All language subtitles for The.Face.of.Fu.Manchu.1965.DVDrip.x264.AC3

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Original subtitles

Em nome da China Imperial

ordenou-se a sua presen�a aqui...

para presenciar uma execu��o.

Que tragam o prisioneiro.

Prisioneiro perante n�s...

voc� foi julgado e condenado por in�meros crimes.

Se n�o fosse pelo empenho deste estrangeiro,

que est� aqui hoje,

talvez teria escapado.

Os seus esfor�os para forjar um imp�rio criminoso...

te levaram ao fim que tanto mereceu.

Que aqueles que anseiam pelo poder...

tomem nota de seu destino.

Executor,

em nome da China Imperial,

morte a Fu Manchu.

A FACE DE FU MANCHU

Uma aposentadoria tranquila foi o que disseram...

com todos os privil�gios da Scotland Yard. Prefiro a Birm�nia.

� o clima, este maldito nevoeiro.

� n�o poder sair e agir.

Algo importante est� acontecendo, Petrie.

H� ind�cios por toda a Europa.

- A onda de delinqu�ncia? - � mais do que isso.

Est� tudo muito centralizado, organizado.

H� um grande c�rebro controlando tudo.

Obrigado, Lotus.

- �gua? - N�o.

Aumentaram os crimes relacionados a drogas.

E �s gangues orientais.

Outra vez o perigo amarelo? Est� aposentado!

Para voc�s, patologistas, um cad�ver � s� um cad�ver.

Pela volta dos dias de ca�ada a Fu Manchu!

Por que diz isso?

- O qu�? - Por que mencionou Fu Manchu.

N�o sei.

- H� meses que n�o falava dele. - O que acontece?

Ontem tive um sonho.

Sonhei que Fu Manchu continuava vivo.

E acredita nisso?

Bem...

Fiquei inquieto o dia todo.

Contou-me mil vezes que testemunhou sua execu��o.

Sim.

Eu sei.

Que nevoeiro espesso.

Em breve n�o se ver� nada. Noite ruim para fazer a ronda.

Oficial, esta � a Igreja de S�o Lucas?

- Sim. O que quer a essas horas? - � aqui, professor.

Sabe que a Igreja esteve anos abandonada e fechada?

- N�o precisamos entrar. - S� queria ajudar.

- Obrigado. Boa noite. - Boa noite.

- V� estacionar o carro, Matheus. - Sim, professor.

Chegamos tarde. Era �s 23.

Fizemos mal em vir.

Por que escolher um lugar desses para um encontro?

N�o podemos entrar.

Est� enganado.

Est�o nos esperando.

- N�o dev�amos ir. - Ent�o espere aqui.

Professor Muller?

Sim?

Devia ter vindo sozinho.

� o meu motorista.

Sozinho!

Senhor, vamos senhor.

- Onde achou isso? - No pesco�o de um homem morto.

- Estrangulado? - Pelo visto.

Pensei que poderia te interessar.

� tibetano.

- Examinou isto? - N�o, parece uma pedra.

Acredito que seja uma medalha de cobre da deusa Kali.

Como sabia?

- Posso ver o corpo? - Sim, est� no necrot�rio.

Os chap�us e os casacos.

Lembra do sonho de que te falei?

Sobre Fu Manchu?

Sim. Estudou no Tibete, onde tinha muito poder.

Aprendeu os segredos da mente e alguns costumes de l�.

Utilizava criminosos birmaneses como servos.

E ensinou-os a estrangular com estes panos.

Para eles o assassinato era aben�oado pela deusa Kali.

E cada assassinato ritual � um passo para o para�so.

� este, doutor.

Desculpem.

- Que estranho. - As marcas desapareceram?

Sim.

Mas quando o examinei no cemit�rio ele as tinha.

Nem sinal! � imposs�vel.

� sempre assim. O padr�o se repete.

O Sr. Jannsen veio identificar o cad�ver.

Sim.

� ele.

Como se chamava?

Quem � voc�?

Obrigado.

Nayland Smith, da Scotland Yard. Dr. Petrie.

Ele se chamava Matheus.

Era o criado do meu patr�o, Ernst Muller.

Muller? O professor de Heidelberg?

- Conhece? - � um bioqu�mico, n�o �?

O mais importante da Europa, sen�o do mundo.

Sou seu assistente.

- Quero falar com ele. - Ele foi embora.

- Para onde? - N�o sei.

- Quando volta? - N�o sei, lamento.

- A sua fam�lia deve saber. - N�o!

S� tem Maria, a sua filha.

Ela n�o sabe onde ele est�.

Entendo.

O que ele fazia em Limehouse?

N�o sei.

J� imaginava.

K...

M...

Masterson, Messon...

Muller.

Escute.

1907, funcion�rio do governo da �ndia.

1910, foi com Buller ao Tibete.

H� uma liga��o.

- Com Fu Manchu? - Sim.

Seus homens mataram Matheus.

Agora quero saber se Muller trabalha para Fu Manchu.

Fala dele como se estivesse vivo.

- Sim. - Assistiu sua decapita��o.

Assisti a decapita��o de algu�m.

Lotus, mande este telegrama para Hong Kong, � urgente.

Sim.

- Encontrou o endere�o? - Sim. Muller, 27...

Hillside, Hampstead.

� voc�, Carl?

Maria!

Carl...

Querido!

Est� bem?

O que aconteceu?

Havia algu�m.

Com uma faca.

Deixou esta mensagem.

N�o vi ningu�m.

Ainda est� aqui.

N�o!

A mensagem.

Ser� sobre o meu pai.

"Se ama o seu pai, n�o fale do seu desaparecimento".

O que est� acontecendo? Onde est� o meu pai?

N�o sei.

O laborat�rio.

Fique aqui!

Tem algu�m a�?

Carl!

Voc�!

Sempre recebe as visitas assim?

Quem �?

Estava no necrot�rio.

Disse ser da Scotland Yard.

Comiss�rio Nayland Smith, ao seu servi�o.

Carl.

- Talvez possa ajudar. - N�o! N�o confio nele.

- � da pol�cia. - E por que entrou assim?

Muito bem, eu digo.

H� um homem que eu pensava que estava morto.

Mas agora acredito que ele continua vivo.

� cruel, impiedoso e brilhante,

o homem mais maligno e perigoso do mundo.

Os seus homens mataram Matheus.

Quero descobrir se o professor trabalha para ele. Por isso invadi.

- Pensa que o meu pai...? - De quem est� falando?

Seu nome � Fu Manchu.

- N�o... - Conhece o nome?

- Sim. - Voc�?

Maria, como?

Conte-me.

H� dois dias, meu pai estava no jardim.

Um chin�s saiu dos arbustos, deu-lhe uma carta e desapareceu.

N�o me contou nada disso.

- Prometi ao meu pai n�o dizer nada. - Continue.

O meu pai queria um material.

A carta pedia que fosse at� a Igreja de S�o Lucas, em Limehouse.

N�o devia contar a ningu�m.

- A carta era de Fu Manchu? - Sim.

Ent�o... o seu pai o conhecia.

N�o. Ouviu falar dele no Tibete.

Meu pai parecia ter medo.

Pediu para n�o contar nada.

- Sabe que material ele queria? - Sim...

N�o posso contar. � o trabalho de toda uma vida.

A sua vida vale pouco nas m�os de Fu Manchu.

Conte.

Por favor.

Est� bem.

Nas montanhas do norte do Tibete cresce uma flor:

A Amapola Negra da montanha.

A "semente da vida"?

- Conhece? - Estive no Oriente h� muitos anos.

Os monges tibetanos t�m uma lenda sobre ela.

Sim.

Este l�quido foi destilado das suas sementes.

Os monges o chamavam de "segredo da vida universal".

Tolice, isso n�o existe.

Descobrimos ao que se referiam.

A verdadeira vida. A vida depois desta vida.

Ou seja, a morte.

Sim. A morte universal.

O professor e eu temos trabalhado muito nisto.

E por fim fizemos avan�os.

Estabilizamos uma quantidade m�nima desse l�quido.

� uma catalisador de uma for�a e efici�ncia incr�vel.

Uma mol�cula basta para coagular a albumina de todo um ser vivo.

Em poucos segundos entra nas veias,

e, com poucas gotas, pode-se matar 10.000 pessoas.

N�o.

N�o se assuste.

Esta amostra � inofensiva. Olhe.

Mas de que diabos est� falando?

Acima do ponto de congelamento � inofensivo.

- E abaixo? - Abaixo?

Com meio litro morreriam todos os homens e animais de Londres.

Como obtinham as Amapolas Negras?

- Sa�de. - Grato.

No princ�pio, o professor as trouxe.

Foi uma oferta de um lama.

S� duraram alguns anos.

Depois recorreu ao mercado negro.

Foi assim que Fu Manchu descobriu.

Esperou que ele pagasse e depois o obrigou a ir encontra-lo.

- Cortou o suprimento? - Sim.

Suponho que sim.

O fornecedor disse que n�o tinha mais o produto.

Quem era?

Hanumon. Tem um armaz�m junto ao rio.

Irei v�-lo.

- Mas preciso que me apresente. - Claro.

Devo avis�-lo que ao me ajudar arrisca a sua vida.

- Ainda assim quero ir. - Claro.

Quero falar com o Sr. Hanumon.

- Quem quer v�-lo? - Sr. Carl Jannsen.

- Espere, verei se pode atend�-lo. - Obrigado.

J� a vi antes.

Ou parece muito com algu�m.

Podem entrar.

Boa tarde. Sr. Jannsen, que alegria v�-lo.

- Como est� o professor? - Desaparecido. Sabe onde est�?

- Desculpe, acho que n�o o conhe�o. - Sou Smith, amigo do professor.

Smith? N�o, n�o reconhe�o.

� uma grande fam�lia, ramos em toda parte.

Sente-se.

Voc� tamb�m tem um neg�cio com ramifica��es internacionais.

Sim, Sr. Smith, temos um neg�cio interessante.

Tem rela��es com o Oriente?

Claro.

Com casas antigas e prestigiadas. Desculpem.

Sim?

Sim, entendo.

N�o h� problema.

Eu cuido disso.

Perdoem-me.

Do que est�vamos falando?

Ah, sim...

No Oriente...

Vamos sair r�pido, mas tranquilamente. E n�o fale com a garota.

- O que aconteceu? - N�o disse que reconheci a garota?

Ela tamb�m me reconheceu e telefonou, por isso ele tentou pegar a arma.

Quem � ela?

Lin Tang, a filha de Fu Manchu.

Pagar� por isto.

Ele me reconheceu.

Me atacou antes que pudesse pegar minha arma.

- Quem �? - Nayland Smith.

O homem mais odiado pelo meu pai.

Venha.

Nayland Smith para central.

Quero informa��es sobre Gustav Hanumon...

com tudo o que tiverem sobre ele e seus empregados.

Vigiem seu armaz�m dia e noite.

Levante-se.

- Pai, trago m�s not�cias. - Fale.

O ajudante de Muller nos visitou...

Com um outro homem.

Quem era o outro?

Nayland Smith.

Nayland Smith.

A roda da fortuna deu uma volta completa.

Algum progresso?

- N�o, passa os dias sentado. - Tragam-no.

Tenho sido paciente, mas n�o mais.

O segredo da Amapola Negra � seu

e deve ser meu.

Ameace-me o quanto quiser, n�o sou seu escravo... como eles.

Lin Tang.

Pai?

Acredito que o professor tem uma filha.

- Sim, pai. - Talvez sua presen�a seja requerida.

Cuide disso.

Sim, pai.

Hanumon!

Foi uma neglig�ncia deixar Smith escapar.

Se quer viver, elimine Jannsen...

esta noite.

Telefonista?

Al�!

Ol�, Srta. Muller. Vou lev�-la at� seu pai.

N�o!

Socorro!

Aque�a-se na lareira.

- Alguma mensagem? - Chegou um telegrama.

De Hong Kong.

- M�s not�cias? - Sim.

Eu n�o disse que Fu Manchu ainda est� vivo?

- Ent�o quem eu vi ser executado? - E?

Um velho amigo investigou para mim.

Havia um ator chin�s, Lee Toy,

que pesava e media o mesmo que Fu Manchu.

Sete dias antes da morte de Fu Manchu

Lee Toy desapareceu, nunca mais foi visto.

N�o acredita que um ator, ou algu�m, tomaria seu lugar de bom grado?

N�o de bom grado, ele n�o tinha escolha.

Estava hipnotizado por uma mente muito mais poderosa que a sua.

A ca�ada vai recome�ar.

Nayland Smith.

Quando?

Dentro da casa?

Sim.

Obrigado.

O policial que vigiava a casa do professor...

apareceu estrangulado.

- E Maria? - Desapareceu.

Lamento. A vigil�ncia devia ser mais forte.

Muller n�o deve estar colaborando.

Agora v�o torturar a sua filha para obrig�-lo a falar.

Sr. Jannsen, tem ideia...

Onde est�?

Chame a Scotland Yard, o idiota vai p�r a vida em risco!

Professor Muller...

O qu�? N�o pode ser!

- Pai! - Maria!

Pai!

Levem-nos.

Sua filha chegou bem a tempo de ver...

uma demonstra��o pr�tica de nosso poder de persuas�o.

� t�o tola de achar que pode se opor � vontade de Fu Manchu?

Um favor, pai?

Nunca gostei dela.

Deixe-a comigo.

Por favor.

N�o!

Pare!

Espere!

Pensando bem, seria melhor algo menos contundente.

- Mas, pai, se me... - N�o.

Prefiro o seu corpo sem marcas.

Desamarrem-na.

Essa porta conduz a uma c�mara.

Seis metros acima est� o Tamisa.

Com esta alavanca controlo a �gua que entra na c�mara.

Com esta, libero a c�mara para o Tamisa.

O caminho para o para�so.

N�o! N�o!

Parem!

Outro suic�dio.

Onde foi uma...

pode ir tamb�m outra.

- Pai! - Maria...

O qu�?

O que quer de mim?

Que destile o l�quido da Amapola Negra.

Tenho sementes suficientes.

Quanto tempo demorar�?

Uma semana.

Sete dias.

N�o � muito.

O mundo voltar� a ouvir falar de mim em breve.

Devo avisa-lo:

Pela vida da minha filha eu destilarei o l�quido

mas a pesquisa n�o est� completa.

Exposto ao calor, o l�quido � in�til.

N�o estou mentindo! N�o arriscaria a vida de Maria!

No Tibete eles tem o segredo.

Sen�o, n�o poderiam t�-lo usado para matar.

N�o nos contaram esse segredo.

S� o alto lama pode fazer isso, mas ele n�o nos recebeu.

Recebeu a expedi��o de Young Husband.

E deu a eles o segredo.

- Est� mentindo. - N�o estou.

Claro que lhes deu o segredo.

Por que acha que trabalho aqui, em Londres?

Poderia trabalhar no meu pais. Mas os documentos est�o aqui.

E n�o me deixam ver. Gaskell � invejoso.

- Tem os pap�is e n�o me deixa ver. - Basta!

Muito interessante.

Vaidade.

Inveja.

Afastam-nos do que precisamos.

A informa��o que precisa est� nesses documentos?

Sim.

- Quem os tem? - O professor Gaskell.

Onde os guardam?

No Museu de Estudos Orientais, no cofre do s�t�o.

S� Gaskell tem acesso.

Saindo tarde, professor Gaskell?

� voc�, Perkins, n�o notei. Que horas s�o?

- Passa das sete. - Oh sim!

Ia sair para jantar.

J� parece tarde da noite.

Sim?

Entendo.

Os documentos de Young Husband? Onde?

No Museu de Estudos Orientais.

Vou anotar.

Young Husband.

Documentos.

Museu de...

Estudos Orientais.

Sim.

Hoje, sim.

Sim, est� aqui.

N�o haver� nenhuma falha.

Vou cuidar dele agora.

Museu de Estudos Orientais, �s 22.

Muito bem.

N�o vejo motivo para esperar.

Oficial, diga a Nayland Smith... O Museu de Estudos Orientais...

Protejam o museu.

Este lugar � uma fortaleza inexpugn�vel.

Nenhum chin�s, nem qualquer outra pessoa

conseguir� entrar e roub�-lo enquanto eu for diretor.

Sir Charles, Fu Manchu n�o � uma pessoa qualquer.

� por isso que h� homens nos telhados com acesso ao museu...

e vigil�ncia nas portas.

Mas dentro � sua responsabilidade.

Como deve ser.

N�o queremos que policiais toquem nos nossos tesouros.

S� me interessa um dos seus tesouros.

Os documentos de Young Husband.

- Est�o sob encargo do velho Gaskell. - De quem?

Gaskell. Brilhante, mas exc�ntrico.

- Sabe muito sobre o Tibete. - Quero falar com ele.

� propenso a desaparecer durante semanas, mas vou tentar.

Gaskell j� chegou?

N�o. Muito obrigado.

N�o.

Deve ter perdido toda a no��o do tempo, acha que � Natal.

- Onde mora? - Num bairro de Essex.

Sem luz, nem telefone. A secret�ria lhe dar� o endere�o.

Obrigado. Nesse meio tempo quero comprovar a seguran�a.

Esteja � vontade.

- Como se chama esse chin�s? - Fu Manchu.

Nunca ouvi falar.

- Como vai? - Melhor. Novidades?

Quando entramos no armaz�m j� tinham fugido.

- E Maria? - N�o sabemos de nada.

Tem certeza de que esses documentos s�o uma boa pista?

Sim. Com eles Muller completaria sua pesquisa.

- Devem vir atr�s deles. - Vamos dificultar isso.

Mesmo que o diretor n�o permita que nossos homens os guardem.

Passe.

Obrigado.

- Quem �? - A Sra. Shiptree.

Vem aqui h� anos.

Os passes, por favor.

Obrigado.

Obrigado.

Obrigado.

E eles?

S�o de um congresso, v�o para a sala de leitura.

- Aqui tem de tudo, hein? - Como na vinha do Senhor.

Nem uma mosca pode entrar aqui sem ser detectada.

- Quem me dera ter a sua confian�a. - Os guardas t�m experi�ncia.

Esse � o problema, est�o aqui h� tanto tempo que n�o acreditam...

que um bando de bandidos possa entrar.

- O que n�o daria por uns gurkas! - Entendo o que quer dizer.

Olhe para esse grupo.

Parecem inocentes, mas tenho as minhas d�vidas.

- O perigo est� no s�t�o. - Mesmo assim, vou verificar.

V� em frente. N�s vamos para baixo.

Ol�! O que faz aqui?

Robinson. N�o o via desde Deli. Desde quando est� aqui?

Pedi baixa anos atr�s, senhor. Estou aqui desde ent�o.

- Est�o em boas m�os. - Obrigado.

- Sr. Jannsen. - Ol�.

Que cofre guarda os papeis de Young Husband?

Este.

- Quem tem acesso? - O diretor e o professor Gaskell.

E quanto � seguran�a?

O pr�dio tem mais de 100 anos. � uma fortaleza.

As paredes s�o grossas. 100 anos...

- Os arcos parecem mais antigos. - S�o do s�culo XVIII.

Isto era parte do sistema de aquedutos de Londres.

Remodelaram-no para o museu.

Este t�nel dava para o rio antes de o fecharem.

O Tamisa...

Todas as estradas conduzem ao rio, n�o �?

Eu me pergunto...

- Deixe-nos sair, por favor. - Sim.

Esse � velho t�nel, sim.

V� ver do outro lado.

Cuidado!

Robinson!

Eu cuido dele!

O que se passa?

Essa sua fortaleza inexpugn�vel...

Que diabos fazem aqui estes chineses?

Sa�ram do antigo aqueduto.

- Est� bem? - Acho que sim.

Gostaria de ver os documentos de Young Husband.

Certo. Ver� que est�o a salvo.

- Espero que sim. - E eu tamb�m.

Venham.

Desapareceram.

Robinson! Venha.

- Quando os viu pela �ltima vez? - Ontem de manh�.

O professor Gaskell os pegou, como sempre.

E noite passada?

Espere.

Eu sai �s 19:30 e o professor ainda n�o os tinha devolvido.

- Ficou at� tarde? - Vou me informar.

Portaria.

Portaria?

� o diretor. Que horas Gaskell saiu ontem?

�s 19:00?

Carregava algo?

Uma maleta grande.

Obrigado.

Parece que a sorte nos abandonou.

O professor Gaskell se superou.

Levou os documentos para casa.

Vamos.

Esperem!

N�o nos deixem aqui com um monte de chineses mortos!

A� est�o voc�s.

Os rapazes eram s� estudantes, tudo est� em ordem.

Fico feliz que pense assim, Petrie. Gaskell levou os papeis para casa.

Isso me lembra...

me deram o endere�o de Gaskell.

Moat House, Long Marsh, Essex.

- O telefone est� cortado. - Vou chamar a Scotland Yard.

Pelo menos Fu Manchu n�o sabe onde est�o.

- Esperemos l� fora. - Certo.

Olha!

O que � isto?

Acreditem ou n�o, Sir Charles est� chamando a Yard por mim.

- O que � isto? - O aparelho auditivo da senhora.

� um amplificador direcional, e voc� falou o endere�o de Gaskell.

Acaba de sair.

Est� com pressa.

- Quem � essa mulher? - Sra. Shiptree.

Est� estranha hoje.

Corra!

Nayland Smith para central!

� urgente.

Um Lanchester negro e bege...

saiu do Museu de Estudos Orientais. Deve ser detido.

Vamos pega-los.

Est�o perto.

Tudo j� foi arranjado.

Mais r�pido!

Fu Manchu escapou.

Vai para leste at� o cais.

Mandem todas as viaturas para l�. � vital!

Outro carro est� nos seguindo.

Vire no armaz�m de carv�o.

Motorista.

- V� para Long Marsh, Moat House. - Sim, senhor.

Vire agora.

Os perdemos.

Professor Gaskell.

Um momento. Um mo...

Perd�o?

Sente-se.

Olhe para mim.

Sua vontade agora � minha.

Far� apenas o que eu ordenar.

Levante-se.

Voc� vai esmurrar a parede com sua m�o

mas n�o sentir� dor.

Vai me obedecer at� a morte.

At� a morte.

Venha.

Maria, olhe.

Consegui. Em quatro dias.

- Apenas quatro. - Pai, n�o conte...

Meu pai ficar� feliz em saber.

Pai.

Levante-se, filha.

Duas excelentes not�cias.

A primeira: o professor conseguiu.

J�?

- E a outra not�cia? - Um progn�stico.

Amanh� as neblinas de Essex...

estar�o abaixo do ponto de congelamento.

- Hanumon est� pronto? - Sim.

As not�cias chegam num bom momento.

Ligue o r�dio.

Ligue o transmissor.

Transmissor ligado.

Transmissor ligado.

Comecem.

Aqui � a BBC.

Not�cias das 20 horas.

Informes da �ndia...

V� em frente.

Aten��o.

Aten��o.

Aqui � Fu Manchu.

Estejam atentos para uma importante mensagem.

Repito.

Aqui � Fu Manchu.

Dentro de alguns dias falarei de novo com este pa�s

e atrav�s dele, com o mundo todo.

Minhas ordens, ent�o, dever�o ser cumpridas de imediato.

Quem desobedecer perecer�.

Para que entendam que n�o � uma amea�a v�,

lhes dou esse aviso:

Lembrem...

de Fleetwick.

Repito:

Lembrem de Fleetwick.

� tudo.

Como fez isso?

� simples.

Tem um transmissor.

- Mas por que? Est� louco? - N�o, Petrie.

N�o � como pensa. N�o o subestime.

- Fleetwick. Conhece? - � em Essex.

O que significa isso?

Que est� pronto para agir.

Far� uma demonstra��o de poder.

- Podemos det�-lo? - Podemos tentar.

Nayland Smith.

Sim.

Era a voz dele, senhor.

Mande apoio para Fleetwick.

O ex�rcito? Certamente.

Boa noite.

Era o Ministro do Interior. O ex�rcito vai para aquela zona.

Como algu�m pode querer viver aqui? Est� um frio de rachar.

Por mim, o chin�s pode ficar com tudo.

- Quanto mais? - O qu�?

- O tempo que ficaremos aqui. - Nem fa�o ideia!

Espero que a noite seja melhor.

- Deve estar gelado l� em cima. - Com certeza.

Isso n�o est� ruim.

O que estava...

Interrompemos esse programa para lhes dar uma grave not�cia.

H� menos de uma hora

ocorreu uma cat�strofe em Fleetwick.

Todos os seus habitantes

e os soldados que vigiavam a zona...

est�o mortos.

A causa das mortes � um mist�rio.

Acredita-se que o n�mero total de v�timas � de quase 3000,

Vamos atualizar a informa��o quando pudermos.

Eu o mataria com as pr�prias m�os!

Para obter esse efeito deve ter espalhado pelo ar.

Viram um avi�o.

Estamos � procura dele.

Como podem discutir como foi feito

com tudo isto?

Devemos continuar trabalhando.

- Desapropriaram uma casa para seu uso. - Obrigado.

Em pleno caf� da manh�.

� um dem�nio, Carl.

Senhor.

- N�o h� resposta. - N�o h� resposta.

Viram um avi�o aterrissar perto de Gravesend.

- Onde nos bombardearam? - N�o, rio acima.

O rio.

O Tamisa.

Lembram que eu disse que o rio e Fu Manchu estavam relacionados?

- Sim. - Matheus foi assassinado em Limehouse.

E o armaz�m � no rio!

O cad�ver da garota chinesa foi achado no rio.

O aqueduto no museu...

e agora o avi�o.

Toda vez a mesma liga��o: o Tamisa.

Oficial.

Pe�a ao ex�rcito um mapa de Londres, por favor.

Aten��o. Aten��o.

Aqui � Fu Manchu.

Aqui � Fu Manchu.

Lembrem-se de Fleetwick.

O que fiz l�, posso fazer de novo.

Agora sabem que devem me obedecer, sou todo-poderoso.

Dentro de dois dias

darei as minhas ordens.

Ser�o cumpridas de imediato,

Ou 10.000 morrer�o.

10.000...

e um homem em particular.

� tudo.

Um homem em particular.

Voc�.

Dois dias.

Temos dois dias.

- Senhor. - Obrigado.

O mapa.

Vejamos...

Onde estamos?

Limehouse.

San Lucas.

O armaz�m est�...

aqui.

Bem, bem...

O armaz�m est� em frente a San Lucas, na outra ponta.

- E esta linha que atravessa o rio? - N�o sei o que �.

N�o h� nada ali.

- H� outra em Woolwich! - Aqui tem uma legenda.

"Instala��es em desuso e t�neis de comunica��o."

Claro.

- Os t�neis que d�o no cais. - Com duas entradas junto ao rio!

O ex�rcito deve cercar essa zona.

Esta � a resposta.

T�o simples. E eu procurei por anos.

Maria.

A ess�ncia da Amapola � estabiliz�vel.

Assim pode conservar suas propriedades a qualquer temperatura.

- N�o conte a Fu Manchu. - Sim, sim.

Pai, sabe que levaram o liquido que preparou a dois dias?

- Levaram? - Talvez o tenham usado.

Se contar a ele...

Este homem cumpriu as minhas ordens.

Os papeis de Young Husband foram traduzidos...

e agora conhecemos os seus segredos.

Voc�, professor,

agora completar� seu trabalho.

Para conseguir isso

preciso de mais sementes de Amapola Negra.

- E mais tempo. - Ter� ambos.

Mas quanto ao tempo...

dois dias.

Estou cansado.

Quero dormir.

A minha vontade � sua.

At� a morte.

� evidente que devo se lembrar do que pode acontecer � sua filha.

Ningu�m pode passar daqui.

Dois batalh�es a norte e sul do rio.

E o armaz�m?

- Os engenheiros o selaram. - E o rio?

H� avi�es patrulhando e destr�ieres nas sa�das.

Isso pode salvar Muller e Maria?

Certo.

Bom, como pensei.

Viram duas figuras nos telhados indo na dire��o do cemit�rio.

Deve ser a tripula��o do avi�o.

- Voltando para a base. - E v�o nos levar at� � entrada dela.

- O qu�? Vamos entrar? - Agora mesmo. Est� comigo?

- Claro. - Petrie?

Se at� o amanhecer n�o tiver voltado

selem o armaz�m e inundem o t�nel.

E se ainda estiverem l� embaixo?

Inundem-no.

Os viram ir por ali.

Esperem aqui.

Maria!

Maria!

Carl!

Este � Nayland Smith.

- Sabe como abrir isso? - N�o.

H� uma chave e um alarme.

Com um curto-circuito podemos arromba-la.

Boa noite, Sr. Nayland Smith. � uma aut�ntica honra.

N�o h� escapat�ria.

- As sa�das est�o vigiadas. - Deveras?

O professor e sua filha conhecem pelo menos uma outra sa�da...

que continua aberta.

Certa vez teve a satisfa��o de presenciar a minha execu��o.

Desta vez prometo...

que n�o haver� substitutos para os condenados.

Peguem-na! Fechem a porta!

As luzes! As luzes!

Carl!

- Os fus�veis queimaram. - Espero que sim. Vou quebrar a fechadura.

- E o alarme? - Tamb�m n�o funcionar�.

Esperem, pode haver mais birmaneses.

- Carl! - Vamos.

Escondam-se.

Petrie!

Est� salvo!

E o professor?

Devem estar presos l� embaixo. O t�nel inundou.

N�o sei.

Acabaram de ver tr�s pessoas emergindo em plena corrente.

Uma lancha as recolheu.

Recebemos not�cias do estu�rio.

L� a visibilidade � nula por causa do nevoeiro!

Diabo!

N�o os encontraremos nunca.

- N�o pode desistir! - Olhem.

Bem, o perdemos.

Eram tr�s pessoas. Seu pai continua vivo.

� do interesse de Fu Manchu.

Todos os portos europeus est�o sob vigil�ncia.

Por que acha que se dirige ao continente?

Enquanto tiver o professor pode cumprir suas ambi��es.

Ainda precisa destilar o l�quido.

Pra isso vai precisar de um novo suprimento de Amapolas Negras.

E elas s� crescem no Tibete.

Bem-vindo, Fu Manchu.

Espero que tenha a noticia que tanto esperamos.

O grande lama ordenou a explora��o das escarpas...

na busca das sementes de Amapola Negra da montanha.

O resultado de nosso esfor�o est� a caminho.

Bendito sejas.

Levem o cofre ao lugar indicado.

Fu Manchu,

voc� rezar� conosco.

Devemos pedir que use sabiamente esse presente.

Professor, sou eu, Carl.

Sua filha est� � nossa espera.

- Ela est� morta. - N�o. Est� enganado.

Ela nos espera aqui perto.

- Isso � verdade? - Sim e voc� vem conosco.

N�o posso...

N�o posso ir.

Com o que h� nessa caixa e com os conhecimentos que tem.

Fu Manchu conseguir� o que deseja.

Nessa caixa h� nitroglicerina para fazer voar esse pal�cio.

Vou preparar o detonador.

Pela porta � imposs�vel. Teremos que saltar o muro.

Preparem as cordas.

Temos 15 minutos.

Cubram a nossa fuga.

Voc�s dois, venham.

- O que aconteceu? - Nayland Smith,

N�o podem escapar!

- Atirem pra matar! - Sim, senhor.

O que foi, pai?

Por que Nayland Smith deixou as sementes aqui?

O mundo ouvir� falar de mim novamente!

O mundo ouvir� falar de mim novamente!

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