All language subtitles for The Story of O 1975 Blu-ray Remux 1080p AVC DD 2.0 - MiB

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton Download
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified) Download
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian Download
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew Download
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean Download
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese Download
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese Download
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

A HIST�RIA DE O

Certo dia, seu amante levou O onde eles nunca tinham ido

Parque Monceau, Parque Montsouris e outros,

por um caminho claro, limitado por uma densa e escura floresta.

Brevemente anoiteceria e sentia-se o Outono no ar.

Uma vez no carro, Ren� pediu a O que tirasse a roupa interior.

Indo sabe Deus para onde,

O n�o se atrevia a perguntar fosse o que fosse,

temendo que o condutor se voltasse.

Tira tudo.

Tens que estar em contacto com o assento.

Nunca cruzes as pernas ou juntes os joelhos.

Cheg�mos.

Escuta, vais e bates � porta.

Seguir�s quem te abrir e obedecer�s �s suas ordens.

Far�s isso? - Sim.

Vou tentar

E tu? - Eu irei depois.

Vai.

Uma outra vers�o revelar-se-ia muito mais simples e brutal.

O foi levada de carro

pelo seu amante e por um amigo que a ela lhe era desconhecido.

Foi esse amigo desconhecido que explicou � jovem

que o seu amante teria sido instru�do para a preparar.

O perguntou-se porque raz�o suas m�os teriam sido atadas,

se ela tinha inten��es de obedecer ao seu amante.

Seria mais um dos desejos de Ren�,

como teria sido a sua espera solit�ria.

Esperou por ele durante meia hora, uma hora

ou mesmo duas, j� n�o sei.

Pareceu um s�culo.

N�o deves manter as pernas juntas, � pro�bido.

Onde est� ela? Virem-na.

Ela j� foi acorrentada?

N�o, nunca.

E a�oitada?

Se tivesse sido, j� lhe teria sido dado prazer.

Agora...

O que importa agora, � tirar l�grimas dela.

Aqui, quando fores a�oitada, ter�s sempre os olhos vendados.

Mas n�o esta noite.

Hoje como � a primeira vez est�s permitida a assistir.

Hum... Como ela � orgulhosa!

Quero ouvi-la a gritar.

Imediatamente!

N�o! N�o aguento mais!

Eu imploro-lhe!

N�o. Isso deixa-a muito marcada.

E o castigo com o a�oite pode fazer a dor durar muito.

Eu pe�o-lhe que o use somente quando necess�rio.

Como desejar.

Ren�!

- Viste, consegui suportar? - Sim, muito bem.

Por ti, Ren�.

Sim, muito bem.

N�o te levantes, fica onde est�s.

Amanh�, ser�s vestida assim.

� mais pr�tico. Mostra-lhe porqu�.

As mulheres que andem pelo pal�cio e mesmo pelo parque

s�o vestidas desta forma.

Desta forma, estar�s sempre � disposi��o de todos aqueles que queiram utilizar-te.

Como desejarem, quando desejarem.

No entanto, antes de explicar as regras �s quais ter�s que obedecer,

Tenho que lembrar-te que tu est�s aqui de livre vontade

e que poder�s ir-te embora quando quiseres.

Queres ir-te embora?

N�o me olhes dessa maneira, que te arrepender�s.

Pela �ltima vez, queres ir-te embora?

Nesse caso,

estas ser�o as regras que ter�s que obedecer.

Tu est�s na ala que d� para o parque.

O teu pajem chama-se Pierre.

Pajem? - Sim.

Sim, ser� aquele que te acorrentar� quando fores dormir.

E que te a�oitar� quando fores castigada.

Os pajens podem-nos usar. Mas o Pierre, ele �...

Sobretudo, nunca lhe olhes para a cara!

- Sim porqu�?

Nunca me olhes para a cara!

Preparem-na que eu j� volto.

As duas jovens, Jeanne e Andr�e, perguntaram-lhe o seu nome.

Ela deu-lhes apenas a sua inicial, O.

- Foi o teu amante que te trouxe? - Sim.

Est�s com sorte. Eles ser�o mais severos contigo.

Mas porqu�?

Ir�s descobrir rapidamente.

Ent�o, bela dama?

O questionou-se, porque haveria tanta do�ura misturada com terror,

ou porque ela achava o terror t�o delicioso.

Levanta-te.

Vira-te.

S�o 9 horas. Quando acabares de comer, poder�s dormir at� ao meio-dia.

Como � que sabes?

Acerca do a�ucar? Foi-nos dito v�rias coisas.

J� chega, n�s n�o devemos falar.

- Vamos, Andr�e. - Mas expliquem-me...

Meu amor!

Anda, deixa-nos ver-te.

Obedece.

O sentiu-se profanada e culpada pelo prazer que teve nos bra�os de um estranho.

Mas mais tarde,

o seu amante explicou-lhe, que quanto mais dada

ela fosse, mais querida lhe era.

O facto de ele a oferecer a outros, era prova que ela lhe pertencia.

Algu�m s� pode dar o que realmente possui. N�o fales.

Foi-te dito ontem, que enquanto estiveres aqui

n�o podes olhar os homens na cara nem lhes falar.

A partir de agora, essa regra aplica-se a mim tamb�m.

Eu amo-te.

Mas antes que te silencies,

eu quero que pronuncies apenas duas palavras.

O nome do homem que me fez trazer-te aqui,

e que mais tarde te apresentarei.

Sir Stephen.

Sir Stephen.

� o claustro.

O qu�?

N�o, eu n�o disse nada! Juro!

Eu pe�o perd�o! Perdoe-me!

N�o, por favor! Fa�a o que quiser menos isso!

George.

Por favor. Eu farei tudo o que quiser, mas isso n�o!

N�o, tudo menos isso!

Jeanne Violou uma regra. Falar do claustro.

Dentro do claustro.

O nunca soube o que aconteceu.

Monique, vem c�.

Anda c�!

Vou-me embora. Voltarei somente para te levar comigo.

Quando?

Dentro de alguns dias.

Mas quantos dias?

Hoje mesmo, se desejares.

Queres ver-me a ser a�oitada?

Sim, assim poderei levar essa lembran�a comigo.

Ficar�s satisfeito?

Sim, eu sei que � dif�cil de entender.

J� n�o poderei mais falar contigo nem olhar para ti.

Olha para mim.

- � dif�cil, mas tu entendes, certo? - Sim.

Porqu�?

Certo dia uma menina, que passeava,

viu um coelho branco que levava um rel�gio.

O seu nome era Alice.

O coelho branco disse-lhe que estavam atrasados e que tinham que se apressar.

Ela n�o ficou surpreendida pelo facto de ele falar.

E depois?

Depois, ela seguiu-o.

E o que aconteceu?

Ela ca�u num po�o, num po�o profundo.

E teve imensas aventuras.

Continua. O que estava nesse po�o?

Sir Stephen.

As minhas m�os.

Eu amo-te. Eu amo-te.

Ela n�o te olhar�.

Olhar� sim.

N�o, n�o olhar�.

Tu est�s assim por ela ser nova aqui.

Ela � orgulhosa.

Vara-me

� fogo.

Deixa-a l�.

O Pierre est� a olhar para ti.

Pareces embara�ada?

Sim.

Gostas dele?

Sim.

N�o consigo compreender.

O que ela n�o conseguia compreender era que O amava tudo o que viesse do seu amante,

at� mesmo Pierre.

Era o seu amante que a possu�a atrav�s de todos aqueles estranhos

aos quais ela j� se rendera.

Eu vou-te preparar.

Hoje n�o ir�s jantar com as outras.

Por favor, poderia ir um pouco para o corredor.

Porqu�?

Gostaria de usar a casa de banho, e n�o h� porta.

N�o h� portas de prop�sito.

Olha para mim.

Olha-me s� uma vez. Eu n�o te bato.

� s� o que eu pretendo.

Eu tomei-te � for�a nas escadas?

O perdeu a no��o do tempo. A relva escureceu.

Os dias j� n�o eram dias, nem as noites eram noites.

As luzes nunca se esvaneciam.

Passados alguns dias, o tempo perdeu a sua imobilidade.

Numa aveludada noite, as suas correntes foram retiradas.

Voltei.

Temos que ir.

Tira-o e v� se te serve no dedo indicador.

Adeus.

Serve-me.

Roissy.

Roissy!

Est� tudo na mesma. Vivi aqui muitos anos.

Quatro anos.

Vou l� acima.

A casa de banho. � t�o agrad�vel!

Esse � o meu quarto.

O teu quarto? Tu nunca dormes!

Deixei-te um presente em cima da tua cama.

Estranho, n�o tenho recorda��o da cozinha ter aquele piso.

Sim, obrigada.

Mais tarde, ele explicou que ela n�o poderia ser livre

a menos que j� n�o o amasse e o abandonasse de imediato.

Tal atitude deixou-a surpreendida.

Ele queria mais provas de que ela lhe pertencia.

J� n�o restavam d�vidas que ela lhe pertencia, mas ele precisou refor��-lo

como se tirasse algum prazer da�.

E essa n�o � a forma correcta de me escutares. Anda c�.

Assim?

Deves manter os l�bios ligeiramente afastados.

Pela manh�, ir�s separar as tuas coisas. Eu levarei as que n�o t�m utilidade.

Al�.

- Sou eu. - Bom dia, meu querido.

Est�s a separar as tuas coisas?

Sim, estou.

- Est�s vestida? - Tenho s� a camisa de noite vestida.

Tira-a.

Ren�?

Tens o anel?

Sim.

Fica sem roupa at� eu chegar.

Coloca numa mala toda a roupa que seja dif�cil tirar

ou que seja fechada � frente.

Vendo que ela fez tudo o que ele disse

ele ficou fascinado por ela lhe pertencer tanto.

J� est�. Obrigado.

Ser� que podes imprimir algumas para mim?

Sim, com certeza.

Est�s com um ar muito feminino.

Tu mudaste muito.

Mas olha que as ligas...

fazem mal �s pernas.

S�o muito pr�ticas.

O tirou cerca de 50 fotos, de Jacqueline

e todas elas diferiam de outras tiradas anteriormente.

Nunca tinha captado um corpo e uma face, t�o provocantes, at� agora.

Ren�, querido.

Tenho que sair imediatamente.

Est� preparada dentro de uma hora.

Um motorista vir� buscar-te.

Vai vestida de preto.

E leva o teu casaco de peles.

Mas � t�o antigo!

Fica-te muito bem.

Tu vais compreender!

Fica-me bem para ir a um funeral.

Por favor, � importante para mim.

Est� bem.

Est�s linda minha querida.

Quero apresentar-te, Sir Stephen.

O Ren� n�o me mentiu.

Martini, por favor.

Era isso que querias, n�o era? - Obrigado.

Senta-te.

Se quiseres, podemos jantar na cave. � mais agrad�vel l�.

O caf� tomaremos em minha casa.

Senta-te no sof�.

O Ren� servir� o caf�.

Agora ouve-me com aten��o.

N�o sei se o Ren�, alguma vez te falou na fam�lia dele.

Muito antes de ele ter nascido, a m�e dele sempre me tratou como um filho.

At� que um dia ela deixou o meu pai.

A partir da� perdemos a rela��o.

Mas de qualquer maneira, somos irm�os.

E sempre partilh�mos tudo.

Esse anel que trazes no dedo, d�-me certos direitos sobre ti.

Tal como dar� a qualquer homem que conhe�a o seu significado.

Contudo, com outros, apenas ter�s la�os tempor�rios.

Comigo, ir�s ter algo mais s�rio.

Se tu aceitares, eu revelar-te-ei as suas prefer�ncias.

Caro Ren�. N�o s�o prefer�ncias, mas sim exig�ncias!

Desde que perten�a a Ren�, sou toda sua, farei o que disser.

N�o, agora ser�s de n�s dois.

Repete: "Eu perten�o a voc�s dois e farei o que desejarem."

Quero ouvir da tua boca que �s tanto minha

como �s do Ren�.

Contudo continuar�s a ter apenas um amo,

um mais exigente, claro

devido � minha prefer�ncia por rituais.

Depressa aprender�s

Ent�o?

Voc�s os dois. Fora daqui!

N�o!

Eu aceito.

Serei castigada com o a�oite?

Sim, algumas vezes.

Os dois homes examinaram-lhe o corpo

de uma forma brutal e abomin�vel.

Ela sentiu-se coberta de vergonha.

Mas apesar da vergonha, ela sentiu-se como algu�m

que est� no in�cio de um sonho que lhe � familiar.

Ficas com o Sir Stephen. Deixa-te estar.

Ele dispensar-te-� quando j� estiveres adaptada.

Acompanho-te at� l� fora.

Obrigado, Ren�. Queres levar o carro?

Por muito que se queira que um sonho termine

devido ao medo de n�o o conseguir suportar.

Saber como ele vai acabar prevalece sobre qualquer outra vontade.

Vira-te.

- Queres um cigarro? - N�o.

Eu quero-te ver nua.

Despe a blusa.

N�o gosto da tua maquilhagem.

A cor � demasiado p�lida.

Tira a saia.

Tu �s demasiado f�cil.

O Ren� sabe que tu desejas todos os homens que te querem?

A tua obedi�ncia a ele � apenas um alibi.

� mentira, eu amo o Ren�!

Amas o Ren�, mas �s f�cil. Fica quieta!

Masturba-te.

- N�o sei o que quer. - Entendeste bem.

Acaricia-te.

- N�o, n�o consigo! - � assim que �s obediente?

Tenho a impress�o que o Ren� n�o foi suficientemente severo.

Eu sempre lhe obedeci.

Tu est�s a confudir amor com obedi�ncia.

A partir de agora vais-me obedecer mesmo n�o havendo amor entre n�s.

O meu quarto � j� aqui ao lado.

Boa noite.

Espere.

Isto � seu.

Fica com ela. � de ferro como o teu anel. O ferro assenta-te bem.

Ou deverei dizer os ferros?

Por favor!

N�o diga ao Ren� que lhe desobedeci. Eu obedecerei, juro-lhe.

Bom dia.

Bom dia.

Um motorista vir� busc�-la quando estiver pronta.

O seu amo deixou-lhe uma mensagem.

O Ren� ligou-me a dizer que te ir� buscar ao est�dio.

Esse a�oite ser� para a tua pr�xima visita.

Pronto, j� terminei.

Mas que bem que te fica essa boquilha, �s uma mulher fatal.

Fatal para quem?

Ela quereria ter respondido: "Fatal para o Sir Stephen".

Mas tinha medo.

Temia do que ele tivesse contado a Ren�. Temia que o Ren� n�o viesse mais.

Se o Sir Stephen n�o a amasse, o Ren� deixaria de a amar tamb�m.

Estiveste com o Sir Stephen?

Sim. Fal�mos.

Olha!

Foi ele que te deu?

Foi mesmo?

A s�rio?

Estou orgulhoso de ti! �s maravilhosa.

Eu tamb�m estou orgulhosa.

S� passei para saber se j� tens as minhas fotos?

N�o, ainda n�o tive tempo.

Est� bem, ent�o vou indo...

N�o, fica.

N�o v�s.

Depois disso, Jacqueline acompanhou-os in�meras vezes.

Situa��o que agradou a Ren�, achava a jovem atraente, e queria seduzi-la.

O provavelmente teria ci�mes,

mas havia outra coisa que a preocupava.

O poder que Sir Stephen tinha sobre Ren�.

N�o estejas chateada.

N�o estou.

Mas eu raramente te vejo!

Tu j� nem me tocas!

E quando me tocas, � para encontrares marcas do teu senhor.

� por ele que est�s apaixonado, n�o por mim.

N�o sejas est�pida!

V�s? Se eu tivesse dito isto h� dois meses atr�s, terias-me batido

tanto que at� as paredes estremeceriam.

Mas sou tua Ren�! Juro! Sou tua.

1� pretences a Sir Stephen!

- Ouve. - N�o.

J� ouvi tudo.

Telefona-lhe, diz-lhe que esta noite n�o poderei ir.

Inventa alguma coisa.

Esta noite quero estar contigo.

Isso � imposs�vel.

E vou-lhe contar tudo o que me acabaste de dizer.

Boa noite.

Ela n�o acreditou que ele fizesse isso.

Mas quando ele a levou, ficou apenas o tempo necess�rio para a trair.

Boa noite.

Obrigado Ren�.

Ele estava t�o p�lido quanto ela.

O n�o queria acreditar que ele se estivesse a apaixonar.

Ele nunca a tinha beijado antes.

Mas ele castigou-a pela sua desobedi�ncia nessa noite.

Ele foi t�o cruel, que ela at� perdeu a consci�ncia.

- �s tu? - N�o � para mim que est�s a ligar!?

Sim. Aconteceu-me agora uma coisa. N�o tenho bem a certeza o que fazer.

Encontrei o Pierre de Roissy.

- E ele quer levar-te para onde? - Para um hotel, n�o sei.

E tu, gostarias de ir?

Sim, gostaria.

Apanha um taxi directamente para casa.

N�o me queres ver?

S� quero que tu me obede�as.

�s tu, Ren�?

O Ren� deu-me uma chave.

Estou a ver que me obedeceste.

�s uma menina crescida.

Vamos sair para almo�ar.

Mas primeiro, responde-me a umas quest�es. Senta-te

Desde que voltaste de Roissy,

pertenceste a mais algu�m? Al�m de mim e Ren�?

N�o.

Desejaste outros homens? Para al�m do Pierre, obviamente.

Uma rapariga, talvez?

� uma rapariga, que desejas?

Eu mostro-lhe.

Esta � a Jacqueline que o Ren� me tem falado?

E tu a desejas?

A Jacqueline tem uma vida incr�vel.

Sir Stephen fez ela falar de Jacqueline.

Mas estaria ele realmente a ouvir?

Ela apreciou a facto dele estar atento

� sua voz, ao movimento dos seus l�bios.

Obrigado.

O Ren� j� est� ao corrente do que vou dizer agora.

Lembras-te da primeira vez que estiveste l� em casa?

Eu dei-te uma ordem que n�o cumpriste.

Cumpririas agora?

Sim, sempre que desejar.

Bebe o caf�.

Dei-me conta que ainda ningu�m, nem mesmo o Ren�,

te possuiu � minha frente.

Isso n�o quer dizer que

um dia n�o te tenhas de entregar a um estranho

na presen�a do homem que te ama.

Ele insistiu longamente, mas ela j� n�o o estava a ouvir.

Apenas reteve "do homem que te ama".

De que outras provas precisaria?

N�o me est�s a ouvir.

Eu farei tudo o que quiser. Sou sua.

Minha?

Sua e do Ren�.

O Ren� e eu concord�mos em tu seres s� minha.

Se tu aceitares, eu irei querer mais que palavras.

Se tu fores minha, ter�s que ser marcada.

- Marcada? - Uma marca permanente.

Acaba o caf�.

Tu n�o ser�s for�ada a nada.

Podes sempre recusar

e partir.

Vou-te dar alguns dias para decidires.

O tempo necess�rio para tomares a Jacqueline.

A Jacqueline, mas porqu�?

Poderia dizer que gostaria de te ver com outra mulher.

Mas n�o � esse o caso.

Ela ser� tua depois de a levares a Roissy.

Isso � imposs�vel!

Tu consegues.

N�o! � imposs�vel.

N�o quero ficar em d�vida para com o Ren�.

Quando ela voltar, tr�-la-�s a ele.

Ao Ren�?

Ele est� apaixonado por ela?

Ele ama-a?

Ele disse isso?

Ele quer que ela seja dele. Ela nem por isso.

Agora, tens que persuadi-la a mudar-se para o teu apartamento.

Podes utilizar aquele roupeiro ali e h� outro l� em baixo.

Quero que te sintas em casa.

O Ren� n�o se vai importar que fique com o seu quarto?

Nem por isso.

N�o, ele est� radiante.

Viste? Ela aceitou o meu quarto.

Isso n�o quer dizer nada.

O Sir Stephen estava certo.

Se ela se entregar a algu�m, ser� a ti.

Boa noite.

Anda c�.

Senta-te, n�o tenhas medo.

De certeza que o Ren� n�o voltar�?

Esta noite n�o.

Que penteado estranho!

Solta-o, fica melhor.

Muito melhor.

�s linda.

Diz-me que queres.

Eu quero.

Correu muito bem, depois conto-lhe.

Sim.

Agora? Irei j�.

- Era o Ren�? - N�o, n�o era.

- Est�s feliz por causa de mim? - N�o...

Bem, sim. Por causa de ti.

Agora vai, est�s atrasada.

N�o me vais beijar?

N�o.

- Vemo-nos � noite. - Est� bem.

Sempre que O vinha a casa do seu amo,

Era Norah qua a encaminhava, despia e preparava.

O nunca se habituou a estar despida na presen�a desta mulher,

que nunca lhe falou e raramente lhe olhava.

Desta vez, ela conduziu-a directamente a Sir Stephen,

que estaria num quarto que a ela lhe era desconhecido.

Est� feito!

Eu sabia que havias de desenrascar-te.

Tira isto.

- Quer que lhe conte como foi? - N�o, eu fa�o isso.

Interrompe-me se estiver errado.

Tu est�s muito linda hoje.

Sei como se passaram as coisas com a Jacqueline.

- Tiraste as suas roupas. - Sim.

Tiraste-lhe o cinto.

Olh�s-te-a fixamente nos olhos e falaste-lhe.

Ele estava certo.

Mesmo conhecendo Jacqueline apenas por fotos

sabia que ela adorava o prazer

e que se entregaria facilmente a O,

consequ�ncia do agrad�vel prazer, proporcionado por uma mulher.

Rosas... para mim?

Porque n�o? Eu amo-te.

Norah!

Norah!

Norah!

Toma! S�o para ti.

Havia-me falado de uma marca permanente.

- Vais aceitar? - Absolutamente.

Quando?

Ela ser� marcada brevemente.

Presumo que voc� estar� presente.

Sim.

Agora iremos ver a casa.

Este � o teu quarto. Gostas?

Sim, muito.

Tira a roupa.

Vou-te arranjar uma cinta.

Uma bem apertada.

E cada dia ficar� mais apertada at� que a tua cintura fique estreita.

Ajoelha-te.

O. Aceitas de livre vontade,

usar os an�is e as marcas do Sir Stephen

mesmo desconhecendo a forma como estas ser�o feitas?

Sim, aceito.

Certo.

Agora irei acompanhar Sir Stephen at� � sa�da.

Espera por mim aqui.

Tu �s verdadeiramente minha.

O. Aqui est�o as tuas companheiras.

Yvonne, Claire

- Andr�e... - Eu conhe�o-a.

e Th�rese. - Sou eu.

Eu tamb�m a conhe�o, dos tempos de regimento.

Acalma-te, Th�rese.

Yvonne,

coloca-lhe a cinta.

- Ajuda-a por favor. - Sim senhora.

- Estou feliz por te ver. - Eu tamb�m.

Bem apertada.

- Est� apertada. - Ficar�s ainda mais linda.

Vem aqui.

Tens sido a�oitada �ltimamente?

H� duas ou tr�s semanas.

Aqui n�o haver� a�oites.

Excepto hoje � noite.

Por ser a tua chegada.

O reencontrou em casa de Anne-Marie o mesmo tipo de atitudes que se lembrava da sua inf�ncia.

Aviso j� que detesto perder.

Sim, mas j� est� Check Mate!

- J� n�o jogo mais. - Ent�o, o que se passa?

Ela � batoteira!

Isso n�o � verdade!

Mentirosa! Ela joga bem.

Venham para tr�s de mim. Excepto tu, O.

Iremos tirar � sorte para ver quem te ir� a�oitar.

Est�o prontas?

Vamos l�.

Quem tem a rainha?

Isso foi propositado?

Eu nunca fa�o nada propositado. J� devias saber isso.

Levem-na, ela � toda vossa.

Podes chorar que ningu�m te ir� ouvir.

E se gritares muito alto...

Para absorver a tua voz.

Podes come�ar, Yvonne.

R�pido, com for�a! Ela tem que gritar!

Ela percebeu a sua liga��o com Ren�,

os dias que passou no pal�cio e a sua opress�o,

constituiram uma forma segura de a conduzir ao amor da sua vida.

Em que pensas?

Em Stephen.

Ela convenceu-se que se fosse forte o suficiente

para aguentar aquilo tudo at� ao fim,

ela conseguiria conquist�-lo.

Foi o amante da Andr�e que a trouxe aqui.

Provavelmente j� n�o voltar�.

Porque dizes isso?

Porque tu n�o �s forte o suficiente, ir�s desistir.

- Quem � que te trouxe a ti? - A Anne-Marie.

- N�o pertences a ningu�m? - Pertence sim.

Pertence a mim.

Contudo n�o era apenas Th�rese que dormia com Anne-Marie.

E tal como tudo o resto, � o destino que decide.

Anne-Marie!

O que est�s a fazer? Est�s maluca!

N�o me fa�as isto!

Tu �s parva.

N�o quero saber!

Eu quero morrer, est�s a ouvir?

Pobre desgra�ada.

Castiga-me. N�o me importo.

Vai para o teu quarto. Tu tamb�m.

Anda, minha querida.

A Claire ir� mostrar-te uma coisa.

- Mostra-lhe, Claire. - Com certeza.

O Sir Stephen quer que tu uses estes mesmos an�is, com o seu nome inscrito.

Uma vez colocados, n�o os dever�s retirar.

� doloroso?

� como furar uma orelha.

Mas para ti ainda haver� mais.

Um anel poder� ser simplesmente retirado.

� por isso que o Sir Stephen quer que tu sejas marcada de uma outra forma.

Para sempre.

Como?

Tu prometeste que n�o farias quest�es.

Saber�s quando chegar a altura.

Hoje � a tua vez.

Apanha-o.

N�o cheg�mos a tirar � sorte.

Eu quero que tu o fa�as.

Obedece-me.

N�o, n�o consigo.

Lembra-te o que ela fez contigo. Ser�s punida por isso.

Precisas de aprender.

O Sir Stephen falou-me da Jacqueline.

Tu ter�s que a a�oitar, qualquer dia.

Come�a l�.

E n�o fa�as batota.

Com toda a tua for�a.

V� l�! Mais for�a!

J� chega!

Perdoa-me.

Perdoa-me, por favor.

Tu deves odiar-me!

- Ela est� a dormir? - Sim.

- Ela ama-te? - N�o.

Eu sei que ela te ama.

O que � que voc�s fizeram?

Eu quero saber!

N�o me importa.

Queres saber uma coisa? Vais ser marcada com um ferro em brasa.

O Sir Stephen est� aqui.

Vou j�.

Estou de partida, � prov�vel que j� n�o nos vejamos mais.

O que queres apostar?

Isto.

Ainda est�s a tempo de desistir.

N�o.

- Queres que te ate as m�os? - N�o.

N�o me toques. Eu quero sair daqui!

N�o aguento isto!

- Quero ir-me embora! - Est� bem.

O motorista do Sir Stephen ir� levar-te a Paris.

Foi naquela tarde que ele disse que a amava

e que a daria a outros que n�o a amariam.

Faria ele isso? E se sim, porqu�?

Aten��o.

Obrigado.

Muito obrigado, senhor.

Ficas melhor sem esse chap�u.

Espera.

Fica melhor em si.

- A sua filha � muito simp�tica. - Tem raz�o.

Queres ser a minha filha?

Eu serei tudo.

Para ti.

Passas-me o robe, por favor.

O que s�o esses an�is?

� a primeira vez que reparas em algo para al�m da tua linda pessoa.

Porque � que os usas?

- Queres saber porqu�? - Sim.

- Tens a certeza? - Sim.

Agora perten�o ao Sir Stephen.

Eu amo-o.

Isso � inacredit�vel! Completamente inacredit�vel!

Est�s-me a contar os teus sonhos, s� pode.

Sir Stephen,

Ren�,

Anne-Marie!

Eu.

Inacredit�vel!

H� a� uma personagem na tua hist�ria que n�o gosto nada. Aquela rapariga.

Que � a Th�rese.

Inventaste-a?

N�o inventei nada.

E se eu quisesse ir para Roissy?

Por mim?

Queria muito, mas s� por curiosidade.

E n�o me poderiam tocar.

Sim, como uma turista.

Tamb�m poderia dormir com o Ren� se o desejares.

Se quiseres.

Ainda n�o.

Quando o Stephen for a Bretanha, darei uma enorme festa.

O poder� ser a rainha.

�ptimo.

O, aproxima-te.

Vira-te.

Esta marca! Esplendido.

Queres ver, lvan.

Consigo ver.

Pode levar.

Onde vai, Stephen?

Tenho que sair.

Mais tarde, Ivan levou O para o seu hotel.

A extrema obedi�ncia de O

e a marca no seu corpo tocaram Ivan profundamente.

Mas o mais importante � que ele conseguia receber voluntariamente dela

o que jamais teria coragem de pedir a uma mulher!

- O senhor est� no jardim?

Est� tudo bem?

Quero-te contar uma coisa.

H� muito tempo atr�s

eu jurei a mim mesmo que mulher nenhuma teria mais significado

que uma pedra que posso apanhar na praia.

Mas tu, minha querida, para onde eu for, tu vir�s comigo.

Sim. Eu nem sabia o que era o amor at� te conhecer.

Podes testar-me como quiseres.

Porque est�s t�o s�rio?

O Ivan est� completamente apaixonado por ti.

Ele implorou-me para que eu te libertasse.

Ele quer casar contigo, para te salvar.

Eu trato-te do meu jeito, porque tu �s minha.

E enquanto fores minha, ter�s que me obedecer.

Mas continuas a ser livre de escolher se queres ir.

Eu j� expliquei isso ao lvan. Ele vai vir �s 15 horas.

Voc�s s�o completamente doidos.

Se o lvan n�o tivesse aparecido, que planos tinhas para mim?

Eu tinha... Anda.

� como a casa da Anne-Marie!

H� sempre um pouco de crian�a em n�s no que toca ao que realmente gostamos.

Est� exactamente igual! Mas quando � que fizeste isto?

Logo a seguir � tua chegada.

Estava � espera do momento certo.

N�o te poderia mostrar, at� que fosses dada a outro.

Era para te castigar posteriormente.

Mas � isso mesmo que tens que fazer.

Castiga-me.

Chama a Norah e deixa-nos sozinhas.

Norah!

Norah!

Norah!

O Sir Stephen, por favor.

Ele ir� atende-lo no primeiro andar.

Sir Stephen levou O para a Bretanha para umas f�rias.

Levou Jacqueline e Ren� tamb�m.

Jacqueline, despacha-te.

Estou a ir.

Esperem por mim.

Que bom! O mar, as cores... e tu.

No que est�s a pensar?

Gostavas de ser uma pedra de praia?

Gostaria, se me apanhasses uma.

Ficaria sempre no teu bolso.

N�o � poss�vel!

- O qu�? - Perdi uma aposta.

Th�rese!

Estou t�o feliz por te ver!

Est�s t�o bonita!

Obrigada, madame.

Um...

- E mais meio. - Ainda te lembras disso?

Eu lembro-me de tudo.

E a Anne-Marie?

Ela ofereceu-me a um dos amigos dela, um Capit�o.

Ele tem um iate. Querem ir l�?

Ele � muito gentil. Ensinou-me a pescar e tudo.

Tu sabes pescar?

Vou-te dizer como �.

Primeiro p�es um peixinho no anzol.

Depois atiras e ficas � espera.

Quando sentires que est� a mexer,

� quando come�a a luta.

Tu puxas e deixas, e voltas a puxar.

Quando sentires que est� l�, puxas e enrolas.

Tens as pernas cruzadas!

N�o tens nada com isso!

Tem o Sir Stephen e companhia.

Estou s� a tentar evitar que sejas a�oitada.

Mais ch�?

Onde � que eu ia?

J� apanhaste peixes grandes?

Sim, enormes... Deste tamanho.

Minha valente soldadinha.

- J� dormiste com ela? - Ainda n�o.

Que disseste?

Eu disse que ainda n�o!

At� que enfim, est�o atrasadas!

O Sir Stephen est� � tua espera.

Ele n�o vai ficar satisfeito quando souber algumas coisas.

Por exemplo?

Por exemplo que ela n�o � t�o obediente

quando est� sozinha. Ela cruza as pernas.

E at� fala com outros homens.

- Isso n�o � verdade! - �, pois.

Isso � mentira!

Ela esteve com o Capit�o toda a tarde.

Parem com isso! Larga-as, Ren�.

Anda c�, O.

Eu juro que n�o � verdade!

Eu sei que n�o.

O Capit�o est� aqui.

Boa tarde.

Estou muito feliz por te ver novamente. Poder� ser da emo��o,

mas tu est�s arrebatadora.

O Capit�o est� a organizar uma festa para hoje � noite.

Ele tem umas coisas para ti.

Em Bali, � tudo bastante diferente.

Se n�o te habituas...

Esteve l� muito tempo? Deve ter sido fascinante.

Est�s obrigada a ir l�.

Deve ter conhecido muita gente.

Sim, a maioria durante a viagem.

O viu que Ren� desejava Jacqueline loucamente.

Ele estava paralizado pelo amor que sentia.

- Tenho a certeza que � suficiente - N�o, continua.

Eu n�o te quero aborrecer. Mas a determinada altura havia uma rapariga.

Era bonita?

- Sim! - Mais bonita do que eu?

Era diferente

Era terr�velmente atrctiva.

Mesmo vendo-o assim, ela que o conhecia t�o bem,

O n�o sentiu nem ci�mes nem tristeza.

Apenas sentia f�ria de Jacqueline.

O ir� persuadir Jacqueline a se entregar a ti.

Mas s� a ter�s uma noite ou duas.

N�o significar� muito.

O tem raz�o, ela tem que ir para Roissy.

E se ela recusar?

Tu sempre confiaste em mim, Ren�.

A Jacqueline ser� tua, tal como a O � minha.

J� decidi assim.

N�o me deves nada.

Devo-te mais do que pensas, eu amo-a.

E isso gra�as a ti.

E devo-te mais a cada dia que passa.

Entra. O que queres?

Pedir desculpas.

Estava com ci�mes.

N�o aguento mais tu n�o olhares para mim.

Vou fazer o que queres! Ou ent�o mato-me!

Vou ser como a Th�rese e as outras.

Ensina-me, O.

A Th�rese aprendeu em Roissy, por amor a outra pessoa.

Eu irei para Roissy.

Leva-me l�.

Depois de cumprida a miss�o que Sir Stephen lhe havia ordenado,

O escolheu a sua m�scara, sentindo-se como uma ave de rapina,

naturalmente treinada para capturar a sua presa, e entreg�-la ao seu amo.

Eu lamento, O. Gostaria de cancelar isto.

Mas o Capit�o, nunca me iria perdoar.

N�o lamentes.

Todos sabem que sou tua.

Sabes como me sinto?

Extremamente orgulhosa!

Seria ela feita de pedra ou de cera?

Ou seria ela uma criatura de outro mundo?

Sir Stephen admirava O, triunfante na sua nudez insolente

e no seu poder imenso.

Alguns dias mais tarde, O conduziu Jacqueline at� Roissy.

E tu?

Eu irei depois. Vai.

E alguns dias mais tarde, eu conduzi Jacqueline at� Roissy.

E Jacqueline perguntou-me: "E tu?"

Respondi-lhe: "Eu irei depois. Vai."

E ela foi?

Sim.

Eu amo-te.

Porque est�s a sorrir?

Tu dizes que me amas.

Mas se eu te pedisse

que passasses por alguns dos castigos que tive que passar,

aceitarias?

Penso que sim.

Uma das coisas na vida, que um homem aprende... Haauum.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.