All language subtitles for Shark - 1x04 - Russo.DVDRip.GoTV.pt

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Original subtitles

Tracy Powers. Preciso que mandem j� uma ambul�ncia.

Meu Deus, acho que ele est� morto! N�o sei a maldita morada.

Meu Deus, acho que ele vem l�!

Mandem a Pol�cia, por favor!

N�o sei... � em Malibu.

Fica na sa�da da auto-estrada. � Beach Canyon Road.

- Vais perder o apetite para o jantar. - Isto � o jantar.

E o Dan Tana's? Pensei que �amos iniciar uma tradi��o.

- N�o posso, pai. Tenho grupo de estudo. - Desculpa, falaste?

Esqueci-me do grupo de estudo.

Preferes um grupo de estudo a escalopes de vitela?

Desculpa, o professor de F�sica � nazi. E ando � nora em Franc�s.

E ainda nem comecei o trabalho de Literatura Inglesa.

Al�m disso, j� ter�s chamadas a meio da salada.

- Sabes que tens um car�cter lixado? - De quem o terei herdado?

Vais agradecer-me, um dia, a cobrar do dormit�rio de Princeton.

Como previa, est�o a ligar-te.

- Est�s muito arranjada para estudar. - Devolves-me o jantar?

Deixa-me adivinhar... Tamb�m desististe dos escalopes.

Que fazes aqui?

As Urg�ncias chamam sempre dois procuradores.

Pensei em poupar-lhe o constrangimento de me escolher a mim.

N�o percebo por que antipatizam contigo. Que temos aqui?

Duas v�timas, um casal. O marido levou um tiro no peito.

A mulher foi alvejada � queima-roupa na nuca.

N�o � um dia t�pico em Malibu. A casa foi revirada?

N�o h� sinais de assalto.

- Os donos? - Ainda n�o sabemos. Estamos a ver.

Mas a roupa n�o condiz com a casa.

- Um sistema de vigil�ncia sofisticado. - Sim.

- Est�o ligadas a um computador? - Os ficheiros de v�deo foram inutilizados.

Talvez algu�m a apagar o rasto.

- Sou o Lenny. - Estou a trabalhar.

Tracy Powers, 25 anos.

O Gabinete do Xerife recebeu uma chamada de 112 de uma mulher.

N�o veio de um telefone fixo.

- Ainda n�o encontr�mos o telem�vel. - Alguma coisa?

Disse o nome da rua antes de ser alvejada.

- Foram duas horas a encontrar a casa. - Testemunhas?

Algu�m viu um BMW preto estacionado aqui perto, hoje.

At� agora, � tudo.

Bem, j� sabemos quem � o dono da casa.

- Harry Russo. - Deduzo que o conhe�a.

Pode dizer-se que sim.

H� dois anos que este gabinete anda atr�s do seu amigo Russo.

- N�o somos amigos. - Desculpe, s�cios.

N�o se atira um gato morto sem atingir um advogado sem detective privado.

A maioria n�o p�e gatos mortos no p�ra-brisas para intimidar testemunhas.

Est� a exagerar. Pequenos roedores, talvez.

Tremam os advogados que contrataram o Russo.

Vou indici�-lo por chantagem, extors�o e escutas.

J� o teria feito h� seis meses.

O Russo sabe tantos podres, que as testemunhas se calam.

Mas, envolvido num duplo homic�dio, facilita muito o meu trabalho.

N�o h� provas materiais que o liguem ao crime.

H� um conflito de interesses?

Ir atr�s do Russo com um grande j�ri em ano de elei��es?

Sabe do que estou a falar, do seu passado com o Russo.

Pare�o-lhe sentimental? � uma investiga��o de homic�dio, Jess.

Devia ser independente de uma audi�ncia com um grande j�ri.

Certo, por agora. N�o esque�a a angaria��o de fundos. Traje formal.

Eu passo um cheque. N�o lhe garanto o meu voto.

Meu Deus, acho que ele est� morto!

- Qual � a morada? - N�o sei a maldita morada.

N�o posso mandar uma ambul�ncia sem a sua morada.

- Meu Deus, acho que ele vem l�! - N�o desligue, Tracy.

Acalme-se. Tracy? Tracy?

Mandem a Pol�cia, por favor.

Sabe em que rua est�?

N�o sei... � em Malibu. Fica na sa�da da auto-estrada.

- � Beach Canyon Road. - Beach Canyon, �ptimo.

Tracy? Tracy, est� a�?

As �ltimas palavras de Tracy Powers.

Ora bem, que sabemos?

Ela era actriz e empregada de mesa no Hotel Cypress.

O marido, Wayne, montava telhados em part-time.

- Algo sobre a chamada para o 112? - Veio de um telem�vel pr�-pago.

M�s not�cias para n�s. Localizamos a chamada, n�o quem a fez.

A escolha de ad�lteros, corretores de apostas e terroristas. Bal�stica?

O m�dico-legista diz que as balas nas v�timas s�o de uma calibre 45.

A ag�ncia imobili�ria n�o sabe nada dos Powers.

A Pol�cia diz que o Harry Russo � o principal suspeito.

Com base na reputa��o e n�o em factos.

Posso fazer uma pergunta est�pida?

Bolas, gostas mesmo de dar a corda para te enforcares. Diz l�.

Por que n�o esperamos que a Pol�cia nos conte mais?

Porque a Procuradora P�blica est� de olho em Mr. Russo.

E prend�-lo iria, juntamente com o meu relutante donativo,

garantir a reelei��o dela.

Raina, tu e o Inspector Clouseau v�o indagar no Hotel Cypress.

Falem com os colegas e o patr�o da v�tima.

E esse telem�vel descart�vel teve de ser comprado em algum lado.

Madeleine, quero o nome de todos os que t�m chave da casa do Russo.

E, no entanto, estranhamente, ningu�m se mexe.

Se a chamada para o 112 veio de um telem�vel, o assassino talvez o tenha.

O mais prov�vel � terem-lhe dado caminho com a arma.

Pois, um bandalho como o Russo n�o guardaria provas.

- Achas mesmo que foi ele? - Procurei-o na Internet.

Nem acreditas nas coisas que fez. � bem capaz de matar duas pessoas.

Li esses artigos. N�o passam de alega��es.

O tipo � quase mafioso.

Atirou um rep�rter da estrada por ter falado dele no jornal.

At� ser condenado por um crime, � um simples detective privado.

- E o Gotti fazia tratamento de lixo. - E ent�o?

Ent�o, a Madeleine disse que o Stark e o Russo se conheciam.

Agora, o Stark tamb�m � corrupto?

Talvez estivesses interessada numas fotos.

Ora, todos os grandes advogados da cidade recorrem a detectives privados.

- Achavas o Stark diferente? - N�o.

Estou a dizer-te que cheira a esturro.

Imaginas o Stark e o Russo a trabalharem juntos?

Arrepiante.

Um s�tio rasca, para um homem da tua classe.

- Aceitei receber menos. - A quem o dizes.

Como passaste para o outro lado, em Abril j� n�o vou � Toscana.

- Atlantic City faz mais o teu g�nero. - A s�rio?

Ent�o, por que n�o me convidas para aquela noite de p�quer VIP?

- � um jogo s�rio. - Que queres dizer com isso?

Tu fazes batota.

Ou, se calhar, tens medo de conviver comigo desde que �s procurador.

Que tal me arranjares um tacho bem pago pela c�mara?

Um detective privado investigado por um j�ri.

Talvez seja dif�cil n�o repararem no teu passado.

Se tu chegaste l�, n�o pode ser assim t�o dif�cil.

Precisamos de falar contigo.

- Preciso de advogado? - Depende. Mataste algu�m hoje?

Ouve, j� falei com a Pol�cia. N�o conhecia as v�timas.

Era a ag�ncia imobili�ria que arrendava a casa da praia.

A casa era tua, Harry. Isto tem de passar por ti.

- Diz-me algo que eu n�o saiba. - Ent�o, antecipa-te.

Trabalhavas para este casal? Fazia parte de outro caso? O qu�?

N�o falo dos meus clientes. Devias sab�-lo melhor do que ningu�m.

H� duas pessoas mortas.

Se est�s disposto a tramar-te para encobrir um cliente,

levaste a lealdade longe de mais.

� por isso que todos aqueles que t�m segredos me procuram.

Tubar�o?

N�o respondo mais por esse nome.

A s�rio? Podes usar um distintivo, agora,

mas ambos sabemos o que �s realmente.

A Tracy chegou do Indiana com o marido,

que era empres�rio dela, ao que sabemos.

Chamarmos isso um pac�vio b�bedo que tenta viver �s custas da mulher.

Queria que ela fizesse trabalhos para a TV por cabo.

Er�ticos. Mas ela n�o alinhava.

Disse � Pol�cia que o marido a maltratava.

- Alguma vez falou em deix�-lo? - Sim.

Eu tinha pena dela.

- Tinha p�ssimo gosto para homens. - Tinha outros?

Tenho muito que fazer e n�o tardamos a abrir.

Precisamos muito da sua ajuda, Lisa.

Est� certo. Havia um tipo, mais velho, que se sentava muito nas mesas dela.

Ela parecia feliz quando ele c� estava e galavam-se imenso.

Ela andava com ele?

N�o sei. Metia-me com ela por ter um amante rico,

mas quando perguntava o nome ou o que fazia, mudava de assunto.

- Disse que ele era mais velho, certo? - Sim. Na casa dos 40, cabelo escuro.

� este homem, Lisa?

N�o. Garanto que n�o �.

Que disse a ag�ncia sobre quem estava na casa do Russo?

O Russo disse para reservarem a casa para ele

e, depois, arrendava-a aos amigos.

- Para fugir ao fisco. � t�pico do Russo. - A Pol�cia interrogou os vizinhos.

Ningu�m viu os Powers na casa, mas falei com um nadador-salvador.

Na semana passada, viu um tipo a correr com gente da praia dele.

- A praia dele? - Sim.

S�o todos liberais at� lhes taparem a vista para o mar.

Ent�o, vamos ter uma conversa com o senhorio, sim?

- Bom dia a todos. - Custa-lhe assim tanto bater?

- Tens um minuto? - Espera l� fora, Max.

Parece que se esgotaram as visitas n�o oficiais.

Tens raz�o. A minha colega, Madeleine Poe.

Isso n�o � uma escuta autorizada por um juiz.

Faz mesmo o meu g�nero. Bonita e esperta.

Felizmente, isto est� fora da vossa jurisdi��o.

Vereador de Fullerton aceita subornos. J� ningu�m tem honra.

Sabemos que alugavas a casa da praia. Quem l� estava no dia dos homic�dios?

- � hora de ligar ao advogado? - � hora de chamar um juiz?

- Para qu�? - Mandado de busca.

Connie, fala o Sebastian. O Merit�ssimo est� dispon�vel?

- Obrigado, eu espero. - Que pretendes?

Entreguei tudo � tua chefe para a vingan�a com o j�ri.

Mas sei onde s�o as salas de opera��es. S� pode escutar dentro de um indicativo.

Ele tem quatro apartamentos em L.A. Levaste-me em excurs�o.

- Que querem? - Algu�m viu um homem em sua casa.

� s� uma quest�o de tempo at� o identificarmos.

Ol�, Merit�ssimo. Podia esperar um instante?

Ouve, eu n�o vou falar.

Sobretudo com a rapariga dos meus sonhos por perto.

Harry, n�o te pe�o que entregues um cliente.

S� estou a pedir o nome de um inquilino a um senhorio.

- Taylor Garrett. - O produtor de cinema.

E, agora, o principal suspeito.

Desculpe t�-lo feito esperar.

S� queria dizer que, esta semana, o jogo de cartas ser� �s dez da noite.

Com certeza que vai. �ptimo. At� l�.

Harry, achas que o Garrett andava com a Tracy Powers?

J� tens o teu nome. Agora, desaparece.

Fica rabugento. � o n�vel de glicose baixo.

Anda.

O Russo � um velho amigo.

�s vezes, refugio-me na casa dele para ler gui�es.

- Trabalha para si? - N�o tem de responder.

Recorri a ele quando trabalhava no privado.

- De certeza que o contratou. - O Russo nunca trabalhou para mim.

- Parece que tamb�m o acha corrupto. - Ainda falta muito?

- S� estava a aquecer. - S�o o Casey e a Raina.

Tudo bem. Tivemos casos de pirataria e propriedade intelectual roubada.

O Russo ajudava-nos a n�vel da seguran�a.

Alguma vez teve contacto com a Tracy Powers?

- Nunca ouvi falar dela. - J� esteve no Hotel Cypress?

J� me parece um interrogat�rio policial.

Mantenha-me informado. A Tracy era empregada no Cypress.

- E da�? - Da�...

Dois delegados mostraram a sua foto a uma colega da Tracy.

Disse que era o amante rico da Tracy.

O qu�? � ilegal galar uma empregada, em L. A?

Tem uma arma de calibre 45, Mr. Garrett?

- Termin�mos. - Por enquanto.

Mas n�o reservaria uma suite em Cannes, este ano.

O mole � usado para contar part�culas.

E os �tomos s�o t�o pequenos que t�m de ser contados.

Est�s a�? Terra chama Eddie.

A Qu�mica mata-me.

- Outra vez a Erica? - As coisas est�o mesmo negras.

Pensei que eram felizes.

Ela � fant�stica. S� que s� andamos enrolados.

Desculpa. Ouviste mais do que querias.

N�o, n�o faz mal.

J� tive rela��es dessas. S�o puramente f�sicas.

- Sim? - Sim, claro. Nada de mais.

- Faz com que te sintas uma gald�ria? - O qu�?

N�o que o sejas. � s� o que sinto quando estou com a Erica.

Al�m disso, tenho um encontro importante para a semana.

O observador da UCLA vem ver-me correr os 1600 metros.

Tenho de arrasar.

Com este trabalho de Literatura Inglesa,

preciso de ser criativo.

Slidethruschool.com?

- Trabalhos dispon�veis na Internet. - Eddie!

N�o vou copiar tudo. Vou pedir emprestado aqui e ali.

Lembras-te dos mi�dos em Flintwood?

Foram expulsos da escola e, agora, consta do processo.

A pista � o meu bilhete para uma faculdade decente.

- N�o tenho alternativa. - Tens, sim. Ouve, eu ajudo-te.

- Tens o teu trabalho para fazer. - N�o h� problema.

Promete-me apenas que n�o usas o slidethruschool.com.

Prometo.

Que sabemos do Garrett? Vou ficar ao lado da Jessica na festa.

N�o vai deixar-me em paz. Motivo. Madeleine, come�a.

Ci�mes. O Garrett talvez andasse com a Tracy Powers.

O marido descobre, segue a mulher at� � praia.

- A coisa azedou. - A Pol�cia encontrou a arma?

- Ainda n�o. - O �libi do Garrett � fraco.

Diz que estava a trabalhar, mas a assistente estava doente.

- Precisamos de mais. - Os vizinhos falaram de um BMW preto

parado perto da casa, nesse dia. O Garrett tem um 740 preto.

- Matr�cula? Aquilo � Malibu, pessoal. - N�o.

At� as amas conduzem BMW pretos. O telem�vel?

Comprado h� seis meses, a 300 metros do gabinete do Garrett.

- Foram comprados dois telem�veis. - �ptimo. N�o � conclusivo, mas � bom.

- Tamb�m vais � festa da Jessica. - O meu pai vai apresent�-la.

Que bonitinhos... Admira-me n�o ires lamber as botas � Jessica.

H� graxa mais barata do que jantares de 500 d�lares.

Chega para um mandado de deten��o?

Mas seria melhor ter o suficiente para uma condena��o.

Talvez isto ajude.

O Taylor Garrett comprou uma Couth 450 Max de calibre 45,

no Montana, h� dois anos.

Vale cerca de 6 mil d�lares. Diz � Pol�cia que n�o a encontra.

N�o sabe onde meteu uma arma de 6 mil d�lares? Bingo!

Pede um mandado, contacta a Pol�cia. Tragam-me o coiro do Taylor Garrett.

Desculpem interromper. O motorista diz que vamos atrasar-nos.

Vou j�. Precisa de mim?

N�o. De si preciso, sem d�vida.

Sebastian Stark.

Tem uma excelente noite.

� a minha inten��o.

Gabinete do Xerife. M�os no ar!

Taylor Garrett, est� detido pelos homic�dios de Wayne e Tracy Powers.

� a mala do Garrett. N�o vejo arma nenhuma.

Mas encontrei dois telem�veis.

Podia lig�-los, detective?

- Que est�s a fazer? - A ligar para um morto, espero.

- O telefone da Tracy Powers. - Coloca o Garrett no local do crime.

E na cadeia, esperemos.

Logo a seguir ao sem�foro.

Obrigada. D�em-me licen�a.

- Mr. Woodland... - A convidada de honra.

N�o devia deixar o seu par sozinho muito tempo.

Acho que ela sabe defender-se. Uma aflu�ncia impressionante.

As campanhas s�o dispendiosas.

- Como correm as coisas com o Stark? - Bem.

Este caso Powers parece afect�-lo demasiado.

Acho que sim.

Sabes da minha investiga��o com j�ri a Harry Russo?

- Sim. - O nome do Stark veio � baila.

Alguma coisa concreta?

Ainda n�o. Mas gostaria de evitar qualquer conflito de interesses.

- � a� que tu entras. - Eu?

Agradecia que me informasses sobre a investiga��o dos homic�dios.

Ele n�o lhe presta contas?

Devido �s liga��es com o Russo,

� importante garantir que tenho tudo sob controlo.

Que quer que eu fa�a?

Investi dois anos nesta audi�ncia de j�ri para o Russo.

Avisa-me s� de qualquer coisa que possa p�r a investiga��o em perigo.

N�o me agrada muito fazer isso.

Tamb�m n�o me agradou quando um senador me pediu

para fazer do filho procurador porque ficaria bem no curr�culo dele.

Mas superei-o.

Aproveita a festa.

- Pareces algo que pisei. - A Maxine disse que estarias c� e voil�.

Se calhar, tenho de me livrar dela. Que � isto?

Lista de chamadas do telem�vel pr�-pago.

O Taylor Garrett ligou-te � hora em que os Powers foram mortos.

- E da�? - Est�s metido nisto at� ao pesco�o.

� melhor come�ares a falar.

- Posso fazer uma pergunta? - N�o.

Por que est� no bar onde trabalhava a v�tima?

J� � a pergunta errada.

Por que est�s no mesmo bar que uma das testemunhas?

Est�s a gozar? � um bar de hotel. Ganho a vida em lugares como este.

Neste instante, no quarto 413, est� um corretor da Bolsa casado

enrolado com um travesti surpreendentemente atraente.

Bem-vindo ao meu mundo.

- Por que te ligou o Taylor Garrett? - Sem coment�rios.

Para limpar tudo ap�s um duplo homic�dio?

- Quem � esse rapaz-maravilha? - Podias dar-nos um instante?

Posso fazer com que te prendam antes que o gelo do teu u�sque derreta.

Ouve, se eu me lixar, arrasto-te comigo. Sim?

Se achas que o que aconteceu em Stockton

me impede de te apanhar por isto, Harry, est�s redondamente enganado.

O meu homem est� a sair.

Teremos de terminar isto mais tarde.

- Queres ir comer qualquer coisa? - Tenho de tirar senha?

N�o me digas que s�o ci�mes de ontem � noite.

- Quem te dera. - Anda l�.

N�o posso. Mo��es de supress�o de provas da Defesa.

Tentam aniquilar-nos com pap�is.

- O Tubar�o quer isto pronto �s 3 horas. - De loucos.

A defesa do Garrett contesta o depoimento de testemunhas,

pede altera��o de local, de jurisdi��o.

E eu tenho de responder a tudo.

- N�o precisas de fazer isso. - Farias o mesmo por mim.

- Olha que n�o. - Eu sei.

N�o sei bem por que me excita.

Pouca auto-estima, talvez?

Algo do g�nero.

Aquela noite n�o volta a repetir-se.

Por mim, tudo bem.

Este resumo � espantoso. A s�rio que me salvaste a vida.

Tu � que fizeste tudo. S� te orientei na direc��o certa.

S� preciso de mais uma coisa.

Eddie, n�o vou fazer o trabalho por ti.

Na verdade, preciso que venhas comigo

ao concerto dos Arctic Monkeys, amanh� � noite.

Ena, isso � o m�ximo! S�... Ainda nem comecei o meu trabalho.

�s um g�nio. Consegues faz�-lo enquanto dormes.

- E a Erica? - N�o quero ir com a Erica.

Quero ir contigo.

Sim, mas tecnicamente ainda namoraram e...

- Viva. - Pai?

Vi um carro no monitor de vigil�ncia.

Pensei que houvesse algum problema, e parece que h� mesmo.

- Eddie, este � o meu pai. - Ol�.

Como vais, Eddie? Ent�o, que estavam a estudar?

- Al�m da boca da minha filha? - Se calhar, � melhor eu ir.

Se calhar.

Ouve, ligo-te mais tarde.

- Que foi isto? - Privil�gio de pai.

O Eddie parece simp�tico. Que aconteceu ao Jared?

- O Jared era s� um amigo. - E este � s� um colega de estudo?

Era, mas est� a passar por uma fase muito complicada.

N�o sei por que me incomodo a justificar-me.

Espera a�. S� pode estar a gozar.

Querida?

- Disse o que queria? - N�o, mas n�o parecia satisfeito.

Alguma vez pareceu?

- Ol�, Martin. Que fazes? - O Russo trabalhava para o Stark.

- Isso surpreende-te? - N�o, mas ouvi-os falar.

E parecia que tinha acontecido qualquer coisa.

- Como o qu�? - N�o fa�o ideia.

- Deve ter sido uma coisa feia. - Querem uma coisa feia?

- O juiz eliminou os telem�veis pr�-pagos. - Porqu�?

Algu�m reparou se a Pol�cia tinha um mandado quando deteve o Garrett?

Foi uma deten��o em circunst�ncias especiais.

Ia zarpar para eliminar provas. N�o precisam de mandado.

Quando a deten��o � feita na casa da pessoa, precisam.

Mas era o barco do Garrett.

Onde vivia h� um ano, depois de se separar da mulher.

Onde recebe o correio, paga impostos e, como tal, segundo o juiz,

� o seu local de resid�ncia legal.

Por mais que tenham lixado a deten��o, como � �bvio,

n�o � nada comparado com quem tratou das mo��es de supress�o de provas.

Eu estava encarregue do barco. Fui eu.

Deixa-me adivinhar.

Achaste que a Defesa estava s� a encher-nos de pap�is, certo?

Por isso, rejeitaste os argumentos deles.

N�o te deste ao trabalho de indicar um precedente, nem um s� caso para o juiz.

- Para que talvez negasse a mo��o. - Est�vamos em cima do prazo e...

Para a pr�xima, em vez de despachares as mo��es

para poderes ficar de papo para o ar, experimenta l�-las.

Porque, agora, todas as provas recolhidas no barco s�o inadmiss�veis.

Como tal, o Taylor Garrett n�o pode ser colocado no local do crime.

Como tal, vai safar-se do homic�dio de duas pessoas.

Por isso, que tal fazeres-nos um cafezinho, rapaz?

Porque vamos ficar aqui a noite toda.

Ent�o, primeiro, perdemos tudo no local do crime.

Agora, dizes que a bartender

que viu o Garrett e a Tracy juntos n�o vai depor.

Deixa-me adivinhar... M�ozinha do Russo?

A menos que a ratazana no p�ra-brisas se tenha suicidado, diria que � prov�vel.

Se n�o fosse t�o tr�gico, era c�mico. Vamos cham�-lo a depor.

Pode depor sobre a chamada do Garrett.

O juiz n�o pode eliminar listas de chamadas.

Dizer que o Russo n�o � uma testemunha de confian�a � favor.

- Ent�o, aperta com ele. - Tanto faz, ele n�o fala.

Cinquenta d�lares em como fala comigo.

At� aposto cem.

Estas caixas cont�m

dois anos de documenta��o da investiga��o � sua actividade.

- S�o muitas �rvores mortas. - Tenho o suficiente para o indiciar.

E, contudo, n�o tem.

Porque pretendo deitar m�o a todos os que o contrataram.

Ora, quem quer enganar? Anda atr�s � de mim.

Tenho o poder de arrastar todos os seus clientes perante o j�ri.

Gente importante que n�o gosta de abrir o jornal

e ver o nome ligado a investiga��es criminais.

Calculo que isso seja mau para o neg�cio.

Se depuser contra o Taylor Garrett, deixo de ter neg�cio.

Seja como for, espera-o uma nova carreira.

Se entregar o Garrett, s�o dois anos em seguran�a m�nima por obstru��o.

Se se recusar, o j�ri far� com que se reforme em Folsom.

Escolha voc�.

N�o me deixa muitas alternativas, pois n�o?

- Estou a sair. Vou j�. - O rapaz n�o pode entrar?

Depois da forma como o trataste, at� me admira ele vir buscar-me.

- Vais ficar em casa? - Sim, tenho de me preparar.

Eu tamb�m n�o devia sair.

Tenho um trabalho sobre Longfellow, e o computador s� encrava.

- Calma, querida. Vai divertir-te. - Achei que n�o gostavas do Eddie.

E n�o gosto. Mas, como n�o gosto de nenhum rapaz, n�o te prendas.

Est�s gira.

Obrigada. Mas sabes que mais? Vou buscar o port�til.

Jules! Jules!

Querida, sou teu pai e adoro-te.

Mas, se levares um computador para um concerto de rock,

ser�s a maior tot� � face da Terra.

Isto vindo de um homem que tem um tribunal na cave?

- Bem... - Isto � que � trazer trabalho para casa.

Ouve, n�o achas que me custou o suficiente?

Faz um favor ao teu velho: s� uma mi�da de 16 anos.

- Est� bem? - Est� bem.

- Olha, o teu colega de estudo. - Olha quem est� t�o crescida.

Estamos a trabalhar l� em baixo.

Entra.

- N�o podias montar um gin�sio? - Vamos esclarecer j� uma coisa.

N�o confio minimamente em ti.

Se te armares em esperto, acabo contigo.

Posso fumar?

Quando terminarmos.

Est� certo.

H� quanto tempo o Garrett e a Powers tinham um caso?

H� cerca de um ano. Os teus macacos amestrados?

Isto � entre n�s os dois.

O Garrett queria terminar o caso com ela?

N�o, era vantajoso para ele. Ele tinha uma amante.

Ela tinha j�ias, audi��es.

Ainda continuaria hoje, se o marido n�o tivesse ido � praia.

Faz-me um favor, sim? Abst�m-te de coment�rios.

Afirmaste no depoimento que o Garrett disse que a Tracy se tornava um risco.

N�o � depoimento indirecto, ou l� o que �?

Abre-se excep��o e � admitido. Cala a boca e responde.

Excelente. Quase fui para a Faculdade de Direito.

Sim? Quase fui para padre. Responde � pergunta.

Ele disse que ela podia ser um risco.

Estaria o Garrett a dar-te um recado que interpretaste mal?

Eu nunca interpreto mal.

Amanh�, vais estar sob juramento.

N�o fui contratado para a intimidar.

Sim, mas sei que, �s vezes, ages por conta pr�pria.

Conta pr�pria?

Come�as a ficar mais esperto do que te conv�m

e, quando te apercebes, uma testemunha acaba morta.

Foi uma overdose.

- N�o podias fazer s� o que mandei. - Fiz exactamente o que mandaste.

Nunca disse que a queria morta.

Se queres deitar as culpas para cima de mim, paci�ncia.

Mas, ao contr�rio de ti, vivo bem com isso.

Ent�o, o Taylor Garrett nunca o contratou para assustar a Tracy?

N�o, nunca.

- Ligou-lhe no dia dos homic�dios? - Sim.

- E a que horas foi isso? - Cerca da 1h30 da tarde.

- Onde estava? - A trabalhar em Park La Brea.

E o que lhe disse Taylor Garrett?

Que tinha alvejados duas pessoas,

na minha casa de praia, e que precisava de ajuda.

- Foi em seu aux�lio? - Fui.

- Por favor, fale alto. - Sim, fui at� � casa de praia.

Apaguei os ficheiros de v�deo.

Disse-lhe para se livrar da arma e de tudo o que o incriminasse.

Depois, fui-me embora. Voltei para casa.

Ao todo, quanto tempo esteve em Malibu, Mr. Russo?

N�o muito tempo. Cheguei a casa por volta das quatro ou cinco da tarde.

Viu a cara com que o Garrett ficou?

- Impag�vel. - N�o precisa de me agradecer.

N�o se preocupe, n�o ia faz�-lo.

Estava a trabalhar em Park La Brea � uma e meia,

quando recebeu a chamada de Mr. Garrett?

- Sim. - E afirmou que, cerca das 2 da tarde,

foi at� � sua casa de praia, em Malibu.

E que voltou para casa, em Carthay Circle, por volta das quatro ou cinco.

- Correcto? - Sim, anda l� perto.

- Mr. Russo, joga �s cartas? - Sim.

Conhece uma casa de jogo na City of Commerce,

chamada Shamrock Room?

- Sim. - J� jogou p�quer l�?

- Sim, algumas vezes. - Merit�ssima,

pedimos que isto seja marcado como Prova J.

� uma grava��o da c�mara do Shamrock Room, � uma e dois da tarde,

na tarde de 1 de Outubro,

o dia em que Wayne e Tracy Powers foram mortos.

- Gostaria de me aproximar. - Negado.

O senhor � aquele ali, de camisa escura, Mr. Russo,

sentado � mesa de p�quer?

- Acho que sim. - Ent�o, sim ou n�o?

Sim.

O oficial de justi�a certifica-se de que o j�ri v� Mr. Russo de escuro?

Tomem tamb�m nota da hora marcada: uma e dois.

Est� certo? Agora, vou passar � frente.

Fiquem de olho no homem de escuro e na hora marcada.

Reparem que Mr. Russo n�o abandona a mesa de p�quer em altura nenhuma.

Nem se levanta para ir aos lavabos nem para comer,

quanto mais percorrer os 32 km at� � casa de praia em Malibu.

Deve ter um excelente jogo.

Reparem... Agora, s�o tr�s da tarde.

Mr. Russo, como era poss�vel ter chegado a Malibu

e, depois, ter regressado com o tr�nsito da hora de ponta,

de forma a estar em casa �s cinco da tarde?

Mentiu ao tribunal quando afirmou que foi a Malibu

no dia em que os Powers foram assassinados?

Menti.

Nada mais tenho a acrescentar, Merit�ssimo.

- Armou-nos uma cilada. - Acha?

Foi ele que entregou a cassete � Defesa.

Fornecendo provas ilibat�rias � Defesa,

na qualidade de testemunha da Acusa��o. � um belo truque.

- Detesto dizer que a avisei. - Ent�o, n�o diga.

O Russo pode ser um bandalho, mas tem muita coragem.

Ao cometer perj�rio ao depor,

p�s o j�ri a questionar todo o nosso caso.

Ir para a cadeia para proteger o Garrett?

Est�-se nas tintas para o Garrett. � uma �ptima publicidade.

Se o Garrett sair em liberdade, � um bom an�ncio

do compromisso do Russo para com os clientes. O tipo que se sacrifica.

Quando o Russo sair, daqui a um ano,

at� v�o chover novos neg�cios.

Para quem vai safar-se de homic�dio, o Garrett n�o parecia agradecido.

Pois n�o.

Pois n�o. N�o parecia nada agradecido, pois n�o?

Atacar a Defesa por corromper uma testemunha.

Seria imposs�vel prov�-lo.

N�o, temos de ser um pouco mais criativos, desta vez.

- Meu Deus, tem um plano... - Pois �. Fala com os oficiais de justi�a.

Descobre se o Garrett se reuniu com os advogados depois de sairmos.

- No meu gabinete, 10 minutos. - Quero saber?

N�o, n�o quer.

- Estou? - N�o foste a Qu�mica.

- Estou a fazer o trabalho. - Posso ajudar-te?

S� se quiseres faz�-lo por mim.

Talvez n�o fosse bom para a tua nota de acesso.

- Diverti-me no concerto. - Tamb�m eu.

Estava a pensar que pod�amos voltar a sair, um dia destes.

Bolas!

Se n�o quiseres, n�o �s obrigada.

N�o. Ouve, desculpa.

Estou a perder o ju�zo, neste instante.

- Podemos falar mais tarde? - Claro.

Obrigado. Adeus.

- Gravou o julgamento? - Algu�m fica melhor na televis�o?

Alvejara duas pessoas, na minha casa de praia,

e precisava da minha ajuda.

Est�o a ver? V�em? Agora.

O Taylor Garrett faz filmes. N�o � actor.

Olhem a cara dele.

Acredita que o Russo o tramou bem tramado. Porqu�?

- Porque o Russo n�o o avisou do plano. - Assim, o Garrett fica espantado.

- N�o estraga a estrat�gia do Russo. - Inteligente, mas arriscado.

E se o advogado j� lhe explicou o que o Russo fez?

Estamos acabados.

O oficial de justi�a disse que o Garrett e o Horning falaram.

- S� por um minuto, nunca a s�s. - Onde est� o Garrett?

- Numa carrinha, a caminho daqui. - Procura os oficiais de justi�a.

O Garrett n�o fala com o advogado at� eu dizer.

- Podemos fazer isso? - Falaste?

- Certo. - Liga para o Lance Horning.

Diz-lhe que h� uma reuni�o de instru��o na Sala de Confer�ncias 3A.

Mant�m o Garrett na nossa sala. N�o deixes que se encontrem.

- H� novas provas? - N�o propriamente. Liga ao Harry Russo.

Ele que volte para novo interrogat�rio. Arrasta-o pelo cabelo, se necess�rio.

F�-lo � vir at� c�, est� bem?

- O meu advogado? - Calma, ele vem a caminho.

Sou a �nica com fome? Comida tailandesa parece-me �ptima.

- S� quero que isto acabe. - Ouvi dizer que Pad Thai � uma del�cia.

- Superaste-te. - N�o sei a que te referes.

Salvaste o teu cliente, mas quase lhe provocaste um enfarte.

Viste a cara do Garrett quando o denunciaste?

- Imaginou-se logo na cadeira el�ctrica. - Isso passa-lhe.

Para teu pr�prio bem. Espero que n�o demore.

- Que se passa? - N�o informaste o Garrett.

Pensa que o lixaste. Agora, est� na hora da vingan�a.

Topaste o bluff da Jessica.

E ela n�o tinha o suficiente para te indiciar,

porque ningu�m estava disposto a denunciar-te ao j�ri.

Mas, finalmente, ela encontrou um volunt�rio.

- Onde est� o advogado dele? - O Horning tem problemas que cheguem.

Vou atr�s dele por corrup��o de testemunha.

Porque lhe entregaste a grava��o do jogo, e ele aceitou-a.

Ser� uma sorte se for apenas expulso da Ordem.

Pois... Sabes que mais, Tubar�o? Acho que � uma encena��o.

Acho que n�o tens nada.

Ent�o, paga para ver. Tens 30 segundos.

Se tens raz�o, levaste a melhor.

Se n�o, irritaste a Procuradora P�blica de Los Angeles em ano de elei��es.

Ela ir� atr�s de ti com todas as armas, Harry.

Esque�a a proposta dos dois anos. Incorres numa pena de 20.

Claro que talvez haja outra sa�da.

Pois, foi o que calculei.

D�-me algo para apanhar o Garrett por duplo homic�dio.

Garanto-te que nunca saber� de onde veio, mas preciso da arma do crime.

S� tens de me p�r no caminho certo.

Eu fa�o o resto.

Cinco segundos.

Tiveste a tua oportunidade.

Tubar�o?

- Uma Couth 450 Max de fabrico alem�o. - Informe-me do resultado da bal�stica.

A arma foi colocada l�.

Com as impress�es do seu cliente

e a bal�stica a relacion�-la com as balas nos corpos?

Tem-nos em alta considera��o.

Acho Mr. Sebastian Stark capaz de tudo.

Sinto-me lisonjeado, mas a verdade � esta:

o seu cliente foi apanhado em flagrante,

alvejou o marido ciumento e, para apagar o rasto, matou a amante.

Pede ajuda ao Russo.

Este ensina-o a apagar um v�deo de vigil�ncia

e a se livrar exactamente das provas no barco.

Mas, como todos os produtores de Hollywood, voc� � um g�nio.

N�o confia nos talentos que contrata. Ent�o, que faz?

Entra em p�nico, p�ra e tenta livrar-se da arma do crime.

Mas falha.

- Como se falha o Oceano Pac�fico? - Isto n�o passa tudo de especula��o.

A �nica escolha do seu cliente

� se quer morrer com uma injec��o letal ou envelhecer na cadeia.

Ent�o, quem come�a a licita��o?

- Ainda bem que ele est� do nosso lado. - N�o me digas...

Chacinei a mo��o de supress�o de provas. Arcaste com as culpas por mim.

Insanidade tempor�ria.

- L� porque n�s... - Fizemos sexo?

...n�o significa que vamos ser amigos.

- Tu � que sabes. - �ptimo.

Excelente.

- Ol�. Assustaste-me. - Devias beber menos Red Bull.

Vou sair, por isso, liga o alarme.

Como vai o trabalho?

Bem. Avancei consideravelmente.

Por que n�o me surpreende? Adoro-te.

Eu tamb�m.

- Tens um encontro? - Vou apenas para casa.

O teu chefe superou-se, hoje.

Apanhar o Taylor Garrett deve ser uma excelente publicidade.

Ent�o, em rela��o � nossa conversa...

Ou�a, o Stark tem l� os m�todos dele,

mas ningu�m se queixa quando ele ganha. Nem voc�.

Ou seja?

Impedimos o Garrett de falar com o advogado,

a fim de o usar para for�ar o Russo.

H� diferen�a entre uma acusa��o agressiva e a pr�tica de delitos.

Que sabes da liga��o do Stark ao Russo?

Pelo que percebo, o Stark nunca pisou o risco.

Contar-me-ias, se tivesse pisado?

Isto entre si e o Stark s� diz respeito a voc�s os dois.

Agradecia que me deixasse fora disto.

O teu pai tem grandes planos para ti. Vereador, presidente da c�mara...

Podia ajudar-te nesse sentido... ou n�o.

Ent�o, que tens a dizer do Stark?

� um advogado e peras.

Tenha uma boa noite.

- Est�s atrasado. - Fiquei detido num servi�o.

N�o tenho muito tempo. Que querias?

Soube que gostam de comida tailandesa.

Massa picante, camar�o com amendoim. Empanturra-te.

Ent�o, o Taylor Garrett n�o estava a denunciar ningu�m.

Estava a encomendar o almo�o. Eu sabia que n�o tinhas nada.

Saber que uma pessoa faz bluff e pagar para ver s�o coisas diferentes.

Pois, as coisas correram muito bem para ti.

Se tivesse de comparecer perante o j�ri,

de certeza que me teriam perguntado por Stockton.

Depois do que fizeste sob juramento,

as minhas probabilidades s�o boas.

Foi suic�dio, Tubar�o.

- Induziste-a, Russo. - Ganhaste o caso.

Aonde vais? N�o queres jantar?

Tenho uma filha em casa.

- Vemo-nos por a�, amigo. - Pois...

N�o te metas em sarilhos.

Legendagem: SDI Media Group

Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips

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