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Original subtitles

Oh, Romano!

Voc� e sua mania de n�o fazer barulho no corredor.

O metr�... Tenho que achar o metr�.

N�o, n�o, Romano. Voc� n�o est� procurando o metr�.

S� est� a procura de um lugar sujo.

O Dr. Van Dyce me disse que est� na hora de eu ir embora.

Minha m�e est� me esperando.

Ei, Romano! Vamos at� o seu quarto fazer exerc�cios!

O Dr. Van Dyce disse que vou para casa!

Ele disse?

Tenho que achar o metr�, Dra. Gilmore. Para poder ir para casa

Romano, venha comigo.

Dr. Van Dyce, o senhor assinou os pap�is da alta de Romano Hunter?

- Dr. Van Dyce? - O que?

O senhor assinou os pap�is da libera��o de Romano Hunter?

Quem?

Romano Hunter.

- Aquele l�! - Oh, sim...

O Dr. Kruger me aconselhou a liberar alguns pacientes.

Como o senhor eo Dr. Kruger podem liberar pacientes....

...doentes como Romano!

� a quinta vez que ocorre isso em duas semanas!

Acredito que existam m�dicos melhores que a senhora, Dra. Gilmore.

Espero que sim, doutor. Perdi meu talento com d�vidas.

Isso � lend�rio.

Dra. Anderson, n�o vejo motivos para a libera��o do Sr. Romano.

- O homem sequer... - Oh, Joan!

Parece um garota chorona. � isso o que voc� �?

Kruger, criou o programa de libera��o justamente para...

...liberar todos os pacientes que menos precisam de aten��o.

Agora...

Essas s�o as libera��es das �ltimas duas semanas?

Tenho certeza que essas pessoas n�o s�o nada perigosas � sociedade.

- Doutora, � s�... - Joan, Joan!

No mundo perfeito dos sonhos, os pacientes ficam at� se curar.

No mundo real, eles ficam se tem dinheiro para pagar pelo tratamento.

A id�ia de Kruger � simplesmente devolv�-los � sociedade.

Acho que neste caso, isso � errado.

Bem, voc� acha que Romano deve ficar.

Ent�o, voc� se resposabilizar� por ele.

Claro.

Certo. Considere feito.

N�o.

Olhe este bloco. Quero que voc� o coloque.

Conseguiu?

O que esse paciente faz aqui?

Est� tudo certo, Dr. Kruger. A Dra. Anderson vetou a alta.

N�o me refiro a Romano. O que aquele homem faz aqui?

John? John Howard?

Sim, John Howard.

Eu n�o fiz nada.

Algu�m pode me dizer por que ele n�o foi liberado?

Ele foi. Estava na lista de libera��o, exatamente...

...como conversamos.

- Ele n�o foi tirado. - Sim, eu tamb�m estava na lista.

Oh, Cristo!

Voc� sabia perfeitamente que foi dada a permiss�o.

Mas o sistema falhou, pois voc� teve que acidionar dois pacientes.

Eu sei. Dei alta para cinco pacientes.

Deve ter havido algum equ�voco.

Me lembro claramente que tinha cinco pacientes na lista!

Deve ter havido algum equ�voco.

Romano, volte para l�.

John Howard. Tenho certeza que assinei uma lista com o nome dele.

- A alta dele... - N�o precisa se explicar...

...deve haver alguma raz�o para ele ter ficado.

Dra. Gilmore marcou um ponto. Ela deve ter visto a alta...

...e viu que John tamb�m n�o est� pronto para sair.

N�o estou certo, Doutora?

� uma vergonha devolver � sociedade um ind�viduo t�o doente, n�o �?

- Vou cozinhar, est� bem? - Sim.

Ol� Ruth. Posso usar o computador por um minuto?

Charlie pegou um bagre, heim?

Um bagre.

- O Dr. Kruger sabe disso? - Acha que eu viria aqui...

...se ele n�o tivesse pedido?

Est� bem.

- Vou sair para o almo�o. - Certo.

BANCO DE DADOS DOS PACIENTES

POR FAVOR, ESCREVA O NOME DO PACIENTE

Howard. John Howard.

Howard Johns?

Oh, meu Deus!

Deram alta para o homem errado!

Oh, meu Deus!

O que voc� quer?

Quero checar as condi��es de um dos pacientes.

Ter� que pedir permiss�o ao Dr. Kruger para trabalhar aqui.

Sou uma m�dica, Virgil. N�o est� lembrado?

N�o h� problema l� dentro.

Est� tudo tranq�ilo.

Essas pessoas j� est�o sendo ajudadas.

N�o precisam mais passar por exames.

Entendeu, doutora?

Cuidamos deles 24 horas por dia.

- Acho que tenho que averiguar. - Se quer trabalhar aqui...

...deve pedir permiss�o ao Dr. Kruger.

Ao Kruger, Dra. Gilmore.

COL�GIO FEMININO BARRINGTON, NOVA YORK.

- OK, te amo muito. - Certo, nos vemos depois.

- Oi Ralph! - Oi Barbara!

- Bom final de semana! - Obrigada, tchau!

N�o!

N�o!

N�O ENTRE

Oh, meu Deus!

Te disse que n�o haviam problemas aqui.

Nenhum m�dico me diz quem devo atender.

- E esses pap�is... - Voc�s t�m que me dizer...

...o que est� havendo aqui.

Essas condi��es s�o desumanas!

Os pacientes n�o s�o humanos. S�o verdadeiros malucos.

Doutora, eles s�o muito grandes. Podem tanto viver como morrer aqui.

N�o podem fazer isso. N�o podem manter essas pessoas assim.

Precisam se exercitar!

A eletricidade, doutora. O milagre da Ci�ncia moderna!

D� dois minutos a esses beb�s e ser� como horas de malha��o para eles.

� melhor mant�-los eletrocutados.

As melhores palavras, vem das piores origens.

Me d�em licen�a.

O que � isso, doutora? N�o seja mal-educada.

Quero que saibam que vou relatar o que vi ao conselho.

- Voc� n�o tinha que vir aqui... - Fa�o exatamente o que quero!

Agora, me d�em licen�a.

Para que tanta animosidade, doutora.

Ei, que tal tomarmos um cafezinho...

Saiba que aqui a m�dica sou eu.

Eu sou a chefe e voc� � um mero atendente.

- Esqueceu de algo sobre mim? - Tchau!

Dr. Kruger, lembra-se do paciente de ontem?

Assuntos profissionais devem ser tratados em meu gabinete.

� muito importante. Descobri um terr�vel engano.

- Descobriu? O que quer dizer? - Falo sobre John Howard.

Foi dada alta para o paciente errado.

Ah, �? E como chegou a essa genial conclus�o?

Veja estas planilhas.

Onde arranjou isso? Esses arquivos s� podem ser acessados na minha sala.

Kruger, ele vai matar pessoas nas ruas.

Diz que John Howard n�o foi liberado...

...mas sim, Howard Johns, um perigoso psicopata.

E de onde tirou essa informa��o?

Chequei todos os relat�rios de altas e esta � alta de Howard Johns.

Voc� esteve na minha sala.

Algu�m tinha que ver isso.

Como voc� entrou em minha sala?

Para voc� ter entrado l� deve ter havido alguma brecha.

Brecha! Que brecha, o qu�!

Howard Johns � que achou uma brecha para sair daqui!

E o que voc� est� fazendo com aquelas pobres pessoas?!

Est� dando altas irrespons�veis, quando n�o os embala em sacos pl�sticos.

Est� bem!

Voc� est� certa. Voc� tem a minha aten��o.

Ent�o?

O que vai fazer?

N�o pode deixar um homicida como Johns livre na cidade.

Considerando as condi��es, ele � um verdadeiro perigo...

...nas ruas de Manhattan.

- Algu�m mais sabe disso? - N�o.

Queria que voc� fosse o primeiro a receber as boas not�cias.

- Agora vou at� a sala da Dra. Anderson. - Acho melhor n�o incomod�-la agora.

Acho que eu mesmo posso cuidar desse probleminha.

- � isso? - � isso mesmo.

Olhe, talvez por ter recebido alta, o Johns n�o se envolva em confus�o.

O que por exce��o, n�o posso dizer o mesmo de voc�.

Certo?

- Voc� me deve cem d�lares! - Me deixe fora dessa.

Ah, uma volta. Cinq�enta.

Valeu!

- Quanto tempo estamos jogando. - Sei l�. Preciso de uma.

Jane, por que a pressa? N�o pode esperar mais tr�s dias?

Esse perfil n�o � dos mais interessantes.

- Estacionamento, a� vou eu! - Oh, n�o acredito!

Ela chegou ao estacionamento!

- Quem vai comigo na casa das m�quinas? - Nos vemos. Divirtam-se.

Qual desses caras v�o me olhar?

Muitos caras v�o olhar esse rostinho.

N�o foi minha culpa por ela ter ido embora daqui.

Quero umas fotos suas antes de ir embora.

Srta. Lorraine, v� at� l�, por favor.

Deixe-me te mostrar...

Pare! Pare com isso!

Devia te bater! Sua puta, pare com isso!

Pare. Est� tudo bem.

N�o devia mostrar suas partes na frente de todo o mundo.

N�o est� na frente de todo o mundo. S� estamos n�s aqui.

Est� tudo bem.

Est� tudo bem.

Sra. Collins, ela s� estava brincando.

Sim, � mesmo. Acho que n�o estou acostumada.

Mas, n�o se deixem levar pela tenta��o.

Um pouquinho de tenta��o faz bem, � s� ir pelo caminho certo.

Pegue leve, Pam. Isso n�o teve gra�a.

Voc�s deviam estar aprontando... Deixem arrumado.

Voc� n�o tinha que ir �s 19h?

� ter� que fazer as malas.

- Ei, que tal irmos at� o tribunal antes que voc� se v�. - Certo.

E tome cuidado para o homem do saco n�o te pegar.

�s duas da manh�. Me deixe em paz, sua chata!

N�o tenho tempo para brincadeiras est�pidas.

Pam?

Cheryl?

O que � isso, pessoal?

Voc�s est�o a�?

Pam?

Cheryl?

Pam?

Eu os chamei, pois a Dra. Gilmore...

...me contou uma coisa muito grave.

Que por um mero engano de nomes, foi dada alta a um paciente...

...diagnosticado como um criminoso insano.

Agora, estamos com um problema monstro!

Dra. Anderson, assumo a responsabilidade do fato.

Infelizmente, foi um fato ocasionado por uma brecha nos arquivos.

Howard Johns � um paciente que n�o recebeu alta do programa.

Como assim?

� muito simples. Howard Johns n�o tomou alta...

...do programa. Ele n�o mais existe.

N�o estou entendendo.

John Howard � que estava sob vigil�ncia interna.

Penso que n�o � um problema t�o s�rio.

Aqui voc� v� que Howard Johns levou alta e consta que...

...John Howard � quem deveria continuar internado.

Aqui consta que ele esteve envolvido no massacre da fraternidade...

...e que faleceu por causas naturais em 27 de setembro.

Certo, muito obrigada.

Agora, vamos manter trancados os perigosos para que n�o levem alta.

Mas, esse tipo de erro, � inescus�vel e n�o � aceit�vel.

Dra. Anderson, posso fazer uma pergunta?

Onde est� o corpo de Howard Johns?

- Foi enterrado em... - Foi cremado...

Doutores, o que houve nesse caso?

Acho meio estranho um corpo ser enterrado e cremado.

Dr. Kruger conhece mais sobre este caso do que eu.

Obrigado.

Quem cuidou dos pap�is funer�rios foi a fam�lia do paciente...

...e eles procederam a crema��o do corpo de seu ente.

- E foi isso o que realmente aconteceu?

Sim. Foi na semana passada.

Gostaria de ver os documentos da crema��o.

N�o acha que est� passando do limite?

Devo acreditar que isso � verdade, n�o?

Dra. Gilmore, isso n�o � de seu interesse!

Por favor, vamos nos acalmar!

Obrigada.

Joan, n�o vejo problemas no que o doutor nos disse.

- N�o? - Bom, doutor, ainda tem os arquivos?

Certamente.

Preciso de sete dias para trazer todas as informa��es de volta.

Ela v� a descoberta da Era, eu vejo uma pilha de documentos.

Oh, Dr. Kruger, Joan, vamos para l� um pouco.

Este quase foi um incidente tr�gico, Dr. Kruger.

Acho melhor dar um tempo com seu programa de altas.

Vou lhe dar uma colher de ch�.

- Mas, doutora, temos pacientes... - Chega.

� mais importante n�o cometermos mais erros.

Sim.

- Joan, h� quanto tempo n�o tira folga? - Cinco meses.

S� isso? Esperava centenas de semanas.

Que tal tirar esta semana de folga?

� uma chance para deixar os outros resolverem os problemas deste lugar.

- Parece uma boa id�ia. - Muito bem.

Nos vemos na manh� de segunda-feira.

Enquanto isso, o doutor vai arrumando a papelada de Howard Johns.

Descanse bastante, Dra. Gilmore!

N�o � muito bom para uma �tima profissional como a senhora,...

...conviver com tanto estresse, n�o acha?

Mais dois pacientes como esses, poderiam ser demais para a senhora.

Tchau.

Com licen�a.

Ah, oi!

Oi!

Poderia chamar o respons�vel pela delegacia, por favor?

Oh, claro. Claro.

Sou eu mesmo. Sou o xerife Liggett.

No que posso ajud�-la?

Meu nome � Joan Gilmore. Sou psiquiatra de um hospital de Manhattan.

Poderia ver o arquivo da pris�o de um dos meus pacientes?

O nome � Howard Johns.

Por qu�?

Bem, � um paciente importante e como sou a respons�vel por ele...

...devo conhecer seus dados para trabalhar com ele.

Os �nicos dados que tenho desse desgra�ado � que ele � maluco!

Ele n�o � t�o maluco. Ele � uma pessoa doente.

Ah, �?

Ent�o, d� uma olhada aqui, Dra. Gilmore. V� isso? V�?

Sim.

Meu pesco�o foi arrega�ado. O Sr. Johns fez isso comigo.

Por que est� aqui?

Na verdade, suspeito que houve um erro nas altas...

... dos pacientes nos �ltimos dias.

E considerando as condi��es, acho que ele tanto pode se machucar,

como pode machucar outras pessoas.

Espere um momento! Espere um momento!

Vamos voltar um pouco a fita!

Voc� suspeita que deram alta para ele ou n�o sabe de nada?

Est�vamos numa fase de altas e acho que ele foi liberado no lugar de outro.

Veja bem, voc� pode me ajudar?

N�o estou certa se poderei voltar aqui.

E voc�s botaram esse maluco nas ruas para curtir a luz do luar?

Eu o entendo. Mas � de extrema import�ncia encontr�-lo.

Muito bem, Dra. Gilmore. Obrigado pela conversa.

Ou�a...

Me ligue amanh� de manh�. Tenho que checar essas informa��es....

...antes de permitir seu acesso aos arquivos da delegacia.

Se voc� ligar ao hospital, dir�o que Johns est� morto.

O qu�?

Bom, essa � uma das hip�teses.

Est� brincando comigo? O que � isso?

O cara realmente est� nas ruas ou est� morto?

- Qual � a est�ria, afinal? - � poss�vel que esteja morto.

Por que n�o checa os seus pap�is antes de tirar conclus�es precipitadas?

Eles dar�o toda a informa��o que precisar.

Seria muito interessante se eu pudesse ver os arquivos da pol�cia.

Cheque os jornais. Essa � a melhor pedida!

Obrigada, Xerife. Fico agradecida pela ajuda.

N�o comente isso. Por favor, n�o comente isso.

Al�, Valery? Ou�a, Val:

Me passe o endere�o e n�mero do telefone do manic�mio...

...Christ Haven de Manhattan.

Christ Haven. Christ Haven.

Certo. Quero falar com algu�m de l�, sobre o desgra�ado do Howard Johns.

Est� bem. Obrigado, Val.

Al� Mark?

ESCRIT�RIO DO JORNAL

Ol�?

Sim?

No que posso ajud�-la?

Gostaria de uma pequena ajuda.

Gostaria de fazer uma pesquisa de mat�rias sobre o nome Howard Johns.

Poderia dar uma olhada no arquivo de microfilmes?

N�o temos arquivo de microfilmes.

Est� tudo bem, Anne.

Por que quer saber sobre Howard Johns?

Anne, deixe que eu cuido disso.

Ah, deixe comigo. Voc� vai perder tempo com isso.

Quem est� perdendo tempo?

Se a...

Tente dar uma olhada em volta e seja bem-vinda tamb�m.

Mas voc� poder perder bastante tempo atr�s desse material.

N�o vou perder.

N�o? H� muita coisa interessante dentro do jornal.

Por que n�o entramos, minha querida?

� Paul Barkin.

Cuide disso.

Ent�o, acho que voc� quer saber sobre o massacre na fraternidade.

Sim.

Ouviu algo de outra pessoa nos �ltimos meses?

Sobre as quest�es da reitoria?

Droga. Gostaria de saber o que significa.

Qual � a revista?

Ah, "Reportagem Nacional".

Certo, ent�o � "Reportagem Nacional".

Tudo acontece quando se � uma psiquiatra em Christ Haven.

- O Xerife te contou, n�? - Sim.

Mark McGowan. Joan Gilmore

Ou�a, estou bastante interessado na informa��es que voc� procura.

Quer falar contigo.

Bom, voltarei logo.

Oi, Paul.

Hotel?

A fraternidade � a id�ia.

Voc� quer informa��es sobre Johns, certo?

Certo.

Ent�o, como bom jornalista investigador que sou...

...vou arranjar tudo o que voc� precisa sobre a fraternidade.

A quest�o � que temos que arar o terreno.

Voc� passa direto da cidade, depois iremos aos quartos da fraternidade.

E l� est� voc�: Na cena do crime!

Voc� tem de volta seu paciente e eu tenho uma hist�ria!

Bela id�ia, rapaz do interior.

Como fa�o para parecer com uma estudante da fraternidade?

L�. No meu escrit�rio.

Ela tem uma irm� na Delta.

Podemos ir ao baile.

Voc� realmente est� falando s�rio ou est� brincando comigo?

Se voc�s encontrarem a Lorraine...

...digam a ela que estou muito brava por ela n�o ter se despedido.

- N�o ligue para isso. Ela � uma puta. - �, ela � uma boba.

Ah, mas a considero como minha irm�, sabe?

Nos vemos, tchau!

- Com licen�a, oi! - Oi.

Meu nome � Joan Gilmore. Sou de Boston e estou procurando...

... minha irm�, mas n�o achei vagas nos hot�is da cidade.

Posso passar a noite aqui?

Sem problemas. Est� tarde para andar por a�.

Sou Cheryl. Essa � a Pam e essa � a Jane.

Prazer.

Ah, temos que perdir permiss�o a Sra. Collins...

Eis que estou aqui. Sou a Sra. Collins.

Por mim tudo bem de voc� ficar conosco, Srta. Gilmore.

- Poderia pegar as malas dela? - Ah, claro!

Estarei na casa de tr�s, caso queria me ver mais tarde.

Maravilha.

Ah, voc� pode ficar no quarto da Lorraine.

Coloque as coisas dela l�, que mostrarei a casa a ela.

Obrigada!

Vai ser divertido! J� estou me sentindo alguns anos mais nova!

Vamos!

Nossa, que legal!

Devem gostar bastante daqui, heim?

N�o � t�o legal no feriado, pois os rapazes n�o ficam aqui.

Melhor do que a casa de campo da Megan.

� verdade o que eu ouvi na cidade sobre esta fraternidade?

O que voc� ouviu?

Ouvi falar que houve uma s�rie de assassinatos a muito tempo atr�s.

Sim. Ficou conhecido como o "Massacre da Fraternidade".

Por favor, Cheryl. N�o quero ouvir essas est�rias.

- � verdade mesmo? - �. Tinha sangue por todo lado.

Oh, Cheryl. Voc� � realmente uma nojenta.

Bom e o que aconteceu?

�ramos crian�as na �poca. N�o sabemos muita coisa.

Mas ser� que a Sra. Collins n�o sabe nada a respeito?

Pergunte a ela.

Acho que n�o h� pessoa que mais saiba sobre isso do que ela.

� a Hist�ria da vida dela.

De vez em quando, ela espia pela janela.

Um dia tentei saber dos detalhes sangrentos da hist�ria...

...mas ela n�o toca no assunto.

Poder�amos mudar de assunto?

Vamos l�. Vou te mostrar onde voc� ir� dormir.

Nos vemos mais tarde.

Ol�!

Oh, Srta. Gilmore! Entre, por favor.

Esqueci completamente o por que da sua vinda.

Na verdade, sou a Dra. Gilmore.

Estava feliz por pensar que voc� seria mais uma crian�a por aqui.

Esse lugar � bastante tranq�ilo durante as f�rias.

Tudo bem, Sra. Collins. Eu a entendo.

Deve ser duro lidar com essas meninas.

N�o � ter que lidar. � ter que morar com elas.

- Sente-se, por favor. - Obrigada.

� solit�rio?

Sim.

� bastante solit�rio.

As meninas v�m e v�o.

Mas Francis se foi.

Francis era meu filho.

Ele me adorava.

Sempre me trazia flores frescas de manh�.

E ent�o...

Deus...

...o tirou de mim.

Aceita um ch�?

N�o, obrigada.

- Voc� tem filhos? - N�o, n�o tenho.

Acho que as crian�as s�o um presente para o mundo.

Tento proteger minhas garotas. Mas elas n�o d�o muito valor...

...ao que fa�o para elas.

M�s coisas. Maus namorados.

Assassinato?

Voc� era a senhoria quando os crimes aconteceram?

Que tipo de m�dica � voc�?

Sou uma psiquiatra, Sra. Collins.

N�o tem direito de fazer isso. N�o tem o direito.

Sei que � muito duro para a senhora...

- Me perdoe. - � duro sim.

N�o durmo � noite!

Tenho pesadelos...

Fale sobre isso. Posso ajud�-la.

Foi uma noite horr�vel.

Howard estudava com elas.

Sempre procurava por elas. Sempre procurava por elas.

"O Queridinho Delas". Como as garotas o chamavam.

Mas em uma noite em particular, ele veio at� aqui

Foi assim... Foi assim que aconteceu.

Garotas, se querem entrar para a nossa fraternidade...

...ter�o que aprender, para ter o acesso.

Ele estava espionando as mo�as.

Vamos, mais forte.

- O que h� com voc�? - Ele tinha 19 anos.

Me passe.

Elas tinham algo em mente. E ele sabia disso.

O retardado do Johns est� aqui nos espiando.

E o que voc� vai fazer sobre isso?

Vamos fazer uma brincadeirinha com ele.

Boa id�ia.

Elas o fizeram virar v�rios copos de bebida.

Enganaram o pobre Howard, fazendo-o cair de b�bado.

- Howard, o que � isso? - O que voc� est� fazendo?

O que foi, Howard?

Mostraram seus seios a ele.

E l� vamos n�s!

Ele foi t�o humilhado. E estava t�o assustado.

At� que ele reagiu a tudo aquilo.

Nenhuma das mo�as sobreviveu.

Devem haver mais fatos.

Foi tudo o que ela me disse.

Johns espionava as garotas durante um trote na faculdade...

...elas o descobriram, o surraram e ele reagiu, matando-as.

E foi isso que o levou � interna��o no manic�mio.

� uma mente doente.

� exatamente a mesma coisa que ser normal ou algo parecido.

N�o. N�o exatamente.

Ent�o, Dra. Gilmore.

Como se sentiu, combrindo uma reportagem, usando um disfarce?

At� que foi divertido. Mas, fico pensando trazer de...

...volta aquelas pobres pessoas ao hospital.

Johns e outros podem estar sozinhos por a�.

Imagino o quanto � duro para voc�.

Entendo que leva o seu trabalho � s�rio...

...cuidando em tempo integral dos pacientes...

...mas, o que h� com os outros m�dicos?

Mark, n�o confio nos outros m�dicos.

H� algo terrivelmente errado em Christ Haven.

Acho que j� sei o que est� havendo.

- Sabe? - Claro.

� uma conspira��o!

Espionagem.

Tente imaginar o seguinte: Neste momento, Dr. Kruger...

...est� em seu gabinete...

...olhando para o mesmo lugar!

Certo, certo. Desculpe.

Acho que fiz um barulhinho que todo os E.U.A. ouviu.

Acho que n�o fiz nada certo at� agora.

Est� fazendo tudo certo para mim.

N�o tenho tanta certeza.

Como ele morreu na semana passada e ningu�m soube?

E se voc� estiver certa?

Se eu estiver certa, acharei Johns em algum lugar de Barrington.

E eu farei quest�o de ajud�-la nisso.

T� bom.

Vou te proteger.

� o meu destino. S� me d� um minuto.

Poderia ficar contigo, durante a noite.

Muita intimidade, n�o acha?

- Oi! - Bom dia.

Bom dia! Aproveitou bem a noite?

Foi maravilhosa.

- Fa�a seu caf� da manh�. - Para mim basta um caf�zinho.

Voc� perguntou a ela sobre os assassinatos ontem?

- Sim. - Vou fazer minhas malas.

Se quiser, pode nos contar o que mais aconteceu.

- Certo. Quando? - Agora mesmo!

- Agora? - Agora mesmo!

- Est� bem. - Ir� se juntar a n�s?

- Estou fora! - Certo. Vamos.

Nunca mais fizeram trotes de inicia��o aqui.

- Por que n�o? - Por causa dos assassinatos.

- Aonde isso vai parar? - At� o outro lado.

Aqui estamos.

� isso.

O problema � que n�o sei exatamente o que ocorreu.

Se voc� se aproxima, pode ver coisas grudadas nas paredes.

Ei, o que as senhoritas pensam que est�o fazendo aqui?

A escola est� fechada.

Pensei ter dito a voc� e a qualquer pessoa n�o entrar aqui.

Me perdoe, Sr. Hackler. Eu s� estava mostrando...

...a ela o lugar e j� estamos indo embora.

�? Ent�o andem logo. E n�o aprontem nada, ouviram?

Voc�s viram os ratos?

Est�o cada vez mais grandes e famintos a cada ano!

Ratos?!

N�o lembro de v�-lo sorrindo desse jeito.

Acho melhor irmos embora.

Ah, qual �, Cheryl? Pensei que fosse uma garota durona.

Nesse tipo de situa��o, sem chance.

Quero sair daqui. Esse lugar � nojento.

Vamos � cidade hoje. Quer ir conosco?

N�o, obrigada. Pode ir embora. Vou ficar mais um pouco.

Nos vemos � noite?

Claro. Se voc� achar o caminho de volta.

- Tchau! - Tchau.

Howard Johns?

Por que n�o sa�mos...

Isso n�o foi bonito.

Me deixe ir!

- Socorro! - O que est� havendo aqui?

Sr. Hackler, por favor! H� algu�m aqui. Ele me agarrou.

O que houve com as luzes?

Deve ter queimado o fus�vel.

N�o vejo droga nenhuma aqui.

Malditas garotas, acham que existem bobos por todos os lados.

Vamos, vou tir�-la daqui agora.

Eu disse para irmos, droga! Fa�a o que eu digo.

Christ Haven.

Al�? Poderia me passar para a Dra. Anderson, por favor?

� a Dra. Gilmore.

Um momento, por favor.

Cheryl?

Joan! Como est�?

Por que est� me ligando na sua folga?

Doutora, me ou�a. Encontrei Howard Johns.

Ele est� em Barrington, Nova York. Eu o encontrei.

- O qu�? - Encontrei Howard Johns!

O psicopata que Kruger disse que est� morto.

- Voc� o viu? - Sim, o vi na faculdade.

Chamou uma ambul�ncia?

N�o. Estava sozinha, n�o pude det�-lo. Mas tenho certeza que � ele.

Ent�o preste aten��o, Joan.

Fique a�, que vou mandar pessoal o mais r�pido que puder.

N�o d� para esperar! Acho que ele n�o machucou...

...ningu�m ainda, mas daqui umas tr�s horas, ele ficar� violento.

Tenho que fazer alguma coisa agora.

N�o fa�a nenhuma besteira. J� estou mandando pessoal a�.

Doutora, n�o confio no nosso pessoal.

Est� bem. Ent�o, tenha cuidado!

- Achou algo sobre o massacre. - Obrigada!

� um furo.

- Anne, onde est� o Mark? - Voc� pegou meu guarda-chuva?

Por favor! Onde est� o Mark?!

- Oh, Mark! Ele tentou me atacar! - Quem? Johns?

Sim! Temos que fazer algo antes que ele fuja!

- Ele est� l� fora? - N�o. Voc� tem que vir comigo!

Anne, cuide do escrit�rio at� eu voltar.

- Xerife? - Ora, ora!

A m�dica sexy voltou!

Encontrou seu psicopata querido?

Ele est� aqui perto e temos que det�-lo antes que machuque algu�m.

- Ela o viu, filho da puta? - Sim, ela o viu!

Xerife, ele est� � solta no campus agora.

Temos que fazer algo agora!

D� um tempo, McGowan! N�o me venha com as suas merdas!

Liguei para o trabalho dela e confirmaram que ele est� morto.

Al�m do mais, estou satisfeito com as informa��es do hospital.

Estou lhe dizendo! Eu o vi na faculdade!

O guarda da faculdade estava comigo.

Hackler? Hackler estava contigo?

N�o extamente isso. Johns escondeu-se quando ele apareceu.

N�o temos muito tempo. Ele pode ir para qualquer lugar.

Entendo.

Olhe, peguei sua pulseira de identifica��o.

Me conte mais!

Joan, tem certeza que era o Johns?

Olhe, falei com o hospital ontem, e eles disseram que voc� nunca...

...viu o Johns. Nem mesmo sabe como ele �.

� ele! Provavelmente vai tentar...

...cometer o mesmo crime que cometeu anos atr�s.

- Voc� tamb�m o viu, McGowan? - N�o. N�o estava l�.

- E o que voc� tem a me dizer? - Atenda o telefone, Willy.

Al�?

Sim, pode passar. � do Hospital Christ Haven.

Pe�a para falar com a Dra. Anderson, Xerife.

- Al�, Dr. Kruger. - Ele n�o! Com a Dra. Anderson!

Ei, comporte-se em meu gabinete!

Al�, Dr. Kruger. Recebeu minha mensagem?

Sim. Acredito que estejamos falando sobre...

...um ex-paciente chamado Howard Johns.

- Ex-paciente? - Sim.

Infelizmente, ele faleceu na semana passada.

N�s o perdemos, mesmo cuidando dele.

Sim, � um caso triste. Muito triste.

Mas, n�o t�o injusto.

Dra. Anderson? Sim, ela est� aqui.

S� um momento, Xerife. Vou transferir para ela.

Sim, Xerife.

� isso mesmo. Howard Johns morreu.

Vou encaminhar os documentos ao senhor pelo fax agora.

Algumas das melhores not�cias vem depois que algu�m morre.

N�o ligo para o que eles dizem! Est�o encobrindo o pr�prio erro.

Olhe, se voc� provar que Johns est� vivo...

... a Dra. Anderson estar� encrencada.

N�o deveria ter deixado aquela aberra��o viva.

Ele est� l� fora, Xerife.

Olhe, mo�a. Deixe isso para l�.

N�o quero problemas.

Agora, Dra. Anderson, a diretora do Christ Haven falou comigo...

...e me disse que o demente que voc� disse ter visto vivo...

...estava morto. Correto?

E essa droga de atestado...

� a assinatura da Dra. Anderson, certo?

Isso � muito bom para mim.

Est�o certos, Joan. Como pode ser um erro?

- N�o pode ser o Johns. - Est�o errados.

Quem estiver perto da faculdade, est� correndo perigo.

Vou voltar.

Espere um momento. Vamos conversar antes.

- Esque�a! - �, esque�a.

E voc� tamb�m caia fora dessa merda de lugar, antes que eu fique puto.

S� porque � um merda que s� pensa no pr�prio pinto!

Heim? Certo?

Bom, acho que j� est� tudo esclarecido.

Eu espero, senhor.

Acho que voc� e Virgil deveriam ir at� l�.

Por qu�?

Kruger, voc� realmente acha que me convenceu? Voc� acha?

Pensa que n�o sei que voc� forjou a morte de Howard Johns no arquivo?

O que vai acontecer quando o encontrarem vivo?

Quer uma sugest�o? Podemos peg�-lo n�s mesmos.

Kruger, quero que voc� mande o Jesse at� a faculdade...

...para procur�-lo. Entendeu?

- Foi s� uma sugest�o. - Voc� entendeu?

Jesse?

- A� est� o suprimento m�dico. - T�m id�ia de como � a cara dele?

Sejam o mais discretos poss�vel. Eu o quero de volta.

� muito importante que o encontrem.

A Dra. Gilmore tamb�m?

Claro.

- Joan, por que n�o fala comigo? - Voc� s� me faz andar para tr�s.

O que voc� esperava que eu dissesse depois de ler aquele atestado de �bito.

N�o sei! S� esperava que voc� acreditasse um pouco em mim.

Eu acredito. Acho que h� algo falso em tudo isso.

Espere um minuto.

Acredita em mim agora?

Um pneu furado! O que isso prova?

Certo. Est� bem.

Joan.

Vamos trabalhar juntos nisso.

N�o h� necessidade de assustar as garotas.

Est� bem. Vou sozinha at� l�.

S� quero saber se elas est�o seguras.

- Oi meninas! - Oi!

- Esse � o Mark. - Ent�o, esse � o Mark!

- Oi Mark! - Oi!

Aqueles pestes furaram os pneus do meu carro.

- Jane, quem s�o os pestes? - Ah, � s� uns caras da faculdade.

- S� est�o de farra. - E que bela farra, heim?

Para voc�s isso � farra, mas minhas f�rias est�o arruinadas!

Teria que dirigir por cinco horas, para come�ar a curtir minhas f�rias.

- Voc� ligou para a pol�cia? - Claro que ela n�o ligou.

O telefone da Sra. Collins est� desligado?

N�o, a Sra. Collins n�o est� em casa.

Ela saiu e deixou tudo trancado.

Ou�a, n�o quero ser incoveniente, mas quero ir embora daqui.

Voc�s poderiam me levar a umas milhas daqui?

Minha irm� e o namorado dela ir�o me pegar no meio do caminho.

Tenho que estar l� no meio da manh�.

Poderiam me dar licen�a, por um minuto?

Joan.

- Onde ela achouo achou! - Tenho que sair daqui.

N�o se preocupe.

O que voc� vai fazer? Viu como n�o tinha que se preocupar?

E se n�o for isso?

�.

Bom, podemos oferecer a carona.

N�o as deixarei sozinhas.

Est� bem. Ou�a isso.

Fique com elas na casa...

Deixo a Jane na estrada...

Ligue para o meu escrit�rio e diga que voltarei em meia-hora.

Est� bem.

Certo, garotas, ou�am: Provavelmente � s� uma brincadeira,

Fiquem seguras juntas, com as portas trancadas.

Vou deixar a Jane na estrada e voltarei logo.

Ligue para sua irm� e diga que j� estamos saindo.

- Tchau, pessoal! - Tchau!

Certo, vamos trancar tudo. Me d�em apenas um minuto.

- Certo. - "Vamos trancar."

Traremos de volta esse babaca! Vou me divertir com isso.

Sim senhora, Dra. Gilmore!

Membro da diretoria. E n�s que traremos o merda de volta.

Acho que voc� esqueceu que temos que pegar o Johns e ela tamb�m.

Lembre-se disso, orelhudo de merda!

V� � merda, Virgil.

Perder um maluco � como perder o outro.

� s� usar esse bast�o el�trico e far� qualquer maluco perigoso...

...virar um porquinho.

Que merda est� falando?

Uma maldi��o. Isso � o que o computador �.

Nos faz encontrar palavras.

Voc� � um babaca do caralho!

Oh, meu Deus!

Fique no carro.

Minha irm�... O que aconteceu?!

Volte para o carro! Fique a�!

- N�o! - Fique a�!

- Jane, fique a�! - o que houve?!

Fique a�, caramba!

Oh, meu Deus!

Volte aqui!

Fique l� atr�s.

Oh, meu Deus!

- Oh, meu Deus! - Voc� tem que ajud�-la!

Meu Deus, isso n�o � uma piada! Vamos embora daqui!

Voc� tem que ajud�-la!

Vamos Anne! Atenda a porra do telefone!

Jane, preciso que me fa�a um favor.

Voltarei � faculdade e quero que ligue para o Xerife.

Pode fazer isso?

Jane, pelo amor de Deus! Nos ajude!

O n�mero da delegacia est� a�. Ligue para ele.

Diga tudo o que aconteceu no acampamento.

Vou levar minha arma at� a fraternidade e trarei as garotas para c�.

Pode fazer isso?

Sim.

Ligue e s� fa�a isso.

- N�o � o carro dela? - Bingo, Virgil!

Isso ser� bem divertido!

Vamos peg�-la!

Sabe, n�o pensei que ela teria aquela rea��o.

Esses caras vivem fazendo besteiras como essa.

S� querem nos assustar.

Eles derrubaram a porta da sala?

Esses caras n�o tem nenhum limite de bom senso.

Oh, meu Deus!

Olhe atr�s de voc�!

Merda!

Oh, n�o! Pare. Merda!

N�o morra.

Joan! Joan, r�pido!

Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!

Joan! R�pido!

Cheryl? Pam?

Seu idiota, voc� quase me matou!

Me perdoe, senhor. Somos do hospital Christ Haven.

S�o do hospital? Gra�as aos c�us!

A Dra. Gilmore estava certa.

Joan, devia estar aqui! Estamos em grande perigo.

- Temos que ach�-la. - Exatamente, viemos encontr�-la.

N�o est� entendendo? H� pessoas mortas...

Coloque-o l� atr�s n�o quero v�-lo novamente!

Estamos com sorte. Vou busc�-la.

Oh, Dra. Gilmore!

Preciso falar contigo.

Johns est� aqui. Ele matou duas pessoas.

Por favor, me ajude!

Claro!

Dra. Gilmore!

Venha para o papai, nen�m!

N�o tenha medo.

N�o!

Pegue-a!

Qual �, doutora?! Abra!

Jesse, desmonte a fechadura.

Certo, doutora. Vamos levantar a sua bundinha.

E depois disso, vou comer um bom peda�o de carne.

Toda carne!

Ela bloqueou a porta.

Bosta! Foda-se essa puta!

N�o!

N�o!

N�o!

N�o!

Jesse? Jesse?

Vamos. Levanta, levanta.

A casa inteira est� trancada.

Vou quebrar aquele gorila no meio.

- Como se fosse... - Cale a boca!

- Ele est� ali! - Est� bem!

Jesse, entre.

� ele!

Vamos peg�-lo!

Olhe quem est� aqui!

Toda embrulhada como um presente de Natal.

Fique esperto. O Johns est� aqui tamb�m.

Ei, Dra. Gilmore! Tenho um novo relat�rio...

Virg?

Jesse, o bast�o de choque!

- Por ter tentado me matar, seu filho da puta! - J� chega, j� chega, Jesse!

Vim te salvar, doutora.

Lev�-la para casa.

Voc� e eu aqui.

Juntos para sempre.

Voc� � uma morta-viva agora.

Merda, Virgil! N�o consigo ver porra nenhuma!

- Acenda as luzes. - Vamos, me fa�a esse favor.

Estou com um peixe grande aqui.

N�o abuse muito dela.

N�o quero que se preocupe.

N�o se preocupe. Voc� n�o quer viver?

N�o vai ficar sozinha.

- O que �... - Vou te dar uma aten��o especial.

� isso! "Emo��o no oceano."

Puta merda!

PERIGO

PERIGO ALTA VOLTAGEM

N�o!

Sr. Hackler?

- Mark! - Pegue a arma! Pegue a arma!

- Vou atirar! - Eu disse a mesma coisa!

Joan!

Joan!

Socorro!

Francis!

Francis!

Me perdoe, meu pr�ncipe!

N�o!!!

Voc�, n�o!

Vou te bater, sua puta!

Voc� o deixou! Ele te amava!

Voc�! Voc� o humilhou!

Voc� abandonou o meu menino!

Pare com isso. Voc� deixou meu menino te amar.

Sua �gua, sua puta!

Ent�o, foi isso o que aconteceu.

Foram descobertos onze corpos brutalmente assassinados...

...em uma faculdade no distrito de Barrington, Nova York.

Dezessete anos atr�s, em um domingo sombrio...

...uma chacina igual a esta foi cometida na fraternidade Delta...

...e mais uma vez...

Bom, acho que realmente deram alta para o cara errado.

Howard Francis Johns era o filho da Sra. Collins.

A senhoria das garotas mortas a dezessete anos atr�s.

Por isso ela me contou sobre a casa das m�quinas.

Ela escondeu o filho. Teve o beb� secretamente.

Fez tudo isso para n�o perder seu emprego no campus.

E n�o podia sequer defend�-lo.

Eu n�o diria isso.

Enquanto isso, as atividades do manic�mio Christ Haven...

...est�o suspensas por uma investiga��o policial.

Sou Ralph Miller. Da KTA Not�cias.

Agora, voltamos ao est�dio.

Tudo resolvido agora, n�?

N�o h� mais nada a fazer aqui.

Meu Deus, tenho que voltar.

Oh, quase esqueci do meu anel.

Bom, vou voltar para Nova York novamente.

Eu n�o. Vou voltar para o meu escrit�rio, como um jornalista profissional.

Temos uma bela est�ria para trabalhar por durante vinte anos.

Ah, para o inferno com isso!

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