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Original subtitles

- Piedade. - Padre Gabriel...

n�o retornou para a ora��o matinal.

Anteriormente em Barkskins...

Um homem inteligente colocaria Sr. Cooke para correr de Wobik.

Coloque ordem nas coisas antes que elas apertem sua cabe�a.

Eu exer�o o poder da coroa.

Confesse seu dedo no assassinato do dono da pens�o.

Leve o garoto para a mata. Ele n�o deve retornar.

Voc� n�o pode voltar para Wobik. Estou lhe dando uma chance.

Sr. Elisha Cooke, em Wobik, disse que ele e Randall Cross

planejaram incitar os Iroqueses contra colonos franceses.

Sr. Cooke � familiarizado com a Companhia Hudson Bay.

A ordem era enfraquecer o poder franc�s.

Cooke n�o � nosso �nico agente na regi�o.

Bill Selby tamb�m.

- Voc� tem governanta? - Ela deve te testar e te xingar.

Ent�o voc� ir� coloc�-la no lugar dela.

Voc� precisar� de um homem, Mathilde.

- Melhor que veja isso agora. - N�o!

Eu n�o preciso de um homem.

N�s, garotas, conseguiremos.

Que Deus tenha piedade.

BARKSKINS | S01E05 "LEITE DE MANTEIGA" (08.06.20)

Renardette?

Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�

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Renardette?

Renardette!

Renardette!

N�o tenha medo.

N�o h� nada com que se preocupar.

N�o h� nada com que se preocupar.

Estou com voc�.

Segura?

Voc� se cortou?

Sim.

Onde passou a noite? Tentou voltar para sua casa?

Estava procurando sua fam�lia?

N�o. Eles morreram.

Por minha causa.

Eu sou marcada pelo dem�nio.

Voc� n�o tem culpa pelos infort�nios de sua fam�lia.

- Por que voc� n�o tem medo? - Medo?

Do qu�?

De mim.

� preciso mais que uma raposinha para me abalar, minha querida.

Farei uma cama l� em cima para voc� junto a mim.

Embaixo da janela.

Gostaria disso?

Sim.

H� homens por aqui que querem te fazer mal.

Mas, agora, sua casa � aqui.

Eu te manterei segura.

Sr. Sel!

N�o me abandone agora, Louise.

Vou me erguer de novo para estar nas expectativas que tem de mim.

Gostaria de um pouco de �gua? Posso pegar.

N�o. Eu tenho...

Eu tenho outra necessidade.

Antes que minha vista amarele...

Poderia olhar para outro lado, pelo menos?

Estou com dificuldade de come�ar.

Perdoe-me.

Terminei.

O que far� depois?

Tomar um banho.

Uma refei��o adequada e uma x�cara de ch�.

E depois vou descobrir a identidade do meu traidor.

Bom dia, Mathilde.

O que � isto?

Voc� tem alguma coisa para me dizer?

Voc� � um ingl�s pobre coitado.

O que sua esposa Louise diria?

Sou um homem com falhas, Mathilde,

como todos n�s somos.

Diga o que quer.

Gostaria de salsicha?

O leite de manteiga foi o bastante, Mathilde.

O que voc� quer dizer?

N�o te tomo como respons�vel pelo assassinato do meu marido.

Gus era dono das pr�prias decis�es.

Contudo, tenho certeza que h� um limite a ser tra�ado

j� que voc� era o chefe dele.

Mas qual sentido faria tra�ar um limite agora?

Como isso me beneficiaria?

O trato foi cumprido.

Estou vi�va.

O que est� pedindo?

Sei que voc� gostaria de falar com a garota

que acharam perto do rio.

N�o tenho esse desejo.

O Intendente De Fer est� vindo de Quebec.

Os ocorridos no rio ser�o de muito interesse

para o Intendente. Sabe...

eu sei de muitas coisas, Sr. Cooke.

- Isso est� bem �bvio, Mathilde. - Ent�o, n�o me tome como trouxa.

Queria achar a garota, pois ela deve ter visto algo

que voc� n�o queria que fosse denunciado.

Permane�o alegremente ignorante do que voc� fala.

A gema est� dura.

Ela vai prender na sua garganta.

Sr. Duquet aceitar� o ovo.

Por que n�o pergunta ao Sr. Cooke o que voc� quer?

Esta criatura fala por voc�?

Sim. Nesse assunto, ele fala.

Muito bem.

A garota veio a mim.

Ela � uma coitada destru�da. Eu a acolhi

e gostaria de saber que ela pode andar em seguran�a em Wobik.

Sugere que eu feriria uma crian�a?

N�o sugiro o que est� no cora��o de nenhum homem, Sr. Cooke.

Principalmente, um como voc�.

Creio que a garota foi enviada para mim.

Um pequeno conforto dos C�us durante meu tempo de luto.

Com certeza, voc� conhece o lago negro do luto.

Conhe�o.

J� nadei nas profundezas geladas dele uma certa vez.

N�o nadarei uma terceira vez.

D�-me sua palavra de que a garota ficar� em seguran�a.

Ela n�o viu nada. Tenho certeza disso.

Sim.

Dou-lhe minha palavra. Sr. Duquet � minha testemunha.

Nenhum mal a atingir�.

Voc� � Mari.

A governanta.

Ele me falou sobre voc�.

Parece que algumas criaturas precisam voltar para o selvagem.

Sr. Trepagny as esmaga com o bast�o � noite

e elas sabem ficar distante da nossa cama.

Ele tem dom�nio sobre tudo.

Como esposa dele, preciso que voc� sirva minhas necessidades.

Ajudar-me a cuidar da casa para que eu melhore a propriedade

e fa�a-a prosperar para que nossos filhos

possam aproveitar a recompensa dessa terra.

- Voc� n�o ter� filho dele. - Eu sou a senhora da casa.

Eu conduzo o homem.

Daqui a um tempo, vou conduzi-lo de qualquer forma que eu quiser

para renovar

e jogar antigos h�bitos de volta para a floresta

de onde eles pertencem.

Meu querido marido chegou!

Estava procurando Sel e encontrei uma coisa, Mari.

Isto...

parece ter fugido do meu santu�rio.

O que voc� sabe sobre isso?

Nada.

E Sr. Sel?

Ele tamb�m foi embora.

Fico distante por um dia e minha Doma cai em desordem.

- Voc� n�o viu nada mesmo? - Como governanta...

deveria estar ciente das idas e vindas da propriedade.

Um cachorro faria melhor.

Talvez voc� possa descobrir o que houve com Sr. Sel.

Vou conversar sozinho com Melissande.

Saia.

Agora vejo o acordo que voc� tinha inten��o.

Eu n�o tinha essas inten��es, minha querida.

S� quero fazer belas coisas nessa Doma

e voc� ser� minha parceira nisso. E, como minha parceira...

aprender� a deixar para tr�s minhas v�rias falhas

e eu deixarei para tr�s as suas...

defici�ncias, que tenho certeza que s�o poucas.

Voc� sabia que atravessei um oceano

e entrei numa floresta intermin�vel

para que pudesse achar o homem certo

para presentear minha virgindade?

- Isso n�o � algo qualquer. - H� liga��es mais profundas

nas quais devemos trabalhar.

A liga��o de dois se tornando um.

N�o haver� mais liga��o nem mais cama

at� que me diga a verdade.

Eu a dei uma vez. Talvez eu nunca mais fa�a isso.

Qual verdade � essa? H� tantas por a�.

Colha uma para mim e eu contarei.

Mari!

- Sim. - Voc� se deitou com ela?

O que voc� queria que eu fizesse?

Deu a ela um filho.

- Ela lhe disse isso? - Ningu�m precisa me dizer nada.

Eu tenho olhos, tenho c�rebro.

Eles saber�o quando voc� visitar a cabana dela

e quando n�o visitar.

N�s teremos uma cerim�nia de casamento de verdade.

Terei um vestido especial. Haver� dan�a.

Sim, claro.

Teremos uma cerim�nia maravilhosa.

Agora estou tendo muitas ideias de como melhorar a Doma.

Voc� falou a verdade sobre a beleza dela

- mas ela precisa ser domesticada. - Nem tudo...

se dobrar� a voc�, Melissande. Essa � minha Doma.

e, como mestre dela, avan�arei com vigor e autoridade.

Pode avan�ar da forma que quiser, com o vigor que tiver...

mas visite a cabana da Mari por sua conta e risco.

Voc� entende que n�o ter� outra "filha do rei"?

Entendo.

Esse � seu desejo, crian�a?

Sim.

Perguntei a Delphine.

Sim.

N�o conseguimos nos tornar um casal adequado.

Intendente De Fer!

Bem-vindo a Wobik!

Ver� que tudo foi posto em ordem desde o desconforto recente.

Todos n�s estamos cientes dos problemas, Capt. Bouchard.

E meu objetivo � chegar �s ra�zes deles

- e fazer com que n�o transbordem. - E que o feudo do Intendente

n�o caia para os ingleses ou para os selvagens.

O desconforto foi contido.

Eu fui atacado por um pequeno selvagem.

O que est� fazendo, Ratahs�nthos?

A velha hist�ria do Chefe Tr�s �rvores.

Ela � boa.

Maldito selvagem.

Foi um bom dia para todos n�s quando ele foi para o al�m.

O que voc� quer?

Eu soube dos seus problemas, ent�o pensei

em fazer uma viagem...

para ver de perto.

O que � aquilo?

- Vejo que pegou um franc�s vivo. - Por favor, ajude-me.

Est� tudo bem, amigo. Ratahs�nthos...

geralmente � r�pido na parte de matar.

- Voc� � de Wobik? - Eu sou do Sr. Trepagny.

Ele vir� me buscar.

Louco miser�vel.

Talvez ele mande um p�ssaro canoro.

Se voc� sair daqui vivo, pode dizer a ele

que Gay Bill disse...

"bom dia"?

Voc� precisa me ajudar.

Eu quero que um coro de anjos

cante enquanto voc� entra na escurid�o.

O franc�s em Wobik

amarrou meu irm�o na �rvore por dias.

Seu irm�o...

se meteu com gente errada, pelo que eu soube.

Vou lhe pergunta de novo:

Por que est� aqui?

Seu pai me enviou para ver como voc� est�.

Diga ao meu pai

que mandarei uma mensagem aos franceses.

Por favor! Ele � um homem de Deus!

Tenha piedade dele!

Eu venho aqui...

para sussurrar ao meu Deus.

Ent�o, voc� louva um peda�o de madeira?

Quantas vezes voc� se ajoelhou

perante a Virgem Maria?

- Muitas vezes. - E o que � a Virgem Maria

sen�o uma madeira esculpida de uma mulher com tinta?

Ela � um s�mbolo.

Assim como isto aqui.

Ele � uma alma dividida.

Duas metades separadas e depois se unem

mas o abismo...

permanece, est� vendo?

Eu vejo uma...

madeira podre?

Sim, isso tamb�m � verdade.

Sempre se deve enxergar o outro.

Para mim, esse � um lugar onde um homem

pode encontrar sua orienta��o e um pouco de sil�ncio.

Eu vi e ouvi muitas coisas aqui.

Que bom.

Ent�o...

posso ver o resto da casa?

Sim, claro.

Elisha Cooke, um ingl�s.

Apesar de casado com uma francesa.

Estou ciente do Sr. Cooke.

- Sr. De Fer. - Voc� n�o tem direito

de falar com o Intendente. Sr. De Fer...

o Sr. Cooke recrutou Iroqueses para fazer...

o massacre sangrento dele.

- O que tem a dizer, Sr. Cooke? - Foram funcion�rios problem�ticos

se houver culpa a ser jogada.

Tem um tal de Henri Marth. Ele ainda est� � solta.

Ele � fugitivo, senhor.

Eu n�o sei o que houve perto do rio

mas, pelo sangue dos santos, foi o capit�o aqui

que pendurou os corpos dos Iroqueses.

E aqueles corpos ser�o respondidos...

- Cale-se, ingl�s! - Isso � verdade?

Sim.

Sr. Cooke diz a verdade.

Foi Capt. Bouchard que colocou os Iroqueses � mostra.

E agora, Sua Emin�ncia, os Iroqueses raptaram

um dos nossos irm�os de nossa miss�o, Padre Gabriel.

Padre Gabriel era indiferente aos votos deles.

N�o sabemos se ele caiu no rio ou se afogou

mais do que sei para culpar fantasmas Iroqueses.

H� uma forma de saber.

Uma conversa com os Iroqueses.

E como prop�e que fa�amos isso, Padre?

Claude Trepagny.

O feudo dele faz fronteira com a vila dos Hur�es.

Ele � ouvido pelos anci�es. Se houver Iroqueses na regi�o,

eles saber�o.

Melhor suplicar a eles e impedir mais sangue derramado.

Iroqueses s�o muitos para serem combatidos com sabres.

- V� ver Trepagny. - N�o � uma estrat�gica s�bia

Sua Emin�ncia. Eu vi o que eles fizeram.

Aqueles Iroqueses estavam mortos quando eu e meus homens chegamos.

Achei melhor que os corpos servissem de alerta aos outros.

Voc� ir� implorar a eles com Sr. Trepagny, Capt. Bouchard.

- Como quiser. - N�o deixaremos que Padre Gabriel

seja feito de m�rtir.

- Encontre Trepagny. - E se ele se recusar?

Lembre a ele da d�vida que possui com o Intendente.

Pode libertar o Sr. Cooke.

A d�vida dele est� paga, por enquanto.

Obrigado.

Eu permane�o...

um servo leal para Wobik.

Voc� � leal � moeda e com�rcio que meu feudo prov�.

Estou quase te colocando em um barco rio abaixo

para que arranhe e manche seus colegas ingleses.

N�o tramei nada.

Eu lhe dou minha palavra.

Sua palavra vale merda, Cooke.

Saia daqui.

Voc� ir� me acompanhar nessa tola miss�o, Padre.

- O que foi? - Minhas botas novas.

Est�o me dando bolhas. Preciso de uma pausa.

Precisamos ser discretos em Wobik.

Voc� n�o deve sair perguntando de qualquer maneira.

Terei respostas sobre Randall.

Cross est� morto. Essa � sua resposta, Hamish.

Minha irm� precisar� de provas.

- Ela gosta de detalhes. - Ele morreu como her�i.

- Isso que dir� a ela. - Ela n�o se esquecer� de Randall.

N�o, at� ela ter um t�mulo onde possa se enlutar.

Eu me arrependo dessa compra.

Elas cair�o bem e ficar� grato quando nevar em Wobik.

N�o. Iremos embora antes disso.

Voc� ouviu o capit�o. Temos que convocar Sr. Cooke

e avan�ar na linha de com�rcio da Companhia.

Ele ordenou que armemos os Iroqueses.

Nada de bom sair� disso.

Tornei a ganhar total posse de minhas faculdades.

Estou vendo.

Demonstrou coragem diante das tentativas fajutas

- de tirar suas propriedades. - Eu estou exposto.

N�o. A libera��o de suas necessidades na pra�a

mal foi observada por algu�m, muito menos por mim.

N�o falo da minha merda e mijo. Estou falando de minha posi��o.

Meu nome e o que ele significa dentro desses muros.

O Intendente pode me tirar a tanoaria e me jogar na floresta.

Irei para pens�o e descobrir as inten��es do Intendente De Fer.

N�o vai. Voc� ficar� quieto...

e baixar sua vaidade.

Irei capitanear o conserto da minha reputa��o.

Precisamos fazer algo com rela��o as suas roupas.

Claro. Eu vou arrum�-las...

N�o h� como arrumar esses trapos. Precisa de novas.

Colete certo deixa apresent�vel e d� vantagem em todas as coisas.

Eu gostaria de uma vantagem.

- Essa barba � o m�ximo que tem? - � tudo que j� veio de desleixo.

Isso n�o � barba.

Minha barba consegue sentir as inten��es de outro homem.

Ela tem b�rbulas que entram nas mentes dos outros.

- � uma barba poderosa, senhor. - Sua barba � uma l�stima.

N�o protege nada, al�m fraqueza e decep��o.

- Sim, senhor. - Agora, deixe-me...

que quero falar com minha esposa.

Rezo para que ela n�o veja esse dia

e pense em mim em uma situa��o melhor.

N�o pode ser t�o ruim assim.

Mostre-me. Vamos, crian�a.

- Aconteceu aos 13 anos. - N�o precisa continuar.

Eu preciso contar.

Toda feiura disso.

Por favor.

Conte, ent�o.

Quando eu era crian�a

atra� os olhares de um lenhador.

Ele morava numa cabana � beira da floresta.

Ele era bom comigo.

E, um dia, ele me seguiu nas lavandas.

Ele me agarrou.

Segurou-me no ch�o...

disse que me amava.

Eu chutava e gritava.

Eu mantive minha virtude.

Mas ele colocou a faca dele em meu est�mago

e fez a marca dele.

A mesma marca que estava nas madeiras dele.

E disse que todo mundo saberia que eu era dele.

Mas eu n�o me lembro...

N�o me lembro de mais nada...

exceto do meu cora��o em minha garganta

e meus p�s batendo no ch�o, correndo o mais r�pido que pude.

E por isso que vim para c�. Para recome�ar.

Para ser m�e nessa nova terra.

Para ser perdoada.

Para achar um homem que entenderia

que me amaria e seria meu marido.

Pierre Gasquet n�o � esse homem.

Ele contar� � cidade e vai acontecer como na Fran�a.

Ele n�o contar�.

Eu falarei com ele.

Enquanto isso...

voc� precisa encontrar seu lugar, Delphine.

Aqui?

Os votos n�o s�o para voc�, querida.

Um trabalho bom e simples ir� te encontrar.

Mari.

- Mari. - Eu procurei...

e nenhum sinal de Rene Sel. Procure voc�!

- Estou farta de ser mandada! - Ele n�o � do tipo

que foge da servid�o dele. Talvez eu o calculei mal.

- Voc� me calculou mal tamb�m. - Melhor falarmos disso agora

extrair a erup��o de ci�mes e chegarmos a um acordo

- que sirva para todos n�s. - N�o haver� acordo.

Com o tempo, precisa haver.

Voc� trouxe sua nova crian�a para nossa Doma.

Vou embora desse lugar.

- Vai para onde? - A Wobik, aos Hur�es. N�o sei.

E fazer o qu�?

Antes de vir para c�, n�o era aceita em lugar algum.

N�o d� um passo para fora de minha Doma

a menos que queira sentir a tristeza que j� sofreu

antes de eu te acolher, colocar roupas em suas costas

dividir minha Doma com voc� e lhe emprestar a semente

que originou meu filho.

Voc� est� nesse lugar por minha causa.

- Nunca se esque�a disso. - Ele � nosso filho.

Sim. E, pelo jeito, o �nico...

que voc� pode trazer a este mundo para mim.

E Theo puxar� seu cora��o selvagem

e voltar� de mansinho � floresta na primeira chance que ele tiver.

Sua noiva crian�a tamb�m n�o ter� nenhum filho seu.

Bom dia, Sr. Trepagny!

Capit�o, se veio deixar alguma paz em Doma,

voc� chegou no momento crucial.

Est� tudo em desordem.

N�o � isso, posso lhe assegurar.

Precisamos de sua ajuda, Sr. Trepagny.

Os Iroqueses levaram o Padre Gabriel.

E como isso � meu problema?

Sim. Eu vi a �rvore dos �ndios mortos.

Eu sabia que a conta chegaria para Wobik.

� a �nica forma de lidar com os selvagens.

Ent�o, por que precisa de mim?

V� em frente, massacre e se esconda em suas muralhas

mas n�o me ordene em sua tola miss�o.

N�o ligo com o que acontece em Wobik.

E o Padre Gabriel?

Outro m�rtir.

O custo de coletar almas, suponho.

Rezarei por ele, Padre. Eu tenho meus problemas.

H� o assunto de uma cerim�nia

para minha nova linda noiva, Melissande...

e meu homem, Rene Sel, abriu fuga

quando eu estava na cidade assegurando minha nova noiva.

Talvez deu tarefa demais a ele. Essa Doma parece devorar homens.

Ele n�o � o tipo de homem que foge do trabalho.

O pr�prio Intendente De Fer pediu para que voc� fale com os Hur�es

para saber onde est�o os Iroqueses.

N�o!

Ele pediu para trazer o assunto de uma d�vida sua com ele.

- A d�vida de sua Doma. - Sim, a d�vida.

Aquele sap�o tem um talento

de transformar tudo em d�vida.

Vai nos ajudar ou n�o?

Vou lev�-los ao acampamento dos Hur�es sem promessas

e esse ser� o fim do meu servi�o.

Obrigado.

Certo. Seremos r�pidos.

Preciso voltar para deixar meus assuntos

em algo que pare�a estar em ordem.

Estaremos seguras em sua aus�ncia?

Sim, claro, minha querida.

Se os Iroqueses vierem, como iremos nos defender?

Deixarei um dos meus homens para cuidar de voc�, senhorita.

Pegarei minha arma e sairemos.

Se matar aquele padre

voc� ir� ati�ar os franceses.

Eles reunir�o soldados e os mandar�o contra seu pai.

- Ele ser� capturado. - Eu n�o sou meu pai.

S� quero que conhe�a a mecha antes de acender uma fa�sca nela.

Nunca fiz mal ao seu povo.

Jamais poderia.

Voc� nem � respons�vel por mim.

Por favor!

O padre � um servo.

Ele � um servo de Deus.

E isso n�o importa para voc�.

Ent�o, voc� n�o importa para mim.

Precisamos seguir ordens, Hamish.

Pediu-me para ir a Wobik para ajudar a achar seu cunhado.

N�s dois fizemos juramento a Companhia Hudson Bay.

Fiz isso porque lhe devo uma vida.

N�o vejo dessa forma.

Voc� salvou minha vida, Hamish. Agora, a d�vida est� paga.

Agora, temos ordens do nosso empregador.

A Companhia � cuidadosa.

Vestes simples e fala mansa. Essa � a for�a dela.

Ela n�o age apenas com brutalidade.

Parece que trabalhamos para empresas diferentes.

N�o vou trabalhar com Cooke.

Far� o que a Companhia mandar, assim como eu.

N�o vou me sujar em acordos com Cooke.

� o filho do Lafarge.

Devemos lev�-lo para cidade.

Como parecer� para os franceses? O mesmo que contou a hist�ria

sobre o pai do garoto sendo morto por um gigante queimado?

Vamos encontrar uma boa �rvore e enterr�-lo sob ela.

Voc� fez um trabalho incr�vel com Renardette.

Agora, a pens�o � a casa dela, n�o �, Renardette?

E o casamento da Srta. Langois com Pierre Gasquet?

N�o saiu como imagin�vamos.

- Estou vendo. - Eu esperava...

que possa haver um lugar para ela aqui na pens�o.

� verdade.

Preciso de ajuda desde a morte do Francis.

Delphine far� por merecer.

Delphine, venha c�, crian�a.

H� excesso de homens vagando em Wobik.

Tenho certeza que logo haver� longa fila de clientes na pens�o.

Ser� bom para os neg�cios.

Delphine, voc� quer trabalhar para mim?

Sim. Eu ficaria grata pela oportunidade.

�timo. Come�aremos agora mesmo.

H� um ganso para ser depenado e p�o para se fazer.

Venha. Eu lhe mostro.

Por enquanto, isso vai servir.

Nunca tive um colete assim.

Deve vesti-lo como se tivesse muitas coisas finas assim.

Endireite suas costas para olhar nos olhos dos homens

at� eles cederem. Puxe sua voz de suas bolas

e dizer cada palavra com confian�a.

Deixe-os pensarem que cada aperto de m�o � um pacto sagrado

que voc� � um homem que possui justi�a at� o �mago.

- Um negociador justo. - Eu tentarei.

Voc� prosperar� com um pouco mais que palavras e aperto de m�o.

Eu n�o sirvo para trabalho duro.

N�o. Isso � compet�ncia de homem da classe mais baixa.

O tipo de homem que essa cidade recebe com abund�ncia.

Onde voc� e eu temos vantagem desleal.

Somos falc�es...

em um cercado de coelhos.

N�o se esque�a disso.

N�o irei.

Garanto que lhe pagarei pelo colete.

A �nica despesa que voc� me deve

� lealdade...

que, ao atrair minha confian�a, voc� n�o questionar�

o que lhe for pedido.

Sim, senhor.

�timo.

Ent�o, ache Randall Cross, se ele puder ser achado.

Ele tem algo que me pertence.

Ele trabalhava para a Companhia Hudson's Bay.

Isso mesmo.

Estou indo mostrar ao Intendente De Fer

que permane�o, impiedosamente, em servid�o aos coelhos de Wobik.

Senhor, guarde este jovem.

Perdoe-o por suas transgress�es

e receba-o em Sua boa gra�a.

Jovem, voc� foi uma inconveni�ncia em vida

e, hoje, mais uma vez, nos fez perder tempo.

N�o acenderemos fogo para voc�

mas que a luz dos seus ancestrais te guie de volta a eles.

Caminhe firme e bem na estrada �queles que aguardam seu retorno

de volta a esp�rito.

Acabamos com as palavras?

Nisso aqui, sim.

Creio que meu cunhado ainda esteja vivo.

N�o posso deixar isso de lado assim, Yvon.

Mas precisa. Cross estando vivo ou morto,

n�o importa mais. Voc� trabalha para Companhia.

N�o, se isso me unir com gente como Cooke.

H� homens ainda piores que conheceremos

que trabalham na Companhia.

Meu querido amigo!

Seu homem n�o est� aqui, Trepagny.

Ele est� com os Iroqueses. Provavelmente, morto.

- O padre gordo tamb�m. - Voc� tem certeza?

Ele n�o tinha assuntos com Iroqueses, e nem o contr�rio.

Sempre fui um amigo para voc�.

Assim tem sido.

Pode nos ajudar a recuperar nossos homens?

N�o sou eu que tomo essa decis�o.

Ent�o, leve-me a ela.

Reze para que meu tato com as mulheres

n�o me abandonou para sempre.

N�o.

O padre e seu homem j� devem estar mortos.

S� pe�o uma escolta para nos mostrar onde eles est�o.

Uma escolta para homens mortos?

Meu grande temor � que ainda estejam vivos.

E eu deveria arriscar meus guerreiros?

Os Iroqueses far�o o que bem entenderem.

E n�o h� nenhum benef�cio nisso para eles nem para n�s.

Eu sempre mantive minha promessa, por anos.

Voc� me protege deles e eu te protejo de Wobik.

O neg�cio tem sido bom para voc�.

Os Iroqueses n�o ir�o parar...

em um padre e um homem em servid�o.

Humildemente, pe�o seu aux�lio para recuperar inocentes

da afli��o da tortura b�rbara ou, se eles morreram...

que eu possa coloc�-los em um t�mulo adequado.

Voc� faria o mesmo.

Delphine.

Est� bom?

O brandy est� excelente.

� conhaque.

De Charente para nossos convidados mais estimados.

Homens da Hudson's Bay. O que eles bebem?

Eles bebem o que dou a eles. Mas, fazendo justi�a,

eles salvaram Renardette dos selvagens.

A Coroa tolera ingleses

que sabem o lugar deles.

Sou �tima em manter homens em seus lugares.

N�o me teste, Intendente.

Boa noite, Intendente.

Posso me sentar com voc� para que possa me ouvir?

Muito bem.

N�o pense que somos iguais, Sr. Cooke.

Claro que n�o. S� quero...

expor alguns interesses em comum que temos.

- Ningu�m est� acima de puni��o. - � verdade.

Poder�amos t�-lo deixado al�m dos muros

- para negociar com os selvagens. - Se fizessem isso...

Wobik ficaria mais pobre. � a pura verdade.

O que tamb�m � verdade � que voc� � um mercador cruel.

Meus barris...

e os com�rcios que eles geram, constru�ram Wobik.

Voc� n�o tem prosperado nem um pouco?

Claro que tenho prosperado.

Assim como voc� pode.

Vamos comer...

enquanto contemplo sua utilidade.

Ele era pequeno, enquanto eles iam.

Pulou em minhas costas, me cortou.

Ele sumiu antes de eu dar por mim.

Foi uma cilada suja.

Mas agora vejo o mundo mais claramente.

Pode falar o quanto quiser aqui dentro

mas manter� suas m�os quietas.

Renardette, mais copos.

Boa noite.

Sr. Goames.

Quais os resultados da sua reuni�o?

Ficaremos aqui por mais tempo.

Aquela torta de ameixa o pegou de jeito.

- Que bajula��o, Sr. Goames. - � verdade.

Gostei muito dela, Mathilde.

Senhor?

Deseja uma bebida? Ou talvez o prato da noite:

Galinha.

Senhor?

Sr. Cross!

Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�

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