All language subtitles for The Saint.S03E18 - The Sign of The Claw

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Original subtitles

Coloque seis homens em volta.

Quando em posi��o, me diga.

As selvas do sudeste da �sia est�o entre os os lugares mais quentes no momento.

H� uma grande guerra acontecendo,

mas ningu�m chama isso de guerra.

Oficialmente, � uma campanha antiterrorista,

mas n�o importa como os pol�ticos chamam,

� um campo de batalha, provavelmente o mais selvagem

da face da terra.

Obrigado, Jean.

- Felicidades para o futuro. - Ao futuro.

Simon, por que est� aqui?

Tenho que ter um motivo?

N�o.

Se h� um homem no mundo que n�o precisa de uma raz�o para vir a esta casa,

� Simon Templar.

O SANTO

S03E18 - A Marca da Garra

Legenda por Susanawho

H� quanto tempo est� neste pa�s, Sr. Valmon?

Toda a minha vida.

Deve conhec�-lo muito bem.

Bem o suficiente para saber o qu�o dif�cil pode ser.

E que far� esta fazenda pagar.

D�-me uma chance.

Papai s� est� aqui h� um m�s.

Sr. Morland,

espero que pense novamente sobre vender a fazenda.

- Suponha que eu adicione 500 ao pre�o? - N�o � o dinheiro, �...

Bem, a fazenda n�o est� � venda.

Oh, bem, eu tentei.

- Boa sorte. - Sa�de.

Se voc� reconsiderar, ainda estarei no mercado.

N�o vou.

Bem, � melhor eu ir andando.

- N�o vai ficar para jantar? - Por favor, fique, h� bastante.

Obrigado, n�o, sou esperado.

Outra hora ent�o, talvez.

Espero que sejamos bons vizinhos, Sr. Valmon.

E que minha filha e eu o vejamos aqui com frequ�ncia.

Acredito que sim.

- Adeus, Sr. Templar. - Sr. Valmon.

Vou acompanh�-lo.

- Simon, o que acha dele? - Valmon?

Se me dessem um d�lar por cada u�sque ingerido pelo sujeito,

eu seria um milion�rio.

Gra�as a Deus ele n�o vai ficar para o jantar.

J� tenho problemas na cozinha sem convidados inesperados.

Voc� tem um pouco mais.

Angkor, pensei que tivesse ido embora.

Estamos indo agora, senhorita.

Acho que n�o conheceu o Sr. Templar, n�o �?

Este � Angkor, nosso gerente estadual, e Harlum, o capataz.

Muito prazer.

Eu verifiquei tudo.

Acho que a entrega deve retornar o mais cedo amanh� � tarde.

Bem, tenham cuidado, sim? Essas estradas s�o muito perigosas.

Onde v�o?

Ao longo da costa, senhor, recolher os novos tratores.

Nada mais que queira que tragamos, senhorita?

N�o, acho que n�o.

Bem, � melhor come�ar.

Boa noite, senhorita.

Sr. Templar.

- Boa noite. - Boa noite.

- N�o acredito nisso. - N�o acredita no qu�?

Angkor e Harlun nunca ouviram falar de voc�.

Nem um piscar de olhos quando eu o apresentei.

� que eles s�o da inescrut�vel calma oriental.

Agora, uma longa fofoca e um bom jantar.

Simon, ainda n�o nos disse o que est� fazendo aqui.

� rid�culo.

Quando mor�vamos em Londres, quase nunca o vimos.

Agora vivemos a 300 km da costa, enterrados na selva,

e voc� chega � nossa porta da frente.

Eu s� estava passando.

- Voc� tem armas? - Sim, naquele arm�rio ali.

Aqui est� a chave.

Vou fechar as persianas.

Abaixe-se, Jean.

Aqui, pegue.

Cubra essa janela.

Jean, ligue para a Base.

A que dist�ncia est�o as tropas?

Cerca de 30 milhas. Usando helic�pteros,

podem chegar aqui bem r�pido

uma vez que souberem que estamos sob ataque.

- Voc� tem mais homens aqui? - N�o.

Meus homens moram no acampamento.

N�o podemos esperar ajuda deles,

t�m muito medo de repres�lias terroristas.

A linha est� muda.

- A que dist�ncia fica a fazenda de Valmon? - No pr�ximo vale.

Seguramente ouve o tiroteio e chamar� os militares.

Se ele n�o estiver sendo atacado tamb�m.

Cessar fogo.

Cercando.

Ele est� morto.

O tiroteio parou. Acabou?

Receio que nem tenha come�ado.

� melhor voc� arranjar uma arma.

Eles est�o se aproximando.

Jean, venha cobrir esta janela.

Vou correr para o caminh�o.

Nunca vai conseguir, est�o cobrindo a estrada.

N�o vou dirigir, tenho um r�dio transmissor na cabine,

posso chamar os militares na faixa de emerg�ncia.

Pai, n�o pode, est� estacionado nos fundos do per�metro.

Temos que ter ajuda, Jean, e r�pido.

� melhor pegar uma pistola, esse rifle � muito desajeitado.

Papai.

Volte para a janela, Jean, continue.

Fa�a como ele diz.

Don, qual � o comprimento de onda no r�dio?

1700, nosso c�digo � Bravo 6.

Jean, d� um rev�lver ao seu pai,

Serei o mais r�pido que puder.

Aqui � Bravo 6, chamando a Base Militar Dekra,

pode me ouvir, c�mbio?

Vamos! Vamos.

Est�o incendiando os armaz�ns.

Papai!

Papai?

Aqui � Bravo 6, chamando Base do ex�rcito Dekra,

pode me ouvir? C�mbio.

Bravo 6, fale, Dekra, c�mbio.

Esta � a Base do Ex�rcito Dekra.

Eu o ou�o, Bravo 6, fale.

Dekra, estamos sob forte ataque terrorista,

precisamos de ajuda imediata.

Major Rowney?

Al�, Bravo 6, estamos a caminho.

Boa sorte, entendido, desligo.

Bravo 6, senhor, casa de Morland, sob ataque.

- Toque alerta vermelho. - Sim, senhor.

Chame patrulhas de campo, forne�a mapas de refer�ncia,

quero tudo convergindo nessa �rea e de imediato.

Est� tudo bem, Jean.

Espere, espere, s� mais um pouco.

O ex�rcito est� a caminho.

Bem?

O agente em Dekra reportou � sede,

mandando tropas, helic�pteros decolando.

Estamos saindo, d� o sinal.

Encontro no ponto marcado em cinco minutos.

Al�, Alpha 4, requisito todos os refor�os dispon�veis

para realizar uma busca em larga escala.

N�s nos movemos r�pido, podemos captur�-los.

Entendido.

Confirme sua posi��o como "tango romeu", c�mbio.

Posi��o correta.

Diga aos helic�pteros para usar chamas.

N�o me importo se incendiarem a selva,

desde que encontrem esses guerrilheiros.

E ponha avi�es observadores ao amanhecer, c�mbio.

Entendido, desligo.

Outro helic�ptero, est� realmente se assegurando.

Estou usando tudo o que tenho. Est�o completamente encurralados.

- E se forem por esse caminho? - Melhor ainda.

Parece uma passagem.

Tem homens l� em cima para deter um ex�rcito.

- Ent�o parece que os pegou. - Tenho certeza disso.

E se conseguirmos que um ou dois conversem,

pode facilitar seu trabalho aqui em cima.

- Sabe por que estou aqui? - N�o exatamente.

A Seguran�a nos disse que voc� estava na �rea

e que dever�amos ajud�-lo em tudo o que pedir.

J� fez isso chegando aqui t�o r�pido.

- Obrigado, Cabo. - Tudo bem, senhor.

Como est� se sentindo agora?

Terr�vel.

� isso mesmo, olhe pelo lado positivo.

Entendo que n�o est� aqui h� muito tempo, Sr. Morland.

S� um m�s. Herdei a fazenda do meu irm�o.

Ele morreu apenas algumas semanas depois de comprar a fazenda.

Antes disso, estava vazia h� anos, eu soube.

Sim, seu vizinho, Max Valmon, estava tentando comprar o local.

Ele ficou muito bravo quando seu irm�o chegou antes.

Assim ele disse.

Fez uma oferta muito boa.

Se o ataque da noite passada � t�pico das condi��es daqui, posso aceit�-la.

Eu n�o seria t�o apressado, Don.

Espere um pouco.

Completada a varredura ao norte,

negativa.

- J� fizeram algum contato? - Ainda n�o, senhor.

Os c�es acharam um rastro, mas o perderam de novo.

O comandante afirma que est�o encurralados nesta �rea aqui.

Puseram homens � frente deles,

e a patrulha terrestre est� nesses flancos aqui.

N�o podem sair.

Ligue-me com o Tenente Vega.

Sim, senhor.

Ele est� bem agora?

Acho que sim.

Eu lhe dei um comprimido para dormir.

Eu me sinto cansada.

Nem percebi quanto tempo est�vamos de p�.

Jean, seu tio � dono deste lugar.

Como ele morreu?

Aparentemente havia um tigre que estava matando o gado.

Meu tio saiu atr�s dele e n�o voltou.

Dois dias depois, a equipe de busca o encontrou.

O tigre o destro�ou e estava quase irreconhec�vel.

Al�, Alfa 4,

varredura conclu�da por todas as subunidades.

Resultado negativo. Repito, negativo, c�mbio.

Est�o na �rea em algum lugar. Continue a busca, c�mbio.

Entendido, desligo.

Em algum lugar, t�m que estar.

Simon, ainda n�o me contou o que est� fazendo aqui.

Estou procurando algu�m.

Aqui na selva?

H� um m�s, ele estava no Congo.

Antes de partir, a luta havia recome�ado.

Antes disso, ele estava no Vietn�.

Logo ap�s sua chegada l�,

come�aram uma grande ofensiva terrorista.

Agora ele est� aqui.

E porque ele est� aqui, podemos esperar eclodir a luta.

A menos que possamos det�-lo, aqui ser� o pr�ximo.

Quem � ele, Simon?

N�o sei, mas ele se chama Julius,

ele usa uma d�zia de nomes

com uma d�zia de nacionalidades diferentes e passaportes para acompanh�-los.

Nunca o vi, mas saberei reconhec�-lo.

E ele vai me conhecer.

N�s os perdemos.

Vasculhamos toda a �rea.

Verificamos e reverificamos, e n�o h� vest�gios deles.

Eles simplesmente sumiram no ar.

- Posso? - Claro.

Por favor, fique � vontade, Sr. Valmon.

Vejo que queimaram seus armaz�ns.

Receio que sim.

Ouvimos os disparos,

mas n�o me atrevi a arriscar um dos meus homens para ajudar.

Pensei que poderiam atacar a minha casa tamb�m.

Felizmente o ex�rcito chegou aqui a tempo.

Sim, vi os helic�pteros.

V�o deixar alguns de seus homens aqui?

N�o, parece improv�vel que os terroristas ataquem novamente.

O Major Rowney me disse que o padr�o � geralmente ataque e retirada.

Bem, espero que seja assim.

Olha, Morland,

ainda estou disposto a comprar esta propriedade.

Vou lhe dar o mesmo pre�o que seu irm�o pagou por ela.

Eu lhe dei minha resposta ontem � noite.

Mas n�o percebe o risco que est� assumindo em ficar aqui?

Tudo bem, sobreviveu a este ataque, mas haver� mais.

Nos �ltimos dois anos, atacaram minha fazenda quatro vezes.

Mas voc� ainda fica.

Sim, porque eu estou preparado.

Porque estou lutando por algo que est� na minha fam�lia h� tr�s gera��es.

Meu av� estabeleceu nossa fazenda de um deserto.

Espero que um dia eu tenha um neto.

Ficarei orgulhoso se ele defender este lugar com seu entusiasmo.

Oh, n�o seja est�pido, Morland.

- Bom dia, Templar. - Valmon.

Ainda estou tentando fazer Morland mudar de ideia sobre a venda.

Ele ficaria muito melhor na Inglaterra.

Muito nobre.

O qu�?

Sua preocupa��o com o bem-estar de Morland, muito nobre.

Mas sabe, de alguma forma,

n�o posso evitar a impress�o que tem algum outro motivo para querer esta propriedade.

Voc� est� certo, � claro.

Preciso desta fazenda para expandir meus pr�prios lucros.

Tenho grandes investimentos de capital

em m�quinas agr�colas pesadas.

Para justificar isso, preciso de mais �reas cultivadas.

� apenas uma quest�o de economia simples.

Seja qual for o motivo, ainda n�o estou vendendo.

Muito bem.

Mas eu o aviso, pretendo ter essa propriedade

e usarei todos os meios legais � minha disposi��o.

O que aconteceu com sua nobre preocupa��o pelo bem-estar de Morland?

A partir de agora, � estritamente neg�cios.

No passado, voc� tinha certos direitos de passagem atrav�s de minha fazenda.

Esses direitos terminam a partir de agora.

- N�o pode fazer isso. - J� fiz.

Tamb�m pode achar um pouco dif�cil contratar m�o-de-obra local.

Como sabe, a �nica vila por aqui est� na minha terra.

Qualquer homem que trabalhar para voc� perder� a casa dele.

Comparado a voc�, Simon Legree parece o Papai Noel.

Vou quebr�-lo, Morland.

Em um m�s, estar� disposto a vender por qualquer pre�o.

Uau!

N�o acho que ele vai fazer carreira diplom�tica.

Maldi��o, sem esses direitos de passagem, estou encrencado.

Meu �nico acesso ao transporte, atravessa a terra dele.

Para percorrer a estrada, s�o quase 70 milhas.

Qual � a posi��o legal?

� isso que terei que descobrir.

H� um advogado em Dekra que atua por mim. � melhor ligar pra ele.

Droga, as linhas ainda est�o cortadas.

Bem, n�o h� nada, vou ter que dirigir at� l�.

Como vai guiar com esse bra�o?

Oh, vai dar tudo certo.

Vou lev�-lo, se quiser.

N�o, prefiro que Jean n�o fique sozinha. Dou um jeito.

Se eu for agora, voltarei no meio da tarde.

Oh, Don, enquanto estiver fora,

pedirei a Jean que me mostre a propriedade.

Sim, tudo bem.

At� logo.

Foi uma subida e tanto.

� uma vista e tanto.

Todo aquele vale ali embaixo � a terra de Valmon.

Se estende ao norte por quase 20 milhas.

Bem remoto, n�o �?

Ele disse que gosta de isolamento.

Valmon realmente controla todos os trabalhadores por aqui?

Sim.

Angkor e Harlun s�o nossos �nicos trabalhadores regulares.

Costumavam trabalhar para o meu tio e n�s meio que os herdamos na fazenda.

At� agora, n�o conseguimos contratar mais ningu�m.

Entendo que este � o limite da sua terra.

Sim.

Vamos dar uma olhada por a�.

Esse � um engenhoso sistema de alerta.

Depois de voc�.

N�o se mexa.

Mortal.

Tenho a impress�o de que os visitantes n�o s�o muito bem-vindos.

Armadilha de arame e bambu.

O que � isso?

S�o pontas de bambu endurecidas no fogo,

mesmo se n�o se empalar,

recebe uma dose bastante venenosa de lascas.

- Simon, acho que devemos voltar. - Observe.

Se algu�m toma tantas precau��es, deve ter algo que valha a pena esconder.

Ele n�o precisa esconder nada. Certamente, s�o armadilhas antiterroristas.

Talvez.

Vamos dar uma olhada de qualquer maneira.

O que foi isso?

Parece um tigre.

Estaremos melhor nessa dire��o.

Diga o que quiser, a caminhada ap�s a missa na Inglaterra nunca foi assim.

Estes antigos santu�rios de Buda est�o espalhados por toda a selva.

Quer entrar?

Boa sugest�o. N�o parece que algu�m tenha usado isso h� anos.

� bom sair do sol.

Sente cheiro de alguma coisa?

Acho que n�o.

Um cheiro de gasolina.

N�o devemos passar muito tempo antes de voltarmos,

escurece muito rapidamente.

N�o sei, encontrei algo interessante.

Uma Leana?

Sim.

Feito de arame coberto de pl�stico.

O que � isso?

Eu estava certo sobre a gasolina.

� uma pequena usina geradora.

Venha e d� uma olhada.

Para que serve?

Eu ainda n�o sei.

Como diz o velho ditado, onde h� fuma�a,

h� fogo e onde h� um gerador,

h� fogo.

Para qu�?

� melhor perguntar a ele.

Foi uma boa caminhada.

Srta. Jean, estava muito preocupado.

Enviei Harlun para procur�-la.

N�o o viu?

N�o, fizemos alguns desvios.

Sem d�vida, Harlun voltar� em breve.

E agora devo informar ao Sr. Morland.

Onde ele est�?

Ele n�o est� com voc�s?

N�o, ele foi ao Dekra esta manh�.

- Quer dizer que ele ainda n�o voltou? - N�o, senhorita.

Quanto tempo leva para voltar de Dekra?

Duas horas, duas e meia, no m�ximo.

Simon, ele deveria ter voltado h� muito.

Algo aconteceu com ele, eu sei.

Jean, � muito cedo para tirar conclus�es.

Ele n�o dirigiria muito r�pido com o bra�o machucado.

O que vamos fazer?

Sugiro que esperemos uma hora.

Se ele n�o voltar, ent�o iniciaremos nossa pr�pria guerra.

Voc�s podem ir.

O que est� acontecendo, Valmon?

O que as tropas terroristas est�o fazendo aqui?

S�o meus homens.

Seus?

Eu os fiz intercept�-lo no seu regresso de Dekra.

Veja bem, estou determinado a ter sua fazenda.

Ent�o agora vai usar for�a f�sica.

Voc� teve sua oportunidade.

De agora em diante, n�o est� em minhas m�os.

O Dr. Julius est� assumindo o comando.

Valmon me disse que voc� se mostrou muito teimoso.

No entanto, tenho certeza que antes que esta noite termine,

podemos encontrar uma solu��o amig�vel para nossos problemas.

Essa ferida no seu ombro,

isso lhe causa muita dor?

Talvez possamos fazer algo sobre isso.

Vamos discutir a venda da sua fazenda?

Venda!

Por que n�o me mata e acaba com isso?

Isso n�o resolveria nada.

Valmon, diga a ele o que vai acontecer.

Amanh� de manh�, vamos juntos a um advogado independente de Dekra,

vai vender a propriedade para mim

pelo mesmo pre�o que seu irm�o pagou por ela.

Voc� receber� o dinheiro

e retornar� � Inglaterra.

No momento em que me livrar de voc�,

o que me impede de informar todo o caso � Embaixada?

O pensamento passou por nossas mentes.

Seu sil�ncio ser� garantido por sua filha.

Esta noite ela ser� levada de avi�o atrav�s da fronteira,

l� ela vai morar no acampamento.

Se ela trabalhar duro e obedecer �s ordens,

ela permanecer� razoavelmente em forma.

A menos que voc� decida contar a algu�m

sobre o nosso acordo.

N�o!

Sim, Sr. Morland,

dentro de alguns anos, talvez a necessidade de sigilo seja menos importante.

Se colaborar,

sua filha pode ser devolvida a voc�.

Ter� que me matar, Julius.

Se n�o, juro por Deus, vou ca��-lo.

O mundo n�o ser� grande o suficiente para se esconder.

- Bem? - Nada, senhorita.

Eu fui at� a cerca norte.

N�o encontrei sinal de Harlun.

O pr�ximo passo � conosco.

Pelo que vimos esta tarde,

A fazenda de Valmon � muito mais do que finge ser.

� o lugar para come�ar a procurar.

Eu irei com o senhor.

N�o, Angkor, quero que leve esta mensagem direto para Dekra para Major Rowney.

Como chegar� l�, n�o importa, desde que seja o mais r�pido poss�vel.

Sim, senhor.

O que vamos fazer?

Voc� vai ficar aqui.

N�o, Simon, vou com voc�.

Sinto muito, Jean, n�o h� alternativa.

Tenho que me mover r�pido.

Al�m disso, estar� mais segura aqui.

- Quanto tempo vai demorar? - � dif�cil dizer.

Angkor n�o deve demorar para entregar a mensagem a Dekra,

ent�o ele vai voltar com as tropas.

Simon, estou com medo.

Eu sei, me desculpe, tem que ser assim.

Agora, seja uma boa garota e tranque as janelas quando eu sair, ok?

Tenha cuidado, Simon.

Se as boas-vindas da volta forem como a despedida,

nada vai me afastar.

Al�?

Al�?

Tem algu�m a�?

Harlun, o que aconteceu com voc�?

Sr. Templar, por favor, devemos correr.

- Este homem est� me seguindo. - Que homem?

Ele fez isso comigo.

Esse homem matou o irm�o do Sr. Morland, n�o o tigre.

Matou para parecer tigre.

- Agora, vamos, por favor. - Espere.

Por favor, senhor.

Obrigado, Harlun.

N�o, fique com isso. Tente chegar a Dekra.

Diga ao Major Rowney para ir � fazenda de Valmon.

Angkor tentar� chegar tamb�m. Tome.

- Vou tentar, senhor. - Boa sorte.

Al�?

Al�?

Quem �?

Por favor, diga alguma coisa.

Estamos com seu pai, Srta. Morland.

N�o.

N�o acredito em voc�.

Quem � voc�?

Quem eu sou n�o � importante.

O que eu digo � verdade.

Ele quer que se junte a ele.

N�o, � um truque para me tirar daqui.

Vamos tir�-la de qualquer maneira.

Preferimos n�o usar a viol�ncia.

N�o, n�o vou ouvi-lo, n�o vou!

Srta. Jean?

Angkor?

Deixe-me entrar, por favor.

Eles est�o me cercando.

Angkor.

N�o tem nada para se preocupar agora, senhorita.

Aqui, precisamos colocar isso de volta.

Angkor, olhe!

N�o conhecia o Capit�o Tawau?

Angkor, voc� tamb�m?

Ele tem a honra de servir as for�as

que livrar� esta terra de seus opressores,

homens como seu pai, Srta. Morland.

O que fez com ele?

Onde ele est�?

Voc� ver� por si mesma.

Luzes de pouso.

Voc� tem not�veis poderes de recupera��o.

N�o � assim, Sr. Templar?

Eu disse, n�o � mesmo?

- Simon, n�o! - Sente-se!

Mantenha as m�os no colo.

Antes de morrer, vai se arrepender disso.

Eu me arrependo agora. Deveria ter arrancado sua perna.

Foi uma longa ca�ada, Julius.

Voc� tem sido muito persistente.

Mas por qu�, Templar?

Por que me persegue?

- Voc� matou Franklin em Saigon. - Ele era um tolo.

Era meu amigo.

Voc� me persegue por todo o mundo para vingar a morte de um homem.

N�o, de milhares.

Essa � sua mercadoria, n�o �? Revolu��o,

morte, destrui��o.

Eu crio os incidentes, Sr. Templar,

lamentavelmente, quando homens disparam armas, algu�m leva um tiro.

Sou apenas um agente do meu governo.

E eu sou um agente do meu.

Voc� est� aqui oficialmente?

Verei que seus pertences pessoais

sejam despachados ao escrit�rio no exterior.

Sem d�vida, eles lhe dar�o uma medalha p�stuma.

Vigie-o.

Acenda as luzes de pouso.

Des�a ao santu�rio, ligue o gerador.

Quando ouvir a aeronave, acenda as luzes de pouso.

Sim, senhor.

Pista de pouso?

Sim, e de bom tamanho.

E vamos ampli�-la.

Ent�o os avi�es realmente grandes poder�o pousar,

com artilharia e muni��o.

� por isso que tentaram compr�-la.

Qualquer pessoa que morasse pr�ximo ao vale, veria os avi�es entrando.

E o ataque ontem � noite?

Projetado para ajud�-lo a se decidir.

� melhor sair e ajudar a descarregar.

N�o v�o querer ficar por aqui.

Acha realmente acha que pode comandar uma invas�o inteira daqui

sem o ex�rcito descobrir?

Bem, tivemos um bom come�o.

O General Kwang est� voando pra c�.

Ele marcar� a data do primeiro ataque total.

Ajudado por um propriet�rio brit�nico cuja fam�lia est� aqui h� gera��es.

E por qu� n�o?

Voc�s rec�m-chegados aqui me cansam.

Nem conhecem o motivo.

Olha, seis meses atr�s, quando este pa�s tornou-se independente,

o governo foi dominado por um bando de selvagens.

Eles come�aram a nos dar ordens,

nos dizendo o que poder�amos fazer e o que n�o pod�amos.

Parece razo�vel, � o pa�s deles.

O pa�s deles.

Sem n�s, eles ainda estariam em chap�us de palha.

Eu diria que seja o que fez neste pa�s,

voc� recuperou com consider�vel lucro.

N�s ganhamos.

Cada centavo disso.

N�o vou ter nenhum funcion�rio me dizendo o que fazer.

Vou esmagar este governo por qualquer meio que eu possa encontrar.

E acha que o governo rebelde vai trat�-lo melhor?

Sim.

Quando eles ganharem o poder,

cuidarei para viver do jeito que estava acostumado.

Se acredita nisso, vai acreditar em qualquer coisa.

Bem, Srta. Morland, � melhor come�ar a se despedir.

O avi�o para lev�-la estar� aqui em alguns instantes.

L� est� ele.

Bem na hora.

Tr�s milhas.

Onde est�o as luzes de pouso?

Estar�o l�, nunca nos falharam.

Luzes de pouso!

L� est�o elas.

E aqui vamos n�s.

- O que est� acontecendo? - N�o sei!

Vamos descobrir.

O que � toda essa como��o?

O que diabos est�o dizendo?

- Os nativos pareciam inquietos. - Cale-se!

N�o consigo ver a faixa.

Estamos entrando nas �rvores, levante!

N�o est� levantando, n�o est� levantando!

O avi�o caiu!

Vamos! Vamos sair daqui.

Tawau, olhe!

Voltem!

N�o h� outra sa�da.

Traga alguns homens.

Fiquem protegidos.

Atirem pela porta.

Ele est�...

Encontre alguma muni��o.

Traga-me uma granada.

O que est� acontecendo l� fora?

Eu n�o sei.

Bem, descubra!

Eles v�o voltar logo.

Vou deixar um entrar.

Mas por qu�?

Precisamos da arma dele.

O que est� acontecendo l� fora?

Voc� est� a�, senhor?

Sim.

Desculpe, estamos um pouco atrasados.

Harlun demorou um pouco para chegar at� n�s.

Seu tempo � impec�vel.

Estou feliz que estejam seguros.

Agora, desculpem, temos alguns acertos a fazer.

Perdoe-nos se n�o formos juntos.

Exceto por alguns retardat�rios, capturamos todos.

O que n�o consigo entender, � como o avi�o caiu na selva.

Ah, eu n�o expliquei isso?

Sobre as luzes de pouso?

O que tem elas?

Eu as movi.

Simon, foi brilhante!

Bem, receio que o brilho n�o seja meu,

eu li sobre isso numa hist�ria de aventuras h� anos atr�s.

Voc� � ador�vel.

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