All language subtitles for Curse of the Devil (1973)

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Original subtitles

Este ser� nosso �ltimo encontro, Barna B�thory.

Voc� ir� para o inferno,

onde estar� para sempre junto ao seu aliado, Sat�.

Sei que meu bra�o vingador � mais forte que sua magia negra.

Nunca deveria ter me perseguido, Irineus Daninsky.

Eu o matarei,

e minha fam�lia e eu seremos vingados

Dei-lhe esta chance de um duelo

devido � sua coragem contra os turcos na batalha de Dorpath

faz com que mere�a uma morte mais digna.

Mas sua fam�lia, os abomin�veis B�thorys,

irei acabar com eles � sangue e fogo.

Eu os torturarei.

Queimarei seus corpos e espalharei longe as cinzas.

Este � o fim reservado a quem faz pactos com o diabo.

E agora, Barna B�thory, em guarda!

MALDI��O DO DEM�NIO [O Retorno de Walpurgis]

Voltemos ao castelo.

Mas, Milady, este maldito Daninsky nos achar� no castelo.

Milady, agora que seu marido est� morto,

nada ir� impedi-lo. Nada!

Se acontecer assim,

foi por qu� nosso senhor Sat� queria assim.

Mas ele n�o nos abandonar�.

Justi�a ser� feita!

Oh, Pr�ncipe das Trevas, senhor Sat�.

Ou�a meu chamado e favore�a-me.

Eu rogo por vingan�a e puni��o contra os Daninskys.

Vingan�a e puni��o!

Milady.

Os homens de Daninsky...

Elizabeth B�thory!

Seu reinado do mal acabou.

Ser� julgada. Todos voc�s ser�o julgados!

Prendam todos!

Pagar�o por seus crimes.

Justi�a ser� feita.

- Uma justi�a exemplar. - N�o!

Vamos! Vamos!

Eu o amaldi�oo, Irineus Daninsky,

voc� e sua linhagem inteira!

Um dia quando um dos seus

derramar o sangue de um de meus descendentes primog�nito,

a mais terr�vel trag�dia

cair� sobre aqueles que carregarem seu nome maldito!

E suas almas n�o ter�o descanso,

e viver�o no inferno eternamente!

Voc� pagar�!

E todos voc�s pagar�o!

Maldita seja!

Nossa vingan�a te assombrar� para sempre!

Papai foi um homem bom, n�o foi, mam�e?

Sim, ele foi, Amesi.

Ele foi.

Waldemar.

Waldemar, separ�mo-nos do grupo e isso � perigoso.

Estou certo de que est� escondido atr�s daqueles arbustos.

O jantar est� servido.

N�o tenho fome.

Por favor, Waldemar, pare de se torturar.

Foi um acidente. Voc� n�o queria mat�-lo.

Quando vir�o pegar o corpo?

As montanhas s�o distantes.

Boris e o oficial partiram ao amanhecer.

N�o espero que voltem antes do anoitecer.

N�o � f�cil encontrar os ciganos.

Eles raramente ficam em um s� lugar.

N�o sei como isso p�de acontecer.

Eu vi um lobo.

Um lobo enorme!

Boris!

D� isto a ele.

Isto � para a fam�lia.

E diga-lhes que sentimos muito por este infeliz acidente.

Vamos!

Voc�, llona, vingar� Brancomar,

que foi morto por Waldemar Daninsky,

o descendente de uma linhagem amaldi�oada.

Com este cr�nio de lobo voc� levar�

a maldi��o que lhe atormentar� a alma para sempre.

Para sempre!

Lobos, lobisomens, s�tiros,

fantasmas de todas as partes do inferno!

eu lhes rogo, mandem para mim a grande sombra da escurid�o

que faz os homens tremerem!

E quando llona fer�-lo, restar� o rubor do pentagrama como o ac�nito

e assim seu sangue ser� punido

e amaldi�oado eternamente.

Carregando sua sina para cada escolhido

Roulka, o oficial quer lhe falar.

Fa�a-o entrar.

Tudo bem.

Desculpe-me por perturb�-lo, Mr. Daninsky.

- Mas algo aconteceu. - Por favor, sente-se.

O que � isto?

Um assassino, um louco que fugiu do asilo.

Seu nome � Janos Bileya.

Matou mais de 20 pessoas antes de ser preso.

Ele estava sob observa��o at� seu julgamento.

Ent�o?

Parece que est� escondido em suas terras.

Precisa alertar os moradores.

Eu falarei com eles.

Ele � um monstro. Tem sede de sangue.

N�s temos que encontr�-lo.

Obrigado.

Certo.

Irei para Bistrita amanh�.

Tenho assuntos para resolver.

tenha cuidado.

H� indiv�duos perigosos nas montanhas.

E como se n�o bastasse, esse louco est� por a�.

Hyah! Hyah!

Hyah! Hyah!

Vamos, cavalo!

Hyah!

Pare.

V� para casa.

Hyah!

Estava escrito que algum dia voc� pagaria,

linhagem maldita!

Na noite de Walpurgis, llona levar� a cabo sua miss�o.

Maria, n�o se preocupe.

N�o tenha medo. Est� entre amigos.

N�s lhe encontramos ca�da no meio da estrada,

em Bolvopaso.

O que aconteceu?

Alguns homens me atacaram.

Atiraram-se sobre mim e me bateram.

Eu n�o sei. N�o sei quem eram.

Descanse um pouco.

N�o deve temer mais nada.

Fique aqui com ela at� o m�dico chegar.

Irei falar com o Roulka.

- D� uma ta�a de vinho a Bela. - Bom dia.

E a paciente, como est� indo?

Bem, bem.

Eu fui a Bolvopaso no dia que voc� a encontrou.

Os ricos t�m sorte em tudo.

Dizem que ela � muito bonita.

O que est� pensando?

Mr. Daninsky � incapaz desse tipo de coisas.

� melhor.

Um homem sem uma mulher n�o � uma coisa boa.

E ele � muito s�.

Bem, estou indo pr� casa.

N�o quero estar na estrada � noite,

por que esta � uma noite m�.

A noite de Walpurgis.

Estarei de volta para a manuten��o na pr�xima semana.

Adeus.

Deveria t�-la deixado na estrada.

Sil�ncio, Militza, n�o comece.

Ela o enfeiti�ou.

Ela o tem sob seu poder.

Precisa apenas de alguns dias para seduzi-lo.

Sei que ela � uma mulher m�,

e ela o destruir�.

A menos...

que n�s a matemos antes que seja tarde.

Voc� enlouqueceu?

N�s n�o sabemos quem ela � e nem de onde veio.

E eu vi nos olhos dela

algo pior que a pr�pria morte.

Algo muito pior.

Pela... pela primeira vez em minha vida estou completamente feliz.

Voc� nunca esteve com outra mulher?

Nunca.

E tinha que ser eu.

Uma estranha.

Isso n�o importa.

Nada mais importa.

- Apenas voc� e eu. - Sim.

Nada mais importa.

� a hora de nossa vingan�a.

Cumpra-se o destino para o qual voc� foi escolhido.

Waldemar deve ser punido

assim que vier a s�tima lua cheia,

quando o ac�nito florescer e a lua brilhar nos c�us,

a grande sombra da escurid�o

ir� cair sobre sua alma

e se prender� a ele em sua maldi��o por toda a ternidade.

Ilona!

Parece que a febre est� saindo.

Voc� nos assustou, Waldemar,

mas felizmente voc� � muito forte.

Breve, voc� estar� totalmente recuperado.

Quando poderei me levantar?

Amanh�.

Mas apenas por um instante, tente n�o se cansar.

Fa�a com que ele tome o rem�dio at� que eu diga o contr�rio.

- Vejo-o em dois dias, at� l�. - At� mais, Doutor.

Como est� ele, Doutor?

- Ele vai melhorar. � muito forte - Dever�amos t�-la matado.

Eu sabia que ela era m� e que o machucaria.

Ainda n�o a encontraram.

Ela deve ter ido para as montanhas.

H� um rumor na aldeia.

Dizem que ele est� enfeiti�ado agora.

E eles podem estar certos.

Vamos, Militza. N�o diga besteira.

O povo � supersticioso. Est�o assustados, � normal.

N�o � confortante ter um assassino por perto.

Mas voc� n�o deveria acreditar em tudo.

N�o esque�a, Doutor, quando tudo isso aconteceu.

Tudo aconteceu na noite de Walpurgis.

Voc� a matou!

- Assassino! - Assassino!

Voc� a matou, Assassino!

Voc�! Voc� � um assassino.

Ela est� morta. Morta!

Sim, ela est� morta. Voc� a matou, voc�!

- Assassino! - Assassino!

- Assassino! - Assassino!

Ela est� morta. Assassino!

Ela est� morta. Assassino!

Assassino! Assassino!

Llona, morta!

Bom dia, senhor.

Bom dia, Bela.

Estou contente em ver que est� melhor.

N�s nos preocup�vamos por sua sa�de.

Estou bem agora.

H� alguns de fora aqui.

De Budapest.

Ele � um engenheiro que veio estudar a regi�o... eu n�o sei,

eles falam sobre minas.

Seu nome � Laszlo Wilowa.

Por acaso, ele tem duas belas filhas.

est�o morando na casa do c�rrego.

Estive l� esta manh�. Eu levei alguns vegetais para eles.

- At� logo, sir. - At� logo, Bela.

Vamos cavalo.

Socorro!

Ajude-me, por favor!

Espere! estou indo.

Tenha cuidado.

� muito escorregadio.

Tenha cuidado.

Muito obrigada.

Sou Kinga. Kinga Wilowa.

E eu sou Waldemar Daninsky.

N�s ouvimos falar de voc�.

� o dono de tudo isso, certo?

Sim, � isso.

N�s falamos com seu administrador quando ele alugou a casa.

Ele disse que voc� estava doente.

Ent�o voc� � a filha do engenheiro.

Sim. Por que n�o vem at� nossa casa?

Eu o apresentarei � minha fam�lia.

Minha esposa � de Olmutz, um vilarejo perto de Sibelunka.

mas apesar dos anos em vivemos em Budapest,

ela ainda tem a caracter�stica forte

e a energia do povo dessa regi�o.

N�o d� ouvidos a ele, Mr. Daninsky.

Sou uma mulher calma e pac�fica.

E espero ser muito feliz aqui, entre a natureza.

Bem, acho que estou sendo inconveniente.

A menos que voc�, Mr. Daninsky, me apresente a algumas pessoas

ou fale comigo algumas vezes.

Por favor, Maria.

Venha me ajudar, temos que cuidar da lavanderia.

Adeus, Mr. Daninsky.

Adeus.

Est� planejando ficar um tempo em Sibelunka?

Meu trabalho complicado.

Tenho que desenhar plantas, analisar o solo.

Isso vai me reter cerca de um ano.

Por acaso, tenho que pegar um material em Bistrita,

e n�o posso encontrar ningu�m para vir comigo.

Os alde�es est�o assustados,

e temem deixar seus lares.

T�m havido alguns eventos inquietantes �ltimamente.

Voc� sabe como o povo �.

A supersti��o n�o desapareceu como na cidade grande.

Sim, sim, sim.

Ouvi falar sobre o assassino que ainda est� por a�.

� muito tarde.

Perdoe-me, mas tenho que ir.

Foi um prazer encontrar voc�.

- Madame. - � um prazer, Mr. Daninsky.

Por favor, volte outra vez.

Eu manderei algu�m com uma carruagem para lev�-lo � Bistrita e pegar seu material.

Obrigado.

Diga adeus �s suas filhas por mim.

A esposa de Costa poderia ter esperado at� amanh� para ir ter com sua tarefa.

N�o gosto disso, atravessar a floresta � noite.

Do que tem medo, Bela? Voc� est� armado!

E se aquele maluco aparecer, estar� em s�rios problemas.

Ent�o relaxe.

Seria muito azar se f�ssemos os �nicos a encontr�-lo.

Pare de resmungar, Bela!

Considere que o Costas precisa de n�s.

Estou certo de que Martha ter� um garoto.

Assim ser� acima de tudo.

� o vento, homem! Venha, vamos.

Meus pais morreram quando eu tinha alguns meses...

e Boris e Militza cuidaram de mim.

N�o acho que a felicidade existe.

Eu amei uma vez na vida, e...

algo terr�vel aconteceu.

Que lugar bonito.

Tenho me refugiado aqui muitas vezes.

Parece que encontrei paz interior.

Ainda venho aqui um bocado.

Voc� � a �nica que conhece este lugar.

� nosso segredo agora.

Aquele louco! Aquele criminoso!

V�o det�-lo?

Esta �rea � �spera e coberta de arbusto cerrado.

H� muitos locais para se esconder, e ele conhece bem a �rea.

Voc� devia ter cuidado.

N�o saia s�, especiamente � noite.

Tenha cuidado.

Oi.

Oi.

Conversando?

Se importam de me juntar a voc�s?

- N�o vou aborrecer. - N�o, n�o de fato.

Sinto por n�o poder acompanh�-las, mas est�o me esperando.

At� logo.

Agora aquele assassino ousa agir nas ruas da aldeia!

E mais ainda, o pior � que ningu�m quer cooperar.

Eles recusam-se a patrulhar.

Est�o escondendo-se em suas casas.

Covardes!

Est� apaixonada, como uma colegial.

E se eu estiver?

Nada.

Poderia ser gentil uma vez

todos sabem quem voc� �.

Se eles soubessem quem � a boa menina da fam�lia.

Maria, por que est� sempre tentando me ofender?

Estou constantemente sendo boa pr� voc�.

Voc� � sempre boa.

Muito gentil.

Todos pensam que � ador�vel e charmosa.

� uma atitude muito esperta para me deixar em segundo lugar.

Est� imaginando coisas.

Todos pensam bem de voc� e te amam.

Todos?

Waldemar tamb�m?

Farei o relat�rio para mandar � Bistrita,

embora n�o adiante muito.

- Waldemar, vejo-o em breve. - Boa sorte.

O que voc� quer?

Trouxeram isto.

� da filha do engenheiro.

Tenha cuidado, Waldemar.

Voc� n�o tem sorte com mulheres. Lembre-se disso.

"Por favor, Waldemar,

"preciso v�-lo urgentemente.

Esperarei esta tarde no lugar de sempre."

Kinga.

Maria!

Por que fingiu ser sua irm�?

Por que...

porque eu sabia que voc� viria com certeza.

Sua mentira quase lhe custa a vida.

O que voc� quer?

Achei que voc� gostaria de estar comigo.

Voc� sabe que sua irm� e eu...

Sim.

Minha irm� "ado�ou" voc� tamb�m.

- Ela � uma... - N�o fale mal de sua irm�.

Ela � sempre mais popular, a favorita.

Ela engana todo mundo com sua do�ura e charme.

Meus pais preferem a ela.

E toda vez que algu�m vem � nossa casa, eles a avisam.

Mas... mas eu tamb�m.

Posso ser doce e am�vel.

Sou t�o mulher quanto ela.

N�o fa�a isto. N�o seria certo.

Militza, n�o sei o que est� havendo comigo.

Tenho pesadelos terr�veis,

e quando acordo, n�o consigo lembrar de nada.

Voc� nunca deveria ter trazido aquela mulher para c�.

Deve estar doente.

N�o. Estou perfeitamente bem.

A cicatriz d�i muito s� quando estou dormindo.

Ontem,

n�o sei se sonhei ou aconteceu de verdade,

mas foi horr�vel.

Do que se lembra?

Encontrei Janos Bileya. Lutamos e ele fugiu sempre.

Ent�o a irm� de Kinga estava esperando por mim.

Ela agiu de modo estranho.

Acho que eu... eu n�o sei.

N�o lembro o que aconteceu!

Aquela garota est� morta.

Mas n�o pode ter sido eu.

N�o seria capaz de mat�-la.

Tenho certeza de que o louco voltar�.

Ele atingiu sua cabe�a e pensou que estivesse morto.

Ela n�o teve a sua sorte e morreu.

Sim.

� poss�vel que isto tenha acontecido.

Em todo caso, n�o fale a ningu�m sobre isso.

Ap�s a morte daquele jovem, isso pode ser perigoso.

Talvez eles n�o acreditem em voc�.

Aquele louco assassino!

Aquela besta!

Matou minha pobre filha.

Quero expressar minhas sinceras condol�ncias pela morte de Maria.

- E eu lhe prometo... - N�o prometa nada, oficial.

N�o, n�o prometa nada.

O fato � que minha filha foi brutalmente assassinada.

Voc� � incapaz de pegar esse assassino

Ele continuar� matando com a maior impunidade.

E entendo sua dor,

mas as coisas aqui s�o muito mais complicadas que na cidade grande.

Estou pr�ticamente s�.

Voc� conhece o povo.

Est�o com medo e � muito dif�cil achar quem queira colaborar.

Tudo bem. Voltarei a Budapest.

Relatarei o que est� havendo aqui!

Ok. V� em frente.

Mas sabe que isto levar� algum tempo.

Estamos no cora��o dos Montes C�rpatos,

isolados de tudo.

Cartas demoram muito a chegar.

H� somente uma dilig�ncia que vai a Bistrita a cada dois meses.

Bem, j� fez a viagem e conhece as dificuldades.

Temos que encontr�-lo. Temos que encontr�-lo!

Ser� muito dif�cil. As montanhas s�o um bom lugar para esconder-se.

Mas n�s o acharemos. Prometo.

E se esse homem...

esse man�aco for mais que um homem?

Aqui h� seres terr�veis e poderosos

que chegam com as trevas.

Eles s�o o mal, e o dem�nio os estimula

e protege.

Irina, por favor.

Como... como pode acreditar numa coisa dessas?

Janos Bileya � um criminoso. Ele � esperto e feroz.

Mas � apenas um homem, como qualquer outro.

N�s o pegaremos, cedo ou tarde.

Isto foi um golpe terr�vel.

N�o sei se estamos aptos a suportar essa trag�dia.

N�o sei.

Kinga, este n�o � um lugar bom. Nunca foi.

Voc� deveria voltar a Budapest. Ser� mais f�cil esquecer l�.

Meu pai n�o vai.

Ele ficar� aqui at� o assassino de Maria ser apanhado.

Est� obcecado.

Eu n�o quero partir agora que encontrei voc�.

Ol�, mam�e. Boa noite.

Kinga, � muito tarde.

Sim. Eu conversava com Waldemar.

O tempo passou.

Voc� n�o deveria sair � noite.

Sinto-me protegida com ele, tranquila.

N�o temo a nada.

Eles n�o acreditam em mim,

mas esse Janos � mais que um homem,

algo muito pior que o pior dos criminosos.

Nasci nessa regi�o, e sei o que pode acontecer.

Sua pobre irm�

foi mnorta por um loup-garou, um lobisomem.

Um lobisomem?

Todos esses crimes ocorreram em noites de lua cheia,

quando o ac�nito floresce.

J� ouvi essas hist�rias antes.

S�o apenas supersti��es.

S�o imortais.

Nada pode mat�-los.

Bem, ouvi dizer que s�o vulner�veis a uma bala de prata.

S� se a arma tiver sido aben�oada...

e for usada por uma mulher

que o ame o bastante para arriscar a vida.

Qualquer mulher apaixonada arriscaria a vida por seu amante.

Filha, voc� est� apaixonada por Waldemar, certo?

Sim.

Tudo bem.

Chega de ensaio por hoje.

Amanh� antes da apresenta��o, ensaiaremos uma vez mais.

E lembrem-se, o povo de Sibelunka

� sempre generoso conosco.

Deus, est� frio.

Vou buscar �gua.

N�o v� muito longe.

Mesmo um homem de alma pura pode vir a ser mau

se o ac�nito florescer e a lua cheia brilhar.

E para prevenir isso,

e evitar que Ingra e sua fam�lia n�o se levantem,

e descansem em paz,

eu convoco os esp�ritos do mal e os rejeito.

Agora estar�o cegos

e a sombra escura da lua cheia n�o os alcan�ar�.

N�o se mova!

Como pode ser isso?

Bestas supersticiosas, voc�s est�o profanando corpos!

Pagar�o por isso!

Estamos fazendo que acreditamos ser o certo.

�s vezes, aqueles que s�o mordidos por um lobisomem

podem voltar de seus t�mulos para contaminar outros.

Como podem acreditar nessas besteiras?

Janos Bileya � apenas um louco assassino.

Lobisomens n�o existem!

Sua ingnor�ncia e falta de cultura s�o monstruosas.

Falarei a Waldemar. N�o acho que ele gostar� de saber disso.

Voc�, senhor, n�o � daqui,

e nunca entender� certas coisas.

Se algo assim acontecer de novo, ser�o punidos duramente.

E n�o esque�am de que neste canto mundo,

Eu represento o governo!

Que coisa esquisita.

Deve ter sido uma ferida muito profunda.

Como aconteceu?

� algo muito triste que eu quero esquecer.

N�o me pergunte nada, por favor.

Janos, o estripador, atacou de novo.

Matou alguns comediantes que vinham sempre a Sibelunka.

O povo diz que � um lobisomem.

Minha m�e diz o mesmo, mas...

N�o posso acreditar nisso.

Waldemar, quero lhe pedir um favor.

Vai ao ref�gio na montanha esta tarde?

Militza, como sabe?

Voc� sempre brincava ali quando crian�a.

Sei que v� aquela mulher ali agora.

N�o se preocupe comigo.

Kinga � boa.

� por qu� eu quero que retorne � casa antes do anoitecer.

O que voc� sabe, Militza?

O que est� escondendo de mim?

Voc� � como um filho para mim.

N�o estou escondendo nada que voc� j� n�o saiba.

N�o gosto de voc� vagueando por a� � noite

com todos esses crimes que est�o acontecendo.

Est� ficando tarde. Dever�amos ir.

Espere um minuto.

Waldemar...

Vou ter um beb�.

� tarde. Corra.

Sabem que estou com voc�.

N�o dir�o nada se eu ficar uns minutos a mais.

- Vamos. Fuja! - Mas...

Fuja!

V� para casa!

V�!

- Kinga, � voc�? - Sim, mam�e.

Dev�amos ir para longe daqui.

Este � um lugar maldito.

N�s j� tivemos uma trag�dia, e eu estou com medo.

N�o. N�o partiremos at� pegarem o assassino de minha filha.

Eu vou... eu mesmo o matarei, com minhas pr�prias m�os.

Escutem.

H� algu�m l� fora.

- Talvez seja aquele bastardo. - Papai, n�o v�!

- N�o v�! - Laszlo! Meu Deus!

- Mam�e! - Por favor n�o saia.

- N�o saia. - Mam�e.

Roulka, d� uma boa olhada nisso.

Sim, estas marcas s�o de algum animal selvagem.

Com garras.

N�o h� animais assim aqui.

Sabe que marcas s�o essas.

O que acha agora?

Militza.

Voc� sabia.

- Voc� sabia. - Eu soube desde o in�cio.

Por qu�? Por qu� algo t�o terr�vel assim aconteceu comigo?

Llona. Aquela bruxa maldita.

Ela transferiu a maldi��o para voc�.

Eu tenho algo que eu nunca quis que voc� visse.

� um velho documento

que fala sobre os Daninskys

e a puni��o que sofreriam algum dia.

E a profecia que voc� garrega...

Waldemar.

H� uma cura?

Sim.

� a �nica agora.

Mas s� agora.

Eu sei disso.

Waldemar...

Militza veio me ver e contou-me o que aconteceu a voc�.

Voc� deve me odiar agora.

Eu matei sua irm� e seu pai.

Mas n�o foi sua culpa.

N�o h� nada que possa fazer com a maldi��o.

Eu lhe salvarei.

Sei que sou a �nica que pode fazer isso.

Eu renunciarei ao seu amor e � sua presen�a

assim voc� pode ent�o descansar.

M�e, voc� quer jantar?

cara crian�a, a lua cheia voltar� amanh�,

e eu sei que algo acontecer� de novo.

N�o esque�a...

que eu desejo ser enterrada

junto de seu pai e sua irm�.

N�o esque�a.

- � minha bola! - Devolva para mim!

Devolva isso!

Bem, acho que n�o h� d�vida.

Janos est� morto h� muito tempo.

Algu�m deve t�-lo ferido e ele veio at� aqui para morrer.

Ent�o ele n�o pode ter cometido todos esses crimes.

Ent�o...

ele n�o � o lobisomem. N�o � ele.

Quem quer que seja, est� vivo.

E ele est� entre n�s.

Waldemar foi ferido na noite de Walpurgis.

Aquela mulher...

ela era uma bruxa, tenho certeza!

N�s todos temos.

Ela passou a maldi��o para ele. Foi ela!

Ele, Waldemar, � o assassino.

Sim. Haver� lua cheia esta noite.

N�s iremos ao castelo e o acharemos.

Espero que venham comigo...

e desta vez voc�s est�o bravos.

Se � Waldemar e n�s n�o o matarmos,

suas crian�as e esposas continuar�o a morrer.

E cedo ou tarde todos n�s morremos.

Todos n�s!

Boris.

Voc� sabia.

Voc� sabia!

- E voc� o protegeu! - Eu n�o sabia, eu juro.

- Juro que fazia id�ia. - Pare com isso!

Agarrem-no!

Vamos para o castelo. Vamos matar o monstro!

Tragam toda a prata que houver para a forja.

vamos!

Pobre Militza.

Que noite.

N�o dever�amos ter matado a velha.

Ele mereceu isso, por criar aquele monstro.

- temos que encontr�-lo. - Os c�es o achar�o.

O que foi isso?

Sim, sim, acho que sim.

N�o!

N�o! N�o!

Vamos. est� ficando tarde.

FIM

Tradu��o: CAYMAN [Da Este Strigoi]

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