All language subtitles for Supernatural (Victor Halperin, 1933)

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Original subtitles

SOBRENATURAL

"Trate todos os seres sobrenaturais com respeito...

mas mantenha dist�ncia deles!" Conf�cio

"Vamos trazer os mortos de seus t�mulos" Maom�

"...e Ele deu aos seus 12 disc�pulos o poder...

de expulsar os esp�ritos impuros" Mateus 10:1

"Ruth Rogen, famosa estranguladora, condenada a morte."

"Rogen assassinou os homens que a amavam."

"Ruth Rogen confessou ontem que matou seus tr�s amantes...

depois de uma orgia desenfreada em seu apartamento em Greenwich."

Est� mentindo! Eu o mataria!

"MINHA VIDA" A hist�ria de Ruth Rogen contada por ela."

Foi ele que pediu.

Eu faria de novo. E de novo, e de novo...

"Rogen n�o est� louca", diz a Corte.

"Famosa estranguladora ri no banco dos r�us."

"Federa��o Feminina se recusa a apoiar Ruth Rogen."

Homens, eu odeio todos eles. N�o importa o discurso.

Deixem-me em paz, ele me obrigou a fazer isso!

N�o, n�o tenho mais nada a dizer. N�o seja t�o s�rio, Juiz.

"Rogen pinta sua pr�pria morte enquanto o julgamento se aproxima."

Deixem-me em forma para me matar.

Sou famosa, querido. Os jornais me odeiam, n�o � mesmo?

N�o, n�o me arrependo. Mais uma semana.

"Ruth Rogen, a quarta mulher executada na cadeira el�trica."

Enviaram minha carta para Paul Bavian?

Mais tr�s dias. Um homem rico...

Por que ele n�o veio? Por que ele n�o veio? Por qu�?

Parem com isso! Parem! Parem!

Doutor...

Se veio me dizer que Ruth Rogen est� louca, chegou atrasado.

- A Corte j� disse o contr�rio. - N�o � isso.

Eu digo que ela pode ser a causa da loucura dos outros.

O que quer dizer?

Reparou que quando um criminoso est� para ser executado...

geralmente h� uma epidemia incomum de crimes semelhantes?

� claro! Aparecem v�rios imitadores!

Tenho minhas d�vidas.

Eu me pergunto se s�o mesmo imitadores.

Talvez apenas estejam seguindo a sua vontade.

Oh, n�o, doutor!

S� porque ela supostamente tem poderes ps�quicos?

Um momento, por favor.

Talvez tenham sido possu�dos por outra personalidade.

Uma personalidade poderosa e maligna sem... bem...

Sem um corpo pr�prio.

- Como Ruth Rogen? - Exatamente.

Como Ruth Rogen ser� amanh�.

Sim, � uma teoria interessante, doutor! Se puder prov�-la.

N�o estou tentando convenc�-lo, diretor. S� quero a sua ajuda.

O que quer com seu corpo ap�s a execu��o?

Quero experimentar nele raios eletro-magn�ticos.

- O que s�o? - Uma forma de energia do corpo.

Se minhas experi�ncias estiverem certas...

eu conseguirei impedir que a personalidade fuja ap�s a morte.

- E cometer outros crimes. - Por que Rogen?

Ela � um assunto especial.

Sendo uma criminosa conhecida, eu imagino que apare�am v�rios...

do que voc� chama de... imitadores.

Esta � a minha teoria, Diretor.

Se crimes semelhantes n�o forem cometidos...

eu terei a confirma��o de que a minha teoria est� correta.

Parece uma maneira assustadora de se pensar.

Veremos o que podemos fazer.

- Preciso de sua permiss�o antes. - Claro.

Ela � dif�cil de lidar. Deixe-me falar com ela.

Certo.

Vamos l�.

Deixem-me em paz, eu pe�o! Ser� que eu n�o posso ter paz?

Fora! Fora daqui!

Desculpe. Pensei que voc� estivesse interessada.

Nada mais me interessa, exceto uma mensagem do Governador.

E eu n�o vou conseguir.

N�o. Receio que n�o.

Voc� n�o tem nada a perder fazendo o que eu pe�o.

N�o, e nada a ganhar.

Ou�a-me, meu corpo � meu. � meu por lei.

Tirem meu corpo de mim e eu garanto que o terei para sempre.

Engra�ado, n�o �?

Voc� deram risada.

Estou oferecendo a oportunidade de fazer algo pela humanidade.

Humanidade, n�?

H� apenas um homem que possa fazer alguma coisa. Apenas um!

Escrevi para ele vir, mas ele � muito inteligente.

Talvez o doutor d� a oportunidade de conseguir isso.

Acho que ele pode reviv�-lo mesmo ap�s a morte.

N�o, n�o, n�o! Eu n�o disse que...

Bem, n�o se pode dizer onde isso vai terminar.

Dr. Houston � um dos maiores psiquiatras do mundo.

Ele � muito modesto para explicar tudo.

Pensei que eu pudesse voltar atr�s, ir e conversar.

Se eu pudesse usar as minhas m�os...

Se eu pudesse usar minhas m�os apenas um minuto...

N�o tem nada a perder, Ruth.

N�o, eu n�o tenho nada a perder.

Nada a perder.

Vou mandar o papel para voc� assinar.

JOHN COURTNEY Idade: 24 anos Morto em 26 de Novembro de 1932

Ruth Rogen jura vingan�a e a execu��o se aproxima.

Foi visit�-la na cadeia, Sr. Bavian?

N�o!

- Deixe-me ver... - Cuidado!

N�o fa�a isso.

Voc� � um homem sem cora��o, Sr. Bavian.

Eu n�o trataria uma mo�a como o senhor fez com ela.

Sei que n�o � da minha conta...

Certamente que n�o.

S� quero dizer que eu sei o que acontece na minha casa.

E se um homem me tra�sse como voc� a traiu...

- Eu... - Pare, voc� est� b�bada!

E da�?

S� estava imaginando a coitadinha que est� esperando na pris�o...

condenada � cadeira el�trica, aguardando voc� ir busc�-la.

V� dormir!

O senhor n�o � um cavalheiro.

Paul Bavian Esp�rita

Oh, voc�s n�o s�o meus animais de estima��o.

"Querido Paul, n�o me deixe morrer sem v�-lo.

"Eu te perd�o por tudo, at� por ter me entregue � pol�cia.

Fa�a felizes meus �ltimos momentos. Venha me ver. Ruth"

"A morte separa os g�meos milion�rios

"Ap�s a morte repentina de John Courtney, sua irm�, Roma...

"torna-se a �nica herdeira da enorme fortuna dos Courtney.

Sua perda ser� muito sentida na avia��o e nas competi��es de polo."

Por que n�o limpa mais as cortinas para que se possa ver mais claramente?

Olha, porque... Bem, pensei que talvez j� estivesse na cama.

- O que voc� quer? - H� uma carta para voc�.

Esteve aqui a tarde toda.

- � daquela pobre coitada. - Como sabe?

Pela caligrafia.

Isso � mentira.

Suas impress�es digitais foram encontradas na sua garganta.

Ela deve estar louca. Por que eu diria � pol�cia?

Ela pode ser louca, mas voc� n�o �.

O que quer dizer?

N�o quer que isso chegue naquelas... m�os dela, certo?

Roma...

- H� algo que eu possa fazer? - N�o. Obrigada, Grant.

Deixe-a sozinha um momento, Grant.

Bem, isso � tudo.

Que tal um lanchinho?

Eu estava morrendo de fome no funeral.

N�o?

Grant.

Temos que fazer algo para ajudar Roma.

Eu sei disso, Doutor. Que tal uma viagem?

- Um cruzeiro? - �timo, poderiam usar o iate.

- Que tal Bermudas? - Sim.

J� provou as trufas de Bermudas?

N�o posso dizer que j� experimentei.

Oh, Smith! Smith!

Smith!

Pois n�o, senhor?

Pode pedir que me preparem umas trufas?

- Trufas, senhor? - Com manteiga e canela.

Est� bem, senhor.

- Tem certeza que n�o quer nada? - N�o, obrigado.

Que estranho ter voltado justo no momento de v�-lo morrer!

Uma longa viagem para a Am�rica do Sul.

Suponho que tenha tido suas raz�es.

- J� perguntou � ela? - Preguntar o qu�?

Se vai se casar com voc�, � claro.

Depois do que aconteceu?

Por que n�o? Seria �timo para ela!

Grava��es caseiras de John e Roma Courtney.

Senhoras e senhores, temos aqui conosco...

os c�lebres g�meos Courtney no seu famoso n�mero intitulado...

"Leve-me de volta � minha ensolarada Vladivostock."

Sil�ncio, Johny! Est� estragando o disco! Cante!

Muito bem, gatinda! Vamos nessa!

Senhorita Courtney.

Com licen�a, acabou de chegar esta mensagem para a senhorita.

Obrigada.

"Srta. Roma Courtney: Ontem � noite, o esp�rito de seu irm�o...

"materializou-se claramente. Pareceu-me muito angustiado...

"e me solicitou que a convocasse urgentemente.

"N�o gostaria de ter a chance de falar com ele durante uma sess�o?

Sinceramente... Paul Bavian. Esp�rita."

- Bem, isso resolve o caso. - � o que dizem.

O jornal diz que a Sra. Rogen seria executada esta manh�.

Sim, foi.

Diz que ela insistiu para n�o ir para a cadeira el�trica.

Acho que ela tinha uma queda por voc�!

Que bom que n�o se conheceram antes, n�o �, doutor?

Diga, doutor, ele era mesmo louca?

Grant, acredito que ela era completamente s�.

Mas foi sem d�vida uma das mulheres mais perigosas na hist�ria do crime.

- Mas n�o ser� mais. - N�o?

Talvez agora ela seja mais perigosa...

de que quando estava trancada em uma cela.

Oh, n�o! A� j� � demais!

Oh, ol�, Roma! Vejamos.

Mais um explorador.

N�o me surpreende.

� uma estrat�gia comum para conseguir dinheiro.

Mas eu tenho outros planos para ele.

Paul Bavian, esp�rita.

Fraude!

Por que tem tanta certeza?

Ou�a, Roma. Esse cara est� s� brincando com sua desgra�a.

Por que est� interessada nisso?

Doutor, acha que eu poderia falar com John se tivesse a chance?

Roma, minha cara... A vida continua ap�s a morte.

Isso � certo. Mas comunicar-se...

Infelizmente, essa � uma quest�o diferente.

Mas � claro! John n�o pode falar.

Me d� isso aqui. Eu vou dar um fim nisso agora.

Ou�a aqui, Sr. Espertalh�o, ou qualquer que seja o seu nome.

Meu nome � Hammond.

- Como? - Hammond!

Se isso n�o significa nada para voc�...

eu sou o administrador dos bens da fam�lia Courtney.

Entendi.

Voc� n�o vai receber um centavo da senhorita...

n�o enquanto eu viver e estiver no comando, entendeu?

Perfeitamente.

Sei quais s�o suas inten��es, mas deixe-me dizer uma coisa...

Al�? Al�?

Obrigado por tudo, doutor.

N�o foi nada. Sempre que precisar...

- Eu o acompanho at� a porta. - Obrigado.

Com licen�a, Roma.

Ol�.

O que voc� achou da carta?

Voc� ouviu o que Nick e o doutor disseram.

Dr. Houston disse que n�o h� nada ap�s a morte.

Vou ver esse m�dium.

Roma, isso s� complicar� as coisas para voc�.

Eu n�o me importo.

Voc� vai comigo?

Claro.

Eu vim para perguntar se recebeu seu telefonema.

Sim, muito obrigado. Agora d� o fora.

A Srta. Roma Courtney ligou para voc�.

Isso n�o � uma coisa boa?

N�o se esque�a de sua senhoria, Certo?

Nunca!

- Isso � uma promessa? - Absolutamente. Agora saia.

E apresse-se, tenho trabalho a fazer, v�!

Trabalho a fazer, n�?

O trabalho que diz � arrumar todos esses fios...

para dar a ela uma mensagem falsa de seu irm�o?

Uma mensagem falsa?

Uma mensagem falsa, n�o �?

O que quer dizer com isso?

Sei tudo sobre a Srta. Courtney. Coitadinha...

Sofrendo do jeito que est�, ela n�o sabe o que est� fazendo.

Creio que deveria falar com ela. De mulher para mulher.

Ela tem muita grana. N�o se esque�a disso.

Quanto voc� vai receber? Suficiente para n�s dois, querido?

Ent�o est� tentando me chantagear, � isso?

Chantagem? Oh, n�o, querido! Eu n�o faria nada desonesto.

Com tudo o que sei sobre voc�, eu n�o diria nada � pol�cia.

Somos parceiros.

Parceiros, hein?

Sabia que n�o precisava obrig�-lo, querido.

Voc� � um cavalheiro.

Fechado?

O que fez com a minha m�o, seu diabinho?

� s� um arranh�o.

Voc� n�o faria mal a uma velha amiga, certo?

� s� uma brincadeira, n�o �?

� s� uma brincadeira... Uma brincadeira...

� s� uma brincadeira.

Obrigado.

Sr. Wilson?

Muitas pessoas ilustres assinaram este registo.

Foi muito s�bia em vir, Senhorita Courtney.

As for�as que falam pelos meus l�bios n�o est�o me dando paz.

Seu irm�o John tem sido persistente.

Tem certeza? Tem certeza que � meu irm�o?

Talvez seja mais adequado voc� mesma fazer este julgamento.

Muito bem, vamos l�.

O que faremos agora?

Se me perdoa, Sr. Wilson...

Como vidente, sou algu�m muito sens�vel.

A hostilidade me afeta tanto como...

efeitos da est�tica, percep��o radial, se me perdoa.

Pelo bem da Srta. Courtney, poderia manter sua mente aberta?

- Por favor, Grant. - Tudo bem, sinto muito.

Mas eu ainda n�o acredito nisso.

Talvez hoje � noite o senhor veja.

Foi uma estupidez ter vindo aqui. Esse cara � um charlat�o.

Talvez. Mas eu preciso ter certeza.

Pe�o que n�o apague as luzes enquanto eu estiver em transe.

Devo adverti-lo, ou�a com aten��o.

Talvez a mensagem seja breve.

Acho que essa � a minha sugest�o.

Roma! Roma!

Voc� pode me ouvir?

Ou�a com aten��o o que eu tenho a dizer.

Hammond quer o seu dinheiro. Ele me matou. Voc� � a pr�xima.

John!

John!

Roma, voc� est� bem?

- Voc� viu? Era o John! - Sim, querida, eu vi.

O que aconteceu?

Voc� sabe o que aconteceu, seu charlat�o!

Quase a matou de susto com seus truques baratos!

- Senhorita Courtney... - N�o consigo respirar.

O que houve?

Eu te ligo.

Um truque barato, hein?

J� � tarde, Roma. Ele j� deve estar dormindo.

- Boa noite. - O Dr. Houston est�?

Est� no seu laborat�rio. N�o pode ser incomodado.

Por favor, n�o v�o, o Dr. Houston me deu ordens estritas!

N�o podem ir l�, por favor!

� melhor esperar l� fora.

Vamos, n�o deveriamos estar aqui.

Doutor!

Roma!

- O que est�o fazendo aqui? - Sinto muito, n�s...

Para tr�s, por favor!

Doutor, essa mulher acabou de ser mexer!

N�o, querida. Ela est� morta. N�o h� mais nada o que fazer.

Agora, por favor, v�o embora.

- Gostaria de falar sobre... - N�o aqui, querida, por favor.

Doutor, o que est� acontecendo?

Estou conduzindo uma experi�ncia muito ousada.

Aquela mulher � Ruth Rogen.

- Lembram-se do caso dela? - Sim, eu me lembro.

Pode parecer loucura, mas...

H� um perigoso cont�gio.

N�o � corporal. � inofensivo.

Mas h�... algo a mais.

Por favor. Por favor, Roma.

Diga-me, Roma, por que veio aqui hoje � noite?

Fomos ver o esp�rita. E eu vi John.

Era tudo uma arma��o. Tentei convencer Roma.

N�o podia ser! Eu vi John e voc� tamb�m, voc� sabe disso!

Um momento, minha querida.

Como sabe que era um truque?

Ele disse que John foi assassinado por Hammond.

- Isso n�o � suficiente? - Morto por Hammond?

� um absurdo! Roma, n�o acredite nisso nem por um instante!

Eu n�o sei em quem acreditar. Foi John quem falou.

E Hammond estava com ele quando ele morreu...

Oh, n�o sei.

Roma, n�s conhecemos Nicky Hammond h� bastante tempo...

para acreditar em algo sem provas.

Claro. � um truque para tirar dinheiro de Roma.

Eu me pergunto se � um truque.

Roma, convide-o � sua casa para mais uma sess�o.

Ent�o, n�s...

Bem... vamos esperar para ver.

- Estranho, a janela estava fechada. - Est� ventando frio.

Acalme seus nervos.

- Como disse que ele se chamava? - Paul Bavian.

Leve-a daqui, Grant! Depressa!

- Que marcas s�o essas? - Ruth Rogen!

Ela tentou possuir o corpo de Roma!

Gra�as a Deus que n�o conseguiu!

Sou eu, 7-9-9-7-0.

Como?

Aqui � o Dr. Houston.

Poderia mandar algu�m para recolher o corpo de Ruth Rogen?

Sim, eu j� terminei. Imediatamente, por favor.

Sim.

Na casa da Srta. Courtney.

Esta noite �s oito.

Sim, eu entendi. Estarei l�.

Sim, at� logo.

Obrigado, agora o contato est� completo.

Como sabem, a comunica��o espiritual pode assumir diferentes formas.

Levita��o, luzes em movimento, vozes, materializa��o...

ou escrita autom�tica. Neste caso, � o meio...

que estando em transe, escreve a mensagem.

Conseq�entemente, este m�todo levanta suspeitas.

Na escrita independente...

a mensagem � recebida independente do meio.

Hoje � noite, experimentaremos esse meio.

E aviso novamente que n�o prometo nada.

A voz que querem ouvir, pode n�o ser capaz de me atingir.

Mas se eu tiver sucesso, minha recompensa ser� saber que fui...

assistido por uma encantadora dama.

Eu tamb�m me sinto lisonjeado que um cientista t�o eminente...

como o Dr. Houston, esteja presente...

numa sess�o guiada por uma pessoa humilde como eu.

Poderiam me emprestar um len�o, por gentileza. O seu mesmo.

Obrigado. Eliminarei qualquer id�ia de um poss�vel truque.

Se me derem licen�a, eu acenderei um incenso.

Ajudar� a me concentrar.

Ser� que algu�m pode desligar as luzes de cima?

Ser� meu novo emprego.

Roma, sou eu, John.

Voc� est� em perigo.

Eu fui morto por Hammond.

O que � isso?

Ou�a aqui!

Voc� n�o pode ficar impune!

Acha que pode me chantagear?

Levante-se, levante-se!

Controle-se! Isso n�o ajudar� em nada!

Certo. Tire-o desta casa ou eu arremesso ele l� fora!

Isso � rid�culo! Ningu�m vai acreditar nessas acusa��es!

Doutor, depressa, ela desmaiou!

Roma! Roma!

Vamos lev�-la para o sof�.

R�pido, r�pido!

N�o, aqui.

Eu sabia que algo iria acontecer.

Doutor, o que est� havendo com ela?

Querida?

Roma?

Obrigada por esta maravilhosa sess�o.

� um prazer atend�-la.

Tudo n�o passou de um truque! Agora d� o fora!

Fique fora disso!

Por qu�... Roma?

Dr. Houston! Dr. Houston!

- O que foi? - Algo terr�vel aconteceu!

� o Sr. Hammond! Receio que ele esteja morrendo!

Morrendo?

Acho que � melhor eu partir.

N�s dois juntos.

Morto!

Vamos l�!

- Onde est� a Srta. Courtney? - Acabou de sair com aquele senhor.

Roma, volte aqui!

Roma!

193544. Eu tenho a placa, podemos localiz�-los!

Vamos!

Este... este n�o � o lugar, certo?

Sim! Espere por mim.

- Quanto custa? - Um d�lar e meio.

- � muito. - Fa�o por um d�lar.

- Isso n�o pode ser seu. - Claro que �.

� lindo, n�o �? Entre.

Como voc� encontrou este lugar?

Pertencia a uma amiga minha.

- Ruth Rogen! - Voc� a conheceu?

Oh, sim.

Que interessante. O quanto voc� a conhecia?

Prefiro n�o falar sobre isso, por favor.

Por que n�o? Agora n�o h� nada a temer.

Por que eu teria medo?

H� um homem, sim. Ela me contou uma vez.

Ele tinha tanto medo dela que a entregou � pol�cia.

Acha que agora ele temeria se soubesse que Ruth Rogen est� viva?

N�o.

Supondo que voc� fosse um desses homens?

Na verdade eu era. Ele me amea�ou, recusou-se a me deixar.

N�o acredito nisso.

Srta. Courtney, como p�de manter contato com uma mulher assim?

De que isso importa? Para qu� essas formalidades?

- Certo, Roma. - Assim � melhor.

Eu te fa�o lembrar ela?

Eu n�o sei. Talvez ela esteja nesta sala.

N�o, voc� n�o � como ela.

- Ela n�o era linda? - Sim, mas repulsiva.

Como uma aranha-f�mea que mata o macho depois que acaba com ele.

E teria me matado tamb�m, se eu n�o tivesse me livrado dela primeiro.

Se livrou mesmo dela?

Isso n�o � sorte?

Sorte, sim. Por estar aqui com voc�.

Voc� se importa comigo, n�o � mesmo, Roma?

Sim, eu ainda n�o demonstrei?

- Como voc� entra aqui assim? - O que voc�s est�o fazendo aqui?

Saia. Saia da minha casa.

Esta n�o � sua casa. Eu sou respons�vel por ela.

Fora! Deixe-me em paz! Fora!

Roma!

- Ela � louca! - Eu vou mat�-lo!

Roma!

Desculpe. Eu perdi a compostura.

Desculpa? Vou ligar para a pol�cia!

Um momento.

A Srta. Rogen era minha amiga. Por isso estamos aqui, Max.

Como sabe o meu nome? Eu nunca a vi antes.

Tem certeza?

Sim, tenho certeza. Fora!

- Um momento. - Vou chamar a pol�cia.

Vamos l�!

Para onde estamos indo?

Por que n�o vamos para o seu iate?

Iate?

Oh, sim. Vamos.

Tem certeza que estamos a s�s?

Sim, agora n�o h� ningu�m a bordo.

Vamos beber algo primeiro, Paul.

- Muito bem, onde fica o bar? - Ali.

- Tem certeza que o lugar � este? - Sim, � aqui, senhor.

- Certo, nos espere aqui. - Est� bem.

Voc� viu duas pessoas virem aqui hoje � noite?

- Um homem e uma mulher? - Sim.

- Onde eles est�o? - Como eu vou saber?

Eu os encontrei no apartamento de Ruth Rogen e os expulsei.

Ruth Rogen?

- O que estavam fazendo l�? - Estavam bebendo.

A garota pegou a chave quando eu estava distra�do.

A garota?

- Era mesmo uma garota? - Sim.

Grant, eu sei. Foi a garota que o trouxe aqui.

Roma n�o poderia ter feito isso! Ela nem sequer conhece o lugar!

Mas a outra sim!

A outra... morta.

Grant... n�s temos que... encontr�-la...

Doutor!

Me ajude aqui!

Sim, sim! Coloque-o nesta cadeira!

Doutor, acalme-se.

N�o se preocupe, n�o foi culpa sua.

Encontraremos Roma. Eu sei disso.

� isso!

Cuide dele. Leve-o de volta para casa.

� claro que ele vai voltar!

E quanto ao meu barco?

Vinho maravilhoso.

� um orgulho ter seu pr�prio navio.

O que est� fazendo, quer me deixar b�bado?

N�o, por que eu faria isso?

Exatamente, por que faria isso?

Uma menina linda como voc�, eu garanto que n�o faria isso.

Sabe, Roma...

Voc� � uma garota de sorte.

Voc� tem belas p�rolas...

um iate de luxo...

e voc� tem a mim.

Paul, qual o problema?

Por um instante, quando voc� fez isso, me fez lembrar...

Pensei que n�o quisesse falar sobre ela.

De alguma forma, tudo o que faz, me faz lembrar dela.

- Ainda tem medo de Ruth Rogen? - N�o, estou com medo de voc�.

De mim?

Por que me levou � casa dela? Como voc�s se conheceram?

Porque �s vezes voc� se parece com ela? Responda-me!

Est� imaginando coisas.

� melhor irmos.

S� o �ltimo drink.

Uma nova experi�ncia est� se abrindo para voc�.

Voc� est� certo! Eu sou Ruth Rogen!

Eu vou mat�-lo antes de sair deste corpo que voc� ama tanto!

Roma!

- Solte-me! Solte-me! - N�o sabe o que est� fazendo!

Chega! Est� me ouvindo?

Paul...

Roma!

Roma!

Acorde!

Eu estou acordada!

- O que estamos fazendo aqui? - Voc� n�o se lembra?

N�o.

Est�vamos viajando e voc� adormeceu.

- Onde est�o os outros? - J� se foram.

Oh, sinto muito.

S�rio?

"Na sua Lua-de-Mel, v� para Bermudas."

FIM

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