Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
OS PODEROSOS
OS PODEROSOS
San Marino.
AMANH�
Feche essa porta!
Chega, podem parar.
N�o tente se mover ainda.
Voce pode andar?
Sim senhor.
Se fosse eu...
Eu come�o a andar e voce n�o me deteria.
N�o se esque�a de lavar sua testa antes de sair.
Desculpe-me. N�o queria gritar.
Tudo bem. Eu n�o devia esgueirar-me assim.
Acho que perdeu um cliente.
Ele volta.
Diga-me, � realmente t�o forte a dor?
Hoje quase atingiu o limite.
Apenas por ter marcado o ponto na testa?
N�o � o tamanho do local exposto, Sr. Nordlund.
Isso n�o tem nada a ver.
Na verdade, duas zonas de dor intensa n�o s�o mais do que uma.
Voc� quer experimentar?
N�o, obrigado.
Como eles aceitaram se submeter a esses testes?
Isso � f�cil, aqui eles ganham muito mais dinheiro em 1 hora...
que servir mesas em uma lanchonete de estudantes por 3 semanas.
Voc� j� foi gar�om em uma lanchonete de estudantes, Sr. Nordlund?
Eu entendo muito bem.
Eu n�o sei o qu�o longe ele foi informado.
Eu sei a fun��o desta comiss�o, � claro...
Sei que se especializam em dor.
Bem, voc� pode cham�-lo de programa espacial sadomasoquista.
Esse sadomasoquismo � muito caro.
Mas o gasto mais do que compensa.
Olhe.
Como � que vamos proteg�-lo no espa�o, se n�o sabemos o quanto pode suportar?
Quanta tortura pode resistir.
Responder a essa pergunta, amigo Nordlund, n�o � barato.
Que barulho � esse? Eu tamb�m ouvi ao entrar.
Por ai.
Quando voc� perde a consci�ncia?
Normalmente a 5g.
D� uma olhada.
Este homem est� agora a 3G.
Quer testar o dispositivo?
Est� determinado a fazer-me uma de suas cobaias, Professor Tanner.
N�o, n�s queremos que o governo saiba exatamente o que � feito aqui.
Desculpe-me.
O que �, Scott?
Voc� me diz, Jime. Ele est� ficando selvagem...
Quero dizer, ele tornou a descer e n�o podemos par�-lo.
- Quem? - Quem mais pode ser? Hallson.
- Sim, ele estava tenso ultimamente. - Que tens�o?
Ok, n�o sou um psiquiatra ou quero ser...
mas te digo, o c�rebro do homem est� � beira do caos...
e ser� melhor resolver logo.
- Sabe se ele disse alguma coisa? - Algo como Nietzsche.
Claro, homem e Superman. E voc� quer saber a altura?
- Hoje acredita que est�o nos observando. - Quem?
O desconhecido.
Juro Jim, ele disse o super desconhecido.
Quem � esse?
Nosso novo oficial, vem de Washington.
Arthur Nordlund. Ele vai participar da reuni�o do comit� de hoje.
Livre-se dele, n�o deixe ele ir.
Como sugere fazer isto?
Digo que Hallson vai explodir todos esses question�rios...
e se este homem ouvir o cara vai pensar que somos um bando de loucos.
- � tarde demais para parar... - Bem, fa�a alguma coisa!
Eu gostaria de poder.
Ok, ent�o controle o Hallson, � o meu conselho.
Senhor Nordlund.
- Professor Carl Melnicker, f�sica. - Muito prazer.
- Professor Scott, biologia. - Como voc� est�?
Sente-se por favor.
Professora Lansing, gen�tica e teoria celular.
Encantada.
- Professor. - Professor Hallson, antropologia. O qu�?
Ah, tudo bem.
Ah, � claro que voc� j� conhece o presidente desta comiss�o...
da resist�ncia humana, Professor Tanner.
Obrigado, Professor Van Zandt.
Um ano atr�s, o meu departamento lida com certas investiga��es...
em rela��o ao espa�o, porque h� homens que vivem e outros morrem...
Nas mesmas circunst�ncias e exatamente o mesmo ambiente.
Estamos tentando descobrir quais s�o as condi��es para...
Manter a vida e conseguir �xito.
Quais os fatores que est�o envolvidos?
Bem, agora eu vou pedir ao presidente desta comiss�o...
de resist�ncia humana a tomar a palavra, Jim.
Para ir direto ao ponto, passo a palavra para o professor Melnicker...
para nos fazer um relat�rio sobre as condi��es...
em que o homem deve resistir. N�o!
Vamos falar sobre os meus question�rios em primeiro lugar!
Professor Hallson, decidi adiar a considera��o de seus question�rios...
at� a pr�xima reuni�o da comiss�o. - Voc� n�o pode coloc�-lo de fora!
- N�o tem o direito de coloc�-lo fora! - Professor Hallson, por favor.
Mas... voc� deve ver tudo.
Do que se trata estes question�rios, se me � permitido?
� um programa que Professor Hallson iniciou para encontrar homens...
com uma grande capacidade de sobreviv�ncia.
N�s colocamos nos testes que s�o um tipo de prepara��o...
para nossos estudantes.
O que s�o estes testes?
Hist�rico cl�nico.
Heran�a gen�tica e um forte teste de QI.
- Voc� tem os resultados? - Sim.
Ent�o eu queria muito v�-los, se poss�vel.
H� um �nico question�rio que interessa,
e tenho os resultados aqui no meu relat�rio.
Os resultados mostram um QI...
Que supera todos os nossos limites de medi��o.
A pessoa desta comiss�o que deu tais respostas ao question�rio...
tem uma intelig�ncia infinitamente superior...
que qualquer outro que existe atualmente na terra.
Uau! Acho que um de n�s vai se sentir muito lisonjeado.
Ah, n�o acredito em uma palavra.
Pode me passar o relat�rio, por favor?
Ei, talvez... talvez algu�m brincou mexendo neste registro.
� mais que extraordin�rio.
Algu�m mais quer certificar-se da superioridade dessas respostas?
- Bem, senhores, sugiro deixar o assunto depois. - Por qu�?
Voc� tem medo?
Medo de que? Do que est� falando, Professor Hallson?
Acho que Henry est� um pouco... bem, um pouco esgotado.
A verdade � que todos n�s temos trabalhado duro e estamos cansados.
O que voc� tem � medo! Todos voc�s!
Essa pessoa, seja ele quem for, podia fazer o que quisesse com esta comiss�o.
Com todo o projeto! Ele poderia controlar os c�rebros de todos aqui!
Isso � pura especula��o, Henry.
Devemos confiar em fatos comprovados e documentados.
Isso � tudo por agora, Henry
Senhores, por favor, eu n�o quero interferir nos seus trabalhos, mas...
... acho uma hip�tese muito interessante.
Diga-me, Professor Hallson refere-se talvez a um poder que pode fazer...
fen�menos sobrenaturais e trancendentais.
Sim.
Oh, mostre, de-nos a prova!
A verdade � que n�s perdemos muito tempo com isso.
N�o, n�o, certamente podemos realizar um experimento simples.
Professor, o que acha?
Um momento.
Aqui est�.
Ele logo vai mover isto.
Vamos l�.
V� em frente, Professor Lansing.
Desculpe, tudo que posso tirar disso � uma dor de cabe�a.
Professor Scott.
Farei o poss�vel.
Sinto muito, eu tentei.
Professor Melnicker.
� in�til. Se ningu�m quer confessar o question�rio, n�o ir� mostrar sua for�a.
Bem, acho que temos sido mais tolerantes com suas
teorias de que qualquer um poderia esperar.
Juntos!
- Vamos fazer isso todos juntos! - N�o. - Eu estou dizendo!
Por que n�o, Tanner?
Melhor acabar logo com isso.
Ok, v� em frente.
Devemos formar a cadeia com as m�os?
Me deixou.
Sabe que sempre volto.
- Eu nunca deveria contar. - O qu�?
O efeito que o vinho me faz.
isso importa?
- Jim... - Podemos conversar, n�o?
Ele n�o sa� da minha cabe�a.
Tente.
Estive pensando.
Sim, voc� tamb�m pode pensar.
- N�o, s�rio. - S�rio?
Como aprendi em gen�tica, n�o h� limite...
vari�veis ??na frequ�ncia de genes.
O qu�?
Geneticamente falando, � poss�vel gerar um homem de amanh� agora.
- Agora mesmo. - A combina��o �nica de genes...
como ligando quatro escalas de cor seguidas.
Uma vez eu fiz quatro ases.
Jim! Falo s�rio.
Tome vinho.
Beba.
Beba...
Eu tenho um sentimento.
Querida...
Vamos falar sobre genes.
N�o mais.
Foda-se...
� a melhor resposta.
Droga!
Tinham que chamar agora.
Al�?
Jim? � Sally Hallson.
Lamento te incomodar...
mas estou preocupada com Henry. Ele n�o est� a�, por acaso?
N�o, n�o est� aqui.
Ele disse que estava indo para pegar alguns pap�is...
no seu escrit�rio e retornar imediatamente.
Ele pode ter ido beber ou ter encontrado um amigo.
Eu n�o me preocuparia, logo vai aparecer, eu tenho certeza.
- Bem, onde est�vamos? - Era sobre o Henry, certo?
- Ah sim. - Que lhe aconteceu?
Nada. Ele est� demorando para voltar para casa.
- E onde ele foi? - Ao seu escrit�rio.
Por qu�?
N�o sei! Estes malditos question�rios com certeza.
Jim, n�o acho que ele estaria l� at� esta hora.
Que tal tomar outra garrafa de champanhe?
- Jim... - � leve o vinho espumante.
Dane-se a espuma!
Sim. Porque?
N�s vamos para o escrit�rio.
- Agora? - Agora.
Agora.
Se perdeu o seu marido, ela poderia ter chamado a pol�cia.
N�o d�i!
Voc� viu o Professor Hallson hoje � noite?
Sim senhor.
Ele chegou aqui �s 8:22. Ele ainda n�o saiu.
Obrigado.
O que � isso?
Eu n�o sei, apenas um nome. Adam Hart.
Ele deve estar em algum lugar.
- O vigia... - Eu sei o que ele disse!
- Bem... - Desculpe.
- Voc� j� ouviu falar em Adam Hart? - Eu nunca ouvi o nome.
Isto n�o funciona. Vou experimentar a emerg�ncia.
- Calma, minha senhora. - Acalme-se.
Meu nome � Mark Corlane, respons�vel por esta investiga��o.
Muito bem.
Harris, pode lev�-lo.
Sra Hallson, eu tenho que lhe fazer uma pergunta.
Sra Hallson, j� ouviu falar de um Adam Hart?
Adam Hart.
- Sim... Henry me disse uma vez, mas... O qu�?
De alguns anos atr�s, quando �ramos crian�as.
Professor Tanner.
A centr�fuga n�o tem uma chave de seguran�a?
H� duas nos controles e uma na cabine.
Na verdade, controla a m�quina quando ela come�a a girar.
Se voc� parar de apertar o motor p�ra automaticamente.
N�o foi assim.
- N�o, os controles n�o funcionaram. - Porque n�o?
Tentamos todos os controles, mas n�o conseguimos par�-lo.
Qual destes para a m�quina?
O controle azul para girar e o vermelho p�ra a m�quina.
N�o, n�o, nada disso.
Para n�o mencionar, que o Superman � personagem de quadrinhos.
Mas n�o se pode negar a possibilidade.
Sim, sim, eu me recuso.
Vamos ver, vamos supor que havia algu�m...
que tenha saltado uma gera��o ou duas, ou dez.
Sim, e da�?
- Voc� n�o percebe a grande vantagem que ele tem? - N�o, n�o, Jim.
Olhe, temos Galileu, Pascal, Da Vinci, todos eram g�nios, mas o que voc� diz...
Bem, supondo que esse indiv�duo tenha saltado, n�o uma...
mas 100 ou 1000 gera��es, isso seria imposs�vel?
Sim, completamente imposs�vel.
- Voc� est� negando isso, huh. - Eu ainda nego.
Como homem ou cientista?
Eu nego isso porque... Porque eu quero negar.
Porque...
Continue!
Jim, olhe.. para mim...
Olhe para mim.
Voc� sabe o que eu sou? Eu sou uma pessoa fabricada.
Uma o qu�?
Se voc� ver, estudei o que eu estava procurando nas pessoas...
O que encontrar em outros, e, em seguida, como ter isso em mim.
Sim, tudo que fazemos � sobre isso.
Sim, mas fiz isso por vingan�a.
At� que encontrei algu�m com uma verdadeira personalidade.
O homem de maior vitalidade que eu j� tinha visto.
Ei, Jim, n�o me entenda mal. Eu realmente gosto das mulheres...
Mas eu queria ser como ele.
Ser uma extens�o da sua personalidade.
Voc� pode imaginar o que seria da humanidade se houvesse...
um Superman l� fora e todo mundo quisesse ser a c�pia de um indiv�duo?
Confesso que n�o coloco muita esperan�a no futuro da ra�a humana, mas...
n�o hesitaria em matar para evitar tal coisa.
Oh, minha amada colega, chegou bem a tempo.
N�s estamos falando sobre a vida, poder e superman.
E aqui voc� tem um crente fiel, n�o �, Professor Tanner?
No entanto, h� um fato que voc� n�o pode negar...
Sim, que algo matou Henry Hallson.
Sim, � verdade, algo o matou. A centr�fuga.
Hoje n�o estou para racioc�nio!
Ontem � noite n�o dormi duas horas, eu ainda vejo o rosto de Henry
Por que algu�m iria querer matar Henry?
- Por que raz�o? - Sei l�!
100 raz�es ou nenhuma.
Voc� acha que foi algu�m do comit�, certo?
Sim eu creio.
Certamente que Scott n�o.
Porque n�o? � a combina��o perfeita.
Talento, m�sculos...
E sempre t�o determinado.
Oh n�o, eu n�o posso acreditar.
O que voc� acha do Professor Melnicker?
Bem, � claro que ele � um homem superior...
mas acreditar que ele matou ... N�o, eu n�o sei.
Se eu tivesse que adivinhar, diria que o professor Van Zandt.
A mente como armadilha de a�o.
Se pudesse ser Van Zandt.
O Nordlund.
Nordlund?
Sem ele n�o existe a comiss�o.
Mas ele estava no quarto quando n�s fizemos o experimento.
Bem, eu tamb�m.
Se n�o tem que ser um homem, talvez seja voc�.
Obrigada.
N�o seria estranho, porque estou v�rias semanas sob o seu poder.
E voc� me diz isso?
Desculpe interromper.
Quero uma palavra sozinho com o Professor Tanner.
Um jovem muito atraente e parece apreci�-lo.
Por que veio ontem � noite aqui com ela?
Porque est�vamos preocupados com o Professor Hallson.
Sua esposa ligou e, em seguida, viemos busc�-lo.
Estava com a professora Lansing naquele momento?
Sim
Em seu apartamento, sozinho.
Sim.
Ela se lembra do telefonema?
Claro.
� curioso.
O que � t�o engra�ado?
Sra Hallson n�o se lembra de ter ligado.
Como?
Quanto demorou para descobrir o que aconteceu?
S� uns minutos.
Est� certo?
- Voc� pode pedir o vigia... - Sim, sim, eu j� fiz.
- Ele apontou o tempo de entrada no registro. Ent�o...
O problema � que agora n�o aparece nenhum vest�gio da entrada.
Ele n�o se lembra?
Perguntei-lhe.
- N�o tem certeza. - Mas eu sim!
Voc� se formou em bioqu�mica na Winerbool, Pensilv�nia.
Sim, � isso.
- E ent�o, trabalhou quatro anos na
Universidade de Princeton na Virginia, certo? - Sim.
O que aconteceu com seus registros de servi�o nessas institui��es?
Devem estar no arquivo.
Onde diabos voc� quer chegar?
Voc� me diz.
Duplicatas dos meus registros de servi�o est�o no arquivo aqui.
Duplicata pode ser falsificada.
E a minha documenta��o?
Sr. Corlane queria saber o seu passado.
E tomamos a liberdade esta manh� de chamar as partes envolvidas...
para confirmar a autenticidade dos documentos entregues.
N�o h� confirma��o, Sr. Tanner.
Os documentos s�o falsos. Ningu�m o conhece!
Isso n�o � poss�vel.
Devo confessar que tamb�m senti um choque tremendo.
E que voc� tem a sorte que o conselho n�o vai denunciar...
porque iriamos passar por tolos por t�-lo contratado.
Aqui tem.
Aqui est� seu cheque. E saia imediatamente.
� tudo, Sr. Tanner.
� tudo, Sr. Tanner.
- Scotty! - Nao quero saber nada. - Scotty!
- Voc� tem que me ajudar! - Ei! N�o me importo sobre Hallson.
- Scotty, por favor! - N�o insista mais!
- Mas voc� disse h� poucos minutos que ...! - Esque�a o que eu disse.
Esque�a.
Tanner.
Espero que n�o esteja planejando uma viagem.
Quem est� falando em fazer uma viagem?
N�o deixe a cidade. Voltarei a falar com voce.
N�o � bonito?
Sim... � um cutie real.
PARE
N�O CORRA
Ei, voc� a�. fora!
Jim, se sair agora, Corlane vai achar que voc� quer fugir.
Pense o que quiser.
Mas o que vai fazer?
Eu tenho que lutar!
Contra quem? Voc� nem sequer sabe quem ele �.
Na verdade, eu n�o sei quem ou o qu�! Mas sei que � real e est� aqui.
Eu sei que tentou me matar e por algum motivo n�o conseguiu!
Ent�o sei que h� um limite ao seu poder.
Apesar de estar arriscando, tenho que encontr�-lo.
E como vai ach�-lo quando sair daqui?
Vou a Joshua Flats onde Hallson nasceu e onde conheceu Adam Hart.
Haver� algu�m l� para lembrar dele.
Vamos ver se eu consigo alguma identifica��o.
- Bem, vou com voc�. - N�o, voc� fica aqui...
e continua a trabalhar com o comit�.
Vou voltar no fim da semana.
- Jim... - O qu�?
Mas... Por que voc�?
Primeiro Hallson e agora voc�.
Ei cara...
em seguida, vai para casa... - Pode encher o tanque.
- O qu�? - Pode encher o tanque.
Claro, meu amigo, posso ench�-lo, sim.
O refeit�rio est� aberto?
Eu acho, eu vi Flora chegar a um momento atr�s.
O feliz e honesto John recebe.
Amigos! devem se apressar. N�o percam tempo!
Bom dia! Agora vamos ouvir...
- Bom dia. - A nossa m�sica favorita.
Voc� est� de passagem?
N�o exatamente.
Me parece, na verdade � que n�o s�o muitos...
os que vem a este lugar, para o fracasso.
- Cerveja? - N�o, n�o, obrigado. Me arranja um caf�.
Caf� quente?
Bem, tenho que esquentar.
Nao tem pressa.
A cerveja � gelada. � para os caras do ar.
- Quem? - For�a a�rea.
Eles t�m uma base nas proximidades, cerca de 40 milhas a partir daqui.
Bem, se voc� n�o se importar, me faz um caf�.
Claro, claro.
Foi o maior erro da minha vida.
- O que? - Sair de Nova York.
Pode imaginar deixar Nova York para isso?
N�o foi por nada, hein.
- Como? - Vir aqui.
Bem. Na verdade � que eu era um bom amigo de Henry Hallson e...
Entendo que seus pais ainda vivem aqui.
Sim, naquela velha casa l�.
Nem a tiros saem de l�.
N�o foram nem ao enterro.
Ei, que maneira de morrer.
� horr�vel.
- Voc� conhecia Henry? - Claro que sim, como todo mundo.
Ele costumava ir por a� como uma sombra, sempre a um passo de Adam.
Adam Hart?
Voc� o conhece?
Sim, Henry me falou muito sobre ele.
Oh, fico arrepiada... quando penso nele
Meus bra�os ficam arrepiados, meu corpo inteiro.
Sempre o mesmo, sempre sinto o mesmo, � tremendo.
� assustador?
Oh! Rapaz, n�o estou falando de medo.
- Eu s� disse... - Sim, eu entendo.
Cabelo loiro, olhos azuis e um daqueles olhares que queimam o cora��o.
- Agora faz algum tempo que n�o o v�. Hein?
Ele foi embora deste lugar para nunca mais voltar.
Quanto tempo vai ficar?
- N�o sei ainda. - Vou reservar esta noite.
E hoje vou sair em breve.
Bem, talvez v� v�-la mais tarde.
- Ei, tem correia quebrada. - Bem. Conserte-a.
S�o can��es que os esperam na casa do honesto John!
N�o param de chegar os que esperam pelo honesto John!
Como pode ver, Sr. Tanner, minha esposa n�o pode viajar.
Sim, sim, queria ir, quer�amos ver dignamente enterrado o nosso filho...
mas ningu�m pode fazer 200 milhas em uma cadeira de rodas.
Sente-se, Sr. Tanner. Sente-se.
Obrigado.
Henry nasceu aqui, Sr. Hallson?
Sim, sim, aqui mesmo.
Ele viveu aqui at� que foi para a faculdade.
Um menino inteligente e bom.
Ent�o voc� conhece muitos de seus amigos de inf�ncia.
Sim, sim, sua m�e tamb�m.
Henry sempre falava de um deles, voc� provavelmente se lembra...
Seu nome era Hart, Adam Hart...
O que est� fazendo?
O que fez? Pare j�!
Vai ter que ir, Sr. Tanner.
Com a morte de Henry n�o imagina como estamos passando.
Lamento o inconveniente, mas � importante que n�s falemos.
- Ela sempre detestou Adam Hart. - Por qu�?
Bem, talvez porque Henry estava sempre com ele.
E Adam era um cigano...
- Cigano? - Sim.
Dez pessoas em uma cabana.
Toda a fam�lia e n�o se sabe como a cabana pegou fogo...
dois dias antes de Adam sair daqui.
Assustador, todos morreram.
Menos Adam, claro.
Com seus olhos duros, frios e escuros.
Eu pensei que eram azuis.
Preto e muito preto. Era um cigano.
- A menina no refeit�rio... - Acredite em mim, senhor, sei o que digo.
Esperto, como a fome, voc� v�, ele sabia de tudo.
E ele sabia tudo.
Acho que n�o tem uma foto dele, certo?
Tivemos uma, estava com Henry, n�o sei onde foi parar.
Bem, muito obrigado pelo seu tempo, senhor Hallson.
E perdoe qualquer coisa, Sr. Tanner. Espero que n�o esteja chateado.
N�o, pelo contr�rio.
Por que n�o disse isso?
Dizer o qu�?
Que queria saber algo sobre Adam Hart.
- � seu amigo? - Claro que sim.
Quer que eu o leve at� onde ele viveu?
A sua cabana?
Disseram que queimou.
Bah, os velhos est�o doidos desde que Henry saiu daqui.
Suba.
Vamos l�, n�o � longe.
N�o estamos longe demais?
D� a volta.
Vire!
Pare, pare. Fogo na �rea.
Adam Hart, onde est� ele?
N�o sei.
Ele disse para voce me matar, onde est�?
Juro que n�o sei.
Ele n�o pediu para mat�-lo, ele disse para
matar qualquer um que viesse perguntar por ele.
Por qu�?
Eu n�o sei porque.
Quando foi que ele disse isso?
Quando?
10 anos atr�s.
O de frango � muito bom.
Quem � voc�?
Que deseja?
Sou Jim Tanner, Sra Hallson e gostaria de falar com voc� por um momento.
Por favor, entre.
Onde foi que coloquei os cigarros?
- Quer um cigarro? - N�o, obrigado.
Onde... onde... Onde?
Se n�o estou enganado, h� um ali.
Sim, claro!
Bem... tenho certeza de que deseja algo.
Uma ta�a? Porque voc� e eu n�o tomamos um gole.
N�o, obrigado, eu n�o quero nada.
Vejo que t�m algo aqui servido.
� muito ruim me deixar beber sozinha.
- Sra Hallson, eu queria... - Eu sei.
Eu sei... Voc� quer falar sobre Henry. Ok, o que deve ser, deve ser.
Bem, sente-se.
Assim � melhor.
Eu n�o queria incomod�-la, mas...
Mas... voc� quer falar sobre Henry.
Se lembra da noite em que Henry morreu...
Falou a voc� de um cara chamado Adam Hart.
Nem uma palavra.
N�o conhe�o ningu�m chamado Hart.
Mas voc� disse que Henry o conheceu anos atr�s.
Como poderia dizer tal coisa?
N�o sei.
J� sei.
Voc� e eu vamos brindar � este misterioso Sr. Hart.
E vou dizer uma coisa, se ele era um bom amigo de Henry...
Tem que ser o homem mais chato do mundo ou n�o existe.
Quem � este?
Quem?
A pessoa na foto com Henry. Ele tem a cara muito turva.
Eu n�o sei.
Por que n�o chamamos de Adam Hart?
Voc� n�o tem mais fotos por a�?
N�o. Acabou tudo. Tudo foi embora.
Exceto seus rolos cient�ficos, que deram para o comit�.
Por que n�o se senta? Tome uma bebida!
Tenho que ir agora.
Vai, vai. Ele vai.
Sim, eu jogo tudo, Jim.
Mas me pergunte, pergunte o que voc� quiser.
� que �s vezes eu fico assim, voc� me entende.
Sim, claro.
Eu ia falar sobre o que sentia por Henry, e agora... agora...
N�o me lembro como era o rosto dele.
N�o tenho a menor id�ia de como era.
Marge.
Marge!
Carl...
Por qu�? Por qu�? Por que n�o me mata?
Fa�a alguma coisa, me mate logo.
Pare de rir de mim. N�o, eu n�o aceito isso.
Me mate como matou Hallson.
N�o, Carl, n�o, juro que n�o matei.
Ent�o, quando o papel girou naquele dia na sala da comiss�o...
minha mente estava girando naquele momento...
Eu entendi, eu sabia que eles estavam indo para matar algu�m.
Bem, devemos reconhecer que me atacou muito bem.
- Perdoe-me, por favor. - Est� tudo bem.
Ei, posso, n�o me surpreender que suspeitou de mim, mas...
Como sabia que viria aqui?
Observando os dois quando estavam trabalhando.
Era �bvio assim?
Minha amiga, o b�sico das emo��es, medo, �dio, amor; s�o �bvias.
Mas acredita em n�s agora, certo?
Sim, vou fazer qualquer coisa para ajud�-los.
O que seja.
Sei onde o poder desenfreado leva.
O poder de um homem, um homem...
Ele matou milh�es de pessoas inocentes.
Ele destruiu um pa�s, meu pa�s, e desta vez quem sabe...
Eu leio jornais e revistas e digo que este mundo est� indo para o inferno r�pido.
Mas, e se por acaso voc� n�o ir de bom grado? Sim!
E se algu�m o empurasse? Pense nisso.
Vou te dizer uma coisa, se n�s amea�amos a
sua sobreviv�ncia, vai tentar nos destruir.
Vou correr esse risco.
Bem, ent�o a primeira coisa � continuarmos a viver n�s tr�s.
Devemos estar unidos.
Onde seja.
Desculpe, n�o h� nada livre.
Nem mesmo uma pequena sala?
N�o h� nada.
Charlie! Charlie Juver, como voc� est�, amigo?
Acho que est� errado, senhor.
Espere, deixe de hist�rias comigo, onde est� o cart�o?
N�o tenho nenhum cart�o e n�o me chame de Charlie Juver.
Jovi, Jovi, talvez alguns anos se passaram...
mas sei quem � Charlie Jovi assim que o vejo.
Bem, quando voc� v�-lo pode dar-lhe o meu amor.
- � in�til. - O que faremos esta noite?
E amanh� e amanh� � noite e na noite seguinte.
Come�amos cedo amanh�.
- O qu�? - Uma persegui��o.
Investigar todos os membros do comit�.
Tem que evitar a pol�cia, eles podem te prender a qualquer momento.
Corlane disse algo?
N�o! Eles publicaram em todos os jornais.
N�O CORRA!
N�O CORRA!
Candidato a prefeito DIZ: N�O CORRA!
Charlie! Charlie, o que houve?
Parece que j� viu minha esposa.
Vamos l�, vamos l� rapaz, tome uma bebida.
- Obrigado. - De nada.
Ei, desculpe por n�o ter te reconhecido antes.
- Oh, esque�a, esque�a! - O que ocorre...
Bem, o que acontece � que eu estou com uma garota e claro...
J� entendi! Pillin! Agora voc� explicou tudo.
Quem � Charlie Jovi?
N�o sei do homem e sua esposa menos ainda.
Voc� � um amigo!
N�o diga mais nada, eu entendo tudo.
Ei, me diga, � que h� nesta noite? Um tipo de festa?
Sim, pode apostar que sim.
Est� sugerindo passar a noite aqui?
Estou.
E por que?
Porque tenho certeza que est�o nos observando.
Como sabe?
Se eu digo isso � porque eu sei.
E por que estamos aqui?
Para estarmos juntos no meio da multid�o.
E bem acordados!
Que divertido!
Sabe de uma coisa?
Sim, sou muito bonita e onde podemos ir?
Bem, na verdade, � em Carl quem pensava.
- Quem? - Carl, meu chefe, que est� sentado l�.
Ele est� perguntando de voc�.
- De mim? - Sim, est� louco por voc�.
Ele � o dono da empresa, bem, de tr�s ou quatro.
Mas � um, entediado, solit�rio, pobre sujeito, muito t�mido.
Mas ele est� dormindo.
Ele vai acordar feliz, se voc� for.
Ei, Carl! �Carl!
Silvia quer falar com voc�.
Vamos l�, vamos fofo, voc� n�o tem que ser t�mido comigo.
Eu tinha um tio que era t�o bobo e t�mido com
as mulheres que n�o conseguia olhar para elas.
At� que um dia eu disse...
Voc� quer algo, amigo? Este � reservado.
Poder, poder. Quem tem o poder?
Voc� tem o poder, meu amor?
- Marge. - Desculpe-me.
N�o durma.
Eu n�o durmo, talvez um pouquinho b�bada, mas n�o dormindo.
- Sabe de uma coisa? - O qu�?
Se o visse, voc� sabe quem. Sabe o que eu diria?
O qu�?
Eu diria: OK, eu desisto, voc� ganhou, estou disposta...
a levantar um pequeno altar no meu quarto, se
voce se dignar a me dizer quem colocar no seu.
Ei, vamos l�! O que � isso?
Est�o mortos? Devemos encorajar isso um pouco!
Bem, se ela fizer striptease, ent�o sim, eu vou dormir.
Vamos, rapaz! Vamos dan�ar! Voc� n�o vai ser t�o t�mido comigo, hein!
Vamos l�, vamos querido. Vem dan�ar com a Silvia.
Vamos, querido. Vem dan�ar com a Silvia.
Ei, voc� n�o vai dormir estando comigo, certo?
Charlie, espere um minuto! Somos amigos de voc�s!
- Onde est� indo? - Devemos chamar a pol�cia.
Ol�?
Ol�.
Nos conhecemos?
Bem... Voc� est� apaixonada por mim e passou a noite no meu carro.
Oh, ele � perfeito!
Onde est� Carl?
Oh... � verdade.
Eu n�o sonhei, n�o.
Sabe o que ele disse ontem � noite?
Ele disse que parecemos os coelhos querendo pegar o ca�ador.
E vamos continuar o nosso plano.
Onde estamos?
� a� que Nordlund vive.
- Nordlund! Voc� acha que ele ...? - N�o sei!
Mas voc� tem que come�ar em algum lugar.
O que vai fazer?
Interrog�-lo, assust�-lo, amea��-lo... Qualquer coisa!
Que diga algo, que escape algo.
Nos entregar com tanta faci...
Ainda parado.
Vou pelas escadas, fique aqui.
Pode me ajudar? O elevador est� preso e h� um homem dentro.
Nordlund! Nordlund! Olhe para mim, Nordlund!
Nordlund, quem sou eu? Olhe para mim.
- Diga meu nome. - Tanner. Outra vez.
Repita! Em voz alta!
Tanner! Tanner! Tanner!
Beba isso, vai fazer bem.
Eu ainda posso sentir.
Era um peso, que esmagava meu cora��o.
Eu sei.
Carl sentiu o mesmo ontem � noite.
Mas ele morreu.
Voc� estava com ele?
N�s dois est�vamos.
Restaram Scotty e Van Zandt.
E o que vamos fazer agora?
Esperar aqui que algum deles tente novamente?
Seria muito arriscado.
Bem, n�s vamoss atacar.
O que quer dizer com atacar?
Nos livrar deles.
Dos dois?
Quanto mais esperarmos, ser� mais dif�cil.
Mas apenas um � culpado...
Sim, eu sei, eu sei.
E n�o se importa?
Eu quero viver, Srta. Voc� n�o?
N�o, n�o desse jeito.
Vamos esperar algumas horas.
Para que?
Para ver se n�s ca�amos o verdadeiro na primeira vez.
Voc� tem que voltar para o escrit�rio?
Sim, na junta de investiga��o espacial as 14:00 horas.
Tente prolongar a sess�o o m�ximo poss�vel.
Todo mundo estar� com voc�.
O que fa�o nesse meio tempo?
- Voc� vai estar com ele. - Mas...
� mais seguro, ele ir� te chamar para voc� falar sobre sobreviv�ncia.
Sou uma autoridade sobre o assunto.
Diga, por favor, quem �?
Eu sou Jim Tanner. Senhora Van Zandt?
Gostaria de falar com seu marido.
Um momento, Sr. Tanner.
Voc� quer entrar?
Acredite em mim, realmente sinto muito, mas como v�, meu marido n�o est�.
E se h� algo que possa servi-lo...
N�o, na verdade.
Quando ele deve voltar?
Vai voltar tarde, muito tarde.
N�o tem medo de mim, certo?
- Medo? - N�o leu os jornais.
Nunca leio jornais, Professor Tanner. Mas por que teria medo de voc�?
Por que n�o, mas... Seu marido n�o disse nada?
N�o � meu h�bito interferir em suas coisas.
Quer algo mais, Professor Tanner?
N�o, se diz que ele deve voltar tarde.
Isso mesmo, senhor.
Sinto muito o incomodo.
- Boa noite. - Boa noite.
Ent�o, senhores, posso ter certeza de que contamos com Van Zandt e Fisner?
Com certeza.
E Fisner claro, � um g�nio.
O campo atual da astrof�sica n�o existiria sem ele.
Na pr�xima semana teremos Drotsky e Sabo.
Quantos precisa, Van Zandt?
S� o suficiente para os nossos prop�sitos.
Ao contr�rio do ex�rcito n�s n�o precisamos de massas.
N�o, senhores, n�o ser� um militar encarregado de dirigir isto.
Nem os pol�ticos. Apenas alguns cientistas.
Oh, querida.
Obrigado.
Obrigado querida.
Professor Tanner esteve aqui, ele disse que queria te ver.
- Voc� mandou embora? - Claro.
- Quando Adam Hart vem? - De um momento para o outro.
Devo dizer-lhe francamente que se soubesse que
era ele, nunca teria tomado parte nisto.
Sim, agora percebo.
O qu�? Encontraram alguma coisa?
Nada.
� imposs�vel.
Tem que ter algo naquela casa.
Van Zandt n�o pode ter guardado tudo na cabe�a.
A mans�o de Van Zandt foi incendiada na noite passada.
Ele e sua esposa devem estar sob os escombros.
Ei, eu disse a verdade em tudo!
Ent�o, por que eles mataram Van Zandt?
Ningu�m viu Nordlund desde ontem � tarde.
Teria que presidir uma reuni�o na investiga��o espacial.
N�o se apresentou.
O que � a caverna de Babel?
Tanner, o que � a caverna de Babel?
O anfiteatro que usam para as confer�ncias.
No instituto cient�fico?
Sim.
� que ontem encontramos esta nota em seu apartamento.
� a letra de Scott e diz: "Caverna de Babel, sexta � noite."
Acho que ele quer estar l� com voc�.
E ir�, mas n�o sozinho.
Ent�o acredita em mim.
N�o acredito em nada mais do que provas.
E eu prometo que n�o haver� d�vida, quando julgar voce por assassinato.
De que servir� isto? Scott n�o vai dizer nada com tantos policiais comigo.
- N�o vai entrar com a pol�cia. - Vai me deixar ir sozinho?
N�o totalmente.
O anfiteatro � por aqui.
Por aquela porta.
Tanner!
Tanner! Tanner!
Tanner!
Jim?
Jim, me escute.
Por favor, sei que est� a�.
Escute, Jim, vou fazer o que voc� diz.
Acredite em mim, Jim.
Jim, acredite em mim, n�o sou como os outros.
Quero te ajudar.
Jim, me diga o que tenho que fazer.
Jim, voc� n�o entende por que estou aqui?
Jim...
N�o h� necessidade de me matar.
Prometo que n�o vou contar a ningu�m.
Jim! Voc� n�o percebe? Voc� n�o v� por que estou aqui?
Acha que teria vindo sozinho, se fosse fazer algo
Eu n�o vou dizer nada a ningu�m, eu juro.
Jim?
Eu deveria saber. Voc� n�o � como os outros...
Algo estranho para n�s.
Ei, Jim. Ou�a, por favor.
Farei tudo o que voc� disser.
Diga-me o que quer e eu fa�a.
Apenas... Deus, Jim, n�o me mate.
Jim... Ou�a-me.
Abra! Abra! � a pol�cia!
Voc� me acusou!
Scotty!
Scotty! N�o atire!
Briggs.
N�o havia ningu�m e checamos todo o edif�cio.
Bem, vamos sair daqui.
Mas se a intensidade da dor consegue uma maior destrui��o de tecidos...
o cora��o ir� falhar e at� mesmo chegar a parar.
ESTA VULNERABILIDADE DO CORA��O � QUE RELACIONA A DOR COM a morte.
Por que voc� ficou?
E porque n�o?
Serve de algo continuar correndo?
N�o.
N�o.
N�o vou correr.
Eu entendi quando vi Scotty.
Coitado.
Ele foi como os outros. Todos, menos voc�, por qu�?
Para ter certeza de que, eventualmente, ele ter� voc�.
E logo?
N�o mais que ningu�m. N�o se trata disso?
Quero parabeniz�-lo, Adam Hart.
Por qu�? Por ter enganado voce?
Brincadeira de crian�a.
Estou pensando em algo muito mais interessante.
Pode se surpreender ao saber que estou pronto para enfrentar voc�.
De verdade?
Ent�o deve ter notado que seu cora��o bate mais r�pido.
Al�m disso, n�o ser�o necess�rios grandes poderes de observa��o...
para verificar que voc� n�o pode mover seus bra�os.
Por que n�o tenta? Que tal?
N�o, n�o se movem.
E requer muito esfor�o para respirar, certo?
Bra�os, pernas...
Por que n�o tenta se mover, Tanner?
Um passo.
Voc� pode?
Mas sua vis�o est� perfeitamente clara, certo?
Olha... O que v� l�?
V� a si mesmo e ficando mais frio.
O que voc� sente, Tanner? -2�C a -10� ... foi coberto com cristais de gelo.
Ele congela o rosto, olhos, garganta, cora��o...
� o calor de um forno. Ele queima, queima, fur�nculos...
Sim, existe um limite para a intensidade da dor.
E ent�o o que, Tanner? O que?
Agora n�o pode sustentar-se, Tanner. Est� caindo, caindo, caindo, caindo...
Renda-se! Renda-se! Renda-se! Renda-se! Renda-se!
Est� caindo, Tanner, cai por terra. Rendi��o, rendi��o!
Isso me chocou. Como ele falhou em mat�-lo?
Como voc� tinha escapado de cada uma de suas tentativas?
Ele tentou mais de uma vez e chegou perto.
Mas ele falhou.
Ele queria isso a todo custo. E por pouco n�o termina com a comiss�o.
Ele queria eliminar todos eles para matar voc� tamb�m, Jim.
Voc� foi a �nica amea�a real contra ele e voc� n�o sabia, nem mesmo supunha.
At� esta noite.
Lembro-me muito bem da primeira vez que vimos o papel dando voltas.
Ele n�o teria ousado ser descoberto assim, Adam Hart n�o.
Voc� fez, Jim. E voce nem veio a suspeitar.
Dizem que o poder corrompe.
E se o poder � absoluto.
Eu o quero!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.