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produzidos com a plena coopera��o da RAF e do minist�rio, sobretudo do Governo da Holanda, Londres.
No ver�o de 1941, cinco holandeses foram executados pela HERRENVLK
por ajudar na fuga de uma tripula��o a�rea brit�nica. Estes s�o seus nomes:
Madrugada de domingo , 04:26, numa esta��o operacional em algum lugar da Inglaterra.
A Hist�ria de
"... Um dos nossos avi�es est� faltando"
Com a tripula��o do B de Bertie
Nem sinal de qualquer outro avi�o.
Ainda nenhum sinal do B de Bertie. Cambio.
Ol�, Grupo.
Sim, todos voltaram, exceto o B de Bertie.
Nesta e em outras opera��es, um dos nossos avi�es se perdeu.
Piloto falando, piloto falando.
Testes de contato.
Tom Earnshaw, segundo piloto.
Frank Shelley, vigia.
Bob Ashley, operador de r�dio.
Geoff Hickman, artilheiro dianteiro. Tudo certo.
George Corbett, artilheiro traseiro.
- Isso � tudo, Corbett. - Obrigado, senhor.
Grupo, senhor, sobre as opera��es desta noite.
Reynolds falando. Sim. Certo.
O objetivo � Stuttgart, a f�brica da Mercedes-Benz.
Informe todas as equipes �s 14:30h
- Carta para voc�, Skipper. - Obrigado.
- Para voc�, Tom. Bonito carimbo de Halifax. - Algumas cartas.
Halifax novamente.
- Ah, � da minha namorada. - Qual delas? Voc� tem duas?
A outra � do meu pai.
- N�o � da futura Sra. Earnshaw? - Whittaker & Whittaker, a assinatura de seu pai.
- A segunda melhor de Yorkshire. - Sabemos quem s�o os melhores.
- � do meu pai. - Earnshaw & Filho.
Mm. Morro de vontade de ver esses dois nobres animais no mesmo pasto.
N�o ter� que esperar muito.
A� vem Corbett, cantando e dan�ando como de costume.
Bilhar depois do almo�o?
- Vem � festa hoje � noite? - Estarei l�.
Hazel diz para n�o se esquecer amanh� � noite.
Hazel Mason, Agenda dom�stica e militar.
9:40h. George, o que far� amanh� � noite?
- Amanh�? A bagagem. - N�o, est� ouvindo a minha esposa.
Progarama dom�stico e familiar. O pacote desta noite.
Voarei esta noite.
- N�o sabiamos que estava nisso. - Vi o capit�o do grupo.
Como � minha �ltima noite, deixou eu ir. Desculpe ter passado sobre sua cabe�a.
Certo. Feliz em t�-lo conosco. Ei, companheiros?
Estamos contentes, Sr. George.
Acho que o Hopkins tem falado dessa mudan�a.
- Eu acho. - Queria ver a cara do Hopkins, Frank.
Pobre Hopkins. Finalmente, o filho das armas.
- Hopkins. - Sim, senhor.
Desculpe, mas n�o ser� escolhido esta noite.
- Entendo, senhor. - Azar, cara.
O filho das armas.
Acho que n�o. Ei, est� puxando a minha perna.
Se voc� n�o vai, Posso usar suas meias de seda?
Ah, acho que sim.
O que � isso? Camuflagem?
Servem se for um par.
Mantem seu calor como um forno. Se a minha garota descobre que eu emprestei. . .
Diz que Bob Ashley as usar�. Ser� como dar lhe um murro.
Garoto, queria que visse a corrida do Welsh.
uma corrida digna do Bob Ashley.
Foi especialmente destinada para o Ashley.
Um golpe franco contra as For�as Aliadas.
Golpe franco. Agora, espera o Welsh.
O Welsh n�o.
Welsh n�o? Ou�a isso, Len? Gostaria de ver mais algu�m peg�-lo.
Claro que ser� o Welsh.
Compton encaixar� o golpe.
Este � um momento tenso. A bola est� no ponto. Welsh vai lan�ar.
O que diz?
Welsh vai lan�ar.
Vamos, Welsh!
Welsh lan�ou. N�o, n�o fez. Pulou sobre a bola.
Compton lan�a. Compton � o homem.
Gol! Bom chute, Compton!
Isso foi uma surpresa.
N�o para mim.
Se vire com este indicador. Est� colado novamente.
- Vou arrumar. - Como est� Bertie?
Muito bem, senhor. Casaco novo, barriga cheia, um cavalheiro.
Bem. Devolva o carro �s quatro.
Arrumaram a press�o do �leo, Jimmy?
Sim, j� est� bem.
- Quem � esse cara? - Um f� seu, quer seu aut�grafo.
- Te viu num jogo. - Certo.
Vi voc� na Escola de Scandal. Jogava como Joseph Surface.
Tem um l�pis?
- Acho que n�o. - Te darei amanh�.
- Obrigado. - Era Charles Surface.
Fairpath chamando T de Tommy, T de Tommy.
Agora s�o 21:35h. Pode sair.
Testando comunica��es. Bob, est� a�?
Sargento Ashley, senhor, recebendo corretamente.
A maldita colm�ia parece menor em cada viagem.
O que est� resmungando, Sr. George? Tem um carro s� seu.
Chamando Fairpath. Q de Queenie, Q de Queenie.
37. Pode sair agora.
Verifiquem os rel�gios, garotos.
Em 50 segundos, ser�o 21:40h.
Em. . . 45 segundos.
Em. . . 40 segundos.
Fairpath chamando B de Bertie, B de Bertie.
agora s�o 21:40h, 21:40h.
Vamos.
Geoff, tudo pronto.
OK, Skipper.
Stuttgart, l� vamos n�s.
Sabe, joguei em Stuttgart com o meu clube em. . . 1938.
1938. . . Eu jogava em Nova York.
- Como � Stuttgart? - Ah, como todas as cidades do continente.
Joguei no s�bado, domingo, segunda-feira no trem.
Isso foi Stuttgart. Bem, bem.
- Belas garotas em Stuttgart, Skipper. - Bem, como em toda parte.
O que voc� sabe das garotas de Stuttgart?
Conhe�o uma enfermeira de Stuttgart.
Isso � engra�ado. A minha era uma enfermeira.
Chamava Liesel?
N�o, Else. Como era sua enfermeira?
Ah, um peda�o de loira.
Cozinhava m�dio tamb�m. Trabalhava com um m�dico em Gerrards Cross.
Costumava cantar essa can��o, er. . . Beijo suas m�os, Madame.
Isso � verdade e, � claro, costumava cantar em alem�o, sabe?
Cantava sempre, claro, porque n�o permitia cantar em alem�o.
Acho que o compositor era um judeu.
Como era sua enfermeira, Skipper?
Else? Tamb�m era loira.
- Cozinhava bem? - Era boa em tudo.
Minha outra enfermeira n�o foi muito boa.
Parece um especialista em enfermeiras, Skipper.
Bem, eu fui. Tive apenas duas.
- Ela estava l�. - Tinha visto no �lbum do meu pai.
Ela estava na comiss�o de repara��es.
Stuttgart foi a capital de W�rttemberg, foi um reino.
� verdade. O maior jornal chamava W�rttemberger Zeitung.
Liesel costumava ler para mim em voz alta.
Sobrevoamos a costa Holandesa.
Geoff, George, vigiem as defesas.
Se o meu curso est� correto, logo encontraremos fogo antia�reo.
Seu curso parece certo, Frank.
- Colonia parece ter evaporado. - N�o a culpo.
A ferrovia � frente.
Segue-a. � o caminho de Colonia.
Seguindo essa linha vai � Stuttgart.
Mannheim � nossa direita.
Tom, jogue alguns panfletos.
Certo.
Jogue o Ashley especial.
Bem.
Mantenha o curso, John, sobre o rio Neckar.
John, tambem viu?
Um grande fogo em frente.
Vamos acabar mal, John.
- Posso atirar no refletor? - OK, atire uma ou duas vezes.
Posso tentar a sorte tamb�m, Skipper? Sem favoritismo.
OK.
Agora quem acaba mal?
O que � esse fogo?
Aposto que � Queenie trabalhando.
E este deve ser Tommy.
Ok, damos outra volta.
Escotilhas de bombardeio.
Escotilhas de bombardeio abertas.
- OK, deixa cair. - Des�a.
4.000.
3.600.
Nivele.
Calma.
� esquerda, � esquerda.
Calma.
Todas as bombas lan�adas.
Transmito "miss�o cumprida", senhor?
Caramba!
Como est�, Tom?
Motor de estibordo danificado. De bombordo est� bem.
Ol�, Bob. As comunica��es funcionam?
Sim, senhor, mas o r�dio parece morto.
George, est� tudo certo?
- Mantenha as m�os ocupadas. - Ok, Skipper.
Sairemos dessa, George?
Como est�, Bob?
Parecem queijo, senhor, todas as v�lvulas voaram.
- Como saimos do apuro, Frank? - Tudo arrumado. O caminho mais curto para Mainz.
Muda o curso para 301, Johnny.
Bob, destrua os c�digos de sinais.
Fiz, senhor. Sabe horr�vel.
A velocidade continua caindo, apenas 90 agora.
Tentarei um mergulho. Segurem-se todos.
� in�til companheiros. Temos que voltar com um motor.
A essa velocidade pode parar qualquer hora.
- Saio e empurro? - Onde estamos, Frank?
Sobre a Holanda. Amersfoot. Pode ver a ferrovia?
N�o tenho certeza. E voc�, Tom?
Sim, eu acho.
� a via de Amersfoot para Hilversum.
Maldi��o! Nenhum dos motores funcionam agora.
Vamos ter que saltar, garotos.
- Geoff. George. - Senhor.
- Frank. Bob. Tom. - OK.
- Estou aqui. - Prontos para deixar o avi�o.
Tentamos juntos ou separados?
- Juntos. - Como?
Nos lan�amos ao longo da via, Skipper ser� o �ltimo.
Se formos � noroeste da ferrovia, nos encontramos todos.
Tom, salte.
Frank, salte.
Geoff, salte.
George, salte.
Bob, salte.
- V� alguma coisa? - O Zuider Zee.
Mais alguma coisa?
Moinhos de vento.
Soldados?
- N�o. - Como � o terreno? Enxerga longe?
Sim, v�rias milhas. Muito plano.
O que esperava? As montanhas de Mourne?
Nenhum sinal dele?
O Zuider Zee n�o � bom para n�s.
A que dist�ncia est� o Mar do Norte?
- Cerca de 30 milhas. - Isso n�o � t�o ruim.
- Com essa roupa 30 milhas � muito. - A 1� coisa a resolver � a roupa.
- E tambem tem o Bob. - Muito ru�m para o Bob.
- Preferia que fosse o John ou o Frank. - Ah, isso voc� queria?
- N�o se ofenda. - Algu�m tem um cigarro?
N�o tenho. Skipper viveu no estrangeiro, e dizem que o Frank � um ator de primeira.
Desculpe, o �ltimo.
Um jogador s� viaja com sua equipe. Bob perdeu a sua.
Enfrentamos. O perdemos.
Teremos que ver outras coisas tamb�m.
E � melhor nos conter.
Bob pode aparecer aqui.
Est� tr�s horas atrasado. Tem f�sforos?
J� perdemos bastante tempo.
John, voc� que comanda no ar. Tamb�m deve comandar em terra.
Por que alguem tem que comandar? Opinemos todos.
- Isso n�o funcionaria. - Penso como o John.
Certo. O que sugere?
Bem. . . obviamente a primeira coisa a fazer � encontrar o Bob.
N�o podemos deix�-lo jogado.
E depois. . . fazer um plano de campanha.
Decidir o que fazer e o que n�o fazer.
- N�o acha, Tom? - Hm.
Ent�o. . . bem, agimos em conformidade.
Muito expl�cito.
Claro como o lodo.
- Aqui, vamos abaixar. - Devo dizer, Frank. . .
Agora escute. Me perdi dezenas de vezes.
�s vezes s�zinho, �s vezes com o Regimento,
ent�o eu sei, ou nos separamos aqui e agora e cada um cuida de si mesmo,
ou ficamos juntos e algu�m assume o comando.
- Quem quer se separar? - O que voc� quer?
Tenho outra pergunta.
Nos rendemos ou tentamos ir para casa?
- Bem, o que acham? - Frank, voc� � o piloto. Onde estamos?
Diria que em algum lugar. . . daqui.
Hilversum est� a Oeste, Amsterdam e o Zuider Zee l�.
Agora, temos que ir a um ponto ao sul de Haarlem,
entre Zandvoort e Katwijk. . . mas tem v�rias estradas
e �reas povoadas.
- O que significa "polder"? - Terreno ganhos no mar. Dique e Barragens.
� quase toda a terra ao sul de Haarlem. Campos de tulipas.
Situa��o ruim, gosto de tulipas. O que fazemos com nossas roupas?
Temos que nos vestir com roupas civis.
O que est� fazendo George?
- Nadar no canal. - Como sabe que existe um?
Sempre tem canais na Holanda. Depois das roupas civis, o melhor � n�o ter nada.
Serei um banhista holand�s e reconhecerei o terreno.
- Se encontrar um holand�s. - Me comunico por gestos.
- Se for uma garota. - Fala holand�s?
- N�o. - Bem, eu sim.
Ent�o? - Muito bem. Sou formado em Holand�s.
Acho que ser� o banhista holand�s, garoto.
Shh. Acho que algu�m est� chegando.
Vicky! Vicky!
Vicky! Vicky!
Vicky! Vicky!
Esse c�o nos descobrir�.
Willem! Willem!
Vicky!
- Des�a. J�!
Sil�ncio. Sil�ncio.
- Vicky! Vicky!
Willem! Willem!
Maartie! Vicky!
Vicky! Vicky!
- Vicky!
Niet. . . afraid. . . zijn. Niet rennen weg.
Ik vrienden. Engels.
RAF. R-A-F.
R- A-F. R-A-F.
Real For�a A�rea!
Sim. Real For�a A�rea. Ben jij een vriend?
Allebjij vrienden.
- Disse que s�o amigos. - Vamos conversar com eles.
Espero que n�o v�o embora.
Perguntou se viemos invadir a Holanda.
Com o qu�?
Ol�.
Ol�, amigo. Tivemos que saltar do nosso avi�o.
Saltar de paraquedas.
Um, dois, tr�s, quatro. . .
cinco, seis, allez.
Six disparu.
- Isso � franc�s. - Ent�o?
Johnny, para voc�.
Er... Verloren... lost, een cameraad, hier ergens.
Heb je hem niet gezien?
Hoe. . . Seus nomes?
Willem, Maartie.
- Jannie. - Hendrik.
Jan.
Tom.
Geoff.
Frank. George.
- Sim. Ik begrijp. - O que � esse alfinete?
Uma marca contra os alem�es e os colaboradores.
O alfinete significa que est�o do mesmo lado. Mantenha a boca fechada.
Tem alguem na granja que fala ingl�s. Seu nome � Els. . .
Els. . . Els Meertens. Els Meertens.
Els Meertens.
- Zij is schooljuffrouw. - � uma professora.
Parece um p�ssaro �til.
Is dit invasie van Holland?
N�o, amigo. N�o viemos invadir a Holanda. . . ainda.
Sei muito Holand�s eu.
Acho que o debate continua l�.
Parece muito acalorado, pode ser uma armadilha.
N�o penso assim.
H� pelo menos 20 delas e falam h� meia hora. Sobre o qu�? Gostaria de saber.
Adoraveis alem�s. N�o lhes daria as costas.
- Eu sim. - Sim? Por qu�?
Estive vigiando a estrada desde que chegamos aqui.
Ningu�m saiu da casa.
Shh.
Perd�o por t�-los feito esperar.
Sou Els Meertens, professora de Emmen.
Prazer, Srta. Meertens. Meu nome � John Glyn Haggard e esses. . .
As identidades dos cinco s�o de extrema import�ncia para n�s.
Mas se voc�s n�o se importam, preferimos comprovar n�s mesmos.
Desculpe, Srta. Meertens, como pretende saber se n�o dissemos?
Vejo seus uniformes e suas placas.
Tenho certeza que pode me dizer o nome do seu amigo.
Ent�o? Pode fazer ou n�o?
- Claro. O conhe�o faz tempo. - N�o perguntei h� quanto tempo o conhece.
Como se chama?
� o Tom Earnshaw, o nosso segundo piloto, � claro.
Certo.
- Por que saltaram de seu avi�o? - Para n�o espatifarmos com ele.
- Onde caiu? - N�o sabemos.
- O motor continuou funcionando depois do salto. - N�o sei muito sobre avi�es.
Mas parece que n�o podem provar que o vosso avi�o tenha ca�do.
Pode ter ocorrido a milhas de dist�ncia.
Seria surpresa se eu disser
que nenhum avi�o caiu durante a noite no oeste da Holanda?
Acho que o Bertie teria chegado ao mar.
- O que acha, John? - N�o me pergunte. � o seu interrogat�rio.
- Onde est�o seus paraquedas? - N�s enterramos.
- Os cinco? - Cinco que sabemos.
- O que acham disso? - Eramos seis tripulantes.
Voc� � o capit�o?
Sim.
- Onde est� o sexto homem? - N�o sei. N�o o encontramos.
Estou vendo. E onde enterraram seus paraquedas?
- Olha, j� chega. . . - Voc� n�o sabe?
Claro que eu sei. Ao longo da via onde caimos.
Podem provar com certeza que s�o o que dizem ser?
N�o tinha ouvido nada parecido.
- Por nossos uniformes. . . - Isso n�o prova nada.
- Por qu�? - Qualquer um poderia usar esse uniforme.
Se algu�m quisesse saber como nos comportamos com os aviadores ingleses,
n�o seria a forma mais simples?
Acha que estamos aqui para deliciar nossos ouvidos?
Mas somos ingleses. N�o far�amos isso, n�o �, Frank?
Voc� n�o est� t�o seguro com rela��o aos outros?
O que tenta me dizer? Claro que tenho certeza.
Qual � o nome desse cavalheiro?
- Vamos, George. - � Frank Shelley. � um ator.
E sua esposa transmite esta noite.
9:40h, Programa dom�stico e militar.
Frank, para n�o continuar enrolando,
vi que tem um recorte do Times. Carrega com voc�?
Acho que � o tipo de prova que a senhorita Meertens quer.
Aqui est�.
"Transmiss�o, Programa dom�stico e militar, Domingo 9:40h. . ."
� esta noite. "Hazel Mason. . ." � a minha esposa.
� o dia e est� a data no jornal.
Sim, � o Times de ontem.
Sua prova.
Isso basta, Srta. Meertens?
Acho que sim.
Vou mostrar aos outros.
N�o � a �nica que duvida.
Que n�o sou a �nica?
N�o, nada impede que avise os nazistas.
Pensava que os aviadores enxergassem melhor.
- Vai garota. - Eu que o diga.
- Vai queimar na fogueira. - O que quis dizer da nossa vista?
- Esquecemos algo neste quarto. - Vamos procurar.
- Flor de laranjeira. - O que faz a� essa flor?
� seu altar de flor de laranjeira, � o altar em honra � rainha Guilhermina.
Por que laranja?
Guillermo de Orange, a casa de Orange, significa que s�o leais.
Tamb�m devia ter um quadro da rainha.
Est� aqui.
Bastante astuta. Essa Els Meertens, eita garota.
- Ouvimos a primeira vez. - Senhores, querem entrar?
Obrigado.
Pieter Sluys, o seu anfitri�o, senhores.
Vamos, John.
Sempre pensei que os discursos fossem depois da comida.
Mas n�o me importaria de pegar um pouco desse presunto.
- Querem se sentar, por favor? - Obrigado.
� muito amavel, mas n�o est�o escassos de comida?
�s vezes, mas n�o se preocupe, temos bastante para nossos amigos.
Digo: "N�o se preocupe, come. Era um porco colaboracionista."
- Obrigado. - Erg lekker.
- Obrigado.
Gesundheit.
Muito bom.
Estamos preocupados com o seu companheiro perdido.
Como n�s, senhorita. Bob tem o c�rebro nos p�s.
- Nos p�s? - Bob � jogador de futebol. Muito bom.
Mas n�o muito brilhante.
� uma pena que n�o tenha o c�rebro na cabe�a.
Se for pego, os alem�es os procurar�o.
Enterrar os paraquedas foi um erro. Ver�o a terra mexida.
- Mandamos algu�m para buscar? - N�s vamos.
E esconderemos em lugar seguro.
Mocinha, tem a cabe�a muito boa.
Obrigado.
O principal � a vossa sa�da.
- Alguma id�ia? - Acha que podemos escapar?
Outros j� fizeram. Por que n�o voc�s?
O primeiro � chegar ao mar.
O mar est� a 58 quil�metros.
Em cada aldeia tem posto alem�o. Toda estrada � vigiada.
- Primeiro temos que ir � igreja. - Por qu�?
Nossa igreja est� a 10 Km � oeste.
10 Km mais perto do Mar do Norte. Devem ir imediatamente.
Desculpe, Srta. Meertens, qual � a sua religi�o?
Somos cat�licos.
Eu sou capel�o.
Como eu.
O que � capel�o?
- Metodista independente. - Batista.
S�o essas religi�es inglesas reformadoras?
� isso.
� nosso �nico plano.
Se isso me devolver a Halifax, nunca protestarei.
Os vestiremos como holandeses. Ningu�m vai notar.
Os capel�es n�o sabem.
Claro que sua fuga � o mais importante.
O fim justifica os meios, Tom.
Isso � assim. � seguro viajar � noite? Devemos chegar � costa em 3 dias.
Conforme nossos planos, chegar�o esta noite. Jo estar� esperando.
Jo? Quem � Jo?
Jo de Vries, a esposa de Hendrik de Vries.
Ah? Quem � Hendrik de Vries?
Hendrik de Vries foi morto nos maci�os bombardeios brit�nicos de Haarlem.
Desde ent�o, sua mulher odeia os brit�nicos mais que tudo no mundo.
A melhor anfitri� poss�vel. O que � este quebra-cabe�as?
- Nunca bombardeamos Haarlem. - Os alem�es querem nos fazer acreditar.
Ent�o, Jo de Vries � obrigada a isso.
Confiam nela porque acham que odeia os brit�nico.
Logo, todos felizes.
Vejo uma esp�cie de camuflagem.
Sim, temos a nosso modo de fazer as coisas. N�o sabe nosso ditado?
N�o?
Se o mar � nosso inimigo comum, devemos nos unir contra ele.
Pensam que os holandeses,
que expulsamos o mar da nossa terra, deixaremos os alem�es a conquistar?
Melhor o mar.
Todos sabem andar de bicicleta?
Bem, n�o coloquei uma m�o numa bicicleta. Nunca montei.
Acharemos um jeito, mas primeiro devem pegar suas roupas.
� melhor guardar os nossos uniformes, temos uma chance se nos pegarem.
Podem por seus disfarces sobre eles.
Se temos que ir, gostaria de pegar um pouco de presunto, M�e.
Presunto, natuurlijk.
Falando de presunto, Frank, � sua grande chance. Como gostaria de vestir-se?
Ver� uma s�rie perfeita de prot�tipos holandeses, performances reais.
Mas. . . o que usaremos de cal�ado?
Klompen.
- Klompen? - Tamancos.
Ah, tamancos.
Gostaria de v�-lo subir a rua principal de Halifax com um par destes, Tom.
Um velho ditado Yorkshire, diz: "De tamanco em tamanco em tr�s gera��es."
Nunca esperei co-estrelar com o grande Shelley Francis um �pico Holand�s.
George, est� fazendo muito bem, s�rio, mas co-estrelar? Nossa.
N�o tenho ido muito � Igreja desde o meu casamento.
- Atuou muito nas igrejas. - Fiz isso uma vez.
- Era uma hist�ria de espi�es e atiraram em n�s. - Isso tamb�m pode acontecer aqui.
- Como eu estou? - Muito bem.
Para um iniciante.
N�o s�o mendigos?
Me pergunto por que tem tanta pressa num domingo de manh�.
Provavelmente v�o embora.
Tem algo errado?
Os alem�es encontraram um dos paraquedas.
Mas voc� os desenterrou. Pensei que estariam guardados.
Est�o.
Ent�o deve ser outro.
George.
Os alem�es encontraram outro paraquedas. Deve ser o do Bob.
- Encontraram o paraquedas do Bob. - O paraquedas do Bob encontraram.
Isso significa que o Bob est� seguro.
- N�o � nada bom. - Somos n�s que eles querem.
Els disse que est�o revistando os povoados vizinhos.
Enquanto n�o acharem nossos paraquedas estaremos seguros.
- Onde os esconderam? - Onde os esconderam?
Onde os esconderam?
Els diz que est�o bem guardados e que eles est�o aqui conosco.
Shh.
Paraquedas.
Nosso hino nacional.
Cornelis, meu irm�o mais novo, sempre em apuros.
Assim como na Inglaterra. Como em toda parte.
Tenho um irm�ozinho, sabe? Normalmente um diabinho.
As crian�as inglesas n�o s�o t�o m�s como as holandesas. V� a escola?
Posto Militar alem�o, 20 soldados. As crian�as adoram brincar com os guardas.
Encostam na parede e cantam, "Eenie meanie, minie, mo,
d� aos alem�es um pontap�. . ."
Cornelis? O que est� fazendo no posto?
O que est� fazendo no posto?
De Jong � um colaborador.
Tenho vergonha de falar de um homem da minha aldeia, mas � verdade.
Ele � um traidor a soldo dos nazistas.
Est� sempre tentando nos convencer a confraternizar com os soldados do posto.
E agora enviou-lhes uns discos.
E o meu filho levou! Meu filho!
Tentamos incomod�-los e meu filho levando discos,
e desse traidor De Jong!
Cornelis fica sem jantar. O pai diz que n�o ir� ao jogo de futebol.
Pobre Cornelis, do jeito que gosta de futebol. Ficou impaciente a semana toda.
Percebo algo de muito. . . como se diz. . . enterrado?
- Enterrado? - Algo atr�s daquilo que se v�.
Sim. Certo. Mais do que o meu pai v�.
Pobre Cornelis, � muito ruim, mas muito bonito.
Vai al�m das apar�ncias.
Ah.
As miser�veis moedas. . . pagas ao traidor pelos porcos alem�es.
� o que meu filho mete nos bolsos para ajudar entreter os alem�es.
Fora do caminho! Fala ingl�s?
- Sim. - Ent�o n�o grite.
- N�o pode me obrigar ficar aqui. - Obrigar? Huh, voc� fica.
Voc�s, todos voc�s s�o aviadores brit�nicos, os homens que procuramos.
- Est� arriscando seu pesco�o - N�o pode fazer nada com ele.
- Ser� morto antes de provar. - Falando em atirar. . .
N�o deveriamos atirar aqui.
N�o deveriamos?
O Wilhelmus. . . nosso hino.
Chega do posto dos nazistas.
- � o r�dio? - Soa como um alto falante.
� um alto falante!
Pai, n�o � estranho?
Espere um pouco. Espere um pouco.
Talvez n�o t�o estranho.
N�o entendo.
Sim, mas eu sim. Seus amigos alem�es do posto te pediram
algumas grava��es, certo?
E escolheu o meu filho para ter a honra de lev�-los, n�o?
E deu a ele uma moeda por isso, certo?
Ah. Meu filho. . . Por fim, substituiu suas grava��es pelas nossas
e escolheu bem, confia nele.
Grava��es do nosso hino nacional.
Todos os r�tulos diferentes, foxtrots, tangos,
bem colados para que os alem�es n�o soubessem o que era.
Ah, agora seus amigos te apreciar�o muito, traidor?
De Jong!
Por que acreditariam que fui eu?
Por qu�? Se fosse alem�o pensaria,
"De Jong mandou as grava��es. Ele mesmo n�o trouxe.
Substituiu pelo hino holand�s. Muito engra�ado. Vamos buscar De Jong."
E l� v�o, procurando com as baionetas caladas.
Sua vez, mah jong.
- Acreditar�o se eu falar a verdade. - Atirar�o antes de tentar.
- Atirar em mim? N�o v�o. - Podem e querem.
Embora esse n�o seja o problema. Ou atiramos n�s agora ou eles mais tarde.
Atirar em mim? N�o podem!
Padre. . . Me ajude! Me diz o que fazer! V�o me procurar se n�o me achar em casa.
Obviamente conhece seus amigos. N�o espera que acreditem que diz a verdade.
Eles acreditam que todos querem mat�-los.
Atirar�o primeiro e perguntar�o depois.
� um servo de Deus! N�o pode deixar que me matem!
Espera que Deus te ajude escapar, mas acho que estava destinado a cair em nossas m�os.
Achtung! Achtung!
- O que disse? - O que o jerry disse?
"As autoridades da ocupa��o limitaram em 200 o n�mero de pessoas".
"50 devem deixar imediatamente o campo de futebol."
Veja cara, ordenando para as pessoas o que fazer. O que as pessoas far�o, Prefeito?
- Que faria no seu pr�prio pa�s? - Mand�-los ao inferno.
- Isso causaria problemas. - Isso.
- Muitas gente morta ou ferida. - Em ambos os lados.
Na Holanda, achamos um novo sistema. Se ordenam para 50 ir embora, vamos todos.
Venha.
- Isso � faxer o jogo deles. - Voc� n�o entende os alem�es.
S�o cabe�as quadradas. Se dizem 50, devem ser 50.
Achtung! Achtung!
"Proibido que alguem saia."
"Anulada a ordem anterior e continuem assistindo o jogo, por favor."
Jerry parece um pouco nervoso.
Agora nos damos bem com o futebol.
L�, viu? Est� morto.
Bob Ashley.
� o Bob!
- � o Bob! - Pularia de alegria.
Hurray! O que significa "hurray" em holand�s?
- Hurray. - Viva!
Deu um passeio com as m�os nos bolsos
falando ingl�s e empurrando os homens nos canais.
- N�o sou nenhum tapado. - Deixou o seu paraquedas num canal?
Era hora de me mandar. Voltei mais tarde mas n�o achei.
- Ent�o os alem�es pegaram. - Sim?
N�o entendo como pode ir sem o Geoff orient�-lo.
- Nem eu. Talvez estivesse dormindo. - Eu n�o estava.
Viu um trem por volta das 6:30h?
Ah, sim senhor, me alcan�ou. Me escondi.
Te alcan�ou?
Caminhava no sentido errado, garoto, ia para a Alemanha em vez da Inglaterra.
- Ent�o encontrou um pastor. - Cujo c�o te mordeu.
Ent�o me levaram para uma aldeia onde a professora falava ingl�s.
- Uma professora? Como era? - OK. L� me deram caf� da manh�.
E ent�o te levaram num carro e numa barca�a. . ..
- Bicicleta. - L� vai voc�.
at� que encontrou o jogo de futebol.
E disseram: "Meu Deus".
Me disseram que um caminh�o me levaria depois do jogo para ver um tal Joe. . .
N�o � Joe, Jo. � uma mulher, n�o um homem, est� certo de novo.
Chama Jo de Vries.
Um momento.
- O cheiro do mar. - O mar do Norte.
- Ouviu isso? - Alem�o.
- Como voc� sabe? - Ouvi muitas vezes na �ltima guerra.
Espero que a senhorita de Vries sabe o que diz.
Ich bin ein Chauffeur von Jo de Vries.
Disse que o jantar de amanh� pode demorar se n�o nos deixar passar.
- Seria a senhorita de Vries? - Acho que sim.
Est�o a�?
- Ingleses, est�o a�? - Sim, os seis.
Quando o caminh�o parar, o motorista abrir�, des�am logo.
- Por onde? - Por aqui.
Est� convencendo os Jerries para descarregarem o caminh�o.
- � uma fresca. - Essas garotas holandesas fazem m�gica.
Nossas garotas fariam o mesmo se fosse necess�rio.
Passamos por um quartel com 200 soldados alem�es.
Louis?
Passamos por minha casa. � o posto de comando alem�o.
Meus quartos ficam nos fundos.
Todos voc�s, para o outro quarto.
Com calma.
Est�o seguros aqui. Este local tem boas paredes e portas.
Eles podem falar como quiserem e remover essas coisas.
Aqui est� o r�dio.
Est� sintonizado na BBC.
Liguem se quiser.
S� n�o comecem dan�ar. Logo abaixo est�o os oficiais.
Devo deix�-los agora. Tenho que voltar por onde viemos e entrar pela porta da frente,
ou come�ariam suspeitar.
Fechem a porta e s� abertam se ouvirem esta chamada.
- V. - Sim, V.
� uma pena, n�o? Nunca tive tanta vontade de dan�ar na minha vida.
Imagine os oficiais abaixo, Jerries em toda parte e n�o dan�a.
Companheiros muito agrad�veis.
- Que horas s�o? - 5 para 6.
Que pena. Perdi as not�cias.
- Que horas disse? - 5 para 6.
- Hazel! - Quem?
Hazel Mason, Agenda dom�stica e militar.
Ah, sua esposa. Acho que reconheci a voz.
Calma, calma.
N�o t�o r�pido.
Assim est� melhor.
� �tima.
� maravilhosa.
Espero que sua esposa n�o se importe que tiremos a roupa no seu grande momento.
- Se soubesse onde estamos chiaria. - Shh.
- Acabou. - Como foi?
Nada mau.
Sim. . . muito bem.
N�o tinha pensado nisso at� agora, mas ter�o nos considerado perdidos esta manh�.
- Eu tinha pensado nisso. - N�o sei o que aconteceu com os outros.
Se sa�ram bem.
Acho que a Hazel sabe do Frank agora.
Claro. Ouviram na BBC.
Ela estar� esta noite.
Onde espera que esteja?
Apag�o bem feito.
� divertido, apagam por n�s.
- Teremos que voar por aqui, Frank? - Katwijk? Sim, com frequencia.
Sinto como se chegasse o final com um elenco de araque.
N�o tem um bom aspecto aqui para fazer uma pequena mudan�a, garoto.
Isso � muito significativo.
Cinco meias alem�s contra um brit�nico.
Poderia ser depois da guerra.
Os do Yorkshire na Holanda, fariam um bom trabalho.
Que ningu�m saiba o que eu disse.
N�o prometo. Nunca falo de outra coisa. N�o tenho rem�dio.
- Qual � a gra�a? - Ok, n�o fique zangado.
O que deveria ser mais conhecido no mundo, os atores ou o pano brit�nico?
Deixe-me ver todos.
- Frau de Vries, posso apresentar. . . - N�o, n�o pode.
Esquecerei seus nomes de qualquer jeito.
- Bem, n�o se importa se n�o agradecemos? - N�o.
Por que isso?
N�o sei. Pensava na minha esposa.
- N�o era s� voc�. - Estou vendo.
- Era diplomata antes da guerra? - N�o, Johnny � o diplomata.
- Sou apenas um ator. - Naturalmente.
Nenhum ingl�s beijaria a m�o de uma mulher, exceto talvez um ator.
- � um insulto ou um elogio? - Um elogio.
A forma como tratou esses alem�es me lembrou os atores.
N�o � t�o dif�cil. S�o uns infelizes.
Preferia ser um holand�s na Holanda agora que qualquer soldado alem�o.
Querem acreditar que t�m algum amigo e esse � o truque.
Um truque perigoso para uma mulher.
N�o parece saber muito sobre as mulheres.
Tambem tenho o Louis e o Willem. Ele era seu motorista.
S�o os �nicos serventes que restam, mas n�o querem me deixar.
Fiquei assustada quando comecei,
como um piloto fica assustado a primeira vez que voa s�.
Depois de alguns minutos quando percebe que ainda est� vivo, come�a a gostar.
- Quer fazer algo por mim? - Sim, claro.
Quero que veja o meu marido quando voltar para a Inglaterra.
- Seu marido? - N�o sou louca.
Est� em Londres. Vou dar seu endere�o.
- Mas ouvimos. . . - Sei. Eu contei essa hist�ria.
Ningu�m sabe a verdade, nem meus amigos.
Mas ele est� morando em Londres.
Sabe alguma coisa dele?
Cinco vezes por semana. � um dos locutores holandeses da R�dio Oranje.
- O que. . . - Radio Orange.
Ah.
Ent�o como v�, somos dois. Um em cada lado do canal. Ainda lutando.
Bem, deixe-o. Podemos fugir esta noite?
Podem ficar aqui dias ou horas. Isso depende da sua for�a a�rea.
- S� poder�o ir num ataque. - Queremos voltar com ou sem ataque.
- Olha aqui. . . - Voc� est� no comando?
- N�o, ele � de Yorkshire. - Voc� est� no comando?
- N�o. � voc�. - Temos que devolv�-los � Inglaterra.
N�o ser�o os primeiros nem os �ltimos a ir desta casa para a Inglaterra.
Alcan�ar�o o mar num barco de pesca.
E o barco de pesca num bote a remos que est� no por�o.
E ao por�o chegar�o pela escada de tr�s.
O corredor do lado de fora leva a essa escada.
O corredor tem duas caracter�sticas, uma sentinela. . . e uma clarab�ia.
- Ent�o? - Se voc� fosse o comandante,
Que ordens daria em caso de ataque a�reo?
Bem, acho que diria para n�o ficar sob a clarab�ia.
Exato. Durante o ataque a�reo o corredor fica desprotegido.
Entendeu agora?
Exatamente.
Tudo est� pronto. S� resta esperar.
Devido ao mau tempo,
nenhuma opera��o no territ�rio inimigo na �ltima noite.
N�o me diga.
Mon herr.
Desculpe, mon herr.
Os alem�es beberam o nosso vinho, mas vindo de uma mulher holandesa,
acho que essa �gua holandesa � melhor que o champanhe franc�s.
Lamento n�o ter lhe dado de comer como gostaria,
mas n�o temos muito.
Eu sei, n�o h� muito para comer.
Mas podemos manter algo.
Podemos pensar e esperar. . .
e lutar.
Proponho um brinde. Louis.
� nossa m�xima desde que a casa de Orange expulsou os espanh�is h� 300 anos.
"Je maintiendrai. "
� bom se sentir mulher novamente, pelo menos por meia hora.
O que esperar dessa m�xima, senhora?
"Podemos conseguir."
Bem, eu nunca. Faz 300 anos. N�o parece que progredimos muito, certo?
George.
Vamos, George.
N�o sei porque todo mundo olha para mim.
Afinal, temos um diplomata e um ator aqui.
Acho que � a minha idade.
Minha cara senhora, n�o podemos oferecer nada, al�m do nosso amor. . .
nossa gratid�o e nossa admira��o por uma mulher corajosa e um pa�s sem medo.
Mas podemos prometer algo
mais ajuda, um ataque que para esses alem�es de. . .
Ataque a�reo!
Venham todos por aqu�.
V�em? Isso � o que fazem por n�s.
Viu correrem para o abrigo?
Podem entender o que significa para todos os pa�ses ocupados,
escravizar pessoas tendo que ouvir
que esses alem�es s�o os donos da Terra?
Vendo esses senhores correr para o abrigo, v�-los escondidos debaixo de mesas
e ouvir esse zumbido noite ap�s noite,
esse ru�do que � o combust�vel que incendeia os nossos cora��es.
Vem c�.
Caminha pelo jardim da maravilha.
- Esperam o outro amigo, Fritz. - Uma pequena recep��o para Fritzy.
Foi conseguir uma Korkenzieher. N�o sei o que � Korkenzieher.
Ah!
Deixou a lanterna cair na bebida.
- Desde quando fala alem�o? - Eu entendo muito.
Ol�, Fritzy.
OK.
O que � essa Korkenzieher?
- Claro. - O que �?
Um saca-rolhas.
Deixa.
Serei o Fritz.
Siga-me quando come�ar a confus�o.
- Ok, senhorita de Vries? Tom? - Sim.
- Kiboshed. - Bob?
OK.
- Frank? Geoff? - Tudo bem, senhor.
Louis!
N�o podem esperar a mar� para ir para o barco. Esses tr�s v�o desaparecer.
- N�o podemos deix�-la num momento assim. - N�o se preocupem comigo.
Nem com esses alem�es.
N�o os convidamos para o nosso pa�s, mas cuidaremos deles j� que est�o aqui.
O t�nel leva ao rio.
Atentem para um barco de pesca rio acima com dois diamantes brancos.
Entre em contato com os pescadores. Se n�o puderem, confiem na sorte.
O perigo est� na ponte m�vel da foz do rio. � vigiada.
Podem ser enfrentados. Dever�o se cuidar s�zinhos.
Agora, r�pido.
- E o curso? - Para o oeste.
Conduzidos por uma luz os recolher�o a oito milhas.
� uma b�ia alem� de salvamento para seus pilotos quando caem no mar.
Mantenha a sua esquerda e cuidado com as patrulhas.
- Tem sua b�ssola? - Sim.
N�o usei meu saca-rolhas, traz uma garrafa.
Bem, Deus te aben�oe.
Acho que � a �nica vantagem de envelhecer.
Boa sorte.
Espera,
Dentro.
- Fora!
A ponte m�vel � vista.
Aqui vem os barcos de pesca.
Dois diamantes brancos.
Nossos amigos da b�ia.
Nossa oportunidade ser� quando a ponte come�ar fechar novamente.
Pronto para zarpar. Quando der o sinal.
Pronto.
Vamos.
Dentro
Fora
Dentro
R�pido.
Fora
Alto!
Agora, remem!
Alto!
- Dentro, fora, dentro. . .
- Abaixados. - N�o v�o nos pegar!
- Dentro, fora. . .
- Dentro, fora. . .
- Dentro, fora, dentro, fora. . .
Nossa sorte.
N�o se atrevem a usar refletores devido nossos companheiros.
Mais devagar. Sim.
Qual � o curso, George? Um pouco mais ao norte.
Precisa de ajuda, senhor?
Tudo bem, George?
George?
- Est� ferido. - Algu�m deve assumir.
- � grave, George? - O leme. . .
Ah, n�o se preocupe.
Aqui. Geoff.
Aqui, passa essa bolsa.
Ah, Senhor.
Est� bem agora, George?
Se conseguir aguentar at� amanh�, est� tudo bem.
Manh� de Segunda feira, 7:42h, B�ia de Salvamento Alem�.
Acho que isso � o que chamam estar chato.
� o que chamo de estar feio.
Ei, eles v�m aqui.
- Nos descobriram, senhor. - Atacam.
Estar�o aqui em tr�s minutos.
- Se isso afundar estar�amos todos perdidos. - Feche a escotilha.
- Continuam balbuciando, senhor? - Sim.
Est�o ordenando que esses dois capangas fiquem tranquilos at� a patrulha chegar.
O que fazemos com o Rosencrantz e o Guildenstern?
Voc�s dois a�, entenderam?
N�o sejam muito arrogantes. Sabem que � certo.
OK.
Enfim, n�o � necess�rio ter o est�mago vazio.
Tente pegar alguma coisa do nosso lado.
Fora!
Parecem n�o entender o meu alem�o, senhor.
� um dos nossos!
Formem!
Tranquilo! Olha!
- Ol�? For�a A�rea? - Certo, seis dos nossos.
O que seus p�ssaros est�o fazendo aqui?
- O simpatico Jerry n�o os pegou. - Na verdade, pegamos dois deles.
Jerries? S�o seus prisioneiros?
Estamos discutindo desde que chegamos aqui.
Estavam aqui antes e pediram ajuda pelo r�dio.
Entendo o seu ponto de vista. Tecnicamente s�o seus prisioneiros.
Seis de dois? Gosto disso.
Senhor.
Foram arrogante, ent�o tomamos suas armas.
Legalmente isso enfraquece o seu estado, mas n�o importa, sou advogado quando estou em terra.
Ent�o soltamos os cabos e esperamos estar � deriva.
Derivou bem. Outra hora com essa mar� e chegaria em nossos pr�prios campos minados.
- Quanto ficou na cafeteria? - Desde as quatro.
O vimos chegar, senhor. Pensamos que eram Jerries, senhor.
O problema com seus amigos � n�o ver nada a menos de 10.000 p�s de altura.
Ouvimos pedirem para enviar patrulhas.
- Quando ouviram? - Faz dez minutos.
Dez minutos? O que estamos esperando? A bordo.
Um de n�s est� ferido.
N�o conseguiremos lev�-lo ao seu barco.
Sim, concordo. N�o pode se mover.
N�o est� velho para voar? O que querem fazer com ele?
� o nosso artilheiro.
Sim. . . se n�o fossem essas patrulhas.
� claro, n�o querem deix�-lo. Seria o mais sensato.
N�o podemos fazer isso. Somos uma equipe, sabe?
Sim, est� certo.
- Reboquem esse pote de lagosta! - Sim, senhor.
O que h� com as patrulhas?
Isso � pelas patrulhas. Pr�xima parada Dover.
Este seria o fim da nossa hist�ria, mas. . .
Primeiro, os atores:
E os t�cnicos:
Todos queriam saber o que aconteceu depois com a tripula��o do B de Bertie
aaaa
- � isso, Corbett. - Obrigado, senhor.
Bem, George, este � o novo cometa. Gostou?
Sim, � maior que o meu tamanho.
Certo. O objetivo � Berlim.
LEGENDAS : Laercio Tradu��o da legenda em Espanhol
A Holanda vai subir novamente!
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