All language subtitles for Glissements.Progressifs.Du.Plaisir.1974.720p.BluRay.x264-AC3

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional) Download
co Corsican
hr Croatian
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean Download
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian Download
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak Download
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

DESLIZAMENTOS PROGRESSIVOS DO PRAZER

A que horas voc� veio para casa?

Por que as persianas estavam fechadas?

Para onde foi de f�rias?

Voc� gosta de ovos?

Sabe nadar?

Conhece um homem chamado Boris?

Quantos pares de sapatos voc� tem?

Quando foi a sua primeira comunh�o?

O que voc� faz exatamente? � atriz?

Dan�arina? Modelo?

Prostituta, maquiadora?

Continu�sta?

Algu�m mais veio aqui.

Algu�m mais esteve aqui.

Algu�m mais veio aqui.

Nora est� morta.

Estou sozinha na praia.

O mar quebra sobre meus p�s.

Algu�m mais veio aqui.

Reconhece isto?

N�o reconhece este objeto?

Merda, n�o!

Foi encontrado no seu quarto.

Talvez seja de Nora.

Acharam suas impress�es digitais nele.

De ningu�m mais?

S� do outro policial que revistou o apartamento ap�s o assassinato.

Ele levou muita coisa?

Estou falando disto!

� a arma do crime?

Aparentemente, n�o. Voc� sabe bem.

Ent�o, o que � isso para voc�?

Poderia ter sido a arma do crime.

� um peda�o de vidro, como um brinquedo de crian�as.

Ent�o voc� afirma que um homem de quem n�o sabe nada...

mas que parecia estar lhe seguindo h� semanas,

entrou subitamente no seu quarto.

Como ele entrou?

Com a chave.

Ele tinha a chave?

Uma c�pia, � claro.

- Como ele a conseguiu? - Ele a fez.

Mant�nhamos a nossa sob o tapete quando sa�amos separadas.

Nora e eu s� t�nhamos uma.

Um dia ele a levou

e fez uma c�pia no chaveiro.

Como voc� sabe?

S� estou supondo.

Ou ele disse que perdeu sua chave...

e fez o chaveiro copiar direto da porta

enquanto est�vamos ambas fora.

- Ou talvez - - J� basta!

As conjecturas n�o cabem a voc�.

Voc� me pediu para cooperar.

Talvez ele tenha pegado nossa chave e nos deixado a c�pia.

Certa vez notamos que parecia diferente.

Se esse homem existe, ele n�o usou uma chave.

O inspetor encontrou a porta arrombada.

O assassino veio de fora.

N�o, voc� pode ter arrombado a porta...

como parte de uma encena��o.

Por favor, continue com a sua vers�o.

Tendo ou n�o uma chave, esse homem entrou na sua casa

e amarrou calmamente a sua amiga em sua cama, e ent�o a matou.

Eu que a amarrei.

Eu lhe disse. Era uma brincadeira.

Ela posava para uma pintura.

� verdade, n�o havia nenhum cavalete no quarto,

nem telas inacabadas ou em branco.

Eu queria tirar uma foto para, ent�o, pintar sozinha.

O inspetor deve ter visto os pinc�is e as tintas.

S� tinta vermelha?

Sim, por que n�o?

Quando estava tudo preparado, o assassino chegou

e enfiou uma faca no peito de Nora?

- Tesouras! - Sim, suas.

Com apenas suas digitais nelas!

Porque s�o minhas.

Ele usava luvas negras.

Por que ele faria isso?

Estava provavelmente louco porque os bord�is foram fechados.

Talvez ele tamb�m quisesse brincar.

N�o � o que chamam de "transfer�ncia"?

E voc� ficou sentada olhando?

Est� me gozando!

Vai me estuprar para me fazer confessar?

Deixe-me em paz, velho tarado!

Esse � um truque cl�ssico. N�o vai lhe ajudar em nada.

Ele tentou lhe beijar?

Estuprar-me, quer dizer?

E me matar, me esfaqueando na barriga e entre minhas pernas.

Todos os homens s�o man�acos.

Dizem que voc� � culpada de assassinato.

Acusada! � diferente, quase o contr�rio!

Entre.

Dizem que voc� esfaqueou uma bela garota no peito.

Ela era sua amiga? Voc� a amava?

N�o sei. Acho que ela me amava.

Isso n�o quer dizer nada.

Ela tinha cabelos longos,

l�bios vermelhos e olhos verdes.

Est�o mentindo! N�o a matei!

Pensei apenas que ela daria um belo cad�ver.

Talvez me mate tamb�m?

Voc� n�o � bonita. Seu traje esconde muito.

Voc� vai me estrangular? Usando o qu�?

N�o preciso de nada. Uso poderes m�gicos.

Tenho apenas que pronunciar uma certa frase.

Eu descobri h� algum tempo.

Foi no litoral, com nossa professora de franc�s.

Todas as garotas eram loucas por ela.

Eu queria ficar sozinha com ela.

Ela era vol�vel e mantinha conversas privadas com todos.

Um dia fomos dar um passeio pelos desfiladeiros.

Era muito alto e a beirada escorregadia.

A trilha era muito pr�xima da beirada.

Agora, o amor vai deslizar.

O que est� fazendo? Est� louca?

O cora��o dela parou.

H� sangue nos seus l�bios.

Tentei respira��o boca-a-boca.

Ela n�o se afogou.

Ela pode ter ficado sem ar na queda.

O que est� aprontando?

Estou ouvindo m�sica.

Esta pode ter sido a arma do crime.

Suas hist�rias s�o disparates.

Ent�o, que se dane, se me perdoa a express�o.

Tema do vidro partido.

Falar a respeito com o doutor.

Droga, me cortei.

� melhor eu chupar isso.

Poderia chup�-lo? Do contr�rio, posso morrer.

Agora � voc� que vai morrer.

Talvez tenha engolido vidro.

Havia um sapato de mulher

em uma redoma de vidro no seu quarto.

O que aquilo significa exatamente?

Um fetiche. N�s o mergulhamos na �gua benta de Notre Dame.

� para as nossas vadiagens.

Quando ficamos sem dinheiro, Nora se prostitui.

Eu tamb�m, �s vezes, mas � mais perigoso para menores de idade.

Achamos muito divertido, como uma aventura ou uma festa.

O sapato azul � um talism� contra m� sorte.

Policiais, loucos, doen�as ven�reas e problemas em geral.

Levante-se.

Abra as pernas.

Agache-se, idiota!

Arqueie as costas.

Puta suja.

Talvez voc� pegue um s�dico que vai querer que voc� -

Ol�, senhorita.

Sente-se. Fique � vontade.

Voc� � prostituta tamb�m?

Sim, como todo mundo hoje em dia.

E gosta?

� bem agrad�vel...

e excita a mente, se me entende.

S� n�o se deve se deixar escravizar.

Entendo.

� melhor pedir bastante dinheiro

e fazer coisas mais incomuns e sujas.

Estou pronta.

Adeus, senhorita.

Vamos torturar esta puta...

mas estupr�-la primeiro.

Aquele dia foi intenso.

Como ela sangrou?

Um faquir africano charlat�o me ensinou um truque.

Mostro-lhe um dia.

Voc� � um monstro.

Aqui est� a advogada.

Nora.

O qu�?

- Quem � voc�? - Sou sua advogada.

Voc� parece a Nora.

Duvido. Pare com seus jogos.

Semelhan�as, repeti��es, substitui��es, fingimentos. Basta!

Seu caso j� � ruim o bastante.

O que eu acho? N�o guilhotinam garotinhas.

Cale-se, idiota.

Voc� � inocente mas tenta provar o contr�rio.

Por que o juiz n�o aparece mais? Ele era gentil.

Ele est� doente.

� culpa minha. Ele vai morrer.

Ele comeu vidro e bebeu meu sangue.

N�o brinque comigo.

Estou aqui para ajudar na sua soltura.

Sua imagina��o de garota mimada � perda de tempo comigo.

Fale-me apenas sobre Nora e da sua conex�o com ela.

Nossa exata conex�o...

Conex�es, conex�es policiais...

conex�es sexuais...

conex�es inversas...

Nora era uma cadela.

Ela me assustava e estava sempre me castigando.

Eu tinha de me ajoelhar e tomar minha sopa no ch�o,

nua, com as m�os atadas atr�s de mim.

Quando ela ficava sem dinheiro, me fazia dormir com homens.

Homens depravados, como todos os homens.

�s vezes ela assistia e se acariciava.

Em dias que eu n�o podia...

porque estava sangrando...

ela me amarrava na cama e me a�oitava com um chicote.

Ela me assustava se fazendo de morta.

Voc� � um navio encalhado, uma ostra aberta,

uma cadela pegajosa, um sapo esmagado.

Voc� vai para o inferno.

Ser� queimada, eviscerada, empalada,

enterrada viva.

Peixes escorregando por algas muito espessas...

presos nas barras de ferro da cama desfeita,

sangrando na ponta da lan�a que rasga a seda sob a pele

quando o mar recua...

com algas mortas ao anoitecer,

uma faixa negra formada na espuma branca.

Sem mover a outra m�o nem olhar para o mar...

na areia, o violento vento � afogado

e a p�lida, lenta e fria faca insinua-se sobre a pele.

O corpo pausa numa �ltima vis�o.

Sou a causa �nica. A morte que passa.

Melro.

Beleza negra, gaivota combalida.

Claro, � bom e barato.

Acabou.

N�o d�i mais. N�o chore.

Vai ficar tudo bem agora.

Vou lhe pintar assim, como Sta. Agatha.

- Por que Sta. Agatha? - Ela era a mais linda.

Ela foi martirizada no dia de se casamento.

Rasgaram seu vestido branco

e perfuraram seus seios com pin�as em brasa.

Ela � sempre pintada dessa forma.

O que faz na cama � noite?

Rezo.

Depois, quando fica sozinha?

Voc� se acaricia?

Talvez fa�a errado?

Posso lhe ensinar, se quiser.

Li um artigo por um m�dico

que dava dicas para solteiros e casais...

com linguajar cient�fico:

vulva, algolagnia,

cunnilingus.

Isso � realmente nojento.

O que voc� fez?

Irm�, voc� ser� castigada.

Aqui est� a sua advogada, filha do dem�nio.

A irm� parecia aborrecida. Qual � o problema?

� coisa delas.

Sabe como as freias s�o. Elas mant�m rela��es esquisitas.

Mesmo? De que tipo?

Sadomasoquistas.

Posso lhe fazer um penteado diferente?

Pare. Isto � s�rio.

O qu�? Que serei guilhotinada?

Acha que vai doer?

Escute. Voc� tem que me ajudar.

E quanto � p�?

Que p�?

N�o seja tola.

A que foi achada no seu arm�rio.

Os investigadores est�o curiosos

porque voc� n�o p�de explicar a sua exist�ncia.

� estranho ter uma p� num apartamento na cidade.

Diga-me a raz�o.

Para matar o assassino.

Explique-se.

O homem que nos espiava tinha uma c�pia da chave,

ent�o quer�amos nos proteger.

Onde a encontrou?

No por�o.

A p� estava l�?

Devia estar. Como vou saber?

Estou tentando ajudar.

Ent�o se recusa a sair daqui quando poderia ser f�cil?

Eu quero sair.

Voc� n�o tem ideia do que acontece aqui.

As celas s�o muito limpas.

Tamb�m as freiras e as prisioneiras,

mas pelo menor erro somos levadas l� para baixo,

para o calabou�o no subsolo.

� horr�vel.

� medieval.

Vamos. Acalme-se. Estou aqui.

Voc� teve um pesadelo.

Entre.

Ol�, minha filha.

Voc� n�o � como eu esperava.

- Ouviu falar de mim? - � claro.

Sou o pastor de todas as ovelhas perdidas.

Todos os rec�m-chegados a este rebanho me interessam.

A Irm� Julie diz que queres confessar um crime -

Essa � minha cliente. Sou apenas sua advogada.

Vou come�ar novamente.

Para confessar um crime que a humanidade n�o pune o bastante:

a inven��o.

Est� machucada?

N�o. Por qu�?

� tinta vermelha, n�o sangue.

Um respingo do trabalho da nossa jovem artista.

Ah, sim.

Fico mais tranquilo.

J� vou indo.

� uma dura tarefa.

Que nada! � um bom exerc�cio.

Eu queria lhe perguntar algo...

soube que voc�s recebem

puni��o f�sica se se comportam mal.

Puni��o?

N�o se preocupe. Sou advogada.

Ouvi falar de calabou�os, correntes, chicotes... e at� pior.

Nunca vi tais coisas.

Pena. Deve ser fascinante.

� mesmo? Para quem?

N�o sei. Para os espectadores.

Est� machucada?

N�o, n�o � nada.

Devo ter me arranhado com o broxe ou um mosquito me picou.

N�o notei.

Voc� � advogada?

Posso lhe ajudar?

N�o. Mas n�o parece uma.

Por que n�o?

Uma advogada � como um juiz?

Se assim quiser.

Ou talvez bem o contr�rio.

Que advogada estranha.

Advogada do diabo, talvez!

- Voc� a escolheu? - Ela foi designada.

Ah, n�o foi um des�gnio divino!

Cuidado com essas pessoas!

Cuidado com este lugar!

Por qu�, Padre?

A acusa��o � um pr�logo para o crime.

O confinamento atrai o v�cio!

Pris�es religiosas s�o as escolas do pecado.

V�cio, meu padre?

N�o sou seu padre!

Sou pastor da Igreja Desagregada.

Este lugar � o inferno!

N�o se fa�a de santa.

Eu lhe vi brincando com aquela criatura demon�aca.

Mas Padre, onde fica o mal?

O mal est� aqui...

e aqui...

...e aqui!

Uma irm� me toca aqui sempre.

Pensei que era por acidente.

O qu�? Pobre crian�a, conte-me os detalhes.

Tantos quanto poss�vel, para a sua salva��o.

Eu vi atos que n�o entendo.

Fala disso?

Atos entre quem?

Freiras e prisioneiras, geralmente as mais bonitas.

Conte-me! R�pido!

Descreva tudo...

ou o Deus da Ira vai lhe queimar viva num lento fogo.

Padre, n�o me atrevo.

Fale, sua puta!

Ent�o, eu lhe disse o que ele queria ouvir.

Foi por isso que pediu as tintas?

Sim, n�o � lindo?

N�o gosta de arte moderna?

Vista-se e lave seu corpo,

se for poss�vel.

Como posso me lavar neste balde?

- Nem todos os perfumes da Ar�bia - - N�o se aproxime!

Nojenta, delinquente, desavergonhada!

V�-se logo que � uma assassina.

N�o entendo.

Jesus era inocente

mas foi condenado por ter um talento para irritar as pessoas.

Vou contar � minha advogada o que disse.

Conte! Sabe onde ela est� agora?

E o que ela est� fazendo?

Siga-me!

� uma ordem.

Olhe, Irm�, a toalha de Sta. Ver�nica.

Agora.

Vou abri-lo.

Acaricie-me!

- Aqui? - Sim.

Esforce-se mais, idiota.

Na noite passada sonhei que o pastor me casava...

mas quando me ajoelhei para rezar, ele me acariciou.

Suas m�os tatearam pela renda e minhas coxas at� o meu sexo.

Eu sabia que ele era um tarado.

Ele n�o vai durar muito.

Ele vai se suicidar.

Todos que se aproximam de voc� s�o pervertidos, loucos.

Mas � tudo coisa da sua cabe�a.

Como � a sua namorada?

Voc� tem muita imagina��o.

N�o sei o que pensa que viu.

A Irm� Julia tamb�m viu.

Eu vi apenas voc�, de camisola, como uma son�mbula.

Voc� diz que a Irm� Julia lhe odeia.

Ent�o ela diria qualquer coisa para lhe machucar.

Quem est� falando de me machucar? Isso n�o est� sob o seu poder.

A reconstitui��o � amanh�.

Tente n�o agir tolamente.

Eu vou lhe levar ao seu apartamento.

A pol�cia vai nos encontrar l�.

O juiz tamb�m, mas provavelmente n�o o mesmo.

Provavelmente n�o o mesmo.

Escute.

Padre, ou�a o sangue pulsando forte para escapar.

Ou�a o fluxo do prazer que nenhum amor pode purificar.

J� viu o sangue de uma jovem correndo pela sua pele como fogo?

Toque meus seios. Toque meu quadril.

Meu corpo est� suado, mar violento fluindo vagarosamente

para al�m de mim.

Padre, exorcize-me!

Deixem-me, dem�nios.

J� estou velho e enfermo.

Exorcize-me. Rasgue meu vestido.

Arranhe minha delicada pele.

Esmague minha carne em suas m�os e bra�os.

Deixe-me.

Deixe-me no meu t�mulo.

Castigue-me, se ainda � capaz.

Em outros tempos me queimaria como uma bruxa

ap�s furar meu corpo com agulhas para achar a marca do Diabo,

escondida no lugar mais secreto.

Voc� se deliciaria com meus gritos e arquejos.

Tarde demais.

Deixe-me, dem�nio.

Libert�rio!

Li...ber...t�rio!

Ofensa!

Estrutura!

Desordem!

Relapso!

Evid�ncia.

Reconstitui��o.

Prazer.

Reincid�ncia.

Permuta��o.

Relapso. Desordem!

Sapo.

Estupro.

Parric�dio.

Divis�o.

Invers�o.

Cadela.

Jogos.

Esperma.

Pregui�a.

Puta.

Um par de sapatos...

dois pares...

tr�s pares...

Tema do vidro partido.

Sangue.

O mar quebra na praia.

Ent�o, o que fazemos?

Esperamos um pouco.

Esperamos pelo qu�?

Bem, pelos promotores, os superintendentes da pol�cia,

todo o pessoal que tem de estar aqui para a reconstitui��o.

Quem vai fazer o assassino?

N�o sei, um policial, provavelmente.

Talvez aquele sujeito que est� de guarda na porta.

E a Nora?

Certamente h� algu�m.

Quando est� para come�ar?

Em teoria, agora, mas eles sempre se atrasam.

Estamos sempre esperando por algu�m ou algo.

O que est� fazendo?

Bem, a reconstitui��o!

Eles n�o est�o chegando?

Penso que teremos sorte se chegarem todos em uma hora.

Tenho sede.

Quer um pouco?

� incr�vel como voc� se parece com ela.

Voc� � louca!

Aqui, vista isso!

Droga.

Acime de tudo, n�o grite.

Vai parar e eles n�o saber�o de nada.

Acho que vou -

Voc� n�o tem mais sangue.

Voc� vai morrer.

Voc� � linda.

Pronto. Terminou.

A reconstitui��o n�o acontecer�.

Sua inoc�ncia foi finalmente provada.

Achamos o voyeur assassino e ele confessou tudo.

Est� ferida?

Mesmo?

Teremos de come�ar tudo novamente.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.