All language subtitles for Return.Of.The.Gunfighter.1967 25.000FPS

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian Download
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian Download
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian Download
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

A VOLTA DO PISTOLEIRO

Isso bate os meus tr�s noves.

Esta noite � minha.

Embaralhe.

Acho que nunca jogou uma partida de p�quer assim, no duro.

S� com os carcereiros.

Quem come�a?

Eu come�o.

- Eu vou. - Estou nessa.

Muito bem, tr�s.

Tr�s para mim.

Tr�s para mim.

O mesmo para mim.

Aposto 5.

- Barlow? - Nessa n�o.

Vai beber o que?

- Conhece Ben Wyatt? - � aquele de casaco marrom.

De quanto � a aposta?

Cinco.

Cinco mais cinco.

Para mim chega.

- Fugindo desse jeito? - Sim, fugindo.

N�o pensei que fosse um perdedor chor�o.

N�o me importo em perder quando o jogo � limpo.

O que quer dizer com isso?

- � melhor n�o falar assim, Barlow. - O que quer dizer com jogo limpo?

Antes de pegar outro ot�rio, d� umas li��es a sua linda c�mplice.

Os sinais dela n�o foram bons.

Est� me chamando de trapaceiro?

N�o disse isso, voc� disse.

Saia do meu caminho.

- Ningu�m me chama de trapaceiro! - Wyatt!

Frank!

Por que voc�s n�o me deixam em paz?

Quieto. Quem � voc�? O que quer? Por que est� me seguindo?

- Sr. Wyatt? - Sim, � esse o meu nome.

Quem � voc�? Fale.

- Me chamo, Fernando Gonzales. - N�o o conhe�o.

N�o, n�o senhor. N�o me conhece.

Meu primo me mandou. Domingo.

Luiz Domingo?

Sim, Lu�s, meu primo. Seu amigo, ele me mandou.

- E para que? - Lu�s est� com s�rios problemas.

Precisa de ajuda, ele me disse.

''S� um homem que conhe�o pode me ajudar, Fernando''.

Ele me disse, "V� depressa a San Leandro e encontre Ben Wyatt."

"Diga a ele que Luiz precisa dele e ele vir�."

Senhor, temo que voc� n�o v�.

Como posso saber se � verdade?

Que idiota eu sou. Voc� escreveu para ele da pris�o.

Voc� disse que iria viver em San Leandro.

Ele me deu essa carta pra provar quem eu sou.

Aqui est� a carta.

Ele tamb�m escreveu nela para voc� saber.

Espere, Lu�s n�o sabe escrever.

Claro, Anisa, sua filha, escreveu por ele.

Ela foi � escola.

"Temo por minha vida e a vida da minha fam�lia, venha logo."

Voc� vai?

Com uma arma. � isso que ele quer, uma arma?

Talvez, senhor. Pode ser uma arma.

Voc� viu o que aconteceu aqui? Eu n�o queria isso.

N�o. Diga ao Luiz, que sinto muito, mas n�o.

Ben Wyatt est� cansado de armas.

Sr. Wyatt, n�o posso voltar e dizer isso a ele.

Vai lhe partir o cora��o.

Ele sempre fala com amor e respeito sobre Ben Wyatt,

como voc�s cavalgaram juntos na revolu��o com Benito Juarez.

Voc�s s�o compadres. Mais que compadres, s�o irm�os.

Voc� tem que acreditar.

Que por voc�, Lu�s daria a vida.

Voc� vai?

Est� bem, pegue seu cavalo.

Meu cavalo n�o pode ir, cavalgamos 3 dias e 3 noites sem parar.

Lu�s disse, ''Encontre Ben Wyatt antes que seja tarde.''

V� com Deus, senhor.

Obrigado, Maria!

Ainda est� aqui, Lu�s Domingo?

Por que n�o deveria estar? Esta � minha terra, meu lar.

N�o � mais. N�o leu o papel que lhe dei semana passada?

Eu li.

Ent�o n�o entendeu?

Isso � uma ordem judicial me dando o t�tulo deste lugar.

E dando a voc� tr�s dias para fazer...

as malas e atravessar a fronteira.

Ent�o v� embora.

Eu tamb�m tenho um papel que me foi dado por meu pai, h� muito tempo.

Essa terra pertence aos Domingos.

A casa e o celeiro n�s constru�mos e os campos n�s plantamos.

Eu n�o saio.

Ou sai das minhas terras ou acabo com voc�s.

Ponha os cavalos para fora do curral e vamos embora.

H� algu�m da fam�lia Domingo por a�, � uma garota.

Fique e tome conta dela.

- Seu nome, senhor? - Ben Wyatt.

- Quem lhe deu isso? - Benito Juarez.

Lu�s Domingo e eu, lutamos o seu lado.

Encontrar� a garota em Sepah.

Muito obrigado.

- Wyatt? - Est� me procurando?

N�o, a menos que tenha fugido.

Ningu�m foge de Yuma sem dinamite, nada disso.

Eles abriram a porta mesmo sem eu pedir.

- Tem prova disso? - Um papel selado.

Dizendo como todo mundo sentia muito por ter cometido um erro.

- Voc� est� amargo. - Voc� n�o estaria,

se ficasse 5 anos trancado em uma pris�o pelo assassinato praticado por outro.

Com sua reputa��o voc� n�o pode culpar muito a lei por ter errado.

Minha reputa��o n�o inclui emboscadas.

Fa�a-me um favor, amigo. Fique longe daqui.

N�o gostamos muito do cheiro de p�lvora,

e sempre h� muito disso quando voc� est� perto.

Estou 5 anos sem pr�tica, xerife.

N�o estaria com uma arma na m�o se n�o soubesse us�-la.

O que est� fazendo no Novo M�xico?

Ca�ando para um amigo.

Bem, n�o cace na minha cidade, aqui voc� s� encontrar� encrenca.

Voc� pode ser mais r�pido que n�s, mas estamos em maior n�mero.

Escute xerife, se eu precisar ir � sua cidade, eu irei,

e n�o gosto que me digam o que devo fazer, ainda que seja um homem da lei.

Continua o mesmo cabe�a dura, hein?

Ningu�m sai de Yuma mais leve do que entrou.

E n�o perca tempo dando-me ordens...

e trate de encontrar o homem que est� procurando.

Pela sua posse eu acho que ele deve ser muito perigoso.

Ele � bastante perigoso.

� um jovem selvagem chamado Sutton.

Deixou um homem morto em Denick e est� a p�.

Seguiu as pegadas das botas?

Encontramos seu cavalo morto a cinco milhas daqui.

Nesse caso ficarei de olho no meu cavalo.

Pode sair agora.

Quieto:

Tire essa arma bem devagar. Jogue isso fora.

O que aconteceu em Denick para se esconder dessa maneira?

- Eu atirei em um homem. - Pelas costas?

Foi limpo. Fui mais r�pido.

Porque n�o explicou o ocorrido ao xerife?

Por n�o disse que eu estava no celeiro?

Voc� estava com a arma apontada para minha cabe�a.

- Como soube? - Eu senti.

Eu vou pegar seu cavalo.

Eu n�o faria isso.

� voc� quem vai me impedir?

N�o.

Pegue a sela. Leve-a para o curral.

Da pr�xima vez que roubar um cavalo procure um que possa se manter montado.

Eu n�o teria ca�do se n�o fosse esse buraco.

Quem fez isso, a lei ou o homem que matou?

O homem que matei.

Voc� tem um nome?

Sim, Ben Wyatt.

Ent�o me adiantei, ele est� morto ou se n�o estiver, est� muito longe daqui.

Ent�o fa�a seu pr�prio caminho.

Quantos voc� j� matou?

10, 15, 20, as hist�rias que escutei s�o diferentes.

Escolha uma.

Muito bem, Sr. Wyatt.

D�-me o seu revolver e vamos ver quem sai daqui.

Eu sei quem vai sair daqui, eu. Voc� fica.

N�o, eu n�o.

N�o ir� muito longe a p�.

N�o vou me arriscar ficando aqui, voc� dir� a todos onde estou.

Eu? N�o me importo com que aconte�a a voc�.

Por isso que n�o me matou quando teve chance?

Eu ainda tenho a chance. N�o abuse da sorte.

Seu rev�lver n�o est� a� se � isso que est� procurando.

Onde est�?

Onde n�o dar� mis aborrecimento. E o rifle tamb�m n�o est� a�.

H� outros homens que me procuram.

Eles n�o se importam se a luta for limpa ou n�o.

O que interessa a eles � me ver morto. Onde escondeu minhas armas?

O xerife sabe que voc� ainda est� por aqui e ele vai voltar.

E n�o ser� gentil se for recebido a tiros.

Ainda nos encontraremos um dia.

Eu juro, Wyatt que te encontrarei novamente,

E quando eu encontrar...

Eu estou bem.

Sim, claro que est�, voc� � um assassino teimoso.

Se fizer um movimento em dire��o arma, quebro seu bra�o.

- Para onde est� me levando? - Sepah.

- Por qu�? - Por que � para l� que vou.

Des�a.

Vai aguentar viajar a noite inteira?

Eu sou muito resistente.

Sim, mas est� abatido.

Eu posso faz�-lo.

Quer comer?

N�o estou com fome.

Vai ser uma noite longa.

Por que a pressa? Algu�m procura voc� tamb�m?

N�o, justamente o contr�rio.

N�o devia ter parado na esta��o.

Concordo.

- Fala ingl�s, Padre? - Sim.

Eu era amigo de Lu�s Domingo,

Disseram-me que eu encontraria a filha dele aqui em Sepah.

Por que deseja v�-la, senhor?

Por que meu amigo e sua mulher est�o mortos.

E quero descobrir como eles morreram.

Tio Ben.

- Anisa. - Rezei pra que viesse.

Gra�as a Deus voc� veio.

Na primeira vez eram tr�s, deram um papel a...

meu pai e disseram que t�nhamos que sair.

Depois eles voltaram com outro homem.

E mataram meu pai e minha m�e.

De onde eles vieram?

Lordsburg, eu acho.

Meu pai viu um deles l�.

Eles t�m nome?

Para n�s, n�o.

Somente armas e chicotes, o rosto deles est� diante de mim.

Eu os vejo quando estou acordada e os vejo em meus pesadelos.

Temos que encontr�-los, tio Ben.

N�s n�o. Eu.

Voc� n�o pode encontr�-los sem mim. Eu fui a �nica pessoa que os viu.

Coma isso e vamos embora.

Amanh� ser� melhor. � uma longa viagem e eu n�o dormi na noite passada.

Desculpe-me, estou cheia de �dio, sei que isso � errado.

Voc� sabe da minha amizade com seu pai. Eu tamb�m gostava da sua m�e.

E de mim?

De voc� tamb�m.

A �ltima vez que te vi, s� tinha pernas.

Magra como um bambu e n�o muito alta.

Seus pais fizeram um bom trabalho.

Pobre beb�.

Eu n�o sou mis um beb�.

Nem mesmo uma menininha, acho que nunca mais serei uma menina outra vez.

Antes de tudo acontecer, s� havia amor do no meu cora��o.

Agora n�o h� lugar para isso. Nunca mais.

Um dia haver�. Temos que passar por cima das m�goas ou conviver com elas.

Eu n�o.

Voc� aprender�. Olhe para tr�s, para os bons momentos.

Como olho para os bons tempos que tive com seu pai quando lutamos com Juarez.

- Eram bons tempos? - Bons e excitantes.

Rastejando pelas colinas com um bando de federais respirando em nossa nuca.

Eu levei um tiro nas costas e Lu�s ficou comigo lutando sozinho.

e afugentando os federais

Ele era um homem, Anisa.

E sua m�e um esp�cie de mulher em quem voc� deve se espelhar.

Eu estava errada, h� lugar no meu cora��o para o amor.

Amor por voc�. Voc� � meu pai agora.

Arranjei uma filha agora e acho que n�o h� nada que possa fazer.

Se voc� resolver adotar como pai, esse p�ssaro velho e cansado,

voc� ter� que fazer o que ele disser.

Sim, pai.

Voc� vai comigo amanh� a Lordsburg, mas n�o vai se meter em nada.

Seu trabalho ser� apenas apontar-me os 4 homens.

Meu trabalho � cuidar deles.

Sim, pai.

H� um homem em Lordsburg que � meu amigo. Ele nos ajudar�.

Seu amigo ferido vai conosco?

Ele n�o � meu amigo, � um de meus azares. Vamos deix�-lo aqui.

Se morrer eles o enterrar�o. E se ficar bom o expulsar�o da cidade.

� melhor procurar um cavalo para voc�.

Anisa, o jovem acabou de acordar e est� com fome.

Sim, senhora.

�, as coisas est�o melhorando.

O que quer dizer?

Onde est� o Wyatt?

Est� procurando um cavalo para mim. Amanh� n�s vamos pra Lordsburg.

Por qu�?

Tome sua sopa.

Ele n�o planeja me deixar aqui, n�o �?

- Tem medo de ficar sozinho? - Por que teria?

O que ele disse?

Que n�o se importa se voc� est� vivo ou morto.

Por que isso?

Acho que � porque tentei roubar o cavalo dele.

- Ele atirou em voc�? - N�o.

E quem atirou?

- Como � o seu nome? - Anisa.

Anisa, eu gosto. O meu � Lee Sutton.

Pena que voc� tem que ir embora.

Voc� tem os olhos bem mais doces do que sua m�e.

Ela n�o � minha m�e, � minha tia.

Deveria ser grato por ela receb�-lo aqui.

Claro que sou grato, mas prefiro ficar olhando pra voc�.

Voc� � muito bonita.

N�o, n�o v�. Fique.

Por que eu ficaria, voc� tentou roubar o cavalo do tio Ben.

Tio Ben? Ben Wyatt � seu tio?

N�o exatamente. Ele � mais que um tio para mim.

Eu o conhe�o desde... eu nem me lembro-me desde quando o conhe�o.

N�o est� indo para Lordsburg para se casar, n�o �?

N�o.

N�o foi nisso que pensei. Ele j� � muito velho.

Ele � uma �tima pessoa, voc� nunca ver� tentando roubar o cavalo de algu�m.

N�o posso partir sem antes dizer adeus ao padre Francisco, n�o demoro.

Quando voltar, estaremos prontos para partir.

Algu�m aqui viu um gringo chamado Sutton? Jovem.

Respondam, n�o est�o me entendendo?

Vamos ver daquele lado!

Escutem, viram por a� um homem americano?

Um gringo com um rev�lver?

Algu�m consegue me entender?

Estou procurando um gringo.

O nome dele � Sutton.

Que pressa � essa?

- Fale! - N�o compreendo.

Voc� viu um gringo com rev�lver, chamado Sutton?

- N�o compreendo, senhor. - N�o bateria nele se fosse voc�.

Deixe o garoto em paz, ele n�o entende o que voc� fala.

Quem � voc�?

Esse � Ben Wyatt, fa�a o que ele disse, Sam.

Deixe o garoto em paz.

Voc� me conhece, mas eu n�o o conhe�o.

Me chamo Boone, Frank Boone. Esses s�o meus irm�os, Sam e Whit.

N�s n�o queremos encrenca com voc�.

Estamos procurando um pistoleiro fugitivo, ele est� ferido.

Supomos que veio para c� a procura de um m�dico.

N�o h� medico em Sepah.

Mas h� um homem com um buraco de bala no corpo.

Se eu o vir, lhe direi que continue fugindo.

- Por qu�? - N�o gosto do jeito dele.

Sam.

N�o importa o que ele diz. Estou farto de fugir de voc�s.

�, mais agora n�o vai mais fugir.

Agora fique fora, Sr. Wyatt, que vamos dar uma li��o nele.

- Voc� e a fam�lia toda? - Toda a fam�lia.

Agora eu lhe pe�o novamente, saia.

N�o gosto do que est�o fazendo com esse rapaz.

Quer dizer que n�o h� jeito de se afastar dele, n�o �?

Fique fora disso, Wyatt...

Muito bem.

Voc� n�o pode acompanh�-lo para sempre.

Cedo ou tarde ele se distanciar� e quando isso acontecer, estaremos por perto.

Ent�o continuem esperando.

Vamos ficar de olho, Sutton.

Est� pronta para viajar?

- Acha que eles voltar�o? - Provavelmente.

Vai deixar ele aqui?

E passar os problemas dele para seus parentes e todo o povo?

- Voc� n�o devia se meter. - Queria ver toda essa gente morta.

- colocando uns contra os outros... - Eu estava armado.

Esse homem que voc� deixou morto na rua Dennings...

- chamava-se, Boone? - Chamava-se.

- E por que voc�s lutaram? - Por uma mulher.

Espero que ela tenha valido a pena.

Sutton est� no cavalo castanho. N�o consigo ver quem s�o os outros.

Devem ser alguns mexicanos de Sepah. Guiando-os pelo atalho.

Claro, pensaram que ir�amos pela trilha principal do norte.

- Bem, o que estamos esperando? - Continuo dizendo a voc�s,

n�o se pode enfrentar de cara um homem como o Wyatt.

Muitos tolos j� cometeram esse erro.

Enquanto isso eles v�o se aproximando de Lordsburg.

Enquanto isso, estamos vivos.

- Ainda d�i muito? - N�o, n�o muito.

- O que aconteceu com a mo�a? - Que mo�a?

A mo�a por quem voc� brigou. Voc� devia gostar muito dela.

Boone, gostava. Para mim ela n�o era nada.

Ela n�o era uma garota do seu tipo, entende o que quero dizer?

Voc� � uma garota com quem um homem casa quando � para casar.

N�o h� sinal de nada.

Da maneira que viajamos, os Boones n�o pegar�o nossa trilha.

Talvez, mas vamos dormir em turnos at� amanh�.

- Boa noite, Lee. - Boa noite, Anisa.

- Fiquem do lado de fora. - Tem algu�m na casa?

� o que eu queria saber. Os cavalos precisam de �gua e h� �gua aqui.

Espero que seja metade bom do que pensa ser com uma arma.

Boone.

Lee.

Estamos a poucos quil�metros de Lordsburg.

O xerife que o est� ca�ando veio de l�.

Se tem outro lugar para ir, seja esperto e v� para l�.

Minha casa n�o � muito longe daqui. H� muito tempo que n�o vou l�.

N�o vai fazer nada por eu ter tentado roubar o seu cavalo?

Foi divertido ver voc� caindo da sela.

Eu n�o vi voc� rindo e n�o parecia gostar de me ver por perto.

Sim, havia muita gente atr�s de voc�,

e tamb�m por que voc� � muito parecido comigo quando eu tinha sua idade.

Uma �ltima palavra que voc� provavelmente n�o prestar� aten��o.

Pare de tentar provar que � bom com uma arma.

Sempre haver� algu�m na pr�xima cidade um pouco mais r�pido.

Adeus, Sr. Wyatt e se n�o se importa.

Bem, eu queria dizer adeus a ela.

Tenha certeza que � um adeus.

N�o acho que seja o tipo que recebe conselhos.

Sei que voc� e Wyatt tem um prop�sito, eu gostaria de ajudar.

Mas ele n�o quer minha ajuda.

Quero mais que nunca v�-la outra vez.

Ele n�o quer isto e talvez voc� tamb�m n�o queira.

Mas podem mudar de ideia, eu continuarei esperando.

Algum dia, v� com Deus, Lee.

V� com Deus, Anisa.

O melhor � tir�-lo de seu pensamento, Anisa.

Enquanto h� tempo.

V� pelos fundos. Eu a chamo depois.

Fred.

Ben Wyatt, seu velho coiote, como � que vai?

Mas o que o traz a Lordsburg?

Vim aqui pra v�-lo e preciso de sua ajuda.

Pode contar comigo. Qual � Hist�ria?

Primeiro quero que conhe�a algu�m.

Fred Lomax. Srta. Domingo.

Feliz em conhecer seus amigos. Garoto ou garota.

Domingo?

Por acaso tem algum parentesco com Lu�s e Maria Domingo?

Filha deles.

- Anisa? - Sim.

Meu Deus, pensamos que voc� tivesse sido queimada no celeiro.

Mas gra�as a Deus voc� est� viva, devo dizer que � um milagre.

Foi a vontade de Deus.

- Mas onde encontrou Anisa? - Em Sepah.

Sepah? Ent�o deve estar cansado depois dessa longa vigem, sente-se.

Viemos para encontrar os assassinos.

Acha que eles est�o aqui?

Meu pai foi quem viu um deles aqui.

N�o v�o encontrar ajuda aqui em Lordsburg.

Esse lugar � oprimido pelo terror, muitas fam�lias j� foram embora deste territ�rio.

Como os pais da Anisa...

aqueles que se revoltam acabam mortos e suas casas incendiadas.

Ningu�m se atreveu em falar nada at� agora.

Vejo que tem muita coragem. senhorita. � uma qualidade rara.

E o xerife, Parker? Ele n�o faz nada sobre isso?

Ele diz que n�o pode fazer nada sem testemunhas.

Mas eu vi, vamos falar logo com ele.

N�o, isso n�o pode ser feito assim senhorita. Sinto muito.

N�o tenho provas, Ben, mas sei que Parker est� metido nisso at� o pesco�o.

Lu�s tinha uma ordem judicial para sair e o juiz por ter assinado.

Deve saber quem mandou assin�-la.

O juiz disse que essas ordens podem ser assinadas em Lordsburg...

ou em qualquer outra parte do territ�rio.

Ele tem certeza que elas s�o simples peda�os de papel sem...

valor, preparados para serem documentos legais.

- Voc� viu o que deram a seu pai? - N�o.

N�o. Nem o juiz nem eu pudemos encontrar algu�m que tivesse visto algo.

- Acha que o juiz � honesto? - Pela maneira que age, sim.

Ele vai tr�s de Parker para quebrar o c�rculo criminoso.

At� tentou at� afastar-lhe da chefatura para lhe deixar de m�os atadas.

Ent�o ele � o homem que quero.

Descansaremos uns dias depois o procuraremos.

Vamos come�ar a procurar amanh�, descansarei quando encontr�-lo, Tio Ben.

Clay, venha c�, seu irm�o voltou.

- Oi, Lee. - Como est� Lawson, tudo bem?

- Prazer em v�-lo. - O prazer � meu.

Lee!

Devagar, tenho um buraco de bala na barriga.

- Sei, sinto muito, eu esqueci. - Voc� sabia?

Claro que sabia. Soubemos que os Boones estavam atr�s de voc�,

Procuramos voc� por todo o territ�rio para tentarmos livr�-lo da morte.

Eu imaginei isso.

E por que n�o veio direto para casa?

Forcei meu cavalo at� a morte tentando chegar aqui.

E nunca teria chegado se n�o fosse Ben Wyatt.

Wyatt? Eu soube que ele estava preso em Yuma.

Sim, algu�m o soltou, viajamos juntos para Lordsburg e no caminho...

Bem, nunca pensei em v�-lo novamente.

Tenha calma, rapaz. Voc� n�o est� sendo procurado.

Mas ele estava com um pelot�o na minha trilha, perto daqui.

Porque eu pedi.

N�s est�vamos tentando encontrar voc� antes dos Boone.

Voc� estava na esta��o quando falei com o Wyatt.

Eu tinha uma arma apontada para ele. Por isso ele n�o disse que eu estava l�.

Uma arma apontada para o Wyatt?

E viajaram at� aqui juntos?

Mas apesar de tudo nos tornamos bons amigos.

O que ele est� fazendo aqui agora?

N�o sei, nunca vi um homem t�o determinado em conseguir algo.

- Veja se descobre o que �, Will. - Vou fazer isso.

Lee, � �timo t�-lo de volta.

Mas esconda-se at� os Boones perderem sua pista.

Eles j� perderam.

Wyatt e eu os matamos.

E mataram todos eles?

Todos eles.

Lee, como foi que Wyatt se meteu na sua briga?

Bem, na verdade eu encontrei um jeito de envolv�-lo.

Fez uma boa coisa, por que n�o entra...

e se lave para que eu d� uma olhada nesse ferimento?

Eu vou.

Cassidy, voc� e Sundance v�o com o Will.

- O que voc� quer? - Voc� tem uma mem�ria curta.

Eu disse para ficar longe de Lordsburg.

Eu gosto daqui.

Ainda procurando seu amigo?

Algo assim.

Quero voc� fora daqui antes que comecem as encrencas.

Ningu�m est� me aborrecendo.

Mas aborrecer�o.

H� uma turma de pistoleiros na cidade querendo te desafiar.

Mantenha-os longe de mim.

Vou fazer um trato com voc�.

D�-me o nome do homem e eu o coloco na primeira dilig�ncia que sair.

Assim fica tudo mais f�cil pra todo mundo.

Isso � novo para um homem da lei.

� um neg�cio limpo.

E se eu estiver procurando mais de um?

Ai � diferente, terei que suavizar a proposta de certa maneira, n�o?

Com o que?

Depende do que quer.

- Voc� j� sabe quem eu quero. - O que o faz pensar assim?

V�rias coisas, o que eu ouvi e o que vi agora.

Voc� est� preocupado, quem mandou voc� aqui est� preocupado.

Deve estar cansado da vida.

N�o, n�o cansado da vida.

Cansado da morte, ela vive sempre me seguindo.

Talvez ela consiga te pegar.

Por que n�o olha por onde anda, velho?

Tento olhar.

Bem, foi voc� quem arrancou. Pegue-a.

Devo dizer que voc� mostrou um controle not�vel.

A armadilha do xerife era evidente, quem � o garoto que me fez de palha�o?

Ele se chama Sundance.

H� rumores de que ele foi expulso do Texas.

Aparece na cidade de vez quando, pelo que posso dizer.

- Ouvi que ele � r�pido e mortal. - Deve ser.

- Encontrou o juiz? - Est� no escrit�rio.

Boa noite, senhor. Sou o juiz Ellis.

Obrigado por ter vindo, juiz. Achei melhor um encontro particular.

Qualquer coisa que disser ser� confidencial.

- Fred lhe disse por que estou aqui? - N�o.

Fred n�o � de falar muito.

Tudo o que disse � que voc� deseja ajudar nesta situa��o desesperadora.

Eu acho que tem muitas raz�es.

Uns amigos meus foram assassinados.

Os Domingos?

Uma fam�lia inteira foi morta.

Mesmo depois que tudo isso aconteceu � tudo t�o dif�cil que n�o acredito.

- Nada foi feito sobre isso? - Concordo.

Mas at� ter uma evid�ncia concreta minhas m�os est�o amarradas.

Espero lhe dar essa evid�ncia.

- Sabe quem cometeu esse crime? - N�o, mas saberei.

Tenho que ter provas concretas,

testemunhas antes que possa decretar pris�es.

Quem vai garantir essas pris�es? Fred disse que n�o confia em Parker.

N�o, eu n�o confio. Mas elas ser�o efetuadas.

Todos esses criminosos ser�o levados a julgamento, pode ter certeza disso.

Sr. Wyatt, me mostre uma testemunha que os aponte e eu farei o resto.

- Obrigado mais uma vez. - Boa Noite.

Boa noite, juiz.

Por que n�o falou sobre Anisa?

N�o enquanto eu n�o encontrar este quatro homens e eles forem presos.

Quanto menos pessoas souberem quem ela �, mais segura ela estar�.

� isso ai, patr�o

O que est� acontecendo?

- Patr�o, voc� devia ter visto. - S� alegria no meu cora��o.

- Voc�s est�o b�bados. - B�bados? Um pouco, talvez.

- Estamos comemorando. - Comemorando o que?

Esse grande pistoleiro que o preocupa tanto, chefe. Pode esquec�-lo.

o suco acabou. Eu espremi at� a �ltima gota.

- N�o espremi, Cassidy? - Espremeu.

- Wyatt? - Ben Wyatt.

Se n�o se importa, chefe.

Grande Ben.

Nada, isso � o que ele �. Ele n�o � nada.

O espremi e ele n�o deu nada.

- Fui eu quem mostrou a ele poeira. - o que aconteceu?

Veja s�, Sundance esticou o p� e fez o velho Wyatt trope�ar.

- Deixe-me falar. Deixe-me falar. - Fale, fale.

Sabe como �, ele arrancou minha espora do lugar.

Ent�o eu fiz uma cara feia.

Ent�o eu disse para ele peg�-la, n�o foi?

Ent�o foi isso que eu disse. Eu pensei que ele fosse puxar a arma.

- Mas sabe o que ele fez? - Ele pegou?

Pegou e entregou nas minhas m�os, velho idiota.

Diante de toda aquela gente, voc� tinha que ver.

Voc� o desafiou e ele ficou com medo?

Como um c�o.

Se ainda tem alguma preocupa��o com ele, est� perdendo seu tempo.

N�o tenha tanta certeza.

Com Ben Wyatt voc� n�o tem nada garantido.

Tome cuidado, rapaz.

N�o sei mais o que sugerir, Ben.

Deve levar Anisa a Las Cruzes, Santa F�. Procurar l�.

Esses homens podem vir de qualquer lugar.

Ou irem a qualquer lugar.

Podem estar agora a alguns quil�metros daqui.

N�o vou desistir Anisa, os acharemos em algum lugar.

O que mais me preocupa � a chance de eles terem se espalhado para fugir.

Vamos ficar mais um dia, amanh� e s�bado,

dia de feira o povo vem de todo lado.

Como voc� quiser.

Eu vi um amigo meu. Encontro voc�s l� dentro.

Lee.

Ent�o voc� ainda est� por aqui, esperava que estivesse.

- Porque est� vestida desse jeito? - Tenho uma raz�o.

� seguro para voc�, ficar na cidade?

Fala do xerife? Claro, meu irm�o cuidou de tudo.

� aquele ali, na porta do bar.

- Quem � aquele mexicano? - Nunca o vi antes.

Voc� disse, seu irm�o?

Sim. O mais bonito, puxou a mim.

O que houve?

Lee, vamos.

O que houve?

Lee!

� melhor ir ver o que ele quer. N�o v� embora, eu volto logo.

- Quem � seu amigo mexicano? - Uma garota que conheci em Sepah.

Garota?

Ela est� intrigada contigo e eu n�o sei por que. Gostaria muito de saber.

- Qual � o nome dela? - Anisa.

- Anisa do que? - Domingo.

O que est� acontecendo? Por que est�o olhando desse jeito?

Melhor ir ver o que h�.

Fique aqui.

- Mas qual � o problema? - Voc� j� vai saber.

Lee, pare. O que h� com voc�?

N�o, n�o.

Apenas prenda-o.

Eu cuido dele mais tarde.

O que est� acontecendo?

Ben encontrou a testemunha que queria. A garota.

V� para casa e fique escondida.

- Voc� est� preso. - Sabe por que tudo isso aconteceu?

Eu te disse para ficar fora da cidade e que haveria confus�es.

Eles est�o atr�s da garota. Ela � Anisa Domingo.

Isso n�o significa nada para voc�, Parker?

- Porque ela fugiu? - Eu que mandei.

N�s a encontraremos. D�-me a arma.

Ele sacou primeiro. Muita gente viu.

Eu tamb�m vi. Voc� o derrubou e atirou nele quando estava se levantando.

Vamos, d�-me a arma.

Ponha-o na cela.

- Sr. Wyatt. - Lee.

Muito bem, rapazes. Voltem ao trabalho. Acabou tudo.

- Clay, voc� vai ter que se explicar. - Use a cabe�a.

N�o posso explicar nada.

Eles foram embora com o homem que atirou em Ben.

- Esse, Clay Sutton? - Exato.

Prenda todos enquanto vou buscar a garota.

Espere. N�o posso fazer nada antes de ouvir a hist�ria dessa garota.

Mas se ela os reconhecer, expedirei os mandados contra eles.

Encontrem essa garota e levem-na para o rancho.

Quem vai executar o mandado? N�o pode confiar no Parker.

N�o podemos.

Mas se Sutton estiver envolvido, vou requisitar um agente federal,

e ele vai escolher homens de sua confian�a para lhe ajudar.

- Estar� aqui amanh� de manh�. - E nesse meio tempo,

o que faremos com Ben?

Vamos procurar testemunhas para inocent�-lo.

- Qual � o problema? - A garota viu todos voc�s, onde, Clay?

Na fazenda do Domingo.

Eles foram avisados para sa�rem das minhas terras e se negaram.

- O que aconteceu? - Domingo nos recebeu a tiros.

E a mulher dele foi atingida por acidente.

- Voc� os matou? - Matei.

- Por que n�o matou Anisa tamb�m? - Ela est� viva, n�o?

O que houve, n�o conseguiram encontr�-la?

Qual � o seu problema? N�o deixo ningu�m atravessar meu caminho.

N�o sabia que matava gente inocente.

� certo quando � feito a sua moda. Como foi no caso dos Boones.

Isso � diferente. Eu n�o estava tentando roubar terra dos outros.

Minha terra!

- Sei que isso te incomoda, Lee... - N�o, n�o diga isto.

Eles podem mandar nos enforcar, voc� gostaria disso?

- Voc� sabe que n�o. - Ent�o cale-se.

J� temos problemas o suficiente sem voc� se intrometer.

Vamos.

Lee. Fa�a o que mandei.

N�o fique feliz, ela s� te trouxe comida.

Anisa, eu disse para desaparecer. Fred eu disse para n�o deix�-la vir aqui.

- N�o pude det�-la. - Eu tinha que ter certeza...

de que estava bem, Tio Ben.

Havia muita gente quando voc� saiu de casa?

Havia, mas eu tenho certeza que ningu�m falar� nada, eram camponeses.

- Melhor escond�-la em algum lugar. - Que tal no meu escrit�rio?

- �timo. - N�o est� com fome?

N�o, n�o estou. Obrigado.

N�o ficar� aqui muito tempo, Ben.

Tenho seis testemunhas que jurar�o que voc� atirou em leg�tima defesa.

O juiz Ellis marcou o julgamento para amanh� � tarde.

- O que ele far� com a Anisa? - Recrutar um agente federal...

para um mandado contra Sutton e seus homens.

- Lee Sutton? - N�o, seu irm�o, Clay.

N�o deixe Lee chegar perto de voc�.

- Ele n�o vai deixar ningu�m me ferir. - Com quem ele veio para a cidade?

Quero falar com meu irm�o.

Sozinho.

Aposto que sei o que est� pensando, Lee.

Talvez. Talvez n�o saiba.

Na garota Domingo. Eu n�o censuro voc�.

Mas se pensa que quero maltrat�-la, est� enganado.

Realmente me sinto mal por tudo o que aconteceu.

E quero que ela saiba disso.

Voc� est� interessado em salvar o seu pesco�o.

E quem n�o estaria?

Lee, o que foi feito est� feito, n�o posso mudar o passado.

A �nica coisa que posso fazer � ajud�-la a viver.

Se ela voltar para o M�xico e esquecer o que aconteceu.

Voc� mesmo pode leva-la at� a fronteira dar a ela algum dinheiro.

Pensa que pode comprar todos?

N�o, mas n�o acredito que esta...

mo�a se recuse a ser persuadida.

Especialmente por voc�.

Ela sabe que sou seu irm�o. N�o posso convenc�-la a nada.

Quer me ver na ponta de uma corda, garoto?

Realmente quer?

N�o.

Quando tudo isso estiver terminado, vai haver uma grande renova��o por aqui.

Voc� e eu como s�cios majorit�rios na Companhia de Desenvolvimento,

Irm�os Sutton, n�s teremos 100.000 acres de terra e outro tanto de gado.

A ferrovia certamente chegar� at� aqui, garoto.

Teremos que abrir um banco para guardar todo esse dinheiro.

E faremos isso juntos. Eu sei que faremos.

- Temos visitas - Deve ser Parker.

Naturalmente perdeu tempo procurando a garota.

Por que demorou tanto para aparecer?

N�o gostaria que soubessem que vim aqui.

Onde est� a garota?

Eu perguntei onde est� a garota?

Ela n�o vem.

N�o p�de encontr�-la?

Eu disse a ele para n�o procurar.

- Diga isso outra vez. - Eu disse a ele para n�o procurar.

Voc� disse a ele? Desde quando voc� d� ordens aqui?

Desde esta tarde quando Sundance come�ou a arrumar confus�o na cidade.

Porque um de voc�s n�o o deteve?

Eu quero que traga aquela garota Domingo agora.

N�o me importa que virem a cidade de pernas por ar.

Espere um minuto, isso, Clay, n�o ser� s� est�pido mais tamb�m fatal.

Voc� n�o percebe que a esta altura Lomax j� tem a hist�ria da garota,

acusando voc�, Dawson e Cassidy de...

Bem, isso n�o � o pior.

Eu tenho aqui um mandado contra voc�s tr�s, expedido pelos federais.

Quem solicitou, Lomax?

N�o, muita gente em Lordsburg sabe o que aconteceu.

N�o tive alternativa, Clay.

Ent�o viemos aqui para lhe recomendar que fuja depressa.

N�o percebe, v�o precisar de um amigo no j�ri.

Eles confiam em mim por aqui e no tribunal.

Posso os fazer escutarem a raz�o, se eles apenas, esperassem um pouco.

Mas agora sua �nica esperan�a � atravessar a fronteira.

Eu n�o vou atravessar nada.

Se voc� n�o for eu n�o serei capaz de acalmar o povo.

Ent�o haver� um grupo batendo a sua porta, liderados pelo Wyatt.

Wyatt? Voc� o libertou, Ellis?

N�o, n�o, ainda n�o, Clay. N�o, mas...

Mas terei que fazer isso amanh�.

Umas doze pessoas viram Sundance sacar a arma primeiro.

Ent�o voc� est� contra mim.

Contra... eu n�o. N�o estaria aqui agora se eu fosse desleal.

Ent�o n�o envie este mandado.

Clay, n�o v� que n�o posso.

� por isso que voc� tem que partir imediatamente.

- Ele tem raz�o. - Fique fora disso, garoto.

Cassidy, vamos fugir?

N�o.

- E voc�? - N�o se tiver uma ideia melhor.

Eu tenho.

Ou � a garota, Wyatt, o juiz. Ou n�s.

- Clay... - N�o, Clay!

Vai fazer alguma coisa a respeito?

O velho nem sequer tinha uma arma.

Mas tinha uma l�ngua muito grande e perdeu a coragem.

N�o v� perder a sua, Lee.

N�o maltrate a garota.

Lee, eu sou seu irm�o.

Voc� n�o vai ficar contra mim, vai?

Clay.

- Voc� disse que Lee estava no quarto. - E n�o est�?

N�o, o cavalo e a sela tamb�m n�o est�o aqui.

- Quem est� ai? - Sutton.

O delegado quer que voc� saia daqui.

- Por qu�? - Clay vem para matar o Wyatt.

Se algu�m vier perguntar que explica��o que vou dar?

Voc� saiu um instante para comer. Tranque tudo quando sair.

Vamos quebrar a porta

- N�o se esque�a de quebrar a porta. - N�o esquecerei.

Vai ficar esquisito se eu sair sem a chave.

Voc� pode atirar atrav�s das grades, assim, n�o precisar� delas.

Hank?

Onde est� Anisa?

Perguntando por voc� ou por seu irm�o?

Ele matou Parker e o juiz e est� indo atr�s da Anisa.

O que voc� quer?

Temos que tir�-la da cidade esta noite.

- Voc� est� contra seu irm�o? - Estou.

Ela est� no escrit�rio de Lannox.

V� pelos fundos.

- Ben, o que aconteceu? - Te conto depois.

Tio Ben, voc� est� livre.

- Lee, vai levar voc� daqui. - Lee?

Ele esta do nosso lado. Fred, tome conta da frente.

Est� bem.

Lee.

Leve-a para Las Cruses e espere por mim l�.

- E deix�-lo sozinho aqui? - Cuide da Anisa.

Wyatt.

Anda, v� embora.

Ei, Clay? Estou encurralado!

Lee, traga essa garota para c� sen�o eu vou a�.

N�o se aproxime.

N�o, Lee. Ele � seu irm�o.

Sutton?

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.