All language subtitles for ANGEL MINE - 1978

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Original subtitles

I.L.A. Produ��es apresenta: um filme de DAVID BLYTH

Angel Mine (Anjo Meu)

Participa��o de DEREK WARD - JENNIFER REDFORD com Myea de Groot e Mike Wilson

Voc� sabe que tem um problema N�s sabemos que tem problemas.

E foi por isso que desenvolvemos ANGEL MINE.

ANGEL MINE � um preparo clinicamente testado

Desenvolvido para adultos com problemas matrimoniais.

E deixa todo o resto obsoleto.

Ent�o lembre-se do nome ANGEL MINE E esque�a os seus problemas matrimoniais.

Mas fique avisado que ANGEL MINE � um preparo para adultos.

Se o problema persistir, consulte o seu conselheiro matrimonial.

Kim

Ouve George, eu n�o acho que isto seja saud�vel.

Desculpa...

Que horas s�o?

Vamos chegar atrasados.

Meu Deus, estou esfomeado.

P�ra de falar isso!

Estou farto desta gin�stica social!

Olha, achas que esta gravata fica bem aqui?

N�o.

Coloca a azul marinho.

Mas est� onde?

No arm�rio das gravatas, onde sempre est�.

Onde?

Oh! Por amor de Deus...

Ah! Aqui est�, olha.

Meu Deus.

Olha...

Temos que ir

Assim voc� poder� acostumar-se com o p�blico.

Est� bem.

O que achas que eu ganho de me produzir toda s� para impressionar o teu patr�o e a sua mulher?

Est� bem.

Hey, tens um buraco na meia.

Merda!

� o meu �ltimo par.

Como assim?

O que eu quero dizer meu querido, � que se tu n�o comprares um novo par

de meias de seda, rosa, eu terei que mudar.

Mas n�s estamos atrasados e isso iria demorar horas!

Bem, eu poderia usar as minhas meias azuis...

N�o sejas rid�cula, isso n�o fica bem!

Ent�o p�ra com isso sen�o n�o vamos!

N�o fique envergonhado, isto � uma linha p�blica e n�s temos uma mente aberta

e abordamos todos os assuntos.

Olhe, o meu marido � jovem e est� cansado de tudo.

Vivemos em Tagarela.

Existem imensas pessoas que como n�s, n�o nos sentimos seguros

Porque devido � conjectura actual no mundo as finan�as s�o um problema e

Isso afectou o nosso casamento, especialmente a nossa rela��o.

Ele chega tarde e exausto do escrit�rio,

Parece desinteressar-se de mim.

Sexualmente.

O que � consider�vel e de grande humanismo.

Ent�o o nosso m�dico receitou este novo medicamento que favorece a vida amorosa.

Entendo, mas...

Bem, eu tomei esse comprimido uma vez e fiquei chocada.

Uma sensa��o indiscrit�vel, senti-me levitar, estava ao rubro, gozei tr�s vezes

Nem me conseguia controlar, n�o foi f�cil.

Talvez nem seja t�o dif�cil, pode parecer idiotice mas,

Nem �. Eu apenas esperava que a vida sexual com o meu marido melhorasse...

Continuamos com novas noticias, quatro mil neozelandeses

Deixaram o pa�s em doze meses ou mais deparara-mo-nos com n�meros iguais aos do ano passado.

E ir� aumentar em 25%. Entretanto, o presidente

Vir� visitar-nos e � considerado pelos estadudinenses como

um grande e promissor economista...

O que ele prescreveu salvou-me, ANGEL MINE, oh! oh! Isto � inacredit�vel.

Bem...pe�o desculpa mas teremos que desligar a sua chamada...

Talvez possamos ouvir uma m�sica agora

Agora, sentados na mesa, vamos diretos ao assunto.

- Ah, eu n�o te esperava t�o cedo...

- Mas foste tu que disseste...

- Disse? Bem, n�o acredites nas coisas que digo.

- Olha, desculpa. Ok, eu n�o deveria ter dito isto.

- Est�s muito solit�rio, n�o est�s?

- � por isso que continuas a vir aqui?

- Claro que n�o!

N�o mudes de assunto.

OK. Sabes que eu gosto de ti.

- Eu n�o me quero envolver.

- Que conversa � essa de se envolver? - Olha, n�s j� fal�mos sobre isto antes!

- Eu n�o te entendo! Tu mudaste, est�s t�o...diferente!

- N�o h� nada para entender! - Eu n�o me importo se fizestes asneira por vezes.

- Como ousas dizer isso? Ser� que me escapou alguma coisa?

- Agora �s tu que dizes isso!

- Admite!

- Sim...

H� tantos lados para ti....

- Precisamente! Tu n�o me conheces verdadeiramente!

- Quem �s tu? - S� Deus sabe!

- Um grande actor, eu acho.

- Tu �s incr�vel....

- Bem...um grande actor de cinema sempre � incr�vel.

- Sempre corajoso! - Tu �s pat�tico!

- Tens algum lugar para onde ir?

- Eu vou-me embora! Ningu�m te atura a n�o ser tu mesmo.

- N�o v�s... - Eu ..n�o estava � tua espera...

- Aconteceu tudo t�o r�pido! - O qu� que te aconteceu?

- Desculpa-me....

- Eu s� n�o estou preparado. E eu nem sou a pessoa que tu pensas que sou.

- Eu sei disso.

- Que horas s�o? - Duas e vinte e sete.

- Ainda estamos a tempo? - Dentro da hora.

- Alguns minutos e estaremos l�.

- Qual o plano? - Esperar o anoitecer para que tenhamos mais for�a.

- Qual o procedimento? - Entramos na casa, subimos pela varanda...

E passamos pela sala de jantar. - E depois?

- Encontraremos um casal e junta-mo-nos a eles.

- Qual o objectivo? - Um frigor�fico vazio.

- Qual � que tu preferes, ele ou ela?

- Ele.

- Ele � t�o fraco.... Posso faz�-lo gemer...

- Al�? - Oi! Sou eu.

- Ah, � voc�... - N�o vou poder fazer o fetuccine porque tenho um encontro marcado...

- O que quer dizer com isso? - Ontem � noite fui metaf�rico.

- Bem, n�o sei o que se passa mas as pessoas andam a falar coisas terr�veis.

- O que est� fazendo? O que se passa? Fale comigo.

- O que est� fazendo?

- Eu n�o posso ajudar com essas coisas... O que est� fazendo? Ahhhh, P�ra! Por favor...N�o...!

- Vou pregar-lhes um grande susto! - E qual ser� o m�todo?

- Vou corta-lo devagarinho... N�o suporto gritaria por isso ter� de ser amorda�ado.

- Eu sempre escuto as coisas nogentas na tv com o som desligado... torna-se mais on�rico.

- Porque n�o ficas de olho nele? Sabes o que eles dizem sobre os covardes?!

- Qual ser� a utilidade?

- Facas novinhas a estrear, suaves e f�ceis de lavar, l�mina feita em a�o INOX...O que voc� lhe faria?

- Geralmente eu uso a minha t�cnica de sangramento nasal que sempre resulta, mas...

...para ela, eu tenho algo especial. - Que �?

- N�o te vou contar ainda, voc� ainda n�o terminou de descrever o destino da sua v�tima.

- O que acontece depois de o amarrares? - N�o ser� amarrado.

- Cortava-o aos peda�os calmamente em pequenas por��es f�cies de manejar...

Depois embalo os seus bifes para n�o se colarem e coloco os seus org�o vitais em �leo e guardo no congelador.

- Em ocasi�es especiais porque n�o abrir uma lata de 'O Nosso Pai'?!

- Voc� mesmo pode disfrutar do sabor do seu falecido pai com 'O Nosso Pai'.

- Um gesto especial para uma pessoa especial na sua vida.

( O Nosso Pai - Tenro - Carne de primeira - Molho arom�tico )

( Ela parece t�o confiante, controla o seu corpo de um jeito t�o evidente, t�o passivo )

(Eu pensei que n�s tinhamos que descobrir os limites da nossa rela��o, com o que aconteceu... e a culpa � t�o dificil para mim...)

( N�s mud�mos, fic�mos diferentes, pensamos diferente, fodemos diferente. )

(Percebi na maneira com ela se mexe com graciosidade o pesco�o est� mais perfeito e fala de um jeito atractivo).

(E quando � assim? �s vezes eu acho).

Meu querido. A mam�e te ama. O que se passa? N�o chore...

Beb�, v�m � mam�e...oh meu bebezinho, o que se passa com voc�? Bom menino...

(Meu queridinho. Olhe aqui, est� vendo esta cordinha? Tr�s a corda � mam�e)

(N�o chore agora, nanan�o. Vem... vem...vem � mam�e).

Em momentos especiais, aqueles que realmente importam, eu preciso de uma auto-estima peculiar,

Procuro ser eu mesma, para realizar a minha vida.

Eu encontrei o segredo de como manter essa auto-estima. Porque n�o tenta descobrir

por si mesma?!

- � moralmente errado! - Sou eu que decido!

Ele me acusa de n�o ter moral por querer fazer um aborto.

Uma vez um amigo me disse isso mas o nosso novo governo realmente me fez mudar de ideias.

Se voc� ler isto aqui, n�o vai pensar em aborto de novo, nem sequer em sexo.

Elimina todos os riscos e n�o queremos correr o risco de impureza moral, n�o �?!

Voc� tem um bom homem a olhar por si.

1-4

� o segundo a servir.

6-4

Pare.

4-7 � o segundo a servir.

10-6

8-11

C� vou atravessar a rua...

Ah, olha s� o que est� ali... O que devo fazer...

Ent�o, eu forcei a que bebesse aquele poderoso �cido que dissolve at� tinta.

Isso iria dissolver o est�mago e todos os outros org�os iriam de certo expelir-se...

Seja como for, ela ficaria estatelada no ch�o como um peda�o de carne rosa, a dissolver-se ....

e a sair de dentro dela. - J� chega! Vira aqui � esquerda.

- � esta a rua. Que bom que cheg�mos. De novo em casa.

- Que foi querido, o que se passa?

(N�o deixe que os seus empr�stimos o matem. Quando tiveres uma sede dos diabos, s� uma

cerveja o vai satisfazer.)

- Quer uma bebida?

Sa�de!

- Voc� estragou a maquiagem. Vamos retocar.

� nossa!

- Quer dan�ar?

- E porque n�o?!

- Hum, est� a usar os brincos que compr�mos em Marrocos.

- Foi em Paris.... - Em Paris?

- Ah sim! - sabes como eu descobri?

- Foi por causa daquele velhote rabugento dos postais atrevidos. - Sim, claro.

- Voc� � linda!

- Est�s linda esta noite como naquela noite em Casablanca, sob a lua e as estrelas...

- Sim, lindo mesmo.

- O que foi?

- N�s n�o fazemos esse tipo de jogos. - Por favor...

- Era suposto sairmos.

Ent�o por isso me ferrei, n�o �?!

Eles t�m raz�o.

Tradu��o e legendagem - EG

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