All language subtitles for I Dine Haender .In Your Arms. 2015 HDrip .NeonDanish

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Original subtitles

- Art Subs - 9 anos fazendo Arte para você!

Legenda - Frederic -

Não posso voar.

Não posso voar nem fazer nada de especial.

Sou normal, como os outros.

Moro sozinho num apartamento.

Dá para ver a cidade inteira pela janela.

Tenho meu próprio carro.

Era um velho carro americano.

E eu era um cara muito bonito, como meu pai.

As meninas eram doidas por mim.

É um belo sonho.

Foi certamente o melhor sonho que eu já tive.

Tomara que ele volte.

Não entendo como consegue aguentá-lo.

- Quem? - Niels.

Sempre ouve música com som alto.

Eu digo "boa sorte".

Quer pegar o turno da noite, vá em frente.

- Como está indo? - Estou indo bem.

- Tua mãe esteve aqui? - Minha mãe? Não.

Acho que ela não vem mais.

- Por que não? - Porque...

Eu disse para ela não voltar.

Posso tomar um pouco d'água?

Ainda não acabei.

Devo voltar mais tarde?

- Obrigado. - De nada.

Niels?

Niels!

Niels, olha pra mim!

Chame uma ambulância!

Niels!

Olha pra mim. Niels?

Olha pra mim!

Ele...

- Onde ele está? - Ele já está acordado.

Perdeu muito sangue, mas conseguiu se recuperar.

- Quer um café, mãe? - Não, obrigada.

Venha sentar.

Não vai cumprimentar?

- Thomas. - Maria.

- Ele conseguiu. - Não me importo.

Honestamente...

Ele é um babaca.

Um grande babaca egoísta.

Já chega, Thomas.

Mas é a verdade.

- É só eu, eu... - Chega, Thomas!

Me desculpe.

Niels contatou esse lugar na Suíça, onde te ajudam a morrer.

Queria que o ajudassem.

Ele forçou minha mãe a ajudar com documentos e inscrição.

Queria que o levássemos.

Para a merda da Suíça.

Mas eu não me importo.

Isso é para nos punir.

- Entende o que eu digo? - Sim.

Deixe de lado essa amizade. Ele só pensa em si mesmo.

- Posso colocar na água? - Obrigada.

- Viu? - Sim.

Não quero isso agora.

- É legal aqui. - É, a vista é bonita.

É. Era disso que eu estava precisando.

Então cortei meu pulso para ver se conseguiria sobreviver.

E consegui.

Então vim parar aqui.

Muito obrigado.

Você é uma heroína. Não se sente uma heroína?

- O que eu deveria ter feito? - Era difícil me deixar em paz?

Sim.

Já está indo?

Leve as flores com você.

Obrigado pela ajuda.

O que é esse lugar na Suíça?

Por que não disse nada?

Por que quer ir para lá?

- Vai chegar... - Você vai acordá-lo.

- Niels, me escuta... - Olha para ele.

O tempo todo surgem...

- novos tratamentos... - Olha para ele.

Tente dizer isso a ele.

- Alô? - Niels, para.

- Ouviu? Novos tratamentos. - Para.

Você vai ficar bem.

Para com isso, Maria. Seja gentil.

Consegue ouvir a si mesma?

Não posso ir a lugar algum.

Não posso me masturbar.

Logo não conseguirei mais respirar.

Então eu quero muito ir para a Suíça.

Mas não posso ir sozinho.

Realmente não queria perguntar isto a você...

Eu apenas gostaria de ser livre.

Maria?

Maria?

- Eu termino de dar banho nela. - Não, não...

- Maria, eu termino... - Hei!

Pode me dar o chuveiro?

- Tudo bem, estou bem. - Escuta...

Não é você quem decide.

Eu assumo.

Seja boazinha e vá pra casa.

Não vá visitá-lo.

Esqueça isso.

- Devo esquecer isso? - Sim, deve esquecer.

Como diabos eu vou esquecer isso?

Como eu posso esquecer?

- Hein? - É preciso, é o teu trabalho.

Não consigo entender como isto pode ser tão sem sentido.

Estamos aqui dia e noite cuidando deles.

Por que, realmente, fazemos isto?

Hein? Eu estou bem, me dê o chuveiro.

Estou bem, eu faço melhor.

Me deixe terminar. Deixe terminar...

ASSIST SUA VIDA - SUA ESCOLHA

Quero muito ajudá-lo.

Mas não posso.

Você pode cuidar bem dele.

Como você está?

- Como se chama? - Se chama Gato.

- É bonito. - Pode ficar com ele.

Eu gostaria.

O que... Gostaria de quê?

Gostaria de ir com você... para a Suíça.

Por quê?

Quer ir para a Suíça?

Então vá para a Suíça.

Gostaria de acompanhá-lo.

Não acho que esteja certo.

Mas quero ir junto.

Posso fazer uma pergunta?

Por que ninguém foi te beijar e se despedir na plataforma?

- Por que pergunta? - Porque eu quis perguntar.

- Como se chama agora? - Quem?

O cara que não estava lá, como se chama?

Anders?

Se chama Anders.

- Como você sabe disso? - Eles falam por toda a parte.

Falam enquanto te dão banho, te alimentam, te secam...

Pessoas falam o tempo todo, em tudo que é lugar.

O que houve?

Por que ele se mandou?

Não te achava bonita?

Certo...

- Posso dizer isso? - Não!

Cuida da tua vida.

- Você não me conhece. - Não, não conheço.

Mas eu sei que se chama Maria.

Tem 36 anos.

É sueca, mas mora em Copenhagen.

É enfermeira.

Mas começou a duvidar se é mesmo o que quer.

Não tem certeza do sentido disso.

Sei que você fuma.

Às vezes fuma tanto que teus dedos ficam amarelados.

Você mora sozinha com seu gato.

Teu apartamento é muito grande e um tanto gelado.

Você não tem amigos.

Você também evita espelhos.

Mas quando se olha no espelho, não consegue gostar do que vê.

Para com isso!

Cheguei perto demais?

Não quero ficar aqui. Quero ir para a cidade.

- Como? - Prefiro ir para a cidade.

- Não vamos para a cidade agora. - Vamos sim.

- Eu não sei chegar lá. - Não, mas eu sei.

Quero uma cerveja.

- Uma cerveja? - É difícil entender?

Pode comprar uma cerveja bem ali.

Não quero esperar aqui por quatro horas.

- O quê? - Me diga por que veio pra cá.

- Por que vim para Hamburgo? - Sim.

Bem, porque...

um amigo ligou e disse que aqui era a nova Paris.

Eu não tinha emprego.

Mas sabia falar alemão.

- Quanto tempo ficou? - Cinco anos.

Cinco anos?

O que fez por cinco anos?

Bem...

Eu trabalhei.

Arranjei um emprego.

Consertava carros.

Carros velhos alemães, como Horch, Adler e Trabant.

Não diga nada, mas os comprávamos bem barato.

E os reformávamos.

Usávamos peças velhas que encontrávamos no ferro-velho.

Era como caça ao tesouro.

Pode me dar um?

Obrigado.

- Me conte mais. - Não quero mais falar de mim.

Me conte algo sobre você, ao invés disso.

- Sobre mim? - Sim.

- Você já disse tudo. - Para com isso.

Mas não há muito mais a dizer.

Certo, olha só...

Vamos começar de novo.

Me chamo Niels.

Quem é você?

Me chamo Maria.

Tenho 35 anos... não 36.

Não viajei muito.

Tenho medo de aranhas.

Devo continuar?

Quando foi a última vez que transou?

- Não quero falar sobre isso. - Há três meses?

- Não quero falar sobre isso. - Um ano?

Eu interpreto isso como um ano.

Está igual a mim.

É muito exigente?

Olá?

Com licença.

Minha amiga aqui o acha muito bonito.

O que você acha? Acha ela bonita?

- Sim, ela é legal. - Não é?

Viu?

É isso. Obrigado.

- Você é doente da cabeça. - Isso não é novidade.

Pare de pensar demais em tudo, apenas faça as coisas.

Veja o que acontece.

Aproveite a vida. Faça alguma coisa.

- Que horas são? - São 17h05min.

Vamos indo?

Que tal ficarmos aqui hoje?

- Fala sério? - Sim.

Pode me emprestar papel e caneta?

Sim, claro.

Obrigada...

Aqui...

Eu... vou tocar aqui esta noite.

- Apareça, se quiser. - Obrigada.

Só cinco minutos... vamos.

Senta aí.

- O que está havendo? - Não se meta.

- O que está fazendo? - Não se meta, diabos.

Julia? Volte!

Volte!

Tenha uma boa vida!

Quem era?

- Eu perguntei... - Cuida da tua vida!

- Quero ir agora. - Agora?

- Por que ir agora? - Quero ir embora de Hamburgo.

- Quero ir para o trem. - Não podemos.

Tenho que remarcar.

Bom apetite.

Estão prontos para pedir?

Primeiro, acho que gostaríamos de champanhe.

É nosso aniversário de casamento.

Mesmo?

- Parabéns. - Obrigado.

Então somos casados agora?

Aparentemente...

Bem...

Parabéns.

Obrigado.

- Parabéns para você, também. - Obrigada.

Para com isso.

Olha pra eles.

- Por favor. - O que estão pensando?

Eles perderam o apetite por tua causa.

Não.

Acham que somos casados.

Pensam... que não ousa me deixar.

Devem ter uma pequena história sobre a gente.

Que nos conhecemos de férias na Espanha, por exemplo.

Na verdade, eu não sou teu tipo, mas se apaixonou mesmo assim.

Teve que deixar teu namorado para ficar comigo.

Até...

Niels...

não interessa o que os outros pensam.

Certo?

E então, um dia...

descobrimos que eu estava doente.

Perdi meus movimentos.

Quase não posso me mexer.

Não posso mais ficar de pé. Então tudo desmoronou

e eu me tornei amargo.

Digo coisas horríveis para afastar você.

Mas você aguenta.

Você continua comigo.

Você luta.

Diz que vai passar.

Você não desiste.

Você aguenta.

De repente, um dia, você senta aqui, com seu marido aleijado.

Você poderia estar sentada em outro lugar

e talvez ser um pouco feliz.

É o que eles estão pensando.

É exatamente o que eles estão pensando.

Olhe para mim.

Eu sou horrível.

É bobagem me ouvir.

Sou alguém insuportável de se ter por perto.

Eu não acho.

Isso diz mais sobre você do que sobre mim.

Pode fazer a gentileza de me ajudar a deitar?

Me ajuda a deitar?

Vamos passear na cidade.

Me deixe na cama, então pode ir sozinha.

Preciso de um guia. Você vem comigo.

Certo, então poderei fumar e beber o quanto quiser

e eu decido para onde vamos.

- Entendeu? - Certo.

Temos um trato?

Bom.

Oi, lindos.

Querem ver algumas lindas garotas dançando?

Não, obrigada.

Vamos. Você não quer?

Quer saber?

- É exatamente o que eu quero. - Isso, vamos lá.

- Atrás de você. Vamos entrar. - Não vamos entrar aí.

- É você ou eu quem decide? - Não vamos entrar lá.

É claro que vamos.

Só me leve até lá, diabos.

Não me interessa o que você quer.

Pode fazer um strip pra mim no hotel.

Você não deve ser boa nisso, não é?

- É ótimo. Vamos cuidar de você. - Estou certo que sim.

- Me leve até lá. - Me recuso a entrar aí.

Legal, então está demitida.

Falo sério.

Está demitida.

Volte para Copenhagen e deixe minhas coisas no hotel.

Certo?

- Vai cuidar de mim? - Sim, claro.

Eu te levo, meu belo amigo, vamos.

Não seja tímida. Divirtam-se.

Pare.

Faça ela parar.

- Faça ela parar. - Precisa parar agora.

Faça isso parar, diabos, quero sair daqui.

Algum problema?

Não consigo sentir meu pau!

Podemos conversar?

Podemos.

- É...? - É o Lukas.

- Niels sabe sobre ele? - Sim, claro.

Ele queria vê-lo.

Não... fique com ela.

Dê ao Niels.

Mas...

acho que o Niels devia vê-lo, para se despedir.

Por favor.

Ele deve conhecê-lo agora?

"Este é teu pai, ele está indo morrer, na sexta-feira."

Não pode estar falando sério.

Passei 5 anos tentando seguir em frente, depois do Niels partir.

Tentando esquecer que ele existia.

Lamento, mas...

não posso deixá-lo voltar para a minha vida só porque ele surge

e diz que está indo morrer.

Desculpa.

Se divertiu?

- O que quer dizer? - Você saiu?

Foi viver a vida?

- Fui fumar um cigarro. - Para, mentira, você saiu.

Não se leva oito horas para fumar cigarro.

Foi divertido?

Então, podemos ir embora hoje?

- Se quiser... - É, eu quero.

Há algo que tenha pensado...

que queira ver ou fazer?

Eu só sonhei... sonhei que tomava um banho.

Pode me ajudar ou está além das tuas capacidades?

Abra um pouco mais.

Diga "ah"...

Não fale como seu eu fosse uma criança.

- Eu não fiz isso. - Sim, você fez.

"Abra a boca. Diga ah." No que diabos está pensando?

Eu já escovei os dentes antes.

Você não se importa comigo.

Me deixou deitado na cama.

- Estava todo mijado. - Lamento muito, de verdade.

Por que diabos você veio?

Por que veio até aqui?

Você não dá a mínima pra mim, não?

Você vai acabar tentando me fazer mudar de ideia.

Estou certo?

Isso não vai acontecer. Você entendeu?

Não vai acontecer.

Infelizmente pode ser difícil pra você, mas não vai acontecer.

Acha que eu sou idiota?

Chega de joguinhos. Largue a máscara e as luvas.

Estou ficando cheio disso.

Você está aí?

Está zangada agora?

Não, agora você tirou suas luvas?

Me bata.

Me bata, não é o que quer?

Faça.

Isso...

muito bem.

Você deve lamentar por muita coisa.

- Mas você é um porco. - Isso...

Todos pensam que é por causa da tua doença.

Mas você sempre foi um porco.

Entendo que a Julia não queira vê-lo.

Você pode dizer e fazer o que quer.

Aqui está.

- Quero ir embora agora. - Não vamos embora.

Vamos ficar aqui.

Mamãe!

Vamos.

É bonito aqui.

Está aqui pela aventura, não?

Olá!

- Tua vez. - Não.

Vamos. É a tua vez.

Tua vez, Niels!

Olá!

- Olá! - Oi.

- Oi, Niels. - Oi.

- Eu sou Petra. - Oi, Petra, é um prazer.

Eu sou Dieter. Bem-vindo.

- Fizeram boa viagem? - Sim, foi adorável.

- É um lindo país. - A Dinamarca também.

- Não conheço, mas... - Não é igual.

A consulta com o médico é amanhã, às 11h.

- O médico virá até você. - Bom. Obrigado.

A razão para duas consultas é para que possa dar primeiro

todas as informações sobre o procedimento.

Então eu descobri se posso dar a prescrição

para a medicação que quer para...

tirar sua vida.

Claro.

Sabe o que é o Pentobarbital?

Só de nome.

É como um sedativo.

Um sonífero muito forte.

O funcionamento é simples.

Você adormece e jamais acorda.

Posso garantir que jamais irá acordar.

- Você entende? - Sim.

Sim... isso é exatamente o que eu quero.

Tenho que fazer algumas perguntas.

Você esteve em depressão desde que ficou doente?

Perdão...

- Nos vemos amanhã. - Sim, muito obrigado.

Vamos dar um passeio?

No que está pensando?

Que você estava certa.

De fato, é bem legal aqui.

Tem essa calmaria aqui...

nas montanhas...

florestas...

e o lago.

Você é seduzido pelo entorno.

Por que diz isso?

O quê?

Por que está fazendo isso?

Você vai me enlouquecer.

O que diabos está fazendo?

Não aguento isso.

Relaxa...

Posso gostar da paisagem, mesmo que vá morrer.

Cuidado. Cuidado!

O que é?

- O que é? - É um veado!

O quão ruim é?

Não sei.

Atropelou o Bambi. Infelizmente, não parece bom.

Vai deixar ele aí ou vai fazer alguma coisa?

Só perguntei.

Pobre Bambi...

Relaxa, vai...

Dei uma olhada nos papéis e documentos que recebi

e chequei tua saúde mental ontem.

E decidi

que posso prescrever o remédio que requisitou.

Amanhã você receberá dois líquidos para beber.

O primeiro ajudará teu estômago a aceitar o outro,

porque o teu corpo tentará rejeitá-lo.

O segundo é o que mencionamos ontem,

um sonífero numa dosagem muito alta.

Primeiro você cairá num sono muito profundo.

Então, o oxigênio...

desaparecerá do teu corpo.

E finalmente, teu coração irá parar de bater.

É importante que beba os dois líquidos sem interrupção,

do contrário, corre o risco de adormecer sem morrer.

Eu entendo.

- Boa sorte. - Obrigado.

- Bom dia. - Bom dia, Petra.

- Bom dia. - Bom dia.

- Dormiu bem? - Sim, dormi, obrigado.

O médico esteve aqui com o remédio. Está tudo pronto.

Precisamos cumprir algumas formalidades primeiro.

Sim, claro.

Geralmente pedimos permissão às pessoas

para filmar a ingestão do remédio.

As gravações são confidenciais, é claro.

Mas podem ser úteis em algum possível processo do Governo.

Eu também vou perguntar várias vezes

se tem certeza de que quer morrer.

Espero que esteja tudo bem para você.

Sim.

- Pode me dar um pouco de chá? - Sim.

Perdão...

Há algo que queira perguntar?

Algo que queira saber, que não tenhamos conversado?

Tua música.

É, isso.

Trouxe alguns CDs comigo.

É uma boa ideia.

- Tudo bem se eu escutar? - Sim, claro.

Também preciso da tua assinatura.

Obrigada.

Bem...

Podemos prosseguir?

- Está bem acomodado? - Estou.

Não, tudo bem.

Isto vai impedir que teu corpo rejeite o remédio.

Não há nada perigoso, desconfortável ou mortal nisto.

Gostaria de ouvir um pouco de música agora, por favor.

Sim, claro.

Niels, preciso perguntar uma última vez.

Você realmente quer tomar este remédio,

que o fará adormecer e morrer?

Sim.

Eu vou te dar o remédio. Você tem certeza?

Sim.

Diabos...

Obrigado.

Não precisa agradecer.

Obrigado por me ajudar.

Estão fazendo um bom trabalho aqui.

Tudo bem.

Obrigado.

De nada.

Obrigado por tudo, Maria.

Se cuida, está bem?

- Prometo. - Certo.

Preciso de um pouco d'água.

- Água! - Não, nada de água.

Está tudo bem, Niels.

Você está indo bem.

Está indo bem.

Agora ele está num sono profundo.

Muito profundo.

Logo o oxigênio deixará seu corpo.

Quando acabar o oxigênio, seu coração irá parar.

EM SUAS MÃOS

- Art Subs - 9 anos fazendo Arte para você!

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