All language subtitles for f-1000-night-ep-47-port=-

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

por favor,

>> eu não quero voltar para os Estados

Unidos. Eu não quero ir embora e te

deixar.

>> Nessem não faz isso.

>> Honor, por favor, ninguém vai saber. Me

para agora.

>> Não, Onur não vai.

>> Por favor, não me deixa assim.

>> Você não entende que isso não é certo?

>> Ai daí, Onur.

Não vai embora. Não vai embora.

>> [roncando]

>> Ficou comprida,

mas no corpo ficou bem. Eu posso fazer a

barra e pronto.

>> Mãe, é muito bonito.

>> Ah, você gostou, meu lindo, meu filho

querido.

Acabou. Agora vá pro seu quarto e

coloque o pijama. Pronto. Vai, vai.

Eu acho que já foi mais que suficiente.

Você quer ficar chateada? Então pode

ficar chateada.

>> Amanhã pode levar na costureira.

>> Eh, sim, eu levo.

>> Aham. Eh, foi o senor Onur quem ligou.

>> Quem mais poderia ser a essa hora?

Não fique brava, mas você é muito dura,

Xirazad [música] vai ficar chateada com

ele para sempre.

Claro que a gente vai se entender. Não

vamos ficar assim. Mas eu quero que eles

sofram um pouco mais por tomar vinho com

a Yasemin, em vez de querer ficar

comigo, entendeu?

>> Calma, amanhã eu ligo.

>> Amanhã?

>> Uhum. Amanhã.

Não quer que ele sofra mais? Hum, hum.

[risadas][suspirando]

O quer não vem mais porque agora está

casado. Se você também não vier, depois

que casar, eu fecho o negócio. Não

desapareça.

>> De onde tirou isso?

>> Olha quem tá aqui.

>> Mert.

>> Hum. Pode vir aqui. Com licença.

>> Sim, deu tudo certo.

>> Ah, dá licença um pouquinho.

>> À vontade.

>> Tugba. [risadas]

>> Oi.

>> Que surpresa te ver, querido.

>> Igualmente.

>> Senta aí.

>> Mas me fala, você não tava em Ancara? E

o projeto da comunidade europeia?

>> Bem, sim, eu continuo envolvida. Vim

para Istambul para uma reunião de

trabalho. Vou ficar a semana toda.

>> E o que mais tem feito? Como é que vai a

vida?

>> Bem, intensa, sem trégua. E você?

>> Bem, como sempre. E o que faz aqui?

>> Ia jantar com umas pessoas de bruxelas,

mas percebi que não estou de bom astral.

Fugi e vim parar aqui. E foi uma ótima

ideia. Você está aqui. Fazia tempo que

eu não via.

>> Verdade.

>> Então você já decidiu, não vai contar.

>> Não posso fazer isso, Ferid. Não

insista. Vou morrer de tristeza se ele

souber.

>> Mas

>> quero alguma coisa, dona Cival.

>> Não, Fertifiz. Obrigada.

Bom, eu já vou.

Por favor, fique. Ainda é cedo. Fique

mais um pouco. A Ferdivis nos prepara um

bom café e colocaremos um pouco de

conhaque.

Mas acabamos de tomar chá.

>> E daí? Você não vai conseguir dormir.

>> E você vai conseguir?

É, é verdade.

>> Onde está ficando? Aqui em Istambul.

>> Na minha casa.

>> Na sua casa? Não tinha vendido. Então

fica um pouco aqui e um pouco em Ancara.

>> Passa metade do tempo aqui. Onur a gente

não se vê. Mas eu venho para Istambul

com frequência.

>> Bom, da próxima vez me ligue e aí saímos

para jantar.

>> Hum. Ótimo. Então me conta de você o que

tem feito.

>> Nada de novo. O mesmo de sempre, só

trabalho.

>> Uhum.

E vai ficar por aqui?

>> Já é tarde, eu tenho que ir.

>> Quer uma carona?

>> Não, eu vou sozinha. Não se preocupe.

>> É claro que eu me preocupo.

>> Você deveria ficar mais um pouco.

>> Ferid. Já são mais de 11 horas. É melhor

eu ir. Além disso, você tem que dormir.

>> Você não quer dormir aqui?

>> Não posso. Boa noite.

>> Boa noite, dona Cival.

>> [roncando]

>> Isso.

Vai embora.

Podem ir embora. Me deixem sozinha.

>> Dona Ferid, dona Ferid, por favor,

>> saiam. Vão embora. Deixem-me sozinha.

>> Dona Ferid,

>> você também vai embora. Me deixe.

Saia daqui,

>> dona Ferid. Eu já disse,

já disse.

>> Está bem.

>> Então, boa noite.

>> Não quer entrar mesmo?

Não, já é muito tarde para incomodar.

>> De onde tirou que vai incomodar? Vamos,

entre. Eu tenho um vinho espetacular.

Venha. Eu vou congelar esperando que

você se decida.

Venha.

>> Tá bom. Tudo bem, mas eu vou querer um

café.

>> Tá bom. Só um café.

O número chamado encontra-se desligado

ou fora da área de cobertura. O número

chamado encontra-se desligado ou fora da

área. Ja.

Por favor, fique à vontade. Como que é

seu café?

>> Quer saber? Vou tomar vinho.

>> Ah, melhor para mim. Eu não gosto de

beber sozinha.

>> Você pintou as paredes?

>> É, faz uns três anos. Pois é. Você não

vem aqui faz um tempo, não é?

Obrigado.

>> A sua saúde.

>> A sua.

>> Tenho pensado em você.

Tantos bons momentos juntos.

Já faz tempo.

Que delícia esse vinho.

>> Você gostou? Que bom.

[música]

Alô.

Dona Sherazad,

é a Ferdivis. Oi, Ferdives. O que foi?

Tá tudo bem? Desculpe incomodar a essa

hora, mas aconteceu alguma coisa com a

dona Felipe.

>> Como assim?

>> O que aconteceu?

>> Na verdade, eu não sei. Ela se trancou

no quarto.

Parece que teve um surto.

>> Poderia avisar seu Onur. Eu não sei o

que fazer.

>> Mas o Onur não está aqui. O que eu vou

fazer? O celular dele está desligado,

não consigo localizá-lo.

>> Eh, tenta ligar na casa dele.

>> Eu já liguei na casa e não está. Não sei

o que fazer, Sherazad. Estou angustiada.

>> [risadas]

>> Tudo bem, tudo bem. Fica calma, tenta

relaxar, fica calma. Eu estou indo para

ir.

>> Está bem, [choro] mas venha rápido,

Sherazad, por favor.

Ai, meu Deus.

Dona Ferite,

a senhora está aí?

>> Deixe-me sozinha,

[risadas]

>> dona Ferid.

[risadas][choro]

>> [risadas]

>> Então é uma grande história de amor. É

verdade isso?

>> Como você sabe?

>> Todos em Istambul sabem?

>> Hum.

>> Toda vez que seu nome é mencionado,

dizem que está vivendo um conto de

fadas.

>> É isso que dizem?

>> Hum. Contam que seu casamento foi bem

complicado.

Hum. O que aconteceu conta?

>> Para com isso, Tug. Para de fazer

gênero. É impossível que não saiba

disso.

>> Quando muitas pessoas falam, não dá para

saber se é verdade ou não. Onor dizem

que sua noiva te abandonou no dia do

casamento

porque uma mulher saiu falando na

televisão. Foi isso mesmo que aconteceu?

>> Hum. É, foi assim mesmo.

Sazad saiu correndo bem no dia do nosso

casamento. É, foi assim.

>> Hum.

Estão separados.

>> Até ontem estava tudo bem. Tínhamos nos

ser conciliado.

Mas aí aconteceram outras coisas.

Desejo alguma coisa, senhora?

>> Não, Fátima, eu já vou deitar.

>> [risadas]

>> Aqui não. Minha mãe vai escutar.

>> Não esquenta. Fala para ela voltar pro

Chipre. Para com isso, Bora. Acha que

ela vai embora só porque você quer.

>> Mas assim não dá pra gente continuar,

né?

>> Ela queria ir embora para Boston de

repente, mas deu trabalho fazer ela

ficar.

>> Por que fez ela ficar? Devia ter

deixado.

>> Eu não quero que ela brigue com meu pai

e eles não estão se dando nada bem.

>> Tá bom.

>> E cuidado com essas mãos quando minha

mãe estiver lá.

Mãe,

mãe,

>> mãe.

>> Fala baixo. E se ela tiver dormindo?

>> Minha mãe não dorme essa hora. Hum.

>> Mãe, onde ela foi?

>> Melec,

Melec, vem cá.

>> Quê?

>> Sabe onde sua mãe tá?

>> Aonde?

>> Foi pra Boston. Não tá vendo?

>> Ficou louca. Juro. Ficou louca. Que

cabeça dura.

>> Por que ela precisa tanto falar com o

seu pai?

>> Há 30 anos que não se falam. Que falem

de uma vez por todas. Que se divorciem

ou que se matem. Que façam o que eles

quiserem, mas que deixem a gente em paz.

>> A situação é tão crítica assim?

>> Claro que é crítica. Meu pai trai minha

mãe, acha isso pouco. Ele tem um

relacionamento com a assistente. Como

pode fazer isso com a minha mãe?

>> Bom, então seu pai é um cara esperto.

>> Como disse? Então você apoia.

>> A gente pode ter uma aventura de vez em

quando, né?

>> Uma aventura? Eu estou dizendo que tem

um relacionamento. Relacionamento de

anos.

>> Eles são adultos, podem resolver os

problemas. Por que se preocupa tanto?

Relaxa, Melec.

>> O que você tá fazendo? Não ouviu o que

eu falei?

>> Tá. E você se comporta como? Hã? Quando

eu quero te beijar, você fica me

regulando, Meleque.

>> Acha que é hora de me beijar? Minha mãe

saiu no meio da madrugada e eu não sei

onde ela tá nesse momento.

>> Nesse momento a sua mãe tá num avião

voando tranquilamente com um esquinho na

mão.

>> Ai, você vai me perdoar, mas eu não vou

discutir isso com você. Eu também não

quero discutir com você, Melec. Eu vou

embora.

>> Pra onde? Aonde você pensa que vai,

Borek?

>> Olha, eu não tô nem um pouco afim de

aguentar suas birras, nem o seu mau

humor.

>> Que birra? Como fala assim comigo?

Ah, que ótimo. Eu não tô nem aí. Ai, se

daná egocêntrico que falta de apoio. A

gente devia ter jantado lá.

>> Beno, eu não ia deixar você comer essas

porcarias na

>> Ai, mas eu tô com fome.

>> Você nem sabe como é feito. Muita fome.

>> Tá bom, eu peço alguma coisa aqui, tá?

Ai, eu vou morrer de fome.

Mas eu quero comer um kebab da rua.

>> Mas que insistência, por acaso tá

grávida? É,

>> não, não é um desejo de gravidez,

querem? Eu só quero um kebab. [risadas]

Ai,

>> os desejos de gravidez são só uma

desculpa.

Eles não existem.

>> Como assim não existem? Para seu

governo, minha mãe insistia em comer

melancia em pleno inverno quando estava

grávida.

>> Ai, a mamãe mentiu para ele.

>> Mentiu nada. Para que que ela ia mentir?

Ah, é a tua irmã. Ih,

>> deixei meu celular desligado.

>> Melec.

>> Oi, senor Querem. Espera não atrapalhar.

>> Não, tudo bem. A gente foi num conserto.

Ô Melec, até quando vai me chamar de

senhor, hein? Já somos da família.

>> Então, como eu te chamo, cunhado? Que

tal?

>> Quer falar com a Ben? Sim, se ela não

estiver dormindo,

>> tá aqui do meu lado. Boa noite.

>> Boa noite.

>> Alô, Melec.

>> Venu. A mamãe foi para Boston.

>> O quê? Quando ela foi?

>> Não sei. Ela deixou um bilhete dizendo

que vai falar com o papai em Boston.

>> Ai, ou seja, ela foi mesmo.

>> Vai saber que problemas ela vai deixar

por lá.

>> Vai fazer um escândalo.

>> O que vai acontecer com eles, Benu?

>> Eu não sei, querida. Amanhã a gente se

fala.

>> Tudo bem. [música] Só liguei mesmo para

avisar. Tenho uma boa noite.

>> Tudo bem, Melec? Boa noite.

Eles nunca conseguiram ficar juntos, mas

também não podem se separar.

>> O que foi?

>> Ah, eu nunca te contei. São os meus

pais. O casamento deles nunca deu certo.

>> E qual o problema?

>> O meu pai sempre traiu a minha mãe e

ainda trai.

>> Hum. Ela tá certa. Tem que ficar brava.

Você tem medo que eu possa te trair

também?

Eu não vou fazer isso, Benu. Nem pensa

numa coisa dessas, tá bom?

>> Por favor, a gente não vai ser como

eles, né, querido?

>> Não vai acontecer,

eu prometo.

[risadas]

>> Ela está aí faz horas. Estou com medo

que tenha acontecido alguma coisa.

>> Tudo bem. Calma, F. Vê se está bem,

dona Ferid.

Dona Ferid, sou eu, Sherazad,

>> Gerassad.

>> Dona Ferid,

abre a porta para mim.

Geraz, bem-vinda.

>> Obrigada.

>> Eu te agradeço por ter vindo.

>> Não foi nada.

É melhor que esqueça isso. O amor não

existe. Depois de um tempo, ele acaba.

Eu jurava que um homem morria por mim.

Estávamos apaixonados, ficávamos nas

nuvens os dois.

>> Hum.

>> Mais uma vez ele foi para Estrasburgo,

uma semana ele voltou e tudo mudou.

>> Como assim

>> mudou?

Eu liguei para ele, perguntei quando

viria, ele me disse que tinha uma

reunião e que no dia seguinte também não

poderia me ver.

>> Ele conheceu outra.

>> Isso mesmo. Me pediu que o perdoasse,

que ele não tinha como evitar, que eles

tinham se conhecido em Estburgo. E

aquela velha história.

>> Por favor, não dá para ser assim tão

cara de pau. Isso não se faz. Hum.

>> Eu poderia dizer que todo homem é assim,

mas a gente nunca sabe.

>> Bom, talvez

>> o quê?

>> Talvez você não seja como os outros

homens.

>> Hum.

>> Tá. Então responda. Você faria a mesma

coisa?

>> Eu jamais faria isso.

>> Abro mais uma garrafa. Não, melhor não.

Ainda tenho que dirigir.

>> Não vá [limpando a garganta] agora.

Por que você tem que ir? Fique aqui.

>> Tome, dona Ferid. O chá verde vai fazer

bem, não é mesmo, Sherazard?

>> Claro.

>> Obrigada, Férbes.

>> De nada.

Passou a noite aí? Sim, seu Honor.

Graças a Deus. Fomos dormir às 3 da

manhã.

>> E já acordou?

>> Se levantou agora a pouco. Se quiser eu

a chamo, mas está no banheiro.

>> Não, não precisa. Eu já tô indo para aí.

Como é que vai minha mãe?

Agora sim, agora sim. Está bem. Sherazad

foi muito carinhosa e acalmou.

Seu precisava ver a dona Ferid quando

teve o surto.

>> Eu tô chegando, Ferd.

>> Estamos esperando.

>> Conseguiu se comunicar com a Nurfér.

>> Já está vindo, dona Ferid. Ele retornou

à ligação. Acabamos de falar. Bom dia.

>> Bom dia.

>> Bom dia.

>> Venha.

Fierdvis preparou um café delicioso.

Você dormiu bem?

De manhã passou um barco tocando a

sirene bem forte. Fez muito barulho.

Fiquei preocupada. Podia te acordar.

>> Não, não escutei. Mas a senhora dormiu

bem? Eu acordei muito cedo, mas pelo

menos dormi, graças a você.

>> Não me agradeça.

>> Muito obrigada.

Bom dia.

>> Hum. Até que enfim chegou. Bom dia.

>> Hum. Hum.

Meu amor, bom dia.

>> Bom dia.

>> Ah, bem na hora pro café.

>> E aí, mãe? Me conta o que aconteceu

ontem.

>> Não sei, filho. De repente fiquei

angustiada.

Mas já passou.

Deixei as cheiras de preocupada. Sinto

muito.

>> Não foi nada.

>> Ela veio ontem, era muito tarde. Estou

muito agradecida.

>> A senhora tá melhor agora?

>> Sim, sim, estou bem, mais animada.

Mas fiquei preocupada com você, filho.

Liguei umas 5 horas da manhã e seu

celular estava desligado. Onde estava?

>> Com o pessoal de Dubai. Eles queriam

conversar. E aí, fomos jantar

>> no domingo.

>> Bom, hoje eles devem viajar para Ancar,

não tinham mais tempo.

Mas eu também deixei um recado no

telefone de casa, Onur, por que não

ligou quando chegou? Fiquei preocupada.

>> Ah, nós fomos comer em si livre. Aí eu

bebi um pouco mais do que o normal e

fiquei num hotel.

>> Bom, eu já vou saindo.

>> Ah,

mas ainda não terminou seu café?

>> Obrigada. Tenho muitas coisas para

fazer.

Sirazate. Muito obrigada, minha filha.

>> Não foi nada.

>> Diga pro Can que eu mandei beijos.

>> É claro, eu digo sim.

Sirad,

Sirzad, você pode me ouvir?

Sazad,

escuta, por favor. Por favor, Sazad, por

que está fazendo isso? Vê se leva sua

mãe no médico. Ultimamente ela anda

muito nervosa.

>> Já baixou

>> 37. Já baixou, filho. Vá, está atrasado

para o trabalho.

>> Não, hoje eu não vou trabalhar, mãe.

>> Eu cuido do mult, filho. Vá trabalhar.

Vá.

>> Eu só vou quando ele melhorar.

>> Meu filho, seu pai ficava por acaso

quando você tinha febre. Isso é

absolutamente normal nos bebês. Você

precisa relaxar.

>> Ele passou a noite toda com febre.

Talvez seja preciso levá-lo ao médico.

>> Você é que sabe.

O M tá doente.

>> Não, Berk.

Ele só tem um pouco de febre.

>> Ah, coitado.

>> Fan pediu uma de nove. De nove?

>> Desculpa, mestre.

>> Precisa se concentrar ou não quer

aprender?

Olá,

bom dia.

Bom dia.

>> Peça uma de nove ao Mustafá. Vai,

>> vai.

>> Fale que eu estou pedindo porque aqui

não tem.

>> Tudo bem, mestre.

>> Isso é com infravermelho.

Dizem que consome menos.

>> É

em que posso ajudá-lo?

Sr. Gadir,

as pessoas civilizadas conversam.

>> Nós não temos o que falar, tudo já foi

dito.

>> Por que não quer me escutar?

Permite-me dizer algumas palavras?

Eu

sou daqueles que acreditam na decência e

na honra, mas na vida acontecem tantas

coisas que nem sempre nós temos o

controle de tudo.

Não vim aqui para defender meu filho.

Ele errou do princípio ao fim.

Isso nós sabemos.

>> Aqui está.

>> Isto é de seis, tem que ser de nove. Vai

trocar. Vai.

>> Tudo bem.

E peça dois chás. Vai.

Esse menino já tem um teto. Meu filho

considera como o filho dele eu, meu

neto. Que Deus os abençoe.

Vocês o aceitaram. Tenho certeza de que

será bem criado.

Mas, senhor, quer diir, esse neném tem

três irmãs.

Ele não tem o direito de crescer com

elas.

Afinal, é meu neto.

Meu neto

leva o meu sangue.

O senhor vai me negar o direito de

abraçar o meu sangue?

E a mã não foi trabalhar porque o Mute

tinha um pouco de febre. Ele está com

ele, fica medindo temperatura a cada

minuto.

Porque ele faz isso?

Eel deixou o M como lembrança,

a mulher que lhe amou com aquela que se

casou, apesar de tudo. O importante não

é o sangue, o importante é o amor.

Essa é uma grande verdade.

Mas e

a minha alma dói, senhor.

Eu não durmo às noites pensando em meu

neto.

Eu lhe peço que fique no meu lugar.

Não gostaria de poder abraçar o seu

neto?

Eu

lhe peço de avô para avô, por favor, não

faça isso.

>> 36.9.

Já baixou?

Claro que baixou. Eu te falei, filho.

>> Berk, Berk, atende a porta. Tá bom, tio.

Já vou. [choro]

[choro]

>> Olá.

>> O M está aqui?

>> Está sim.

>> Com licença.

[choro]

>> Ah,

o Mut.

>> O que está acontecendo aqui? [choro] Vem

buscar meu filho.

>> Não toca nele. [risadas]

>> Ele é meu filho. Eu sou o pai. Saia do

meu caminho. Eu vou levar meu filho. Eu

vou levar. Entregue por bem, senão vai

ser pior.

Eu vou te processar por ter se metido

comigo. Faz o que quiser.

>> Yam. Não, não faça isso, filho. E

>> não bastou tudo que fez com a Yansel. E

agora vem na minha casa tirar o meu

filho. Se encostar no meu filho, eu te

mato, entendeu? Eu te mato. Sai da minha

casa. Vai embora daqui. Sai logo.

>> Sai da minha casa. Você é um lixo.

>> Sem vergonha.

>> [choro]

>> Não chora, filho. Vem, [choro]

vem com o papai. Vem com o papai.

Calma.

É verdade, senhor Borran. Se for na

justiça, vão ganhar e nós ficaremos com

uma grande tristeza.

Mas imagino que seja a coisa certa. Mas

não é algo que eu possa decidir sozinho.

Vou falar com meu filho esta noite. Ele

é um bom rapaz e irá compreender. Não se

preocupe.

Obrigado, senor Katir.

Eu sabia que o senhor era um homem

razoável. Aqui está meu cartão.

Ligue quando quiser. Pode ligar.

Espero que seja para boas notícias.

Pode ir tranquilo.

Em breve seu neto estará com o senhor e

sua família.

Obrigado de coração.

>> Alô.

Alô, Shazad. Oi, é o Mert.

>> Mert? Ah, oi. Como está?

Tudo bem, com muito trabalho.

Eu trabalho até de madrugada e durante o

dia preciso trabalhar de novo.

>> Verdade.

>> Não vou tomar muito o seu tempo. Um

amigo meu comprou um terreno de 10

haares na Ilha Bjada

>> e quer construir uma mansão. Ele quer

falar com você, mas eu não quis dar seu

telefone sem antes perguntar a você.

>> Não, não tem problema. Ele pode ligar.

>> Ah, é? E quando ele pode ir ao seu

escritório ou prefere que ligue antes?

>> É melhor ligar primeiro.

>> Tá bom. Escuta. E você quando vem ao

bar? Faz tempo que eu não te vejo. Falei

o mesmo pro Nur ontem à noite.

>> Ontem à noite?

>> Uhum. Ele não te contou?

>> Tava cheio, tinha muito trabalho.

>> Ele saiu com a Túba. Eu nem consegui me

despedir deles.

>> Com quem?

>> A TJBA. Você deve conhecê-la. Ela

trabalha na chancelaria.

Nem consegui dar atenção a ela.

>> Fala pro Nur que eu peço mil desculpas.

Tá bom, eu falo

>> boa noite.

Igualmente.

Hoje de manhã você nem me deixou te

agradecer.

>> Por que deveria agradecer? por se

preocupar com a minha mãe. Ela disse que

ficaram até 3 horas da manhã

conversando.

Ela ficou muito feliz por você ter ido.

Sazad, por que que você não me escuta?

Sirazad, eu sei que está chateada.

Eu poderia não ter jantado com o pessoal

de Dubai, mas eu tava bravo com você.

>> Por quê?

Porque você sempre mistura tudo. Ficou

brava quando viu a mim, mas ela tinha

levado uns papéis importantes. Tinha

coisas que eu não sabia e ela me

explicou. Aí ela disse que tava com

fome. Queria que eu fizesse o quê?

Mandasse ela embora?

Serazad,

não seja infantil, por favor.

Ah, Miriban, bom dia. Bom dia.

>> Eu estava te esperando faz um tempinho.

>> Preciso sair o momento. Fique aqui. Tudo

bem?

>> Uhum.

>> Se o Warh de Arc Arquitetos ligar, anote

tudo que depois eu ligo.

>> Uhum.

>> Até mais.

>> Sassad,

já chega. Por favor, você por acaso não

percebe que me machuca ficando desse

jeito?

>> Aliás, o Mert ligou. Ele disse que não

pode atender direito você e a sua amiga

porque estava ocupado.

Me pediu para te dizer isso.

Por que eu tenho que ir num hospital sem

motivo, mãe? Eu não tenho nada.

É um simples exame de sangue, Burak. Não

precisa estar doente.

>> Mas por que eu tenho que ir lá se eu tô

saudável? Mãe,

>> você me cansa, filho.

>> Mãe, eu não gosto de hospital. Passei a

minha infância toda num hospital. Eu tô

muito bem. Meu coração é um reloginho,

um verdadeiro relógio.

>> Filho, você chegou dos Estados Unidos,

não se ofenda. Pode ter se contagiado

com alguma coisa. Você não se cuida. Eu

te conheço muito bem.

Por que acha que eu tenho?

Acha que eu sou idiota e não percebi,

mãe. Ai,

>> pelo amor de Deus, não diga bobagens. Eu

não quis dizer isso. Só estou pedindo

para fazer uns exames de sangue. Só

isso. Vá ver o Dr. Taifun. É só um exame

de sangue.

>> Ah, meu Deus, de novo.

>> Por favor, filho, faça isso por mim.

>> Tá tudo bem, eu vou. Então,

>> o Dr. Taifun está te esperando.

>> Quando você encana com uma coisa, não

sossega, né?

Tá legal, então, mãe, eu vou. Hum.

>> Combinado. Conseguiu me convencer?

>> Uhum.

>> Vamos processar no mesmo tribunal?

>> Faça isso a onde for, Sol,

mas que seja rápido.

>> E os dois entraram num acordo.

Se ela concordasse, era apenas uma

audiência. Sim, eu já sei disso, mas eu

não quero vê-lo.

>> Vamos ver o que eu consigo com isso. De

qualquer forma, o juiz vai querer que

compareça, mas aí a gente vê o que faz.

O que vai acontecer com a custódia das

meninas?

>> A custódia da Bursin é da Fusum. Eu vou

ficar com a Bursu e a Bu, as mais

velhas.

>> Vai separar suas filhas?

>> Bursinha ainda é pequena. As outras

meninas já vão pra escola.

Vão poder visitá-la nas férias.

>> Tudo bem. Hoje eu entro com o processo.

Vou lhe avisando do andamento.

Aliás, o que aconteceu com seu olho?

>> Ah, não foi nada. Bati numa máquina da

fábrica.

>> Ah, puxa. Coloca gelo.

>> Tá bom.

Obrigado. Bom dia.

Entra,

>> mãe. Mãe, chegamos

>> para não grita, Caan.

>> Mãe, onde você tá?

Mamãe, você tá dormindo?

Ah, filho,

você chegou.

Você tá doente?

>> Eu estou me sentindo um pouco mal.

>> Você tá resfriada?

>> Só com dor de cabeça.

>> A tia Miriban toma chá quando fica com

dor de cabeça.

>> Sabe o que me faz bem quando eu estou

com dor? Hum.

Ah,

isso tira minha dor de cabeça.

>> Agora já passou. Já estou melhor.

Mas

com um beijinho aqui vou ficar bem

melhor.

>> A senhora tomou os remédios?

>> É claro que eu tomei.

>> Não se esqueça, hein? E logo vou te

levar ao médico.

>> Por que não me escuta? Amanhã à tarde eu

os espero para jantar em casa. Venha com

a Sherazad e tragam o Caan também.

>> Mãe, olha

>> também virão a Ceval, o Queré, Benu,

Burak e Melec. Vão estar todos aqui.

>> Mãe, de onde saiu essa ideia de jantar?

Por que faz as coisas sem me avisar?

>> Faz tempo que eu queria fazer. Quero

comemorar o casamento do Querenco Abenu.

>> Ah, eu também quero agradecer a Sherazad

pelo gesto. Não sabe como [música] estou

agradecida a ela.

>> Tá bom, mãe. Já entendi. Mas acredite,

não precisa de um jantar. Por favor,

cancele

>> cancelar, filho? A Ceval já confirmou.

Eu não posso cancelar.

>> Mãe, é sério, não precisa do jantar.

Além disso, eu não tô bem com a

Sherazad.

>> O quê?

Ah, então aproveitem para se

reconciliar.

Por favor, Honor, não faça isso.

>> Mamãe, eu já falei uma vez e não vou

repetir. Será amanhã à noite. Eu vou

desligar. Tenho que ligar para Sherazad.

Finalmente acharam uma dona.

>> Hum. São para Sherazad.

>> Presente do meu pai. Que descanse em

paz. Ele me deu quando o Onur nasceu. Eu

vou dar para Sazade amanhã à noite. Vão

ficar belíssimos na minha filha.

>> Lindos.

>> Não fica aí, entra.

>> Não, eu tô bem aqui. A Sherazad pode

chegar. Eu não quero continuar causando

problemas.

>> Esse é mim, por favor.

Não quero te chatear, Honor.

Eu já consegui entender que entre a

gente só amizade.

Eu acho melhor que a gente não se veja

por algum tempo.

>> O quê?

>> Não se preocupe, não vai ser para

sempre.

>> Nur, eu não consegui conquistar seu

coração, mas eu não posso perder a sua

amizade.

>> Olha só, eu não quero discutir isso

agora. Esse é mim, eu tô mal com a

Sherazad.

>> É por minha causa, não é?

>> Não, não é. É porque eu menti para ela.

>> Não vai me contar o que aconteceu?

>> Mim, por favor. Quando eu estiver

melhor, eu te ligo.

>> Você quer que eu saia? Tá me mandando

embora?

>> Dá para parar, Yasemin?

Porque torna isso mais difícil? Eu tô

dizendo que eu não tô bem, você não

entende.

>> Uhum.

Boa noite.

>> No três. Tá bom.

>> Tá bom.

>> Vai.

>> 1 2 3. Tr.

>> Ai, muito bem. Tesoura.

>> Um, dois três.

>> Ah. Um, dois, três.

>> É o meu pai. Não, filho.

>> Como está? Está melhor?

>> Estou melhor, Sherzad. Muito obrigada.

>> Eu fico feliz.

>> Isso graças a você.

>> Não agradeça.

>> Amanhã à noite espero você para jantar.

Vamos estar todos

>> juntos. Venha com o Can também.

>> Eu sinto muito, dona Ferid.

E tem uma reunião muito importante nesse

horário.

>> É uma pena. Mas eu queria tanto te

agradecer. Vai estar todo mundo. A Cval,

a Benu, a Melec.

>> Pode ser outro dia.

>> Como você não vai vir? Eu até contratei

o bifet.

Se tivesse ligado antes, eu teria dado

um jeito.

>> Eu tinha tanta certeza que viria. Sim,

mas

>> venha assim que a reunião terminar,

porque eu acredito que não vai terminar

muito tarde.

>> Obrigado.

Meus pais estão lá em cima,

>> estão na sala e as meninas estão no

quarto fazendo a lição.

>> Que bom.

Ali mal, por que não vem pra sala,

filho?

>> Vou comer alguma coisa e depois vou

dormir.

>> Que aconteceu com seu olho?

>> Ah, nada demais.

Foi um acidente.

>> Filho, ele já está dormindo e deve estar

sem gases.

>> Vamos, filho. Senta para comer.

>> Deixa ele comigo.

>> Ele vai acordar.

>> [risadas]

[suspirando]

>> Vem comigo. Vamos com a vovozinha. Agora

você vai pro berço. Ai, que lindo.

E filho,

falei com o avô de um hoje à tarde.

>> Eu achava que o senhor era o avô.

>> Escute. Eu não sou o avô desse menino.

>> O senhor já não tinha aceitado, papai.

Não. O que aconteceu agora?

>> Hoje à tarde eu falei com um avô. Dá

para ver que é um bom homem, um homem de

família, um homem decente.

>> Papai, não se incomode.

Não pretendo entregar meu filho.

>> E a mãe, escute, filho.

>> Papai, por favor.

>> Ele estava na minha frente chorando como

uma criança. As lágrimas caíam.

>> Ah, é mesmo? Enquanto o coitado chorava

com o senhor, o filho dele chegou em

casa tentando tirar meu filho. O que o

senhor acha disso?

>> Que ele fez o quê?

>> É isso. O senhor se amolece por um homem

que chora.

Mas para mim essas lágrimas são de

mentira. Yamã, filho, o que foi que

aconteceu? Me conta.

>> Por que ele deitou tão cedo?

>> Não sei. Trabalhou muito na fábrica.

Bateu o rosto numa máquina. Eu passei

uma pomada.

>> Ele não faz nada direito.

>> Eu preparei fruta, tio Burhan, para

doçar a vida. Hum. Que bela

apresentação.

>> Arzu é muito caprichosa. Você não acha,

Boran?

>> Sim, toda sua família é assim.

>> Arzu, sente-se. Filha,

>> eu estou ajudando as meninas com a

lição. Já falei para elas começarem a

fazer.

>> Muito bem, filha. Muito bem.

Ai, se a outra fosse agradável metade do

que ela é, as coisas seriam bem

diferentes.

>> Alô,

>> alô, senhor Burhan.

>> Oh, senor Cadir, boa noite.

Espero que tenha boas notícias.

>> Não tenho boas notícias. Quem o senhor

acha que é?

Senor Cadir, calma. Tudo bem? Não

precisa gritar assim comigo. O que

aconteceu? Diga.

>> Que classe de pessoa? Que classe de

pessoa?

>> Achei que fosse um homem bom. Achei que

fosse um homem decente, respeitoso.

>> O que foi, Burra?

>> Eu sentei com o senhor como pessoas

civilizadas,

mas enquanto o senhor chorava na minha

frente, seu filho entrou na minha casa e

tentou pegar o mute.

>> Hã? O que foi? O meu filho entrou na sua

casa, foi isso?

>> Vá para os tribunais, vá para as cortes

celestiais, se quiser. Eu não vou

entregar o Vai ter que brigar.

Moran, por favor.

>> Realmente eu sinto vontade de matar o

Alemal. Vou cometer um crime por causa

daquele idiota. Apesar de estar só

amanhecendo o trânsito,

>> que foi?

Você me faz passar por tudo isso na

minha idade. Não bastou o que você já

fez? Agora mancha a minha honra.

>> O que eu vou fazer com você? Vou te

chutar pra rua como um cachorro. É isso?

Por que se meteu na casa daquelas

pessoas?

>> E o que queria que eu deixasse meu filho

com aquelas pessoas? Pai.

>> E adiantou? Adiantou para alguma coisa?

Diga.

>> Não grite.

>> Tudo que eu construo, você destrói.

>> Eu arrumo e você desarruma. Já chega.

Estou cansado de você.

>> Eu tinha falado com o sogro da Yanel.

Chegamos a um acordo e entregar o bebê.

E você estragou tudo, imbecil.

Qué me ouviu, mas o Onur não deu a

mínima.

>> Do que tá falando? O que foi?

>> Ele veio aqui ontem. Eu falei que ele

quase nunca vem, que antes vinha até com

a Sherazad.

A Sherazad não estava com ele,

>> não. O Honor estava com a TJBA. Tinha

muita gente ontem.

>> Eu vou ligar para Sheraz para ver se

eles querem vir para cá.

>> Uhum. Que bom,

>> amigo. Melhor desistir. A Melec tá

acabando com você. E sabe quem tá

ensinando ela? O Burk.

>> E onde ele está?

>> Não faço ideia.

>> Não posso ir, Benu. Por favor, não

insista. Por que, Sherazad? Olha só, eu

vou ligar pro Onur e perguntar para ele.

>> Ah, [suspirando]

não, Benu, por favor.

>> Aconteceu alguma coisa? O que foi?

>> Não aconteceu nada. Eu estou cansada.

Você tá falando com meu pai?

>> Poxa, Gerazard, já faz um tempão que a

gente não se vê.

>> Eu também quero falar com ele.

>> Cal, para com isso. Não é o seu pai.

>> Seraad.

Alô,

>> Benu. Depois eu falo com você. Ah. Tá

legal,

>> K. Filho, vem aqui.

>> Gritou comigo. Não gosto mais de você,

>> lindo. Por favor, não faz isso.

>> Eles não vêm.

>> Hum. Não.

>> Oi,

>> boa noite.

>> Oi,

>> como vai, Burek?

>> Nem me pergunte

>> doi.

>> É que a minha mãe insistiu para eu fazer

um exame. Eu acabei de receber o

resultado. Eu tô um pouco preocupado com

isso.

>> Mas por quê? Me conta.

>> É uma coisa chamada talacemia menor. E o

que é isso? É uma doença do sangue. É

muito comum em Chipre, por isso eu sei.

Você deve ser só portador, senão teria

aparecido quando era criança.

>> É isso mesmo. Eu sou portador. Eu herdei

da minha mãe. O médico me explicou tudo

direitinho.

>> Bom, e o que acontece sendo portador?

>> Se eu casar com uma mulher que tem

talacemia, nosso filho teria doença.

Sinto muito, Melec. Se você tiver

talacemia, a gente não pode se casar.

>> E quem disse que a gente vai se casar?

>> Ué, você não quer?

>> Não fala bobagem.

>> [risadas]

>> Que cara chato. Volta aqui, Meleque.

>> Você não tem com o que se preocupar, meu

amor. É só portador, não vai ficar

doente.

>> Não tô triste por isso.

>> Então, por quê?

>> Por que minha mãe não pediu exame para

mim? Porque só pensou no Burak.

Por que ela faz essa diferença, Benu?

Por que minha mãe me trata assim?

Não vai me perdoar?

E se eu contar uma bela história?

Não importa a hora, tá? Nat

consulta com o Dr. Taifon. Tá bom,

obrigado.

>> Querem, você tá exagerando. Eu tô

falando que mesmo tendo talacemia não

tem importância, porque você não

entende. Eu não sou portadora, não se

preocupe,

>> por favor.

>> Meu amor, o nosso filho vai ser

saudável. Não se preocupe.

>> Tomara que eu também tenha. Tomara.

>> Ai, você ficou louco. Como pode falar

uma coisa dessas?

>> Eu vou jogar esse exame na cara da minha

mãe. Eu vou falar. Tá aí. Olha só,

também tem mais um filho, sabia? Mas ama

tanto o Burak que nem pensou em me pedir

o exame.

>> O que você tá falando não tem sentido.

Se você quer dizer que a sua mãe prefere

o Burak, isso é uma completa bobagem.

>> Olha, o nome desse AT é Sureia, tá

vendo? Não é Cval. Sureia é o nome da

minha avó. Quando eu era criança, eu

vivia nos braços dela, nunca nos dam.

>> É porque o Burak tava muito doente

naquela época. Você tinha que ficar com

a tua avó. Isso é normal.

>> É, ele não tava bem naquele tempo, mas

melhorou faz muitos anos. Agora nós dois

somos adultos. Mas minha mãe ainda

prefere ele. Sou eu quem se casou. Sou

eu que quero ter filhos. Mas minha mãe

pediu os exames para ele, não para mim.

>> O Gan não foi para Caieri.

>> Que me importa o Gani? Nadid.

Tanto faz se ele foi para caier ou

juntar lixo na Líbia. Para mim na mesma.

>> Não diga isso. E se ele tiver

influências ruins? Hã? Amigos com maus

costumes? E se ele seguir pelo mau

caminho, Burhan?

>> Essa foi a decisão dele. Eu ofereci lhe

dei todas as oportunidades que ele quis.

Abri a porta da minha casa.

Mesmo assim, tenho pena dele. Ele ainda

é muito jovem e qualquer um comete um

erro.

>> Um erro?

>> Não comece, né? Did esse parasita, desde

que entrou nesta casa, cometeu erros até

cansar.

>> Mas ele é o tio das meninas.

>> Não me fale mais do Gan, querida.

Eu não vou gastar as minhas palavras com

um parasita.

>> Sim, tudo bem, tudo bem.

Mas eu vou ligar para ele.

>> Vou descobrir onde ele está e o que está

fazendo.

>> E eu o que faço? Basta eu dizer uma

coisa para você fazer justamente o

contrário.

>> Dona Nadid

>> Gan,

>> bom dia. Tudo bem?

Nós estamos bem, filho. E você como

está?

Você não foi para Caier? Onde está? O

que está fazendo?

>> Estou em Istambul. Eu fiquei.

>> Ah, foi o que eu imaginei. Mas onde você

está ficando?

>> Eu estou em

A Sherazad me autorizou. Eu tô dormindo

no escritório por enquanto.

>> Ah, mas como você pode dormir num

escritório?

>> É melhor do que nada.

Mas não diga nada pro tio Burhan, certo?

Seraat vai falar com ele quando puder.

>> Tudo bem, eu não vou dizer nada.

Gan,

você tem falado com a sua irmã

ultimamente? Ela está bem?

>> Sim, nos falamos, mas ela continua

chorando. Eu não entendo nada. Eu não

sei se está bem ou mal.

>> Parece que o Aliemal já entrou com um

processo. O advogado ligou pra minha

irmã. Ora, o destino é assim mesmo, Gan.

>> E você cuide-se

>> e já sabe, se precisar de qualquer

coisa, ligue para mim.

>> Obrigado, dona Nad, pode deixar.

>> Está bem.

Tenho um bom dia. Igualmente.

>> Oi, mamãe.

>> Lembre de comprar as gotinhas do Umut.

Eu esqueci.

>> Precisa delas agora?

>> Não, mas traga pela tarde. Não se

esqueça.

>> Está bem.

Mamãe, aquele homem não voltou, não é?

>> Não, não voltou mais. Não se preocupe.

>> Olha, não abre a porta para ninguém.

Esse homem não vai descansar. Se não for

ele, ele vai mandar outra pessoa e que

ele não se atreva a tirar meu filho.

Depois eu ligo pra senhora.

>> Qual o problema? O que aconteceu?

Não foi nada, senhor.

>> Quem está querendo tirar o seu filho?

Não se preocupe, senhor. Eu já estou

resolvendo. É a família da sua esposa.

Eles querem ficar com a criança porque a

mãe faleceu. Meus advogados resolverão.

Obrigado, senhor. Lute pelo seu filho.

Ainda temos seis meses, mas não é muito

tempo. É melhor a gente se apressar.

>> Ah, com toda a certeza. Tem mais alguma

coisa que você queira falar?

>> Na verdade não. E sim, mas o nome do

projeto da Assia Towers foi mudado para

Torres da Ásia.

>> Até que enfim, eu não gostava, mas não

falei nada. Como era isso de Assia

Towers? Torres [risadas] da Ásia de

Deveria ter sido desde o começo.

>> Cheguei tarde.

>> Já terminamos. On.

>> Tá bom.

Bom dia.

>> Agora vamos trabalhar em nossas salas.

>> Boa sorte.

>> Tchau. Até mais.

>> O queren não veio?

>> Não, não veio. O Burek é portador de

talacemia. O Querem acha que ele também

é, então foi fazer o exame.

>> Talacemia?

>> Uhum.

>> É uma doença de sangue, não é? Eu acho

que é passada de pais para filhos, não é

verdade? Isso.

>> Bom, melhor fazer o exame.

>> Só que eu não tenho. Ele se preocupou à

toa. A minha mãe também se preocupava

muito. Como é muito comum em Chipre,

todos fizemos o exame.

>> É, mas ninguém morre por fazer um exame.

>> É verdade. Já vamos saber. E vocês vão

ao jantar?

>> Hum, iremos sim.

>> O Querem e a Benu querem ter um filho. A

Ceval me contou.

>> Sim. Tomara que engravide logo.

>> Tomara. E vocês também.

Seria muito bom se tivessem uma menina.

Seraedad, o Caan precisa de uma irmã.

Quando eu estava grávida do Onuro, o Mim

queria um menino e eu uma menina. E foi

o que o Mim queria. Eu fiquei um pouco

triste, mas o Mim dizia que a próxima

seria menina.

Bom, você conhece a história.

Essa filha nunca chegou.

>> Sei.

>> Você é essa filha que eu sempre quis.

Era,

eu estou tão arrependida. Te tratei

muito mal e não vi a filha que tinha na

frente.

>> Isso ficou no passado. Já é história.

>> Cheguei cedo pro jantar.

>> Mas eu disse pra senhora que tem uma

reunião.

>> Mas você não cancelou?

Tinha quase certeza que cancelaria.

Girazad, por favor, precisa ir.

Vou ficar te esperando.

>> Boa tarde.

>> Bem-vindo.

>> Eu tenho uma consulta com o Dr. Taifun.

>> Querem seu Glu? Eu mesma vou atendê-lo.

O Dr. Taifun foi chamado de urgência

para uma cirurgia, então farei isso.

>> Eu vim fazer um exame de sangue.

>> Ah, sim. Ele disse o que era.

>> Quando sai o resultado,

>> vou pedir ao laboratório para dar

prioridade para o seu exame.

>> Muito obrigado.

>> Uhum.

>> Ah, ali que mal. Arzu,

o que faz aqui?

>> Eu vim falar com meu tio, mas ele não

está.

Senta.

Meu pai está na fábrica hoje.

Por que veio? Foi alguma coisa?

>> Não, nada. Pensei que ele tinha

terminado e vim me encontrar com ele.

>> Boa ideia. Toma alguma coisa?

>> Por que não?

>> Uhum. Vem aqui, por favor. Um chá.

>> Uhum.

>> Um chá, por favor.

>> Ah, é lindo esse lugar. Meu instituto

fica bem perto, sabia?

>> É mesmo? Apareça depois das aulas que eu

te levo para casa.

>> Eu adoraria. Os ônibus passam lotados.

>> Uhum.

>> Obrigado.

>> Esses cçais não, Ftives. Aqueles que

estão no móvel, os de prata.

>> É claro, dona Ferid.

>> Está tudo muito bonito, querida Ferite.

>> Ah, eu quero que seja uma noite

inesquecível, Cval. Estou com saudades

dessas noites.

>> Por favor, daqui pra frente todas as

noites serão bonitas.

Ferv abrir.

>> Já vou, dona Ferid, já vou.

>> Ai, bem-vindos ainda.

>> Como está?

>> Bora aqui.

>> Olá. Olá.

Ô filho,

>> e o Querin? [roncando]

>> H

>> Quer não vem?

>> Ele tinha umas coisas para fazer. Já tá

vindo.

>> Que estranho.

>> O que foi? Eu também sou portador?

>> Não, mas

é estranho.

>> Pode me dizer o que é que tá

acontecendo?

>> Senr. Querem? Seu grupo sanguíneo é

certo? É,

>> mas dona Cval é AB.

>> É. E daí?

>> É que uma mulher a B não pode ter um

filho do grupo O.

Azad.

Sabia que você viria.

>> Eu não vim por sua causa.

Se estou aqui é porque não consegui

dizer não para sua mãe.

>> Meu amor, quando é que vai me escutar?

Não vou te escutar porque não quero

escutar um mentiroso.

>> [música]

>> E aí, a gente vai comer ou não? Tô

morrendo de fome.

>> Mas seu irmão ainda não chegou. Só pensa

em comer, Burak.

Que foi? Não atende o número chamado em

Não, o telefone dele tá desligado.

>> Será que aconteceu alguma coisa?

>> Seu Querém, seja bem-vindo.

>> Ai, graças a Deus, já estava tão

preocupada. Querem, onde você estava,

filho?

Filho, ficamos tão preocupados.

Aconteceu alguma coisa? O que você tem?

>> Aconteceu.

Me diz uma coisa.

Quem é a minha mãe?

>> [música]

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.