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Original subtitles

RICHMOND, VIRG�NIA

ROB�TICA VERITABLE

Posso ajud�-los?

- Walter Reardon. - Quem � o senhor?

Sou o Agente Especial Vernon Duquesne do FBI.

Est� preso. Levem tudo.

Auditorias, registos da Comiss�o de Valores Mobili�rios.

Atas da empresa, quero tudo como prova.

- Prova do qu�? - Manipula��o do mercado em viola��o

do c�digo sete dos EUA, sec��o 13. Fraude eletr�nica, lavagem de dinheiro.

O senhor e o seu advogado podem ler a acusa��o antes do processo.

O advogado dele est� aqui. Holt Campbell.

O que se passa?

Mandado de pris�o e de busca assinado pelo magistrado.

- Onde est�o as declara��es? - Est�o seladas.

Esses documentos cont�m segredos que gast�mos milh�es a adquirir.

Liga ao Juiz Chambers, fala com o escriv�o.

Sou o Campbell, da Veritable.

O seu chefe assinou mandados de busca e pris�o do nosso CFO.

Se n�o assinou, porque tenho a documenta��o na m�o?

Walter?

- Walter? - Liga para o verdadeiro FBI.

- O que aconteceu? - Nada.

Seja l� quem fossem, deixaram tudo para tr�s. Quero saber porqu�.

THE BLACKLIST A LISTA NEGRA

- O que est� a fazer? - Ela tem frio.

- Ela deve ter frio. - Li sobre a gest�o de temperatura.

Como colocam uma solu��o salina na art�ria femoral,

mas a temperatura corporal dela era de 32 �C.

Ela sofreu uma isquemia cerebral. O frio protege-lhe o c�rebro.

Porque, ao diminuir a necessidade de oxig�nio,

reduz a produ��o de neurotransmissores.

- Algu�m andou a ler a Wikip�dia. - Li a p�gina e os rodap�s.

32 �C eram as orienta��es da Associa��o do Cora��o em 2010.

Mas, em 2015, o Resuscitation concluiu

- que 36 �C era mais eficaz. - S� estou a seguir o protocolo.

� o marido? Parte da diretiva m�dica?

Sou o noivo.

- Desde que ela ficou inconsciente. - Tem uma procura��o?

- N�o, mas... - Por favor, afaste-se.

- Tenho vergonha disto. - N�o devias ter.

A Samar est� a lutar pela vida. Em vez de a apoiar e ao Aram,

estou a tentar encontrar a mala antes do Red.

A Agente Navabi precisa de ora��es. N�o temos de estar no hospital.

O Tom morreu a tentar descobrir o conte�do da mala.

A tua determina��o em encontr�-la faz sentido.

Temos prazer em ajudar, por isso fala.

Antes de morrer, o Garvey foi � Costa Rica.

Deu a mala a um homem chamado Max Birmingham.

- O que sabes sobre ele? - Para come�ar,

n�o se chama Max Birmingham.

O homem que procuramos chama-se Sutton Ross.

Nos anos 80, se uma empresa ou pa�s queria roubar a I&D

em vez de a criar, o Ross e a equipa roubavam-na.

Ele n�o roubou um ca�a furtivo para a China?

Um ca�a com falhas chamado Grayscape 17.

A Marinha sabia que o Ross trabalhava para a China.

Certificaram-se que ele roubava planos de um avi�o defeituoso.

Quando se despenhou, a China culpou o Ross e entregou-o ao FBI,

que emitiu um mandado. O Ross desapareceu.

At� aparecer na Costa Rica, com o nome de Max Birmingham.

Porque � que o Garvey lhe deu a mala?

Porque, quando o Ross desapareceu,

o Garvey era o marshal que devia prend�-lo.

Em vez disso, o Garvey protegeu-o.

J� n�o se encontram h� semanas. Sabes onde est� o Ross?

Est� nos neg�cios habituais.

O Ross e uma d�zia de suspeitos fizeram-se passar pelo FBI

e apareceram numa empresa de rob�tica com mandados falsos.

O tipo com o segredo do Reddington assaltou uma empresa de rob�tica?

Sim e n�o. A Pol�cia disse que ele os assaltou e depois deixou tudo.

Ningu�m assalta uma empresa por divers�o. V�o para l�.

Se soubermos o que ele queria, encontramo-lo e � mala.

Antes do Reddington.

FECHADO

Que bela loja.

Parece estar muito ocupado.

- Estou com um cliente. - Sim, lamento a intromiss�o.

Tenho de falar consigo. � sobre um cliente.

Vamos usar fivelas, ou as tradicionais presilhas?

As fivelas, porque ajudam mais com a cintura.

Lamento, mas, como pode ver, estou a meio de uma prova.

Sim, eu entendo.

Meu Deus. �... Sou um grande f�.

- Muito obrigado. - Os seus filmes, a escrita, a arte.

N�o acredito. Manda fazer os seus fatos aqui?

- Estamos ocupados. - Deve estar sempre a ouvir isto,

mas tenho de confessar que adoro...

- O Pink Flamingos? - Tamb�m. O seu programa de Natal.

Tinha bilhetes para Baltimore e estava t�o atrasado,

que s� vi os �ltimos 20 ou 30 minutos, mas tenho de dizer

que foi uma das noites mais calorosas e nost�lgicas

- de que tenho mem�ria. - Vejam s�. Que homem t�o simp�tico.

Aquela hist�ria do esquilo cujas nozes eram pequenas.

Sim. Parece muito confort�vel. Que tipo de tecido � esse?

Um merino ligeiro, de l� super 120, elasticidade natural. Eu adoro.

Marty, consegue fazer

o mesmo pied-de-poule colorido naquele tecido?

- � brit�nico? - Se me ajudar, digo-lhe.

O seu cliente, Sutton Ross.

Perdi o contacto com ele, mas tenho de o encontrar.

Imediatamente.

Os documentos tirados ao Reardon foram devolvidos.

Ele foi uma forma de chegarem ao escrit�rio.

N�o apenas ao escrit�rio, mas a este corredor.

O gabinete do Walter fica diante de um dos nossos investigadores, o Ravi Desai.

Desapareceram tr�s discos r�gidos.

Cont�m a pesquisa do Ravi sobre algo chamado Projeto Rafferty.

Falou com o Mr. Desai?

N�o conseguimos contact�-lo. Os filhos dele n�o t�m aulas.

Ele tirou f�rias.

O que sabe sobre o Projeto Rafferty?

Nada. � o projeto pessoal dele. S� ele pode falar sobre isso.

Precisamos de acesso aos vossos servidores de apoio.

Queria agradecer-vos.

- Sentimo-nos mal por incomodar. - Nada disso. Isto � uma distra��o.

� disso mesmo que eu preciso. E os m�dicos tamb�m.

- Evita que lhes diga o que fazer. - Est�s a dizer-lhes o que fazer?

S� quando acho que est�o a agir mal.

O que � sempre, exceto agora. Agora, estou a pensar no Ravi Desai.

- Conhece-lo? - Est�s a brincar?

Sou f� desde que recebeu o Pr�mio de Rob�tica e Automatiza��o da IE,

enquanto aluno da Brown.

Sigo-o no Instagram, no Twitter.

Sabes o que � o Projeto Rafferty?

A c�pia dos ficheiros indica que � um tipo de exoesqueleto.

Um rob� que ajuda pessoas a entrar em �reas perigosas.

� uma ideia que o Ross pode vender por uma fortuna.

Talvez. Mas ele s� pode vender a ideia.

Quem os comprar n�o os constr�i.

- Porqu�? - Os ficheiros s�o fragmentos de ideias

e equa��es parciais. O Desai consegue construir um rob�.

Mas mais ningu�m consegue sem que ele explique o que significam.

Temos de o encontrar antes que o Ross o apanhe.

N�o deve ser dif�cil. Est� numa matin�.

- Como sabes? - Sigo-o no Instagram.

Ele publicou uma foto onde mostrou que iam a caminho

do Teatro Kittredge.

Quero os tr�s.

As crian�as tamb�m?

Como garantia, caso o Mr. Desai n�o queira colaborar.

- Nunca o vi antes. - Mr. Lungrin, repare melhor.

O fato que ele est� a usar tem a sua etiqueta cosida no forro do casaco.

Por favor, o Mr. Ross � muito poderoso.

Se lhe disser como o encontrar, se ele souber que lhe contei,

ele vem atr�s de mim.

Por mais poderoso que pense que o Sutton Ross �,

- se n�o me ajudar... - Meu Deus! � o senhor!

Aquele do nome.

N�o � um pal�ndromo ou uma rima. � aquele apelido com a alitera��o.

- �... - N�o diga. N�o diga.

� Paddington ou Rattington. Ou Raphael ou Rayburn.

Ou Rufus... Rufus Reddington!

� o Raymond Reddington?

Sim, Raymond Reddington. Pedi-lhe para n�o dizer.

Raymond Reddington. Que nome. Que homem.

E acham que eu sou estranho?

S� sei a morada para onde envio as faturas do meu trabalho.

Bem...

Certo.

O que acha deste?

Sim, John, eu gosto. Mas escolha a cole��o Snowy River,

com o axadrezado orqu�dea.

Funcionou para o Duque de Windsor.

Um conselho, pense num colete.

Sim? Os coletes est�o outra vez na moda?

- Nunca sa�ram de moda. - Est� bem.

A minha fatura para o Sutton.

Esta � a morada para onde os envio.

Boa tarde, Mr. Jordan.

Quem � o senhor?

Chamo-me Raymond Reddington.

N�o tenho tempo para explicar o que significa.

Basta dizer que sei que administra as contas do Sutton Ross.

Vai ajudar-me a encontr�-lo.

Nunca chegam a lado nenhum.

- Coitados. - Mas aquele polegar nunca falha.

- O sorriso combina com este. - Descobriste isto sozinho?

Est� um atirador furtivo no balc�o pronto a matar os seus filhos.

Por exemplo, olha para o primeiro.

Se quer que eles vivam, tem de vir comigo agora.

Eu j� volto.

Mas o segundo � mais largo. D� para sorrir com este, assim.

Certo, trata da entrada e eu contacto a seguran�a.

O todo-o-terreno � direita. � um dos homens do Ross.

- Reconhe�o-o das imagens de vigil�ncia. - Dou-te cobertura.

D�-me as chaves.

Saia do carro.

Keen.

V� para tr�s.

Meninos, o vosso pai disse-me para virem comigo.

Novo plano. Ve�culo nas traseiras.

...dar-me algum m�rito?

Porqu�?

Protege-me. Est�o a perseguir-me.

Keen, dirigem-se para ti. Um todo-o-terreno preto.

- A Elizabeth? - Antecipou-se a ti.

Por favor, os meus filhos.

Diga-me o que preciso de saber e os seus filhos ficam bem.

- O que foi? - Deixa o Ross para mim.

- � uma amea�a? - Um conselho.

Assim que conseguir a mala, � todo teu.

Tens de encostar.

�s um fugitivo, sou da Pol�cia. Se interferires, eu prendo-te.

- D� meia-volta. - Vamos perder o Ross.

Dembe, d� meia-volta.

Deixa-me olhar para ti. Vamos.

Raymond Reddington, est� preso.

� um corte profundo. Precisa de pontos.

Tem direito a um advogado.

- Toma. - Tem direito a ficar em sil�ncio.

Tudo o que disser pode ser usado contra si em tribunal.

Continua a fazer press�o.

- Vou chamar uma ambul�ncia. - Vou apanhar-te por isto.

Podes tentar, mas h� uma linha t�nue entre apanhar

e ficar � espera como um idiota.

- Prendeste o Reddington? - Estava demasiado atordoada para isso.

Ele deixou o Ross fugir, para ver se eu estava bem.

Rela��o de amor e �dio. O c�digo moral do Reddington.

O Ross fugiu e o Reddington tem o motorista dele.

O Reddington alvejou dois homens do Ross. Temos um telem�vel,

mas est� bloqueado. Precisamos do c�digo.

Talvez haja uma alternativa.

� um pr�-pago. Sem e-mails, registo de chamadas ou contactos.

Uma SMS enviada para um n�mero internacional.

"Winchester 1500 a.m."

O n�mero n�o corresponde a uma hora.

Se for um local, h� um Winchester n.� 1500 em 20 estados.

- Aram, como est� ela? - Na mesma.

Pelo menos estava quando os m�dicos me expulsaram.

- Keen, est�s bem? - Estou �tima.

E a Samar tamb�m vai ficar, se parares de lhes dizer o que fazer.

Est�s a fazer o que podes. Agora � s� esperar.

Por isso � que estou aqui. O trabalho � uma distra��o. Ent�o, por favor,

- digam que t�m algo para mim. - Na verdade, temos.

Eu sei que trabalhas para o Ross. Olha para mim!

A verdade aparece sempre.

Espero que sim, ou n�o encontramos o Sutton Ross.

Refiro-me � sua verdade. Era uma quest�o de tempo at� ser revelada.

O Ross quer vingan�a. Destruiu a vida dele.

N�o dei os planos falsos do Grayscape 17 ao Sutton Ross.

Ele acha que sim. E por causa disso,

quer que saibam o que est� dentro da mala.

Os l�bios deste tipo est�o mais fechados que um t�mulo.

Preciso de dois sacos de briquete de nogueira e uma pistola de �gua.

Sei quem contratou o Ross para raptar o Desai,

e onde e quando o Ross o vai entregar.

- Tudo gra�as � SMS? - E ao n�mero.

A SMS foi enviada para um n�mero internacional.

011 � o c�digo internacional dos EUA e 381 � o c�digo para a S�rvia.

- E depois? - Ap�s o Ravi Desai tirar o doutoramento,

duas empresas quiseram contrat�-lo.

Uma foi a Veritable. A outra foi a Rob�tica AXG.

Uma empresa s�rvia.

A Seguran�a Interna disse que dois executivos chegaram hoje a Dulles.

Como � que isto te diz onde e quando o Ross lhes vai entregar o Desai?

N�o diz, mas a mensagem sim. A.M. n�o � uma hora, � um local.

Um bairro em Washington. Adams Morgan.

Em Adams Morgan fica a antiga Farmac�utica Winchester.

Ent�o, 1500 � a hora, tr�s da tarde.

Os s�rvios disseram em que hotel iam ficar?

No Metro Suites. Porqu�?

Isto come�ou com criminosos a fingirem ser agentes do FBI.

Dev�amos retribuir o favor.

- J� est�. - Ele confessou?

Parecia a Whoopi no The View. Contou tudo sobre o Projeto Rafferty.

- E a mala? - Nunca ouviu falar.

- E o Ross? - Vai ver um cliente

na velha Farmac�utica Winchester, �s 15 horas.

- O que � o Projeto Rafferty? - N�o sei.

Mas sei o que significa.

O Ross est� no trabalho seguinte.

E a mala j� pode estar perdida.

O Brimley disse que n�o sabia nada sobre a mala.

Eu pe�o aos g�meos que tratem da limpeza.

Avisa o Morgan. Quero que ele v� para a farmac�utica.

FARMAC�UTICA WINCHESTER WASHINGTON

Vemos uma �rea de 183 metros a sudoeste.

Estamos a aguardar.

Quero o Ross e o ref�m dele.

Aguardamos o seu sinal.

Os discos r�gidos eram in�teis sem o engenheiro que os programou.

Entreg�-lo duplica o pre�o.

Claro que s� posso entregar o homem.

Cabe-lhe a si aceder � mente dele.

Espera, aguardem.

Por favor, imploro-lhe.

Libertem os meus filhos.

Desistam. Cancelem tudo.

N�o pare. Continuem a andar. Vai correr tudo bem.

Quando abrirem a porta, entrem e mantenham a cabe�a baixa.

Para o ch�o. FBI.

M�os atr�s da cabe�a.

Para o ch�o, j�.

Rapto, fazer-se passar por um agente, roubo de segredos empresariais.

Isto n�o esquecendo os planos do ca�a furtivo que vendeu � China.

Ainda executamos pessoas por trai��o.

- O Ian Garvey deu-lhe uma mala. - Eu sei quem �.

- Onde est� a mala? - � a Elizabeth Keen.

- Se nos ajudar, ajudamo-lo. - Ajudam-me, pois.

- Tenho exig�ncias. - Estamos a ouvir.

- Mande o s�rvio embora. - Nem pensar.

Nada de c�maras, nem grava��es �udio.

S� n�s os dois.

- Porque est� a fazer isto? - Porque vi o interior da mala.

- Cinco minutos. - Liz.

Eu fico bem.

Cinco minutos, nem mais um segundo.

- Ent�o? - � melhor sentar-se, Agente Keen.

- Quero o Ross. - Eu sei. N�o lho entrego.

Foram inteligentes ao prender os s�rvios e colocar o Ressler no lugar deles.

- Estou ao lado da Elizabeth nisto. - Claramente.

Permita-me que seja franco quanto ao custo dessa decis�o.

A mala � minha.

O conte�do � pessoal.

Quero que respeitem a minha privacidade.

O senhor e a Agente Keen n�o est�o a respeit�-la.

Por isso, n�o vejo motivo para manter o nosso acordo.

- Qual acordo? - O meu com o grupo de trabalho.

� um simples ultimato.

Entregam-me o Ross,

ou acaba-se a Lista Negra.

- Quer mesmo obrigar-me a isto? - J� lhe disse o que quero.

J� lhe disse que n�o lho entrego, com ou sem ultimato.

Ressler!

Transgress�o na sala de interrogat�rio. Sistemas de emerg�ncia, j�.

N�o saia daqui.

- O que aconteceu? - O Ross tem a Keen.

- A porta est� trancada. N�o temos v�deo. - Vou recuperar as imagens das c�maras.

Contacta o resgate de ref�ns. Pede uma equipa de emerg�ncia.

- Fala Cooper. - Estamos oficialmente em bloqueio total.

Est� a ligar do telem�vel da Keen.

A situa��o � esta.

Fa�am o que eu digo, ou a Agente Keen morre.

N�o lhe deem ouvidos.

- Se entrarem pelo observa... - Cale-se.

Gosto do esp�rito dela. Mas n�o tenho problemas em cumprir a amea�a.

Est� aqui preso. N�o pode fazer exig�ncias.

Acredito que as vai cumprir. Quero duas pistolas e uma caravana policial

para me escoltar e � Agente Keen daqui a 15 minutos.

- Escoltar para onde? - Essa � a parte divertida. T�m de ver.

T�m de entrar j� naquela sala.

O resgate de ref�ns est� a tentar contactar a Keen.

"Tentar" � a palavra-chave. Ele n�o vai contactar. N�o est� a negociar.

- O que sugeres? - Cortem a luz, arrombem a porta.

Usem granadas e g�s pimenta e fa�am a extra��o.

Como sabes que n�o mata a Keen?

N�o sabe. � um risco calculado.

As exig�ncias eram mentira. Est�o na conduta.

Estou a ver as imagens. N�o h� ningu�m nos corredores L2, 3 ou 5.

Ainda estamos por cima.

Encontrei uma coisa.

Um agente morto, sem arma nem distintivo.

O Ross est� armado.

- O apelido � Schay. - "Schay." Vamos.

Schay, Charlie. Seguran�a provis�rio.

Passaram o cart�o dele na porta 32C, h� dois minutos.

- Ala sul, no primeiro piso. - Vou a caminho.

Vamos, vamos.

J� chega.

Esse cart�o � da seguran�a. Precisa de um c�digo.

Ent�o, d�-me um.

- N�o pode faz�-lo. - Acha que n�o a alvejo?

- Deem-me um c�digo! J�! - N�o lhe deem ouvidos. Est� a mentir.

- Ela tem raz�o. Ele est� a mentir. - Se estiver errado, a Keen morre.

N�o vou abrir a porta. Tenho homens atr�s de si. Desista.

- Tr�s. - N�o estou errado.

- Ele est� a mentir. - N�o sabe.

- Dois. - Se lhe der o c�digo,

n�o volta a ver a Keen.

- Um. - Oito, tr�s, sete, dois, quatro.

Oito, tr�s, sete, dois, quatro. � o c�digo.

Foi lan�ado um alerta geral com as identifica��es e o ve�culo.

O carro n�o vai dar em nada. J� o abandonou e roubou outro.

Lamento. Ele ia alvej�-la.

O Mojtabi n�o � o culpado, voc� � que �. Ela est� em perigo por sua causa.

Se est� interessado na seguran�a dela, afaste-se da Keen.

- � a Agente Keen. - Em alta-voz.

Sim.

- Elizabeth. - A sua vida pela dela.

- Combinado. - H� uma cabina na 3rd e Summit.

Deixe-me falar com ela.

Esteja l� daqui a uma hora para receber instru��es. Venha sozinho.

Quero falar com ela.

- N�o vai sozinho. - � isso mesmo que vou fazer.

O que vou fazer � colocar esse encontro sob vigil�ncia.

- N�o vai sair da nossa vista. - Quem est� agora a coloc�-la em risco?

Aten��o, pessoal. Vamos a isto.

- Equipa Bravo, est�o a v�-lo? - Sim. Estamos preparados.

- Charlie, est�s em posi��o? - Sim.

- E tu, Aram? - Vou tratar do telefone.

Assim que o localizar, comunico.

O Red est� em movimento.

- Sim. - Mr. Reddington.

Estou a ver algu�m a vigi�-lo?

Est�s a ouvir isto?

Tenho a cabina e n�o o pr�-pago sob escuta. N�o consigo aceder � linha.

Sabia que eu n�o podia vir sem que o FBI me seguisse de perto.

Eles s�o muito protetores da Agente Keen.

Se for t�o inteligente como pensa, decerto tem um plano.

- Para onde � que ele vai? - Vou ver as imagens das c�maras.

- O Raymond vai deixar que o levem. - Deixar?

Pela Elizabeth.

- O que est�s a fazer? - Acedi a mais c�maras,

tenho uma vista das traseiras da madeireira.

Madeireira GLENDALE

J� o vi. Est�o a coloc�-lo dentro de uma carrinha branca.

As unidades avan�am quando eu disser.

O alvo dirige-se para sul na Central.

Bravo e Charlie, avancem. Apanhem-nos pelo sul.

Espera. Temos um problema.

- Estou a ver outra carrinha. - Outra?

Na verdade, tenho mais duas carrinhas e dois homens a entrarem

e em movimento.

Diz antes norte e sul na Central.

Todas as unidades, avancem. Aram, tens de acompanhar as carrinhas.

Estou a tratar disso.

Equipa Bravo, a vossa carrinha vai para oeste na Bryant.

Charlie, podes intercet�-los tr�s quarteir�es a norte, na Gerard.

Pede � Pol�cia que crie um per�metro

desde o sul da Franklin Street NE at� � New York Avenue.

ENTREGA DE CERVEJA BEBIDAS ECON�MICAS

BEBIDAS ECON�MICAS

Bravo e Charlie intercetaram duas. Est�s mesmo atr�s da terceira.

Corta-lhes o caminho.

- Sim? - A carrinha.

- Qual? Apanh�mos as tr�s. - N�o.

A carrinha cinzenta, de bebidas. A que foi pela rua principal.

Foi assim que levaram o Raymond.

Foi uma manobra de divers�o?

O que raio aconteceu?

O Ross fugiu. O Reddington n�o foi grande ajuda. Rendeu-se.

D� o �ltimo local conhecido � Pol�cia. Eles que delimitem um per�metro.

E as zonas inoperantes?

Temos de as investigar � antiga, porta a porta.

A culpa � minha.

- N�o. - Devia ter esquecido isto.

N�o importa.

A Mr. Kaplan, o Tom.

Dev�amos ter esquecido isto.

Eles n�o o fizeram porque pensaram que merecia saber, mas n�o mere�o.

O que quer que isto seja, � teu.

Devia ter respeitado isso.

S� estamos aqui porque n�o o fiz.

- Pe�o descul... - N�o tens de pedir desculpa.

A mim, nunca.

A minha vida pela dela. Foi esse o acordo.

Liberte-a.

Levem-na para as traseiras.

N�o, n�o.

N�o, n�o.

N�o � preciso mago�-la mais.

Se ela vai sofrer ou n�o, depende apenas de si.

Ali�s, quanto ela vai sofrer.

Aviso-o que os meus homens s�o algo indelicados.

Quanto mais depressa me disser o que quero saber,

menos mal lhe fazem.

Comecemos por este relat�rio de ADN.

A �rea de busca tem mais de 500 empresas, 64 quarteir�es.

Mesmo com a ajuda da Pol�cia, ser� pelo menos um minuto por quarteir�o.

- N�o vamos encontr�-los. - Claro que vamos.

Como podes ter a certeza?

Deus s� nos d� fardos que podemos carregar.

Perder o Raymond e a Elizabeth? N�o ia conseguir lidar com isso.

- Sinto o mesmo pela Samar. - Ent�o, n�o tens de te preocupar.

Durante 30 anos, quis estar na mesma sala que o Raymond Reddington.

O sacana que fez com que eu vendesse aos chineses

gato por lebre.

E aqui estamos n�s.

Quanto ao relat�rio de ADN,

diga-me o que significa.

Aqui, � esquerda. � aquela carrinha.

BEBIDAS ECON�MICAS

Matr�cula de Delaware, 8LV235. Estou a pesquis�-la agora.

Encontr�mo-la, North Roslyn, n.� 424.

North Roslyn, n.� 424.

- Estamos a oito quarteir�es. - Daqui a dois minutos.

Se lhe contar, que garantia tenho que a vai libertar?

A �nica garantia � que, se n�o me contar, ela vai morrer.

Claro que talvez n�o se importe com isso.

Talvez a vida dela n�o mere�a revelar o seu valioso segredo.

Afinal de contas, o que � que ela significa mesmo para si?

Chega.

Conte-me a verdade.

A verdade.

A verdade

� que eu n�o...

- Para o ch�o. FBI. - Raymond, est� bem?

Sim. H� mais homens nas traseiras. Eles t�m a Elizabeth.

Elizabeth.

Acabou.

- A SWAT vem a�. N�o pode estar aqui. - Raymond.

Eu trato dela. V�.

Li-lhe os seus direitos. Entendeu-os?

Entendi.

Pode fazer os truques que quiser. Eu sei a verdade.

Desconhecido 6 chamadas

Meu Deus.

Tenho de ir.

Tenho de ir.

N�o sabia se...

Quando n�o despertaste, pensei...

- Nem sei o que pensei. - Sim.

- O qu�? - Eu respondi sim.

Sim, o qu�?

Sim, caso-me contigo.

Tudo terminou como sempre termina.

Com o mau da fita morto no ch�o.

Com o FBI confuso e perturbado,

mas satisfeito com a morte de outro patife.

O Reddington desapareceu.

A valiosa mala dele continua um segredo, como sempre quiseste.

Por�m, n�o � um segredo.

Pelo menos, n�o para mim.

Desta vez, tamb�m tenho um segredo.

Aprendi isso contigo.

Como aproveitar as emo��es daqueles que mais gostam de n�s.

E funcionou.

�s mil maravilhas.

Como o fizeste?

Disse umas mentiras.

Tenho saudades tuas.

Continua.

Estou ansioso por saber como conseguiste isto.

Estava com o Ross. Ele contou-me.

A verdade � esta e posso prov�-lo.

- N�o pode ser. - Mas �.

Eu tenho a mala, os ossos

e o relat�rio de ADN.

Tire-me daqui e posso prov�-lo.

Est� bem.

Preciso que fa�a o seguinte...

Ressler!

Transgress�o na sala de interrogat�rio. Sistemas de emerg�ncia, j�.

Fiz algumas exig�ncias para termos tempo de fugir.

O Aram vai recuperar a videovigil�ncia num �pice. Ou�a.

Fa�a uma exig�ncia.

Alguma teatralidade.

N�o lhe deem ouvidos.

- Se entrarem pelo observa... - Cale-se.

As exig�ncias eram mentira. Est�o na conduta.

O Ross levou-te aos ossos?

N�o foi apenas o Ross.

Ele teve ajuda.

O Garvey n�o me contactou porque odeio o Reddington.

Quis que o ajudasse a mostrar a verdade � pessoa que ele mais gostava.

Tu.

Tinhas de ser tu.

O Garvey deu-me a mala na Costa Rica, para a trazer � sua irm�.

- Ele contou-te? - Sim.

Ele disse que h� provas.

Sim, o teste de ADN.

- Estava na mala. Eu li-o. - Sim.

Vamos saber a verdade, mas precisamos da confian�a do Red.

Eu posso ajudar nisso.

- A sua vida pela dela. - Combinado.

H� uma cabina na 3rd e Summit.

Esteja l� daqui a uma hora para receber instru��es.

- Venha sozinho. - Quero falar com ela.

- Outra vez. - J� chega.

Se lhe vai dizer que me magoou, ele tem de acreditar em si.

Outra vez.

Sabias que o Reddington viria atr�s de ti. Tudo por ti.

Liberte-a.

Levem-na para as traseiras.

N�o, n�o.

N�o, n�o.

N�o!

Talvez a vida dela n�o mere�a revelar o seu valioso segredo.

- Ele n�o est� a falar. - Vai falar. Tens de continuar a insistir.

Diga-lhe que me vai matar.

Apesar de n�o ter resultado como eu planeei,

funcionou ainda melhor.

Descobri a verdade que tu e tantos morreram a tentar revelar.

Eu sei a verdade, Red,

sobre aquela noite.

- Tenho de lhe contar. - N�o podes fazer isso.

Ela merece saber.

Ele n�o � quem tu pensas.

QUERIDA MULHER E M�E

Tenho-os. Fui at� l� e desenterrei-os. Vou dar-lhos.

Descobri tudo. O caso todo. Porque mataram o Nik, tudo.

Tom, n�o!

O Red quase descobriu a Jennifer. Acho que a teria matado tamb�m.

V�o, agora!

V�o!

Em vez disso, fez aquilo que sempre faz.

Tentou salvar-me.

Elizabeth.

Acabou.

E enterrou o segredo dele.

Ela pode n�o saber o teu segredo, mas sabe que tens um.

N�o vai esquec�-lo.

Agora j� sabes.

- Porque deixou tantas pessoas morrer... - Deixou-te morrer.

- ...para esconder a verdade. - Agora sei

que os ossos dentro daquela mala

s�o do Raymond Reddington.

Do verdadeiro Raymond Reddington.

Do meu pai.

Eu sei que este homem � um impostor.

O motivo pelo qual ele entrou na minha vida, porque te matou,

porque passou os �ltimos 30 anos a fingir que era o Raymond Reddington,

� algo que vou descobrir.

E depois vou destru�-lo.

Tem cuidado, Liz.

Este homem,

seja l� quem for,

� perigoso.

Eu sei que �.

Mas n�o estou sozinha.

Tenho ajuda.

Est�s pronta?

Podes crer.

Estou pronta.

Tradu��o das legendas: Patricia Freitas

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