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Original subtitles

- Veja voc�, vai com mais cuidado! - Escorreguei, senhor.

Eu n�o conseguia segurar, senhor. Eu escorreguei.

Estava morto antes de cair. Coloque-o na orla.

Vamos, esta fila, siga andando.

Perkins, pega esta maca.

Vamos, fila, v�o avan�ando! Andando!

Vamos! Se mexam os de tr�s. . . Andando!

TURBILH�O DE SANGUE

- Cuidado com este r�dio a�. - Desculpe, senhor, estou cansado.

- Estamos todos cansados. - � que estou andando dormindo.

Calma, rapaz, ficar� bem. Vamos ver, mexam-se os de tr�s!

- Algu�m precisa de ajuda? - Est� brincando?

- Ele, como est�, senhor? - N�o muito mal, Alan. N�o muito mal.

Falta muito para andar?

Conforme minhas estimativas, diria que cerca de 40 milhas. . .

Se os Quart�is de Divis�o n�o retrocederam novamente.

Como eu odeio essa maldita selva!

Devia ser agradecido. Est� te escondendo dos japoneses.

Acha que est�o nos observando, Alan?

N�o acredito, senhor.

Se nos tivessem visto, garanto que j� estariam em cima de n�s.

A n�o ser que venham nos seguindo para nos tirar a vantagem.

Assim eu gosto: um paciente agrad�vel e otimista.

Podemos descansar um pouco, senhor? V�rios homens n�o est�o em boa forma.

Seria muito pior se o inimigo pegasse eles.

Tem que deix�-los descansar algumas horas.

- Esta �rea est� cheia de japoneses. - N�o mais que duas horas.

Certo, mas n�o podemos ficar aqui, somos um alvo muito f�cil.

Sargento, pega dois homens e veja o que h� mais a frente.

Perkins, Turner, lhes pe�o um �ltimo grande esfor�o.

Mas Sargento, j� nos havia pedido antes de ontem!

Me d� isso.

Tudo o que o homem disse foi: "Gostaria de ser correspondente de guerra?"

- E agora est� olhando a guerra. - Olhando?

N�o se pode saber bem o que � uma enquanto n�o esteja nela.

Desculpa.

Hastings, que diabos est� fazendo?

- Pensei que descansariamos, senhor. - Pensou isso?

Leve esses homens. V�o descansar at� o Sargento voltar.

Vamos, mexam-se! Vamos! R�pido, agora!

A �nica coisa que me encoraja a ir em frente � saber que isso ainda vai acabar.

Este clima � terr�vel.

Como consegue usar esse colarinho com este calor?

N�o sei, ajuda as pessoas. . . Vou continuar usando.

Quase rezo para o Senhor ontem quando me encontrou.

Voc� teria voltado de algum modo.

- E chegava at� aqui. - Gra�as a voc�.

A prop�sito, o que fazia sozinho no meio da selva?

Pensei que iria conseguir uma boa hist�ria, saindo com uma patrulha.

Bons rapazes.

Bem. . . j� chega.

- As coisas est�o muito pretas, n�o? - Isso. . . dito suavemente.

Ent�o � isso o que restou da brigada?

Cobrimos a retirada e depois perdemos o contato.

Talvez voc� tenha not�cias mais frescas que n�s.

Eu? Ah, sim, claro.

Se sup�e que um correspondente de guerra tem que saber tudo.

Veja, Padre, neste exato momento, j� n�o sei onde est� o inimigo,

nem sei onde nossas tropas est�o. Ent�o tudo est� indo muito bem.

Esperem.

Estou imaginando coisas, ou estou vendo uma pequena aldeia?

Voc� est� vendo. E �gua deliciosa tamb�m.

Continuem vendo nossa miragem, volto para dizer ao Capit�o.

Fiquem cobertos e n�o se movam.

- Entenderam? - Entendemos, senhor.

� um bom homem, n�o?

� oriundo de Glasgow. Depois disso qualquer coisa � um al�vio.

Como eu queria ter um bin�culos!

Por que n�o vamos?

Olha para aquelas belezas l� na piscina.

Se n�o vierem em cinco minutos, continuamos a marcha.

Temos problemas com o r�dio. O Wilson est� arrumando.

- Qual � o problema? - Parece que parou de funcionar.

- Eu disse qual � o problema! - Parece que entrou �gua.

- A chuva n�o impede de funcionar. - N�o, senhor.

Quer dizer que deixou cair na �gua?

- Ele n�o. Fui eu. - Este r�dio � a nossa vida, Dawson.

- � melhor faz�-lo funcionar. - Vamos arrumar, senhor.

� melhor conseguirem!

- O r�dio n�o funciona, senhor. - Dever�o ir sempre para o Oeste.

Eu vou, sim. A Frente est� se movendo o tempo todo.

N�o posso saber se vamos para as linhas inimigas ou as nossas.

Os nossos far�o uma parada. . . em breve.

Sim, mas qu�o em breve?

Deve haver centenas de homens por a� parados como n�s.

- Talvez pudessemos reun�-los. - O Sargento voltou.

Bem.

- H� uma vila em frente, senhor. - Qual o tamanho?

- Algumas cabanas. - Tem gente?

Alguns alde�es birmaneses, senhor. Parece estar tudo bem.

Deixei o Perkins e o Turner vigiando.

Bem, diga ao Sr. Hastings e leve-o l�.

- Vamos! Mexam-se, r�pido. - Cubram-no, r�pido.

Voc�s dois, observei que andavam perto da frente da linha.

Fa�am como lhes ordenei e fiquem no centro.

Vamos, andando.

N�o sei o que acontece com ele, sem d�vida que gosta de dar ordens.

N�o o julgue mau. Voc� tem que cuidar apenas de si mesmo.

Ele tem que cuidar de mais de 30.

- Onde fica o centro da linha? - Me d� isso.

- J� passou meia hora. - Vai voltar.

- Voc� acha? - N�o seja t�o pessimista.

Shh!

- Dormiram bem? - Muito pouco, Sargento.

- Est� tudo bem? - Tudo calmo, senhor. S� os alde�es.

Parece normal. Vamos entrar, Sargento.

Devemos esperar o Capit�o. . .

Queremos os feridos abrigados por um tempo. Vamos entrar!

Quem foi o idiota que teve essa ideia est�pida?

- Pareceu estar t�o tranq�ilo. - Pareceu!

Vou me posicionar na frente. O Sargento ser� meu flanco esquerdo.

Muito bem.

Hastings.

N�o tente at� receber o sinal do Sargento.

N�o quero que voc�s disparem no meio de n�s.

Voc�, vigie.

Vou dar-lhe tr�s minutos para chegarem � posi��o. Fa�a-os ir.

Vamos avan�ar.

O Sargento e o Sr. Hastings d�o cobertura. Preparem-se.

Agora!

Abaixem-se!

Continuem abaixados!

Agora!

Bem, abram fogo.

Fiquem todos onde est�o!

Esperem um pouco.

Ou foram liquidados ou est�o sem muni��es.

- Avan�amos, senhor? - N�o, eu avan�o. Cubram-me!

Vamos. Vamos peg�-los.

Cessar fogo!

� direita! Peguem eles!

Bendish, voc�.

Volte aqui!

Havia 10 deles, senhor, 8 soldados, 1 capit�o e 1 coronel.

- Um coronel? - E tinha isto com ele.

- Pega uns homens e explorem a �rea. - Muito bem, senhor.

N�o deixa nem um escapar. Se achar algum j� sabe o que fazer.

Algu�m de voc�s fala ingl�s? Ingl�s?

- Falo pouquinho. - Bem. Qual o seu nome?

- Suni. - Ent�o venha aqui, Suni.

- Quanto tempo "japon�s" aqui? - O qu�?

Japon�s, aqui. Quanto tempo?

N�o faz muito.

Quer dizer que estavam aqui desde o amanhecer, senhor.

Tem outros alde�es? Outras pessoas?

Foram embora; todos. Vivemos. . .

� uma pena. Sargento, tire-os de l� e coloque os homens.

Coloque-os na menor casa e sob guarda, por hora.

Andando! Tirem esta gente daqui!

- E fiquem bem alertas. - Sim, senhor.

Cada meia hora troque os sentinelas do per�metro.

- J� foi feito, senhor. - Bom.

- O que fa�o com este nip�nico? - Quem �?

Estava fugindo com os oficiais japoneses, senhor.

- Coloque-o na cabana grande. - Andando, Horr�vel.

Mantenha-o bem vigiado. Suni?

Conhece aquele homem?

N�o conhe�o. N�o.

Certo, pode ir.

O que poderia fazer por aqui nada menos que um coronel?

N�o me leve a mal, senhor, mas. . . estamos atr�s de suas linhas, sabe?

Sim, mas um coronel com apenas 8 homens por aqui. . . Por qu�?

Podia pensar que fosse um pelot�o, ou uma companhia, mas. . . 8 homens?

- Sim, � muito estranho. - Este n�o � um mapa comum de campo.

Essa linha azul, esses quadros e linhas verdes.

Senhor, o cozinheiro quer saber se pode come�ar com a comida.

- Sim, tudo bem, Perkins. - Obrigado, senhor.

E veja que nos chegue comida antes que voc�s comam tudo.

Com prazer, Sargento.

O que h� com esse birman�s? Por que tentou escapar?

Estaria com medo, senhor.

Os outros estariam tamb�m, mas n�o escaparam com o coronel.

Cuidaremos disso mais tarde.

Enquanto isso v�o tirando todos os escombros.

Leve-os para a selva e os enterre no mesmo buraco.

Cuide para n�o ficar vest�gios. Fa�am o mais r�pido poss�vel.

- Vou dizer ao Padre. - N�o se preocupe com o Padre.

Nada dessas bobagens de realizar servi�os funer�rios.

- Cuido dos vivos, n�o dos mortos. - Muito bem, senhor.

Esquadr�o de escavadores, andando!

- E ent�o? - Secamos todas as partes, senhor.

- Sinto por tudo isso, senhor. - Vai sentir se n�o puder arrum�-lo.

Sabe de uma coisa? Por mim que caia morto.

Pelo menos sabe o que est� fazendo.

"Vai sentir se n�o puder arrum�-lo" Tamb�m voc� e seu azar!

Quem deixou cair a pe�a solta na �gua, voc� ou ele?

- Disse algo? - N�o, senhor.

Fala ingl�s?

Perguntei se fala ingl�s.

O que fazia com os japoneses? Por que tentava fugir com eles?

N�o vai responder?

Parece n�o entender, n�o �, senhor?

Se n�o entende n�o nos ajudar�. Leve-o. . .

- Vamos. - . . . e fuzile-o.

N�o! N�o!

Por favor. . . !

Agora estamos falando, certo?

Venha aqui.

Levante-se! Fa�a-o levantar.

Ent�o vamos conversar um pouco, n�o �?

- N�o �? - Sim.

- Assim � melhor. Como se chama? - Hakimbo, senhor.

- O que estava fazendo aqui? - Eu moro aqui.

- N�o minta! - Eu moro aqui perto.

- O que fazia um coronel japon�s aqui? - Estava me fazendo perguntas.

- Que tipo de perguntas? - Sobre as tropas de voc�s.

- E o que lhe disse? - Nada. . . naturalmente.

- Voc� fala japon�s? - N�o sei falar japon�s.

- Tamb�m n�o sabia falar ingl�s. - Estava com medo! Agora digo a verdade.

- N�o acho que sabe o significado dessa palavra. - Achamos esse dinheiro, senhor.

- Tinha visto este mapa antes? - N�o.

Venha aqui e veja.

- Sabe alguma coisa sobre esse mapa? - Nada, senhor.

- Como se chama? - Eu j� disse.

- Responda a pergunta! - Hakimbo.

- Onde fica Singu? - Sing. . . ?

Singu, uma pequena aldeia perto daqui. Qual � a dist�ncia?

- Apenas algumas milhas. - N�o � assim. Fica a 150 milhas.

- Se mora aqui deveria saber. - N�o vivo a muito tempo aqui, senhor.

- Quanto tempo? - Algumas semanas.

- De onde voc� veio? - Rangoon.

Qual o seu ende�o l�?

Rua Ar Pown 19. Tinha uma pequena loja.

- Por que veio para c�? - Para escapar dos japoneses.

- E do que pretende viver? - Eu tenho dinheiro.

- � este dinheiro? - Sim.

- � uma grande soma, certo? - N�o sou um homem pobre.

- As notas s�o novas. - Eu saquei num banco!

N�o. N�o creio que sacou num banco.

- Diga outra vez o seu endere�o. - O qu�?

Voc� ouviu! Seu endere�o em Rangum!

- Ele esqueceu muito r�pido. - Voc� me confunde.

Eu te confundo, n�? Eu digo que foi tudo inventado.

- N�o senhor! - Acho que trabalha para os japoneses.

N�o, n�o � verdade!

Seu objetivo aqui � fornecer informa��o militar aos japoneses.

Reuniu-se aqui com o coronel e lhe deu informa��es em troca de dinheiro!

- N�o, isso n�o � verdade! - Sim, � verdade.

N�o te importa a vida que vai vender, desde que n�o seja a sua.

- Diz o que pensa. N�o tem provas. - Eu conseguirei minhas provas!

E voc� vai falar, entende?

Ou me diz tudo o que sabe sobre esse mapa. . .

. . . ou te mato.

- Os brit�nicos n�o fazem isso. . . - Cale-se!

Vou dar-lhe 15 minutos para se decidir.

Ou decide falar, ou tem 15 minutos de vida.

- Mas eu disse a verdade! - Se mudar de opini�o ficar� livre.

- N�o tire os olhos dele. - N�o farei, senhor.

Eu cuidei de tudo, senhor. J� est�o enterrando os mortos.

Teve sorte l�?

Sabe alguma coisa sobre esse mapa, mas � um osso duro de roer.

- Se quiser deixar comigo. . . - N�o, vou fazer do meu jeito.

Damos comida para os alde�es, senhor? Ainda est�o sob guarda.

Deixe-os sair. Diga-lhes para fazer as coisas deles.

- Voc�! - Senhor?

- Onde est� a sua arma? - Deixei na cabana, senhor.

Ou�a, se v�-lo novamente sem seu rifle. . .

. . . vou te deixar l� fora sem comida, arma e muni��o.

E morrer� como est� procurando. Vai buscar. R�pido!

Sim senhor.

E isso vale para todos voc�s.

Garoto travesso!

- Onde leva isso? - O m�dico pede mais camas.

- Onde ele est�? - A� dentro, senhor.

Agora.

- Tem tudo o que precisa? - Sim, os instrumentos necess�rios.

Vedem ele. Usem o menos atadura poss�vel.

Doutor!

Est� bem, calma.

Vai ficar bom.

- J� n�o doi mais. - Tente sentar-se.

N�o � seu. . .

Acalme-se. Calma, calma!

Um saco de batatas a menos para transportar.

Como se sente, senhor?

Estou bem, obrigado.

Bem, � tudo que posso fazer agora.

Gostaria de poder ajudar mais. Me sinto como um miser�vel in�til.

N�o h� muito que possamos fazer a n�o ser ser vigiar e esperar. . . Talvez rezar.

- Muito dif�cil, hein? - � isso.

- Precisa de mais ajuda? - Preciso de suprimentos.

Tive que tirar uma bala do ombro de um homem sem a anestesia adequada.

- Tem morfina? - Um pouco.

Cuide dela. Use apenas em quem tem possibilidade de viver.

Um moribundo acha que tem o mesmo direito de t�-la que qualquer um.

Olha, ter� que dizer-lhes sem rodeios.

Como se diz para um homem que n�o lhe dar�o mais drogas porque vai morrer?

S� assim; diga a verdade e o respeitar�o por isso.

N�o adianta ilud�-los.

Se dar-lhes alguma esperan�a, isso poderia mant�-los vivos.

- S� se as esperan�as forem reais. - Um momento!

- Temos alguma chance de voltar? - Alguns de n�s, talvez.

Se quiserem descansar, eu me instalei na cabana maior.

- Melhor ficarmos com esta. - Fica um pouco mais perto da morfina.

Oi! Voc� muito bonita. Mim vai com voc�, voc� vem comigo?

N�o entende a l�ngua dos �ndios.

Me desanima. O amor fala todas as l�nguas.

- Mim forte, como tiger. - Ele magricela, como gatinho.

- Mim leva a roupa. - Deixe-a em paz!

N�s passear. . .

- Que diabos est� fazendo? - Nada, senhor!

V� embora!

Se isso acontecer novamente, mando chicote�-lo at� desmaiar.

- S� estava. . . - N�o me responda!

Protejam-se!

V�o atr�s dele, r�pido! Sargento Turner!

- Quantos, senhor? - N�o sei. V� com eles.

Bem. . . vamos atac�-los.

- Consegue v�-los, sargento? - N�o, est� disparando em n�s.

N�o nos deixar� atirar at� nos movermos.

Vou atra�-lo. Se localiz�-lo lance uma boa rajada.

� melhor ter certeza. Eu tamb�m j� ca� numa dessas antes.

Eu n�o entendo. Estive revistando ao redor e n�o vi nada.

S�o muito dif�ceis de visualizar. S�o especialistas em combate na selva.

- O que faziam por aqui? - Nos perseguiam.

Creio que vieram atr�s daquele coronel. Sairemos em 20 minutos.

Que os homens fiquem prontos assim que terminarem de comer.

Mobilizar com esses feridos � absolutamente impens�vel.

- Eu dei uma ordem. - Alan, voc� os viu.

N�o tenho escolha. Sei como est�o e sei que estamos todos abatidos.

Mas o inimigo voltou por n�s. Temos que nos mover, � tudo.

Senhor. N�o disse uma palavra.

Bem, n�o vou mais perder tempo com voc�.

Fala ou morre. A escolha � sua. Agora.

O que quer que eu diga?

Sobre o coronel japon�s e as marcas no mapa.

Como iria explicar o que n�o sei!

Vou contar at� cinco.

Se n�o responder. . .

. . . vou atirar. Aqui. Agora.

Um. . .

. . . dois. . . - Alan.

. . . treis. . .

. . . quatro. . .

. . . cinco.

Tinha certeza que n�o poderia fazer.

- Traga-o para fora. - Andando, Horr�vel.

- Sargento! - Senhor?

Nosso amigo n�o acredita que vou fuzil�-lo. Terei que convenc�-lo.

Traga dois alde�es e coloque-os diante de um pelot�o de fuzilamento.

Voc� poder� ver, Hakimbo.

Ficou completamente louco? Vai fazer uma simula��o.

N�o, Padre, n�o � uma simula��o.

Ouviu, Sargento? Coloque 2 alde�es diante de um pelot�o de fuzilamento.

Espere, Sargento. Espere um pouco. N�o pode estar falando s�rio!

N�o pode mat�-los a sangue frio!

- Eu estou no comando aqui. - Mas n�o pode matar civis!

Prossiga, Sargento.

Sargento, por miseric�rdia, te pe�o que aguarde alguns minutos.

Muito bem, senhor. Mas s� alguns minutos.

Voc� esperar� quanto o Major ordenar.

O capit�o Langford � meu oficial, n�o o Padre. . .

Certo, Sargento.

Ou�a, Alan. Voc� est� cansado, sem condi��es para tomar essa decis�o.

Farei o que devo, nem mais nem menos.

Essas marcas no mapa japon�s s�o muito importantes.

Ele sabe o que significam e eu o farei falar.

- N�o importa que m�todo vou usar. - Mas dois civis? Por qu�?

- Na minha opini�o eu acho. . . - Sua opini�o n�o mudar� nada.

- As vidas de duas pessoas dependem de. . . - V� em frente, Sargento!

Muito bem, senhor.

Sargento. . .

Percebe que cometer� um crime de guerra?

- Sabe o que est� para fazer? - N�o estou muito certo que sabe.

Desculpa, senhor. O Capit�o Langford � o meu comandante!

� ele quem decide o que deve ser feito, ningu�m mais!

- Se esqueceu de mim, Sargento. - Voc� n�o tem nada a ver.

- Sou testemunha e jornalista! - Depois cuidaremos disso.

O Comandante nos trouxe at� aqui e ficarei com ele seja como for.

De outro modo, nas �ltimas duas semanas nenhum de n�s estaria aqui.

E creio que isso tamb�m vale para o resto dos homens, senhor.

Voc� pode comprovar.

Venha, Padreco, vou precisar de voc�.

Venha, senhor. O Brigadeiro.

- Alan, se o homem n�o for um informante. . . - Estou convencido que �.

- Pelo menos deixe-me explicar. - Isso voc� j� fez.

N�o, voc� exige uma informa��o que talvez ele n�o possua.

Era essa a sua raz�o para atirar nesses pobres diabos?

N�o tenho tempo para fazer mais nada.

Quer dizer que n�o pode dar-lhes tempo para implorar por suas vidas?

Quero dizer isso! Isso mesmo!

Isto � uma guerra, e um homem com uma arma deve sempre acreditar que tem raz�o.

Caso contr�rio, n�o tem motivo para vestir um uniforme.

Alguns milh�es de judeus n�o concordariam com voc�.

Este mapa aqui pode aniquilar um ex�rcito, ou tamb�m salv�-lo.

Qu�o grande pode ser uma atrocidade? Duas vidas? 20 vidas? 20.000 vidas?

S� me preocupo com o meu pr�prio povo!

Viu muitas matan�as.

Tantas para poder estar no comando.

Como se sentiria se o inimigo fora de controle matasse sua fam�lia?

N�o seja t�o infantil! N�o podemos ter uma discuss�o sobre �tica de guerra agora!

Ent�o cada oficial brit�nico pode tomar a lei em suas pr�prias m�os?

- Creio que n�o tem op��o. - N�o se engane.

Lutamos porque temos que fazer, mas matar s� se formos for�ados.

Vamos, diga sem rodeios! Diga que isso � assassinato!

Bem. . . Expuseram vosso ponto de vista.

Veja, sua tarefa � informar sobre a guerra, isso � o que pedem, . . .

. . . N�o tentem conduz�-la!

E quanto a voc�, Padre, n�o quero que reze para mim.

Se quer ajudar, nos consiga auxilio de Deus. Pode ser necess�rio.

- Pelot�o de fuzilamento pronto. - Bem, Sargento.

Sabem? Voc�s est�o t�o ocupados levantando os bra�os horrorizados

- que misturaram todos os princ�pios. - Pelo menos temos alguns.

Voc�s n�o se importam se um piloto de bombardeiro mata centenas de civis.

Nem se importam com o assassinato � dist�ncia, desde que n�o estejam envolvidos.

Se n�o suportam olhar, virem a cabe�a para o outro lado.

Por favor, n�o atire! Por favor, por favor!

N�o atire, por favor! N�o, n�o por favor! N�o dispare!

Padre. . .

- Isto � tarefa sua. - N�o dispare! Por favor, n�o atire!

Pare. N�o dispare! N�o dispare!

Hakimbo, voc� pode salvar estas pessoas.

V� em frente, Sargento.

Em guarda!

Pare! Pare. . .

Fogo!

Recarregar!

- Agora voc� continua. - Est� bem, vou falar, vou falar!

Vou falar.

Leve-o para a cabana, Bendish.

Venha voc� tamb�m, Sargento.

Debandar. Vamos.

A morte desses birmaneses � de minha exclusiva responsabilidade.

Se alguma cabe�a for rolar quando voltarmos, ser� a minha.

Deus tenha piedade da sua alma.

- Por favor, senhor, posso. . . - Cale-se! V� para l�.

Seu trabalho com os japoneses terminou agora.

- Far� o poss�vel para nos ajudar! - Sim, vou contar tudo!

Por que se reuniu com esse oficial japon�s?

Para contar tudo o que sabia sobre o movimento das suas tropas.

Pagaram pela informa��o?

Me dariam um posto na administra��o militar da Birm�nia.

Tudo muito bem preparado, n�o? Viu este mapa antes?

Se disser que n�o. . . arrebentarei suas tripas.

- Sim, eu tinha visto. - O que significa?

Mostra detalhes de uma opera��o japonesa a ser realizada em duas semanas.

Venha aqui. O que significam essas marca��es?

As marcas azul, vermelho e preto indicam o que eles sabem da posi��o de voc�s.

As marcas verdes mostram onde acham que voc�s estar�o em duas semanas.

Sargento, meu mapa de campanha.

O que � esta linha grossa em branco?

� a� onde os japoneses realizar�o o ataque.

- V� o que fazem? - Receio que n�o, senhor.

V�o ingressar pelo outro lado do grosso das nossas tropas,

para nos imobilizar e pensarmos que suas vias de abastecimento s�o muito maiores.

E estar�o o tempo todo se movendo atr�s de n�s.

O inimigo se mover� dentro de uma das selvas mais densas do mundo.

Nenhum comandante faria este movimento em aberto.

- Ent�o estamos mal, senhor. - Sim, isso mesmo, Sargento.

E quando nossa intelig�ncia tomar consciencia da coisa toda,

ser� tarde demais para agir.

E n�o acha que isso pode ser mais um monte de mentiras?

N�o, n�o. Ele disse a verdade.

O mapa confirma isso.

E voc�,

n�o lhe colocarei um guarda, mas aconselho a n�o tentar fugir!

N�o, senhor. Se permitir vou ajudar muito.

- Leve-o. - Sim, senhor.

Obrigado, senhor. Muito obrigado, senhor!

- Sargento? - Senhor?

Quero que leve este homem para a selva. . . e o mate.

Depois o enterre e controle para fazer um bom trabalho.

S� fa�o isso porque este mapa � de uma import�ncia vital.

Os japoneses n�o devem saber que temos e nem que entendemos.

- Com esse homem vivo poderiam saber. - Voc� acha que ir� contar?

N�o. Mas se for pego falar� e isso � um risco que n�o podemos correr.

Cuidarei disso imediatamente, senhor.

Acha que conseguiremos passar essa informa��o, senhor?

- Isso depende de voc�, Sargento. - Sim, senhor.

Temos que confiar que conseguem reparar o r�dio.

Ent�o devemos cruzar os dedos, n�o?

N�o adianta dizer que eu tinha raz�o.

- Os homens se preparam para mover. - Certo, eu havia ordenado.

Tenho feridos aqui, al�m do brigadeiro.

- N�o podem se mover neste momento. - Que se vistam para partir.

E o resto de n�s? Mal comemos ou descansamos.

- Voc� est� nos pedindo para. . . - N�o estou pedindo. Estou ordenando!

- Faz tanta diferen�a algumas horas? - Cada hora � crucial.

- � tamb�m crucial para os feridos. - N�o me importo com os feridos.

O que quer dizer exatamente?

- Quero dizer que n�o vir�o conosco. - N�o pode fazer isso. . . !

Tamb�m n�o posso p�r em perigo a vida de 30 homens �teis!

Percebe o que isso significar� para eles?

N�o ser� a primeira vez que um ex�rcito recuando deixa para tr�s seus feridos.

Sim, mas em circunst�ncias diferentes.

Veja Padre, deve ter 20.000 soldados l� na selva.

Se os oficiais pensarem apenas nos feridos perderemos muitos deles.

- � contra os princ�pios humanit�rios. - Princ�pios, numa hora dessa?

N�o vejo nada errado em ter princ�pios.

Ah n�o? Eu o farei ver. Olhe.

Temos 40 milhas de selva fechada que nos separa da sobreviv�ncia.

Os japoneses est�o a� mesmo nos passando o rodo.

Nossas vidas dependem de ficarmos em a��o.

� uma decis�o dif�cil, repulsiva, mas inevit�vel.

J� tomei minha decis�o. Fico com os feridos.

Vou ficar com voc�, doutor. N�o vou abandonar esses homens.

Voc�s acreditam que decidi isso em cinco minutos?

S� pensei nisso durante os �ltimos dois dias.

Nos moveremos no ritmo do ferido mais lento.

Eu os vi fazendo o quanto podiam, se esfor�ando com suas macas.

N�o duvide que eles est�o dispostos a transport�-los.

� uma carga que fica intoler�vel. Devo levar os que est�o saud�veis.

Por que n�o diz aos homens? Eles teriam algo para responder.

N�o perguntamos aos homens o que eles querem fazer no ex�rcito!

- O Brigadeiro est� aqui. - N�o devia t�-lo movido, senhor.

N�o culpem o Paul. Eu lhe ordenei. N�o se aflijam.

Sou perfeitamente capaz de decidir se estou em condi��o de me mover ou n�o.

- Senhor, isso pertence a minha �rea. - Tudo bem, doutor. . .

Sabemos como as coisas est�o. Na realidade n�o importa.

- Certo? - Um cigarro, senhor.

Obrigado.

- V�o. . . passar a noite aqui? - � o que estamos decidindo agora, senhor.

Eu vejo.

Porque me recomendaram vir aqui no momento oportuno.

- Por que veio, senhor? - Sim, os feridos.

Houve um pequeno debate entre n�s.

Decidimos que. . . n�o estamos sendo muito �til.

- N�o h� muito o que fazer, senhor. - H� sim.

Todos sabemos que como as coisas est�o. . .

. . . voc�s n�o v�o conseguir.

N�o queremos ser respons�veis por voc�s serem capturados.

Ent�o. . . queremos que v�o sem n�s.

- Espera um pouco, senhor. - Nossa decis�o foi un�nime.

N�o vamos com voc�s. Alan, essas s�o as minhas ordens.

Farei o que voc� quiser, senhor.

N�o h� necessidade de dizer como nos sentimos sobre isso.

E para voc�, Doutor, te ordeno que nos deixe.

Esque�a dos poucos que ficaram aqui e lembre-se das centenas

que precisar�o da sua ajuda quando retornarem aos quarteis.

- Voc� entende? - Entendo, senhor.

- Bom. - Vamos, o levamos de volta.

Ah. . . antes que me esque�a.

Poderiam nos deixar uma pistola e muni��o suficiente.

� coisa pequena, mas n�o queria que se esquecessem.

Uma pistola n�o ser� suficiente para se defenderem, senhor.

Desculpa, Padre, n�o vamos precisar para. . . defesa.

Alan, queira vir comigo?

Queria falar sobre seus planos.

Agora mesmo, senhor.

Perkins, Simpson, peguem algumas lan�as

e v�o para a clareira atr�s da cabana.

- Quem era, Sargento? - O informante. . . tentou fugir.

Como v�o as coisas aqui? Bem seco, como se fosse o meu beb�?

Ouvir o seu beb� chorar, . . . isso � o que queremos.

Vamos, faz meia hora que ordenaram para se mover! R�pido!

Sente-o a�. Sargento, traga uma maca.

N�o se incomodem. Me deixem sentado a�. Vou ficar bem.

Sunray Lider para Aquiles.

Sim, eu entendo.

Lembre-se que t�m o 3� Batalh�o no flanco direito.

- Sunray Lider para Aquiles. - E Fanny sua tia atrevida!

Entendido, desligo. Desligo.

Sunray Lider para Zebra. Sunray Lider para Zebra.

Seu sinal est� muito baixo. . .

Sim, eu entendi. Voc�s est�o muito ao norte.

O vosso contato mais pr�ximo � Companhia A.

- Sunray Lider para Zebra. . . - Senhor, fizemos funcionar.

- Bem. Preparem o transmissor e. . . - O transmissor?

Devo enviar uma mensagem urgente. � que o transmissor n�o funciona?

- S� o receptor, senhor. - Ponham o transmissor para funcionar!

Os japoneses, senhor. J� est�o perto.

- Quantos? - S� vi um, mas deve ser uma patrulha.

- Todos tirem a mochila! - Tirar?!

- Sim, quero que pensem que ficamos. - Ficarmos?!

N�o vai sair para atac�-los?

N�o quero que saibam que os vimos.

- V�o atirar em n�s como quiserem! - N�o acho que fa�am. Vamos arriscar.

Bem, tirem suas mochilas. Sentem-se. Com os fuzis � m�o.

Se for uma patrulha, voltar�o com refor�os.

Exato. Vir�o para nos perseguir. Mas se ficarmos,

n�o notar�o que o Sargento e seu grupo escaparam.

Isso lhes dar� uma fuga inicial. � razo�vel nessas circunst�ncias. . .

- Ele morreu. - Era um grande homem.

Sim, era um grande homem.

Mas ele sabia que s� h� um modo de lutar uma guerra:

- Sem usar luvas. - Est� tudo pronto, senhor.

Leve dois soldados, o Padre, o doutor e o jornalista.

Preparem seus equipamentos r�pido. Sargento, venha comigo.

Aqui acho que est�o os quart�is.

Fique alerta se tem outra unidade brit�nica tentando achar este caminho de volta.

- Todos dev�amos ter uma c�pia deste mapa. - N�o h� tempo para faz�-las.

Certifique-se de que todos memorizem bem e depois o destrua.

Se tiverem que se separar, que qualquer um de voc�s possa se virar sozinho.

Se n�o conseguirmos, n�o ser� por falta de tentativa.

Se algu�m do grupo se cansar ou n�o conseguir continuar,

deixe-o para tr�s: � uma ordem.

Sob nenhuma circunst�ncia o deixar� seguir com voc�.

Sei o que devo fazer. E quanto a voc� e o resto?

Ficaremos para proteger o r�dio at� que o transmissor funcione.

Eu. . . estive com voc� durante muito tempo, senhor.

Quero que saiba que. . .

Ah, bem, j� sabe o que tento lhe dizer.

Acho que sei. Voc� � um bom soldado, Sargento.

Sua lealdade significou muito para mim.

Obrigado, senhor.

Com sua permiss�o, senhor, vou partir agora.

- Adeus, Sargento. Boa sorte. - Obrigado, senhor.

- Senhores, j� deviam estar prontos. - � importante sair imediatamente.

- Max e eu n�o vamos. - Disse claramente que voc�s ir�o!

Dizemos bem claro que ficaremos.

N�o gosto de contradizer suas decis�es, mas assim decidimos.

- E voc�, doutor? - Eu vou.

Sem suprimentos, n�o sirvo aqui. Se voltar, continuarei um doutor.

Mas que id�ia est�pida!

Vou dizer sem rodeios.

Nossas chances de sair daqui s�o uma contra 10.

Claro, e voc� pensa que nos d� uma chance de podermos escapar.

Voc�s n�o s�o �teis para mim, ent�o podem ir para o inferno!

Se vamos com o sargento, causamos atrasos. Sou velho e menos apto.

D�-nos um fuzil a cada um, em troca envie dois soldados mais jovens.

- Voc� com um fuzil, Padre? - Eu disse isso.

- Mas voc� � um sacerdote. - Sim. � melhor rezar para mim.

Seria mais �til se voltasse aos quart�is.

Eu n�o acho. L� faltam m�dicos, mas n�o sacerdotes.

- Meu lugar � aqui. - Est� equivocado, Padre.

Mas entendo o que diz. N�o sou um homem religioso,

mas todos acreditamos que � bom que ande por aqui.

Eu agrade�o, Sargento.

O Padre � com quem posso falar sem que seja de japon�s.

E voc�?

At� agora escrevia sobre tudo isso. Agora posso ser parte disso.

Me perguntava como � tudo em situa��es assim. Agora posso descobrir.

- � sua �nica raz�o para ficar? - N�o, h� outra.

E isso n�o significa que justificamos suas a��es passadas.

Mas voc� tem informa��es importantes. Como obteve. . . isso � outra coisa.

E poder� levar antes aos quart�is sem ter que carregar n�s dois.

� melhor escolher mais dois homens, vai r�pido.

Irei num minuto.

- Me permite uma palavra? - Do que �?

Quero saber se vou com o Sargento.

- Voc�? Precisam de voc� aqui. - Eu sei, mas tudo mudou.

Tem mais dois oficiais para assumir o posto.

Oficiais? Max � um correspondente de guerra e o Padre � um sacerdote!

- Mas n�o sou mais qualificado. . . - Voc� � um homem treinado da infantaria.

Desculpa, n�o devia ter tocado no assunto.

Se eu ficar fora disso, voc� seria o oficial ideal para assumir o comando.

Sim, sim, claro.

Coloque sentinelas em toda a aldeia, num raio de meia milha.

Quero saber imediatamente se virem alguma coisa.

- Boa sorte, doutor. - O mesmo para voc�.

N�o se preocupe, Paul, as coisas n�o est�o t�o ruim quanto parece.

Padre, Paul sabe onde est�o os medicamentos, o que resta deles.

Boa sorte.

Alan. . .

- Nos vemos nos quart�is. - Nos quart�is.

Vou me despedir.

Adeus, Sargento, e obrigado.

Estarei te esperando com bastante cerveja, Escoc�s, velho b�bado.

Vamos, se apressem!

Cigarro?

Fogo?

Ol�, Paul, como vai?

Bem, eu acho.

Padre, eu. . .

Eu fui um tolo l�, n�o �?

- N�o, acho que n�o. - N�o sou covarde, creia. N�o sou.

- Estava assustado; todos estamos. - Ficar aqui parece muito absurdo.

Suponha que fa�am o transmissor funcionar.

Suponha que o plano chegue aos quart�is.

Tudo ainda seria absurdo, ent�o?

O Alan n�o gosta de jogar tudo numa s� carta.

Se o sargento falhar, n�s podemos conseguir, e vice-versa.

Vale a pena tentar.

H� muito que quero fazer com minha vida.

Estar aqui, bem no meio do nada. . . Ah, eu n�o sei.

Acho que est� usando t�ticas evasivas.

� muito �bvio, n�o acha?

Voc� n�o � bobo, Padre. O que acha que vai acontecer?

- Por que n�o esperamos para ver? - � a espera que me mata!

Se tivesse ido com o sargento. . . pelo menos teria algo para ir em frente.

Sim, mas voc� nunca se perdoou a si mesmo.

Agora n�o importa. N�o tive a oportunidade.

- N�s tamb�m n�o. - Tiveram sim, mas escolheram ficar.

Para dar a oportunidade para dois homens mais jovens.

N�o queremos correr para o futuro, e com medo de olhar o passado.

- Quer dizer: Sou um covarde. - Nada disso em absoluto.

Um covarde � quem tem coragem,

mas s� pensa em si mesmo e passa o tempo todo fugindo.

Muitos viram as costas para o assunto, n�o porque n�o podem enfrentar,

mas porque virar a cabe�a � muito mais f�cil.

E est�o os "bravos" que fazem as coisas para os outros. . . mas agem para eles.

Eles conhecem muito pouco o medo, e podem super�-lo facilmente.

Os mais corajosos s�o aqueles que mesmo desejando fugir,

oprimidos pelo medo, se voltam sem hesitar para enfrentar o perigo.

Tais homens merecem respeito porque conseguem transformar

seu verdadeiro medo em coragem fria e resoluta.

Claro que sim. . .

� terrivelmente dif�cil, isso � tudo.

Ajax para Lider Sunray, est� recebendo? Cambio.

Bem, Zebra, farei o que pede,

mas n�o se esque�am que voc�s chegar�o � esquerda da Companhia A.

Se encarregem de dar-lhes cobertura e qualquer coisa que. . .

- N�o nos ouvem, senhor. - Tudo bem, continue tentando.

Dawson, se apresente ao Sr. Hastings.

Por favor, est�o me recebendo? Cambio.

Ajax para Lider Sunray, me ouvem, por favor? Cambio.

- Est� satisfeito? - Devo estar?

At� agora conseguiu fazer as coisas � sua maneira.

Pelo visto com voc� e o Max, n�o.

� muito dif�cil podermos esquecer o que aconteceu aqui.

� dif�cil entender como pode mandar matar aqueles dois birmaneses.

Sim. . . lamento o que aconteceu, Padre.

Lamento que teve que presenciar,

mas o que s�o dois mentirosos quando h� tanto em risco?

Vida e morte significava muito para os 2 que tiveram que morrer.

Mas muito mais para os milhares que ter�o a oportunidade de viver.

Ajax para Lider Sunray. Ajax para Lider Sunray.

Por favor, me ouvem? Est�o me ouvindo?

Troca de sentinela, senhor.

Vou ficar aqui mais um pouco.

Substitua algum outro da periferia.

- � que devia descansar um pouco. . . - Vai me dizer o que devo fazer?

- Est�o vindo, senhor. - Onde?

Cerca de uma milha para o leste. V�m para c�.

Alerte o vigia para n�o deixar de observ�-los.

Veja que todos estejam prontos, vou avisar o Capit�o Langford.

Os japoneses v�m para c�, a uma milha de dist�ncia.

- Em que dire��o? - O vigia disse leste.

Pegaram o mesmo caminho que n�s para chegar aqui.

Vou pensar em algum espa�o aberto para uma emboscada.

Se chegarmos primeiro � clareira podemos controlar todo o rio.

Ponha homens em quatro setores de emerg�ncia e traga os sentinelas de per�metro.

- Quero ir com voc�. - N�o, Max.

- Para poder registrar a hist�ria. - Ficar� aqui. Voc� tamb�m, Padre.

- Ainda tentando passar a mensagem? - Estou fazendo outra tentativa.

Se��es de emerg�ncia, prontas.

Bem. Sugiro dois homens em cada cabana.

Estamos com pouca muni��o, mas temos que resistir.

Se nos fizerem prisioneiros e nos trazer aqui para a aldeia, voc�s abram fogo.

E isso � uma ordem.

N�o posso fazer muito, Alan, mas garanto que vou rezar.

Em momentos como estes, temos que tentar tudo.

Bem, voc� entre com os feridos. Dawson e Wilson v�o para l�.

� melhor entrarmos, Padre.

L� v�m, senhor.

Preparem-se. Preparem-se.

Aguardam ainda. Est�o quase em cima.

Senhor, podemos nos virar bem, os poucos que somos.

Espere! Podem fazer parte de um corpo maior,

e est�o tentando descobrir nossa posi��o e for�a.

Eu gostaria pegar mais alguns antes de sair, senhor.

J� ter� essa oportunidade. . . num instante.

Obrigado, senhor. Aproveitarei a oportunidade.

Perkins! Que diabos est� fazendo?

- Podemos cobri-lo, senhor? - N�o atire, espere.

Quer nos proteger sem comprometer a nossa posi��o. Que loucura. . . !

Bem, senhores! Aqui estou! Venham me apanhar!

Devem ficar l� dentro, por favor. Disse para ficarem l� dentro.

N�o entro. Vamos para selva.

Mas n�o podem ir.

Devem ficar na cabana. Estar�o seguros na cabana.

Selva mais seguro. Aldeia n�o mais bom.

Ingl�s-japon�s, japon�s-ingl�s. . .

Nenhum bom.

Nenhum bom. . .

Ajax para Lider Sunray, Ajax para Lider Sunray.

� urgente. Est�o me recebendo, por favor? Cambio.

Os alde�es foram embora. O tiroteio os assustou.

Faz mais de uma hora que parou.

- Algu�m est� se movendo. - N�o saia dessa janela!

Pelo curral dos animais.

Me recebem, por favor? Cambio?

Fogo! Fogo!

Abram fogo!

Ajax para Lider Sunray. Ajax para Lider Sunray.

Isso � urgente. � urgente.

Qual a sua patente?

Sou tenente.

De qual categoria?

- Segundo Tenente. - Voc� responder� minhas perguntas.

- N�o tenho nada a dizer. - Provavelmente n�o, por enquanto.

De qualquer forma, devo persuadi-lo a responder.

Seja qual for a pergunta n�o tenho nada a dizer.

Estou convencido que quando suas for�as chegaram a este lugar,

voc�s encontraram um oficial japon�s de alta patente e alguns soldados.

O que aconteceu com eles?

Meu nome � Hastings. Sou segundo tenente. Meu n�mero �. . .

Pense bem, tenente.

N�o sou soldado. N�o posso dizer nada.

E o que diz o Capit�o. . . do ex�rcito de Deus?

Sou um Major do Ex�rcito Brit�nico.

Voc� me dir� a verdade sobre o oficial japon�s desaparecido.

Voc� ir� com os guardas, por favor.

Podem fazer algo por este homem? Est� muito ferido.

- Ser� atendido no tempo devido. - Pode ser tarde demais.

Desculpe, mas h� coisas mais importantes para tratar.

Voc� n�o esqueceu de algo?

- N�o que eu saiba. - Levante-se!

� habitual que um prisioneiro de guerra deve saudar um oficial superior inimigo.

Pode ser. � com a palavra "superior" com a qual n�o concordo.

Sou o Major Yamazaki da Intelig�ncia Japonesa.

Eu vejo.

Por favor.

Se oferecer-lhe um cigarro, voc� dir� que prefere um dos seus.

Ent�o n�o incitarei sua rejei��o.

S� me diga o que tem que dizer.

� uma pena, Capit�o, que estamos em lados opostos nesta guerra.

Afinal, a Marinha Japonesa desempenhou um papel importante

ajudando voc�s ganharem a �ltima guerra.

Ambos somos cavalheiros.

- Podemos debater isto amigavelmente. - Debata o que quiser, n�o impe�o.

Uma atitude louv�vel, mas pouco proveitosa.

Voc� o que espera?

A que unidade voc� pertence?

Responda, por favor.

Muito bem. Pois vou lhe dizer.

Pertence ao 7� Batalh�o de South Riding.

- E da�? - Diga-me, Capit�o. . .

Quando chegaram a esta aldeia, o que acharam?

Selva.

Suponho que n�o tenha entendido.

- O que encontraram? - Essas cabanas vazias.

- Mas os ocupantes n�o estavam? - N�o havia ocupantes.

Que estranho. . . !

Faz anos que os brit�nicos est�o na Birm�nia.

Havia algum motivo para terem medo de voc�s?

N�o, a menos que tenham confundido nossas tropas com a de voc�s.

- Quanto tempo na Birm�nia? - Cerca de um ano.

Venha, quero lhe mostrar uma coisa.

Venha, por favor. Posso usar a for�a.

Boa sorte, senhor.

Diga-lhe para ir. . .

- Hero�smo ou estupidez? - Me diga voc�.

- N�o ia ganhar nada com isso. - Talvez ele se sinta melhor.

- Diga-me, Capit�o, est� casado? - Sim.

- Filhos? - Dois.

Tenho esposa e um filho em T�quio.

N�o sei se ainda voltarei a v�-los.

Um pa�s agrad�vel, a Inglaterra.

Trabalhei v�rios anos na Intelig�ncia em nossa embaixada de Londres.

Sou um grande admirador da literatura inglesa.

Na minha casa tenho uma excelente biblioteca,

que at� inclui alguns originais das obras de Byron.

- Isso n�o tem que acontecer. - Diga para acabarem com isto, Alan!

O que est� esperando? Depressa!

Um oficial japon�s de alta patente desapareceu.

Sabemos que teria uma reuni�o nesta aldeia.

Foi a �ltima coisa que ouvimos dele.

O que lhe aconteceu?

Eu n�o sei!

Adiaremos isto mais um pouco.

Tentaremos com outra pergunta, Capit�o.

Estou bem, Alan.

Estou bem!

Por que n�o acaba com isso de uma vez?

Diga-me, Capit�o,

um homem com a sua capacidade de combate, por qual motivo lutaria nesta aldeia?

- Ficamos isolados da nossa unidade. - E por que ficar aqui?

- N�o ficariamos, mas voc�s chegaram. - Poderiam ter sa�do antes.

Meu dever era lutar, n�o fugir quando ver o inimigo

Deliberadamente decidiram estabelecer sua unidade aqui, n�o �?

- E que diferen�a isso faz? - Levanta a seguinte quest�o:

Por que, ap�s realizar seu combate de retaguarda,

voc�s decidiram ficar aqui, e n�o se unir com sua unidade principal?

- Era uma boa posi��o defensiva. - Essa � a sua explica��o?

N�o toda. Os meus homens estavam exaustos e tinha alguns feridos.

Ainda n�o me convenceu.

N�s ficamos porque n�o conseguiamos continuar!

E isso n�o me serve, Capit�o!

N�o me serve.

Para dentro.

- Pelo amor de Deus, ajudem este homem. - Ele ser� ajudado.

Mas primeiro voc� me ajudar�.

Voc� n�o d� a impress�o de ser um oficial grosseiramente incompetente.

- N�o me interessa a sua opini�o. - A sua me interessa. Pare e olhe para mim.

Agora me responda isto.

O que motivou este s�bito colapso de fazer uma luta de resist�ncia?

Voc� j� sabe a resposta: acabaram as muni��es.

Correto. Mas eu queria que voc� me desse a minha resposta.

Um oficial especialista optaria por uma posi��o ofensiva atr�s das linhas inimigas

mesmo sabendo que ficar� se muni��es?

- Antes que lutar em movimento, sim. - N�o, Capit�o.

Tal a��o n�o seria defensiva, seria suicida.

- Eu dei a minha explica��o. - N�o estou satisfeito.

Deixa eu dar uma. Supondo, apenas supondo,

que voc�s encontraram este oficial japon�s de alto comando.

Eu o teria matado.

- E enterrado pessoalmente. - Por que se preocupar em faz�-lo?

Mas se este oficial japon�s portava informa��es vitais,

isso d� uma nuance diferente ao assunto, n�o �?

Se eu tivesse achado informa��es vitais teria levado aos meus quart�is.

Voc� pode ter feito isso, que eu saiba.

� por isso que seria �til esconder tal ecid�ncia

como o oficial japon�s morto.

Sendo essa informa��o assim t�o vital, acho que estaria codificada.

- Como diabos a teria interpretado? - A� voc� tem um ponto importante.

Esse � o �nico ponto que me intriga.

Mas em vista de suas respostas inadequadas at� agora,

devo tomar as m�ximas precau��es.

Eu dei todas as minhas explica��es.

Sou um prisioneiro de guerra e n�o responderei mais perguntas.

Voc�s s�o estranhos.

Decidem lutar uma guerra e logo tentam se agarrar

�s regras de conduta que conv�m aos seus prop�sitos.

Deixa eu te lembrar que voc�s come�aram esta guerra.

Mas quem come�ou a guerra contra os sudaneses, indios, ou os boers?

Ent�o tinham regras para a guerra? N�o.

Mas agora que acharam algu�m t�o grande quanto voc�s,

agora que n�o est�o disparando canh�es contra lan�as,

voc�s pedem um c�digo de conduta.

Esta � uma guerra total, Capit�o.

Sem pedir clem�ncia, sem dar clem�ncia.

Meus homens est�o vasculhando a selva para achar o oficial japon�s.

Se o encontrarmos morto, tem v�rias a��es que eu poderia tomar.

Acho que a mais eficaz seria nos concentrar em seus oficiais,

come�ando com o jovem tenente.

- Est� desperdi�ando seu tempo. - Vamos ver.

Me deixa ser claro, Capit�o. Tenho a inten��o de obter essa informa��o,

e voc� vai me dar. Se cooperar. . .

Voc� fala de uma guerra total. No meu lugar voc� cooperaria?

O que devo fazer, eu fa�o.

Agora o enviarei aos seus amigos e voc� pedir� a opini�o deles.

Lhes contar� que se voc� n�o falar, eles ser�o executados.

Voc� n�o, Capit�o, s� seus amigos.

Acho que n�o ser� muito embara�oso

explicar que voc� deixar� que morram,

enquanto voc� continuar� vivo.

Desculpe-me, por favor.

Voc�s entrem. Voc�s tr�s ficam.

- Tudo bem, Alan? - Sim. O Wilson est� muito mal.

Foi pegou no final do combate.

Gostaria de saber mais sobre estas coisas. Traga a mochila.

Cale-se. Rem�dio! Rem�dio, ferido.

- Alan, me d� uma m�o, sim? - Claro.

O que estava acontecendo?

Ia perguntar a mesma coisa.

- O que fizeram com o Paul? - Nada at� agora.

� assim que agem estes porcos. Te fazem suar esperando.

Pergunto novamente, Tenente,

O que aconteceu com o oficial japon�s?

V� para o inferno.

Estou perguntando pela �ltima vez.

Muito bem, ent�o.

Levante-se!

Isso, Tenente, � o que voc� chamaria de "ensaio geral".

V� e diga aos seus amigos como voc� se sente.

Que chances temos de tentar fugir?

N�o. N�o chegaria nem a cem jardas.

Acho que o Sargento chegou ao destino,

e s� tem tempo para voltar ao nosso Quartel General.

A �nica esperan�a � que tropece com alguma outra unidade.

O que acha que v�o fazer com a gente?

- Seu palpite � o mesmo que o meu. - Ah, sim?

Tenho algumas suspeitas muito desagrad�veis.

Certa vez li num livro que as guerras s�o necess�rias para reduzir a popula��o.

Aqui temos uma pequena popula��o que n�o quer ser reduzida.

Est� voltando a si.

Wilson, vai ficar bem.

Vai ficar bom, rapaz.

- O que. . . O que aconteceu? - Nos fizeram prisioneiros.

Bem, essas. . .

essas n�o s�o boas not�cias para quem acorda.

- O r�dio continua intacto, senhor? - Acho que sim.

Se. . .

se o Sargento conseguiu. . .

talvez est�o nos enviando uma mensagem agora mesmo.

Sinto como se tivesse uma bala de canh�o no peito. . .

Fique deitado, rapaz.

Me pergunto. . .

Nem pense, Alan, a menos que esses caras s�o idiotas.

Esse � justamente o ponto.

Se n�o forem muito habilidosos, perceber�o o que fa�o?

E se importar�o?

N�o fa�a isso, Alan. Quer morrer agora?

Pelo menos n�o teria que responder mais perguntas.

Sente-se, rapaz.

- O que aconteceu, Paul? - Agora n�o, Alan.

Eu tenho que saber!

O que aconteceu?

Mantive a boca fechada.

- Algu�m tem um cigarro? - Sim, sim, claro. Por favor.

Eu sei, Alan.

J� sei por que nos enviaram aqui.

- Como voc� sabe? - O Major me disse.

- O que disse? - Bem, ele prop�e. . .

- N�o, Paul! - T�m o direito de saber, senhor.

Vamos, diga-nos!

Ele prop�e trocar nossas vidas por informa��es.

Fomos enviados aqui para. . . para tornar mais dif�cil para o Alan.

- Se ele n�o falar. . . - N�o pode falar.

Claro que pode.

Ent�o, quanto mais tempo continuarmos aqui. . .

n�o ser� nada f�cil para nenhum de n�s.

Eu vejo.

Estranho, n�o �?

Nunca pensa que vai ser voc�.

- Est� bem! Continuem tentando! - Isso � exatamente o que ele quer.

Devemos facilitar as coisas para o Alan.

� como uma bala de canh�o, Sargento!

Obrigado.

Obrigado por me atender, Sargento.

Alan, aconte�a o que acontecer, n�o tem, . . . n�o deve pensar em n�s.

N�o!

- N�o pense em n�s. - N�o pode, Max.

Eu sei, eu sei.

Isso � o que torna t�o engra�ado!

Todos devemos nos preparar para morrer pela causa, . . . por nada!

Isso n�o � verdade, Max.

Ah, n�o? Perca um bra�o, ou os olhos, ou o juizo. Voc� vai ver!

O seu pa�s agradecido te recompensar� com uma pens�o nojenta!

� melhor ficar aqui como o Wilson: morto e esquecido!

Eu penso que os mortos em guerra ser�o lembrados.

Ha-ha! Tinta dourada para apontar o caminho da honra, hein?

- Quanto tempo dura isso? - Para toda gera��o a honra � para sempre.

Ah, sim, claro, a consciencia p�blica, hein?

Seis xelins por uma florzinha e 2 minutos de sil�ncio a cada ano.

O inimigo de ontem coloca uma coroa para honrar os mortos que seu pa�s matou!

Voc� distorce, Max. Faz parecer feio.

� feio!

E ent�o?

Muito bem, ent�o.

Voc�, Capit�o, fique onde est�.

O resto de voc�s, senhores, acompanhar�o meus guardas.

Finalmente pude acreditar que isso far� alguma diferen�a.

Olhe muito bem para aquele homem l�, e aprenda uma li��o com ele,

porque voc� n�o chega nem na sola das suas botas!

Voc�, sacerdote!

N�o tem nada a dizer?

Nada, suponho que voc� poderia entender.

� a sua vez agora, Capit�o.

Lhe recordo que o sacerdote e o jornalista n�o s�o combatentes.

- N�o percamos tempo com trivialidades. - A vida deles n�o � trivialidade!

Finalmente! Um ponto que estive tentando incutir em voc�.

N�o posso dar-lhe informa��o que n�o possuo.

Isso � o que estamos por investigar.

Agora v� at� a janela e olhe para fora.

Por favor, fa�a o que lhe digo.

Posso fazer que o arrastem para fora para ver,

mas seria constranger seus homens v�-lo lutando com meus guardas.

Meu sargento tem certas instru��es, Capit�o.

Suas vidas agora dependem de cada palavra que voc� pronunciar.

Voc� respondar� as seguintes perguntas:

Qual � o nome do seu Comandante Brigadeiro?

Est� morto.

- Qual era o nome dele? - Brigadeiro Wilmot.

Onde ficavam seus quart�is de divis�o, a �ltima vez que soube?

Num lugar chamado Kaitung.

- Qual � a sua Brigada? - A Quarta.

Como era composta a sua Divis�o?

Tr�s Brigadas de Infantaria e um regimento anti-tanque.

Agora me diga o que ocorreu com o coronel japon�s.

Me ouve, Capit�o. Eu fiz uma pergunta.

E eu n�o sei do que voc� est� falando.

Bem. . . ao tentar me fazer crer que estava dizendo a verdade,

me deu muitos dados que sabe que posso verificar.

Tamb�m sabe que para mim n�o teria utilidade.

Achou que assim me convenceria

que n�o tem nada a esconder?

Esperarei mais dois minutos exatamente.

Depois executarei os seus homens

e voltarei aos meus quart�is para continuar o interrogat�rio.

Voc� � um bom soldado, Capit�o.

Algu�m com quem preferiria combater. . . N�o contra.

Dois minutos.

Sunray Lider para Zebra. Sunray Lider para Zebra.

Seu sinal est� muito fraco.

Isso. . . � o que eu teria feito, Capit�o.

Isso � o que eu teria feito.

Sunray Lider para Aquiles.

Sunray Lider para Aquiles.

Voc�s est�o muito ao norte.

Seu contato mais pr�ximo � a Companhia A.

Sunray Lider para Aquiles?

Ei. . .

Pai nosso, que est�s nos c�us, santificado seja o vosso nome.

Venha a n�s o vosso Reino, seja feita a sua vontade,

assim na terra como no c�u.

D�-nos o p�o de cada dia.

Perdoa as nossas dividas,

assim como perdoamos os nossos devedores.

N�o nos deixei cair em tenta��o,

e nos livra do mal.

Porque Teu � o Reino,

o poder e a gl�ria.

Para sempre. Am�m.

Sunray Lider em emerg�ncia.

Aten��o todas as unidades.

Esta mensagem � transmitida pelo Comandante de Divis�o, General Cantrick.

Segue a mensagem:

Aspas: Neste momento grave de crise para todos n�s,

vossas formid�veis qualidades combativas,

vosso �nimo, for�a e coragem, s�o dignos da maior admira��o.

lutando contra um inimigo tenaz,

voc�s guardaram as melhores qualidades do Ex�rcito Brit�nico.

Sei que v�o me entender quando digo

que estou orgulhoso de vossa toler�ncia, lealdade

e disciplina humana mostrada por cada unidade sob o meu comando.

Assinado: General Cantrick.

Fim da mensagem.

Sunray Lider para todas as unidades, comecem a transmiss�o normal. Desligo.

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