All language subtitles for Sergio Bizzio - Animalada (2001).PTBR

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

P�LO SUL

Caramba, que curioso...

Tamara Albertis outra vez com a mesma gargantilha...

e creio que tamb�m com o mesmo vestido.

"A mulher � uma amotinada ativa completa."

"Mas h� algo mais."

"As f�bulas, as cr�nicas e os relatos a descrevem como furiosa,"

"cruel e sanguin�ria."

Ponhamos as coisas em seu lugar, Alberto...

Tudo isso foi escrito por homens, n�o?!

"O sangue derramado a cada lua � inimigo do homem,"

"s�mbolo de mancha e impureza do corpo feminino,"

"e impede a esta, regularmente, o acesso ao ventre desejado."

N�o entendo.

N�o deveria me afastar da revista e dedicar-me

inteiramente � pintura?

Pode fazer as duas coisas, Natalie, como sempre.

Que boa esta foto de Yuyo Taylor!

Pr�ncipe Felipe est� muito bem!

O que foi?

Nada. Uma ovelha.

Alberto.

- Alberto! - Perd�o!

Voc� sentou em cima do livro!

Bem, acho que vou dormir.

Voc� vem?

V� indo, j� vou.

Alberto!

TRANSPORTES

- Bom dia, patr�o. - Bom dia, Miranda.

Com licen�a.

Miranda!

Essa ovelha... separe para mim.

Como disse?

Que me separe essa ovelha.

O que fazia esta noite fora do curral?

Miranda, quero ela no galp�o.

Querida, eu sou a diretora!

Se eles saem em todos os n�meros

� porque s�o os melhores.

E enquanto forem os melhores...

e enquanto o p�blico pense que s�o os melhores, v�o seguir saindo.

Est� bem?! Estamos de acordo?!

� incr�vel!

N�o podem fazer nada sozinhas!

Alberto.

N�o me disse nada, n�o sabe que dia � hoje?

Sim, ter�a-feira.

O que h� com voc�?

- Nada, por que? - Voc� est� estranh�ssimo!

Na noite passada n�o pregou o olho.

Agora est� sentado aqui, toda a manh�, olhando...

H� algum problema?

N�o, n�o h� nada, Natalie. Estou descansando os olhos.

Voc� vai pintar?

Alberto, hoje � nosso anivers�rio!

N�o me diga...

Hoje completamos 29 anos de casados!

Esqueci!

Felicidades, querido!

Oh, abotoaduras!

Obrigado, Natalie. Muito obrigado.

De nada, querido.

E perd�o. N�o sei o que h� comigo, n�o sei onde anda minha cabe�a.

� a primeira vez em 29 anos que esque�o desta data.

N�o sei, pensei que poder�amos ir esta tarde � cidade...

Faz tempo que n�o vamos.

Pod�amos tomar um chazinho ao sol, fazer umas compras...

como quando �ramos jovens...

e est�vamos cheios de sonhos...

Lembra de nossos sonhos? As pessoas comuns

se inclinavam ao ver-nos passar.

O que acha do programa?

Adorei!

�timo!

APRENDER A DESENHAR COM O LADO DIREITO DO C�REBRO

BETTY EDWARDS

PARA GAST�N E PAOLA PINTEI ESTE AUTO-RETRATO COM

TODO O CARINHO EM 1999. NATALIE.

Que cheiro � este?

Sim, adorei.

O que disse?

O quadro, � o melhor que j� fez, Natalie.

Obrigada, querido, mas estava lhe dizendo outra coisa.

Lavou as m�os?

Em que esteve tocando? Est� com um cheiro esquisito.

Acabo de tomar banho.

De qualquer maneira esse cheiro vem de voc�.

Voc� n�o teria chegado ao descaramento de...

Como pode pensar algo assim, Natalie?

Nunca o fiz.

N�o iria fazer hoje, justamente no dia de nosso anivers�rio.

Muito menos na cama.

Por favor, Natalie!

E ent�o?

N�o sei.

Talvez meu metabolismo esteja mudando.

Seu metabolismo?

Boa noite, meu amor.

Boa noite. Durma bem, Natalie.

O que voc� tem?

O que voc� tem?

O que fez comigo?

Deus, o que estou dizendo?!

Deus!

Alberto!

J� tomou o caf� da manh�?

- Bom dia, querida! - Ol�!

- Que cedo levantou! - Dormi como um beb�!

Estou com uma fome!

Vamos tomar caf�?

� um dia lindo, limpo, t�bio e azul.

Oxal� todos os dias do ano fossem assim.

Sinto-me espl�ndido, cheio de vigor.

Comeria meia-d�zia de ovos mexidos!

N�o, n�o, n�o, n�o, n�o, por favor! Eu fa�o isso, obrigado.

N�o seria melhor que cham�ssemos a empregada?

N�o. Acabo de despedi-la.

Perd�o... Como?!

Natalie, n�o somos dois in�teis imprest�veis!

Em Buenos Aires temos um ex�rcito de empregadas

que n�o nos deixam arredar uma cadeira em que vamos sentar.

Bem, chega disso!

Passamos dois meses por ano aqui na est�ncia.

Quero eu mesmo fazer as coisas.

Rejuvenes�o quando preparo o caf� da manh�,

quando rego as plantas...

� como se me lubrificasse as articula��es.

Voc� est� louco!

Sim...

E contente por isso.

E esta sua nova posi��o significa

que tenho que estender as camas, lavar os pratos...?

N�o, nada disso. Eu fa�o tudo.

N�o quero que fa�a nada que n�o tenha vontade de fazer realmente.

N�o vamos exagerar!

Por que ser� que o patr�o salvou voc�?

Deixou-lhe at� um cobertor.

O que h�, o patr�o est� comendo voc�?

Que olhar voc� tem!

Bem...

Se o patr�o, que � rico, come voc�,

como tamb�m eu, que n�o sou ningu�m.

Miranda.

Senhor...

O que faz voc� aqui?

O forcado...

O forcado est� l� fora, Miranda, e voc� tamb�m. J�! Agora mesmo!

- Sim, senhor. - Vamos!

Ol�! Dormiu bem?

O que lhe dizia o cretino esse?

Veja o que trouxe pra voc�.

Veja.

Ai, Fanny, se voc� soubesse...

N�o me interprete mal, por favor, lhe pe�o.

O que me interessa n�o � o sexo...

O que me interessa � o amor, Fanny.

Acostumo-me com tanta rapidez � id�ia de amar voc�

que chego a pensar em contar tudo � minha mulher,

e seja o que Deus quiser.

Mas n�o, isso n�o � poss�vel.

Isso a destruiria.

Voc� tem os olhos mais bonitos...

dentre todas as esp�cies do planeta juntas, Fanny.

N�o, agora n�o. N�o d�.

N�o, Fanny, pode aparecer algu�m.

VIRGEM DE LUJ�N

Veja que bela bundinha!

Ei, Toquinho, que cheiro a bola aqui dentro!

Nunca abre as janelas?

Por que demoraram tanto?

� que o radiador do Nacho estragou.

Vamos, saia da�.

- Vamos! - Vamos!

- Vamos, Toquinho. - N�o me chamem de Toquinho.

Vamos, idiota.

Pegar no sono � exatamente o que n�o podia fazer.

Fanny! E se viesse algu�m e nos descobrisse... Teria sido terr�vel!

Bem... fique tranq�ila.

Ningu�m nunca vai nos descobrir.

N�o surpreenda-se se um dia for eu,

em pessoa, a dizer a todo o mundo a verdade.

Gostaria tanto de ter tamanho valor.

Minha mulher deve estar me procurando, sim?

Voc� me espere.

Janto com ela, ponho-na na cama...

e volto.

Espere-me.

"Alberto, procurei voc� por toda parte"

"e n�o o encontrei. Onde se meteu?"

"Rosita Reynal me ligou."

"Seu esposo est� viajando. Ela est� sozinha e me convidou para comer."

"Pareceu-me uma boa id�ia, ent�o aceitei."

"N�o se preocupe se eu chegar tarde."

"Estou levando o Mercedes. Natalie."

Mam�ezinha, que boa voc� est�!

- Ei, veja aquela gorda. - Onde? Onde?

- Boa mercadoria! - De primeira!

Esta noite � minha!

Ei, Toquinho, n�o me diga que gosta disso...

- N�o fode! - Parece uma ovelha!

Ei, escute! Eu tinha um primo que uma vez...

- Com uma ovelha? - Sim, idiota. Juro por Deus!

- N�o ter� sido voc�? - N�o, est� louco?!

Ei, voc� j� fodeu uma ovelha?

Dizem que voc� deve meter as duas patas de tr�s

em uma bota de borracha...

ent�o quando o bicho tem as duas patas ali...

voc� faz um movimento assim... o bicho faz assim...

e ent�o voc� mete nela.

Aprenda!

Ol�, senhoritas.

Vamos l�?

Enfim...

tive uma inf�ncia como a de qualquer um...

mas muito feliz!

Bem, � hora de ir dormir.

E pensar que h� uma semana teria me parecido imposs�vel amar voc�.

Agora me parece imposs�vel deix�-la.

Descanse.

E se n�o conseguir dormir...

conte albertinhos.

N�o doure-me a p�lula.

Sei muito bem que foi uma piada ruim.

Ei, pare!

- Tchau, Toquinho! - N�o me chame de Toquinho!

Filho da puta!

Solte-a!

Patr�o... Ela me chamou...

- Cale a boca! - Eu n�o queria!

- Eu vinha do baile... me chamou! - Cale a boca, cretino! Cale a boca!

Ai, patr�o...

Perdi a cabe�a, patr�o. Perdi a cabe�a...

Eu disse para calar a boca!

Juro-lhe que nunca fiz nada a um animal.

Voc� a violou!

- � uma ovelha, n�o sente nada. - N�o se d� conta, sua besta?!

N�o ouvia os gritos de desespero? Porco! Animal!

Ela n�o queria, Miranda...

e voc� a violou.

- � uma ovelha... - � minha ovelha!

� minha e a amo!

Amo com toda minha alma!

Voc� n�o vale um cacho dela! Voc� n�o � nada, � menos que nada!

Mas o nada que voc� � violou um ser

que n�o pode defender-se de voc�

sen�o pelas m�o de meu amor!

Voc� merece a morte!

Patr�o!

Parece-me que voc� bebeu mais do que eu.

O que ele fez com voc�?

D�i algo, Fanny? Ele machucou voc�?

Sente dor?

Bem... voc� vai ficar bem.

Voc� vai ficar bem. Logo vai estar bem, meu amor.

Vai passar.

Voc� vai ficar bem, meu amor.

Prometo que vai ficar bem, e logo esqueceremos tudo isso.

Tenho que ir.

Minha mulher j� deve ter chegado.

Voc� descanse.

Amanh� venho. N�o pense em nada.

Natalie?

Al�? Al�?

Ramiro? Sim. Em um ensaio.

Mam�e?

O que houve com ela?

Que douradinhos ficaram, n�o?

Est�o bem no ponto.

Sabemos se est�o no ponto pela cor.

Agora, se Carmencita me trouxer o pincel...

Vamos desenhar...

os...

olhinhos...

Obrigada, Carmencita.

E...

a boquinha.

Assim!

V�em?

Eu tenho uma travessa...

com os "scones" prontos.

Carmencita, por favor...

Para que voc�s vejam que divertida � esta receita.

Vejam que simp�ticos...

Ideais para as crian�as.

Prontos... os "scones".

- Meu amor... Que surpresa! - Tive que vir...

- Dava sempre ocupado. - O que houve?

- Sua m�e... - O que h� com mam�e?

Venha, explico-lhe no caminho. Seu irm�o j� est� com ela, vamos.

O que houve?

Ol�, Rosita?

Ol�, como est�? � o Alberto.

O marido de Natalie.

N�o, sem problema.

Rosita... estou um pouco preocupado.

Natalie dormiu a�?

N�o, n�o, est� bem, eu me encarrego disso.

Bem, obrigado, Rosita. Sauda��es � fam�lia.

Boa noite. Obrigado.

Pol�cia...

N�o...

Nada de esc�ndalos.

Est�o subindo.

Est� melhor?

Como "melhor"?!

"Melhor"?

N�o, n�o... Pare, pare... Ela j� tomou uns cinco!

Bom dia.

Onde est� a princesa?

Vamos, princesa.

Quem s�o voc�s? O que est� acontecendo?

O que, n�o acreditam em mim? O que?! O que?! O que?!

Eu disse a verdade!

O que est�o fazendo, traidores? Traidores!

Pobre mam�e.

Pobre mam�e.

Bem, fizemos o correto, n�o?

Tranq�ila... Tranq�ila...

Ol�, meu amor!

Dormiu bem?

Veja o que trouxe pra voc�.

Gosta?

Nenhuma palavra sobre ontem.

Quando terminarmos o caf� da manh�

levo voc� para dar uma volta por a�.

Hoje � um dia glorioso.

Podemos almo�ar ao ar livre.

Tenho um prato delicioso para voc�.

Gosta dessa m�sica?

Meu filhos!

O que fazem meus filhos aqui?!

Paizinho! Papai!

N�o est�?

Ol�! Mas que surpresa!

Como est�o?

Ei, o que houve?

Algo terr�vel, papai.

Como?

O que foi?

Mam�e...

O que houve com sua m�e? � noite n�o veio dormir.

Sofreu um acidente?

- Morreu? - Enlouqueceu.

Como?

Tivemos que intern�-la em um hospital psiqui�trico.

- Viemos busc�-lo. - Eu estou bem!

- Far� bem a ela falar com voc�. - Sim, tem um del�rio que o envolve.

Zoofilia e assassinato.

VILLE DE LA PAIX CL�NICA PSIQUI�TRICA

"Um macaco abana o rabo para outro macaco."

Est� me escutando?

"O pato � agora um cachorro... e est� latindo..."

Para l� � o Norte.

Com licen�a... Sra. Natalie?

Seus filhos est�o aqui.

Vieram tirar-me daqui...

Gra�as a Deus!

N�o...

N�o!

N�o!

- O que houve? - O dem�nio!

- O dem�nio! - O que houve?

- O que houve? - Nada, nada...

Imagino como se sente, Sr. Laprida Dugan.

Mas creio que no momento o melhor a fazer � n�o visitar sua esposa.

Equivocamo-nos!

Acredit�vamos que o simples fato de v�-lo e ouvi-lo faria com que

seus del�rios se dissipassem, como que por um passe de m�gica.

Mas foi tudo ao contr�rio.

Farei tudo o que for necess�rio por minha esposa, doutor.

O sacrif�cio valer� a pena, Alberto.

- Posso cham�-lo de Alberto, n�o? - Sim.

E n�o se preocupe...

Os melhores profissionais do pa�s est�o todos aqui.

Como um rio...

confluindo em sua querida esposa.

Agrade�o muito, doutor.

Algo temos que fazer, ele n�o est� nada bem.

N�o, est� angustiad�ssimo.

Sim, eu sei.

Talvez tiv�ssemos que acompanh�-lo...

...cuid�-lo um pouco, estar com ele.

Ficarmos no campo?

Sim.

Sim, me parece bem.

Meninos, n�o me parece nada bem que descuidem

de suas obriga��es por mim. Eu estou bem.

Papai, j� est� tudo acertado, j� falei com Ramiro, pronto.

- Est� bem, mas... - N�o se discute mais, papai.

Somos seus filhos, ou o que?

VELOCIDADE M�XIMA: 80 km/h

- Voc� vai a mais de 100 km/h! - E da�?

N�o viu a placa? Velocidade m�xima: 80 km/h.

Sinto muito.

E?

Sim, h� uma ovelha no celeiro, mas � uma ovelha comum.

O quer dizer com isso?

N�o, nada.

Que coisa, n�o?

Nunca se sabe com que imagem vir� uma loucura dessas.

Estou seguro de que se mam�e tivesse visto um touro no celeiro

teria dito que papai estava tendo rela��es homossexuais com o touro.

- Gast�n, que coisa asquerosa! - Mas � verdade!

Pobre papai...

Est�o prontos os "scones"!

Senti sua falta! Como senti sua falta!

N�o conseguia livrar-me de meus filhos.

Parece que v�o ficar uns dias aqui.

Cr�em que preciso de companhia.

Agora foram � cidade comprar escovas de dente.

Ent�o v�o demorar umas duas horas, porque s�o muito indecisos.

E quero cumprir com o que lhe prometi.

Vamos, Fanny. Vamos.

LA NACI�N ECONOMIA & NEG�CIOS

A SUBA DO PETR�LEO

Que ningu�m volte a tocar em voc�.

Enforquem-no! Enforquem-no!

Tenho uma melhor. Escute.

- Vamos ver. - Papai...

H� duas pulgas em cima de um cachorro, se drogando.

E uma diz pra outra... Est�o assim, olhando o c�u...

"Haver� vida em outros cachorros?"

- J� venho. - Est� bem.

De homem para homem... uma charada?

Verde por fora, vermelha por dentro.

Verde por fora, vermelha por dentro.

- O que �? - O que?

A buceta da papagaia.

Est�o se divertindo?

Desculpem-me.

Lamento.

� tarde para mim. Vou me recolher.

Deu-se conta de como fica esquisito cada vez que essa ovelha berra?

Sim. � como falar de corda em casa de enforcado.

Santo Deus!

Ainda assim � muito estranho que tenha

essa ovelha separada no celeiro. N�o entendo por qu�.

Disse-me que est� doente.

Que se deix�-la solta as outras ovelhas a ir�o atacar.

N�o sei...

� estranho.

Dessa ovelha h� que se desfazer.

Sem sombra de d�vida, o tema da clonagem

foi o eixo central dessa discuss�o.

Voc� realmente considera que se trata de um avan�o?

� um avan�o... � um avan�o...

� um avan�o? � uma aberra��o!

A clonagem desse macaco abre a possibilidade

de clonar humanos, meu querido doutor.

A aberra��o seria pensar que o prov�vel �xito

da duplica��o de um macaco...

poderia ser aplicada a um ser humano.

E isso � justamente o que voc� est� pensando.

Ret�rica, meu querido doutor!

O homem � um ser �nico e irrepet�vel!

Quando o manipula, voc� o vulnera... coisifica!

O que est� dizendo?

Voc� est� a favor...

N�o, veja, voc� n�o me escuta...

Estou apenas apontando que se trata de um avan�o,

n�o estou fazendo ju�zo moral a respeito.

Voc� n�o me escuta, meu querido doutor!

Basta com isso de "meu querido doutor"!

Eu pergunto se dizer publicamente que a clonagem

� um avan�o cient�fico n�o � estar a favor da mesma?

Voc� disse aqui que � neutro.

Mas, como muito bem disseram as autoridades da Igreja,

� ilus�rio reivindicar a neutralidade moral

da investiga��o cient�fica e suas aplica��es.

Gast�n.

Doaremos a ovelha � faculdade de agronomia.

- N�o. - Sim.

N�o, temos que faz�-la desaparecer.

Justamente, � disso que estou lhe falando.

Escute!

Parece que um demente anda dando voltas

na faculdade com cinco c�es de ca�a.

Denunciam que "Os c�es j� mataram 12 ovelhas."

"S�o c�es cinzas, n�o muito altos e de olhos claros..."

"obviamente, c�es nazis."

"Atuam rapidamente e de maneira sincronizada."

"Enquanto um imobilizava a presa agarrando-a pelo rabo,"

"outro a mordia na jugular e a sacudia." Que horror!

N�o penso em ir com uma ovelha no carro at� a faculdade.

N�o.

Deixamo-na esta noite na estrada e ela desaparece.

Sem problema.

Papai... Bom dia!

- Ol�! - Bom dia!

Dormiu bem?

Um cafezinho?

N�o viu o caseiro?

Procurei-o por toda parte e n�o encontrei.

- Qual caseiro? - O novo.

Por isso lhe pergunto qual...

tivemos dois caseiros nos �ltimos meses.

- Ah, n�o sabia. - Claro que n�o sabia...

Se voc�s n�o v�m nunca, como v�o saber?!

Bem, mas... prometemos que a partir de agora

viremos mais seguidamente.

O primeiro, Medina, se foi com os Ortiz.

N�o se foi, os Ortiz me levaram ele.

Tenho um bom problema com eles por causa disso.

O outro, Miranda, sua m�e despediu.

O que aconteceu?

Encontrou-o tomando um banho de espuma,

em uma tarde em que viemos de s�bito.

- Que loucura, n�o? - Pobrezinha de sua m�e...

queria com�-lo vivo.

Talvez seja por isso que, em seu inconsciente,

ela me adjudica o que, em sua loucura, ela mesma quis fazer...

Mat�-lo.

Papai... vou sair com Gast�n at� a cidade.

- Vem com a gente? - N�o.

Vamos!

Fazemos algumas compras, a geladeira est� vazia.

- N�o, meninos, v�o voc�s. - Gostar�amos que viesse conosco!

Gast�n... eu disse "n�o"!

V�o voc�s.

S� me tragam alguns filmes,

por que os que passam na TV s�o p�ssimos.

Est� bem, sem problema. Eu me encarrego disso.

- Tchau, papai. - "Henrique IV" ou "V", j� viu?

AL...

BER...

Bem, muito bem!

TO!

N�o... TO!

N�o se preocupe...

� dif�cil.

AL-BER-TO!

Depois de amanh� estamos aqui de volta.

Estou bem, n�o faz falta!

N�o, n�o se discute mais, papai. Estaremos de volta.

E, ademais, n�o vamos deix�-lo sozinho

at� assegurarmo-nos de que est� realmente bem!

Estou bem, e ademais voc�s t�m muitas coisas de que se ocupar!

Conosco n�o se preocupe, papai.

Sim. � hora de pensar um pouco em voc�. OK?

Vamos, Paula?

Velho... se cuide!

Amanh� vou ver a mam�e.

Ligo pra voc� e conto como foi.

Paula!

Fanny!

Puta merda!

PERIGO DESCARGA DE COMBUST�VEIS

SEM CHUMBO

Complete.

Cale a boca!

VENCEDORES N�O USAM DROGAS

Completou?

- Obrigado. - Obrigado.

Sinistro esse lugar.

N�o �?

Vamos deix�-la aqui.

Sim, largue-a aqui. Mas r�pido... n�o gosto desse lugar.

Venha.

Fanny!

Fanny!

Fanny!

Fanny!

Fanny, meu amor!

Ah, meu amor, onde estava?

Deixe esse bicho a�! Deixe a�!

Agarrem-no!

O que est� havendo? N�o, escute-me, a ovelha � minha...

Eu lhe explico!

Senhora, solte-a, por favor!

Cale a boca, que comemos voc� tamb�m!

Pare, pare, pare... vamos! Solte-a menino, vamos!

Esta vai pra casa, sim?

Vamos. Empurrem-na.

Ficou louco?

- Temos que voltar. - Por que?

Porque cometemos um enorme erro.

Qual?

Largamos a ovelha do lado de c� da cerca, Gast�n.

E o que � que tem?

E se cruza a estrada e um carro a atropela?

Que bom que um carro a atropelasse!

- "Que bom"?! - Sim!

Mas n�o estou pensando na ovelha...

Imagine o acidente que pode provocar.

Temos que voltar. H� que deix�-la do outro lado.

Sim...

- Foi por aqui, n�o? - Nessa reta a�.

- Paula! - Encontrou ela?

N�o, temos que sair daqui agora mesmo, Paula!

- Por que? O que houve? - Agora mesmo!

O que houve?

O que voc� viu?

Que noite mais horr�vel!

Abandon�-la no caminho para San Fernando...

O que lhes passava pela cabe�a?!

Se n�o fossem meus filhos, juro-lhe que os mataria.

Por que t�m que se meter assim na vida dos outros?

Quem lhes disse que preciso de ajuda?

Por que existe gente que se empenha em ajudar a quem n�o pediu?

E mais: porque existe gente, Fanny!

Um a viola, outros a raptam...

outros querem com�-la...

Por Deus!

D�-se conta das coisas pelas quais teve

que passar desde que conheceu o amor, Fanny?

Ser� que o amor n�o � para voc�?

Tenho que deix�-la?

Sim?

N�o?

Temos que voltar para buscar meu sapato de qualquer

- ...maneira, Paula! - N�o, Gast�n!

� loucura!

N�o, n�o � loucura... Bem, ent�o temos que avisar a pol�cia.

Quando encontrarem os cad�veres junto

do meu sapato o que v�o pensar? Que fui eu! Paula!

D�-se conta do que est� dizendo?

Sim, claro que me dou conta do que estou dizendo!

Quem n�o se d� conta � voc�, me parece.

N�o vamos voltar, e n�o podemos avisar a pol�cia.

Ningu�m chega ao assassino por um sapato, Gast�n!

- Isso se o assassino fosse voc�. - E se n�o for assim?

E se tiverem uns c�es farejadores?

Mas se vivemos longe!

V�o mandar c�es a farejar toda a capital federal?

Ei!

Gasti, sou sua irm�, sei o que estou dizendo.

Fique tranq�ilo.

Todos os dias matam gente.

- V�o pegar justo voc�? - Mas o que est� dizendo?!

Eu n�o matei eles, Paula.

Ai, que horror... Voc� imagina o esc�ndalo?

Um Laprida Dugan acusado de assassinato.

N�o, Deus nos livre.

N�o, Deus j� o livrou.

J� passou, Gast�n. Fique tranq�ilo.

Temos coisas muito mais importantes em que pensar.

Sim?

Sabe de uma coisa?

Faz-me muito bem falar com voc�.

Que barbaridade!

Procurava uma pegada e encontrei um sapato.

D�-me um len�o.

"Botticelli".

Rec�m-comprado.

N�o ser� de uma das v�timas?

Se com isso n�o resolvermos o caso,

ao menos chegaremos perto.

Cinderela!

Isso vai ser muito f�cil! H� duas sapatarias na cidade...

E se o assassino comprou o sapato em outra cidade, ou na capital?

Bem, n�o se preocupe, vamos checar todas.

Como � lento esse programa!

Parece uma carro�a!

Assim disse Jeov�, em Jeremias, 36 e 37:

"Porque escrevestes dizendo 'Vir� o rei da Babil�nia'..."

"...'e destruir� esta terra'..."

"...'e far� com que n�o restem nela nem homens nem animais'?"

Pois n�o foi assim.

Essa primeira exce��o divina se une a esta:

a segunda grande exce��o...

E aqui ao homem e ao animal,

que por amor se d�o as m�os.

V�o com Deus. Seu reino � vasto.

Escute, Fanny:

"S�o os super-mercados,"

"as bolsas de valores de T�quio, Hong Kong e Wall Street,"

"as que agora distribuem o dinheiro."

"E os super-mercados n�o financiam guerras civis,"

"e sim negam aos pa�ses que fazem a guerra"

"o investimento de capital para seu desenvolvimento."

Totalmente de acordo.

O mercado � a nova Cortina de Ferro.

Bem, a Cortina de Ferro era...

Durante a Guerra Fria, chamou-se todo o reino da URSS

de Cortina de Ferro.

Eram um monte de pa�ses que nos mapas

sempre apareciam pintados de vermelho.

Pa�ses comunistas.

Como Rom�nia, Bulg�ria, Pol�nia, Hungria...

Alberto Laprida Dugan...

Bem, senhores...

Voc�s me digam em que posso servi-los.

H� uma semana algu�m assassinou a toda uma fam�lia...

na estrada para San Fernando.

E nesse mesmo lugar se encontrou um sapato.

Um extenso trabalho de intelig�ncia...

que checou mais de setecentas sapatarias federais...

que chegou por exclus�o a vinte a cinco...

que � o n�mero de sapatarias que comerciam com a Botticelli...

e que, finalmente, investigou a cada um dos compradores...

nos trouxe at� aqui.

Voc�s pensam que eu comprei um par de sapatos Botticelli?

N�o supomos...

Voc� comprou um Botticelli!

N�o recordo. Mas, de qualquer maneira, suponho que

dos vinte e cinco compradores,

sou o primeiro que voc�s visitam.

N�o... O �ltimo.

Vamos ver se entendi bem...

Algu�m mata toda uma fam�lia no caminho para San Fernando...

Na cena do crime voc�s encontram um sapato... Botticelli.

E ent�o v�m me ver porque existe a possibilidade...

de que o assassino seja eu?

Efetivamente.

- Ai, meu Deus! - Reconhece?

N�o pode ser... N�o, n�o pode ser!

Esse sapato � do meu filho, Gast�n.

Tem que haver algum erro.

- N�o � seu? - N�o, n�o � meu!

Agora recordo que dei-lhe de anivers�rio.

E como sabemos que isso � verdade?

Estou lhe dizendo que esse sapato � do meu filho!

Mentiria-lhes em uma coisa assim, senhores?!

Perdoem-me por um minuto.

Parece-me que est� dizendo a verdade.

Tem que ser muito culpado para acusar assim a seu filho!

Talvez n�o. Quem sabe que tipo de fam�lia � essa...

Bem, senhores...

Posso ajud�-los em algo mais?

Permite-me?

Posso?

N�o � dele.

Est�o convencidos, senhores?

Ol�, papai!

Soltem-me! Soltem-me!

Papai! Papai!

Soltem-me!

Papai! Paizinho!

Soltem-me!

Safamo-nos desta, querida!

Ficou assustada?

Que malvados eram esses homens!

Mas tudo saiu bem, voc� viu?

Estava pensando, Fanny...

N�o estaria me convertendo em um pervertido?

Sinceramente, isso n�o me agradaria.

Todavia, com toda essa situa��o...

todo esse perigo...

Veja...

J� tenho uma ere��o.

Ai, Fanny, sinto que toco o c�u com as m�os!

O c�u do horror!

O c�u do horror!

Cora��o!

Cora��o, onde est�?

Est� bem!

Logo voc� aparece.

Bom dia, meu amor!

Veja o que trouxe pra voc�!

Ui, que fome!

Veja que bonita voc� ficou!

Fique aqui, vou ver quem �. J� venho. N�o se mexa.

Bom dia, Sr. Alberto. Desculpe incomod�-lo, sim?

Bem, faz um tempo que n�o vejo Miranda e...

E... Bem, vim ver se est�...

Tem uma mocinha me deixando louco perguntando por ele.

Infeliz!

Nunca aparece ningu�m...

Agora, de repente, vem todo mundo.

Papai!

Paula?!

Papai!

Paula... filha!

- O que foi? - � terr�vel, papai!

� Gast�n...

Est� na cadeia...

Entrou ontem e j� o violaram!

Mas � inocente?

Sim! �bvio!

Papai, por que n�o fez nada para impedir que o levassem?

Paulita... Pus no caso o meu advogado,

o melhor advogado do pa�s!

D� tempo ao tempo! Logo tudo vai se acertar, voc� vai ver!

- Quer um chazinho? - Voc� est� estranho.

"Estranho" como?

Como se n�o se importasse com nada.

Era verdade?

Mam�e estava dizendo a verdade.

Animal!

Voc� � uma besta!

Degenerado! Filho da puta!

Teremos que ir embora, Fanny.

Este pa�s j� n�o � para n�s.

Estava pensando que Sitges seria um bom lugar.

� na Espanha, �s margens do Mediterr�neo.

L� poder�amos come�ar uma nova vida.

Ou voc� prefere a Bahia?

N�o, Sitges � melhor.

Tenho $5 milh�es, todos meus...

N�o vamos nem mesmo precisar vender a est�ncia.

Que fique para esse merdas que andam por aqui o tempo todo.

Agora tenho que deix�-la um momento, sim?

Se voc� quiser eu pergunto...

...mas na verdade n�o creio que...

Pergunte!

Sr. Agosti...

Aqui � Irma...

Estou aqui com um cavaleiro...

que quer viajar para a Espanha...

No v�o das 7...

...com uma ovelha.

No avi�o, sim.

Eu disse a ele, senhor... Com outras palavras, claro.

Mas ele insiste. Entende, mas insiste.

Est� oferecendo 10 mil d�lares.

Como?

Junto com as cargas.

N�o.

Com as cargas n�o. Na poltrona, ao meu lado.

Alugo o avi�o... Diga-lhe.

Ele prop�e alugar o avi�o, senhor.

Est� bem. Est� bem.

Sentimos muito. Se voc� tivesse vindo semana passada,

com certeza poder�amos lhe ajudar...

Mas justo nessa semana estamos lan�ando uma campanha publicit�ria

sobre as vantagens que oferecem nossas linhas.

Que l�stima, n�o?

Fanny, veja o que consegui!

Um cruzeiro com camarote art deco!

Fanny!

Voc� me traiu!

Filho da puta!

Vou arrancar sua pele vivo!

Est� me ouvindo?

Vou arrancar sua pele vivo!

Filho da puta!

Vou mat�-lo!

Vou mat�-lo!

Voc� n�o era nada!

Dei a voc� o mundo! Dei-lhe sobrenome!

Veja o que voc� fez!

Como foi? Tudo bem?

Durma.

Est� bonito l� fora?

N�o... est� horr�vel.

Obrigado.

Que fome me d� a vida no campo.

Se seguir comendo assim vou virar um tanque.

Em que est� pensando, Pauli?

Nada.

N�o me diga que est� querendo voltar atr�s...

Sobre o que?

N�o sei.

N�o sei, faz uns dias que est� estranha... N�o sei.

Decidimos vir morar aqui...

Agora n�o me venha sentir falta da cidade, ou sei l� o que,

que vou ficar puto com voc�!

Eu n�o disse nada!

Mas quer voltar?

Tenho um irm�o condenado a pris�o perp�tua. Um pai morto.

Uma m�e com camisa de for�a. O que est� perguntando?

Bem... vou ver como andam as coisas.

Bom dia, Silveyra!

- Bom dia, patr�ozinho! - Como vai?

J� est�vamos de retorno.

- Lindo dia, n�o? - Aham.

- Voc� vai � cidade, patr�ozinho? - Sim.

Preciso de um forcado novo, porque o que tem a�

est� com um dente quebrado.

Sim, sim, eu vou.

Posso pedir a gentileza de me trazer um tabaco?

Eu lhe trago o tabaco, mas voc� me faz um favorzinho...

Diga.

- O carneiro. - O que tem o carneiro?

Separe-o pra mim.

- Tenha um bom dia. - At� logo.

Eu separo pra voc�.

- Que tabaco quer? - Gavil�n, patr�ozinho.

Gavil�n.

N�o, n�o, n�o! Escute-me!

Veja a quantidade de centros culturais de bairro

existem na grande Buenos Aires:

Arte Libre, Alfonsina Storni, Discepol�n del Sur,

Eternauta, Castelnuovo... O que � isso?!

Continua? Continua... La Mora...

Spilimbergo, Sebasti�n Piana, Villa Crespo, Juli�n Centeya...

E todos fazem coisas, voc� se da conta?

O que quer? Espet�culos em pra�a?

Cursos gratuitos de qualquer coisa que possa pensar?

Eu n�o sei.

Quero dizer, h� gente para ir a tanta coisa?

Ou as que existem s�o as que as promovem,

e n�o resta nenhuma para ir?

- Vamos comer? - Sim.

Legendas: blablebliblobluao Revis�o: Lu Stoker

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.