All language subtitles for Star.Trek.Strange.New.Worlds.S04E09.1080p.HEVC.x265-MeGusta[SLFH-CV]

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Original subtitles

No epis�dio anterior de Star Trek: Strange New Worlds...

Um c�rebro de Boltzmann � uma consci�ncia gerada espontaneamente

Esta consci�ncia

transformou, de alguma forma, a tripula��o em personagens de um livro.

A Entidade n�o tirou a hist�ria

de ti, mas sim da tua filha.

Rukiya.

O espa�o � ilimitado na sua beleza

e no seu terror.

O que quer que tenha acontecido aqui,

isso enlouqueceu o CSO da Griffin .

N�o �s um Khan.

N�o �s um Romulano, e tu

n�o �s um monstro.

�s um de n�s.

Fisicamente, est�o todos bem.

Mentalmente?

Parti a m�o, e n�o sinto qualquer dor.

Sinto todo o meu corpo mais em sintonia.

- E a tua mente? - Confusa.

Tens as melhorias da tua fam�lia,

e acreditas que, por causa delas,

podes tornar-te perigoso.

Sim, acredito.

Di�rio pessoal do chefe de seguran�a.

Data estelar 2355,6.

A miss�o da Enterprise para representar a Frota Estelar

no casamento de um dignit�rio benzita foi um sucesso,

devido �s minhas pr�prias preocupa��es pessoais.

Mas h� um lado meu de que alguns t�m...

medo.

Mas se a mantiver afastada dos meus amigos, ela pode proteg�-los,

quer eles se apercebam disso ou n�o.

Ent�o... a La'An � fant�stica.

Ela � mesmo fant�stica. S� que, ultimamente, tem estado um pouco...

N�o est� �ptima.

Algu�m vai dizer-lhe alguma coisa?

Acredito que ela est� dividida entre dois lados de si mesma.

Um dos lados nem sequer se veste para um casamento.

Quem vai ganhar?

� algo que s� ela pode enfrentar.

N�o podemos dizer-lhe o que fazer.

O capit�o

pode falar com ela, e ela n�o pode ignor�-lo.

Devemos falar sobre os nossos sentimentos?

As pessoas est�o... preocupadas.

Tenho conseguido fazer o meu trabalho.

Sim.

Mas tens a certeza de que est�s bem? Quer dizer,

tu confiscaste a experi�ncia cient�fica do Spock e do Sam.

Porque estavam a discutir como crian�as.

E... e quanto ao casamento?

O dignit�rio de Orion era um espi�o. Est� bem?

Impedi um incidente intergal�ctico e salvei um casamento.

Ao enfiar a cara do noivo no pr�prio bolo

e ao atear fogo ao vestido da noiva.

Pois, sim. Bem, aquilo come�ou por ser uma dan�a.

Por isso, desculpa l� isso.

Olha, La'An...

Porque � que n�o pedimos uma segunda opini�o?

Lamento informar-te disso.

O Chefe de Seguran�a La'An Noonien-Singh

est� apto para o servi�o.

Tem alguma coisa que cure o mau humor agudo?

Se tivesse, j� lho teria dado h� anos.

Se me permitem, vou-me retirar?

Temos uma reuni�o sobre a miss�o para tratar.

Este planeta n�o deveria existir.

Est� a mover-se pelo espa�o por conta pr�pria.

Desafiando a f�sica e a l�gica,

tem gravidade, ar respir�vel,

e sinais de vida.

Aquela coisa parece que devia ter sido pintada

na lateral da carrinha do meu ex-namorado.

N�o sabes o que � uma carrinha.

- De que tipo de vida estamos a falar aqui? - Desconhecida.

A atmosfera invulgar do planeta

n�o permitir� que os sensores produzam uma leitura detalhada.

Emocionante.

Perigoso.

N�o se sabe que amea�as existem l� em baixo, senhor.

Estamos todos drogados?

Ou... ou voc�s tamb�m v�em um castelo ali?

- N�s vemos. - Tamb�m vemos

fadas.

Fascinante.

S� podem estar a brincar comigo.

� como se um livro de contos tivesse ganho vida.

Ou... �Medieval Times�, se fosse um planeta inteiro.

Bem, como algu�m

que viveu nessa �poca,

posso dizer-lhe que

este lugar cheira 100% menos a

estrume e morte.

Desculpe a intromiss�o, senhor, mas...

Joseph?

Quando � que te teletransportaste...

Larguem-na, seus patifes.

J� est�s a salvo, Princesa Thalia.

Ele est� a falar de mim?

M'Benga, o que se passa?

Capit�o, este n�o � o Dr. M'Benga.

Ent�o, quem � ele?

Ent�o, deixa-me ver se percebi bem.

Quando nos depar�mos com o c�rebro de Boltzmann,

este deu vida � hist�ria preferida da sua filha,

e utilizou a tripula��o da minha nave

para interpretar as personagens dessa hist�ria?

Exactamente.

E n�o nos lembramos disto porque...?

O c�rebro de Boltzmann apagou as mem�rias de toda a gente,

excepto as minhas.

Ent�o... quem interpretou quem, exactamente?

Tu foste o covarde Sir Rauth.

O Spock era um feiticeiro mal�fico chamado Pollux.

N�o era isso que eu teria imaginado.

La'An era a princesa Thalia.

Uma princesa? Por favor.

E quem era eu nesta confus�o?

Ainda n�o estavas na nave.

Perco sempre as partes divertidas.

Se j� tiv�ssemos desempenhado estes pap�is antes, na nossa nave,

como � que agora h� uma pessoa neste planeta de loucos

que � a tua cara?

E ser� que a exist�ncia dele sugere

que h� mais s�sias neste planeta?

- � dif�cil saber. - Joseph,

vamos precisar desse livro,

juntamente com quaisquer sugest�es para uma muda de roupa.

Vamos ficar? Porque � que vamos ficar?

Para descobrir por que raz�o um planeta m�gico

povoado pelos nossos s�sias est� a flutuar pelo espa�o.

Magia? Estamos a dizer que a magia � uma coisa real agora, n�o �?

�Qualquer tecnologia suficientemente avan�ada

� indistingu�vel da magia.�

Arthur C. Clarke.

Bem, sabes, dei-lhe a ele e ao Kubrick

algumas notas sobre 2001.

La'An, olha, foi por isso que viemos aqui.

Compreendo a tua hesita��o, La'An.

Enquanto a Rukiya n�o estiver l�,

qualquer ci�ncia que ela tenha deixado para tr�s continua a funcionar.

O que levanta a quest�o: ser� que isso est� l� para ti?

Eu? Porqu�?

Da �ltima vez que vimos doppelg�ngers,

a nebulosa, de alguma forma, leu os meus pensamentos.

Ela percebeu que eu estava a lidar com emo��es dif�ceis,

e levou-me a enfrent�-las numa hist�ria.

E a hist�ria dela claramente n�o � sobre mim.

Como seu m�dico,

posso dizer que � voc� quem est�,

mais do que qualquer um de n�s, a lidar com emo��es dif�ceis.

Como o planeta funciona como uma hist�ria,

� poss�vel que as tenha sentido,

e esteja a oferecer-vos uma oportunidade

de as enfrentar.

Talvez esta miss�o de desembarque

seja exactamente o que precisas.

Talvez seja essa a raz�o pela qual o planeta est� aqui, para come�ar.

Absurdo.

Ent�o, qual � o plano?

� suposto eu vestir isto

e fingir que sou a nossa contraparte?

- Rid�culo. Absurdo. - E se...

a Rukiya nos tivesse atribu�do determinados tipos de personagens

porque sentiu...

os nossos desejos mais profundos,

revelando assim o nosso lado oculto.

Est�s a sugerir que o meu lado oculto

� uma donzela pat�tica em perigo?

N�o estou. N�o.

Carl Jung, por outro lado...

Nunca na minha vida quis ser uma princesa.

Mas tens o papel mais f�cil de interpretar.

Tudo o que tens de fazer � enviar pr�ncipes em miss�es

e ficar a choramingar sempre que as coisas n�o correm como queres.

Acho que vou ver como est� o resto

da equipa.

O Rauth � mesmo um cobarde.

Todos os que falam na terceira pessoa o s�o.

Certo! Sim,

sou eu, Sir Rauth, com quem falas.

�Com quem� n�o � uma palavra.

Est�s cercado, porco nojento.

O meu dia est� a ficar cada vez pior.

Primeiro, voc�s, cretinos,

e agora, a Guarda Carmesim da Rainha Neve vem prender-nos.

Vou revistar a �rea. Voc�s os dois,

levem estes traidores at� � rainha.

Ela vai ter uma conversa com eles sobre

- a profecia. - A profecia?

Isso nunca � bom.

Acho que esta rainha deve ser um verdadeiro pesadelo.

Quem quer que queira governar o Reino de El�sio,

tem de assumir o controlo do Drag�o de Ferro.

E o Drag�o de Ferro chegou.

Espa�o.

A �ltima fronteira.

Estas s�o as viagens da nave espacial Enterprise.

A sua miss�o de cinco anos:

explorar novos e estranhos mundos...

descobrir novas formas de vida

e novas civiliza��es...

para chegar corajosamente onde ningu�m jamais esteve.

STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS

S04E09 - Once La'an a Time

Tradu��o e legendagem: slfh64

Pelia, n�o vais convencer-me a usar isto.

Princesa Thalia, fugiste?

N�o, eu estou... estou...

Ouve, n�o te quero fazer mal.

Ent�o, vai ser mal mesmo.

- Certo, vamos l� a algumas respostas. - Viva!

Ser� que os meus olhos me enganam?

Minha querida...

Meu Deus!

Quem raio �s tu?

- James? - O qu�?

- O qu�? - N�o. N�o.

Sou eu, o teu verdadeiro amor. O Pr�ncipe Dashing.

Dashing?

- Mas tu n�o aparecias no livro. - O livro?

Minha querida, o que � que te perturba?

Al�m daquela roupa horr�vel

que te obrigaram a usar na masmorra.

Estou... estou bem. S� que...

gostaria de trocar algumas palavras com o Carl Jung.

� esse o feiticeiro que te roubou a mem�ria?

� evidente que a Rainha Neve, de alguma forma, te roubou as mem�rias.

Sim, � evidente que perdi a mem�ria.

E o meu phaser est� avariado.

- Brilhante. - Bem, agora que n�s

- elimin�mos a Guarda da Rainha... - N�s?

E n�o fomos feitos prisioneiros como o Pollux,

- Rauth e o rei Ridley... - Foram capturados?

Bem, para a masmorra da rainha.

- Onde � isso? - � de onde acabaste de fugir.

� um enorme al�vio, a s�rio.

H� meses que ando a tentar tirar-te de l�.

Com que empenho estavas a tentar?

Encontrei uma chave... para a porta traseira secreta.

Est� bem, deixa-me ver.

Quer dizer, eu... eu li sobre uma chave.

Na verdade, est� escondida

numa f-floresta muito escura e um pouco assustadora e...

Preciso dessa chave. Preciso de os salvar.

S� podes estar a brincar!

Salvar o Rauth e o Pollux.

Que ideia!

- Eles s�o os piores. - Pois, n�o s�o eles.

Tenho de arrombar a porta para recuperar...

o meu precioso... colar.

Vou comprar-te uma d�zia de substitutos, meu amor,

mas agora, temos de ir ter com o feiticeiro mais pr�ximo

para desfazer este horr�vel feiti�o de mem�ria.

Sim, bem...

as minhas mem�rias... a rainha guardou-as no meu colar.

Portanto, sem o colar, nunca me vou lembrar de nada.

E-Est�s bem?

Nem sequer me lembro de como se chora!

Isto n�o pode ficar assim.

Para o castelo!

N�o acredito que resultou.

A s�rio?

P-Podia ser pior, certo?

Parece que � pior.

Ol�!

Bem...

pelo menos temos um aliado.

Ol�.

- Como te chamas? - Afasta-te da minha preciosa Runa!

Vem c�, minha pequena...

La'An?

La'An?

Um dos teus feiti�os mal�ficos, Pollux?

- N�o � a La'An. - Vossa Alteza,

em que consiste exactamente a profecia?

Apesar do meu desejo de ser gentil,

recuso-me a continuar a discuss�o com qualquer um de v�s.

Bom dia, senhores.

O qu�?

Parece que os nossos s�sias s�o bastante criticados.

Sim, o que levanta a quest�o:

onde � que eles est�o?

Detectei a magia do Drag�o de Ferro no nosso territ�rio

dentro destes objectos.

Talvez estes vestidos e a am�ijoa m�gica

nos permitam controlar a besta.

Vou abrir a am�ijoa m�gica

e ver como � que ela nos pode ajudar.

Enterprise.

Senhor? Aqui � o alferes Salazar.

Deseja regressar � Enterprise?

Sauda��es, amigo, que prazer encontr�-lo e todos os meus cumprimentos. Sim.

Gostar�amos de �entrar com o pr�mio�.

Feiti�aria.

Capit�o Pike, est� tudo bem consigo?

Desculpe...

Capit�o?

Sim.

Devo chamar a enfermaria? Devo chamar...

Parem.

- Reconhece-nos? - Sim.

O senhor � o Sr. Spock,

e o senhor � o Capit�o Pike.

Curioso. O Drag�o de Ferro � uma nave.

Ela �lan�a uma sombra sobre o nosso mundo�.

Talvez, ent�o, a sua tripula��o seja vers�es sombrias de n�s pr�prios.

Dev�amos disfar�ar-nos como os nossos duplos

para desvendar este mist�rio.

N�o, isso n�o est� bem.

Tenho de ter cuidado com a minha magia.

Sem poder reabastecer

a minha aura no Cristal da Morte...

Sim, sim, sim, sim.

Podemos concentrar-nos no que � importante, por favor?

Eu, Sir Rauth, estou no comando

do lend�rio Drag�o de Ferro.

Desculpe. Continue.

Esta nave � maior do que pensava, n�o �?

� mesmo.

Vais cumprir a sua profecia?

E assumir o controlo do Drag�o de Ferro?

Com ele sob o meu comando,

poderia fazer do Reino El�sio

o meu reino de ver�o.

Enquanto tu e eu exploramos e conquistamos o firmamento.

Vem, depressa.

Que maravilhas se descobrem nas p�ginas de um livro.

N�o sabia que sabias ler.

Minha rainha.

Eu... Sou eu, Sir Rauth, o...

covarde.

Viemos para negociar...

N�o �s um covarde que se suja sozinho.

N�o �s o meu ex-capanga. E tu...

Bem, n�o fa�o ideia de quem �s.

Todos voc�s irradiam a mesma magia

que emana do Drag�o de Ferro.

Fascinante. Enterprise parece ser

- a profecia acima mencionada. - Voc�s s�o

as contrapartes sombrias

- daqueles que se op�em � rainha. - Muito bem.

Sim. N�s... n�s somos origin�rios de...

do Drag�o de Ferro.

Mas n�o vos queremos fazer mal. Absolutamente nenhum.

Estamos simplesmente a explorar o vosso territ�rio.

Sou o Capit�o Pike. Este � o Sr. Spock.

E este...

Este � o Benny Russell,

o autor daquele livro.

O qu�?

� verdade? � a senhora a autora deste livro?

Sim. Sou eu.

E-E al�m disso, sou duquesa.

Espl�ndido.

Vais escrever um novo volume.

O verdadeiro e maior cap�tulo que este mundo j� viu.

Sim, mas sabes, na verdade, tenho apenas um pouquinho

de bloqueio criativo,

- mas-mas-mas ser� que poder�amos... - Poder�amos...

A s�rio, posso explicar.

Tenho a certeza de que consegues.

Ainda sentes algum bloqueio?

Na verdade, � precisamente o contr�rio.

Vais come�ar com a hist�ria de como eu destru� o Drag�o de Ferro.

Como quiseres.

E isso inspirou a minha

terceira edi��o de poemas de amor para ti.

Tu amas-a mesmo... a mim, n�o �?

Porqu�?

�s a �nica pessoa que alguma vez viu e amou

o meu verdadeiro eu.

E eu vejo e amo o teu verdadeiro eu.

�s uma princesa

de corpo e alma.

Bem, bem, bem.

Se n�o � a nossa querida Thalia

e a sua pequena Runa.

Muito engra�ado, Sir Adya,

mas ambos sabemos que

eu n�o sou o c�o da princesa.

Ser� mesmo?

Sou al�rgica a c�es.

Princesa, o que est�s a fazer na Floresta Negra?

Mas gosto da armadura estranha que est�s a usar.

�... diferente.

Estamos numa miss�o, Sir Adya,

e precisamos da Chave da Consequ�ncia.

Por que precisariam da Chave da Consequ�ncia?

Para levar a princesa de volta � masmorra de Neve?

Esta miss�o � para mim.

A rainha roubou-me a mem�ria. Eu... eu... n�o me consigo lembrar

do amor da minha amada...

...nem do teu amor, nem da tua coragem.

Ou...

quem quer que seja a Runa.

N�o te lembras da Runa?

Meu Deus. Isto � mau.

Vou juntar-me a esta miss�o.

Mas a chave j� n�o est� na minha posse.

Agora est� nas garras de um monstro astuto e perverso

que habita numa terra horr�vel e desolada, conhecida apenas como...

O P�ntano da Morte Infinita.

N�o h� aqui qualquer subtexto, pois n�o?

Vamos.

Esta nave precisava mesmo de um pouco de cor.

Estou a pensar em tape�arias, ou ser� demasiado s�brio?

- Bem, pod�amos fazer um... - J� voltaste da Terra da Fantasia?

A minha opini�o, talvez

mant�-los os novos penteados?

- Est�o a ficar bem. - Adya.

Parece que v�o deixar qualquer pessoa

embarcar nisto...

Isto � uma brincadeira? Estou em apuros?

O capit�o est� apenas cansado

da sua viagem � Fantasyland.

Desculpem-nos.

T�m de manter a cabe�a fria

caso nos deparemos com mais algum s�sia.

Sim, claro. � f�cil.

- Capit�o, est� tudo bem? - Sim.

Impec�vel.

Sem falhas.

Talvez voc�s os dois queiram vir comigo para a enfermaria.

A minha magia est� a esmorecer.

N�o posso fazer isto para sempre.

Precisamos de aprender mais sobre os pap�is que estamos destinados

a desempenhar se quisermos ter alguma hip�tese de nos integrarmos.

Esquece o que acabaste de ver.

E diz-nos,

onde fica o camarote do capit�o?

Aconte�a o que acontecer, vamos mesmo assim

ter de quebrar o feiti�o que ela lan�ou.

Os feiti�os de mem�ria est�o ligados �s emo��es.

Que emo��es tens ligadas ao colar, meu amor?

�... era uma rel�quia de fam�lia.

Que hist�ria!

Foi um presente.

Do meu pai.

Um presente depois do meu primeiro recital de dan�a.

Estava t�o nervosa.

Depois, ele disse-me que eu dan�ava como uma princesa

e ofereceu-me o colar do anjo.

Usava-o todos os dias.

At� que eu... o deixei na masmorra.

Nunca me tinhas contado esta hist�ria antes.

Eu... nunca contei isto a ningu�m antes.

Vamos recuperar este presente precioso.

N�o � verdade, Sir Adya?

Pode ter a certeza que sim.

E a lua cheia ir� guiar-nos.

Lua cheia?

Mais... mais algu�m ouviu aquilo?

L� est� outra vez.

Aquele rugido n�o pode ser confundido com nada mais do que...

um lobisomem.

N�o temas.

Esta l�mina de prata enviar� a besta para o Inferno.

Vai. Continua.

Dashing, espera.

Senhor Adya, existe mesmo um lobisomem nesta terra?

Sim! Uma verdadeira amea�a de assassinato e terror.

Como est� a correr o livro?

Preciso de te lembrar que a tua vida est� em risco?

Sabes que mais?

Se vou morrer,

pelo menos morrerei a comer estes deliciosos scones.

A s�rio, o teu chef?

O Max?

Um faz-milagres.

Posso pedir-te um pequeno favor?

Quando chegar a minha hora de me juntar � tua galeria,

ser� que poder�amos optar por algo um pouco mais vanguardista?

- Sabes, talvez... - Cala-te

e escreve j� os meus planos para destruir o Drag�o de Ferro!

Para derrotar o Drag�o de Ferro,

falta-nos um ingrediente fundamental, minha rainha.

�O fogo arder� a partir de dentro

quando a luz se encontrar com a sombra.�

Eles s�o do mundo das sombras.

Diz-me,

Duquesa Benny Russell,

quando veio para o nosso mundo...

esta sombra fazia parte do seu grupo?

Refere-se � La'An?

O que � que me est� a escapar, senhoras?

Temos a luz de que o feiti�o necessita

a apodrecer na masmorra.

Agora, s� precisamos de encontrar...

a sombra.

Dentro destas paredes pat�ticas

encontra-se a Chave da Consequ�ncia.

Se � que a conseguimos encontrar naquela confus�o.

� essa a casa do lobisomem?

� o lar de algo muito pior. Vem.

Ela nunca est� em casa � noite.

Depressa, minha senhora,

antes que nos apanhe.

Arma-te.

O lobisomem est� a chegar.

Fica alerta.

S�o flechas?

� a Dashing?

Ela tem sempre de me roubar o protagonismo.

Porquinho, porquinho,

deixa-me entrar.

- Porquinho? - Ela adora chamar-me de porquinho.

N�o sei bem o que se est� a passar.

Disseste-me que aqui vive um monstro.

- Chamaste-me monstro? - Acabaste de me chamar porquinho.

Espera l�. Voc�s os dois s�o um casal?

�ramos.

Algu�m, por favor, diga-me o que raio se est� a passar aqui.

A rainha roubou-me as mem�rias. Precisamos

da Chave da Consequ�ncia

- para invadir o castelo dela. - Ainda a tens?

Foi um presente

que guardo junto ao meu cora��o...

Sempre.

A floresta chamou-me.

Afinal, tenho muitas alergias.

Mas n�o sou al�rgico a ti.

Que charmoso.

Meu amor. Temos de fugir.

- O qu�? O lobisomem? - N�o.

Uma armada da Guarda Carmesim da rainha.

Est�o a arrasar o P�ntano.

A queim�-lo at� ao ch�o. � tua procura.

Vai, princesa.

O senhor Adya e eu vamos ter com os guardas.

Para te dar tempo.

Encontra as tuas mem�rias.

Recupera o teu amor.

Tu n�o...

Eles sim. N�s sim.

Por ti, meu amor.

Juntos?

Para sempre.

Bem, pelo menos agora, temos o aspecto adequado.

Lembra-te do que o or�culo da m�quina brilhante disse.

Os nossos hom�logos

t�m uma forma particular de falar.

Vamos experimentar as suas piadas

e os seus discursos.

For�a.

Fascinante.

For�a.

Fasc-inante.

- For�a! - Fascinante.

Sim.

Vem, vamos procurar o meu trono.

Isso �... uma taberna?

Talvez uma bebida com a plebe

antes de conquistarmos o universo?

� prov�vel que a Rainha Neve esteja a tramar

a destrui��o do Drag�o de Ferro.

Temos de nos afastar o mais poss�vel dela

e...

Outro!

Devia ter ficado na escola de magia.

O teu colar deve estar na masmorra

do outro lado daquele sal�o de baile.

Cuidado.

Isso � m�sica?

A rainha organiza um baile todos os fins de semana.

Haver� bebida, divers�o,

alguma tortura de inocentes, mas sobretudo divers�o.

Se essa � a �nica forma de passar, como � que vamos conseguir misturar-nos?

Um baile de m�scaras? Achas mesmo que isto vai funcionar?

Bem, funciona nos contos infantis.

Certo. Bem, isso � reconfortante. Porque sinto-me...

como uma crian�a.

Est�s deslumbrante.

Como sempre.

- O que se passa? - Eu...

H� muito que n�o me sentia assim.

As tuas mem�rias v�o ser restauradas.

N�o, Dashing, �... �... � algo mais profundo

do que isso. H� uma...

uma escurid�o dentro de mim.

E...

e, �s vezes, tenho medo de que

essa escurid�o seja tudo o que realmente sou.

Ent�o, talvez devesses seguir as tuas pr�prias palavras.

As mesmas palavras

que selaram o meu amor por ti.

�Aceito-te tal como �s.

�Tudo o que �s.

Se ao menos pudesses fazer o mesmo por ti pr�prio.�

Est� bem.

Ent�o, qual � o pr�ximo passo do teu plano?

Como � que atravessamos esta sala sem sermos detectados?

Dan�ando, claro.

Podes ter perdido as tuas mem�rias, minha princesa,

mas n�o a tua graciosidade.

- O que se passa? - Como � que isto � poss�vel?

Fiz com que a lua cheia voltasse. N�o.

- Imposs�vel. - Dashing, o que se passa?

Ol�, Pr�ncipe Dashing.

O que � que fizeste?

Ao meu querido pr�ncipe?

Meu amor!

O meu �nico e verdadeiro amor.

Tu sabias.

Aceitaste-o tal como ele era.

Sim. A luz e a sombra.

exactamente.

A solu��o para os meus problemas.

Tanto a escurid�o como a luz s�o o que � necess�rio.

N�o � verdade, Lady Audrey?

Est� pronto, minha rainha.

Agora vejo tudo com tanta clareza.

A �nica forma de conquistar verdadeiramente

um drag�o

� tornar-se um.

Ol�, amiguinho.

N�o te preocupes.

Vamos tir�-lo de l�.

Vamos tirar toda a gente de l�.

Afasta-te da minha Runa

e afasta-te do meu amor, seu monstro!

N�o sei o que est� a acontecer, mas sei que �

tudo culpa tua!

E, de repente, sinto-me...

diferente!

Espera.

Isso doeu mesmo.

Isso foi t�o bom.

Capit�o, os sensores indicam

uma grande assinatura t�rmica proveniente do planeta.

Est� a dirigir-se diretamente para n�s.

Alvo dentro do alcance, senhor. A colocar no ecr� agora.

Mas que raio � isto?

J� n�o sinto medo.

Nem tristeza.

Sinto-me zangado, tal como tu.

Eu... sinto-me triste, tal como tu.

N�o h� danos, senhor.

O drag�o precisa de ver o solo para estabilizar o seu voo.

Como � que sabes isso?

Eu... gosto de livros sobre drag�es.

Na verdade, nunca me canso deles.

- Especialmente aqueles com romance. - Capit�o.

Voar entre as estrelas vai causar-lhes grandes dificuldades.

Manobras evasivas err�ticas e continuem a disparar.

Estamos no meio de um combate. Desembainha a tua espada.

N�o vou lutar mais contigo.

Espera.

Sentes este amor e esta emo��o

que eu sinto constantemente?

Sentes raiva e... e vontade de matar o tempo todo?

Talvez se deix�ssemos de lutar contra n�s pr�prios,

pud�ssemos ser mais do que a soma das nossas partes.

A luz e a sombra est�o combinadas neste caldeir�o.

Isso dar-nos-ia a for�a que a Rainha Neve nos tirou.

Restabelecendo o nosso equil�brio.

Talvez restabelecendo o equil�brio de todo o mundo.

E tirando-lhe o que ela nos roubou.

E possivelmente transformando-nos em drag�es?

Dizes isso como se fosse uma coisa m�.

N�o vamos aguentar muito mais tempo.

Posso teletransportar-nos para fora, podemos reagrupar-nos.

As armas n�o lhe est�o a fazer mal, Chris. O que queres fazer?

Ordens, Capit�o?

Voc�s todos acreditam em mim?

Sim?

Bem, ent�o eu acredito em voc�s.

At� em ti.

�ptimo.

Senhor Sp... Sr. Spock.

Talvez dev�ssemos tentar uma explos�o c�smica.

Eles exercem um feiti�o e tanto

e conseguem derrubar praticamente tudo. Ajuda-me aqui.

Isso esgotaria completamente os po�os c�smicos, senhor.

Do que est�s a falar? Do que � que eles est�o a falar?

- Perder�amos a nossa cobertura. - Que cobertura?

Os escudos est�o a 20%.

Espero que pelo menos algu�m consiga aproveitar

a minha casa de campo perfeita junto ao lago.

Ataquem com tudo o que nos resta.

Se vamos cair, ca�mos a lutar!

Ao amor.

� raiva.

E tudo o que h� entre eles.

Fa�a a sua magia, Sr. Spock.

Isso � uma ordem.

Nyota?

�s... tu?

Sim.

Estou com bom aspecto.

Teletransportem-na para a pris�o, agora.

E ajuda o Sr. Spock a levantar-se, Erica. Parece que ele e...

o �capit�o� t�m assuntos pendentes

neste planeta.

Ol�.

Meu amor.

A rainha foi derrotada.

Meu amor, o que se passa?

Tive um sonho muito estranho.

Lutei...

contra mim mesma.

E quem ganhou?

Ambos ganh�mos.

La'An. La'An.

Est� na hora de irmos.

Lamento informar-vos

que a Chefe de Seguran�a La'An Noonien-Singh

foi autorizado a regressar ao servi�o.

Bem, pelo menos tem alguma coisa que cure

aquele ar, Doutor?

O nosso doente parece estar...

satisfeito.

Senhor, o que ser� do planeta

e do seu povo? Bem, para come�ar,

n�o � um planeta. � uma nave.

A Pelia vai ficar para tr�s

para estudar a sua engenharia e pilot�-la de volta a casa.

Pelo menos, foi isso que ela nos disse.

Aparentemente, ela teve um caso com o cozinheiro da rainha,

Max.

A princesa Thalia vai garantir

de que o planeta fique seguro e escondido.

O Reino de Elysian continuar� a existir.

Viva a nova rainha.

E tu, La'An?

Como foi a tua hist�ria no Reino El�sio?

Runa?

De onde � que ela veio?

Ela veio com um bilhete.

A princesa quer que eu cuide dela.

O pr�ncipe � al�rgico. �...

Acredita em mim, � uma hist�ria e tanto.

Ent�o, tiveste oportunidade de conhecer o pr�ncipe.

Ias gostar dele.

Ele far-te-ia lembrar de algu�m que ambos conhecemos.

Sentes-te diferente.

Talvez eu tenha deixado algo para tr�s.

Mas ganhaste outra coisa.

Sim, isso � bem verdade.

N�o

chegaste a conhecer a rainha, pois n�o?

Conheci. Gosto mais de ti.

Runa...

Senta-te.

Fica a�.

A verdade � que...

Tenho andado a fugir h� muito tempo.

E uma parte de mim fez

tudo o que podia para fugir da outra parte de mim.

Sabes, o monstro.

Mas, de certa forma, essa outra parte

come�ou a...

seguir-me.

Bom c�o.

E foi por isso que tive de enfrentar...

isto.

Foi uma lembran�a dolorosa da perda do meu pai,

mas tamb�m das nossas origens.

Antes de o meu pai falecer,

ele estava... ele estava feliz.

Por isso, ultimamente,

tenho-me perguntado se eu tamb�m poderia ser.

E... essa foi uma forma muito sincera, embara�osa,

prolixa de dizer que sim,

este colar � especial.

Desculpa. Eu... acho que estou apenas nervosa.

N�o pensei que aceitasses este convite.

Bem...

Tu devias-me uma bebida.

Mas, para ser sincero, eu... tamb�m estou nervoso.

Quer dizer, temos um longo passado juntos.

Cantar. Esfaquear.

Atordoar.

Outras coisas que, aparentemente, s�o confidenciais.

No entanto, aqui estamos n�s os dois.

Podemos recome�ar?

Vamos descobrir.

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