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O FILME QUE EST� PRESTES A ASSISTIR CONT�M IMAGENS
QUE ALGUNS PODEM CONSIDERAR EXTREMAMENTE PERTURBADORAS.
A FACULDADE SANTA MARIA, EM BAKERSFIELD, CALIF�RNIA...
DIZEM SER ASSOMBRADA POR UMA PRESEN�A DESCONHECIDA.
EM 22 DE MAR�O DE 2012, O PROFESSOR THOMAS HARROLD...
E A ALUNA DEANA BANKS...
DESAPARECERAM SOB CIRCUNST�NCIAS MISTERIOSAS.
MESES MAIS TARDE, UMA EQUIPE DE TV ENTROU NO LOCAL...
PARA INVESTIGAR OS DESAPARECIMENTOS.
ESTE V�DEO � A �LTIMA IMAGEM DO PARADEIRO DELES.
ELE FOI OBTIDO A PARTIR DE UMA FONTE N�O REVELADA.
RECOMENDA-SE PRUD�NCIA.
Aqui � Annie Monroe...
ainda estamos presos no interior do bloco H.
Todos desapareceram.
Se voc� encontrar este v�deo...
por favor, derrubem este edif�cio.
-Annie... -N�o � s�... O qu�?
Onde?
N�o tem sa�da. Estamos presos.
-Voc� e suas baboseiras. -Dan, pare.
-Desgra�ada. -Acalme-se.
Isso n�o resolver� nada.
Isso n�o resolver� nada.
Vamos ficar aqui para morrer?
Precisamos sair daqui.
Vamos encontrar outra sala de aula.
Podemos nos esconder nela, sair pela janela
ou procurar uma sa�da de emerg�ncia.
Este edif�cio n�o tem.
H� janelas nos banheiros.
-Tem janelas no banheiro. -N�o, Dan, n�o se mexa.
-Dan, Dan, Dan. -Dan, n�o h� janelas, pare.
N�o entre a�.
Abra a porta. Dan.
SEDE DO CANAL 7 - LOS ANGELES 24 DE MAR�O DE 2013
BRENT DAVIS REP�RTER DO CANAL 7
Por que a c�mera est� ligada?
Para me garantir.
Por favor, diga o seu nome e ocupa��o para a c�mera.
Eu sou Stephen Ellis...
e sou o atual produtor do notici�rio do Canal 7
e antigo �ncora.
Era �bvio para mim quando Annie come�ou conosco,
como estagi�ria, que ela seria uma das melhores que j� tivemos.
Ela tinha mais energia,
entusiasmo e compet�ncia que qualquer outro
que conheci nos �ltimos 30 anos.
Ela come�ou com pequenos projetos.
Comunidades, exposi��o de c�es e coisas do tipo.
Fazia v�deos informativos sobre como preparar uma omelete.
Mas era �bvio que Annie faria coisas maiores e melhores.
Muito bem.
Pode dizer o que aconteceu antes do incidente na escola?
Posso. Annie sempre me apresentava
projetos em potencial
que queria cobrir.
Quando falou
sobre os desaparecimentos na escola,
ela me convenceu de que era uma boa mat�ria.
E...
N�s achamos que era boa ideia.
Voc� a autorizou a fazer o document�rio?
Autorizei, sim.
N�s o intitulamos de "Sala de Aula 6".
Como voc� se sentiu ap�s ver o que est� no filme?
N�o sei como explicar.
� horr�vel.
� terr�vel, eu...
Eu n�o consigo entender.
Ent�o...
por que mostrar isso ao p�blico?
O que espera mostrando isso para o p�blico?
N�o espero nada.
Eu fa�o isso pela mem�ria da Annie
e da equipe desaparecida.
Eu...
Acho que Annie desejaria isso. � o que posso fazer por ela.
Ela sempre dizia: "As pessoas precisam saber o que h� l�.
As pessoas precisam ver".
FACULDADE DE SANTA MARIA 8 DE DEZEMBRO DE 2012
Estou brincando. N�o grave isso. � ruim.
Corte.
Corte.
Eles tipo borram... � tipo algo que limpa...
Isso.
Est� bem.
Levante o microfone.
-Est� melhor? O qu�? -Ajeite o colar.
-Isso. -Ningu�m precisa saber meu nome.
Prontinho. Quando estiver pronta.
Estou com o diretor da faculdade, nos �ltimos 5 anos...
Ah, meu Deus.
A c�mera est� pronta.
3A, tomada 4.
Quando estiver pronta.
Estou com o diretor da faculdade nos �ltimos 5 anos,
Michael Keaton.
Estamos em frente da misteriosa sala de aula 6,
que � o lugar de origem de todas as coisas estranhas
que est�o acontecendo na faculdade de Santa Maria.
Michael, obrigado.
Eu � que agrade�o, Annie.
Michael, pode nos contar mais sobre os desaparecimentos?
O que acontecia na �poca em que o professor Thomas
e a Srta. Banes desapareceram?
O que a pol�cia descobriu?
Bem, o relat�rio da pol�cia foi impreciso.
N�o encontraram nenhuma evid�ncia de que
que Thomas e Banks estavam tendo um caso.
Honestamente, eu acho eles fugiram juntos.
Ele era meio estranho, sabe?
Ningu�m gostava dele.
Aconteceu alguma coisa estranha na sala de aula 6?
-Aconteceu. -Aconteceu. O lugar � maligno.
-Verdade. -O bloco todo, na verdade.
Os jovens possuem imagina��o f�rtil.
J� ouvi v�rias hist�rias.
Ouvi dizer que eles eram amantes e eles fugiram juntos.
Ouvi dizer que a garota assassinou o prof. Thomas
e vice-versa.
Mas, no final,
nada disso importa.
Quero dizer, ningu�m nunca saber� com certeza.
Espere, espere, Annie.
Sinto muito. O microfone estava aparecendo.
Sinto muito por isso.
Annie, aqui vamos n�s. Quando estiver pronta.
A sala de aula 6 est� fechada desde os desaparecimentos,
e os s�mbolos de bruxaria foram removidos, por qu�?
Houve muitos rumores sobre esse assunto.
Desde que o professor Thomas e a garota desapareceram,
n�s julgamos que seria melhor
que essa sala fosse inutilizada.
Sabem alguma coisa sobre os portais?
Eu n�o sei.
N�o quero falar sobre isso.
Ele estava obcecado pelos portais. � estranho.
Que tipo de portais?
-Portais para outro mundo. -Isso, para outra dimens�o.
E n�o est� ligado com a suposta
energia negativa da classe?
N�o, n�o, n�o. Olha,
� uma quest�o de respeito para com as fam�lias.
E depois do que aconteceu, depois de tudo que inventaram,
a reitoria achou melhor fechar a sala.
Ent�o n�o haver� mais aulas noturnas?
N�o h� mais aulas noturnas. Achamos melhor cancelar.
Eu sei dos portais...
Eu sei o que eles estavam fazendo, eu estudava com eles.
O que eles estavam fazendo?
Estavam brincando com o Diabo.
Voc� acha que o Inferno pode ser uma dessas dimens�es?
Com certeza.
Com certeza. O Inferno � outra dimens�o.
Est� tudo bem.
Muito bem.
Aqui estamos. "Sala de aula 6".
Ent�o...
O que voc� acha que aconteceu com o Thomas e a garota?
Eu n�o sei.
Thomas era...
um homem estranho.
Ele n�o tinha muitos parentes. Ela tamb�m n�o tinha.
Eles eram dois solit�rios
que tinham muito em comum.
-Est� bem, muito obrigado. -Sem problemas.
-Acho que j� conseguimos tudo. -Tudo bem.
-� o suficiente para agora. -Est� bem.
-Posso falar com voc�? -Pode.
-A c�mara est� ligada? -Kurt.
Voc� quer que desligue?
Quero, desligue.
Preste aten��o, minha jovem
eu a trouxe aqui para que prove, de uma vez por todas,
que esta bobagem paranormal n�o existe e n�o � real.
Entendi. N�o se preocupe. N�o afetaremos
a reputa��o da faculdade.
S� queremos saber o que est� acontecendo...
-Essa c�mera est� ligada? -N�o. O que � essa luz vermelha?
Que precisa ser carregada.
Todos para fora. Todo mundo para fora da sala.
A sala de aula 6 est� fechada.
-Filmou isso? -Filmei.
-Voc� a deixou ligada? -Claro.
Quem acha que eu sou? Algum amador?
-Ficou bom. -Ficou?
Ele estava cansado disso.
Os alunos falaram dos portais
e ele tentando acabar com tudo.
Temos que continuar. Isso � incr�vel.
Mal posso esperar para mostrar isso para o chefe.
Isso � perfeito.
Com certeza h� algo estranho l� dentro.
-Amanda? -Estamos indo, Amanda.
Amanda.
-S�o os assistentes de produ��o? -Isso.
-Ah, Gast�n, desculpe. -Prazer em conhec�-lo.
-Oi, sou o Kurt. -Oi.
Voc�s acabaram de se formar na faculdade de cinema, certo?
Isso. Fiz o curso de document�rio.
E voc�?
A mesma coisa, mas eu quero ser atriz.
-Gosto de estar em um set. -� boa.
�timo.
Onde estudaram?
New York...
-Essa � cara. -Verdade.
Na verdade, eu odeio faculdades de cinema.
Ou voc� sabe fazer ou n�o.
Bem...
Estou brincando com voc�s.
Est� bem.
N�o tenho nada contra faculdades de cinema.
DUAS SEMANAS ANTES
Ol�, padre Ruggero?
-Ol�. -Eu sou Annie Monroe.
Prazer em conhec�-lo.
� um prazer.
Devia ter dito que...
Ah, meu Deus.
Que algu�m t�o importante viria me entrevistar.
Muito obrigada.
Minha...
vida inteira...
foi dedicada � explicar os fen�menos...
misteriosos de parapsicologia.
Mas, na realidade,
o que eu fa�o � desmascarar charlat�es.
H� quanto tempo vivem aqui?
Nos mudamos da Fran�a h� cerca de 4 anos.
Viemos para os EUA.
Achamos que as pessoas daqui aceitam mais o que fazemos.
Sala de Aula 6, por exemplo,
foi um grande caso. Algo bem elaborado.
N�s dois conseguimos nos comunicar com os esp�ritos
atrav�s da canaliza��o.
Isso �...
N�s permitimos que os esp�ritos nos controlem temporariamente
a fim de que se comuniquem com os entes queridos.
Padre Ruggero, em teoria...
como algu�m pode abrir um portal?
Em teoria,
qualquer superf�cie reflexiva
pode ser uma porta para outra dimens�o.
Em teoria.
-Quer dizer, como um espelho? -Certo.
Se colocar dois espelhos..
frente a frente, para criar um t�nel infinito,
cria-se uma passagem para algumas coisas.
Que tipo de coisa?
As que...
J� que � um portal para outra dimens�o,
qualquer coisa pode atravessar.
Parentes mortos,
fantasmas tentando escapar da vida ap�s a morte,
dem�nios... Mas tudo isso � s� teoria.
Voc�s conduziram sess�es de canaliza��o
na faculdade de Santa Maria?
Isso mesmo.
Encontraram alguma coisa?
Foi provavelmente uma das mais...
Eu n�o sei.
Eu j� vi tantas coisas, mas aquilo...
foi diferente. Foi...
t�o poderoso...
Aquilo assumiu o controle total.
Foi diferente.
A sala de aula 6 foi diferente.
E se eu te disser...
que queremos voltar para encontrarmos mais provas.
Algumas portas devem permanecer fechadas.
Com certeza.
Ent�o � isso.
Alguns dizem que a hist�ria � uma farsa,
outros acreditam que h� algo maligno neste pr�dio.
E � para isso que estamos aqui.
Com ferramentas modernas, passaremos a noite
trancados no bloco H,
e s� poderemos sair pela manh�.
Caramba. Kurt?
-Por qu�? -O que foi?
Desculpe, tem um cara l� atr�s.
E � para isso que estamos aqui.
Com ferramentas modernas, passaremos a noite
trancados neste edif�cio
e s� poderemos sair pela manh�.
Iremos encarar o que estiver aqui dentro.
As c�meras ficar�o ligadas o tempo todo.
Se houve algo aqui, nossas lentes ir�o capturar.
-Como foi, Kurt? -Foi bem.
-Foi? -Foi bom.
Que bom.
Quem � aquele?
-Dan, certo? -Isso.
Prazer em conhec�-lo. Esse � o Kurt.
-Oi, como vai? -� dif�cil de enxergar.
Kurt, voc� se importa...
Pode filmar a faculdade enquanto...
-eu falo com o Dan? -Est� bem.
Eu queria falar sobre o contrato.
Eu li por alto
e eu encontrei nada sobre hora extra.
N�o temos nada espec�fico, mas podemos dar um jeito.
Voc� � vegano ou vegetariano?
-Eu sou vegano. -Vegano?
Oi, Jerry.
Estou filmando o lado de fora para voc�.
Cara, olha s� isso.
Eu s� trouxe um microfone,
� s� voc� que vai falar?
N�o, n�o, n�s vamos interagir.
Depois juntamos as partes que ficarem boas.
Vamos usar isso.
Eu n�o sei se voc� ouviu isso. Voc� ouviu esse som?
Precisamos desligar o ar condicionado.
Eu n�o acho que seja um problema.
Mas ser�.
Conseguimos ouvir tudo o que est� acontecendo.
A polaridade ser� um problema. Preciso te avisar.
Tudo bem.
O que est�o fazendo?
A luz est� muito forte.
-Verdade. � s�rio. -� s�rio.
Eu entendo esse lance documental.
-Se quer ser atriz... -Ela quer.
Vire para l�.
Por ora sou s� assistente.
A prop�sito, Kurt, pode filmar aquele mural?
Filme os corredores
e tente mostrar como tudo � assustador.
-Pode deixar. -Quero pegar tudo isso. Obrigada.
Aqui est� a sala 6.
Esses ladrilhos devem ser
da era Maia ou algo assim.
Caramba.
Parece promissor.
DES�A A ESCADA
Gostei desse som.
Annie?
N�o tem gra�a.
Droga.
Caramba, isso � assustador.
Jerry, se estiver vendo isso...
estou embaixo do audit�rio. N�o sei se � importante, mas...
� meio bobo, mas d� um pouco de medo.
Eu n�o sei.
Eu fico um pouco assustado.
Estou correndo.
Estou t�o...
Parece um gerador.
Algo ligou.
PERIGO: EQUIPAMENTO EL�TRICO
Tudo bem. � o gerador.
Outra porta macabra.
Caramba, o que foi isso?
Annie?
N�o teve gra�a.
� s�rio?
Vamos.
Caramba.
PERIGO: EQUIPAMENTO EL�TRICO
N�o estou vendo nada.
Muito bem. J� chega disso.
Chega.
Ol�?
Tem algu�m a�?
Kurt.
Vou sair daqui.
Annie?
� s�rio?
J� est�o fazendo isso comigo.
-Minha nossa, Annie. -O que foi?
Voc� est� mesmo fazendo isso?
-O que estou fazendo? -Isso n�o � engra�ado, est� bem?
-Eu estava na porta. -Voc� sabe do que estou falando.
-Do que voc� est� falando? -Voc� estava me assustando.
Vai mentir?
-Sim, eu estava te assustando. -Est� bem, Annie.
-Meu Deus, meu Deus. -Annie, � s�rio.
Annie, pare com isso. J� chega, j� chega.
-H� algo de ps�quico? -O que est� dizendo?
-Por que est� aqui? -Est� duvidando de mim?
-Kurt, posso usar seu telefone? -Por qu�?
O meu n�o funciona.
-Droga. Seu tamb�m. -Como assim? Estava carregado.
-Rel�gio, algu�m tem um rel�gio? -N�o, por qu�?
-Eu tenho um, tenho um. -Que horas s�o?
Ele parou.
-Como assim? -Isso n�o � bom.
Muito bem.
Vamos estremecer as coisas.
Pode cortar isso, Jerry.
Jerry, voc� vai se divertir na edi��o.
N�O RETIRE A CADEIRAS OBRIGADO
"N�o retire as cadeiras."
Gostei disso.
"N�o remova as cadeiras." Bang. Cadeira.
Voc� n�o pode ver, Jerry, mas
tem uns desenhos estranhos. Vamos ver.
Est� aberta.
Assim podemos ver o lugar. Vamos dar uma olhada.
O lugar fala por si s�.
D� pra fazer um �ngulo holand�s aqui.
-Prazer em conhec�-lo. -Obrigado por me chamar.
-Claro. -Esse �...
Oi, eu sou Jack. Jack Darring, vidente.
� o nosso cara.
-Annie, posso falar com voc�? -Claro.
-Por que n�o me contou? -O que quer dizer?
Esse cara.
Kurt.
Voc� � s� o c�mera, n�o precisa saber tudo.
Vamos l�.
Voc� a conhecia?
O qu�?
A garota. Voc� a conhecia?
N�o.
Mas ouvi as hist�rias.
Eu estudava na turma antes dela entrar.
DESAPARECIDA
MAR�O DE 2012 DEANA BANKS
Ei, voc� � o zelador?
Ol�, eu s� quero dizer algumas palavras.
Quero agradecer a todos por virem aqui hoje
e fazerem parte disto. Isso � muito importante.
Espero que n�o liguem de dormir no ch�o por uma noite.
Muito obrigado novamente por aceitarem estar aqui.
� uma honra e, juntos faremos um �timo document�rio.
O Sr. Torres � quem nos deixar� entrar
e trancar� a sala por fora.
Sr. Torres.
-Pois n�o? -Por favor, vamos entrar.
Obrigado.
Obrigado, vou acender as luzes.
O senhor n�o vem?
N�o.
Veremos o que acontece.
Parece um pouco assustador, n�o �?
� horripilante.
Isso me lembra do tempo de escola.
Eu n�o sei que tipo de escola voc� estudou.
Voc� se divertiu l�?
� melhor do que na escola.
Isso � assustador?
H� um "S" ali, um aviso para n�o abrir as janelas,
aquela est� aberta. Aqui diz "nada de aula".
Por que o zelador n�o quer entrar?
Sr. Torres.
Nada de corredor...
Ningu�m vai saber. Est� tudo bem.
N�o vamos estragar nada.
-Ningu�m vai fazer nada? -D� dinheiro a ele.
Fique com isso.
N�o se preocupe. N�o faremos nada.
Obrigada.
-Tudo bem? -Tudo bem.
Quer gravar ele trancando a porta?
-O qu�? -Gravar ele trancando a porta.
Obrigado, Sr. Torres.
-Adeus. -Boa noite.
Fique tranquilo, Sr. Torres. Pode ir tranquilo.
� muito estranho.
N�o �?
-Est� trancada? -Est�. N�o h� sa�da.
Estamos presos.
-Voc�s est�o prestes a ver. -O que est� fazendo?
Pegando alguns �ngulos interessantes.
Algu�m pode tirar essas coisas do corredor?
Gast�n, fa�a algo de �til.
-Annie? -Oi?
O que quer que eu fa�a com isso?
Coloque aqui atr�s.
-A�? -Em uma destas mesas.
Queria saber o que ele acha.
Eu estou tentando...
decifrar as rea��es dele.
N�o me filme. N�o sou parte do document�rio.
S�o as cenas dos bastidores.
-Os banheiros s�o assombrados? -Acho que n�o.
Jack, voc� est� bem?
Estou.
Aqui ainda est� um pouco pesado.
Estou bem. Eu ficarei bem.
Aquele Sr. Torres � bem estranho.
N�o fazia ideia do que ele estava falando.
O que eu estava dizendo?
Voc� viu o cara. O comportamento dele.
Ele acha que h� algo estranho acontecendo aqui.
Ele s� estava dizendo, como eu disse,
para n�o andarmos sozinhos e ficarmos longe do por�o.
Foi o que ele disse.
E voc�? O que voc� acha?
Eu s� estou aqui para fazer um document�rio.
-E por isso que estamos aqui. -Verdade.
Vou instalar os microfones e as c�meras.
-Est� bem. -Me d� ajuda, cara?
PRIMEIRO ANDAR: CORREDOR
A c�mara 1 est� funcionando.
Est� com a outra?
SALA DE AULA 6
PRIMEIRO ANDAR: BANHEIRO FEMININO
A Anne pediu para colocar no banheiro feminino?
Pediu.
Preciso cobrir toda a �rea.
-Claro. -Vamos.
-Me lembre de peg�-la. -Pode deixar.
-Teremos cenas interessantes. -Muito engra�ado.
PRIMEIRO ANDAR: BANHEIRO MASCULINO
Come�aremos onde tudo come�ou, na sala de aula 6.
Espere, espere. Est� fora de foco.
Sil�ncio, por favor.
O cen�rio est� pronto,
estamos trancados na sala...
De novo.
O cen�rio est� pronto,
estamos presos no bloco H.
Nossa busca pelas respostas se inicia aqui,
onde tudo come�ou, na sala de aula 6.
Est� bem. Muito bem.
Vamos, corte.
Qual � o plano?
Vou fazer algumas perguntas para o document�rio.
-Uma entrevista? -Isso, basicamente.
Antes de ser vidente, eu estudei com o prof. Thomas
sobre bruxaria e s�mbolos antigos.
Isso foi h� quanto tempo?
H� algum tempo. Eu fui a 1� turma.
Ent�o voc� conhece bem este lugar?
Eu diria que sim.
Pode nos dizer como o prof. Thomas era?
Algu�m muito diferente.
Ele sempre estava determinado em saber mais sobre tudo.
Voc�s eram �ntimos?
Dentro do poss�vel.
Ele era muito reservado. Nunca foi pr�ximo de ningu�m.
� aulas abriram a minha mente para coisas antes imposs�veis.
Pode nos dizer exatamente o que voc� faz?
Sou sens�vel a coisas que a maioria das pessoas percebem.
Eu posso captar coisas que as pessoas podem.
Isso se chama percep��o extrassensorial.
Pode explicar o que � a percep��o extrassensorial?
Posso tentar.
Ela envolve, basicamente, a recep��o de informa��es
n�o atrav�s dos sentidos f�sicos,
toque, vis�o, audi��o,
mas senti-los atrav�s da minha mente.
Voc� consegue sentir ocorr�ncias paranormais?
Isso.
Quando eu era jovem,
minha m�e tentou me proteger
e me afastar das coisas paranormais
que nos cercam.
N�o funcionou.
Quando fiquei mais velho e aprendi mais sobre meu dom,
eu percebi que a �nica maneira de viver com o que eu fa�o
seria confrontando essas coisas.
� por isso que estou aqui.
Voc� tentou fazer parte na expedi��o de esp�ritas
que ocorreu aqui h� um ano?
Eu tentei.
Disseram que era muito jovem e inexperiente.
Voc� acha que encontrar� algo aqui hoje?
Vamos dizer assim,
eu espero pela chance de passar uma noite nesta sala
desde que Thomas desapareceu.
E se algo deu errado,
eu serei capaz de sentir.
Algo ruim aconteceu aqui.
Isso veio...
veio daqui.
Est� vendo alguma coisa?
Desculpe, n�o � assim que funciona.
� como eu disse.
Eu n�o vejo as coisas, eu as sinto.
Eu n�o quero te assustar ao dizer isso,
mas eu sinto que estamos sendo observados desde que chegamos.
Se quiserem fazer algo assim sem mim,
usem isto.
O melhor amigo do investigador paranormal.
A maioria das pessoas usa o que chamamos de EMF
para detectar fen�menos e anomalias eletromagn�ticas.
Este aparelho
� muito mais barato
e � igualmente confi�vel.
Para que � a b�ssola?
Existe o �bvio, se nos perdemos
isso vai nos ajudar a encontrar a sair, mas
quando voc� est� perto em uma anomalia,
o eletromagnetismo faz com que a agulha gire sem parar.
Nada de anormal nesta sala?
N�o, agora, n�o.
-Mas podemos fazer uma varredura? -Claro.
Vamos segurar isso.
Ningu�m gosta deste lugar, Kurt.
O que foi isso? O que aconteceu?
Voc� encostou no interruptor?
Est� tudo bem. Esse tipo de coisa sempre acontece.
Est� sentindo alguma coisa?
A b�ssola est� no meio. N�o � nada.
Pode ser problema de fia��o.
Annie, sabe me dizer a hora?
Meia-noite e 15.
H� alguma liga��o com a hora?
Pode haver uma liga��o.
N�o dizem que os fantasmas passeiam � meia-noite?
Os esp�ritos do diabo eram humanos.
�s vezes, quando morrem,
os esp�ritos permanecem ligados h� um tempo
que significava algo quando estavam vivos.
O que quer dizer com mortos? Pode ser outra coisa?
� muito cedo para pensar sobre isso.
Mas, durante a noite, poderei determinar.
Que h� ali?
O zelador disse que havia outra sa�da,
mas possivelmente est� fechada.
Deve ser problema de fia��o.
Est� bem.
Eu n�o sei, cara.
Este era o lugar de onde se ouvia barulhos estranhos.
Viu? N�o fomos n�s. Exatamente.
-Ponto comprovado. -Derrubaram algumas coisas.
-Voc� derrubou? -Eu n�o sei. Eu estava aqui,
ouvi alguns barulhos...
e, quando eu percebi, isso estava no ch�o.
E os...
Portais?
-Portais? -Isso.
Voc� acha que o professor abriu um portal?
O que voc� acha?
N�o, n�o, n�o, n�o.
O professor sabia fazer isso,
mas ele n�o faria isso.
Por que n�o?
H� um risco envolvido, obviamente, mas...
Mesmo que seja poss�vel abrir um portal,
uma vez que voc� abre a porta,
voc� n�o pode controlar o que sai dela.
Voc� nem sequer pode fech�-la.
E se n�o foi ele, e se foi outra pessoa?
-Como um aluno? -Isso.
N�o. O prof. Thomas jamais envolveria um aluno
em algo assim. Nem mesmo eu.
-Como voc� pode ter certeza? -Porque � perigoso.
E o prof. Thomas n�o colocaria um aluno em risco.
Vou fazer s� uma coisa, e sa�mos daqui.
-O que vai fazer? -Vamos.
O que est� fazendo?
Voc� devia saber, Kurt,
que o olho humano n�o enxerga bem.
N�o sabia que havia um aplicativo para ca�ar fantasmas.
-Kurt -O qu�?
-Vamos ver os outros lugares? -Sim, vamos.
O que � isso?
Isto � um convite.
O qu�?
Os esp�ritos...
Esp�ritos ativos tendem a ser
infantis.
Eu vou tentar estabelecer contato.
E eu espero que eles respondam.
Com bolas de t�nis?
� um processo, Kurt. Voc� vai ver.
Deveria acontecer alguma coisa?
Anda sempre com essas coisas?
Com bolas de t�nis e uma b�ssola?
Voc� selecionou algumas salas
ou se deixa levar pelos sentidos?
Na verdade, � isso mesmo.
Nada?
Jogar as bolas faz parte do processo...
para ativar uma rea��o
dos esp�ritos que possam estar aqui.
Est� bem.
E se tivermos sorte,
eles v�o jogar de volta.
N�o dever�amos estar l� para peg�-las?
O que foi isso?
-Que horas s�o? -1h30.
Bem.
Voc� n�o vem? Pare.
Acho que vou ficar aqui.
Vamos ver.
Caramba.
-Foi o vento? -As janelas est�o fechadas.
-Vai te pegar. -Cale a boca.
-Voc� colocou certo? -Eu fa�o isso o tempo todo.
Tenha cuidado. Estas coisas s�o caras.
Se estiver quebrada, voc� que pagar�.
Foi ideia sua, amiga.
Segure isto.
-Pare. -Est�o com medo?
N�o, cara. Por que ter�amos medo?
Al�m disso, se o cara ou fantasma tentar nos matar,
eu acabo com ele.
Como far� isso com um fantasma?
Eu sei, mas
ele quer nos matar, certo?
Se ele vier nos matar ou me matar
eu volto como fantasma e acabo com ele
no mundo dos fantasmas.
Nunca pensei dessa forma.
-Faz sentido. -N�o.
Ele vem, te mata, voc� morre, est� morto como ele, e pode...
-Droga. -Quem �?
Eu n�o sei. Est� bloqueado.
Horripilante.
Espere um pouco.
Al�?
Al�?
Steve, � voc�?
-Quem � Steve? -Nosso chefe.
N�o sabe do que estou dizendo, sei.
Annie.
-Annie, venha aqui. -Te ligo mais tarde.
O que houve?
Kurt, filme isso.
-Annie, que horas s�o? -S�o 1h50.
O que isso significa?
-Est� come�ando. -O qu�?
-O que tem a bola? -Cale a boca.
O que � isso?
Preciso que se afastem.
Vou tentar fazer contato.
Sinto muito.
Podem n�o acreditar no que fa�o, n�o espero que acreditem,
mas, por seguran�a, todos
precisam ficar atentos.
Voc� sente alguma coisa?
Eu n�o sei.
-Est� sem luz. -Deixe comigo.
Kurt, pode iluminar mais?
Jack.
N�o estou entendendo. Eu senti alguma coisa l� fora,
e agora que entrei, a b�ssola parou.
O que voc� est� dizendo? O que isso quer dizer?
Que n�o est� mais aqui.
Seja l� o que estivesse aqui j� foi embora.
Bem, isso...
foi emocionante.
Podemos?
Podemos fazer uma varredura neste andar?
-Onde quer come�ar? -Espere.
O que foi?
O que foi?
Acho que senti algo.
Acho...
O qu�?
Est� voltando. Ningu�m se mexe.
Est� voltando.
Por que n�o vemos nada?
Est� voltando.
Est� se aproximando.
Est� quase aqui.
Voc�s viram?
Kurt, diga que voc� viu.
-N�o, n�o, eu... -O que aconteceu?
A b�ssola se moveu. Estava aqui. Estava bem aqui.
Mas onde est�?
Eu n�o sei. Talvez n�o seja poderoso
para se manifestar.
Talvez ainda esteja tentando, mas n�o conseguiu.
Mas entrou aqui de novo? Enquanto est�vamos aqui?
Isso.
Isso � rid�culo.
N�o teve gra�a, cara.
Caramba. Caramba.
Deveria ter visto a sua cara.
Era voc� o tempo todo?
O qu�? Como assim?
Cara, eu queria ter filmado.
O que foi?
Qual �?
Voc� levou muito a s�rio. Muito s�rio.
Pega leve.
Voc� precisa aprender a aceitar uma brincadeira, cara.
Vamos.
Cara.
-Annie -O que foi?
O que est� acontecendo?
Foi um de voc�s?
O qu�?
N�o brinquem comigo. S� me digam se foram voc�s.
N�o sei do que est� falando. Est�vamos no fim do corredor.
-Quem mais est� aqui? -S� a gente.
-Sabem de algo que n�o sei? -Dan, n�o sabemos de nada.
Acalme-se, est� bem?
N�o estamos escondendo nada.
Voc� estava longe. Deve ter ouvido alguma coisa.
S� n�o quero que volte a acontecer.
Dan.
Eu me mando daqui se isso acontecer de novo.
-O qu� houve? -N�o entendi.
-Eu n�o fiz nada. -Jack.
Posso falar com voc�?
-Pode. -S� um instante.
Estou com medo.
Cara,
eu entendo.
Essa � uma situa��o anormal,
n�o h� problema em ter medo.
Acho que dev�amos conversar com Annie.
-Sobre ter medo? -N�o, n�o, n�o.
N�o sobre ter medo.
Sobre qual deve ser nosso pr�ximo passo.
S� n�o quero causar problemas desnecess�rios.
N�o posso garantir a seguran�a de todos
se eles ficarem por a� fazendo o que quiserem.
N�o podemos contar a todos sobre isso.
-Dan, j� est� paranoico. -Ele devia estar paranoico.
H� algo acontecendo aqui.
O pior que um esp�rito pode ser � imprevis�vel,
-e � exatamente o que ele �. -N�o, rapazes.
N�o podemos desistir.
N�o podemos sair agora. Esse esp�rito,
essa presen�a que voc� sentiu
est� se comunicando com a gente.
Vamos fazer um acordo, est� bem?
Se essa...
Se essa coisa...
se tornar
perigosa, voc� sentiria, correto?
Se voc� sentir isso, voc� nos avisa,
e n�s damos o fora daqui.
Mas agora, voc� nem sabe o que �.
Vamos ficar para descobrir.
Ao primeiro sinal de perigo, n�s vamos embora.
Eu prometo.
Est� bem.
Valeu por ficar do meu lado.
Agora s�o 3h, que � conhecida
como a hora das bruxas,
quando supostamente coisas malignas acontecem.
Enquanto continuamos na sala de aula 6,
j� presenciamos alguns...
Droga.
Deve ser o gerador.
Espero que sim.
Fiquem aqui. Ningu�m sai. Vou dar uma olhada.
-Voc� vai sozinho? -Vou ficar bem.
-Espere. Kurt, v� com ele. -O qu�?
-Qual �? -V� com ele.
Espere, Jack, espera.
-Cuidado. -Eu estou bem. Vamos.
Por que as luzes se apagaram?
� um pr�dio velho, Kurt. Pode ser o gerador.
-Espere, espere. -Droga.
Diga-me que n�o estamos vendo isso.
Est� com medo?
O que disse?
Voc� est�.
Eu n�o sei. Acho que sim.
Podem me acompanhar ao banheiro?
Agora est� com medo?
-V� sozinha. -Eu j� volto.
-Ele vai te pegar. -Cale a boca.
Vai te pegar.
O que estava dizendo?
N�o � quest�o de acreditar ou n�o.
� mesmo?
� o que ent�o?
Quero encontrar a verdade
e mostrar a verdade.
Isso � um bom sinal? Significa que quer brincar?
Sim, eu estou com medo.
� que...
estou disposta a arriscar.
Pois eu quero descobrir...
Se h� algo depois desta vida. E este � o melhor lugar
para encontrar a resposta.
-Qual � a gra�a? -Voc� � engra�ada?
Qual �?
A vida ap�s a morte? Acreditam nisso?
Vou dizer uma coisa,
voc� vive e morre. Simples assim.
Acabou, n�o h� C�u ou Inferno.
Nossa exist�ncia acaba.
E n�o h� nada mais.
Quer saber, cara?
-O qu�? -Na realidade,
-voc� n�o acredita nisso. -� mesmo?
De verdade. Eu acho...
que voc� est� com mais medo do que qualquer outro.
V� se ferrar.
Pessoal, acalmem-se.
-Quer saber? -O qu�?
-Eu n�o gosto do seu jeito. -� mesmo?
-�. -Obrigado.
Voc� est� come�ando a ser um chato.
-E o que voc� vai fazer? -O qu�?
Nada.
Voc� v� esse microfone?
A pr�xima vez que me insultar, vou enfiar ele em voc�.
Ele todo.
-� estranho. -O que � estranho?
Caramba. Ah, meu Deus.
Calma.
Parem.
Parem.
O que est� fazendo?
O que vai fazer agora?
Me solte.
-O que vai fazer agora? -Parem.
-Voc�s dois. -N�o entre a�.
N�o entrarei.
Jack, o que foi isso?
Alguma coisa?
-N�o � amig�vel, temos... -Droga.
Vamos avisar os outros.
-Amanda. -Amanda.
Tem algo no banheiro.
O que foi?
-Calma. Calma. -Tem algo l� dentro.
-O que houve? -Agarrou meu cabelo.
Meu Deus. Meu Deus.
-Como fez isso? -O qu�?
Voc� � o especialista. Diga o que �?
Jack.
Seja o que for,
est� tentando nos dizer alguma coisa.
O nome na parede, o ataque...
Voc� � religiosa?
Eu n�o religiosa. Quero ir para casa.
Voc� est� certa, vamos sair daqui.
Vamos sair daqui.
Vamos sair daqui. J� cansei disso.
-Quero ir para casa. -Espere l� fora.
Annie, precisamos ir agora.
Ol�?
-Voc� n�o pode fazer nada? -Como assim?
Est� duvidando de minhas habilidades?
-Kurt, me empreste seu celular. -Por qu�?
O meu n�o funciona.
Droga. O seu tamb�m n�o.
Est� brincando? Ele estava carregado.
-Algu�m tem um rel�gio? -N�o, por qu�?
-Eu tenho. -Que horas s�o?
Ele parou.
-Como assim? -Isto n�o � bom.
Esta...
Esta entidade...
quer nos fazer mal. Ela n�o � amig�vel, n�o � boa.
Diz isso agora?
Obrigado.
Por que a c�mera ainda est� funcionando?
Pois �.
Eu n�o sei. Talvez...
Quando isso acontece, h� sempre uma raz�o.
Se a c�mera � a �nica coisa funcionando,
� porque ela quer que fique ligada.
Ela quer que vejamos algo.
-O document�rio j� terminou. -N�o terminou.
As portas est�o trancadas.
-Como assim? -Est�o trancadas.
Pensei que era s� no roteiro, idiota.
Voc� sabia disso.
-Ouviram isso? -Ouvi.
O que � isso?
Parece que...
Meu Deus.
O que �?
Tome cuidado.
-Meu Deus -Droga.
-Est� ferido. -N�o, n�o, n�o, n�o.
-O que houve com ele? -Precisamos ajud�-lo.
-N�o toque nele. -Chame uma ambul�ncia.
-O qu�? -Chamar com o qu�?
Dan, pegue uma toalha. Gast�n.
Temos que sair daqui agora. N�s n�o temos escolha.
-Amanda. -Amanda.
Os gritos n�o v�m... N�o v�m...
-Os gritos n�o v�m dela. -V�m.
Amanda?
Amanda?
Amanda?
Abram a maldita porta.
Abram a maldita porta.
-Deve haver outra sa�da. -Onde?
N�o h� outra sa�da. Estamos presos.
-Voc� e suas malditas ideias. -Dan, pare.
-Sua vadia. -Acalme-se.
-Voc� merece isso. -Acalme-se.
Isso n�o vai ajudar em nada.
N�o vai ajudar o caso deles nem o nosso.
-N�o conseguimos sair. -Estamos presos.
Vamos encontrar outra sala,
vamos nos trancar nela, sair por uma janela
ou procurar uma sa�da de emerg�ncia.
Este edif�cio n�o tem.
H� janelas nos banheiros.
-Os banheiros t�m janelas. -N�o, Dan, n�o se mexa.
-Dan... -Dan...
-N�o entre a�. -Dan, abra a porta.
Dan, abra a porta. Isso ainda n�o acabou.
Annie, n�o abra a porta.
Socorro. Me solte. Me solte.
-Eu quero sair daqui. -Preste aten��o.
-Eu quero sair. -Preste aten��o. Preste aten��o.
Estamos seguros nos corredores.
-Essa coisa est� nas salas... -Ela est� ficando mais forte.
Me deixe me paz.
-Annie, pare. Pare, est� bem? -Annie, confie em mim.
Voc� me trouxe porque confia em mim.
-Pessoal, espere -Kurt?
-A porta. Vou dar uma olhada. -Kurt, n�o v�.
Pode deixar.
Dan?
Dan?
Cad� voc�, cara?
Dan?
Dan, Droga.
Droga. Socorro. Socorro.
Jack. Annie.
Me ajudem.
Socorro. Socorro. Socorro.
Annie. Meu Deus.
Pare.
Kurt.
-N�o, n�o, n�o, n�o. -Kurt. -Kurt.
-Kurt. -Ah, meu Deus.
O que aconteceu?
Nada. Ele n�o est� l�. Ele n�o est� l�.
Gast�n tamb�m sumiu.
Meu Deus.
Jack, caramba, cara. Voc� n�o � vidente?
-O que est� acontecendo? -Eu n�o sei.
-Como assim? -Eu n�o sei.
-Estamos seguros nos corredores. -"Seguros nos corredores".
Est� nas salas, nos banheiros, mas n�o est� nos corredores.
� quest�o de tempo at� que decida sair.
Isto � tudo culpa sua.
Annie. Annie.
Annie, voc� ficar� bem se ficar no corredor.
Aqui � Annie Monroe,
ainda estamos presos no bloco H
e fomos atacados por alguma for�a maligna.
Todos desapareceram.
S� restam o Kurt, o Jack e eu.
Se voc� encontrar este v�deo...
Estou gravando para que todos saibam o que aconteceu.
Pra qu�?
As pessoas v�o saber e n�o vir�o mais aqui.
E por que isso nos ajudaria?
-Pare com isso. -Por qu�?
-Foi ideia dela. -Eu n�o sabia.
Ela armou tudo.
Ela chamou um especialista.
Cale a boca, n�o se meta.
Ela encontrou voc�.
O especialista em fantasmas.
O guia espiritual.
Mostre o caminho.
Eu disse que dev�amos ter sa�do daqui h� horas.
-Est� bem. -Mas ningu�m me ouviu?
N�o coloque a culpa em mim, N�o me coloque a culpa nela.
Nem sequer � um esp�rito. N�o �. N�o �.
Ent�o o que �?
-Voc� tem raz�o. -Sobre qu�?
Certa sobre o qu�?
Sobre os portais
e sobre o professor.
Voc� acredita que...
eles est�o no Inferno?
Eu n�o sei. Eu n�o sei, eu n�o sei.
Eu s� sei...
que se ele abriu mesmo o portal,
ent�o qualquer superf�cie reflexiva
nessa faculdade toda
� outra porta.
Janelas, espelhos, ma�anetas,
as malditas po�as de �gua nos banheiros.
Portanto, precisamos
ficar juntos.
Precisamos nos concentrar e trabalharmos juntos.
Pra qu�, cara?
N�s estamos aqui sentados. Somos a ca�a.
-Este � o �nico lugar seguro. -Agora.
Quanto tempo levar� para que essa coisa saia?
Temos uma ou duas horas at� que o zelador volte?
Acho que sim.
Ent�o vamos esperar.
Eu ainda posso sentir...
nas salas, nos banheiros, atr�s das portas,
mas n�o est� aqui, n�o est� no corredor.
Eu n�o aguento mais. N�o aguento.
N�o � a Amanda, � um truque.
Est� colocando armadilhas.
S�o armadilhas para n�s. Essa � mais uma delas.
N�s precisamos, precisamos.
Precisamos bloque�-las.
Eu sei que � dif�cil, mas precisamos bloque�-las.
Meu Deus, voc�s...
Voc�s ouviram isso?
-Annie. -O qu�?
Annie, o que voc� ouviu?
-� a minha m�e. -O qu�?
-� a minha m�e. -Kurt, Kurt, Kurt.
-M�e. M�e. -Annie.
-N�o, n�o, n�o, n�o... -M�e. M�e. M�e.
-M�e. N�o. -Annie, Annie.
� a voz da minha m�e, � a minha m�e.
N�o ouviu a voz de Amanda daquela vez?
Eu conhe�o a minha m�e. � a minha m�e.
-Minha m�e. -N�o �.
-N�o �. -� a minha m�e.
� uma armadilha para voc�. Eles querem te machucar.
Afaste-se. Ela quer me ajudar.
-Annie. Annie. Annie. -Ela quer me abra�ar.
-Me solte. -N�o.
-Deixe-me ir. -Ajude-me.
-Pare. -M�e.
-Coloque-a no ch�o. -Annie, Annie.
M�e.
-� a minha m�e. -N�o �.
N�o h� ningu�m aqui.
-N�o h� ningu�m aqui. -Minha m�e est� me chamando.
Annie, o que diziam?
Annie, Annie, olhe para mim.
Annie, o que diziam?
Caramba, Kurt, ela est� gelada. Ela est� em estado de choque.
Annie, vamos.
-Annie, eu preciso falar com ele. -Droga.
-Jack. -O qu�?
A luz se acendeu.
Fique aqui. N�o a deixe sair daqui.
Jack, n�o seja idiota.
Se eu n�o fizer algo, todos n�s vamos morrer.
Annie. Annie, eu preciso que me ajude.
Ei, ei.
N�o.
-Jack? -Annie.
-Jack, Jack. -Ajuda.
-Abra a maldita porta. -Est� bloqueada.
-Annie, me ajude. -Abra a maldita porta.
Abra a porta. A maldita porta.
A outra porta. Vamos. Vamos.
Aqui. Aqui.
-Jack. -Meu Deus.
-Droga. -O que aconteceu com ele?
-Jack? -Meu Deus.
Me ajude.
Jack.
-Caramba. -Meu Deus. N�o.
Meu Deus. N�o.
Droga.
Vamos, vamos.
Meu Deus.
O que foi isso?
-Meu Deus. -Droga.
Meu Deus.
Pare de gritar.
Fique quieta.
Meu Deus.
Pare, est� bem?
Talvez n�o tenha nos visto.
Eu preciso que fique quieta.
Meu Deus.
AMBOS OS CASOS PERMANECEM SEM SOLU��O.
O BLOCO H FOI FECHADO E DEVE SER DEMOLIDO.
A FACULDADE DE SANTA MARIA E A POL�CIA DE BAKERSFIELD
SE RECUSA A DAR INFORMA��ES.
O que sempre me incomoda...
� o fato
de a pol�cia n�o encontrar nenhum corpo.
Nem mesmo um corpo.
Para onde eles foram?
Eles est�o nas paredes?
Est�o no pr�dio?
Est�o vivos ou mortos?
A grande pergunta...
� quem ou o que fez isso a eles?
Quem pegou a c�mera?
CLASSROOM 6: A SALA DO MAL
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EM MEM�RIA DE WESLEY RICE
Tradu��o: Diego Marsicano OFFSET Legendas
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