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Hoje começa uma nova fase na minha vida. É o meu primeiro dia na faculdade e eu
confesso que eu estou bem apavorada. Eu nunca estive num lugar assim antes, com
tanta gente diferente.
Tudo parece tão estranho.
Minha família me criou com muito amor e carinho. Meus pais são bem religiosos e
eles me ensinaram todos esses valores.
E eu só consegui vir pra faculdade porque eu passei numa universidade
federal. Eles não poderiam pagar.
Eu queria conhecer o mundo, conhecer coisas que eu não aprenderia na minha
cidadezinha.
Até agora, eu nem tô acreditando que eu saí da casa dos meus pais e vim pra São
Paulo. Eu confesso que eu tô com medo de ficar sozinha. Nunca fiquei longe deles
antes.
Oi, mãe.
Eu já cheguei aqui.
O lugar é bem bonito.
Tá tudo arrumadinho.
Tô um pouco nervosa, mas... Bem legal.
Tô esperando minha colega do quarto aparecer.
Aí depois eu te conto mais, tá bom? A gente se fala. Beijo.
Chegou. Você deve ser a Sara.
Você é a Larissa? Isso.
Nossa, que prazer te conhecer.
Ah, eu tô muito feliz.
Bom, essa é sua cama mesmo. Você viu que no closet eu deixei um espaço separado
pra você deixar suas roupas? Tem, posso tirar tudo depois. E se você precisar de
mais um espaço, me fala que eu tenho pouca roupa. Ah, tá bom, obrigada. E
fala, tá gostando da ideia de morar aqui?
Ah, tô um pouco nervosa, né? Mas eu tô animada.
Vai ser a primeira vez, né, que alguém da minha família vai fazer quantidade,
então... Nossa, que orgulho. É uma experiência muito nova pra mim.
Nossa, a mãe deve estar muito feliz, né? Deve. Eu já mandei uma mensagem falando
que eu ia te ver daqui a pouco. E ela falou, ai, me conta tudo depois.
Ai, que legal.
Minha colega de quarto é muito legal.
Ela se chama Larissa.
Também veio de outra cidade.
Ela já é uma veterana. Disse que vai me ajudar nos estudos. Mas primeiro vai me
mostrar que fazer faculdade não é só estudar o dia todo.
Ela disse que vai me apresentar as coisas boas de ser uma universitária.
Confesso que eu tô ansiosa pra ir na festa dos calouros que ela comentou. Só
fui em algumas da igreja que eu frequentava. Lá só tinha gente velha e
algumas crianças.
A Larissa falou que nessas festas rola de tudo.
Deve ser exagero dela.
Mas com toda certeza deve ser muito melhor do que qualquer festa da igreja
que eu já fui até hoje.
Nossa, Lari, como é grande esse lugar, né?
Sara, você ainda não viu nada.
Aqui tem vários lugares que a gente conhece ainda.
Sério? Nossa, eu tô muito ansiosa, velho.
Que gigante, sem dizer que tem...
Pessoal da Educação Física ali.
Nossa, muito graças pro pessoal de lá.
Sério? Ah, mas eu vim mesmo pra estudar. Tô bem focada, assim, tipo, nas minhas
matérias, sabe?
Ai, Sarah, relaxa um pouco. Só fala de estudar.
Mas como assim?
Você vai cansar, tá? Esse é o objetivo.
Você entendeu, Sarah? Você está a ver seu adicional?
Sim. Então, está bom. Sala, querido.
Sara, hoje vai ter um encontro dos calouros lá no bar. Eu quero te
apresentar pra todo mundo.
Ah, não sei se eu vou. Acho que vou ficar em casa estudando.
Meu, além do mais eu nem trouxe roupa.
Estudando hoje não.
Amanhã você estuda. Você vai pro bar comigo sim.
Larissa me levou à primeira festa da minha vida. Eu nunca estive num bar
antes. Gente, quantos rapazes bonitos.
Deus me perdoe, mas eu não conseguia parar de olhar pra eles.
Eu experimentei pela primeira vez um pouquinho de cerveja. E eu já fiquei
tontinha.
Eu já tava bem alegre. Percebi que um dos meninos não parava de olhar pra mim.
Não sabia o que fazer. Fiquei muito envergonhada.
Ele se aproximou, perguntou meu nome, que curso eu fazia e de repente me
beijou. Aí eu me assustei e o empurrei.
Ele me olhou, deu uma risadinha e me beijou de novo.
Aí de repente um amigo dele chegou, falou qualquer coisa e os dois foram pra
outro lugar. Eu fiquei meio sem graça. Será que ele tava me achando uma idiota
por ter empurrado ele?
Será que todo mundo tinha visto ele me agarrar?
Ah, sei lá. Depois de tudo isso, eu resolvi ir embora.
Bom dia.
Bom dia.
Sarah, me conta quem era aquele gato? O que que foi aquele beijo?
César, não, mas não foi nada demais. Foi só um beijo.
Ah, para, amiga. Pode me contar. Eu quero saber de tudo. O que que ele
falou? Hum, ele não falou nada.
Amiga, eu tô com pressa. Depois a gente conversa sobre isso.
Nossa, o que tá acontecendo comigo?
A minha calcinha tá toda molhada.
Naquele momento, eu percebi que ao me tocar eu sentia um prazer imenso. Eu
deslizava os dedos sobre a minha vagina.
Nunca havia sentido nada parecido. O prazer foi tomando conta de mim, sem eu
perceber estava gemendo.
Gemendo muito.
E no banheiro da faculdade.
O que tá acontecendo comigo?
Eu fiquei muito envergonhada e com medo de alguém ter me ouvido. Mas saí
rapidinho do banheiro que parecia estar vazio.
Fui para o quarto e não conseguia parar de pensar naquele homem.
Como ele era lindo, forte e sensual.
Queria muito ter ele só pra mim.
Naquela noite eu me toquei novamente e senti mais prazer ainda do que na outra
vez. Eu finalmente estava conhecendo o que era o prazer.
Minha família me ensinou que o prazer era pecado. E que eu teria que casar
virgem. Mas eu não aguentava mais esperar.
Queria sentir um homem dentro de mim.
E aí, Sarah.
Já conseguiu se enturmar?
Ainda não tive tempo de conhecer ninguém, não. Mas assim, eu tô gostando
daqui.
Então, a gente podia hoje tomar um suco lá na lanchonete. Eu tenho uns amigos
meus que eu quero te apresentar. O César vai estar lá também.
Então, eu tenho que entregar uns documentos na secretaria mais tarde. Mas
eu posso encontrar vocês depois.
Aí eu te aviso, pode ser?
Combinado.
Então, Sarah, eu vou esperar você mandar mensagem. Eu tô indo lá já.
Terminei aqui.
Tá?
Você cuida.
Manda mensagem, viu? Que é só ver.
Te aviso.
Eu não podia acreditar no que eu tava vendo.
Aquele homem maravilhoso era o reitor da universidade.
Ele tava ali, diante dos meus olhos.
Lindo, gostoso.
Senti que comecei a ficar úmida outra vez.
Ok, tá tudo aqui. Tá bom, obrigada. Só um minuto.
Agora só um minuto que eu vou falar com você. Ele gosta de entrevistar os
colegas, principalmente aqueles que têm um potencial acadêmico. Só um minutinho,
por favor.
Meu Deus!
O que esse homem quer comigo?
Ai, eu fiquei nervosa.
Vou ficar sozinha na sala dele.
E essas sensações vindo de novo.
Não vou conseguir disfarçar.
O reitor demorou uns 15 minutos pra me receber. Eu já não tava mais aguentando
de ansiedade.
Tchau, tchau.
Tchau.
A secretária avisou ao reitor que eu seria a última aluna no dia, pois eles
já estavam encerrando o expediente. Ele a liberou e eu fiquei ainda mais tensa
ao perceber que estaria sozinha com ele.
Sara, pode entrar que ele já está te aguardando. Eu já estou indo.
Tchau. Tchau.
Quando eu entrei na sala... Eu via ele de costas.
Dava pra ver os músculos bem aparentes por baixo da camisa social.
Aceita um café?
Não, obrigado. Eu só vim entregar minha matrícula. O reitor se aproximou de mim
e me ofereceu uma xícara de café.
Meio sem graça, eu disse que não queria. Que apenas vim entregar os documentos e
ir embora.
Foi então que ele se aproximou mais de mim.
Segurou a minha mão e me pediu pra levar.
O nome dele era João.
Ouvi a secretária falando.
Ele me segurou pela cintura e me beijou. Fiquei muito surpresa, mas caí nos
braços dele.
Amém.
João começou a me chupar lá embaixo.
E eu só tinha visto isso em filmes.
Nossa, como era gostoso. Ele parecia estar sentindo muito prazer em fazer
aquilo comigo.
Eu puxava os cabelos dele.
Estava gemendo.
Muito.
Você ainda quer ir pro banheiro, se masturbar, pensando em mim?
Eu nem conseguia acreditar no que estava acontecendo.
Fiquei muito envergonhada. Como ele sabia o que eu tinha feito no banheiro?
Ele me fez gozar.
Foi a primeira vez que alguém fez isso por mim.
Foi impossível me segurar.
Eu gritava de prazer e gozei outra vez.
Eu ia perder a minha virgindade ali, com aquele homem maravilhoso.
Fiquei com medo, mas João me disse que seria muito carinhoso.
Eu ainda estava extasiada quando senti a penetração.
Foi uma mistura de dor e muito prazer.
João veio por cima de mim. Pude sentir seus músculos.
Passei a mão pelo corpo dele.
Nossa, que delícia era senti-lo dentro de mim.
Aos poucos, João foi fazendo com mais força.
Eu já estava ficando louca de prazer.
Ele começou a me beijar, lambia o meu pescoço, puxava meus cabelos e eu podia
ver o quanto ele estava gostando de transar comigo.
Eu queria dar a ele o mesmo prazer que ele estava me dando.
De repente, ele me virou de quatro e me penetrou bem devagar pra não gozar de
uma vez.
E gozem muito.
Hum!
Eu escutei ele gemer de tanto prazer e senti um líquido quente tomar toda a
minha boca.
É Sara seu nome, não é?
Vamos conversar sobre estudos?
Mesmo que tenha sido apenas um sonho meu, foi muito bom.
Mas eu queria sentir um homem de verdade dentro de mim.
Opa, Sara!
Oi! Hoje você não vai fugir de mim não, hein? Tô indo lá pra lanchonete. Bora
comer alguma coisa?
Tem uma ideia melhor pra gente.
Bora lá em casa?
Só se for agora.
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