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UMA SÉRIE ORIGINAL NETFLIX
-Bom dia, gatão. -Bom dia, rainha.
-Quer transar? -Sim. Isso também. Venha ver isso.
Veja.
São brasileiros. Não vemos um desses há tempos.
Os últimos eram porto-riquenhos ou guianenses.
Não sei.
Parecem amigáveis.
A CIA, o FBI
e a Interpol têm agentes que parecem amigáveis.
São turistas. Está na cara.
Meu amor.
Precisamos socializar.
É sério. Casais precisam de vida social.
Vão a festas, ao cinema, saem para jantar.
Não ficam com os gunas ou jogam tênis todo dia.
-Não. -Não, o quê?
Não.
-Por favor, vamos. -Não. Sem chance.
Tóquio, é uma medida de segurança.
Ei!
Ei!
Olá, amigos!
Rio!
Aníbal Cortés está andando
em direção ao banco.
A polícia espanhola está entregando um dos fugitivos mais procurados do mundo.
Já faz 44 horas desde o início do roubo
e a polícia cede, entregando Cortés.
O homem supostamente torturado.
A gangue do Professor está reunida.
Rio está na porta do banco.
Sua vez.
Portas.
Helsinki,
-luz verde. -Andem!
TROCA DE REFÉNS NO BANCO DA ESPANHA
Está tão lindo!
Está tão lindo de terno e gravata!
Foi a única coisa legal que a polícia fez.
Imagino.
Você está linda de macacão vermelho.
-Como está? É? -Melhor?
O que estão fazendo no Banco da Espanha?
Viemos te buscar.
Acabou, garoto.
Voltarão para casa, amigos!
A Espanha inteira está com vocês!
Corajosos! Vocês são corajosos!
Não se preocupem. Estou aqui.
Veremos o que Suárez nos diz.
Aí está ele! Suárez, calma.
-Quero voltar lá! -Calma.
Quero mais homens! Explosivos! Vou matá-los!
-Calma, por favor! -Tamayo!
O que esse idiota está fazendo?
É Arturo Román. Ex-diretor da Casa da Moeda.
Fechem as portas!
Puta que pariu!
Não atirem! Estou desarmado.
Sou Arturo Román.
Arturito?
Uma salva de palmas! Vamos!
É Arturo Román, não é?
Claro.
Li seu livro.
Vocês são loucos!
Poderiam estar lá fora, vivendo uma boa vida,
mas estão aqui, na boca do lobo.
Sabem a confusão que causaram lá fora?
Abrace o seu Helsi!
Pode ser um louco de guerra,
mas é um amor!
-Olá! -Olá!
Como a chamo?
-Mónica? -Não, Estocolmo.
Certo. Irmão!
O que fumou para voltar aqui?
A vida de milionário é um tédio.
Obrigado, cara.
Você estar aqui,
depois de tudo que perdeu, significa muito.
Meu amor!
-Amor, me dê um beijo. -Como você está, linda?
Estou mais feliz do que se fosse meu filho.
Vocês são demais.
Sim, somos demais, mas quem nos incentivou foi sua namorada feia.
-Se não fosse por ela... -Pare.
Terão que me dar licença, porque ele é meu.
Já volto.
Como estamos?
Positivo para halotano.
Mas sem sinais de outras substâncias. Estamos bem.
Fico feliz. Eles venceram uma batalha, não a guerra, animem-se.
Pessoal, atenção!
Esta missão nunca existiu.
-Entendido? -Sério?
Nem mesmo um comando africano faz o que fizemos.
Tenha respeito.
Isso não terá importância.
Não há vítimas, salvamos 40 reféns,
vamos pensar positivo e seguir em frente.
Sim, estou positiva. Veja. Muito positiva.
Mas nunca aprendemos a lição.
Ele é como Einstein, e nossos agentes entraram pelo banheiro.
Fizemos o que era preciso.
O que fizeram na busca de bin Laden?
O que os russos fizeram em Dubrovka?
Seguiram regras.
Quanto tempo levamos para tomar essa decisão?
Vinte minutos?
Ele teve anos para pensar na resposta.
Cada movimento nosso, ele sabe como contra-atacar.
Essas operações sempre trazem riscos. Sempre.
A não ser que você tenha uma proposta sem riscos.
Não uma,
pelo menos três.
Antoñanzas, me dê um donut.
Mónica.
-Você está linda. -Sou Estocolmo.
Fique aqui.
Levante a camisa.
Levante os braços.
Por que veio? Poderiam atirar.
Não importa.
Parei de me importar...
quando perdi tudo.
Laura me deixou e levou as crianças.
Moro em um apartamento minúsculo.
Como atum enlatado.
As caixas da mudança ficam no corredor.
Mas estou superando.
Pouco a pouco.
Escute. Sei que fui horrível com vocês duas.
Eu admito.
Penso na Laura com frequência, mas...
não tanto quanto em você.
Sempre penso em você.
Em você e no nosso filho.
É um menino, não é?
Sim, um menino. Coloque o macacão!
Sei que a perdi, Mónica.
Mas não quero perdê-lo.
Perdeu quando disse que não era o pai.
-Coloque o macacão! -Mas...
O que esperava?
Sabe como é fodido para um homem casado com três filhos ouvir:
"Veja o teste. O filho é seu." Fiquei assustado!
Sim, morri de medo.
Quem não se assusta com isso?
Mas foram três minutos.
Três minutos. No tempo que os terroristas entraram
e atiraram em todo mundo.
Por favor, não me julgue por esses três minutos.
Sei que não tenho o direito de aparecer do nada...
e pedir para ser o pai dele.
Eu sei.
Mas quero vê-lo, só isso.
Não sei. Abraçá-lo e saber como ele é.
E não me importa onde está. Vou ao Brasil,
Romênia, Birmânia, Tailândia, qualquer lugar.
É meu filho, e quero conhecê-lo.
Por favor.
Tem direito de conhecê-lo, mas não sei se é possível.
Eu vou tentar.
Obrigado.
Obrigado.
Certas coisas nunca mudam.
O quê?
Veja como fico por você.
-Sério? -Veja como fico por você.
Esse é o efeito que causa em mim.
Lembra quando transamos na mesa? Você não pode ter mudado.
Toque em mim de novo e morrerá.
Você me enoja, Arturo!
Você me enoja.
Nojo? Eu enojo você?
Atire!
Atire, porque se não atirar, serei o único que seu filho verá.
Você e Denver ficarão presos por muito tempo,
Arturito Júnior nunca saberá quem é a mãe dele.
Mas ele me chamará de pai! A mim!
Seu legítimo pai! Por isso que eu vim, entendeu?
Meu filho se chama Cincinnati.
E você nunca irá vê-lo!
Helsinki, pode terminar aqui?
Arturito.
Calma.
Sabe, homens cuidam dos homens.
Vamos. Tire sua roupa.
Foi o momento mais feliz do roubo.
Talvez, o momento mais feliz da minha vida.
Mas felicidade dura pouco.
Um suspiro e depois,
você cai.
Quando se toca o céu, a queda é gigante.
Estávamos mergulhando no abismo,
até mesmo o Professor.
Primeiro, estamos cometendo o mesmo erro
do roubo anterior, que é tentar pegar o Professor.
É um jogador profissional. Mudem de estratégia.
Vamos focar no que está lá dentro.
O ouro.
Se descobrirmos como o tirarão,
só restará a eles a rendição.
E para isso, vamos interrogar todos os reféns.
Ninguém vai embora.
Quero saber se estão trabalhando.
Como estão trabalhando? Por quanto tempo?
Quando? E o principal...
Quem são esses dois?
Porque os novos membros são
a chave do plano.
E o mais importante, a recompensa.
Porque eles deram dinheiro. Somos o Estado, não oferecemos nada?
Quero a maior recompensa da história do Ocidente.
Tamayo, quanto vale uma pista?
Não sei. Três milhões de euros?
Alguém dá mais?
-Três milhões e meio. -Leilão aberto!
Martínez.
-Quatro milhões? -Quatro milhões?
-Cinco milhões! -Isso! Antoñanzas?
Seis milhões.
Suárez, quanto oferece?
Seis. Dou-lhe uma, dou-lhe duas...
Oito!
Oito. E uma molhada no biscoito.
Se arredondarmos, estamos falando de dez milhões de euros.
E por essa quantia,
qualquer espanhol venderia a mãe.
Ángel? Dê-me boas notícias.
-Temos algo, foram vistos. -Sim!
Um guarda local acionou o alarme.
Reduzimos a área de busca.
O sinal indicou movimento. Estão por aqui.
-Onde está? -Aracena, Huelva.
Em um galpão ou algo assim.
Achei um trailer. Estiveram aqui, coronel.
Parece que abandonaram às pressas.
Pode ser uma armadilha?
Acho que não.
Vou entrar.
Está vazio. Espere.
Merda.
Merda, coronel, é uma central de comunicação.
Há monitores e rádios em toda parte.
Preciso da polícia forense e da UIT.
Tiveram um acidente e agricultores os ajudaram.
Confirmaram a identidade deles.
Muito bem, Ángel. Conte com o exército, com a polícia e com quem mais precisar.
A caça vai começar.
Peguei você, seu maldito. Peguei você.
Coronel.
Dê-me um helicóptero. Lidero a caça.
Vamos.
Inspetora, estão falando com o Professor.
Rio, preciso que me responda com precisão.
Onde foi mantido?
Em uma cela.
Muito pequena.
Como um caixão. Não podia nem sentar.
Estava sempre em pé.
-Quantos dias? -Não sei.
Perdi a conta depois do quinto.
Sem luz natural.
Rio, consegue continuar?
Sim.
O que você comia?
Uma pasta granulosa.
Feita de farinha. E café.
Muito café.
Trinta, quarenta, cinquenta cafés ao dia.
Fiquei ligado.
Privaram-no de sono.
Acha que havia outra substância no café?
Talvez.
Era horrível.
Mas eu vivia drogado.
No interrogatório, inalava um gás.
Não sei o que era.
Mas pelo menos me tiravam da cela.
E às vezes podia me sentar.
Permitiam que saísse da cela
-para algo mais? -Nem cagar.
Me deixavam lá
por horas depois de ter mijado e cagado.
Dias.
Não sei.
Podia tomar banho?
Só me lavavam com a mangueira.
E como era, Rio?
Primeiro, me penduravam nu com correntes.
E usavam a mangueira de pressão.
"Se quer que isso acabe,
nos entregue o Professor."
Era o que Alicia sempre dizia.
Juro por Deus, Professor.
Se soubesse onde você estava...
eu teria dito.
Qualquer um diria.
Qualquer um diria.
Temia por sua vida, não é?
Sabia que não estávamos na Espanha.
Quando o vento mudava,
ouvia o chamado para oração de uma mesquita.
Estava convencido...
de que iriam me matar e me enterrar no deserto.
Todos os dias...
acordava me perguntando se seria o último.
Já passou, Rio.
Preciso que me diga exatamente o que houve quando o tiraram de lá.
Me colocaram em um avião.
Ao pousar, entrei em um carro.
E me levaram a um hospital militar.
E como passou a noite?
Nunca dormi tão bem.
Me deram uma dose de algo incrível.
E só acordei nesta manhã.
Alicia me acordou.
Bem, e aí?
Onde está meu macacão?
Se nos entregarem o Rio, é provável que esteja com escuta.
Se suspeitarmos de algo, as palavras-chave são "férias curtas".
Descanse um pouco.
Tome um banho quente.
Merece umas férias curtas.
Um GPS em um implante dentário.
Um microfone escondido no tecido adiposo, no crânio, em qualquer lugar.
Não importa onde,
aprenderão a extraí-lo.
Algum voluntário?
Eu, não. Não posso.
Querido, está com medo do bisturi?
Não. Tenho princípios.
Sou contra o sofrimento animal.
Mas é um soldado. Mata pessoas. Qual é o problema?
Pessoas são uma coisa, animais são outra.
E amo os animais.
O assassino ativista animal.
Posso ter minhas crenças
ou vai me dizer no que devo crer?
Sobre amar os animais?
-Sim. -Bem, sim.
Vou dizê-lo.
Se realmente ama esse porco, abra-o e tire o chip.
E com todo seu amor, coma-o.
Não vou abri-lo.
-Farei com um boneco. -Não.
Não funciona. Precisa ser tecido real.
Isso é o mais próximo de um tecido humano.
Fui para a guerra.
Com um cachorro ao meu lado.
Estava sempre comigo.
Pessoas fugiam. O cachorro sempre ficava.
Eu prometi a mim mesmo...
-Não vou abri-lo. -Abra o porco. É um assassino.
Afaste-se de mim!
Me empurre de novo e juro que corto seu tecido
-da cabeça aos pés. -Marselha.
O bisturi.
-Saiam os dois. -Eu?
A culpa é dele. Não quer abri-lo.
Saia.
-Se sair, irei bater... -Agora!
Tudo bem.
-Porco maldito. -Esses caras...
Continuando. Não importa
quem fará, mas temos 15 minutos para achar o chip e retirá-lo.
Tóquio, até operarmos o Rio, precisam viver normalmente.
Viver normalmente durante o roubo?
Eles não podem suspeitar.
Precisa falar com o Rio sobre qualquer coisa com naturalidade.
Fale como sentiu falta dele e faça o que for natural.
Está falando de sexo?
Ele precisa é de um abraço.
Não uma transa.
A polícia sabe que são um casal e não se veem há meses.
Precisam acessar sua privacidade, para não suspeitarem.
Tóquio.
Tóquio.
Farão o que precisam fazer.
Sério? Isso era necessário?
Deixaram o garoto em um buraco por dois meses, sem dormir,
sujo nas próprias fezes.
Achando que iria morrer, e você o usa assim?
É a hora de conseguir uma vantagem fundamental, Raquel.
Fundamental nesta guerra toda.
Controlar o microfone e o GPS que implantaram nele.
Se precisam transar, mesmo sem querer, terão que transar.
Nem percebeu. Tóquio não respondeu.
Está reclamando mais que ela.
O problema é que estou aqui. Não é?
Prefere fazer isso sozinho.
Como um lobo solitário.
Então vamos ser claros.
O que houve? Sergio, olhe para mim.
O que houve?
-O que foi? -Sinto que estou traindo a equipe.
O quê?
Estou desrespeitando...
o roubo.
Meu irmão misturava relacionamento com isso.
É impossível. Não consigo. Sou jogador de xadrez.
Bobby Fischer não enfrentaria Spassky com a namorada ao lado.
Não sou namorada de ninguém.
Estou aqui porque conheço a polícia melhor que você
e qualquer um dessa equipe.
Sabe protocolos e negociações. Eu também.
Eu venci você, Raquel.
Você me venceu?
Devo ser idiota.
Achei que estávamos apaixonados.
Minha mãe e minha filha estão nas Filipinas.
A polícia está procurando-as.
Não pedi que viesse.
Isso é uma vingança, não é?
Desde as Filipinas.
Desde as noites que acordava sonhando com seu irmão.
E o Rio é a desculpa perfeita para vingar Berlim. Não é?
Mas quer saber?
Você arruinou minha vida.
Merda!
Vamos!
NÃO DIGA NADA
IMPLANTARAM UM MICROFONE EM VOCÊ
SIGA MEU COMANDO
Que cor acha que é minha calcinha?
Vinho.
Preta.
E nem sempre usa uma.
O quê?
Bingo.
Antoñanzas, alguma coisa?
Não, senhor.
IREMOS OPERAR VOCÊ
Rio e eu sempre fomos sinceros na hora da transa.
Mas nem sempre se quer ouvir a verdade.
Tóquio.
Não posso mais.
Pensei muito sobre isso.
E percebi que sempre segui você
como um cachorro.
Na cela, aprendi que sou forte.
Antes, tinha medo.
Medo de uma vida sem você.
Na ilha, depois de três dias...
fiquei louco. Um sentimento horrível.
-Não quero sentir isso de novo. -Rio.
Você precisa disso.
-Não. -Sim. Sinto muito.
Sério, mas não quero viver na sua montanha-russa.
Assim começou minha queda.
Senti como um petroleiro,
no fim do mundo e mergulhando no abismo.
E, enquanto cai,
só pode olhar para cima
e ver como o que mais amava torna-se cada vez menor.
Se eu soubesse
que era nossa última transa,
não teria deixado acabar.
Você foi quem mais amei na vida.
Que não é longa. Só tenho 22 anos.
Mas será assim mesmo aos 70 anos.
Rio, não me deixe.
Por favor, não me deixe.
Ouviu? Não me deixe.
Não me deixe.
Encontrará alguém melhor que eu.
Você é linda.
-E está rica. -Não.
No futuro, nos encontraremos.
Estarei com dois filhos e sacolas de compras.
E você estará...
em um lindo conversível
com um lindo negro, brasileiro. Sim.
E tomaremos um vinho, rindo disso.
Quero voltar à ilha com você.
Por favor, não.
Coronel, um drone achou o Professor.
-Tem sinal? -Sim.
Coloque na tela.
Coronel Tamayo falando. Está ouvindo? Siga-o.
EMERGÊNCIA
Sim. Aproxime-se.
Mais perto.
-Está pronta? -Sim.
Não.
Merda! Suba! Quero ver qual saída irá pegar.
Ache o fim da estrada.
Temos que falar sobre protocolo de fuga.
Tire esse pijama idiota.
-Sim, acho que o protocolo pode esperar. -Não, fale sobre ele.
Encare como...
um tipo de treinamento sob pressão.
Muito bem.
Primeiro ponto.
Dispersão.
Se formos localizados,
temos mais oportunidades
se nos separarmos. Teremos que fazer isso...
muito rápido.
Raquel.
Tenha cuidado.
Se for pego, eu mato você.
Ótimo primeiro ponto.
E o segundo ponto.
Segundo ponto?
Não ouvi o segundo ponto, Professor.
Segundo. Nas mochilas de emergência,
temos que levar dinheiro,
uma rede de camuflagem,
um cobertor térmico,
-uma arma. -Uma arma.
E água para sobreviver no mínimo 72...
Setenta e duas horas.
Qual é o nome do segundo ponto?
Você dá nome a tudo.
Epicentro.
Na mente de todos,
há uma ideia fixa
de que o fugitivo corre para longe,
mas não vamos fugir.
Ficaremos lá.
Ficaremos parados, aconteça o que acontecer,
a um raio de 500 metros
de onde fomos detectados.
-O epicentro. -O epicentro. Muito bem.
Estaremos a alguns metros deles, mas não nos verão
se nos escondermos nos primeiros quatro minutos.
Como vamos nos esconder?
A sete ou oito metros do chão.
No topo de uma árvore.
Vamos usar a mesma técnica de disfarce dos franco-atiradores.
A camuflagem perfeita.
Acabou a aula.
Já precisa estar posicionada.
Sim, mas tenho um problema.
O que houve?
Merda...
Militares. Não tenho tempo.
Não. Siga o plano.
Raquel!
Aí estão eles!
Aproxime-se.
Merda!
Quero a polícia forense lá!
Nós os pegamos de calças curtas.
A ambulância tem muitas provas.
Vamos!
Raquel, estou a dois quilômetros do epicentro.
Há militares por toda a parte. Subiu na árvore?
- Não, tive que improvisar. -O quê?
Há uma fazenda a 400 metros ao sul de onde você está.
Não. Irão procurar aí primeiro.
Não tenho outra opção.
Raquel!
O Ministério do Interior anunciou
a maior recompensa da história. Dez milhões de euros
por pistas que ajudem a capturar o Professor
ou a acabar com o roubo.
O apoio público é uma das preocupações da polícia...
Todos os reféns disseram...
que este cara pegou reféns para ajudá-lo.
Disse que trabalhariam em temperaturas superiores a 65 graus.
Estão fundindo o ouro.
Como assim?
O que montaram lá dentro? Uma forja?
Um forno industrial é menor que uma lava-louças.
Tinham caminhões militares.
Merda!
Estão fundindo a Reserva Nacional! Por quê?
Para tirá-lo de lá, facilita a extração.
Podem moldar como quiserem.
Podem drená-lo
ou levá-lo nos zepelins em forma de pepitas.
Não sei.
Vamos seguir seu plano. Vamos atrás do ouro.
Não levarão nem um grama!
Ótimo!
Senhores, devem estar por aqui.
Façam os cães farejarem as amostras.
Procurem por toda a floresta! Revirem tudo!
Revistem todo lugar que encontrarem.
Vamos!
Legendas: Daniela Berzuini
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