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Original subtitles

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Santa Maria.

Por favor, eu...

Ora, ora, ora

Se n�o � o Senhor Richard Hawkins.

Roubando um cors�rio ingl�s como um vagabundo.

� voc�, Phil?

Rei Phil... ip.

Eu achei que era.

- Voc� n�o se importa se eu...? - Oh, n�o, n�o, n�o.

- Continue. Encha suas botas. - Isso � muito decente da sua parte.

Adoraria parar para um retrato mas tenho que correr.

Me avise se uma das suas Armadas sair

e eu vou lev�-lo para fora de Londres.

- Com prazer. - Vou ter certeza de colocar isso no di�rio.

Voc� parece bem para algu�m que est� sendo roubado.

N�o, eu s� estou... um pouco animado.

Estou interessado em ver como voc� vai sair dessa.

� uma sala redonda, sem cantos, duas sa�das.

Voc� n�o est� com todas as cartas, Phil.

Voc� esqueceu a primeira regra da espionagem?

N�o. Sempre ocultar o que est� vista.

Sr Hawkins.

Oh, meleca!

Eu velejo sob a prote��o soberana da rainha Elizabeth

e ela n�o vai aceitar isso!

Bom.

Eu estou contando com isso.

Abram alas!

Abram alas!

Abram alas!

Voc� se importaria de...

Ele se foi.

Abram alas!

LONDRES- PAL�CIO DA RAINHA ELIZABETH

Carta para Sua Mejestade.

Onde ela est�?

- Se despindo. O que � isso? - Rei Philip II da Espanha.

Pelo que parece...

ele capturou o senhor Richard.

Hawkins?

Eu concordo, Sua Majestade

Hawkins tem habilidades valiosas

e n�s queremos ele de volta roubando os espanhois

mas diplomacia � nossa �nica op��o.

Uma confer�ncia com o Rei Philip.

Como seu pai, Rei Henry, sempre disse...

"Mantenha seus amigos por perto e seus inimigos mais perto ainda."

E um monte de coisas sobre mulheres, que eu nunca...

- Eles v�o dan�ar? - E quanto a um torneio?

- Jogo do beijo. - Luta livre com sexo.

- Seria um bom jogo. - N�o creio que precisamos jogar...

Espere...

Quem falou em... pe�a?

Bill! Bill!

- O que? - Seus amigos est�o aqui.

Senhoras e senhores

suavemente para ouvir, gentilmente para julgar,

n�s somos Mortal Coil.

- N�o � voc�. - � voc�.

� voc�.

Talvez voc� esteja destinado para algo diferente.

Tipo o que?

- Cozinhar. - De qualquer forma, deveriamos...

acabarmos.

Desculpa, Bill.

Desculpa, Bill.

Eu achei que o nome dele era Phil.

Eu sabia que alguma coisa desse tipo iria acontecer.

- Inveja do talento. - Voc� vai superar isso.

N�o eu. Eles.

Bom, vou passar no a�ougueiro amanh�

e ver se ele ainda precisa de algu�m � tarde.

Eu n�o vou trabalhar em um a�ougue.

Voc� disse que se as coisas n�o dessem certo com a banda, voc� teria um emprego.

- Voc� prometeu. - Eu sei.

E eu tenho.

Eu escrevi um grande trabalho para os palcos.

- O que? - Eu sou um escritor agora.

- Oh, meu Deus. - O que?

Bill, voc� n�o � um escritor.

- O que � isso ent�o? N�voa escocesa? - N�voa escocesa.

Isto � porqu� voc� n�o � um escritor.

� s� outra mania, Bill.

Como a atua��o, a banda e a dan�a interpretativa.

N�o, n�o, n�o, n�o. Isso � diferente.

� como se as palavras voassem de mim.

Como se eu fosse o leste e elas o sol.

- Bem, n�o isso mas... - Bill...

Escrever scripts n�o � um emprego, n�o em Stratford.

Voc� precisa de teatros, clientes, e...

- N�o. - S� pense nisso.

N�o tem jeito de voc� mudar toda nossa fam�lia

- para a Londres sangrenta! - ...jovem escritor em Londres.

Voc� quer ir para Londres? V� para Londres.

Mas eu e as crian�as n�o vamos com voc�.

Voc� tem 30 anos. � hora de crescer.

- E desistir dos meus sonhos? - S�o s� sonhos.

Bem, vamos ver quem � o sonhador, querida.

Londres n�o vai saber o que a atingiu.

As pessoas v�o lembrar do nome Shakespeare...

...daqui a 20 anos!

Para cada um de seus sonhos.

- Conde de Essex. - Claro, senhor.

Conde de Essex!

- Oxford. - Claro, senhor.

Conde de Oxford!

- Croydon. - Claro, senhor.

Em frente ao port�o, pega a estrada em dire��o a Penge.

Voc� desvia � esquerda, quando encontrar um c�rrego.

N�o, eu n�o quero ir a Croydon. Eu sou Croydon.

O Conde de Croydon.

- Barry. - Sim?

- Tem algum Croydon a�? - Eu estava aqui.

- Tudo bem. - Er... tem um Chester.

Cornwall?

- Tem um Crawley. - Sim, esse sou eu.

- Mas voc� disse Croydon. - N�o tem nenhum Conde de Crawley.

Sou eu. Voc� ouviu errado.

Temos que seguir a lista. Muitos cat�licos, sabe.

N�o podemos deixar qualquer um entrar.

Mas ele acabou...

Southampton, poderia por favor dizer a esses idiotas quem eu sou?

Sim, Crawley, n�o �?

Conde de Crawley.

Ent�o sem nunhuma piada. Vamos sair e fazer observa��es engra�adas.

Eu ia ficar com o malabarismo.

Puxei o dedo dele. Acontece que ele tinha disenteria.

�lguem viu uma cadeira ou...?

Voc� ainda est� lamentando sobre seu pequeno cruzeiro de prazer?

Voc� ainda est� queimando o suado dinheiro de seu paizinho?

Estou tentando, querido. Investindo nas artes agora.

� como um vazamento na latrina.

Oh, e voc� j�...?

Ah sim. Tr�s cervejas de carne e s� uma tigela daqueles porcos crocantes.

- Eu sou Conde de Croy... - Agora, vejam s�.

Conta aquela do marinheiro.

Voc� vai ter que marcar esse como: Inseguro para o trabalho.

Ele chama isso de apartamento, mas � uma cabana...

Espera a�.

Eu amo essa.

� verdade que durante a batalha da Armada

eles dormiram entre duas e cinco da tarde?

Geralmente. N�s paravamos de lutar e tinhamos que dormir

ou ir at� os barcos.

Ei, onde est� nossos drinks?

- Onde est� nossos drinks? - Eu sou Conde de Croydon.

Eu n�o busco bebidas para ningu�m.

- Obrigado - De nada.

Aqui est� sua gorjeta.

Oh, hil�rio.

� uma conven��o de bobos da corte.

"Eu naveguei atrav�s do mundo. Olhe para mim, todo mundo!"

Voc� n�o � melhor que eu!

- Eu fa�o coisas. - Tipo o que, exatamente?

Bem, Eu fa�o...

marabalis...

como fogo...

Ah! Eu sou um prostitu...

N�o, senhor.

Escrita.

Escrita? Escrita.

Eu sou um escritor.

- N�o, voc� n�o �, querido. - Como se atreve!

Eu sou o melhor escritor de toda Inglaterra!

Voc� �?

Quem �?

De fato, Sua Majestade.

Como muito fortuito, senhor...

Eu quero dizer Crawley.

Croydon, Sua Majestade. O Conde de Croydon.

Crawley � em dire��o a Horsham.

Croydon �...

Voc� conhece Penge toda?

Eu n�o ligo.

H� de ter uma c�pula diplom�tica com nosso querido primo

Rei Philip II da Espanha.

- Rei Philip II da Espanha. - Espanha.

Desculpa.

E qual a melhor pe�a central para esse evento...

do que uma demonstra��o da nossa grande na��o...

...e total domina��o?

Uma pe�a escrita por um dos meus pr�prios contadores.

e n�s devemos estar agradecidos por ouvir essa pe�a.

Por que n�s sabemos o que acontece se n�o formos agradados.

- Voc� sabe o que acontece se... - Sim, sim.

Oh, n�o, deu errado.

Sim.

Qual a pontua��o, Sua Majestade?

Suco.

Sua Majestade h� um menssageiro aqui para ver voc�.

Da Inglaterra.

"Para Sua Majestade Rei Philip II da Espanha."

Sou eu.

"Rainha Elizabeth cordialmente convida voc� para uma conversa diplom�tica em Londres

para discutir a captura de seu real subordinado, Sir Richard Hawkins."

Na verdade, eu s� preciso...

Eu disse que ela pegaria a isca.

O coelho est� na armadilha.

Sua Majestade...

...os especialistas que voc� pediu.

Oh, sim. Falem comigo.

Lope Lopez, Sua Majestade.

Mestre da inquisi��o.

� para fazer as pessoas falarem.

Juan Domingo, Sua Majestade.

Espionagem... e arremesso.

- Bom. - Na verdade, eu estava mirando no pilar.

M�os suadas.

E... onde est� o outro?

Gabriel Montoya, Sua Majestade.

Mestre do disfarce.

Se voc� precisa de uma empregada, uma lavadeira ou uma pescadora,

Eu sou sua mulher... homem.

Homem.

OK.

N�s fomos apresentados a...

- Por que voc� est� aqui denovo? - Desculpe...

Eu preciso pegar os pedidos para o banquete.

N�s temos alguns n�meros dificeis no menu.

Qualquer coisa est� bom. Eu n�o ligo.

Eu n�o posso comer marisco.

Camar�es at� posso, mas eu tenho que evitar os moluscos.

O que? Que?

Moluscos. Voc� sabe... os mexilh�es,

vieiras, ostras e...

Oh, qual o outro que sai da areia?

- Lingueir�o. - Lingueir�o!

E eu n�o posso nozes.

Se eu comer s� um noz pequenininha,

minha garganta expande. Incha como coisa de homem.

- E lagosta. - Se voc� tiver aquilo com...

- Ningu�m vai for�ar voc� a comer nozes. - OK, quer saber? Tanto faz.

S� v�, agora.

S�rio?

N�s fomos apresentados a uma oportunidade �nica

de libertar o mundo dessa vaca protestante,

para atacar dentro de sua corte real.

Esse � nosso cavalo de Tr�ia.

N�o parece com um cavalo.

Bem, n�o � um cavalo de verdade. Sabe, � uma met�fora.

Leia um livro.

� um esconderijo do qual um ataque secreto pode ser lan�ado.

Senhores, quem gostaria de matar a rainha?

Sim! - Sim, por favor!

Sim!

Sim!

Ok, o que � isso? Alguma madeira folheada?

Precisa de uma madeira mais macia, como de balsas.

- Ou fa�a na cadeira. - Espete na cadeira.

- Tente a cadeira. - Voc� vai arruinar a cadeira.

J� esteve aqui antes?

N�o, primeira vez.

� bom. Voc� vai gostar.

N�o roube nada.

Londres.

Bem, � maioria porco.

- Quando voc� diz 'maioria porco', o que �? - Bem, maioria porco e outra coisa.

N�o importa, � s� para mim.

Certo.

RESID�NCIA DO CONDE DE CROYDON

Ian!

Ian!

Meu Lorde.

Por que voc� me deixou ficar b�bado?

- Eu n�o estava l�. - Exatamente.

Olha o que aconteceu.

Agora tenho que escrever essa pe�a incr�vel,

ou alguma poderosa maluca vai cortar a minha cabe�a.

- Bem, denuncie-a � rainha. - Eu estou falando da rainha.

E pare de me deixar tantos penicos.

� bem confuso.

Ent�o...

Acho que escrever uma pe�a n�o deve ser t�o dificil.

Quero dizer, � s�...

falar, mas... escrevendo.

"Ol�, eu sou um homem em uma pe�a."

"Ol�, eu sou uma mulher em uma pe�a."

Oh, isso � f�cil.

Ian?

Saia e traga-me papel e tinta.

Eu vou colocar Croydon no mapa.

Bom dia para voc�, senhor.

Eu sou um dramaturgo de um vale distante

que veio para Londres procurando fama e fortuna.

Voc� seria bondoso e me mostrar a dire��o

do teatro mais respeit�vel da cidade?

Os teatros est�o fechados, meu amigo.

Praga. Est� matando os an�ncios.

E pessoas. Eu ouvi.

Est� tomando minha pe�a, e meu p�blico.

Voc� � um escritor?

Eu sou um escritor tamb�m.

Shakespeare. Bill Shakespeare.

Christopher Marlowe.

Ent�o que tipo de coisa voc� escreve, Chris?

Drama, trag�dias, contos de trai��o e vingan�a.

Fragilidades da condi��o humana.

- Voc�? - Piadas ruins.

Pessoas apanhando com galhos. Com�dia.

- Com�dia? - Voc� sabe, tipo...

Eu vejo sua m�e al�.

Aquela n�o � a minha m�e.

N�o � o que sua irm� disse.

- � um homem. - Isso � o que torna engra�ado.

- Voc� n�o � de Londres, �, Bill? - N�o, Stratford.

S� vim aqui para tentar levar esse beb� para um teatro ou...

Olhe, eu sou o escritor de mais sucesso em Londres.

e eu nem posso comprar uma casa sem pedir empr�stimo.

Quero dizer, imagine isso.

Se eu n�o posso viver do teatro,

Eu mal vejo as obras de Shakespeare tomando o mundo.

Entendo.

- Voc� atua? - Bem, um pouco.

Eu estou pensando em uma coisa.

N�o � muito, mas � dinheiro.

Uma pe�a para dois atores, se voc� quiser vir...

Obrigado.

N�o me agrade�a.

Agrade�a a sua m�e que est� morta.

- O que? - N�o � assim, ent�o?

Oh, n�o. Nunca, desse jeito.

Certo. Interessante.

Ent�o, esse � um papel substancial?

N�o exatamente.

- Vegetais! - Vegetais.

Madame, por que n�o tenta comer alguns vegetais?

Tente alguns vegetais. S�o muito bons para voc� e ajudam o seu coc�.

Est� com frio?

Eu estou com frio.

- Walsingham. Achei que voc� estava morto. - N�o, s� muito escondido.

- Mas era um tecido... - Sim, muito escondido.

Escute, Molly... Eu preciso de informa��o.

� verdade, sobre a c�pula?

Oh, sim, aqui no pal�cio �s 7.

- Ouvi dizer que os espanh�is s�o bonitos. - Bem, voc� ouve mal!

Cat�licos n�o podem colocar massa muscular porque Deus odeia eles.

Eles n�o tem m�sculos e nem coluna vertebral, como cobras.

Cobras s�o todas feitas de coluna vertebral.

- Bem, como minhocas, ent�o. - N�o, minhocas s�o todas m�sculo.

- Algu�m sabe muito sobre cat�licos. - N�o, n�o, s� criaturas de jardim.

� preciso ser muito cuidadoso, Molly.

Eles est�o em todo lugar, voc� sabe.

A amea�a cat�lica pode estar dormindo agora, mas logo vai acordar como um...

- Urso? - Isso.

Bom.

Como um urso sem m�sculo e sem coluna!

- Uh... alarme falso. - Ent�o estamos salvos?

Salvos? Ha!

Se os cat�licos s�o t�o fracos e sem coluna...

O que lhes falta na integridade muscular e esquel�tica,

eles compensam pela ast�cia.

Eles est�o tramando um plano esquanto conversamos.

Bem, eu deveria contar a velha...

- Majestade. - N�o.

Eu vou ser seus olhos e sua boca.

N�o, n�o a boca.

Apenas diga que Sir Francis Walsingham est� de volta e permane�o, como sempre,

seu servo mais fiel.

EM ALGUM LUGAR NA COSTA DA INGLATERRA

Estamos perto. Coloquem os disfarces.

- Chefe. - O que �?

Eu n�o entendo.

Se voc� foi convidado para a Inglaterra, por que temos que nos esgueirar assim?

Porque, Juan, um:

esse convite foi para mim e meus conselheiros

n�o para um grupo de assassinos treinados.

Eles foram muito claros em rela��o a isso.

E dois, Juan: um assassinato como esse,

leva tempo e planejamento.

As pessoas n�o se matam assim.

Meu primo se matou.

Durma bem esta noite, querida rainha.

Logo esta terra ser� minha.

Chefe, tenho m�s not�cias.

Esquecemos o cavalo.

Senhores, boa noite.

E bem-vindo... � Inglaterra.

Se voc�s me seguirem, como o costume, poder�o entrar, ok?

Voc� nos desembarcou aqui? Eu disse clandestino.

Eu n�o sei o que isso significa.

Um jumento de palha, feito dele mesmo.

Tudo certinho, Richard.

Remexam mais um pouco e ponha o pr�ximo sobre a mesa.

Rapazes fortes, como meus filhos teriam sido.

Vamos dar uma olhada... O que temos aqui?

Julgar n�o � nossa prioridade.

O que � isso?

- � para fazer as pessoas... - Gazpacho.

� para fazer gazpacho. � uma... sopa fria.

� muito boa.

Bem, tudo parece estar em ordem. Aproveite a sua estadia.

Psst. Senhor.

- Rei Philip II da Espanha? - Sim?

Oh. Muito inteligente.

- Bom dia. - Walsingham.

- Eu achei que estava morto. - N�o acredite em tudo o que l�.

- Eu n�o sei ler. - Bom.

- Algum sobrevivente? - N�o, senhor.

Quem quer que seja, fez um trabalho completo.

N�s conseguimos um deles. Nenhuma id�ia de quem eles s�o.

Cat�licos.

O jogo est� caminhando

Isso � pesado.

Espere. Aquele pode ser nosso homem.

O clima de Londres est� incrivelmente frio para essa �poca do ano.

Mas o p�ssaro Main� deve esperar at� o inverno para que sua can��o seja ouvida.

O que diabos isso significa?

Honestamente, n�o � assim que se conversa com algu�m.

O clima de Londres est� incrivelmente frio para essa �poca do ano.

- Voc� � o contato secreto cat�lico? - Er... sim.

N�o. Um...

- Sim. - OK, vamos.

- Certo, sim. Por aqui, Sua Majestade. - Venham.

Voc� est� brincando, certo?

Essa � a maior igreja protestante da Inglaterra.

O �ltimo lugar que voc� procuraria um cat�lico escondido, Sua Majestade.

Esconder � vista.

Sim, eu gosto desse cara. Ele tem culh�es.

Venham, venham. Por aqui.

Bem aqui.

Sua Majestade, acho que vai encontrar tudo o que precisar.

Jesus Cristo.

Desculpe.

"Meu doce anjo,"

"Sauda��es de Londres."

"Tenho o prazer de informar que apesar de suas pequenas d�vidas,"

"meus sonhos de sucesso est�o vindo a ser concretizados."

Desculpe. Cal�as roubadas � noite.

N�o muito minha culpa.

"Eu tenho garantido um papel desafiador realizado diariamente"

"com o renomado dramaturgo Christopher Marlowe."

"Lamento muito os termos pelo qual partimos"

"e aguardo com expectativa a sua resposta,"

"como escrever proporciona uma distra��o bem-vinda"

"do meu calend�rio incans�vel de ensaios, performances e..."

Oh, n�o.

Papai!

- Papai! -Oi, meninos!

-O que est�o fazendo aqui? - Eu trouxe as crian�as para ver o pai.

- E como � que papai est� vestido? - Um tomate.

E podemos pensar em uma pe�a em que um tomate pode estar?

- Nossa, bem, h�... - Olha, crian�as.

- Uma est�tua humana. - Nao, ele est�... morto.

Veja, um malabarista. V�o e d�m uma olhada.

- Uau. - Entao � isso?

- Este � o seu papel grande e desafiador? - OK, admito que ainda n�o estou no palco.

Mas eu estou fazendo incurs�es.

Se eu trabalhar muito duro, eu poderei ser o pr�ximo Christopher Marlowe.

Oh, esse � Christopher Marlowe.

Chris, Anne. Anne, Chris.

- Ol�. - Vou ficar com a Tia Jane.

Os pego de volta �s tr�s.

Anne, por favor, me d� uma chance.

Entra nosso her�i. Vamos chama-lo de Her�i.

Bl�, bl�, bl�...

Oh, Deus. Escrever � dif�cil.

Aquela pobre mulher sexy.

Oi, minha querida.

Indo para algum lugar?

Aqui, olhe. Ring e Ting.

- Se afaste de mim! - Largue essa linda mulher, senhor!

Qual o problema com voc�s? Covardes.

Pegue ele.

Um pouco constrangedor.

Que seja uma li��o para voc�.

Bom Deus. Voc� est� bem?

� muito dif�cil dizer. Quero dizer, � profundo, mas n�o foi...

- Oh, certo. - Obrigado.

Rapidamente. As pessoas pobres s�o facilmente assustadas, mas logo voltar�o.

E em maior n�mero. Venha.

- Nao te preocupes, Ian. - Eu estarei bem aqui.

Ele almo�ou.

E eu tiro a garganta dele!

E o sangue est�...

Em todo lugar. Est� nas paredes, nas pilastras, e nos tapetes

E a rainha, ela tenta escapar,

mas ela n�o pode fugir porque est� coberta de sangue.

Ent�o eu a agarro pelos cabelos e eu fa�o olhar para mim

e eu digo, "Toc, toc! Lope est� aqui!"

E ela fala: "Oh, n�o!" E eu digo: "Cala a boca!"

E eu coloco meus polegares direito nos seus olhos e quando eu solto,

Os olhos saem e caem sobre as bochechas.

E assim eu pego os olhos. Olho para eles com meus olhos e digo,

"Ah, voc� gosta disso, senhora, hein? Voc� gosta disso?"

Obrigado por isso, Lope. Muito bom.

- Vamos chamar de plano J. - Plano J.

Certo.

Desculpe. Voc� quer...

O problema com isso � que, ap�s o infeliz incidente na praia,

as autoridades est�o em alerta m�ximo.

A quest�o n�o � como matar a rainha, mas como chegar perto o suficiente para faz�-lo.

Chefe, eu tenho uma ideia.

Isso envolve voc� vestido como mulher?

- Bem, sim. - OK, alguma outra ideia?

N�o, n�o, por favor.

Escute.

Precisamos encontrar uma maneira de entrar no pal�cio sem levantar suspeitas.

A pe�a � a coisa.

Sim, � isso.

Temos que achar esse Conde de Croydon

pois sua pe�a � nosso cavalo de Tr�ia.

Alguma d�vida?

Por favor entre, relaxe. Bem-vinda � minha humilde morada.

- Eu realmente n�o acho que isso seja necess�rio. - N�o, n�o, n�o � problema.

- Voc� est� em choque profundo. - Na verdade, eu n�o acho que estou.

Sim, esse � um dos sintomas.

Ian, voc� poderia trazer a senhora um pouco de conhaque, por favor?

E petiscos. Pegue alguns petiscos.

Oh.

Ent�o...

- Tem algum lugar em que eu possa... - Oh, sim, claro.

Suba as escadas, a segunda � esquerda.

Ian, seja quem for, eu estou fora!

Senhores. Como eu...

Certo.

S�rio, Lope, o que est� errado com voc�?

- O que? - Isso � sobre seu pai?

Ian, quem �?

Alguns homens bonitos.

Quem diabos s�o voc�s?

Rei Philip II da Espanha!

Oh, Deus. Agora n�o.

- Enfim, como vai voc�? - N�o se preocupe.

Se eu quisesse te matar, voc� j� estaria morto.

O que � isso, alguma conspira��o cat�lica?

Uma conspira��o cat�lica?

N�o, n�o. Eu garanto, n�o tem conspira��o aqui.

N�o, n�o. S�o s� coisas entre mim e sua linda rainha.

Elas tem sido um pouco... dificeis.

Ent�o, eu estava pensando,

como eu posso demostrar que nossas na��es podem trabalhar juntas em harmonia?

Bolo com metade das bandeiras?

� um bolo, obviamente.

Metade dele parece a bandeira da Inglaterra.

- Imagine... - A outra...

Sua �tima pe�a acaba.

Pessoas est�o aplaudindo, eles est�o ovacionando.

Ent�o voc� d� um passo a frente e diz,

"Sua Majestade, surpresa.

'Essa pe�a foi uma colabora��o com nossos amigos espanh�is.."

Ela chora. Ela te abra�a.

Ela te d� um condado.

- Eu gosto do condado. - E quem n�o gosta?

Juntos.

Vamos fazer uma pe�a de teatro que vai entrar para a hist�ria...

- Espere um pouco. � isso? - N�o est� totalmente pronta ainda.

Totalmente pronta? Isso � o que, tr�s p�ginas?

Tem sido dif�cil para ser honesto.

Voc� est� me dizendo. "Ol�. Sou um homem numa pe�a de teatro."

"Eu tamb�m sou uma mulher em uma pe�a"

-Fale sobre a exposi��o desajeitada. -Bem, o que espera que eu fa�a?

Encontrar inesperadamente um jovem escritor com uma pe�a completa,

engan�-lo, roubar seu trabalho e passar para o meu nome?

Oh. Sinto muito. Eu n�o percebi que tinha visitas.

Oh, Anne,

esse �...

- Geoff... Smith. - Isso.

Um empres�rio teatral. E esses s�o...

...atores do interior, vindos de Bow.

- Certo? - Direto de Londres.

Vou fazer uma pe�a para a rainha.

Se conseguir achar uma, parceiro.

- Eu vou achar uma, parceiro. - Bem, � melhor mesmo.

Meu marido escreveu uma pe�a.

Pode parar um momento para falar de vegetais?

- N�o. - S�o muito bons para voc� e...

Ei. O que est� fazendo?

Isso � um mercado de carne.

Essa � nossa �rea, e n�o de algum vegetal...

Claramente, h� espa�o suficiente...

Tem algum problema aqui, Lesfie?

N�o, n�o. Nenhum problema.

S� uma salada que precisa despir-se.

Opa.

Voc�s n�o podem sair por a� batendo nas pessoas.

Desse jeito?

Pegue seu vegetal e enfie ele!

Desculpe, parceiro.

Tive um mal dia. Quer ir almo�ar?

Quero algo light.

Bill Shakespeare?

Tragam seus mortos!

Marlowe.

Tragam seus mortos!

Walsingham.

- Pensei que estivesse morto. - Estou t�o vivo quanto esse cara.

Apenas... escondido � vista.

Nestes tempos dif�ceis, um verdadeiro...

- � um bom rendimento. - Sim, foi um bom dia hoje.

- Mais mortos? - De qualquer maneira, para os neg�cios.

Eu preciso de algumas informa��es.

N�o, estou fora do jogo de espionagem. Eu te disse. Agora sou um artista cred�vel.

Fiz um mergulho no trabalho da escrita.

- O pepino � para o mergulho. - Faz sentido.

Espi�o ou n�o espi�o, eu pediria a voc� para manter seu ouvido no ch�o

para qualquer sinal de uma conspira��o cat�lica.

- Bem, como o que? - Bem, eu nao sei.

Buracos de sacerdotes, velas, muitas Marias...

...grandes fotos do Papa.

Se voc� vir alguma coisa, entre em contato comigo,

Atrav�s da parada da torta no mercado.

At� a pr�xima vez, ent�o, Vou te dizer adieu..

Sua Majestade.

- "Voc� vai ser Rei." - N�o fique nervoso.

O mesmo para voc�, Mick.

Eu tenho partes femininas.

- Eu tenho partes femininas? - Oh, sim, entendo.

Voc� est� com ambos os pap�is femininos.

Adapte a a��o � palavra e a palavra para a a��o.

Oh, e falem o discurso como eu pronunciei para voc�s,

porque alguns de voc�s t�m sotaques ligeiramente estranhos.

Almo�o durante todo o dia. Peixe e batata frita.

Bom.

Boa sorte, gente. Quebrem a perna.

Sem problema.

- Petisco? - N�o.

Apresentando um novo trabalho ousado para o palco, por Bill Shakespeare.

Dois homens que s�o iguais

Mas tem diferentes inten��es

� uma s�rie de mal-entendidos engra�ados.

Dois g�meos com um amor, que s�o confundidos um com o outro

De alguma forma caem no servi�o de um Rei louco.

Pegue essa carta. Espere, tem duas

E eles misturam a que vai para cada.

As complica��es c�micas continuam se expandindo

Em um conto t�o confuso, voc� n�o pode ajudar, mas pode se divertir

Com a s�rie de mal-entendidos engra�ados.

Uma noiva rejeitada. Isso n�o � engra�ado.

- Finja que ela morreu? - � sobre o dinheiro!

E seu corpo envenenado, escondido por um monge.

- At� um tolo, que � bem esperto. - Ele � um tolo, esse � o come�o.

Dizem: Esse monge � doido. E tranca ele em um ba�.

E seu servo o faz pensar, ent�o bate nele com uma vara

� uma s�rie de mal-entendidos engra�ados.

Uma deixa para um casamento misturado. Bem irritado por mais crossdressing.

O que vai para curar, duas fam�lias em guerra?

Quando a noiva pensou que estava morta, voc� volta com a cabe�a de um jumento.

Mas ela se casa de qualquer maneira porque seu noivo

foi drogado por uma prostituta!

Adicione um padre, adicione um le�o, adicione uma disputa por dinheiro.

- Isso � de mais. - Estou confuso.

Sim, isso � o que torna engra�ado.

Cabe�as cortadas, amantes cruzados.

Reis Ingleses, m�es malvadas.

Com um grande final feliz n�o obstante,

achamos que voc� concordar� que isso acabou por ser:

Uma s�rie de

mal-entendidos engra�ados!

Oh, Deus, eu estou morto.

Eu ouvi sobre a pe�a.

Desculpe, mate.

Por que voc� est� vestido como uma salsicha?

Eu mudei. Jogando para o outro time agora.

Bem, se eles precisarem de uma costela, me avise.

- Parece que preciso mudar de carreira. - Oh, vamos l�, Bill.

Tenho certeza que n�o � t�o mal.

Voc� sabe, �s vezes essas coisas, parecem pior do que realmente... s�o.

Ah n�o. Por que voc�...?

Onde est�o todos os... Que diabos � isso?

Passos de dan�a.

Eu n�o sou um escritor, sou?

Sou s� um capricho.

Certo, primeiramente: Escreva o que voc� sabe.

OK?

Bem, pegue uma pena.

E cerveja.

Voc� s� tem que levar tudo que est� em torno de voc�.

- Sim! - Sim!

Isto n�o � uma biblioteca.

Sua Senhoria me enviou para a pe�a de Shakespeare.

- Oh, bem, vamos l�. - Eu lido com isso.

O Sr. Shakespeare trabalha para a moeda, e eu n�o vejo nenhuma.

Sua Senhoria disse que pagar� Sr. Shakespeare quando o vir.

N�o me venha com essa, velho campon�s. Voc� sabe como isso funciona.

- Sem dinheiro, sem gra�a. - Tudo bem.

N�o esfaqueie o mensageiro... por favor.

Diga ao Sr. Croydon que o Sr. Shakespeare vai encontr�-lo hoje � noite.

Em um lugar neutro. O Bull's Inn, Deptford.

� muito seguro. Ele traz o dinheiro, ele recebe o roteiro.

- Vou dizer-lhe. - �timo.

E eu direi a sua m�e... que n�o est� aqui.

- Precisa de trabalho. - Sim, sim, nao �?

Voc� vai ficar bem. S� fique com suas armas.

50 libras, nem uma moeda menos.

- Entendi. - Bill.

- Acho que voc� tem algo. - Do rio?

N�o. Quero dizer...

talento.

� um pouco �spero, claro, mas... est� l�.

Ent�o, eu sou um escritor?

Ainda n�o. Isso...

eu n�o posso te ensinar.

S� voc� pode encontrar isso.

Um mamilo?

Vamos trabalhar nisso.

Obrigado, Chris.

Obrigado.

Bill, voc� esqueceu a pe�a!

Desculpe. Eu...

Oh, n�o.

Christopher Marlowe. Que bom ver voc� de novo.

Parece que seu mundo foi virado de cabe�a para baixo.

O que � engra�ado, porque voc� est� virado.

Olha, eu sei, eu perdi alguns pagamentos, mas...

Honestamente, voc�s escritores.

Voc�s s�o todos iguais.

N�s emprestamos-lhe dinheiro para comprar a pequena casa.

Agora voc� tem a pequena casa. Voc� paga o dinheiro de volta.

Absolutamente, e eu vou.

Os pagamentos em atraso podem resultar no aumento das taxas de juros,

a��o de recupera��o e confisco da vida e membros.

Aplicam-se termos e condi��es.

- Impressao pequena? - Na verdade n�o.

Embora, reconhecidamente, seja em russo.

Talvez n�o estiv�ssemos claros com que acontece com as pessoas atrasadas.

Este � um cliente atrasado.

O que � engra�ado porque ele est� morto.

A fim de evitar mais inconvenientes,

Agora exigimos que voc� pague o valor total.

50 libras inglesas esterlinas at� amanh�.

50? Onde diabos eu vou encontrar 50... libras?

50 libras amanh�. Ou teremos que comprar outro ba�.

Peguei para voc�.

Alguns brotos de rosa. Esqueci o nome.

Tenho not�cias.

Mantenham os fechados.

Certo?

Abra.

Eu vendi minha pe�a.

Para um conde.

Conde de Croydon.

- Perto de Penge. - Penge, isso.

E eles v�o mostrar para a rainha. Aqui n�o. No pal�cio.

Isso era s�, voc� sabe...

- Para o drama. - Sim.

Mas � bom, Anne.

- Imagine. - Onde...?

Des�a da�.

O Teatro Rose est� encantado por apresentar uma pe�a de Bill Shakespeare!

Ou�a.

Voc� sabe, eu n�o fiz as coisas... f�ceis.

Mas eu sinto que as coisas v�o acontecer para mim.

Para n�s.

E voc� disse que eu nunca iria conseguir.

- O que? - "V� e seja um a�ougueiro", voc� disse.

"N�o v� para Londres" voc� disse. Bem, olhe para mim agora.

Espere um pouco. Eu sempre te apoiei.

Bem, sim e n�o.

- Quero dizer, at� certo ponto, mas... - At� certo ponto?

Bem, vamos encarar, aqui estou, em Londres,

prestes a apresentar uma pe�a para a rainha.

E quem est� para baixo?

Voc�, claro.

N�mero 1A, Avenida Eu.

- Foi eu, seu idiota. - O qu�?

- Eu contei a Croydon sobre a sua pe�a. - O que? Quando?

- Outro dia, na casa dele. - Voc� estava na casa dele?

- Nao assim. Ele me pegou. - Ele, como?

- Eu estava tentando te ajudar. - Bem, eu n�o preciso da sua ajuda.

Isso foi um pouco de sorte, n�o? Porque voc� n�o vai t�-la novamente.

- Eu vou voltar para Stratford. - Certo.

Um dia voc� vai perceber o que voc� perdeu.

Espero que valha a pena.

N�o, um dia voc� vai perceber o que voc� perdeu, quando eu estiver aqui.

Quando eu estiver aqui.

Dizer coisas de forma r�pida,

do que de forma longa, � a alma da sagacidade.

Algu�m esteve na guerra.

Sim, eu...

- Por que voc� est� em uma torta? - � um disfar�e.

Ou devo dizer, um desfatorta.

Agora, isso funciona de tr�s formas:

Um, � um disfar�e. Dois, o disfar�e � uma torta.

E tr�s, tem a palavra "torta" nela, ent�o...

� muito inteligente.

O que voc� quer?

- Bem, voc� conhece a conspira��o cat�lica? - O Papa usa um chap�u bobo?

Eu acho que posso ter achado uma.

Ele aluga um quarto acima do Quill e Rapier.

Bem, voc� vai ver por voc� mesmo.

Ele o transformou em algum tipo de santu�rio cat�lico.

O que tem eles?

Estou sendo enquadrado.

Vamos, rapazes.

Chris?

Sr. Shakespeare, eu presumo.

Voc� meu amigo, vai encarar a...

Depois de mim, idiotas!

Certo! Todos podem parar de entrar?

- Onde est� o dinheiro? - Onde est� Shakespeare?

Ele est�... amarrado. Sou o seu agente.

Pe�a primeiro.

O que diabos � isso?

Seu troco, senhor.

Um prazer fazer neg�cios com voc�.

Por que?

Mais barato.

Rei Philip II da Espanha.

� um segredo.

Esta pe�a que voc� gentilmente me forneceu...

...vou usar para matar a rainha.

Uma conspira��o cat�lica. Seu dem�nio!

N�o seja assim.

Oh, n�o tire isso. N�o tire isso.

N�o vai doer se eu fizer isso rapidamente. � um pouco como...

Voc� faz suas sobrancelhas?

- N�o. - Bem, � um pouco assim.

Bill...

Chris, eu vou te matar!

Junte-se ao clube, companheiro.

- Oh, meu Deus. - N�o, � um arranh�o. � s� um arranh�o.

N�o � nada.

Na verdade, isso � muito ruim, n�o �?

Chris?

Eu tra� voc�.

Eu precisava da pe�a, do dinheiro.

- Tenho uma d�vida terr�vel. - Isto era sobre uma d�vida?

N�o n�o. Foram os cat�licos.

- Cat�licos? - A companhia de Croydon.

- S�o agentes espanh�is. - Os atores?

- Mas eles s�o de Bow. - N�o.

Escute, o plano � usar nossa pe�a para matar a rainha.

Voc� tem que ir para a barraca da torta no mercado.

O que voc� est� fazendo?

Oh, desculpa. Voc� quer isso?

Quer isso? Ele n�o est� morto.

N�o ainda, mas eu saio �s cinco, e sinceramente...

Vai embora!

Certo, voc� viu ela? Bem, sua m�e...

- Pelo amor de Deus, agora n�o, Chris. - Sim, sim, a conspira��o.

Voc� deve achar Walsingham.

V� para a barraca da torta no mercado e fale o c�digo.

Dizer coisas de forma r�pida...

Voc� quis dizer "brevidade".

Er... isso.

Mas diga do meu jeito.

Walsingham vai lidar com a Espanha.

Vingue me, meu amigo...

Por agora eu vou... e est� feito.

O sino me convida.

Mais uma coisa.

O script que eu dei a eles, �...

�...

T�o esperto, t�o jovem...

Eles dizem para nunca viver muito.

S�rio?

Bem, Sua Majestade, n�s temos a pe�a.

Um brinde.

Vamos parar para petiscos.

Sim, eu n�o quero preocupar voc�,

mas isso isso parece muito um acordo de empr�stimo russo.

Aquela dupla...

Pele!

Pegue sua linda pele!

Peles da alta moda.

Dizer coisas de forma r�pida...

- Oh, n�o. - Oh, sim.

Rei Philip II da Espanha.

- Onde est� a pe�a? - Eu n�o sei.

Melhor voc� me dizer...

...ou deixarei Lope aqui, solto com seu dispositivo.

Voc� n�o quer saber onde isso vai.

Ent�o, � melhor voc� me dizer...

- No seu bumbum. - Nao diga de verdade.

Por que est� dizendo isso? � mais dram�tico se voc� n�o diz.

Ok.

Ou�a, at� onde eu sei, voc� tem a pe�a.

- N�o sei onde ele colocou. - Ent�o voc� vai me escrever uma nova pe�a.

Sem Chris, isso � imposs�vel.

Nada � imposs�vel, Sr. Shakespeare.

Dada a motiva��o adequada.

- Anne. - Exatamente.

N�s temos Jan.

� Anne.

Ah �? Oh.

- Por que? - Por que a rainha precisa da pe�a.

E eu n�o vou desapont�-la.

Mas ele vai matar a rainha, seu idiota!

Acho que voc� quer dizer surpreender a rainha.

- Certo? - Bem, � uma surpresa.

Oh, sua cobra ardilosa.

Como um patriota leal,

eu nunca trairia o poder soberano.

- Ainda tens um condado. - Muito bem. De volta ao barco.

Ent�o, voc� me escreve uma nova pe�a...

ao contr�rio, � "Adi�s, senora."

- Que? - � espanhol para "Adeus, senhora."

Significa que vou mat�-la.

Olha, voc� escreveu a pe�a antes. Escreva novamente.

Achei que voc� fosse dramaturgo.

Bem, voc� pensou errado.

Eu n�o posso fazer isso, n�o sozinho.

Espero que isso n�o seja verdade. Para o seu bem.

Bill.

Quem �s tu?

Pelo c�us te cobro, fale.

Ol�?

Ol�.

Voc� n�o est� aqui.

Voc� � s� uma mente cansada, fazendo truques.

Eu sou o amigo que voc� precisa. N�o questione minha chegada.

Ent�o voc� veio me ajudar? Com a pe�a?

Eu n�o posso mais levantar uma pena, nem posso derrubar este copo.

Foi uma coincid�ncia.

O ponto �: eu n�o posso te ajudar.

Voc� n�o precisa.

Eu n�o tenho nada aqui.

Sem personagens, sem hist�ria.

Sem hist�ria? Sem hist�ria com o tempo que compartilhamos?

Da m�o que o destino lhe deu nestes dias passados?

Contos de trai��o, conspira��o de reis, a morte de um amigo.

Tantas reviravoltas que envergonhariam qualquer fic��o.

Escreva o que voc� conhece.

Eu posso fazer isso.

Eu posso fazer isso.

N�o, n�o. Espera. Essa � apenas a hist�ria.

Quais as palavras?

� um sucesso.

Um sucesso palp�vel.

Ent�o minha esposa pode ir.

Mas voc� ainda n�o terminou. Eu tenho algumas notas.

N�mero um, tiramos isso.

� sua pe�a agora.

E n�mero dois, o fim poderia ser um pouco mais...

Como direi?

Explosivo.

Aeeee!

Aeeee!

Juntem-se. Ent�o, esse � o plano.

Voc� empilha a p�lvora atr�s do palco durante o primeiro ato.

Juan ir� ent�o acender o fus�vel quando ele ouvir Ramon,

que faz a bruxa n�mero tr�s. Diga a fala:

Tu ser�s Rei daqui em diante.

Espero que goste de bombas.

Ent�o eu digo minhas desculpas

e caio fora, enquanto voc� sai pela cozinha.

Tenho que ir agora. Tchau.

e o Sr. Shakespeare vir� conosco

para testemunhar o ato final em seu pequeno drama

onde iremos, literalmente, levar a casa a baixo.

Vamos l�. � uma piada de teatro.

Senhores, para o pal�cio!

Um pouco para a esquerda, John.

Esquerda. Minha esquerda!

Certo. Agora solte.

Gemma!

Grande dia hoje, obviamente.

O n�vel de seguran�a est� ao extremo

o qual eu acredito ser esse aqui.

N�VEL DE SEGURAN�A

Ol�? Com licen�a.

Onde est�o indo?

N�s somos atores do interior, vindos de Bow.

Os atores, certo.

Estou ansioso por isso. Eu costumava fazer um turno.

J� ouviram falar de Os Atores Pegajosos?

Dias m�gicos.

Enfim, basta seguir o caminho e voc� vai chegar ao port�o da frente.

Espere a�. Para que esses barris?

Bem, tem uma m�sica londrina l�.

Onde n�s rolaremos eles para fora.

Rolar os barris, amigos...

Vamos lhe dar alguns barris de divers�o.

- Isso a�. - De onde ele vem?

Muito bem. Podem ir ent�o.

Atrevido.

Certo, as cortinas. Gemma!

Cl�ssico.

Rei Philip II da Espanha.

- Rei Philip II da Espanha. - Da Espanha.

Desculpe.

Sua mais excelente Majestade

pela gra�a de Deus, Elizabeth

Rainha da Inglaterra

Fran�a e Irlanda.

Defensora da f�.

- Melhor monarca para... - Vamos supor que ele sabe quem eu sou.

Sua Majestade, � uma grande honra ser convidado para o seu maravilhoso pa�s

no qual eu apenas cheguei essa manh�.

Vim direto para c�. Nenhum neg�cio engra�ado.

- Digo sobre o barco atrasado. - Philip.

Nossa maior esperan�a, � que esta c�pula revista o caminho

para estabelecer a paz entre nossas grandes na��es.

Vamos logo, vamos acabar com isso.

Primeiro comemos, e antes que pergunte, a sopa � servida quente.

Ah, vamos l�.

Ent�o veremos a pe�a de Crawley

E finalmente discutimos a libera��o de Hawkins.

Quem?

Ol�!!

Sim, ele, a raz�o pela qual estou aqui.

Minha mente � uma neblina. � horr�vel.

Sim, esse � ele.

E um deles disse algo sobre uma barraca da torta.

E quanto a voz?

� convicente?

Gabriel... eu n�o ligo.

Voc� corta os tomates, cozinha as cebolas, e em seguida, voc� deixar um pouco...

OK.

Burghley. Gostei do que voc� fez com isso.

Duas barbas em uma. Muito bom.

Melhor que seja bom.

A esposa est� aqui.

Oh! Eu n�o mencionei? Parece que o condado vem com uma duquesa.

Bem, ele talvez seja um religioso louco extremista,

mas esse Shakespeare � esperto

e um homem esperto sabe...

Voc� se esconde � vista!

Senhoras e senhores.

Suas Majestades.

Estou encantado de apresentar, para o seu entretenimento

uma nova trag�dia...

com�dia, drama, pe�a,

escrita e estrelada pelo Conde de Croydon.

Esse sou eu. Croydon.

Oh, para uma musa de fogo...

...que ascenderia ao c�u mais brilhante da inven��o,

um reino para um palco, uma princesa para atua��o

e monarcas para contemplar o incha�o da cena.

Voc�s viram? Voc�s viram?

Eu estava l�... eles estavam...

Eu vou para o inferno.

Boa tarde.

- Voc� me libertou. - N�o, voc� me libertou.

Vamos l�.

Onde voc�s est�o indo?

Temos que salvar Anne, parar a conspira��o.

- Voc� est� louco no coco? - O que � um coco?

Bem, meus amigos cat�licos,

voc�s me levaram a uma dan�a alegre.

Mas agora parece que eu tenho a vantagem!

- Eu n�o vou deix�-la, n�o de novo. - Bem, ent�o voc� est� sozinho.

Que Deus esteja com voc�, meu amigo.

Um pouco de reescrita.

"Uma Pe�a Para a Majestade"?

Escutem.

Pela picada de meus polegares,

algo enfeiti�ado vem por aqui.

Bruxas...

Bruxas! OK.

Assustado.

...seu segredo, preto e das bruxas da meia noite.

Salve a ti, o Bar�o de Glamis.

Salve a ti, o Bar�o de Cawdor.

Save a ti, porque tu ser�s Rei.

- Marque-me. - O que � isso?

- O que � isso? - O que � isso?

Eu poderia desdobrar um conto

Cuja palavra mais leve, iria arrancar a tua alma,

Congele seu sangue, fa�a seus olhos como estrelas que come�am de suas esferas

Um assassinato horr�vel e desnatural.

Marlowe?

Que agora eu vingo!

Shakespeare!

� ele!

- Uma apari��o. - Os cat�licos s�o meus!

Ou�am, voc�s pegaram o homem errado!

Isso o que um cat�lico traidor diria.

Isso � conhecido como quebrar a quarta parede.

Briga de espada?

Briga de espada...

Espere! Ele n�o � o cat�lico.

N�s somos os cat�licos.

Meus amigos, plano J.

Na verdade, quer saber?

Eu tenho que ir ao quartinho dos Reis.

Com licen�a.

S�o os frutos do mar. Rei passando. Abram alas.

Adeus, Rainha.

Isso!

Oh, vil�o, vil�o,

Sorridente, maldito vil�o.

O mundo todo � um palco...

e todos os homens e mulheres...

...meros atores.

Eles tem suas sa�das e entradas...

...e um homem em seu tempo, atua em muitos papeis.

Pegue esse homem.

Ele n�o interpretou o papel de padroeiro?

Patriota?

Traidor?

Ladr�o!

Quem roubaria de um escriba suas palavras...

um homem de sua esposa...

uma terra... de sua rainha!

Sua Majestade, o inferno est� vazio.

Todos os dem�nios est�o aqui.

N�o est�o, Phil?

Voc� acha que � esperto, n�o acha?

Com seu cabelo e seu rosto.

Bem, isso n�o muda nada.

N�s podemos deixar agora este p�ntano �mido e f�tido.

Certo, parceiro.

Mas saibam disso.

Eu retornarei

e minha vingan�a... n�o ter� limites.

Eu vou fazer coisas grandes.

Quais s�o elas, eu n�o sei ainda.

Mas elas ser�o as coisas mais horr�veis da terra.

E vamos trazer um cavalo.

Mas n�o ser� um cavalo normal. Ah, n�o.

Vai ser um cavalo gigante e vai confundir voc�.

- Mas esse � o ponto do cavalo. - Qual o seu problema?

Qual o seu problema? Voc� tem a cabe�a quebrada.

N�o � um cavalo de verdade!

- N�o � um cavalo de verdade? - N�o � um cavalo de verdade.

- Ent�o o que �? - � um cavalo de madeira.

Por que � t�o dificil...

Eu prendo a ti por trai��o contra a rainha e a coroa, Crawley.

N�o � Crawley. �...

Oh, eu desisto.

Uma cabe�a cheia de t�o belas palavras.

Quase uma pena acabar com isso.

Ele n�o escreveu a pe�a.

- Sua Majestade. - Ent�o quem foi, garota?

Bill.

William Shakespeare.

Meu marido.

Ora, ora, Sr. Shakespeare.

Esse � o fim dos seus talentos?

Posso desmascarar esses dem�nios, senhora, ainda assim eu me lancei entre eles.

Embora n�o compartilhe a natureza de seus crimes,

eu tamb�m pequei, como um dem�nio pecaria...

quando eu deixei de lado um anjo.

Devo compar�-lo a um dia de ver�o?

Tu �s mais ador�vel e mais temperado.

Ventos fortes agitam os bot�es queridos de maio.

- E o arrendamento do ver�o... - Pare de falar.

Sr. Shakespeare.

Voc� deve beijar minha m�o.

Eu posso n�o ficar muito tempo nesse mundo.

Mas estou muito grata por ver mais algumas alvoradas.

Obrigada.

Southampton!

- Ol�, amor. - A sua sala de dinheiro ainda est� inchada?

Est� positivamente fora de controle, querida. Eu tive que quebrar uma parede.

Ent�o verifique se esse sujeito leal encontra-se bem financiado.

Sua Majestade.

Bem, n�s ouviremos muito sobre voc�, n�o �, Shakespeare?

Sim, Sua Majestade. Eu tenho algumas ideias.

Excelente.

Talvez uma de cada vez. Porque isso foi um pouco denso.

Bem, ent�o... tudo termina bem quando acaba bem.

Hora da m�sica.

Senhoras e senhores.

Apresento-lhes Mortal Coil!

A casa est� cheia, Bill. J� pensou em um t�tulo?

Que tal Uma S�rie de Erros Engra�ados?

Isso... est� chegando l�.

- Tudo pronto. - Bem, o que voc� acha?

O mundo est� pronto para Shakespeare?

Isso...

N�o, desculpe. Eu ainda n�o entendi.

Algumas �ltimas palavras?

Sim. N�o se involva com an�ncios

Eu pensei que Ian estaria aqui, pelo menos.

Agora! N�o.

Ol�?

Ol�?

Eu vou entrar.

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