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Original subtitles

Anteriormente em Shark:

Aquele � o meu advogado. E se me soltassem?

Vamos criar uma unidade para ca�ar tipos com advogados como tu.

Quem � que aceitaria isso? N�o brinques.

Eu, procurador p�blico? Como-os ao pequeno-almo�o.

S�o ricos em fibra. Julgamento � guerra, perder � morrer.

A verdade � relativa. Escolham uma que resulte.

Que s�tio lindo. Os Narc�ticos devem estar fulos.

- Parece uma firma a s�rio. - Menos o sal�rio.

Uma vez que tem 16 anos, deve nomear

qual dos pais ser� o tutor at� fazer 18 anos.

- Escolho o meu pai. - Fico feliz que aqui estejas.

Est�vamos a dar-nos melhor. Parecias menos irritada.

- � s� que... - Ningu�m disse que seria f�cil.

�s uma boa advogada. Mas as pessoas do teu gabinete...

- Qual � a palavra? N�o prestam. - Isto vai ser divertido.

Continuam as buscas pela mulher do cirurgi�o, Dr. Mitchell Sterling.

Vamos agora para...

Passaram 13 dias desde que a minha mulher desapareceu.

Stephanie � uma m�e dedicada, uma companheira fiel e boa m�dica.

Estas fun��es s�o algo que ela nunca abandonaria.

Mas no �ntimo, tenho esperan�a.

Eu sei que a Stephanie est� viva.

Sentimos falta dela. Por isso, pe�o-vos que nos ajudem a encontr�-la.

Deve ser um �ptimo cirurgi�o para poder pagar isto.

� uma estrela. Sem ele, aquele hospital n�o seria nada.

- Stark. - Detective. Encontrou algo?

- De certeza que � kosher? - Pare�o-lhe um rabino?

Viemos aqui para investigar as chamadas.

Estamos a virar tudo do avesso. Qual � o motivo?

Eu tenho um diploma em Direito e voc� n�o.

J� percebo porque os pol�cias gostam de si.

- Mais vale temido que amado. - Um mandado seria �til.

Pena que a minha equipa n�o conseguiu a causa prov�vel.

Temo-nos esfor�ado...

S� oi�o desculpas. Ainda n�o vi resultados.

At� isso acontecer, estou a falar com uma anedota bem relacionada.

- Obrigado pelo incentivo. - Encontr�mos algo.

Sangue?

A marca assemelha-se � les�o de uma art�ria.

Arranja-me uma amostra. Procura o ADN da Stephanie Sterling.

Arrumem as coisas. J� temos o que quer�amos.

Em nome da minha fam�lia, quero agradecer-vos o apoio...

... os vossos cart�es e preces.

O tipo parece muito abalado.

Eles parecem-no sempre.

- Aqui est� a minha menina. - Bom dia.

- Que tal o pequeno-almo�o? - Bom.

A Flora pode comprar-te o que quiseres.

Cereais irlandeses, iogurte de Israel. Ela encontra tudo.

Como os mesmos cereais desde os seis anos. Obrigada.

S� estou a dizer que se quiseres animar mais as coisas...

O que se passa?

Nada. Vou jantar com a Rachel hoje.

- Boa. Ela � muito simp�tica. - Sim, � verdade.

Sabes, provavelmente, voltamos para aqui depois.

Est� bem.

E � capaz de ela ainda c� estar de manh�.

- E ent�o? - A casa tamb�m � tua.

Quero ter a certeza que n�o te importas que tenha...

- Sexo. ...visitas nocturnas.

Acho que n�o terei problemas.

- Tens a certeza? - Sim.

O Larry praticamente vivia connosco antes de ficar noivo da m�e.

- E antes disso... - Pois, j� percebi.

Isto significa que tamb�m posso ter visitas nocturnas, n�o �?

Deixa colocar as coisas desta forma.

Se apanhar um rapaz a sair do teu quarto de manh�

serei eu que precisarei de advogado.

Se sentiram o ar fresco quando acordaram...

Avisei-te que o juiz Fenton n�o aceitaria.

Desculpe, Senhora Promotora. �s vezes as coisas pegam.

Achavas que conseguias um mandado contra o Sterling

baseado num ind�cio conseguido sem um mandado?

O sangue era vis�vel.

Com a ajuda de qu�micos forenses e uma equipa cient�fica.

Escuta, este tipo matou a mulher.

Mas o j�ri � complicado. Gosta de ver provas palp�veis.

Os testes de ADN confirmaram que era sangue dela, percebeste?

A �nica coisa respons�vel por isto � a placa de metal na minha cabe�a.

- Se n�o t�m uma serra, adeus. - Podem deixar estar.

Obrigado. Onde � que eu ia?

Dizias que o j�ri � complicado. Mas os ju�zes tamb�m.

Eles gostam de provas obtidas legalmente.

N�o esquecendo que n�o temos um corpo para provar o homic�dio.

Pormenores.

Sterling � um cirurgi�o ilustre. Um pilar da comunidade.

Ele � o nosso homem.

Podias dar-me um pouco de corda. Podes ter sorte e eu enforco-me.

Muito bem, pessoal, ponham-me a par desde o in�cio.

A Pol�cia encontrou o carro da Stephanie

num parque, cinco horas ap�s desaparecer.

Um sem-abrigo viu um homem parecido com o Sterling

a sair de l� durante a madrugada.

N�o conseguiu identific�-lo nas fotos. E mais?

Provas de desaven�as entre eles.

Uma discuss�o h� duas semanas.

Est� vazio? Algu�m ouviu sobre o qu�?

Mas � provat�rio para o casamento.

Prova � que s�o casados. Pergunta � minha ex-mulher.

Telefonemas na noite em que desapareceu?

Tentou ligar-lhe para o telem�vel toda a noite.

Ligou para a irm� Yvonne �s 0h36 e deixou uma mensagem � 1h07.

Ela liga-lhe e falam durante 30 minutos.

E �s 6h34, come�a a ligar aos amigos da mulher e colegas.

- Ele estava preocupado? - Com o �libi.

E quanto ao motivo?

V�rias chamadas entre Stephanie e o director cl�nico

Charlie Bender a horas estranhas, meses antes de desaparecer.

Bender � um mulherengo. Anda pelos clubes em Sunset.

Um caso pode dar-nos o motivo. At� l�,

n�o temos pedido de resgate, provas admiss�veis e corpo.

N�o precisamos de corpo para uma acusa��o de homic�dio.

- Se n�o te importares de perder. - Importo-me.

Obrigado pelo conselho sobre o corpo de delito, tinha-me esquecido.

Este tipo, Mitchell Sterling, est� por detr�s de tudo.

- Como � que sabe? - J� representei tipos como ele.

Conhe�o os tipos como o Sterling. Est� a mentir.

Quando h� suspeitas de crime no desaparecimento de uma mulher

� sempre o marido ciumento. � como um clich�.

- Mas o caso ainda � circunstancial. - Tem de deixar de s�-lo.

Martin e Casey, falem com o director cl�nico.

O Casanova, Charlie Bender.

Madeleine, interroga todos com quem ele falou.

- A Pol�cia de L.A. j� tratou dessa parte. - Ent�o serve como ajuda.

Raina, tu vens comigo.

Vamos falar com o Sterling enquanto ainda coopera.

Este tipo � inteligente. Temos de o ser ainda mais.

- A minha advogada quis estar c�. - O Dr. Sterling tem colaborado.

N�o entendo porque o MP foi chamado.

Trata-se de um caso importante.

Quero certificar-me de que a investiga��o � bem liderada.

Deixe estar. Estou grato pelo zelo do Mr. Stark.

A �ltima vez que viu a sua mulher foi naquela manh�?

Tom�mos o pequeno-almo�o juntos. E depois fomos trabalhar.

- Voltou a falar com ela? - � hora do almo�o.

Ia fazer ser�o por causa de um protocolo de quimioterapia.

- Estaria em casa por volta das 22h. - Costumava ser assim?

De modo nenhum. Era muito dedicada aos seus doentes.

Tratava-os como se fossem da fam�lia.

O cart�o magn�tico da sua mulher indica que ela saiu de l� �s 21h32.

Tem ideia de onde possa ter ido?

S� tenho pensado nisso nas �ltimas semanas.

Isto �, at� � Stephanie ter desaparecido

n�o pass�vamos uma noite afastados h� mais de 18 anos.

- Ol�, campe�o. - Minha irm� Yvonne, o meu filho Ethan.

Eles est�o a ajudar-nos a encontrar a mam�.

Agora vamos l� para cima.

A Yvonne tem sido �ptima. Est� a ser muito dif�cil para ele.

Ligou-lhe na noite em que a sua mulher desapareceu, correcto?

A Stephanie e a minha irm� s�o muito chegadas.

Pensei que pudesse ter ido a casa da Yvonne.

- E n�o lhe ligava? - N�o era h�bito, mas estava aflito.

Deixei uma mensagem a dizer que ela tinha desaparecido.

A Yvonne ligou-me logo depois a dizer que tudo ia correr bem.

Ainda acredito que sim.

Tenho de o fazer.

Posso ir � casa de banho?

Claro.

Que peixes bonitos.

- J� os tens h� muito? - Menos o das riscas.

O peixe-gato comeu o mais antigo.

Tamb�m tive peixes na tua idade.

O meu pai vai dar-me um c�o.

Ena, ele deve gostar muito de ti.

Quando viste a tua m�e pela �ltima vez?

N�o faz mal, Ethan. Podes dizer-me.

Desculpe, posso ajud�-la?

N�o, estava a vir da casa de banho e...

O Dr. Sterling n�o quer que ningu�m fale com o Ethan.

- Estava apenas... - Esperam-na l� em baixo.

- Acha que ele sabe que � suspeito? - J� o sabia antes.

A Curbow � excelente.

A melhor advogada depois de mim. Como foi com o mi�do?

Ele tem algo para dizer.

Infelizmente, a tia apareceu antes de o fazer.

- Temos de falar com ele. - O Sterling n�o deixa.

� uma proibi��o do pai, n�o vem da lei.

Deixe-me adivinhar. Tem um plano e eu n�o vou gostar.

Est�s a come�ar a entender as coisas.

Conhe�o o Mitchell h� 15 anos. Veio para c� ap�s o internato.

Em cinco anos, tornou-se num dos melhores cirurgi�es do pa�s.

A outra coisa que ele mais ama � a fam�lia.

- Tinham um casamento feliz? - Sim.

- A Stephanie tem inimigos? - Ela � oncologista pedi�trica.

Duvido que haja mi�dos descontentes com os diagn�sticos.

Mas podem ter um pai irritado.

Como director cl�nico, devo proteger a privacidade dos doentes.

- A rela��o m�dico-paciente... - N�o estamos a pedir os processos.

S� queremos uma lista dos doentes e do seu estado.

Ou arranjamos uma cita��o. Para resolver isto.

Como est� a sua agenda para o pr�ximo m�s?

Mando-vos um estafeta com a lista. Mais alguma coisa?

Disse � Pol�cia que as suas conversas tardias ao telefone

com Stephanie Sterling eram sobre a expans�o do hospital?

Pertencemos ao comit� de planeamento.

Vamos construir uma nova UCI neonatal.

De acordo com um relat�rio da administra��o,

esses planos foram exclu�dos por causa do or�amento.

- O comit� foi dissolvido em Julho. - Onde quer chegar?

Se tinham um caso, agora � a altura para nos contar.

A minha vida privada � comigo.

N�o quando pode ser relevante num caso de desaparecidos.

N�o respondo a mais perguntas sem falar com o meu advogado.

- Rachel. - Ol�, minha linda.

O teu pai contou-me da mudan�a. Que excita��o.

Pelo menos para mim.

Est�s a brincar? Ele n�o fala de outra coisa.

Est� encantado por estares aqui.

- A s�rio? Ele n�o diz nada. - T�pico do teu pai.

Em 18 meses, a �nica vez que o vi comovido

foi quando ficou sem o humidificador.

- Est�o entretidas? - A falar de ti nas costas.

Desde que seja de como sou genial e lindo.

- Pois. - Quando � que a Rachel se muda

e a tornas numa mulher honesta?

Honesta? Ela roubou as minhas roupas.

Toda esta formosura junta, o brilho est� a dar cabo de mim.

Muito bem.

- J� temos... - Tenham calma.

J� temos permiss�o do Dr. Sterling para falar com o Ethan.

N�o posso autorizar se n�o vier por escrito.

� uma pena porque o Dr. Sterling est� sobre tanta press�o

que n�o o quisemos incomodar com algo trivial como um papel.

Mas se tem de ser feito, ele perceber� a ma�ada.

� Reitor Koosman com K, correcto?

- V�o precisar de quanto tempo? - Dez minutos, no m�ximo.

Ele est� no recreio. As amas v�o lev�-las at� ele.

Obrigada pela sua coopera��o.

Seguramente iremos transmiti-la ao pai dele.

- Vamos ambas para o Inferno. - As festas s�o melhores, anda.

Ol�, Ethan. Lembras-te de mim?

- Esteve em minha casa - Isso mesmo. Olha, senta-te.

- Sou a Raina, esta � a Madeleine. - Ol�.

Est� a tentar ajudar a encontrar a tua m�e.

Podemos fazer-te umas perguntas?

Sim?

Lembras-te da �ltima manh� que viste a tua m�e?

Sim.

Viste-a outra vez depois disso?

N�o.

Mas ouvi-a.

Quando?

Nessa noite.

Devia estar a dormir.

- Mas os meus pais estavam a gritar. - Sabes sobre o qu�?

N�o sei.

O que aconteceu depois?

Os gritos pararam.

Depois o meu pai veio ao meu quarto.

Fingi que estava a dormir porque n�o devia estar acordado.

Ouviste mais alguma coisa?

Ouvi a garagem...

e o carro a sair de l�.

Depois adormeci.

O que aconteceu quando acordaste?

O meu pai disse que a minha m�e n�o voltou para casa.

- Que t�nhamos de a procurar. - Disseste-lhe o que tinhas ouvido?

N�o.

- Obrigada por falares connosco, Ethan. - N�o t�m de qu�.

Isto deve chegar para o mandado de busca.

O senhor matou a sua mulher?

Logo que chegarmos, prepara as alega��es.

- A s�rio? - Ser�s o advogado assistente.

- Supondo que consegues. - Sem d�vida.

N�o ser� cedo para indiciar o Sterling?

O depoimento do Ethan conseguiu-nos o mandado.

Mas ainda estamos a confiar no testemunho de um mi�do.

Ao tornar-se uma testemunha material, t�nhamos de o separar do pai.

Deixem o carro passar, por favor.

- Acha que magoaria o pr�prio filho? - N�o sei.

Deix�-lo com a testemunha que pode mand�-lo para a pris�o...

n�o � um risco que quero correr.

A 7 de Setembro, Mitchell Sterling confrontou a mulher

por causa de um caso que ela mantinha.

N�o temos os seus restos mortais

porque o r�u se livrou do corpo

numa tentativa de esconder o crime.

Mas o seu comportamento ap�s o desaparecimento da mulher

determinar�, sem d�vida,

que Mitchell Sterling matou a m�e do seu filho.

Um rapazinho perdeu a m�e.

Uma m�e dedicada perdeu a vida.

Cabe-vos a voc�s fazer-lhes justi�a.

A quest�o � que n�o falamos de um julgamento de homic�dio.

N�o h� provas de que a Dra. Stephanie Sterling esteja morta.

Apenas temos algu�m desaparecido.

Uma mancha de sangue de um ferimento

de quando Mrs. Sterling pisou um abre-cartas h� 11 meses.

E pura especula��o.

Ir�o ouvir testemunhas que viram Stephanie Sterling viva e de sa�de

poucos dias antes do julgamento.

Mesmo se as desvalorizarem e acharem que foi v�tima de crime,

uma suposi��o que a lei n�o permite sem provas conclusivas,

n�o foi pelas m�os do seu dedicado marido de 18 anos.

Um m�dico empenhado a salvar vidas, n�o a tir�-las.

A acusa��o cometeu um grave erro.

O Dr. Sterling n�o � um assassino.

� um marido e um pai a lutar para salvar a fam�lia.

Algu�m me diz como � que nos escapou

o ferimento da Stephanie?

- Fui a todas as urg�ncias... - O marido � cirurgi�o cardiovascular!

Achas que n�o cozia o p� da mulher?

Voltei a ver o invent�rio da LAPD. N�o havia abre-cartas.

Sem cad�ver, a defesa pode dizer o que quiser

e n�o podemos contrariar.

E as tais testemunhas que supostamente a viram?

Est� tratado: estacionamento, �s 3h00, ter�a-feira, compras no Sherman Oaks.

E s�bado de manh� em Santa Monica.

Se todos a viram, ningu�m a viu.

Quero depoimentos completos e dados para contacto. Bom trabalho.

� assim que somos os advogados assistentes.

Diz. Ol�, Jules.

N�o, podes ir. Tenho planos para o jantar.

- Servi�o de quartos. - Ol�, Rachel, entra.

S� vim trazer uma coisa. Gaspacho e coq au vin.

- E chega para dois. Serve-te. - Obrigada. Qual � a grande ocasi�o?

O teu pai e eu �amos jantar,

mas ele teve de fazer ser�o. Portanto, em vez de ficar zangada,

tive um raro momento de dona de casa.

Obrigada. Sim, ele... N�o, ele est� a trabalhar.

Mas de certeza que vai adorar quando chegar a casa.

- Est� bem, at� logo. - Obrigada.

Adeus.

H� um senhor sentado ao centro. Esse � o juiz.

E vai haver 12 pessoas a ouvir o que est�s a dizer.

- Est� bem. - �s um menino inteligente.

Quando os meninos inteligentes v�o ao tribunal dizem a verdade.

- Acho que sim. - Se n�o entenderes alguma coisa,

pedes ao Mr. Stark para repetir, est� bem?

Est� bem.

Lembras-te da �ltima vez que viste a tua m�e?

- Sim. - Podes dizer-nos quando foi?

Ao pequeno-almo�o. Fez-me panquecas de mirtilo.

E voltaste a v�-la depois disso?

- N�o. - Ouviste a voz dela depois disso?

Responde-lhe, Ethan.

N�o, n�o ouvi a voz dela.

Ela n�o voltou para casa depois de te fazer as panquecas?

N�o.

N�o ouviste os teus pais a discutir quando estavas na cama?

Estava a dormir.

N�o te lembras do teu pai ter ido ao teu quarto para te ver?

J� lhe disse, estava a dormir.

Lembras-te daquilo que te dissemos, Ethan?

O teu dever � dizer a verdade.

J� chega! � um rapaz assustado cuja m�e desapareceu.

Se n�o gostam do depoimento, n�o o usem como testemunha.

Pode aguardar l� fora enquanto falamos com ele?

- N�o saio daqui. - Precisamos de falar com ele a s�s.

Ele n�o diz mais nada.

Instruir uma crian�a ou influenciar o seu testemunho

representa obstru��o � justi�a.

Ent�o prenda-me, mas acab�mos. Vamos embora, Ethan.

Ethan n�o serve como testemunha. Como � que o recuperamos?

- Use o depoimento inicial. - Pode n�o chegar.

Incapacite a tia como tutora.

Essa mo��o nunca ser� aceite. Como determinamos isso?

Provando que conspirou com o Sterling para encobrir provas,

o juiz ter� de nomear um tutor para o julgamento.

Boa ideia, dif�cil de provar. Escutem, a tia � a chave.

Tens raz�o. Sobretudo os telefonemas entre ela e o Sterling.

Se a pudermos usar para provar que Sterling matou a mulher

- n�o precisaremos do Ethan. - Exacto.

Digam-me sobre o que ela e o irm�o estavam a tagarelar

� 1h30 da madrugada.

Tantos anos de educa��o superior, quatro mentes, n�o desperdicemos isso.

Se a Yvonne sabe e est� a proteger o irm�o,

ent�o n�o falavam sobre encontrar a Stephanie.

Planeavam o que fazer com o corpo.

- Se for c�mplice, precisamos de provas. - J� estou a tratar disso.

A companhia telef�nica n�o colabora.

- Contestem a intima��o. - O julgamento j� come�ou.

Fazer pesquisa demora. Nem todos t�m o teu dom.

Nada de brigas. Est�o a brincar?

Podemos supor que viste os outros telefonemas do Sterling?

- Ou isso leva tempo? - Falei com todos a quem ele ligou.

Parecia nervoso, preocupado. Ou seja, est� a seguir o gui�o.

- O tipo � bom. - Temos de ser melhores.

Tu e o Casey, analisem as chamadas da Yvonne.

E tentem n�o se matar.

Martin, Raina, ap�s o recuo do mi�do, temos de achar o motivo.

Provar que o Bender e a Stephanie tinham um caso.

- N�o chega insinuar. - O Bender arranjou advogado.

Sejam inovadores. Isso aplica-se a todos.

Mais uma coisa: o Casey vai estar no tribunal

porque � de, todos, o que tem mais popularidade.

Num caso onde estamos atr�s de um marido sofredor

e tentamos afast�-lo do filho, vamos precisar disso.

O escolhido ser� o que nos der a melhor forma de vencermos. Ponto.

- N�o estava a sugerir... - Eis o que interessa:

s� h� espa�o para um ego nesta equipa.

E ele dirige-se para a porta.

Ol�, meninos.

- Ainda est�s acordada? - Desculpa.

Amber, a minha filha Julie.

Ol�. Ent�o como � que os dois se conheceram?

A Amber � de Palos Verdes. Ajuda os actores a ficar em forma.

Ent�o � personal trainer?

- E nutricionista certificada. - Com h�fen.

Ainda me vens ajudar com o trabalho de f�sica?

J� � bastante tarde. E se trat�ssemos disso de manh�?

O problema � que � um cap�tulo longo e muito complicado.

Aposto que se lembra de quando estudou f�sica. N�o �, Amber?

Vamos deixar a visita guiada para a pr�xima, Sebastian.

- N�o v�s. - Tenho um cliente cedo.

Est� bem.

Bonito servi�o. O que diabo foi aquilo?

A Rachel passou por c� com comida.

Disseste-lhe que ias fazer ser�o, e a mim que ias sair.

N�o te preocupes, n�o te desmascarei.

A Rachel e eu temos um acordo.

E desde quando � que devo explica��es � minha filha?

Devias dar-me uma lista das pessoas a quem devo mentir

para n�o estragar nada.

A defesa est� a impedir-nos de usar o depoimento do Ethan

� Raina e � Madeleine na escola.

Pode aguardar, por favor?

Obrigado.

Isto est� a ficar cada vez melhor.

A fam�lia do Ethan avisou Mr. Stark quanto ao contacto n�o vigiado.

Isto deveria ter sido feito antes do julgamento.

Deveria ter sido apresentado e debatido.

Como h� um menor envolvido, irei esquecer as irregularidades.

- V� direito ao ponto. - O mi�do � testemunha material.

Os desejos do pai, o qual, quando do interrogat�rio do filho,

era suspeito de assassinar a m�e dele, n�o s�o...

O �nico a saber isso � Sebastian Stark.

D�-me uma regra que pro�ba o di�logo

ou o m�todo como este foi conduzido.

S� uma. Foi a primeira coisa inteligente que disseste at� agora.

Pode n�o haver uma regra clara.

Quando os adultos cercam uma crian�a e a interrogam

essas declara��es s�o fruto de coac��o e por isso duvidosas.

Estou a p�r de lado o uso das declara��es do rapaz.

Como foram usadas para o mandado obtido por causa do sangue

e essa foi a base para a acusa��o

a defesa pede a anula��o.

- Boa tentativa. - Obrigado.

Atrasou uma derroga��o a agora tem de ir a julgamento.

Isto supondo que a acusa��o est� preparada para continuar?

- Ansiosos por isso. - Aquilo correu bem.

Recebemos uma mensagem do m�dico-legista.

Espero que seja por causa de uma aut�psia.

Encontraram-na hoje numa vala pouco profunda na Angeles Forest.

O registo dent�rio identifica-a como Stephanie Sterling.

A hora em que morreu � perto da altura em que desapareceu.

- Causa da morte? - Fractura da terceira e quarta v�rtebra.

Partiu a espinal medula. Foi instant�neo.

Foi isso? Um pesco�o partido?

Ent�o e as les�es, os golpes fundos? Ferimentos recentes?

- N�o h� vest�gios. - Havia sangue por toda a casa.

Tinha um corte com sete cent�metros no p� direito.

Talvez com um ano. Essas coisas sangram imenso.

- H� problemas? - Bom, deixe-me ver.

Estou a usar uma teoria de homic�dio contrariada pelo corpo da v�tima.

E perdi a minha testemunha-chave.

Isso soa-lhe a problemas?

- Tenho uma assinatura do Times. - Deves ter lido o editorial

onde apelidam a acusa��o de apressada e imprudente.

Em L.A. as pessoas apenas l�em os destaques.

- Temos o tipo errado? - Escuta o que te digo:

- N�o. - O corpo da Stephanie...

N�o preciso mostrar como morreu para ter uma senten�a.

Sugeriste uma teoria falsa ao j�ri.

N�o ir�o acreditar em ti.

Deixa-me adivinhar. Queres fugir?

Se puder optar entre uma humilha��o...

Mitchell Sterling matou a mulher. Posso vencer. Sei o que estou a fazer.

N�o obstante apresentares provas do contr�rio?

Precisas de alguma coisa?

- Um j�ri com mem�ria curta. - H� algo nos registos telef�nicos?

A operadora disponibilizou-os. Estamos a analisar.

- Avisei-o que �amos muito depressa. - Est� a proteger o mi�do.

Se perdermos, ele vai viver com o homem que matou a m�e.

Por isso n�o podemos perder.

Extracto do cart�o do director cl�nico do hospital.

Aluga um quarto no hotel The Sunset Siesta

duas vezes por semana h� cinco meses.

N�o � para a� que os sedutores levam as suas conquistas?

Vou ver no manual dos sedutores e j� te digo.

- Vamos interrogar o gerente. - Sim.

- H� algum problema? - Bonito e sens�vel.

Que del�cia.

- J� tinha visto o Dr. Bender? - Lamento mas n�o o conhe�o.

- Foi h�spede 36 vezes desde Abril. - Temos muitos h�spedes.

Sei que o seu ramo � a discri��o, mas uma mulher morreu.

E prometo que n�o ter� de testemunhar.

- Tenho mesmo de... - Est� bem, Alex, escute bem.

Ou fala comigo ou o pr�ximo h�spede � a Brigada de Costumes.

Mal vejam uma acompanhante, calculo que em segundos

ser� acusado de lenoc�nio pelos 10 porcento que est� a receber.

- Quer dar mais uma olhadela? - Est� bem.

- � cliente habitual. J� posso ir? - Calma a�.

Alguma vez veio com esta mulher? Dra. Stephanie Sterling?

- N�o. - Estou a falar de pol�cias grandalh�es.

- Veja outra vez. - Acredite, ela n�o faz o tipo dele.

Ent�o quem faz o tipo dele?

Ele.

- Encontr�mos algo. - C�psulas de cianeto?

�s 4h56 da manh�, Stephanie desapareceu.

Ligaram de uma cabina do parque onde encontraram o jipe da Stephanie.

Explica como Sterling foi para casa depois de se livrar do corpo.

- Isso torna a Yvonne c�mplice. - Podemos provar tudo isso?

Ainda n�o. Ela tem atendedor de chamadas.

A operadora guarda mensagens apagadas durante 90 dias.

Fizemos o download da mensagem do irm�o.

- Fant�stico. - Infelizmente, � apenas ru�do.

Voc�s d�o cabo de mim.

E quando melhoraste o �udio da mensagem?

- Ol�? Isto est� ligado? - Era eu que devia tratar disso.

- A culpa � minha, j� vou ver. - Vamos rever as coisas.

Fic�mos sem motivo porque o Bender n�o � um playboy,

gosta de rapazes. A aut�psia afunda a teoria

de o Sterling ter matado a mulher num ataque sangrento.

Preciso de come�ar a beber durante o dia.

"A culpa � minha? J� vou ver?" O que raio foi aquilo?

Sa� de cena por ti. No m�nimo devias agradecer-me.

Agradecer? Namoriscas comigo �s escondidas.

Criticas-me para ele te chamar a aten��o.

Depois finges que passou para ca�res nas boas gra�as.

�s uma aberra��o.

Isso quer dizer que n�o vamos sair mais logo?

- Nada de m�s not�cias � refei��o. - O banco do Sterling ligou.

Levantou um milh�o de d�lares de um PPR.

Um tipo daqueles? Prendem-no antes de ele fugir.

Ele n�o vai a lado nenhum. � para abrir uma conta para o filho.

- O que mais? - Compar�mos os quatro nomes

na nota com uma lista de suspeitos que a Pol�cia de L.A. eliminara.

- Temos uma pista. - Est�s � espera do rufar?

Alyssa Ferguson, o marido morreu numa cirurgia feita pelo Sterling.

Os Sterling arranjaram uma provid�ncia cautelar contra ela.

- Mas tem �libi. - Exacto.

Mas Ferguson deu-nos os ficheiros do Mitchell.

Os tr�s nomes na nota morreram

nos �ltimos 22 meses na mesa de opera��es do Sterling.

- Os registos do hospital? - Removidos.

Dou-lhe s� um palpite.

- Director cl�nico Charlie Bender. - Por isso � que � o chefe.

Por isso � que sou o chefe. E se o intimarmos?

Est� a ser tratado. Se n�o mostrar os ficheiros, � preso.

Vou s� diz�-lo uma vez. Se alguma vez me citarem, eu nego-o.

Excelente trabalho.

- TA, 110/70. Oximetria 72. - Mais suc��o, por favor.

- Dr., precisa de um intervalo? - Preciso � de mais luz.

- Quantas vezes preciso de? - Bingo.

O doente era Wes Ferguson. Duplo bypass, n�o se safou.

- O que � isto? "Toda a verdade"? - Um festival de cinema.

Temos mais tr�s v�deos. A mesma coisa.

Sterling parece confuso, queixa-se da luz, e o doente morre.

Os nomes dos quatro doentes foram encontrados no corpo.

As fichas estavam com o seu cliente.

- Quais s�o as hip�teses? - � um tiro no escuro.

- O meu cliente � o director. Ele... - Chega!

Estou farto das tretas do seu cliente.

Responda-me a isto, Chuck. Gosta de exercer medicina?

Se n�o disser tudo o que sabe sobre a morte de Stephanie Sterling,

a Ordem dos M�dicos vai ter um festival de cinema privado.

- Queremos imunidade total. - Fale.

H� uns meses, a Stephanie procurou-me.

Contou-me que o Mitchell tem uma degenera��o macular.

- O Sterling est� a ficar cego? - Sim.

A Stephanie for�ou-o a parar, mas ele negou-se.

- Ela pediu-me para intervir. - E f�-lo?

Era uma situa��o complicada.

Sabia que ele estava a ficar cego, e deixou-o ficar?

Tentava proteger o hospital e um m�dico que salva vidas.

E o seu pesco�o. Sabia o que aconteceria

se viesse a p�blico que deixou um cirurgi�o cego operar.

- O Sterling matou a mulher? - Sinceramente, n�o sei.

Mas no dia em que desapareceu, ela amea�ou ir � Ordem dos M�dicos,

se eu n�o anulasse os privil�gios cir�rgicos do Mitchell.

Mais tarde falei com o Mitchell. Disse-lhe que j� n�o era cirurgi�o.

- Disse-lhe porqu�? - Sim.

Embora n�o dissesse como descobri.

Vai testemunhar isto palavra por palavra.

E se acaso se interroga porque as pessoas odeiam os m�dicos,

veja-se ao espelho.

- N�o oi�o nada, Lewis. - Exactamente.

Aqui est� a voz optimizada.

O que diabo � isso?

O �nico som ambiente significativo na mensagem.

Isolei o padr�o da onda sonora, modulei a frequ�ncia...

Em ingl�s, Lewis.

- Bolhinhas. - Bolhinhas?

Bolhinhas.

O Ethan tem um aqu�rio enorme no quarto.

Segundo o depoimento do Dr. Sterling aos pol�cias,

ele ligou primeiro � irm� do telefone da cozinha.

Mas foi do quarto do Ethan.

Como sabemos que ele n�o forjou a chamada?

Porque disse que deixou uma mensagem � Yvonne.

Mas n�o havia nenhuma mensagem. O Sterling mentiu.

E o �nico motivo foi o de encobrir a chamada do filho.

- Porque � que ele ligou � tia? - Ouve os pais a discutirem.

Assusta-se, liga � tia, desliga.

Ela chega a casa, ouve a mensagem, v� quem foi, liga ao Sterling.

E arranja um �libi.

Que tipo de homem usa o filho para encobrir a morte da mulher?

- Acho que sabemos a resposta. - Talvez n�o.

Bom, vejamos. Mata a mulher para salvar a carreira.

Livra-se do corpo na floresta e pede ao filho que minta por ele.

- O que � que n�o entende? - Escuta, Miss "Espertinha".

Caso n�o tenhas reparado, n�o temos uma estrat�gia.

Engan�mo-nos na causa da morte. E no caso extraconjugal.

N�o podemos errar outra vez.

Bender d�-nos o motivo, mas precisamos de uma testemunha. Falemos com a tia.

- Ela n�o ir� entregar o irm�o. - Esque�am-na. O mi�do.

- Quer usar o Ethan? - Eu quero vencer.

- O juiz n�o nos deixa falar com ele. - Esperem a�.

O depoimento dele na escola foi eliminado como fal�vel.

A mensagem prova que estava acordado e que ligou � tia.

Quero uma alega��o de urg�ncia para usar

o depoimento do Ethan na mesa do juiz.

Vai chamar a depor uma crian�a que perdeu a m�e

- e apertar com ele? - � isso mesmo que eu vou fazer.

O tiro pode sair-nos pela culatra.

Se usarmos o Ethan, perdemos o j�ri.

Mesmo que nos d� o que queremos, o apoio poder� ir para o Sterling.

- Podemos n�o recuperar. - Tens outra ideia? Sou todo ouvidos.

Obrigado. Pronto para o grande plano?

Bom dia.

Bom dia.

A testemunha prestou juramento no gabinete.

Pode avan�ar, Mr. Stark.

Ethan, chamo-me Mr. Stark.

- J� nos conhecemos, n�o �? - Sim.

Est�s a ver estas duas senhoras?

Raina Troy e Madeleine Poe trabalham comigo.

Elas foram � tua escola falar contigo, n�o foram?

E perguntaram-te quando viste a tua m�e?

Protesto. � um rumor.

Indeferido.

Podes responder, Ethan.

- Sim. - O que � que lhes disseste?

Eu vi-a na parte da manh�.

Depois perguntaram se ela voltou a casa nessa noite?

- Sim. - E o que lhes disseste?

N�o sei.

N�o lhes disseste que ela voltou para casa nessa noite?

N�o me lembro.

N�o contaste uma hist�ria diferente � Madeleine e � Raina

h� poucos dias?

N�o sei.

Gostas do teu pai?

- Sim. - Porqu�?

Porque ele � o meu pai.

E se ele te pedisse para fazeres uma coisa

- tu fazias, correcto? - Sim.

Provavelmente farias tudo o que ele pedisse, n�o �?

Sim.

- Mentirias por ele? - Protesto.

Indeferido.

A pergunta �: mentirias pelo teu pai?

Eu sei que � dif�cil, Ethan, e n�o acho que seja justo.

Mas preciso que respondas � pergunta.

O tribunal podia pedir � testemunha para responder?

Pare.

Deixe-o em paz. Eu digo-lhe o que quer saber.

Antes de come�ar, queria uns minutos com o meu filho.

Primeiro, preste o depoimento. Depois j� pode ver o Ethan.

A sua mulher contou ao Dr. Bender sobre o seu estado m�dico.

O Bender suspendeu-o.

E isso leva-nos at� � noite fat�dica.

A Stephanie estava no laborat�rio. Ela estava a fazer ser�o.

Quando ela chegou, come��mos a discutir.

Sobre ela ir falar nas suas costas?

Senti-me tra�do.

Ser cirurgi�o � a minha vida.

E eu sabia que ainda podia operar, salvar pessoas.

Pensei em perder tudo isso.

- O que aconteceu a seguir? - As coisas deterioraram-se.

A Stephanie disse que eu estava a ser ego�sta.

A colocar pessoas em risco.

Ela chamou-me...

Continue, Dr. Sterling.

Chamou-me assassino.

Nunca lhe tinha levantado a m�o.

Mas dei-lhe uma bofetada.

Ela estava mesmo junto �s escadas e caiu para tr�s.

N�o pude fazer nada.

Foi um acidente.

Sim.

Eu nunca faria mal � m�e do meu filho.

Eu amei profundamente a Stephanie.

Teria dado a vida por ela.

Porqu� tudo isto? Estas mentiras? Porqu� envolver o seu filho?

Eu fi-lo por ele.

Ele j� perdeu um dos pais.

N�o podia deixar que perdesse o outro.

Fez-se justi�a.

O promotor assistente Casey Woodland ir� responder �s perguntas.

Muito obrigado. Obrigado, obrigado, obrigado.

Dr. Sterling foi um...

Quatro a oito anos? Depois de tudo, deixa-lo pedir homic�dio involunt�rio?

- E aceitaste quatro a oito anos? - "Bom trabalho, Sebastian.

Tinhas raz�o. Quero ser a m�e dos teus filhos."

N�o pensei que acabasses por dar-lhe uma oportunidade.

Pagas-me para vencer, eu venci. O Sterling vai para a pris�o.

- Estavas errado acerca dele. - Disse que foi ele. E foi.

N�o era o assassino implac�vel que pensavas.

Por isso chamaste o mi�do a depor.

- Sabias que ele faria o que era certo. - Deu um milh�o de d�lares ao filho.

Achei que era uma boa aposta.

Est� tudo bem. Vais ver.

E se ele n�o o interrompesse? Terias levado o Ethan ao limite?

Esperem, aguardem a�.

Posso?

Obrigado.

Est�s bem?

Vamos, d� um abra�o ao pap�.

Gosto muito de ti, Ethan.

N�o dev�amos estar a fazer isto.

Isto � mau.

Nem sequer gosto de ti.

Tamb�m n�o gosto de ti.

Vi-te na televis�o.

- N�o houve vencedores aqui. - Excepto tu.

Queres ir comer ao Fabenni? O Maurizio est� a dever-me.

Eu j� comi.

At� � melhor n�o irmos. N�o posso comer massa, engorda.

Escuta.

- Vivo sozinho h� muito tempo. - N�o me deves explica��es.

Tens raz�o, n�o devo. Esta � oferta da casa.

A Rachel � fant�stica. Gosto muito dela.

Mas n�o lhe posso dar o que ela quer.

- Porque n�o? - Tentei com a tua m�e.

A palavra "fracasso" vem-me � cabe�a.

Durante o resto da vida, n�o te vais comprometer com outra mulher?

Por acaso, j� o fiz.

Legendagem: SDI Media Group

Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips

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