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"O ódio é a maior dádiva do Imperador para a humanidade." - Autor desconhecido
IMPACTO
Preparem-se para o impacto!
FOGO NO CÉU
...Sagrado Imperador,
Senhor da Humanidade,
Mestre da Raça Humana, que a tudo protege e vigia...
Deus-Imperador, Luz do Imperium.
Concedei-me a Vossa força.
Dai-me a Vossa paciência.
Perdoai a minha fraqueza.
Concedei-me a Vossa força.
Dai-me a Vossa paciência.
Perdoai a minha fraqueza.
E tende misericórdia de mim.
Pois deixamos nosso mundo morrer.
Eu não hesitarei.
Eu não cairei.
Terminamos nossas orações, é?
Para que se dar ao trabalho?
O que suas orações fizeram por nós até agora?
Eu estava pedindo perdão.
Ah, disso eu também preciso.
Amado Imperador, perdoai-nos por falharmos com este mundo e com todo o seu povo.
Que diabos foi isso?
Ah, tá bom.
É uma longa caminhada, mas tanto faz.
O PESO DAS ALMAS
Muito bem...
Despertar funções primárias dos protocolos básicos.
Reverências, Iluminador Szeras,
Mestre da Matéria, Senhor de Zantagora.
Este portador da Marca da Morte o saúda.
Observe...
Testemunhe...
Exemplares de uma raça de vermes.
Sobreviventes da guerra pela conquista deste mundo,
e das tentativas fracassadas de envio de reforços.
Este pesador de almas reconhece a marca
que você colocou nestes alvos.
Almas?
Abstenha-se de usar tal terminologia anticientífica
em minha presença.
Este servo compreende.
Elimine essas entidades!
A sobrevivência contínua delas as torna anomalias.
Anomalias não serão toleradas neste estágio dos meus experimentos.
Este servo questiona a necessidade de seu despertar.
A função e os protocolos da Marca da Morte são questões de... sutileza.
Se você deseja a destruição destas criaturas,
poderia deixá-la a cargo daqueles da casta dos Destruidores.
Os Destruidores são criaturas de circuitos rudimentares.
Cegos a qualquer propósito além de saciar seus próprios apetites.
Neste assunto, exige-se precisão.
Este servo compreende.
Compreende mesmo?
Tenho minhas dúvidas.
Você exibe um grau mínimo de anomalia.
Eu existo e obedeço aos protocolos da Marca da Morte.
É o que parece...
Posicione-se no campo de batalha!
Intercepte os sobreviventes!
Retifique a anomalia da existência contínua deles.
Este servo compreende.
Há uma consideração final.
Um risco em potencial.
Este campo de batalha
está infestado pelos refugos das minhas recentes inovações científicas.
Você pode... expurgar ou ignorar esses experimentos fracassados.
Não me importa.
Este servo compreende.
EXPOSIÇÃO
- Zira? - Ela estava bem atrás de mim.
Zira, corra!
Seja lá o que for aquela coisa...
dá para derrubá-la se cortarmos para o oeste e atacarmos pelo flanco...
Espere!
FALHA DE FÉ
Irmã?
O que acha que foi aquilo? O que caiu do céu?
Uma nave de combate.
Os Anjos do Imperador.
Os Anjos do Imperador não vão salvar este mundo agora.
Pelo Trono, eles tiveram a chance deles.
E não se pode dizer que tenham se enchido de glória.
A culpa não foi deles.
Não?
Foi sua, então?
Não.
Nem minha, nem de minhas irmãs.
De quem, então?
Minha mãe morreu na linha de frente.
Foi o que me disseram.
Eu tinha dez anos.
Um oficial veio até mim; usava um uniforme idêntico ao seu.
Mas ele cheirava a graxa de coturno e incenso, não a sangue.
Ele me entregou um par de plaquetas de identificação,
com o selo do Militarum.
Não eram as dela.
Estavam limpas demais.
Sem sangue.
Sem marcas de estilhaços.
Mesmo assim, eu as guardei.
E depois?
A Schola Progenium.
Orações.
Provação.
Depois, a Ordem.
A devoção. Um propósito.
A fé.
Olhe ao redor, irmã!
Aonde a sua fé a levou?
Uma das últimas a respirar na terra dos mortos.
Que assim seja.
- É melhor morrer pelo Imperador... - ...do que viver para si mesmo.
É assim que diz o ditado, não é?
Então me diga, irmã.
Quem carrega a culpa pela morte deste mundo?
CORAGEM E HONRA
Em nome do Imperador!
OS CONDENADOS
A verdade...
A verdade é que este mundo não precisava morrer.
Poderíamos tê-lo salvado se os defensores tivessem lutado com mais afinco.
Você culpa os mortos.
Se a fé deles tivesse permanecido inabalável, teríamos vencido a guerra.
A fraqueza deles nos custou este mundo precioso.
Você fala como uma fanática.
Não. Você não... você não entende.
Este é um solo sagrado, que vale mais do que meros mortais.
Vale mais do que a vida.
Vale mais do que mil vidas?
- Dez mil? - Sim.
Sim.
Por todo o Imperium, dezenas de milhões de vidas são perdidas a cada segundo.
Bum. Bum. Bum.
Massacre. Cataclismo. Genocídio.
O que torna este mundo tão especial?
O fato de algum santo antigo ter consagrado este chão?
Falo como uma Filha do Imperador, abençoada pela retidão!
Este é um mundo-santuário.
Um farol de fé, uma luz na escuridão.
É sagrado. Ele importa.
A vida importa, irmã.
Não catedrais. Nem solo consagrado ou água benta.
Sem os fiéis, não existe fé.
Silêncio!
Só estou tentando fazer você enxergar que nem sempre é...
Não... fique quieta!
Há algo lá fora.
Um dos nossos...
Soldado?
Está ferido?
Consegue me entender?
Trauma de combate, talvez?
Ou algum ferimento que não conseguimos ver?
Frio... eu não consigo...
Está tudo bem, soldado.
Venha!
Venha comigo...
Sou uma filha de Nossa Senhora Mártir!
Sou a chama que envolve a lâmina do Imperador!
Sou o Seu receptáculo sagrado!
Sou a Sua ira consagrada!
O que você está, irmã, é cercada.
A fé é o meu escudo!
Que assim seja feito.
E agora...?
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