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"COMPANHEIROS DO CAMINHO"
-Belo lugar. -Depende de como o v�.
-O que disse que fazia mesmo? -Eu n�o disse.
Acho que n�o disse mesmo. Erro meu.
-S� de passagem? -N�o posso dizer que sim.
Diga-me, para que usam esta terra?
-Cria��o de gado ou garimpo? -N�o h� minas de ouro por aqui.
-S� ranchos. -� isso que procuro.
-Posso me estabelecer aqui. -Isso � uma pena.
-Por que? -Voc� parece ser um homem bom.
Jovem tamb�m.
Essa terra tem sido fatal para estranhos ultimamente.
Obrigado. Ficarei atento.
� melhor manter sua m�o perto dessa arma tamb�m,
-enquanto viaja por Rawbone. -Qual � o problema com a lei
-naquela cidade? -Ela n�o existe.
O xerife desapareceu uma semana depois que o Hilton foi morto.
-Quem era o Hilton? -Um dos melhores homens daqui.
Nunca fez mal a ningu�m.
Quando um homem como ele � morto, tudo pode acontecer.
A sua filha est� na dilig�ncia.
-Viagem triste. -Sim, r�pida tamb�m.
Ela partiu h� pouco tempo para visitar sua tia.
L� se vai a amarra de novo.
Eu conserto.
Viajarei l� dentro.
Ol�, senhorita. Me chamo Jack McKenzie.
-O pessoal me chama de Nevada. -Me chamo Kate Hilton.
Sim, eu sei. O condutor me disse.
Achei que gostaria de companhia.
Obrigada. Sou agradecida.
Esse � um belo lugar.
Essa � a primeira vez que passo por aqui.
Eu nasci aqui. Sempre amei este lugar.
Assim como meu pai, mas... Agora...
Sim, eu sei.
Agora voc� quer odi�-lo, mas isso n�o adiantar�.
Suponho que esteja certo. N�o � culpa deste lugar
que isso tenha acontecido.
Tem ideia de quem queria matar seu pai?
N�o, ele n�o tinha nenhum inimigo.
Nesse caso, ele devia saber algo sobre a pessoa errada.
Suponho que isso seja poss�vel. Sabe, ele comandava o escrit�rio
da Wells Fargo. Mas o cofre n�o foi roubado
e havia dinheiro nele.
-Isso parece estranho mesmo. -Houve uma s�rie de mortes
na cidade. E cada uma como a do meu pai.
Sem nenhum motivo aparente.
-Isso vem acontecendo h� muito tempo? -Bem, elas come�aram h� dois meses.
Acho que � por isso que meu pai e o Joel insistiram que eu viajasse.
-Joel? -Sim.
Estamos noivos. Ele assumiu o escrit�rio
depois da morte do meu pai.
N�o sei por que estou te dizendo tudo isso.
Bem, gosto de ouvir. Acho que conversar
te far� bem, neste momento.
Voc� � muito compreensivo, Sr. McKenzie.
Ei, Zeke, venha c� me ajudar a dar �gua aos cavalos.
Jogue esta caixa-forte. Depressa.
-Ela ir� virar na primeira curva. -� melhor que isso aconte�a.
Isso nos dar� a chance de voltar a cidade antes que algu�m descubra.
Vamos pegar aquela caixa e sair daqui.
Como se saiu a� dentro, senhorita?
Bem, me sentiria mais segura se viajasse ao seu lado.
Voc� ficar� melhor a� dentro. Ficaremos bem de agora em diante.
-A dilig�ncia n�o virou. -Talvez isso n�o seja bom para n�s.
� melhor descobrirmos o quanto aquele homem viu.
-O que aconteceu? -A dilig�ncia foi assaltada
-na esta��o de �gua. -Assaltada, hein?
-Cad� o Pete? -Ele est� l� em cima.
Ele foi morto.
Esse � o segundo condutor que perdemos.
-E a caixa-forte da Wells Fargo? -Eles a pegaram tamb�m.
A� est� sua chance de mostrar o que pode fazer como xerife.
Soube que n�o havia xerife nesta cidade.
Bem, me apontaram como xerife h� pouco tempo.
N�o sei o por que. Eu n�o queria o trabalho.
Conhe�a o Trigger, ele � meu ajudante.
Ol�.
-Por que estava conduzindo? -Os cavalos fugiram.
Eu teria morrido se n�o fosse por este cavalheiro.
-Te devo muito, estranho. -Me chamo Jack McKenzie.
-Joel Dixon. -Ei, se estava na dilig�ncia,
talvez tenha visto quem disparou o tiro.
N�o consegui ver seus rostos. Eles estavam dentro da cabana.
Bem, talvez tenha sido alguns estranhos.
-Trigger, cuide do corpo do Pete. -Certo, xerife.
Te verei mais tarde, McKenzie.
Filho, acho melhor lev�-la para dentro.
Ela passou pelo suficiente em um dia.
H� quanto tempo ele � seu ajudante?
-Edwards me mandou apont�-lo ontem. -Edwards?
Sim, da Companhia de Terra e �gua. Homem poderoso nesta cidade.
-Aonde fica o melhor restaurante? -Descendo a rua.
S� h� um na cidade, senhor. Ent�o tem que ser o melhor.
E deixe-me diz�-lo algo. Tamb�m � o pior.
Quero saber como sempre sabem quando h� dinheiro naquela caixa-forte.
Isso � o que precisamos descobrir, Colby.
Ol�, garoto. Como vai?
Est�o te tratando bem?
Bom garoto. Prazer em v�-lo.
Ei, um chop suey.
Pare�o cozinheiro de chop suey para voc�?
Eu n�o sei, voc� pode ser capaz de se passar por um.
De qualquer forma, esse � meu pedido.
N�o h� nenhum.
Diz ''chop suey'' na sua placa l� fora.
E digo que n�o tenho nenhum.
-Acho melhor tirar sua placa. -Ou�a, a placa tamb�m diz
''Ling Chow''.
Voc� n�o � o Ling Chow?
Senhor, Ling Chow era chin�s. E ele est� morto.
Voc� � velho suficiente para estar tamb�m.
Mais uma piada dessas e voc� usar� isso na cabe�a.
Quer ou n�o algo para comer?
Claro. Que tipo de comida vende?
Caf�, bacon com ovos e panqueca.
Panqueca?
Ele chama essa pele seca de panqueca.
Bem...
Nevada, estou feliz em v�-lo. Estava te esperando.
Prazer em v�-lo, Sandy. Vi meu cavalo l� fora,
mas fiquei surpreso de te ver num lugar como esse.
-H� quanto tempo est� na cidade? -H� cerca de uma semana.
-Bem, o que achou do lugar? -N�o � nada mal.
A n�o ser que envenene algu�m e acabe baleado.
Ei, tem ideia do que estamos nos metendo?
Sim, eu tenho. Muitas mortes.
-E sem nenhum motivo aparente. -H� sempre um motivo.
-Voc� sabe disso. -Bem, n�o consegui
descobrir o motivo destes. A n�o ser que algu�m queira
tirar o direito sobre a �gua dos rancheiros daqui.
Por que?
Bem, isso eu n�o consegui descobrir ainda.
Mas tenho algumas boas ideias. Te direi enquanto preparo algo
para voc� comer.
Aqui.
Obrigado, querido.
Se sente melhor agora?
-Me conte sobre meu pai. -Querida, a viagem foi dif�cil.
� melhor esperar um pouco. Voc� precisa descansar agora.
Joel, estou com medo.
N�o sinta medo, Kate. Lembre-se que te amo
e que estou aqui para cuidar de voc�.
-Eu sei. -� melhor ir para casa agora.
-Dr. Applegate. -Parece que estava garimpando.
� melhor enrolarmos. N�o quero sair da cidade
at� descobrir o que ele esteve aprontando.
-Ol�, doutor. -Ol�, J.D.
Achei que tivesse voltado para Cali City.
Ainda n�o.
Estive nas colinas fazendo uma investiga��o.
� mesmo? Sente-se e me conte.
-� sobre o assassinato do Dave Hilton. -N�o diga.
O morte do Dave � uma pena. Sabe, pensei nisso e n�o consegui
encontrar um motivo para matarem ele.
Ele era meu amigo, J.D. Meu melhor amigo.
Crescemos juntos. Ele me ajudou quando precisei.
Fiz o parto da Kate, filha dele. Fechei os olhos da sua esposa
em seu leito de morte.
Ele foi baleado nas costas, J.D.
Por isso ficarei aqui ao inv�s de ir para Cali City.
Entendo como se sente, doutor. Mas o que pode fazer sobre isso?
-Muito, espero. -Tem alguma pista?
Ao menos, eu sei por que ele foi morto.
-A resposta est� nesse envelope. -Isso � interessante.
-Posso ver? -Quer encontrar seu fim, J.D.?
N�o.
Ent�o � melhor que n�o veja. Conhecer isso se tornou fatal
para muitas pessoas.
Entendo o que diz, doutor. Mas n�o est� se arriscando?
Ficarei em Rawbone at� descobrir quem s�o os culpados e v�-los enforcados.
-Comece do in�cio. -Bem, Ling Chow
foi o primeiro a ser morto. Ele era o chin�s dono deste lugar.
Ele estava com $500 e n�o roubaram o dinheiro.
Isso n�o faz sentido. Ele carregava mais alguma coisa?
Bem, nada de importante. Um saco de terra que ele
trouxe das colinas. Todos os estranhos mortos
-carregavam sacos de terra. -Terra comum?
Sim, terra comum.
Bem, aqui est� sua comida. E acho que gostar�.
Kate chegou hoje na dilig�ncia. Ela sobreviveu por pouco.
Sim, eu soube disso. Vou v�-la.
-Ela deve estar com o Joel. -Obrigado.
At� mais.
-N�o posso esquecer disso. -Parece que estava acampando.
� isso que quero que pensem.
-Ol�, Dobbey. -Ol�, doutor.
Voc� sabe onde est� o jovem que veio na dilig�ncia?
-Ele est� comendo no Ling Chow. -Obrigado.
Baker.
Diga o Trigger para descobrir o que o doutor tem naquele saco.
Certo, chefe.
-Achei que a Kate estivesse aqui. -Estava, mas a levei para casa.
-Como ela est�? -Como esperado.
Trigger.
Edwards quer que descubra o que o doutor tem naquele saco.
Acho que sei o que ele tem. E se estou certo,
� melhor n�o deixarmos ele falar com muitas pessoas.
H� algo que pode fazer por mim.
-Coloque este envelope no cofre. -Pode deixar, doutor.
Passarei para ver a Kate mais tarde. Enquanto isso, n�o deixe ningu�m
ver esse documento sem a minha permiss�o.
Tudo bem, doutor. Te vejo mais tarde.
H� algo faltando, Sandy. N�o sei como o Hilton
ou o Ling Chow poderiam estar metidos com direito sobre a �gua.
Mas, todos que foram mortos, exceto o Hilton,
estavam carregando um saco de terra.
Slinky, voc� e o Baker montem e esperem pelo nosso sinal.
Lem, n�s precisamos de um caf�.
Outra x�cara de caf�, filho.
Voc� � o jovem que veio na dilig�ncia?
Isso mesmo. Me chamo Jack McKenzie.
Sou o Dr. Applegate. Eu mandei te chamar.
Sim, eu sei.
Te procuro em uma hora. Sente-se.
Caf�, por favor.
-Ol�, doutor. -Ol�.
-Estava fora da cidade, n�o? -Sim, Trigger.
-O que querem, pessoal? -Duas x�caras desta lama.
O meu tem gosto de sela.
Isso n�o � engra�ado.
Doutor, soube que a dilig�ncia foi assaltada hoje?
Mataram o Pete e levaram a caixa-forte.
Sim, uma perda como essa prejudicar� muito os rancheiros.
Com a conta da �gua vencendo em breve...
Eu e o Trigger vamos pegar os culpados.
Aqui. Bem, o que est�o esperando?
Est�o deixando eles fugirem na frente para poderem escapar?
Voc� se arrepender� dessa fala��o um dia.
-E sua comida n�o te salvar�. -Deixe-o em paz, Lem.
� melhor um cozinheiro desse do que nenhum.
Ei, Mckenzie, voc� viu o cavalo que aqueles homens usavam.
Eles tem alguma marca em especial?
Nenhuma. Nem vi como eram.
-Isso � uma pena. -Vou ver a Kate Hilton.
A pobre garota deve estar sofrendo bastante.
Sim, � melhor reunirmos aquela posse.
S� um instante. $ 0,20 pelo caf�.
Sandy, venha c�.
O Trigger cortou o saco que o doutor estava carregando.
Olhe.
Este � o mesmo tipo de terra que os outros homens tinham.
O doutor pode ser o pr�ximo.
Guarde esta terra. Vou ficar de olho nele.
� o Dr. Applegate.
-Algu�m viu quem fez isso? -N�o, mas os tiros vieram
daquele beco.
E o tal do McKenzie saiu da cidade como um tornado.
-Talvez ele o tenha visto. -O levaremos para a cadeia.
Vasculharei o beco.
Algu�m est� nos seguindo.
Vamos nos separar. Ele n�o pode seguir os dois.
-Por que atirou em mim? -Falaremos sobre isso na cidade.
-Est� muito ferido? -Minha costela foi perfurada.
Acho que sobreviver� se voltarmos. Vamos.
Isso foi tudo que encontrei nos bolsos do doutor.
-Nenhum envelope? -Nenhum sinal dele.
Ei, Trigger. Lem.
Ei, olhem o que encontrei no beco. O doutor deve ter sido baleado
com um rifle 38140. Peguei o cartucho vazio.
-� um 38140 mesmo. -Ei, n�o jogue isso fora.
Quero ficar com o cartucho. Isso � uma pista.
Pare.
-O que est� procurando? -A arma que jogou fora.
A que matou o Dr. Applegate.
Achei que a encontraria por aqui.
Voc� deve ter muitas armas para jogar uma dessas fora.
Nunca vi essa arma na minha vida.
O nome ''Clint Baker'' est� escrito no cabo.
Bem, acho que podemos descobrir quem ele �, quando chegarmos a cidade.
Vamos.
-Pegou aquele envelope? -N�o, ele n�o estava com o doutor.
Voc� � louco! O vi colocando no bolso.
Talvez sim, J.D. Mas creio que ele deixou
no cofre do Expresso quando esteve l�.
Sim, isso � poss�vel. Falarei com o Joel sobre isso.
-Ele pode entregar a voc�. -N�o, eu n�o pediria a ele.
Pode deix�-lo curioso. Se estiver no cofre,
voc� ter� que pensar em outro jeito.
Acho que o Slinky e o Lem podem cuidar disso.
Bem, n�o perca tempo, por que acho que aquele
documento nos mostrar� o local certo que procuramos.
-O que tem a�? -O assassino.
Vamos. Eu te ajudo.
Bem gentil, n�o? N�o se preocupe comigo,
eu n�o ficarei naquela cadeia por muito tempo.
Mas estar� l� agora. Andando.
-Nossa, foi baleado tamb�m? -Sim.
Esse � o assassino do Dr. Applegate.
Ele? Voc� tem prova?
Muitas. Voc� ouviu os tiros.
Eles foram disparados de um rifle, n�o foram?
Sim, do fim do beco. Encontrei um cartucho vazio.
-� um 38140. -Igual a esta arma.
Uma 38140. Ele a jogou na mata quando o alcancei.
-Como ele se chama? -Clint Baker.
D� uma olhada no cabo.
Isso prova mesmo, Clint. Vou ter que prend�-lo.
Trigger, coloque-o na cela e cuide dele.
-Ei, havia outro, n�o? -Sim, ele fugiu.
Soube que algu�m foi ferido. Posso ajudar?
Clint atirou no m�dico e o McKenzie teve que alvej�-lo para peg�-lo.
-N�o � muito grave. -Voc� parece pensar r�pido sempre.
Fico feliz que algu�m teve a coragem de segui-lo.
Bem, acho que fui o �nico que o vi deixando a cidade.
-Com licen�a. -Sim.
Ol�, Kate. Prazer em v�-la.
Ol�, Sr. Edwards.
Sr. Edwards, quero que conhe�a o Sr. McKenzie.
Bem, prazer em conhec�-lo, meu jovem. Soube que pegou o assassino do
-Dr. Applegate. -As not�cias parecem
-viajar r�pido por aqui. -Boas not�cias s�o raras.
Esse tipo viaja r�pido.
Ia v�-la esta tarde, Kate. Minhas condol�ncias.
-Obrigado, Sr. Edwards. -N�o podemos fazer nada aqui.
Vamos.
Bem, McKenzie, espero que fique por um tempo conosco.
Posso comprar um rancho se encontrar algo que goste.
Isso � bom. Talvez eu possa ajud�-lo.
Sou dono da Companhia de Terra e �gua.
-Tem algo bom � venda? -Talvez.
Venha me ver no escrit�rio. Nossa, isso me fez lembrar.
H� alguns rancheiros esperando l� por mim agora mesmo.
At� mais.
Ei, McKenzie.
N�o esque�a que tem que estar na cidade para testemunhar contra o Baker.
N�o se preocupe. Estarei aqui.
Bem, voc� conheceu a Companhia de Terra e �gua.
O Edwards? Sim.
Isso n�o vai te incomodar muito.
Evid�ncia esclarecedora. Esclarecedora.
O doutor foi baleado por uma 38140.
Com esta arma e o testemunho daquele estranho,
-Clint ser� enforcado. -Nem pense nisso, seu velho tolo.
-Tenho muitos amigos... -V� com calma, Clint.
-Talvez deva beber um caf�. -Sim, e comer tamb�m.
Sim, trarei algo de casa para ele.
Acho que devemos descobrir o que est� acontecendo naquela reuni�o.
Creio que o nervosismo logo crescer� por aqui.
Boa ideia, Sandy.
Certo, d�-me uma arma. Vou sair daqui.
S� um instante, Clint. Dobbey � um velho tolo,
mas � honesto. Al�m do mais, voc� foi fichado.
O que isso me importa? Ou saio daqui ou terei companhia.
Pode dizer ao chefe que quero minha parte agora para fugir daqui.
Pode dizer a ele que meu nome est� naquele cabo e que aquele
estranho ir� testemunhar. Se ele n�o acertar comigo,
-come�arei a falar. -Cale-se.
Eu falarei. Agora, sente-se.
Resolveremos isso do meu jeito.
Ele s� pode ter mandado nos chamar por um motivo.
Com o roubo do nosso dinheiro, estamos acabados.
Bem, cavalheiros, voc�s parecem muito tristes.
Esse � um assunto triste para n�s. Esperava que sorr�ssemos?
N�o sei de que assunto est�o falando.
Vamos parar de enrolar, J.D. Aquele assalto de manh�
nos deixou quebrados. Ent�o acho que � aqui
-que cortar� nossa �gua. -N�o achei que meus amigos
-cometeriam tal injusti�a. -N�o podemos pagar pela �gua.
-Voc� sabe disso. -Pedi o pagamento imediato?
Estou disposto a dar-lhes a chance de recuperarem suas perdas.
-Isso � generoso de sua parte, J.D. -Bem, � o suficiente saber
que s�o meus amigos.
Desculpe por ter explodido, Trigger. Devia saber que n�o me decepcionaria.
Fa�a como eu disse. Atirarei contra voc� enquanto
estiver deixando a cidade para parecer convincente.
-Mas atirarei para cima. -Atire bem pra cima.
Cuidado. A� vem o Dobbey.
� melhor ter cuidado quando aliment�-lo, xerife.
Eu n�o destrancaria aquela cela se fosse voc�.
-N�o pretendo. -Vou comer.
Agora, v�o para casa e n�o se preocupem.
Acharemos um jeito de resolver isso.
-Isso faz eu me sentir melhor. -Bem, Sandy,
isso acaba com sua ideia sobre isso ser uma luta pelo direito da �gua.
Acho que est� certo, filho. Bem, teremos que pensar em outra coisa.
Tenho uma ideia. Vamos voltar para a sua loja.
Voc� � um belo dono de restaurante. Nunca est� por perto para alimentar
as pessoas que est�o com fome.
E voc� devia estar atr�s dos bandidos, n�o?
J� basta. Entre e comece a cozinhar.
� claro. Venha sentar-se.
Baker tentou fugir. Ent�o tive que atirar nele.
Estava mesmo. Olha o que ele fez comigo.
-O que o Clint estava tentando dizer? -� melhor perguntar ao seu ajudante.
-O que quer dizer com isso? 0 que acha que quero dizer?
-� melhor lev�-lo para a cadeia. -Aqui, me solte.
Ajude-o, rapazes.
-O que aconteceu? -Trigger tentou escapar.
-Ent�o tive que mat�-lo. -Por que fez isso?
Ele amea�ou falar. Ent�o achei que o melhor
-a fazer era silenci�-lo. -Bom trabalho.
Bem, Sandy. O que acha disso?
O mesmo que voc�. Temiam que ele falasse.
Queria saber o que est� por tr�s de toda essa matan�a.
Se meu palpite estiver certo, descobriremos em alguns minutos.
Cad� aquela terra que te pedi para guardar?
-Numa lata debaixo da pia. -Pegue-a.
Bem, a� est� a terra. O que far� com ela?
Farei uma peneira e verei o que acontece.
Agora entendi onde quer chegar.
Deixe-me pegar essa frigideira e te mostrarei como se faz.
-E esse tal de McKenzie? -Estou come�ando a achar
que temos que fazer algo sobre ele tamb�m.
Nada mais disso. Ao menos, por um tempo.
Pensem num jeito de arrombar aquele cofre do Expresso.
Joel me disse que guardou um envelope para o Dr. Applegate.
E o quero.
Olhe essa cor.
-Ouro em p�. -Sim.
Essa � nossa resposta.
Agora temos que descobrir de onde ele veio.
Isso � f�cil. Dif�cil � viver
o suficiente para usar essa informa��o.
-Ningu�m conseguiu ainda. -Com medo?
-Estou tremendo. -Eu tamb�m.
Vou conversar com a Srta. Kate esta noite.
Tenho certeza de que isso � a chave para a morte do seu pai.
Ela pode saber de algo que pode nos ajudar.
Enquanto estiver l�, vou falar com o xerife.
Sabe, ou ele � o homem desonesto mais esperto que j� conheci
ou o honesto mais burro. Pode ser uma boa ideia
descobrir qual.
-Boa noite. -Espero n�o estar incomodando.
Mas gostaria de falar com voc�s.
-Entre. -Obrigado.
Quer se sentar?
-O que tem em mente, Sr. McKenzie? -Bem, estava querendo saber se
soube de algu�m garimpando nestas partes.
-N�o acredito que tenha ouvido. -Ouvi o Ling Chow dizendo
que poderiam encontrar ouro em Sutter Creek.
Eu tamb�m ouvi mas todos rimos dele.
Meu pai n�o. Ele disse que os chineses
eram garimpeiros experientes e que o Ling Chow era um homem inteligente.
Sabe, o Sr. Hilton e o Ling Chow eram bons amigos.
-Costumavam ca�ar e pescar juntos. -O Dr. Applegate ia com eles?
Sim, uma ou duas vezes.
E agora ele est� morto. � como um pesadelo.
Tr�s bons homens que nunca fizeram mal a ningu�m.
Joel, talvez dev�ssemos ouvir o conselho do Sr. Edwards e ir embora.
Discordo disso, querida. Falaremos sobre isso amanh�.
Voc� est� cansada e com medo. Por que n�o vai se deitar?
-Acho que vou. Muito obrigado.
Isso � tudo que eu queria saber.
Ei, te acompanharei, se n�o se importar.
Claro. Venha.
Muito obrigado por tentar ajudar, Sr. McKenzie.
-Boa noite, Srta. Kate. -Boa noite.
-Boa noite, querida. -Boa noite, querido.
-Tome cuidado. -N�o se preocupe comigo, querida.
Te vejo pela manh�.
H� algo me preocupando, Sr. McKenzie.
-O que, filho? -Por que est� tendo
todo esse trabalho para nos ajudar?
Bem, digamos que mist�rios me incomodam.
At� mesmo quando crian�a, s� largava um quebra-cabe�a
-quando o resolvia. -Acha que pode resolver esse?
J� sei quase todas as respostas. Mas ainda h� pe�as faltando.
Como o fato de nenhum morto ter deixado uma mensagem.
O Dr. Applegate deixou uma carta comigo.
-Sabe o que h� nela? -N�o, eu n�o sei.
-Temos que abrir esta carta. -N�o podemos fazer isso
-sem autoridade. -Neste caso, eu...
Terei que confiar em voc�.
-Delegado federal? -Sim.
O Dr. Applegate mandou nos chamar.
-''Nos chamar''? -Eu e o Sandy, o dono do restaurante.
Ele � meu parceiro.
Por sinal, h� quanto tempo � xerife?
-H� cerca de duas semanas. -Duas semanas?
Estou surpreso que tenha durado tanto tempo numa cidade como essa.
Espere um pouco, xerife. Espere um pouco.
N�o h� ningu�m atr�s daquela janela.
Ent�o acha que a carta pode ser importante?
Ela pode ser muito importante. Hilton, o doutor e o Ling Chow
est�o todos conectados.
E aquela mensagem pode resolver o mist�rio.
N�o ir� demorar para descobrirmos.
Teremos que fazer isso no escuro. Vamos come�ar.
Isso deve bastar. D�-me um f�sforo.
-O que est� havendo? -Escorreguei.
N�o sei o que... Escorreguei na graxa.
-H� um homem no ch�o. -Acenda a luz.
� o Joel. O que ter� acontecido com ele?
Ele deve ter encontrado algu�m roubando o lugar.
-Ele foi baleado? -N�o, s� apagou.
-� melhor lev�-lo para a casa da Kate. -Essa � uma boa ideia.
Isso deve bastar. Vamos voltar a cidade.
Sim.
Eu temia que algo assim fosse acontecer.
N�o fique agitada. N�o foi nada s�rio.
Ele s� foi golpeado na cabe�a.
Mas ele acabou de sair daqui com o Sr. McKenzie.
Ele ficar� bem, Kate. Traga �gua quente.
Prenda o McKenzie por suspeita de roubo.
Mas talvez o Joel tenha reconhecido algum dos nossos homens.
Sim, isso � poss�vel.
Mas ficarei aqui at� ele acordar para descobrir o que sabe.
Acho que posso arrumar algumas testemunhas.
N�o servirei mais comida hoje. O fogo apagou.
Esque�a isso. Olhe, voc� reconheceu
o homem que fugiu a cavalo do escrit�rio do Expresso, n�o?
N�o.
N�o lembra que escorreguei ao sair da porta?
-Sim, eu sei disso. -Sabe, foi essa bota.
-O salto est� gasto e... -N�o precisa andar.
S� precisa falar quando eu te chamar para testemunhar neste caso.
Neste caso? Testemunhar?
-O que eu direi? -S� repita o que te direi.
Obrigado. Muito obrigado.
H� dois cavalos l� fora se enforcando nas cordas.
-Parece ser os nossos. -Sim.
S� um instante. S� queria saber quem eram os donos.
Agora que sabe. O que tem isso?
Estou interessado em quem os cavalgou.
-O que voc� tem com isso? -O escrit�rio do Expresso
foi roubado h� pouco tempo. H� um envelope faltando no cofre
e o quero. Ent�o, me d�.
Te darei.
Sacar dessa forma os matar� um dia desses.
Agora, joguem suas armas no ch�o.
Agora, jogue a sua no ch�o.
-Voc� est� preso. -Pelo o que?
Suspeita de roubar o escrit�rio do expresso.
Eles s�o os dois coiotes que procura.
Um deles est� com a prova no bolso.
Voc� foi visto fugindo. Isso � o suficiente para mim.
Acho que foi ele que matou o doutor tamb�m.
Ele n�o far� mais isso. Vamos.
Joel, gra�as a Deus que est� bem. Voc� ficou inconsciente por horas.
Minha cabe�a ainda est� girando.
Algu�m acertou sua cabe�a com for�a, meu garoto.
Consegue se lembrar do que aconteceu?
Eu e o McKenzie est�vamos a caminho do escrit�rio.
Ouvimos uma explos�o, abri a porta e vi duas
sombras perto da janela. Fui na dire��o deles...
-� tudo que me lembro. -McKenzie devia estar trabalhando
com eles e te acertou por tr�s.
N�o, ele queria ver algo que guardei no cofre.
Bem, o cofre foi arrombado. Ent�o acho que ele deu uma olhada.
Ele estava atr�s de mim. O golpe veio da frente.
Mas no escuro voc� n�o pode ter certeza.
Eu tenho certeza. Ele s� est� interessado
em resolver esse mist�rio, assim como n�s.
Joel est� certo, Sr. Edwards. Tenho certeza de que ele
-s� est� tentando ajudar. -Receio que ele esteja
enganando voc�s dois. N�o h� motivo para um estranho
se interessar pelos nossos problemas.
Querida, gostaria de uma x�cara de caf�.
� claro. Prepararei imediatamente.
Sr. Edwards, te disse que o Dr. Applegate deixou uma carta
-sob os meus cuidados. -Sim.
Bem, eu e o McKenzie est�vamos a caminho de ver o que estava na carta.
-Algu�m chegou antes de n�s. -Por que mostraria a ele?
Bem, n�o posso te dizer isso, mas posso te dizer que ele
-tinha o direito de v�-la. -Est� convencido disso?
Sim, estou. Vi a prova.
Ent�o � melhor eu avisar ao Trigger que o McKenzie � inocente.
-Gostaria que fizesse isso. -Te aconselho a ficar aqui
esta noite para a Kate cuidar de voc�.
Acho que farei isso.
Acho que o Dobbey levou as chaves com ele.
Mas voc� ser� preso, por que tenho as minhas.
Trigger, voc� sabe quem roubou aquele escrit�rio do Expresso.
-Por que n�o os prendeu? -Quero seguir as provas.
-Ent�o � melhor falar com o Joel. -Ele estava apagado quando o deixei.
Edwards est� falando com ele agora.
E quando a cidade ficar sabendo, voc� ter� que me soltar.
-Sabe disso. -Talvez.
Agora, entre ali.
Socorro!
Saia. Saia da�.
Saia. Sa...
O que faz aqui?
Bem, vi o Trigger te prendendo e vim na frente.
Bem, isso � �timo. N�s dois estamos presos.
N�o se a chave funcionar. Olhe debaixo do balde.
-Vamos sair daqui. -Espere um pouco.
Tenho uma ideia melhor.
Estou come�ando a gostar desse lugar.
O que foi? Enlouqueceu?
Acho que n�o.
-� isso que procurava, chefe? -Espero que sim.
Sim. � isso mesmo.
Quase fomos pegos pelo Joel e aquele estranho.
H� algo de engra�ado sobre aquele estranho.
Trigger, olhe isso.
Ent�o � de l� que veio o ouro. Direto de Oak Creek.
Sim, e se meu palpite est� certo, o veio � rico.
Lem, voc� e o Slinky v�o para l� ao nascer do sol.
Destruam todas as marca��es do Hilton e coloque as nossas.
-Certo. -O que h� no outro documento?
Esta � uma carta do...
Doutor para o delegado federal, McKenzie.
-� aquele estranho. -E ele � um delegado.
-Estamos seguros com ele na cadeia. -N�o estamos, n�o.
Mas chegamos at� aqui e ele n�o nos impedir� agora.
Isso mesmo. Ele pode tentar escapar
como o Baker.
Ele � mais esperto que isso.
-Acho melhor solt�-lo. -Solte-o e deixarei a cidade.
Do que tem medo? Ele � apenas um homem.
-Sim, mas j� vi ele sacando. -Tem alguma ideia, J.D.?
Sim, e se ele come�ar uma briga com um oficial?
Voc�, por exemplo.
E algu�m, sem saber que ele � um delegado,
ajudasse a lei?
-Isso poderia acontecer, n�o? -Isso precisa acontecer.
Depois notifique os rancheiros que moram perto de Oak Creek
para estarem na cidade amanh� de manh�.
Quero comprar algumas propriedades perto de Oak Creek.
McKenzie, decidi te soltar.
Lembre-se, Slinky, Trigger quer ter a chance de lhe dar uma surra
antes de interferimos.
Qual � o problema? Est� amolecendo?
N�o, Joel acha que � inocente.
Odeio te soltar, por que ainda acho que � um vigarista.
-Eu sei que voc� �. -L� est� a porta.
Ent�o, suma.
E te aconselho a sair da cidade e n�o voltar mais.
Sinto muito, tenho assuntos a tratar aqui.
-Eu quero minha arma. -Ficaremos com ela.
-Certo, comece a andar. -Voc� gostaria disso, n�o?
Assim me mataria pelas costas como fez com o Baker.
Eu disse que quero a minha arma. Achei que tentaria isso.
J� basta.
Eu pego ele.
Eu n�o faria isso.
Largue-a. Voc� tamb�m.
Agora, andem devagar.
A� est� bom. Sabe, voc�s nunca
devem interromper uma boa briga. Especialmente, uma t�o perto.
Ele o pegou.
Direto no corpo.
Nem consigo olhar.
1. 2.
Entre a�.
Comecem a andar.
-Eles tentaram te matar pela janela. -Jogue-os aqui dentro.
Para dentro.
-Sinto muito pela falta de espa�o. -Vamos, Sandy.
Minha arma est� ali.
A� vem o xerife Dobbey.
-Vamos sair pelos fundos. -Ele vai solt�-los.
� isso que quero. Vamos.
Nossa. O que aconteceu?
Dobbey, destranque esta porta.
Destranque esta porta!
-O que fazem a� dentro? -N�o fa�a perguntas tolas.
-Abra a porta. -Sim, senhor.
Espere um pouco. N�o estou com a chave.
Ele a jogou no canto. No canto.
Sim. � claro.
Sabe, achei que o Trigger e seus homens j� estariam atr�s de n�s.
N�o, eles tem coisas mais importantes a fazer.
Eles pegaram a mensagem do doutor do cofre.
Tenho certeza que ela mostra a localiza��o da mina do Hilton.
Temos que descobrir para quem entregaram.
E acho que j� sabemos isso. Por que os vi saindo do escrit�rio
do Edwards e indo direto para a cadeia.
Edwards? Ent�o ele � o chefe.
Sim, e acho que devemos peg�-lo agora.
S� podemos fazer isso depois que localizarmos a mina.
Bem, eles n�o a viram ainda. E acho que esse ser�
-o pr�ximo passo deles. -� por isso que os queria soltos.
Para podermos segui-los. Cuide da sa�da ao norte da cidade
que vigiarei daqui.
Voc� est� come�ando a aprender.
Ainda farei de voc� um �timo delegado federal.
Acho que nunca conseguirei fazer voc� de cozinheiro.
N�o encontramos aquela dupla. Vasculhamos a cidade toda.
N�o gosto disso. E os rancheiros?
Eles foram avisados para estar no saloon �s nove horas.
Bom. V�o at� aquela mina.
E voltem depressa.
Voc� e o Bill ficar�o vigiando a cidade atr�s do delegado e do cozinheiro.
Cobrirei a cidade desse lado. Voc� vigia da cadeia.
Procurando algu�m?
N�o, s� dando uma volta.
� mesmo? Pode voltar para a cadeia.
-Voc� est� preso. -O que est� havendo?
-Cad� o seu mandado? -V� antes que eu decida
te deixar aqui para os abutres.
Aqui est� a marca.
� a mesma terra que carregavam.
O chefe estava certo. Esta � a mina do Hilton.
Agora n�o �. D�-me um l�pis.
Vamos voltar para a cidade. O chefe est� nos esperando.
Saberemos que terras comprar.
Entre a�.
Tranque a porta.
-O que ele fez? -O prenderemos por ajudar
o McKenzie a me atacar. Aqui est� a arma dele.
Atacar um subxerife � um crime s�rio.
Dobbey, acho que � gente boa. Mas voc� � cego quando se trata
da lei aplicada aqui.
-Prendi o Sandy. -Bem feito.
Vamos ao saloon. Os rancheiros devem estar chegando.
-Aqui est�o o Swanson e o Jones. -Isso � uma reuni�o de rancheiros?
Sim, mandei cham�-los por um motivo. Mas, primeiro, tome uma bebida conosco.
Depois explicarei.
Estou interessado no que est� havendo. O que tem em mente, J.D.?
Bem, acho que voc�s precisam de dinheiro.
Sim, voc� sabe que precisamos.
Encontrei um cliente que quer comprar uma parte dos seus ranchos.
N�o do meu rancho. Trabalhei muito para consegui-lo.
Espere um pouco. Voc� dir� o pre�o.
Em dinheiro.
De uma parte que n�o serve para pasto.
Bem, isso � diferente. O que acha, Colby?
Bem, � melhor vender antes que perca tudo.
Isso � algo inteligente.
Qual parte dos nossos ranchos ele quer?
Mostrarei no mapa.
Ele quer come�ar nessa se��o de Oak Creek...
Ela pertence a mim e, com certeza, n�o presta.
Descendo at� este ponto. Ela pertence a voc�, Joe.
E voc� n�o cria gado nesta se��o.
Dobbey.
-Cad� o Nevada? -Eu n�o sei.
Mas acho que ele ter� problemas.
Ou�a, Dobbey, voc� n�o pode manter este homem aqui.
Bem, se concordarem com o pre�o,
as escrituras j� est�o prontas no meu escrit�rio.
-Para mim est� bom. -O que estamos esperando?
Parado, Edwards. Voc� est� preso.
Sou o delegado federal Jack McKenzie.
Este � meu parceiro, delegado Hopkins.
O subxerife e os outros homens que prendemos foram respons�veis
pelas mortes que ocorreram aqui. E o Edwards est� por tr�s de tudo.
Eles queriam comprar seus ranchos por que eles s�o ricos em ouro.
-Ouro? -Sim.
E os aconselho e checar ao longo de Oak Creek.
N�o � � toa que ele queria pagar t�o bem pelas nossas terras.
Sim. Em dinheiro.
Agrade�o aos dois pelo que fizeram.
Bem, s� fizemos nosso trabalho, Srta. Kate.
Quando decidirem se casar, passem a lua de mel no Texas.
Ser�o convidados no meu hotel. Na verdade, os darei a su�te.
� melhor irem para Nevada, por que ele pode decidir cozinhar para voc�s.
-Que nada. -Bem, adeus.
-Adeus. -Adeus.
Bem, aqui � onde nos separamos de novo, Sandy.
-Sim, � o que parece. -E quero que esque�a
tudo que eu disse sobre cozinhar, meu velho.
N�o me chame de velho.
Para falar a verdade, nunca aprendi a cozinhar.
N�o precisa me dizer isso.
-At� mais. -At� mais, Nevada.
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