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FLOREN�A, 1469
Aqui � onde eu fa�o tudo.
Fant�stico!
Tradu��o: znando | RuanMiguel | alkmin
Revis�o: Goku | Carol Reis
Revis�o Final: Albergi
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GRIOTS Apresenta:
1� Temporada | Epis�dio 12 "Fireball"
Eis a bola de fogo!
Chave para o poder supremo sobre a cidade de Floren�a,
e os vermes que...
Os vermes...
Desculpa.
Os vermes...
Eis a bola de fogo...
-Cale a boca! -Excel�ncia.
Uma pergunta: isso funciona?
Claro.
A esfera cont�m separado, dois l�quidos inofensivos.
Mas quando misturados, eles criam uma bola de fogo,
destruindo tudo dentro de 2 metros.
-E isto � ativado como? -Pelo som.
Com uma palma,
a bola de fogo ir� reduzir esta mesa em cinzas.
Observe!
Minhas m�o est�o um pouco suadas. Mais uma vez.
Vossa Excel�ncia, est� em grande perigo.
-Pare�o estar vivo. -Louvado seja.
Deve haver algum problema t�cnico.
Aqui est� o problema... sua bomba n�o funciona.
E quando as coisas n�o funcionam, eu as elimino.
Sua excel�ncia, posso consert�-la, confie em mim.
N�o tenho tempo para confian�a. Preciso de algu�m experiente.
Uma crian�a faria um trabalho melhor...
Uma crian�a faria um trabalho melhor do que voc�.
Eu trouxe alguns...
-O que est� fazendo? -Bem, isto � tudo.
-Mas voc� n�o pode ir. -N�o posso ficar, Leo.
N�o quero correr at� Verrocchio...
Tomaso, Leonardo.
Marquem este dia, pois � o maior de suas vidas.
Foram convocados para criar uma pintura ao Piero de' Medici.
-Um o qu�? -Uma pintura, garoto.
A aplica��o de �leos na lona para efeitos visuais.
-Deve t�-los visto por aqui. -E Sua Excel�ncia pediu por n�s?
Sim, mal pude acreditar que ele j� ouviu falar de voc�s,
muito menos encomendar uma obra.
Devem ir ao pal�cio imediatamente.
Presumirei estas caras p�lidas como express�es de prazer.
R�pido! N�o queremos que ele mude de ideia.
Peguem suas coisas.
-Onde est� o cobalto? -Est� ali.
Foram convidados para ir o Pal�cio do M�dici?
� nossa oportunidade de descobrir
o que o Piero est� tramando.
Ou a oportunidade ideal pra serem mortos!
-Tom, fale com ele! -Ele sabe que sou uma garota.
Se n�o fizermos isso, ele poder� prender o Verrocchio.
Ent�o � melhor ser preso, interrogado e morto?
Ele n�o nos matar�.
De qualquer jeito, o Verrocchio sabe que estaremos l�.
O Piero � um homem respeit�vel aos olhos do mundo, lembra?
-E perigoso. -N�o sabemos ao certo.
Vemos voc� depois?
Sim... Assim espero.
O que acontece agora?
Esperamos.
O Piero vem e vamos descobrir do que se trata.
Lorenzo!
-N�o temos visto voc� h� dias. -Eu sei.
Estou ajudando meu pai organizar a festa de anivers�rio do Duque.
Sem conversa. Menos disso... Mais disso.
Estamos aqui para fazer o retrato?
Claro. S�o pintores, n�o s�o?
Sim, mas...
N�o falem com o mestre Lorenzo diretamente.
Qualquer d�vida, fa�am para mim.
Ent�o... Sua Excel�ncia est� em casa?
N�o. N�o que seja da sua conta.
-Posso ir ao banheiro? -N�o.
Comecem a pintura agora.
Precisamos entrar em seu est�dio novamente.
Voc� distrai o Lorenzo, enquanto eu...
Enquanto voc� o qu�?
Ent�o, como me querem?
Poderia o jovem mestre...
tomar uma nobre pose de comando?
Perfeito!
Eles j� devem estar mortos. Sabia que me acorrentaram?
Provavelmente teriam me torturado e executado,
se n�o tivesse planejado uma fuga.
Me pergunto o que acontece l�. Estou falando sozinho.
-Voc� � o Maquiavel? -Isso depende.
Preciso urgentemente da sua ajuda.
Temo pela minha vida.
-Preciso sair da cidade. -Conhe�o voc�.
� o engenheiro do Piero de Medici.
Ele me despediu. E agora acho que ele quer me matar.
S�rio?
Interessante.
Gostaria de saber se o jovem mestre
gostaria de inspecionar o andamento do trabalho.
N�o, obrigado. Espero voc� terminar.
Talvez uma pequena espiada.
Isto n�o � um retrato, � uma s�rie de retratos.
Tem uma minha olhando para a tela.
Ent�o, este � o acordo.
Eu lhe forne�o uma nova identidade
pela barganha de 200 florins.
O pr�prio duque n�o poderia pagar isto.
Ou poderia pagar em outra forma de moeda...
-Como informa��es. -Informa��es?
Sobre o Piero de Medici. O que ocorre naquela casa.
Eu n�o poderia fazer isso.
J� corro perigo suficiente, sem trair os planos de Piero.
Ele tem planos? Viu?
J� poupou alguns florins.
-Tudo bem, Mestro Lorenzo? -N�o.
Me sinto um pouco quente.
Poderia colocar isso, bom rapaz?
N�o h� raz�o para parar. Continue pintando.
Vamos.
Mestre Lorenzo!
Desculpa pelo truque.
-Mas...? -Est� tudo aqui na sequ�ncia.
Tem uma de mim lhe dando o capacete,
tem eles escapando e... muito inteligente,
at� desenharam o momento em que me encontra.
E ainda tem uma de voc� correndo depois...
-O que estamos procurando? -Deve haver algo aqui.
Como o qu�?
Qualquer coisa que nos mostre o que est�o fazendo.
Talvez eu possa ajud�-lo.
Pensei que era hora de nos conhecermos bem.
� por isso que convidei voc�s aqui.
Eu sou Piero de Medici.
Seus nomes s�o Leonardo e...
-Tomaso. -Lisa. Isso mesmo.
Pe�o desculpa por cham�-los no pal�cio desta forma,
mas um homem como eu dificilmente
iria at� a oficina para conversar.
T�m a minha permiss�o para falar.
N�o?
N�o h� necessidade.
Sei tudo o que poderiam me dizer.
Eu sei, por exemplo, que s�o amigos do meu filho, Lorenzo.
Que ele visita voc�s na oficina, e acha que n�o sei disso.
Obviamente, pensaram que eu era est�pido.
N�o ofereceria a mesma descortesia com voc�, Leonardo.
Acho que � um garoto muito talentoso.
Ent�o � por isso que voc� e seus amigos sinistros
roubaram o meu caderno? Os Luminares?
Ent�o, sabe nosso nome.
Mas voc� entendeu errado. N�o somos sinistros.
Gostam de sair das catacumbas.
Sabe o que significa "Luminari"?
Luzes brilhantes. Somos as luzes brilhantes.
As mentes brilhantes, os vision�rios.
Ent�o se � t�o inteligente, o que quer de mim?
Quero te oferecer um emprego.
N�o estou interessado.
Isso � uma pena. Esque�a ent�o, adeus.
-Como? -N�o vou for��-lo.
Vamos, Leo, vamos embora.
Mas estou surpreso que n�o queira ver os prot�tipos.
-Prot�tipos? -De seus projetos.
Dif�cil saber quais funcionam at� voc� constru�-los.
-Construiu meus projetos? -Sim.
-E eles funcionam? -Por que n�o v� por si mesmo?
Posso te levar para a minha oficina.
N�o, Leo.
Somos parecidos, voc� e eu.
O futuro pertence a homens como n�s.
Homem de raz�o. Homens que v� infinitas possibilidades.
Homens de vis�o. E mulheres tamb�m, � claro.
Uma vergonha, um crime,
uma artista t�o talentosa como voc�
ser negada a chance de florescer s� por ser do sexo feminino.
� um pensamento antigo e sem sentido.
-Sim, isso � real... -Isso n�o tem que ser assim.
Poderia me ajudar a desenhar um mundo melhor.
Apenas d� uma olhada.
N�o, n�o podemos. Temos que ir.
Ent�o v�o.
Mas acho que o jovem Leonardo quer visitar
minha oficina. N�o quer?
Ficarei bem.
Vou garantir que todos saibam onde est�.
Gosto quando as pessoas se voltam para meu jeito de pensar.
Te procurei em todo lugar. O que est� acontecendo?
O que foi todo aquele neg�cio com as imagens?
Somente uma brincadeira.
Posso ver que algo est� acontecendo.
Onde est� o Leo?
-Ele foi com seu pai. -Como? Por qu�?
Deve perguntar isso ao seu pai.
Tire a venda. Aqui � onde eu fa�o tudo.
Fant�stico.
Eu...
Minhas l�minas rotativas!
Meu traje de mergulho em alto mar!
Eficaz a uma profundidade de oito bra�as.
Quer dizer que j� testou?
Tudo funcionou, Leonardo, exatamente como planejou.
Eu nunca poderia pagar a constru��o de nada disso.
Por isso somos uma �tima equipe: Suas ideias, meus recursos.
-N�o somos uma equipe. -Voc� n�o confia em mim.
Faz sentido N�o te culpo por isso.
Que tal isso?
Venha comigo por um dia ou dois.
Um per�odo de teste. Pode ir embora quando quiser.
D� uma olhada no problema que tenho com um dos seus projetos.
-Eu n�o sei. -� um problema muito dif�cil.
Certamente n�o ser� capaz de resolv�-lo.
Deixe-me v�-lo.
-Senhor Verrocchio. -� voc�.
O Leonardo e o Tomaso voltaram do pal�cio?
Como sabe que foram ao pal�cio? O que voc� quer?
Voc� est� deslumbrante, senhor, bel�ssimo.
Tem que ir na corte, n�o �?
Eu tenho um grande dia amanh�.
Tomaso, pintou bem? Sua Excel�ncia ficou satisfeito?
-Representou bem a oficina? -Sim, Maestro.
Para qual pergunta?
-Para todas. -Excelente.
-Onde est� o Leo? -Ele ficou para tr�s.
Para fazer um trabalho extra.
Bom. Mostra vontade.
N�o esse casaco, � muito brilhante.
-O que o Piero fez com Leo? -Ele est�...
Isso � estranho, ele meio que fez amizade com ele.
O Leo est� com ele agora, olhando as inven��es.
O Piero planeja um assassinato. Ele planeja matar o Duque.
Precisa do Leo pra criar um tipo de bomba ativada pelo som.
Uma bola de fogo.
Isso � rid�culo!
O Leo nunca ajudaria ningu�m a criar uma arma.
Ele n�o sabe que � uma arma.
-Ele projetou como outra coisa. -O qu�?
Minha bola de flores.
Sua bola de flores, precisamente.
-Lembra de ter projetado isso? -Sim. � um brinquedo de crian�a.
Bata palmas e um monte de flores saem.
Quero apresentar ao Duque amanh�,
no seu anivers�rio no Piazza.
-E qual � o problema? -A ativa��o pelo som.
� crucial que a bola possa funcionar a dist�ncia.
E nenhum dos meus engenheiros foi capaz de consertar isso.
Posso conhec�-los?
Receio que todos tenham seguido em frente.
T�o dif�cil achar pessoas que dividam os mesmos objetivos.
Que horas s�o?
-Tarde? -Mais tarde que tarde. � cedo.
Talvez seja algo bom.
Talvez o Leo n�o tenha conseguido consertar
e n�o haver� problema.
-Sucesso! -Esperan�a demais.
N�o vai acreditar o que nos aconteceu, hoje, ontem.
-O Tom me disse. -Me sinto idiota.
Entendemos o Pierro errado.
Pensamos que tivesse um plano do mal, mas na verdade...
O qu�?
Sente-se um idiota?
Guarde esse sentimento, vai precisar em um minuto.
-Como assim? -O Piero nos enganou.
N�o, n�o enganou.
� um homem decente, consertei um brinquedo para o Duque.
-N�o � brinquedo, � uma bomba. -Bomba?
� uma bola de flores. Eu mesmo projetei.
O Piero adaptou seu projeto numa bola de fogo explosiva.
-Constru�da para matar o Duque. -N�o Mac. � uma bola de flores.
Bata palmas e ent�o surgem um monte de ador�veis...
Acho que sou a pessoa mais est�pida do mundo.
Eu tamb�m cai na mentira dele.
Mas n�o o ajudou a construir a bomba.
-Tenho que destrui-la. -Onde � a oficina dele?
Eu n�o sei. Eu estava vendado.
Mas � embaixo do pal�cio.
Tenho certeza que �, temos que achar um jeito de entrar.
Tom?
E se n�o conseguir encontr�-la? Seja cuidadoso.
N�o se preocupe, tenho um plano.
Voc� n�o tem sempre um?
Com uma pequena ajuda de um amigo.
Eu te dei o que pediu. Onde est�o os meus pap�is?
Voc� os ter�, paci�ncia.
Como posso ter paci�ncia quando temo pela minha vida?
Porque, meu amigo, vou te fazer irreconhec�vel.
Espere aqui.
A� est�. Obrigado, Leonardo.
Preciso ajustar uma coisa, a...
N�o tinha problema ontem � noite.
Eu percebi esta manh�.
-Pode n�o funcionar se n�o... -Est� �tima, acredite.
Se trabalharemos juntos temos que confiar, certo?
-Mas eu... -Placidi...
-Leve-os para fora. -Sim, Sua Excel�ncia.
Eles voltaram... Est�o com o meu retrato?
-Devo ir com eles, Papa? -N�o.
Est� na hora de nos aprontarmos para a festa do duque.
Estou ansioso. Ser� muito divertido.
Rid�culo, por que me vestiu como uma mulher idosa?
Assim n�o ser� reconhecido quando formos ver o Duque.
O qu�?
Mostrar os planos para ele, explicar o que Piero trama.
Ele ser� preso, e as suas preocupa��es acabar�o.
Esse n�o era o acordo. S� queria sair da cidade.
Eu mudei o acordo, porque os meus amigos est�o em perigo.
Se quiser se virar sozinho, tudo bem.
Aposto que n�o tem chance. Relaxa.
Est� muito convincente. Voc� pode gostar, tamb�m.
Bom dia, Senhor Verrocchio. Indo para a festa do Duque?
Exatamente, garoto. Grande dia.
Senhor Verrocchio, essa � a minha tia, Elena.
Encantado.
Me diga, talvez j� tenhamos nos encontrado?
N�o.
Bem, eu devo estar...
Viu? N�o s� o convenceu, mas o atraiu, tamb�m.
-Chegou � bomba? -Eu falhei.
Eu tamb�m, o disfarce estava bom demais.
Vamos em frente. Temos que chegar no duque antes do Piero.
N�o temos chance.
Se n�o conseguirmos nem chegar perto, imagina falar com ele.
-Algo est� errado. -Ele vai matar o duque.
Exatamente. Bem aqui, em plena luz do dia.
Se eu fosse o Piero, pediria para algu�m entregar pra mim.
N�o.
N�o, mestre Verrocchio. Por favor.
-� perigoso. -Coloque a caixa no ch�o.
-N�o d� o presente. -Coloque no ch�o.
Prendam aquele garoto.
Tive que fazer isso. Esse presente ia explodir.
-Foi o Piero de Medici. -Sil�ncio.
Parece que o garoto tem algo a dizer.
Vossa excel�ncia, ele claramente n�o est� bem.
O cheiro da tinta, �s vezes, pode afetar o c�rebro.
-Sim, tenho algo a dizer. -Leonardo.
Fale garoto.
Vossa Gra�a...
Esse presente ia explodir. � uma bomba ativada pelo som.
O qu�?
Se o que o garoto diz � verdade,
ele � um her�i e eu, certamente, sou um vil�o terr�vel.
Mas se por acaso, ele est� inventando hist�rias...
Tem um jeito simples de descobrir.
Ativado pelo som, voc� diz.
Vossa gra�a, poderia bater palmas para mim?
Cuidado.
Isso � fascinante, fascinante.
Muito obrigado, Sua Gra�a, Feliz anivers�rio.
-Eu n�o entendo. -Ali.
Aquele homem sabe a verdade. Ele explicar� tudo.
O Val�rio? Ele � o meu engenheiro chefe.
Era o seu engenheiro chefe. Antes de amea�ar mat�-lo.
Val�rio, conhece esse jovens?
N�o excel�ncia, n�o conhe�o.
Eu ameacei te matar?
N�o, Excel�ncia. Mas que sugest�o.
Ent�o parece que o garoto est� mesmo inventado hist�rias.
Levem-no.
Bom dia, est� com fome?
Te trouxe uma ma��.
Foi tudo real, sabe. Tudo que eu ofereci.
Poderia ter sido minha o m�o direita.
N�s temos poder, recursos.
Seguran�a para a sua amiga, Lisa Gherardini.
Tudo o que tinha que fazer era mostrar lealdade e obedi�ncia.
A hist�ria que seu engenheiro contou para o Maquiavel,
-foi tudo armado? -Isso mesmo.
E agora nunca poderemos ser aliados. Que pena!
Eu nunca seria seu aliado.
Certamente, mas me ajudou com a bola de fogo.
E depois do seu ataque no banquete,
ningu�m levar� suas acusa��es a s�rio de novo.
Est� livre para ir, ali�s. Pedi clem�ncia ao Duque.
N�o � mais uma amea�a. Ent�o, por que n�o?
Est� tudo bem, me agrade�a outra hora.
Delicioso.
Leo.
Pensei que estivesse banido, que nunca mais te veria.
Voltem para a oficina. Voc�s dois.
Mestre.
Me desculpe por te envergonhar na celebra��o de ontem.
Observe!
Nunca mais venha a mim com seus problemas t�cnicos.
Pode n�o receber a mesma chance de se redimir de novo.
N�o, excel�ncia. Obrigado, excel�ncia.
Tenha instalado pela manh�.
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