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Oh, merda!
Filho da puta!
Oh, merda!
Eu vou te matar, desgra�ado! Vou arrancar a sua cabe�a!
Na teoria �... a moralidade e o ato � de comum aceita��o universal.
Mas como podemos considerar um ato de assassinato ser nada mais que imoral.
Quando defino assassinato, eu n�o estou falando sobre mortes acidentais,
falo de atos premeditados, em tirar a vida de um outro ser humano.
Ok, entendo que tem um sentido quando... quando � pressionado ao...
desespero.
Mas o desespero, n�o importa qu�o intenso �,
n�o pode justificar o ato de tirar a vida de outro ser humano. Resposta?
Talvez sirva para voc�, professor, mas certamente n�o para mim.
Obrigado, Sr. Michaels.
- Esse cara � louco. - Nunca vai aprender, n�o �?
Bom discurso voc� deu. Eles v�o te odiar.
Mas n�o se preocupe se tiver problemas, eu estarei atr�s de voc�...
Uma milha atr�s de voc�.
Filho da puta! Deus, eu n�o posso acreditar que estou com raiva.
Ele ficou l� com seu cachimbo est�pido na boca...
E toda essa baboseira sobre assassinatos, serem morais ou n�o.
Droga! Isso me deixa muito zangado!
E ri na sala de aula, com aquele olhar de nega��o est�pido no rosto...
O que ele quer? Deus, eu n�o posso acreditar o quanto ele me deixou com raiva.
N�o se altere. Quem se importa com isso?
Olhe, precisamos relaxar um pouco. Certo?
O que acha? Colocamos algumas coisas no jipe, pegamos as garotas.
E vamos para aquela caverna que o Dave disse.
- � uma ideia muito boa. - Tudo bem, temos um trato.
Escute, eu vou pegar a Diana e te encontro em cinco minutos. Ok?
Est� bem.
Ei, seus merdinhas. Vou peg�-los.
Cuidado com a armadilha!
- Oi. - Oi.
- Deus, voc� est� linda. - Papai comprou.
Diane, quantas vezes eu lhe disse que n�o quero que pe�a nada para ele.
- Deixe-me fazer do meu jeito, ok? - Bem, como quiser.
Mas ele tem uma surpresa para n�s.
Uma viagem de lua de mel no sul da Fran�a.
Eu n�o posso acreditar. Vamos, Lee est� esperando.
- Oi, pessoal. - Voc� est� atrasado.
- Diane, voc� est� estonteante. - Oh, Deus.
Eu n�o sei o que voc� v� neste cl�ssico de Indiana.
E voc� poderia ter um cara brilhante de Nova Jersey, sabe?
De jeito nenhum, New Jersey. O cl�ssico para mim est� bom.
Voc�s da grande cidade querem meter a m�o em tudo ao mesmo tempo.
- Carr�o! - Nossa!
- Carro novo para a beleza do Valey. - Est� se mordendo de ci�mes, ianque.
O que aconteceu? � seu anivers�rio, e nos esquecemos? Qual � a ocasi�o?
N�o est� percebendo a euforia dela. N�o v� que ela tem linhas sob os olhos?
Vai se ferrar, querido.
Na verdade, meu pai ficou t�o feliz que tirei boas notas na escola
que me surpreendeu com isso.
Vamos, nos leve a algum lugar. Vamos comer alguma coisa.
Tudo bem. Entrem.
Dave!
Bem, amanh� com sorte vai visitar a caverna.
Voc� j� esteve l�. Conhece bem aquela �rea?
- Sim. - Aquilo � bem afastado.
- Vou levar o jipe, o que voc� acha? - Sim, n�o haver� problema.
Sim, mas eu tenho um pequeno problema em como chegar l�.
Olhe para isso.
- Voc� vem com a gente ou n�o? - De jeito nenhum.
Tenho exames, mas eu irei no dia seguinte.
OK, mas... n�o tenho certeza de que vamos encontrar a caverna com isso.
N�o h� problemas. Tudo que voc� tem a fazer � ir pela estrada 15
at� chegar ao pequeno rio Tennessee.
Ok. A� ent�o voc� pega a estrada de acesso que passa pelo condado Baker
passando tr�s milhas.
A caverna fica uma milha fora da estrada. N�o tem como se perder.
Algum de voc�s viu o Henry?
Foi verificar as armadilhas. Ele disse que iria voltar antes do anoitecer.
Ei, voc�! Se lembra de mim?
Algu�m viu o Harley? Ou o irm�o dele?
Oi, Henry. Achei que ia olhar as armadilhas.
Sim, eu ia, mas encontrei algo mais importante para fazer.
Tudo o que quero de voc� � uma resposta direta.
Algu�m viu a Emi?
N�o. N�o, eu a vi durante todo o dia, Henry.
Henry, espere um minuto! Ele vai matar a Emi! Tenho certeza!
Espera. Espere um minuto. Espera. Espere um minuto. N�o!
Henry, n�o! Henry, n�o! N�o! Henry! N�o!
N�o! Henry! Por favor, n�o!
Henry! Largue-o! Henry!
N�o! N�o, Henry! N�o! Henry! N�o!
M�e! M�e! Ele vai mat�-lo! Ele vai mat�-lo!
M�e, salve-o! Vai mat�-lo! Eu o conhe�o, Mary. Eu o conhe�o!
Chega! Ningu�m vai matar ningu�m.
Ele vai mat�-lo! Eu sei que vai!
- Henry? - Agora voc� vai se arrepender!
N�o, Henry!
Deus!
N�o! N�o mate-o, Henry!
- Vou quebrar os seus ossos! - N�o!
- N�o! - Fique longe de mim!
- Filho da puta! - Saia daqui!
Voc� vai pagar por isso!
Comeu a minha esposa! Na minha casa! Juro por Deus, vou mat�-lo!
Voc� vai pagar por isso!
Sua vaca!
N�o! Henry! N�o!
N�o! N�o!
- E o resto das minhas coisas? - Senhor, meu irm�o iria mat�-lo.
Eu n�o abusaria da sorte. Quero voc� fora daqui agora!
N�o me machuque!
� melhor sair daqui correndo, vaqueiro!
- N�o! - Voc� n�o passa de uma porca.
Eu vou mat�-la. Sabe que irei.
Henry, n�o tive a inten��o... Henry.
- Deixe-o ir! - Saia da frente!
Henry!
Oh, meu Deus!
Levante-se, seu filho da puta! Vamos l�... seu bastardo!
- Henry. Deix�-lo ir. - Eu tenho meus direitos!
Fique fora disso! Eu tenho meus direitos!
Voc� n�o vai a lugar algum!
Uma palavra sua, descerei a� e acabarei com voc� de vez.
- Voc� n�o vai se livrar dessa, cara! - Quer que eu v� a� agora?
Ent�o, cale-se!
Quanto tempo isso vai continuar? N�o est� certo, e voc� sabe disso.
Dane-se, mulher! O que voc� sabe sobre o que � certo?
Nossas leis foram violadas!
Leis pela qual vivemos.
N�o podemos deix�-lo ir.
A prop�sito...
lembram o que o papai costumava dizer?
A leis nos mant�m juntos.
As leis nos mant�m seguros.
E � a lei que nos mant�m vivos.
Tudo bem, pregador, eu conhe�o o serm�o.
S� porque � minha irm�, n�o acha que t�m privil�gios especiais aqui.
Parece que voc� esqueceu quem sou eu. Eu sou a autoridade aqui.
E onde eu estou, existe uma lei.
E a lei diz: voc� tem direito de vingar uma mulher estuprada.
A lei diz que voc� deve reconhecer, Henry.
Amy n�o foi estuprada, voc� sabe muito bem quanto todos os outros.
Este filho da puta se aproveitou da minha esposa!
Henry, eu estava l�, eu sei o que aconteceu, eu vi!
- E lhe digo que a culpa n�o foi dele! - Ele fez mesmo assim!
Ele dormiu com a minha esposa!
Droga! Devo fazer algo sobre isso! Porque � a lei!
Henry est� certo, Miriam. Veredito dos anci�es.
Tudo bem, mas vamos esclarecer as coisas.
Tudo o que Henry fizer com aquele homem, far� com Amy tamb�m.
Porque a culpa tamb�m � dela.
Esta n�o � sua decis�o. Cale sua boca, mulher.
Eu s� quero justi�a, diz a lei.
Meu pai costumava dizer e agora eu digo.
N�o se deixe destruir por forasteiros.
E se algu�m se atrever a se opor contra mim, irei revidar, pois � a lei de Deus.
E ent�o...! Que Deus o ajude!
Jeb.
Traga-me o melhor u�sque de milho.
- Henry, o que voc� vai fazer com ele? - Eu tenho algumas ideias.
Eu digo que temos leis para um filho da puta como aquele.
Sim, como eu fiz com aquele garoto idiota no ano passado.
Aposto que ele ainda est� correndo.
Sim, com certeza. Mostramos a ele, certo?
Sim, mas desta vez eu tenho algo totalmente diferente em mente.
Quando eu terminar com aquele desgra�ado,
nenhuma mulher vai querer olhar para ele de novo!
Ei, voc� a�! � melhor me soltar!
Voc� me mant�m contra a minha vontade! Eu tenho direitos!
- Jeb... - Deixe-me ir!
Voc� n�o pode me prender assim!
Ei, venha aqui! A divers�o vai come�ar! Venham!
Entendem o que quero dizer?
- Voc� tem algo a nos dizer, rapaz? - Que diabos voc� acha �?
- Saia daqui, ele � meu! - Bravo, Henry.
Olhe para esse idiota!
A� vamos n�s!
- Vamos l�, garoto! - Vamos l�!
�!
- Oh, sim! - Tome cuidado!
- Estou atr�s de voc�. - N�o � culpa sua?
Espere por mim!
- Vai ter o que merece! - Vamos, entre.
Esperem por mim!
N�o! N�o!
N�o!
Filho da puta. S� para lhe fazer lembrar, o que aconteceu com a minha mulher.
O que voc� vai fazer?
N�o!
O qu�? O que... o que... o que voc� est� fazendo?
N�o. N�o!
N�o!
- Olhe para isso. N�o � legal? - Voc� � �tima.
- Fant�stica. - Eu sei.
Pare com isso! Quer trazer uma matilha de lobos aqui?
- H� lobos aqui? - N�o...
Pare com isso, ela est� se preocupando com lobos aqui.
N�o se preocupe.
Com isso eu posso quebrar qualquer janela de uma carro em movimento.
Est� me entendendo?
Al�m disso, o lobo mais qualificado daqui, sou eu.
- Voc�? - Sim.
Est� justificado.
Ei, Dave lhe disse que a caverna � por aqui?
Eu acho que � uma milha para l�.
- Vamos, rapazes! - Cuidado onde pisa. Vamos.
- Olhe s�! - Isso vai fazer ele aprender!
- Droga! - Ele me atingiu no olho!
- Ele n�o pode escapar! - Ele est� fugindo!
Vamos l�, peg�-lo!
Filho da puta! Desgra�ado!
- Consegui. - O que voc� est� fazendo?
Como est� a �gua?
Vamos, rapazes, apresse-se. Estou morrendo de fome aqui!
Onde eles est�o?
- Eu te assustei? - Voc� n�o devia fazer isso.
- Eu te assustei. - Voc� est� em um estado de choque!
Vamos, querida. Vamos. Desculpe.
L�. Estou ouvi-lo.
Acho que devemos nos separar?
O que foi isso? Muito engra�ado? Venha aqui! N�o ria.
Nada de engra�ado aconteceu para ficar rindo. Venha aqui!
- O que foi isso? - Eu n�o sei, mas acho que veio de l�.
Onde?
Ele estava l�, Henry. Eu vi! Ele estava l�...
V� peg�-lo! V� peg�-lo! Corra!
- O que est� acontecendo aqui? - N�o sei, mas eu n�o quero descobrir.
Mas vamos sair daqui, vamos! - Ande abaixado.
Abaixado! Vamos! J� sei!
Pegamos ele agora!
Olha como ele corre r�pido!
Vamos para aquele mato. Vem. Vamos l�!
Ajude-me! Ajude...
Ali est� ele!
- Est� l� em baixo! - Vamos peg�-lo!
Pegamos.
Segure para mim.
Venha aqui. Pegue o meu chap�u.
Vem. Vem c�, garoto. Vem!
- Vamos, Henry! - Vamos.
Quer um peda�o dele. Vai l�, eu primeiro.
Vamos, Henry!
Olhe para tr�s!
Vamos l�!
Vamos, Henry. Pegue-o agora.
- Vamos. - Vamos!
Vamos l�! Acerte-o!
- V� em frente. - Pegue-o, Henry!
- Vamos, Henry. - Isso!
Est� vendo isso? � assim que se faz!
Droga, Henry.
N�o transar� com mais ningu�m!
Estamos todos juntos nessa. Me ouviram?
Eles o mataram! Deus, o mataram!
N�o pare! Corra!
Onde ele est�, Miles?
Eu perguntei, onde ele est�?
- Voc� tem um telefone aqui? - � por ali.
Muito obrigado. Por aqui.
Vamos l�!
- Onde est� o telefone? - Ali.
- Aconteceu alguma coisa? - Eu vi um homem ser assassinado.
Operador? Ligue-me com o Departamento de Pol�cia. � uma emerg�ncia.
- Voc� est� cometendo um erro, filho. - O que voc� est� fazendo?
- N�o h� necessidade de chamar o xerife. - N�o h� necessidade?
Acabamos de ver um homem ser assassinado. Voc� n�o ouviu o que ele disse?
- Tem certeza do que est� falando? - Tenho certeza.
- Tem mesmo? - Droga. Certeza absoluta.
N�s vimos quem fez isso. Um homem foi morto, e queremos chamar o xerife.
Eu lhe disse que est� cometendo um erro. Ningu�m foi morto.
Miles!
- N�o me empurre, menino! - N�o me empurre voc�!
Ele s� quer usar...
- Eu s� quero chamar o xerife, isso � tudo. - N�o daqui.
O que voc� vai fazer agora � pegar os seus amigos dar o fora aqui!
- S� queremos usar o telefone. - Est� quebrado!
Eu n�o acredito! Olha, este � um telefone p�blico, eu posso us�-lo...
Voc� tem meio minuto para sair daqui!
- Roger, vamos. - Sim, vamos.
Vamos.
Eu vou coloc�-lo como respons�vel por isso.
Vou a delegacia agora mesmo!
Voc� est� obstruindo a lei.
- Este � um telefone p�blico, seu idiota! - Droga, garoto, n�o pode calar a boca...
Miles!
- Vamos. - Vamos, vamos embora!
- O que voc� vai fazer? - Solte-me!
Voc� tem que ficar com a gente, Miriam. N�o importa o que acontecer.
Voc� � parte disso. Os anci�es deram permiss�o ao Henry.
E todos n�s concordamos. Voc� conhece as nossas leis!
Nunca concordei com isso. Ele n�o precisava matar aquele homem.
- Agora que algu�m viu, n�o ter� como esconder. - Ele n�o precisar� esconder, e voc� sabe disso.
- O xerife sabe que n�o deve vir aqui. - N�o estou preocupada com o xerife.
Estou preocupada com os pais eles. voc� n�o percebe o que vai acontecer?
Nada vai acontecer!
Eu espero que voc� esteja certo! Pela primeira vez em sua vida miser�vel.
- Eu deveria ter dado um soco na cara dele. - Isso teria sido brilhante.
Aquela mulher sabia do que est�vamos falando, ela sabia que algu�m havia morrido.
Ou ser� morto.
O �dio daquele cara, eu nunca fiquei t�o assustada na minha vida!
- O xerife? - N�o. Ali dentro. Ali dentro.
- Quero denunciar um assassinato! - Onde?
Nas montanhas. A cerca de 3 milhas ao norte daqui.
- O que voc� viu? - Um assassinato! Vimos um homem ser morto!
Tudo bem, filho. Acalme-se! Deixe-me receber algumas informa��es.
Desculpe.
Voc� viu um assassinato. Viu quem cometeu?
- Todos n�s vimos. - Um bando de rapazes perseguiram um cara.
- Ele estava manchado e com penas... - E o espancaram at� a morte. Bem ali.
- Tem certeza disso? - Claro, temos certeza!
Bateram e o perseguiram, e ent�o eles o mataram. N�s vimos tudo!
- Onde? Eu preciso a localiza��o exata. - Eu disse a voc�, nas montanhas!
Existe um pequeno povoado com uma loja.
Eu tentei fazer uma chamada de l�, mas nos impediram de usar o telefone.
Um cara de l� at� nos amea�ou!
Eu conhe�o aquele lugar.
Vou verificar isso imediatamente.
S� deixem os seus nomes e algum endere�o para contato.
� s� isso? N�o vai precisar de uma descri��o?
N�o, n�o � necess�rio. Vou at� l� logo depois que voc� forem embora.
Na verdade, eu insisto nisso. � melhor voc�s sa�rem desta �rea.
Que diabos � isso?
N�o posso responder isso, filho. Eu ainda n�o verifiquei.
Agora, eu preciso de seus nomes, endere�os e telefone!
- O que � isso? - Eu n�o sei.
Vamos preench�-lo.
- Algo estranho est� acontecendo aqui. - Sim.
Ou�am, rapazes, vamos fazer o que ele disse e dar o fora daqui.
O problema � que temos nossas coisas nas montanhas.
- N�o, Roger. - Amy est� certa.
- Eu com certeza n�o quero voltar para l�. - Oh, perfeito.
Ent�o voc� e Diana ficam aqui. Lee e eu vamos buscar as nossas coisas.
- Roger! - Olhe, o que pode acontecer?
O xerife est� indo para l� agora. O que poderia acontecer com a gente?
Eu n�o pretendo deixar nossas coisas l�, ok?
Quanto mais cedo irmos, mais cedo voltaremos.
- Vamos, cara... - Henry, olha quem est� aqui.
O que ele est� fazendo aqui?
Mulher, o que voc� fez?
Ora, se n�o � o meu irm�o ca�ula. O Sr. A Lei e a Ordem em pessoa.
- Henry... - O que o traz aqui?
- Vim te fazer algumas perguntas. - Sobre o qu�?
Recebi um relat�rio de que outro homem foi assassinado aqui nas montanhas.
O qu�?
- Quando? - Esta manh�.
- Eu n�o soube de nada. Voc�? - N�o, nem uma palavra.
N�s n�o estamos sabendo de nada.
Eu achei que fosse me ajudar nisso, Henry.
Voc� sabe que fa�o tudo o que posso, quando posso.
S� uma...
pergunta?
Foi relatado diz que foi nas colinas ao redor da aldeia.
Era uma esp�cie de... trabalho em equipe.
- Voc� sabe como �. - N�o, eu n�o sei.
Pensei que soubesse.
- Onde est� Miriam? - Ele partiu.
Estou aqui, Tom.
Pode me ajudar com isso? Vou descobrir de uma forma ou de outra.
Voc� sabe disso.
Eu lhe disse que n�o sabemos de nada.
E eu n�o vou dizer novamente.
Tudo bem, Henry.
No entanto, vou ter que revistar essa �rea.
Vou ligar para Knoxville.
E se encontrarem alguma coisa...
bem...
receio que eles n�o entendem o seu jeito de fazer as coisas.
Deixe-os revistar, n�o encontrar�o nada!
Cale-se, Dave!
- O que mais voc� quer? - Estou apenas tentando ajudar.
Ora, ora... n�o me fa�a nenhum favor, porque n�o me deve nada.
Podemos ter tido a mesma m�e, mas pelo que eu sei,
voc� continua sendo um bastardo!
A investiga��o n�o ir� come�ar at� amanh� de manh�.
Ent�o, se tiver que se livrar de algo que n�o pertence ao local...
sugiro que fa�a agora.
Porque depois de amanh�... estar� fora das minhas m�os.
- Aonde ele vai? - Eu n�o sei.
- Ele nem voltou aqui. - Eu sabia.
- Ele n�o vai fazer nada a respeito disso. - Talvez est� indo pedir ajuda.
Ele n�o chamar ningu�m, ele faz parte daquilo, sabe?
Mais uma raz�o para nos apressar e sair logo daqui.
Voc� est� certa!
Melloni, fique aqui com a Diana, eu e o Lee pegaremos tudo.
- Se concordar, vamos com voc�. - Ok, vamos.
V� em frente.
Tim! Jeb!
Eu quero que v�o l� e enterrem aquele desgra�ado. Agora!
- V�o r�pido. - Melhor ir pegar o equipamento, Jeb.
Piranha!
Por que est� encarando neste estado?
Est� planejando em dar alguma coisa?
Ei, Roger, este � o lugar.
- O que foi? Acha que ele ainda est� l�? - Oh, sim.
- Quer verificar? - N�o.
- Vamos l�. - Qual �, rapazes. Vamos embora.
Fique a�, voltaremos num minuto.
Roger!
Por favor!
- Aonde ele est� indo? - Qual �, queremos ir embora.
- Sangue. - Deus.
- Tem mais por aqui. - Cara, vamos embora.
- Vamos, rapazes, por favor! - Tudo bem, s� um momento.
- Vamos embora, cara, certo? - Eu vou entrar.
�timo!
- Idiota! - Voc�s v�m?
Esperem aqui, est� bem?
- Cuidado com a sua cabe�a, Lee. - Obrigado.
- Eu n�o vou ficar sozinha aqui fora. - Vamos l�.
- Roger! - Lee, aqui em baixo.
Acho que tem alguma coisa aqui embaixo.
Lee!
Aqui. Pegue isso. Estar�o bem, n�o se preocupem.
Tenho que proteger para n�o apagar.
Continue em frente.
Lee, acenda um f�sforo.
- Vamos l�. - Deus!
Droga!
Venha aqui!
- N�o! N�o! - Eu vou te mostrar!
Sim, vou te mostrar.
Eu te avisei... que se te pegasse com outro homem! Est� me ouvindo?
- Eu n�o sou sua prisioneira! - Eu quero que voc� v� l�!
- Socorro, ajude-me! - O que voc� est� fazendo?
- Saia do meu caminho! - Eu n�o fiz nada! Ajuda!
Chega, seu filho da puta! N�o precisava t�-lo matado!
Venha aqui, cadela!
Socorro!
- Venha! - Voc� est� bem?
- Venha! - N�o!
N�o...
Venha!
Que diabos...?
Que diabos � isso?
- Solte-me. - Pare de reclamar.
- Meu Deus, s�o os garotos dessa manh�. - Eu os encontrei a caverna.
Eles viram o corpo.
- Por que voc� n�o me chamou para isso? - Por que eu iria cham�-lo?
- Voc� precisava de refor�os? - N�o numa investiga��o de rotina.
Relat�rio de assassinato? Chama isso de investiga��o de rotina?
Neste caso, sim. Foi apenas um mal-entendido. Foi resolvido.
Por que voc� n�o escreve o relat�rio e o arquiva para mim?
Isso � tudo?
� isso. Caso encerrado.
O que voc� disse ao xerife? O que disse a ele?
Vou arrancar a sua cabe�a. Responda!
Eu te disse, voc� n�o ouviu! Deixe-a em paz!
- O que estavam fazendo l�? - Fomos fazer uma trilha.
- Filho da puta! - Eu juro, est� machucando-a. Solte-a!
Droga!
- Voc� est� mentindo! - Est�vamos procurando um anel.
Caroline perdeu o anel na caverna.
Mostre-me o anel.
N�o conseguimos encontr�-lo.
- Foi isso que eu pensei. - Mas � verdade!
Eu perdi o meu anel e est�vamos na caverna...
Bobagem! Mentira!
- N�o ajudar� em nada, mentindo. - Eu n�o estou mentindo.
� in�til continuemos assim. Sabemos o que precisamos fazer.
O que voc� faz? Mat�-los tamb�m?
Eu n�o vou discutir com voc� sobre isso. N�o gosta... feche os olhos.
Por favor, Deus, n�o!
Eles interferiram com a lei, n�o podemos tolerar isso. Voc� sabe disso.
N�o � tarde demais para fazer alguma coisa.
Tudo bem! Coloquem-nos na cela!
Mais r�pido!
Est� procurando alguma coisa? N�o se envolva nisso.
- Digo isso agora, fique longe. - Sen�o, por qu�?
N�o h� nenhuma maneira de voc� entender nada disso.
Tente.
- Falo sobre leis diferentes. - Que leis?
Leis de dizem para permanecermos unidos! Proteger sua fam�lia, seu povoado!
E n�o permitir que ningu�m os machuque. Diretamente da B�blia.
Aqueles camponeses lidam com as coisas � sua maneira,
n�o esperam por um tribunal, um juiz ou xerife.
Resolvem os seus assuntos de sua pr�pria maneira.
Tente det�-los, ent�o que Deus o ajude.
Porque resolver�o as coisas deles, assim como tamb�m v�o lidar com e voc�.
Isso significa que algu�m tem morrer?
Eu n�o sei nada sobre os assassinatos. S� estou lhe dizendo como funciona.
Agora, n�o h� mais nada para se discutir!
Algu�m aqui quer fazer um discurso sobre essas crian�as?
Tudo bem ent�o.
Est� satisfeita?
N�o. Porque a lei n�o diz nada sobre matar pessoas s� porque viram algo.
Bem... tamb�m n�o ter�o a chance de dizer alguma coisa sobre o que viram.
Espere um minuto, Henry. Voc� n�o � �nico envolvido nisso.
- Isso mesmo. - Voc� quer lidar com isso?
- Voc� tem uma ideia melhor? - N�o sei, simplesmente n�o parece certo.
Ser�o cinco mortos, n�o apenas um,tudo porque...
Emily estava dormindo com outro homem.
Eu n�o sei se a lei cobre isso.
Henry, o que o xerife quis dizer quando ele falou de mais outro assassinato?
Que diabos est� falando?
Outro homem desapareceu, no ano passado,
voc� o colocou para fora do condado, como voc� disse, certo?
Filho da puta! O que voc� quer que eu fa�a?
Soltar as quatro crian�as? � o que voc� quer?
N�s estamos nisso at� o pesco�o!
Agora, voc� e voc�!
Querem que a pol�cia estadual venha aqui, e vire esse lugar de cabe�a para baixo?
� o que querem?
Digam alguma coisa!
Caso contr�rio, farei do meu jeito.
Pela manh�, tudo estar� acabado.
E voc�s podem manter seus olhos e ouvidos tampados!
- Eu acho que eles sa�ram. - Merda, o que vamos fazer?
N�o se preocupe, querida, tudo ficar� bem.
Quem voc� est� tentando enganar? Eles v�o nos matar, e � tudo culpa � sua!
Culpa minha?
N�o devia ter entrado naquela maldita caverna.
Ningu�m arrastou ningu�m � for�a, certo?
Pessoal. N�o fa�am isso!
N�o, n�o. Culpe outra pessoa, certo? N�o � culpa minha.
Eu n�o posso ver nada aqui.
- N�o! N�o acenda o f�sforo! - O que voc� est� fazendo?
Voc� quer nos explodir? Est� cheio de �lcool aqui!
Vai explodir como uma bomba!
Voc� se esqueceu que eu cresci no Tennessee!
J� ouvi falar de muitas destiladoras explodirem.
Isso � um destilador?
Deus...
cacha�a caseira?
Faremos antes que algu�m acorde.
Levamos para as colinas e matamos... simples.
Est� bem, mas Hanry.
Voc� deu uma boa olhada... na garota... loira?
Sim, eu vi. Por qu�?
Bem, eu n�o me importaria...
voc� sabe... mexer com ela.
Sim, mas n�o temos tempo para isso.
Posso abrir uma exce��o, porque estamos no meio da noite... mas...
se ela fugir, vou chutar o seu traseiro.
Ela n�o escapar�. Com certeza n�o escapar�.
Est� bem.
N�o consigo mais pensar.
Precisamos det�-los.
Iria mudar as coisas. Isso n�o aconteceria novamente.
Isso mesmo. N�o podemos continuar com isso.
Leonard, voc� nunca enfrentou ningu�m na sua vida,
agora quer enfrentar o Henry?
- Devemos soltar aquelas crian�as. - O qu�?
� a �nica forma. Ele n�o pode matar aquelas crian�as.
Leonard!
Ok, Leonard.
Espere... at� todos dormirem.
� a �nica coisa a se fazer.
- Henry? - Fique quieta.
- O que vai fazer? - Vou ver.
Venham, venham...
Vamos, vamos, anda!
Alto! Alto!
Henry!
Henry!
Henry! As crian�as est�o fugindo!
Diabos, Leonard! Ele os soltou!
V� atr�s deles!
Traga os c�es.
Vamos! Corra!
Vamos!
Voc� n�o tinha o direito de prend�-los, Henry.
V�o! N�o deixem aqueles desgra�ados escaparem!
Cuidado com a armadilha!
Eles foram para l�.
- Minha perna! - Lee!
Deus... n�o, por favor!
Oh meu Deus! Oh n�o! Tire isso de mim, por favor!
Onde est� o seu amigo? Vou arrancar a sua cabe�a!
Eu n�o sei!
Garoto! � melhor aparecer ou arrancarei a cabe�a dela!
Est� me ouvindo? Farei agora!
Henry, n�o, n�o espere! Leve-a para a cabana.
Podemos coloc�-la l�. Ele ir� atr�s dela.
Sim, podemos coloc�-la l�! Podemos colocar todos l�!
Tudo bem! Agora vamos andando!
- Por favor. Minha perna! - Aguente a�, rapaz.
Vamos! Vamos sair daqui!
Mal posso esperar.
Seu desgra�ado! Voc� n�o precisava mat�-lo!
Vou v�-lo morrer, Henry. Eu juro por Deus que vou v�-lo morrer!
Essa coisa toda foi longe demais.
Miriam estava certa, Henry. N�o havia necessidade de matar o Leonard.
N�o era um estranho. Ele era um dos nossos.
N�o tive a inten��o de mat�-lo! E n�o foi culpa minha que ele morreu!
De quem foi a culpa? Devia ter ouvido ele.
- Do que est� falando? - Falando da lei.
Da forma como voc� abusou, Henry. E foi culpa nossa tamb�m, porque permitimos.
Mas voc� tem que parar. Voc� n�o pode matar pessoas apenas para esconder as coisas.
Escute voc�? Este lugar me pertence! Eu tomo as decis�es aqui!
Vou terminar o que come�amos. Aquele que tentar me deter, morre!
- Vai matar um de n�s? - Se for preciso!
Tomar a lei em suas pr�prias m�os. N�o deveria ser assim.
Deve ser do jeito que eu digo!
Agora podem peg�-lo e desaparecer!
Eu disse desaparecer!
Boa tarde. Isso � para mim, hein?
Se voc� estivesse em outro lugar, n�o lhe daria uma multa.
Essa parte em especial da estrada est� numa reserva ambiental.
A velocidade m�xima � de 72 km / h. Voc� sabia?
N�o, eu n�o sabia.
Vem sempre aqui?
Acho que sim. Eu gosto de escaladas. Este lugar � �timo.
� sim. Voc� escala sozinho?
N�o, vou me encontrar com alguns amigos. Vamos visitar umas cavernas.
Talvez tenha visto eles. Dois rapazes, duas garotas, um carro amarelo.
Pode ir, filho. Fique longe da colina!
Desgra�ados! V�o se arrepender!
Henry!
Henry, eu vi. Est� l� em cima.
N�o est� morto.
Se n�o est� morto, n�o pode ter ido muito longe.
Podemos peg�-lo facilmente. Fazer uma boa armadilha.
V� ali dentro, pegue a garota que quiser!
Voc�, venha.
Mova-se!
N�o!
N�o!
N�o!
Olha o que eu tenho aqui, garoto!
Olhe isso! Olhe!
N�o...
- N�o! - Ela � boa!
N�o!
Ela � muito boa! Vamos machuc�-la!
- Filho da puta, desgra�ado! - Eu fod�-la!
Vou com�-la, garoto. O que acha isso?
Vou com�-la com prazer, me ouviu?
N�o!
Roger!
Vou mat�-lo.
Garoto! A festa vai come�ar!
Knoxville District, resposta.
- Espere um pouco! - Espere voc�.
Eu n�o sei o que acontece aqui com aquela pessoas l� em cima.
Precisamos saber o que aconteceu com aquelas crian�as.
Estou ligando para Knoxville.
N�o, voc� n�o vai ligar.
- Calma, rapaz. - N�o tenha medo.
N�o temos nada contra voc�. Se voc� for l� fora, vai morrer.
- Quem bateu em mim? - Randall te trouxe aqui.
Agora ou�a-me, garoto. N�o caia na armadilha dele.
Quer venc�-lo. Leve-o para a pr�pria armadilha.
Fa�a ele ficar irritado, � quando ele fica vulner�vel.
Voc� quer alguma coisa?
Estou procurando algumas pessoas. Acho que talvez voc� tenha visto-os.
Nem uma palavra!
Eu n�o vi ningu�m, ent�o por que n�o volta para o seu carro...
- E saia daqui! - Ok, desculpe, sem problema.
Dave, socorro!
Cale a boca desse vaca!
Tire-os daqui!
- Aonde vai, garoto? - Meus amigos est�o l�.
Eu vou matar aquele cara!
P� no saco!
Anda, movam-se!
Roger!
Mate-o!
Vou te pegar!
Deus!
Filho da puta!
Vou acabar com voc�!
Ajude-o!
Filho da puta!
Seu desgra�ado. Vou mat�-lo!
Saia desse carro que eu vou te matar!
Cuidado! N�o!
Ele vai mat�-lo! Algu�m, pelo amor de Deus, v� l�!
Voc�s v�o se arrepender, todos voc�s!
Henry!
Meu Deus!
Cuidado. Venha.
Cuidado!
Saiam daqui!
Tirem-no daqui!
- N�o! - Stan!
Ajude-o!
Ajude-me!
Ajude!
Temos que sair daqui! Vamos! O lugar vai explodir!
O desespero, n�o importa o qu�o intenso �, n�o pode justificar
o ato de tirar a vida de outro ser humano.
Resposta?
Talvez sirva para voc�, professor, mas certamente n�o para mim.
Tradu��o: virtualnet.
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