irm�o!

- Daqui para frente, somos s�cios! - Sim, senhor!

De agora em diante, vamos ter lei, e ordem na nossa cidade.

Algu�m sabe a que horas, sai a pr�xima dilig�ncia,

para San Antonio?

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