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Original subtitles

Mas s�o quase 11:00h

Ela precisa de dormir bastante nestes dias.

Por favor, Sra. Bardach.

J� n�o a vejo � uma semana.

Vou ver como � que ela se est� a sentir.

- Obrigado. - J� sabes o que tens a fazer.

- J� est�? - Sim.

Eu.. esfreguei-me durante 45 segundos,

limpei debaixo das unhas, lavei-me at� ao cotovelo,

limpei-me todinho.

- Est�s doente? - N�o, n�o, n�o.

- Tosse, dor de garganta? - N�o, n�o.

Eu s�...�s vezes, eu espirro, quando olho para as luzes.

Sempre foi assim.

Desculpa. Espero...

Eu nunca faria nada que a fizesse adoecer.

Por favor.

Uma m�scara.

Fui apanhado pela seguran�a.

Ela � louca. Ela deixou-me sair cerca de 6 vezes, nos �ltimos 2 meses.

E todas as vezes, foi para ir ao hospital. Sou uma prisioneira.

V�, est� tudo bem.

- � horrorosa. - N�o.

N�o estava a olhar para a cicatriz, de qualquer maneira.

Tira a tua m�scara.

Se a tua m�e aparece, ela..

Hei, d�-me um beijo, ou eu ainda te mato-te.

A tua pele.

Est�s bem?

Melinda, podes...

O que se passa? o que � que se passa? Consegues respirar?

O que � que se passa? � o teu cora��o?

O que � que se passa?

Sra. Bardach!

Melinda, eu n�o sei usar isto. Eu nunca utilizei isto antes.

O que � que lhe fizeste?

A Cuddy telefonou.

Eu sei. Eu vi a identifica��o do telefone.

Rapariga jovem, choque anafil�tico.

Atendeste?

Ao que parece, � isso que o faz parar de tocar.

� um caso estranho.

Pensei que tinhas lavado a lou�a, ontem � noite.

Era o teu dia.

Eu lavei. Esses j� s�o novos.

Um petisco � meia-noite.

Ent�o, para esse petisco, fizeste um assado.

O mesmo assado que eu fiz, ontem � noite.

Sim. Na verdade, foi depois da meia-noite.

Hoje � o teu dia, certo?

Tu queres-me fora daqui. J� percebi.

N�o, n�o me importo que fiques.

O s�tio para onde eu me ia mudar, o homem nunca me ligou.

- Sen�o, j� tinha ido para l�. - Eu disse que n�o me importo que fiques.

Pois. � por isso que me fazes sentir um miser�vel.

Talvez eu queira apenas assegurar-me de que tu fazes a tua parte, por aqui.

Isso...

O que � que h� de t�o estranho?

A rapariga com alergias.

Sim.

- Ela � imunocomprometida. - O que � que est�s a fazer?

O qu�? Tu perguntaste...

Tu sabias que eu estava interessado.

Isso dava-te uma boa oportunidade, para conseguires alguma vantagem.

Tu conseguias fazer com que eu lavasse os pratos durante toda a semana.

Certo.

A reac��o al�rgica aconteceu quando ela estava num quarto desinfectado.

Porque � que ela tem um quarto desinfectado em casa?

Um transplante de cora��o. O sistema imunol�gico est� d�bil.

A mam� transformou o seu pequeno anjo numa bolha de qualidade "John Travolta".

Seis meses ap�s o transplante, ela n�o precisa de viver num quarto desinfectado.

Depois de seis meses sem um encontro, a Dra. Cuddy n�o precisa de usar tanga, mas

isso n�o nos interessa.

Eu j� estava a pensar quando � que te metias com a minha roupa interior.

Ela teve quatro dias de testes.

Eles testaram todas as pessoas que se

aproximaram daquele quarto, tudo dentro do quarto

Parece um mist�rio da Agatha Christie.

Talvez n�o tenha a ver com o que estava l�, mas com o que ela estava a fazer.

Alergia ao exerc�cio. Adoro.

Que tipo de exerc�cio podia, um jovem robusto e uma atraente adolescente...

A m�e chegou ao quarto em poucos segundos.

Ent�o o namorado trouxe at� ao quarto uma alergia, e est� a mentir acerca isso.

Ou a rapariga saiu �s escondidas, e est� a mentir acerca isso.

Ou os pais est�o a mentir, e o quarto n�o est� desinfectado.

Estas s�o as vossas grandes ideias?

Algu�m est� a mentir?

A�nda nunca me deixaram mal.

Conversem com a m�e, o pai, a rapariga, o namorado, o quarto e a casa.

Algu�m utilizou um novo sab�o, detergente, ou perfume?

N�o. A Barbara � muito cuidadosa nessas coisas.

E tu, n�o sa�ste do quarto recentemente?

E como � que eu faria isso? Eu estou l� presa.

Tu n�o est�s presa, est�s segura..

Eles nem me dizem o c�digo do alarme.

Digam-lhe, apenas, que eu posso voltar para a escola.

At� n�s desvendarmos isto...

Est� bem.

Descubram a que � que eu sou al�rgica, e eu afasto-me disso.

Depois posso voltar � escola, certo?

Isso � com os teus pais.

Mas, medicamente, n�o existe qualquer raz�o..

Eu disse-vos.

Posso falar consigo l� fora, por uns segundos, por favor?

Sabe, isto j� � dif�cil sem os senhores a darem...

Ela pediu a minha opini�o.

Ela tem 16 anos. Minta-lhe.

Quando eu tinha 8 anos, a minha m�e detestava...

Eu sei. Eu... preciso de relaxar.

Eu sou super-protectora. Eu vi o "� procura de Nemo". Eu percebo.

Eu n�o preciso de outra hist�ria.

Mas n�o est�o apenas a ser apenas super-protectores.

S�o os pais mais super-protectores que eu j� vi.

Ela tem os melhores professores privados.

Eu deixo que os amigos a visitem. Eu n�o vou pedir desculpa.

Estou apenas a dar-lhe a minha opini�o.

Ela quase morreu por 3 vezes, durante a inf�ncia.

Penicilina, picadas de abelhas, amendoins.

Eu vi o relat�rio dela.

� seis meses, deixamo-la sozinha em casa, pela primeira vez, um fim-de-semana.

Ela saiu, comprou bolachas de chocolate.

A massa tinha manteiga de amendoim.

Como se esqueceu da medica��o, foi a conduzir at� ao hospital, sentiu-se mal, e teve um acidente.

O volante esmagou-lhe o peito.

E ela acabou por perder o cora��o.

Ent�o, quando me disser

que eu sou uma das m�es mais super-protectoras que j� viu, por favor...

por favor, apresente-me aqueles que s�o apenas os mais protectores..

para que eu possa perceber o que � que eles est�o a fazer correctamente.

Ela � al�rgica � sua vida social aborrecida.

D� um desconto aos pais. Eles estavam apenas a mant�-la saud�vel.

Aqui, tudo tem o r�tulo de "hipoalerg�nico".

Mesmo assim, verifica-o.

Cameron.

Esta casa � mais limpa do que o quarto do hospital.

N�o h� alarme nesta janela.

Tem 6 metros de altura.

Consegue-se alcan�ar a �rvore. H� alguns bocados de casca arrancados.

Claro. Uma rapariga com um cora��o transplantado a descer por uma �rvore.

Talvez ela tenha sa�do com o Tarzan e a Cheeta e foram at� ao cemit�rio dos elefantes.

Ou...a Jane ficou na casa da �rvore, e o Tarzan foi ter com ela.

Ok. Eu estive l� na sexta, quase toda a noite.

Mas se a m�e dela descobre, vai-se passar completamente.

Houve sexo?

Sim, mas, os doutores sabem,

eu fiz tudo o que pude para que ela n�o ficasse doente

Alergia ao l�tex?

O que � que querem dizer, um preservativo? N�s n�o...

Fizeram sexo n�o seguro?

Nada para ela � seguro, isso n�o vos diz nada?

Sim, mas n�s n�o plane�mos nada, sabe? Apenas...

Eu n�o sei. N�s estamos apaixonados. Namoramos � dois anos.

Praticamente, � uma vida.

E se for alergia ao s�men?

Vamos precisar de uma amostra de s�men.

Podes usar aquela casa de banho.

Certo. Como � que...

Apontas, e disparas.

N�o penses na Dra. Cameron. Porque n�s o saber�amos.

N�s dev�amos dizer aos pais dela.

Porqu� parar agora? Chama a pol�cia.

A Melinda � menor.

E se n�s acab�ssemos com isto aqui, os adolescentes n�o iriam ter mais sexo.

Os pais v�o descobri-lo, quando virem o recibo do hospital.

Ah, ent�o se eles descobrirem, tudo bem, desde que n�o sejas tu a contar-lhes pessoalmente?

Sim.

� uma pena que n�o sejas tu a dar a amostra.

J� estaria feita.

O teste deu negativo. N�o tem alergia ao s�men.

O namorado foi at� l� �s escondidas na noite anterior � anafilaxia.

N�o acredito que n�o esteja relacionado.

Ele ama-a. Ele faz tudo o que pode para evitar que ela ficasse doente.

O que � que isso significa?

O amor � uma emo��o que muita gente sente, semelhante � felicidade.

N�o. Talvez eu deva dar um exemplo melhor.

Oh, claro!

O que � que ele fez para a proteger?

Deu brilho �s parte �ntimas?

- Eu presumo que ele se lavou... - Oh, �ptimo trabalho.

Presumir, � muito mais r�pido que perguntar.

Tu � que �s o namorado?

Preciso de te levar emprestado.

O que � que se passa?

N�o se preocupem. Eu trago-o tal qual como est�.

Tomas alguma coisa para te manteres saud�vel?

Algo mais forte do que "uma ma�� por dia"?

Ele est� bem?

Est� apenas cansado... De estar em coma tanto tempo.

O que � que tomas?

N�o te preocupes. Ele sabe guardar um segredo.

Antibi�ticos?

Penicilina?

Algum destes nomes te diz alguma coisa?

Sim, hum...o meu amigo Elliot, o pai dele, tinha um

frasco quase cheio que n�o tinha acabado, e por isso..

Eu tirei alguns, e tomei-os durante, mais ou menos, uma semana.

Eu n�o ia arriscar e passar bact�rias � Melinda.

Este � o aspecto mais negativo no sexo na adolesc�ncia:

S�o uns idiotas.

Tu quase que mataste a tua namorada.

Ela � al�rgica a penicilina.

O qu�, � poss�vel que tenha ficado algum vest�gio nos meus l�bios?

Eu lavei os dentes.

Pensa em algo mais abaixo e bem mais divertido.

Quer dizer, � poss�vel...

Pode sair pelos nossos fluidos?

Totalmente, meu.

H� aqui uma administradora que, cada vez que fica doente, � mim que me d� a medica��o.

Mas o doutor sabe, eles testaram a Melinda, e disseram... que ela n�o � al�rgica ao meu s�men.

Sim, quatro dias depois.

Por essa altura, a penicilina j� estava a secar, numa meia no fundo do cesto da roupa suja.

Tem que lhe dizer que a culpa foi minha?

N�o.

Esta � a melhor parte de ser adulto, n�o somos obrigados a fazer nada.

Est�o a dar-lhe alta?

O que � que aconteceu? O que � que descobriram?

Os testes na sua casa disseram que n�o h� l� nada que lhe possa causar alergia.

Certo, mas o que � que causou isto?

N�s acreditamos que, dadas as circunst�ncias, � pouco prov�vel isto voltar a acontecer.

Que circunst�ncias?

S�o boas not�cias. Ela � saud�vel.

- Mas poder�o querer falar... - Cameron!

- N�o consigo respirar. - Vou buscar a epinefrina.

- D�-lhe a injec��o! - N�o h� quaisquer ru�dos, nem sinais de fric��o.

- De que � que est�o � espera? - Esteja quieta.

Ela est� a vomitar muco branco.

Ouve-se um ru�do, aqui nas costas.

Olha para o pesco�o dela.

Por favor. Ela est� a vomitar. De�m-lhe a injec��o!

N�o � uma alergia. � o cora��o.

Quais s�o as boas not�cias? Quais s�o as m�s not�cias?

Falha congestiva do cora��o.

E isso s�o?

- Boas not�cias. - Porqu�?

N�o sei. Seria o que tu dirias.

� uma nova pe�a no puzzle. S�o sempre boas not�cias. Ent�o quais s�o as m�s?

Temos duas pe�as de puzzle de dois puzzles diferentes.

� o que parece.

E se a anafilaxia que ela teve n�o foi uma anafilaxia?

A toxidade dos medicamentos para a rejei��o podem ter causado

uma ferida, a qual, por sua vez, causou uma falha no cora��o.

E a injec��o que a m�e lhe deu curou-a. Foi uma anafilaxia. O que mais?

E se realmente coexistirem dois puzzles?

Est�s a pensar que ela padeceu de duas condi��es raras, no espa�o de uma semana?

- N�s explicamos a anafilaxia. - O que queres dizer com n�s? Eu � que expliquei!

Pelo menos, penso que expliquei. Ou talvez n�o.

Mesmo assim, fui s� eu.

Os problemas de cora��o n�o s�o raros em algu�m que tenha sofrido um transplante de cora��o.

Eu sugiro aceitarmos que o House esteja certo Acerca da anafilaxia.

� tentador.

Uma falha card�aca pode resultar de uma infec��o, de uma doen�a coron�ria ou de rejei��o.

Desculpa. Esta � a raz�o porque lhe chamam quadro branco.

N�o � uma regra minha.

O que � que pode interligar estas duas condi��es?

Ok, n�s podemos ficar a olhar uns para os outros,

ou podemos investigar o que causou a falha no cora��o

Apenas a falha no cora��o.

Queres dar-me o marcador preto?

N�o tem febre. Ent�o, provavelmente, n�o � uma infec��o.

Ou, n�o tem febre porque ela andou a tomar imunosupressores durante os �ltimos seis meses.

Vamos fazer um TAC, uma bi�psia ao cora��o, e refazer as an�lises ao sangue.

- Alguma coisa? - A�nda nada.

Ouvi dizer que n�o aprovas o sexo na adolesc�ncia.

A taxa de su�cidios nos jovens j� n�o � alta o suficiente para ti?

Eu apenas acho que eles ainda s�o umas crian�as.

A rapariga quebra as regras da m�e sempre que pode.

Pois, a culpa � da filha. N�o tem nada a ver com o facto da m�e a infantilizar.

Bem visto.

Isso explica porque os pais que n�o d�o aten��o

aos filhos t�m filhos t�o bons, crian�as t�o bem integradas.

O que � isto?

Achas que � vegetativo?

Sim.

Do tipo do m�sculo que abre as v�lvulas do cora��o.

N�o � nada.

Ela est� bem.

S�o boas noticias. N�o evidencia sinais de doen�a arterial coron�ria.

E ent�o, o que � que se segue?

Bem, as an�lises podem eliminar a infec��o,

E a biopsia ao cora��o pode eliminar a rejei��o.

Mas n�o est�s a pensar que vamos eliminar as duas, ou est�s?

N�o.

Eu vou perder este cora��o, n�o vou?

Com sorte, vamos encontrar o problema, e resolv�-lo.

Vais manter esse cora��o durante muito tempo.

Quanto tempo?

Bem, existem medicamentos que podem ajudar-te a mant�-lo durante d�cadas.

Pois.

Essa � a resposta que o meu cardiologista tem sempre para mim.

Eu pesquisei na internet.

S�o entre cinco a dez anos, certo?

Isso s�o apenas n�meros.

� por isso que eu preciso de ter uma vida.

Porque � que n�o convence a minha m�e a deixar-me voltar � escola?

Melinda, agora tens maiores preocupa��es do que faltar �s aulas.

At� descobrirmos o que � que se passa com o teu cora��o, o lugar mais seguro para ti � aqui.

Onde est�...

a prostituta, presumo?

Aqui mesmo, amigo.

Tu disseste que penduravas o estetosc�pio se estivesses a fazer sexo.

Eu n�o disse que era com outra pessoa.

Consegues encontrar alguma rela��o entre uma anafilaxia e uma falha card�aca?

N�o.

Eu estive horas � espera, l� fora.

Eu preciso de um est�mulo.

E depois de um longo e carinhoso abra�o.

De qualquer modo, uma anafilaxia pode n�o ser uma

anafilaxia, mesmo que esta passe com uma injec��o.

N�o. N�o admira que estivesses com disposi��o.

O jornal de cardiologia de Nova Jersey deste m�s.

J� viste o cabe�alho?

N�o acredito que estas v�lvulas sejam reais.

H� alguma hip�tese de uma falha card�aca possa estar relacionada com...

N�o. Se precisavas de tempo para trabalhares sozinho,

apenas tinhas de o dizer. N�o precisavas de ter mentido.

- Mentir � mais divertido. - J� me mentiram, n�o foi divertido.

Por favor, responde-me a esta pergunta:

O que � o jantar?

Tu ainda n�o lavaste a lou�a?

Queres um destes? Acho que tenho dois de amora.

N�o. Desculpa. S� h� um.

N�o fiques t�o choroso.

Se tens algum problema comigo, lida com ele.

Rasga as minhas almofadas, ou qualquer coisa.

A biopsia foi negativa para a rejei��o.

Gra�as a Deus.

E as an�lises ao sangue?

N�o revelam infec��o.

Ent�o, ainda n�o sabem o que causou a falha card�aca.

Vamos ficar contentes por ela n�o precisar de um cora��o novo.

Srs. Bardach, pode ter sido um caso isolado.

Ent�o, ela teve uma reac��o al�rgica e uma falha card�aca,

e nenhum deles tem explica��o.

Est�o a fazer mais testes?

- N�o. - Ela n�o est� aqui.

Vamos notificar os hospitais locais, as companhias de t�xis, o ex�rcito, e a policia da cidade.

Qualquer seguran�a que esteja de folga, volta hoje ao trabalho.

Estamos a trabalhar nisso!

E vou precisar de algumas fotografias.

E quero, no m�nimo, duas pessoas a verificarem as cassetes de vigil�ncia.

Esta d�?

Estas s�o as roupas dela?

Sim.

Ela ainda est� dentro do edif�cio.

Ent�o, para onde � que ela foi? O que � que ela quer?

Ver o namorado?

Ela n�o levou o telem�vel.

Ela quer ir l� para fora.

Se est�s a tentar assustar os teus pais, bom trabalho.

Podemos voltar, agora?

Eu odeio-a.

Quando eu tinha 8 anos, estava doente.

N�o realmente doente, mas o que interessa, a minha m�e, ela...

Ela sempre foi assim.

Em casa �s 21:00h, todas as noites. N�o podia sair aos fins-de-semana. N�o podia fazer desporto.

O transplante s� lhe deu a desculpa que tanto queria.

Melinda..

Tu tiveste uma falha card�aca.

Este n�o � o momento para criticares os teus pais devido a serem super-protectores.

Eu sei. Quero dizer, isto � o que torna tudo pior. Todas as maluquices dela, isso...

Agora, fazem sentido.

Agora, tudo ir� ficar bem.

Eu nem sequer tentei ir l� fora.

Estava demasiado assustada.

Vamos.

Melinda, por favor, volta para aqui.

Porqu�?

Por favor?

� uma sensa��o estranha.

� o chamado "andar por passos".

� s�rio?

N�o, n�o necessariamente.

Bem, estica a perna, e mant�m-na assim.

Ela esteve sob anestesia na bi�psia. Se ela sofreu uma falha em oxigenio...

o TAC n�o revelou qualquer dano cerebral.

P�e a perna para baixo. Relaxa.

Porque � que a perna dela est� a tremer desse modo?

Fascicula��o.

� s�rio?

� paralisia, e � ascendente.

Ela vai perder o uso das pernas?

Para come�ar.

Est� a ascender depressa. Ela j� quase n�o consegue esticar a perna.

E por este andar, vai chegar aos pulm�es em poucos dias.

Ent�o. Anafilaxia, falha card�aca, paralisia.

N�o conseguimos relacionar os dois primeiros.

Provavelmente, n�o vamos conseguir relacionar os tr�s.

Paralisia devido a um parasita?

Tamb�m pode explicar a anafilaxia, e talvez at�...

Alergia a penicilina explica melhor a reac��o al�rgica.

Particularmente, porque a paralisia devido a um parasita

�, normalmente, acompanhada de um parasita.

N�s fizemos a observa��o do corpo todo duas vezes, � procura de uma picada de insectos.

Podemos relacionar algum destes dois sintomas?

E que tal estipularmos?

Tu argumentas que existe algo que relaciona os tr�s sintomas,

chateias-nos a cabe�a at� descobrirmos o qu� e, por fim, levas-nos a discutir a paralisia

isoladamente, s� porque � o que a vai matar.

Agora, � ascendente.

Os RMN est�o negativos, por isso n�o pode ser um derrame ou um aneurisma.

- ELA? EM? - O progresso � demasiado r�pido.

- Les�o da espinha por leucemia? - Demasiado lento.

� mais parecido com Guillain-Barr�.

Ela � imunosuprimida. Podes ser botulismo?

S� se ela andasse com as m�os, nestes �ltimos dias.

Paralisia por botulismo � descendente, e n�o ascendente.

Pode ser um v�rus.

Desde o do Nilo Ocidental, at� ao da poliomielite, com o sistema imunit�rio dela, tudo � poss�vel.

Fa�am uma pun��o lombar e um PCR, para o v�rus.

E fa�am um EMG para Guillain-Barr�.

O Foreman tem raz�o. Temos que descobrir porque � que ela est� paralisada.

Mas n�o sem antes ficarem a olhar para mim, durante alguns segundos.

N�s fizemos mais alguns testes na sua filha.

Fizemos uma pun��o lombar, recolhemos algum liquido da espinha.

Lev�mos para o laborat�rio, para procurar

alguma infec��o que possa estar a afectar o c�rebro

Tamb�m fizemos um EMG, para ver como � que os seus

m�sculos e nervos est�o a responder aos impulsos el�ctricos.

Infelizmente, os m�sculos est�o-se a mostrar mais fracos, acima do joelho.

Quer dizer que ela est� pior?

A pun��o lombar e o PCR eliminaram a possibilidade de ser poliomielite ou Nilo Ocidental.

Pensamos que seja Guillain-Barr�.

O sistema imunit�rio fica desrregulado, e come�a a atacar os nervos perifericos.

Isso causa fraqueza muscular e paralisia.

� assim t�o grave?

� s�rio, mas normalmente o Guillain-Barr� responde bastante bem � plasmaferese.

Sabem, o plasma, a parte liquida mais clara do sangue,

cont�m a maior parte dos anticorpos, e estes podem estar

super-reactivos e, atacam o sistema nervoso.

A m�quina faz circular o sangue numa centrifugadora e

separa as partes do sangue, de acordo com o peso.

As c�lulas brancas do sangue s�o as mais pesadas,

seguidas das vermelhas, plaquetas e, por fim, o plasma.

Retiramos o que est� a causar os problemas, introduzimos de novo

as c�lulas boas do sangue no corpo dela, mas num fluido substituto.

Se der certo, veremos os resultados em apenas alguns dias.

Tu n�o recebeste nenhuma mensagem para mim na �ltima semana, pois n�o?

N�o.

� engra�ado.

O homem finalmente ligou. O apartamento que tinha perdido?

Ele disse que me deixou tr�s mensagens de voz.

Tenho que fazer verter �guas.

Cujas nunca recebi, se n�o ficou claro.

Ele devia estar a mentir.

Tu n�o ias querer viver com um mentiroso.

- Apagaste as minhas mensagens? - Sim.

Decidi que quero que fiques aqui.

Eu disse-te, n�o disse?

Tu �s...miser�vel, e est�s sozinho, e queres prender-me aqui

para que eu seja miser�vel e para que tamb�m esteja sozinho.

- Pois, e tu �s feliz, feliz, feliz. - Est� bem.

Eu estou, obviamente, a passar um mau bocado.

A mulher deixa-nos, deixa qualquer um de rastos.

Sabes para onde foi o meu urinado?

Estas a perder algum?

N�o. Saiu de dentro de mim e foi directo para a sanita.

Agora, porque � que ser�?

Tu �s o Guilherme Tell.

Consegues acertar numa ma�� na cabe�a de algu�m?

N�o, porque n�o havia pl�stico limpo em cima da sanita.

Para as tarefas da cozinha, tens todo o tempo. Tudo o que estava a faltar era a vontade.

Isto n�o � um dormit�rio.

Podia ser.

N�s j� n�o temos 18!

E depois?

O que � que eu te fiz?

Obriguei-te a lavar a lou�a. Fiz-te dormir nas escadas.

N�o te matei o c�ozinho!

Eu n�o te fa�o miser�vel.

Ah, ent�o isto � terapia?

N�o. Simplesmente... faz-me sorrir.

Est� bem. Vou procurar um novo apartamento amanh�.

Est� bem, mas n�o hoje.

Bem, imagino que queiras rapar-me as sobrancelhas, enquanto durmo.

N�o te vou privar desse teu �ltimo sorriso.

Tu n�o vais a lado nenhum.

Vais ficar no meu sof�.

E tornar-nos depressivos aos dois, porque n�o queres

admitir que ainda n�o superaste isso da tua mulher.

Pois sim. Estou de f�rias.

J� arranjaste um advogado?

- Isso...Isso n�o... - J�, pelo menos, ligaste a algum?

Enquanto estiveres aqui, � s� mais uma discuss�o.

Mas, mal arranjes um apartamento, torna-se num div�rcio.

Isto � tudo uma treta.

� melhor arranjares alguma coisa que te fa�a sorrir.

Os reflexos est�o mais fracos.

A paralisia est� a piorar?

Por vezes, s�o precisos v�rios tratamentos para a plasmaferese resultar.

Porque � que estas coisas s� acontecem a mim?

O Dan est� aqui.

Querida, ouviste? O Dan est� aqui.

Eu n�o o quero ver.

Eu digo-lhe para voltar mais tarde.

N�o.

Mam�, fica aqui, por favor.

Claro.

Ela est� bem?

Est� a dormir.

Ela deve estar exausta.

As varia��es de humor s�o comuns com os medicamentos contra a rejei��o.

N�o. Ela j� teve varia��es de humor. N�o se trata disso. Isto �...

Ela est� a desistir.

Eu sei o que est�s a pensar. Eu...

Isto n�o � o que eu queria.

Ela sempre discutiu comigo.

Desde que ela era um beb�, sempre foi muito obstinada.

Mas eu nunca a queria assim.

S� queria que estivesse segura.

Doutor! Doutor!

Ela n�o consegue respirar!

Ela n�o conseguia fazer uma frase completa.

Est� a usar os m�sculos auxiliares.

Os n�veis de 02 desceram para 90. Os pulm�es est�o desobstru�dos?

Sim.

A tua l�ngua est� a inchar? Est� irritada?

N�o existe erup��o.

N�o � uma alergia.

Os l�bios est�o azuis. Temos de a entubar.

O que � que est�o a fazer?

Estou a administrar-lhe lorazepam.

N�o est� a receber oxig�nio suficiente. Temos de a auxiliar a respirar.

O que � que foi isto? Foi uma alergia ao tratamento?

� a paralisia.

Est� a chegar aos pulm�es.

A Melinda est� a morrer.

Todos estamos.

Com que rapidez?

Demasiado r�pido para ser Guillain-Barr�.

A Cuddy quer fazer uma RMN, para ver se se trata de uma les�o na coluna.

A Cuddy? O que � que ela est� a fazer neste caso?

A fam�lia perdeu a confian�a em n�s.

N�o os censuro.

Vou j� para a�?

Parece que foi envenenada por um g�s de nervos.

Inala��o de cola. Pode explicar porque � que n�o admitiu.

O exame toxicol�gico nada detectou.

Uma paciente de transplante de cora��o a inalar cola?

Pesticidas?

Nesta altura do ano, n�o h� pulveriza��es.

Esta rapariga � forte.

Ela consegue tudo o que quer.

Ela est� privada do contacto humano, e consegue um homem que entra pelas traseiras �s escondida.

Ou neste caso, um rapaz que entra pela janela. De que mais � que ela est� privada?

Tem uma dieta especial, por causa das alergias.

O namorado traz comida de fora. Mas tamb�m traz um prato extra: botulismo.

Esta paralisia � ascendente, lembram-se?

N�o se o problema do cora��o n�o ser� tamb�m devido � paralisia.

Se ela admitiu o sexo, porque n�o admite a comida?

Ela n�o admitiu nada.

Ele admitiu o sexo, mas n�s n�o lhe perguntamos nada sobre comida.

Tragam-me um rato.

- Tu tens um rato. - O qu�?

Eu n�o vou matar o Steve.

Vou s� confirmar isto...

Injectem no rato algum do sangue dela, e esperem que ele demonstre sinais de botulismo.

Entretanto, eu vou l� baixo intimidar uma rapariga

adolescente que est� assustada e a morrer, antes que..

esmore�a como uma rapariga adolescente que est� assustada e a morrer.

- Acordaste cedo. - A Cuddy precisava de uma consulta.

Estamos � procura de les�es na coluna, provocadas por leucemia.

Sim, eu sei. Serviria perfeitamente.

Se esta for a paciente que teve anafilaxia, a paragem card�aca,

e a paralisia, est�o a perder tempo.

N�s queremos uma segunda opini�o.

Segunda? N�s demos-lhe pelo menos oito.

Pois ent�o, aqui est� a nona.

Botulismo.

Ouve-me. Tens comido alguma coisa fora do normal?

- Comida pr�-cozinhada? - N�o.

Tens a certeza? Mentir aos teus pais �, normalmente, a coisa

certa a fazer, mas temos um problema de vida ou morte.

N�o fale assim com ela.

Tem raz�o. Ela nunca mente. Estava a ser rude.

Quando o namorado entrou �s escondidas, na sexta � noite...

Surpresa...

Talvez ele tenha levado alguns mimos sexys, n�o?

Algum mel, ou roupa interior comest�vel, �leos de massagem. V� l�, qualquer coisa.

N�s n�o...

Sim, pois, n�s sabemos acerca do sexo.

O que aconteceu foi que o pequeno Denny do Dan estava cheio de penicilina.

O que causou o choque anafil�ctico.

N�o nos tinha dito que foi o que...

Foi... Ele tomou clindamicina. Que � o que eu tomo.

Ele tinha dito que era penicilina.

Eu vi o frasco.

N�o era um antibi�tico � base de penicilina.

Se os antibi�ticos n�o lhe causaram a anafilaxia...

Ainda est� no quadro.

Est� tudo relacionado.

O que � que n�s discutimos? Qual era o diagn�stico diferencial?

A Cameron disse...

Quando o Dan foi � casa nessa noite, ele passou por algum relvado?

Saltou uma cerca.

O que � que est� a fazer?

A sua filha teve duas visitas, na sexta � noite.

Uma delas ainda est� por aqui.

Ela est� a sofrer de paralisia, devido a um parasita.

O parasita agarrou-se �s cal�as do Dan,

o que n�o seria um problema. Mas, sendo um adolescente,

O Dan n�o conseguiu manter o parasita nas suas cal�as.

N�s j� a verificamos.

Agora, estou eu a verificar.

As mordidas de parasitas n�o causam, habitualmente, choques anafil�cticos.

As alergias desta rapariga n�o s�o vulgares.

House, sai daqui. Temos que voltar a entub�-la. Mete-a dentro do RMN.

O tempo de incuba��o � perfeito.

A mordidela, por si, causou a reac��o al�rgica.

O veneno leva quatro dias a manifestar-se, e como o cora��o est� vulner�vel, ataca-o primeiro,

Passado um dia, desencadeia uma paralisia ascendente.

Excepto que os parasitas n�o s�o, normalmente, invis�veis.

Eles estar�o l�, at� os encontrarmos.

Oh n�o, � s� um bocado de pele. N�o foi assim t�o dram�tico como eu estava � espera.

O que significa que, da pr�xima vez, vai ser ainda melhor.

O que � que est� a acontecer?

� o veneno do parasita a ascender.

� isso, ou est�s a provocar-lhe uma paragem card�aca. As pulsa��es est�o a cair.

- Ritmo sinusal, 47. - Estou a administrar-lhe atropina.

Ela vai precisar de uma injec��o intravenosa, depressa.

Ok, acabou a ca�ada m�gica ao parasita.

A partir de agora, s� coisas m�dicas.

Isto s� vai piorar.

Os parasitas produzem mais toxinas � medida que se continuam a alimentar.

Ela vai estar morta dentro de uma hora, mesmo que injectem o cora��o com gasolina,

Se me deixarem encontrar o parasita...

Ele pode estar certo?

A �nica coisa que sei ao certo � que o cora��o da

sua filha n�o aguenta mais 20 minutos sem tratamento.

Ok, preciso de uma �ltima instru��o.

Quando encontrar o parasita na aut�psia, v�o querer sab�-lo?

Talvez n�o. Provavelmente, � mais f�cil para os senhores.

P�ra de falar com eles!

Avisa a Borsisky da cardiologia. Traz a equipa dela para aqui.

Tirem-nos daqui. Tirem tamb�m o House daqui.

Dr. Wilson, vou precisar da sua ajuda.

Bem, eu n�o sei se a dopamina � suficiente.

Ela vai precisar de inamrinona l�ctea.

Porqu�? O que � isso? Ela n�o...

Ela vai precisar de medica��o mais forte. Eles n�o possuem nenhuma na radiologia.

A inamrinona pode causar arritmias e trombocitop�nia.

Sem inamrinona, ela pode morrer. A morte � pior.

Temos que a levar para a UCI.

Desculpem. Isto est� um pouco apertado.

House, sai do elevador.

Podem esperar pelo pr�ximo.

Ficas de olho nela?

Fico.

Bem, j� que estamos presos aqui, esta pode ser uma boa altura para procurar o parasita.

Liga mas � o elevador.

S� demoro um minuto, querido.

Est� a passar o efeito da atropina.

- Ent�o d�-lhe outra dose. - Ser� apenas tempor�rio.

Tempor�rio � bom. N�o vamos demorar muito tempo.

Temos que a levar para cima, e administrar-lhe norepinefrina.

N�o era penicilina.

Ainda est�s a pensar que os sintomas n�o est�o relacionados?

Primeiro, temos de tratar do cora��o...

Acordas de manh�, a pintura est� a escamar, as cortinas desapareceram,

a �gua est� a ferver. Qual � o problema que resolves primeiro?

- House.. - Nenhum! O edif�cio est� a arder!

Tratamos os sintomas, e ela morre.

Descobrimos a causa, e ela sobrevive.

Este parasita est� cheio de veneno. Quando o tirarmos, ela fica bem.

� a minha ultima atropina.

D�-nos cerca de tr�s minutos.

Vamos cheg�-la para cima.

Se a taxa do cora��o cair abaixo de 35, vamos leva-la para a UCI.

Eu n�o vou deix�-la morrer neste elevador.

Onde � que eles est�o?

Chamem a manuten��o, depressa.

N�o existe nada no canal.

N�o h� nada nos p�s.

Se n�o est� aqui, resta-nos...

- A taxa do cora��o est� nos 46. - Est� aqui.

Parece uma mancha, ou uma queimadura. Escapou-nos isto.

Verificaram as axilas.

O Dr. Foreman � um m�dico excelente. Ele consegue lidar com isto.

Ai sim? Sabe isso por experi�ncia?

Costuma perder muitos pacientes nos elevadores?

O homem da manuten��o disse que ele n�o parou por si s�, algu�m carregou no bot�o de emerg�ncia.

Bem, ele deve estar enganado.

- Per�nio. - Verific�mos.

- Se a levarmos para cima... - Boca.

Verific�mos.

Desceu para 38. N�o temos muito tempo.

Sobrancelhas, ouvidos, pelos p�bicos.

Verific�mos, verific�mos, verific�mos. N�s verificamos tudo.

N�o est�...

35. Temos que a levar para a UCI.

Ainda n�o encontr�mos o parasita.

N�s j� a raptamos! Queres assassin�-la?

N�s examin�mos todos os cent�metros de pele do corpo dela, House!

Acabou.

Ei, aquela foi a primeira vez que fizeste sexo?

Com todas as outras coisas aqui em baixo, ela pode n�o se ter apercebido.

Oh...

Seu tarado, miser�vel...

- O que � est� a fazer? - Oh, meu Deus!

Est�o a ver? Eu disse que iria ser mais dram�tico.

D�em-lhe norepinefrina. Ponham o cora��o dela bem. Amanh�, estar� totalmente curada.

Foreman, vamos lev�-la para a UCI.

Inamrinona foi uma ideia est�pida,

a n�o ser que quisesses que eu levasse a rapariga para o elevador.

Eu n�o faria isso.

N�o te respeitava, se o tivesses feito.

Parece que algu�m cortou a tua bengala ao meio, enquanto dormias.

Os reflexos est�o normais. O cora��o tamb�m parece estar bom.

Vou mandar a enfermeira tirar-te da UCI, e vais ter alta amanh� de manh�.

Gra�as a Deus. Eu s� quero ir para casa.

E para a escola, na segunda.

Eu... eu n�o estou preparada.

Est�s.

Estou doente, m�e.

Tu n�o est�s doente.

Tu vais para a escola,

vais voltar a ver os teus amigos e o teu namorado.

Telefonei a um advogado de div�rcios, hoje.

Est�s a querer dizer que te vais embora?

De certo modo.

Acho que n�o te queres sentar a�, nesse sitio.

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