Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A HIST�RIA A SEGUIR � FICT�CIA E N�O RETRATA PESSOA OU EVENTO REAL
No sistema de justi�a criminal,
crimes sexuais s�o considerados especialmente hediondos.
Na cidade de Nova Iorque, os dedicados detetives
que investigam estes crimes cru�is
s�o membros de um esquadr�o de elite
conhecido como Unidade de V�timas Especiais.
Estas s�o suas hist�rias.
-Ol�. Posso ajudar? -Sim. Onde est� Nicky?
-Quem? -Nicky Amaro.
Sou a sargento dele. E voc� �?
Voc� � a sargento? Eu sou o pai.
-Voc� � o pai de Nick? -Sim, Nicholas.
Como vai?
Meu filho nunca disse que sua chefe era t�o...
Encantadora.
Certo. Por que n�o se senta e eu digo a ele que
-voc� est� aqui. -Obrigado.
Nick. Qual o seu nome?
Sim. Ela queria.
Tenho certeza que sim.
Em primeiro lugar, ela era gostosa.
Sim, gostosa. Certo.
Nick. Tem um minuto?
Algumas pessoas os enrolam... Ele os desenrolava!
Espere, quantos anos ele tinha?
Cinco. Voltei para casa, ele estava cortando
meus charutos. Eu disse, "o que est� fazendo?"
Ele disse, "fumar faz mal a voc�."
Falando no diabo... Nicky.
O que est� fazendo aqui?
Veja como fala com seu pai?
Vim pra dizer um oi.
Para conversar.
�? Bem, Estou trabalhando.
Sargento, se importaria se eu levasse meu filho para almo�ar?
Significaria muito para mim.
-N�o sei se � o melhor momento. -Deixa comigo. Seguro com o Fin.
Isso � bom. Tem amigos verdadeiros aqui.
O que voc� diz, amig�o?
Ainda gosta de comida chinesa?
-Volto em 20 minutos. -Sim.
Voc� quer ir? Vamos.
Pessoal legal, n�o �?
Achei que depois de tantos anos de trabalho voc�
j� teria seu pr�prio escrit�rio.
Mal te vi desde meus 15 anos. N�o pode s� aparecer...
Nicky, veja. Estou dando uma festa e preciso que venha.
Eu quero que voc� venha.
Por favor.
-N�o vai rolar. -Vai sim.
� um jantar de ensaio.
Vou me casar, Nick.
Estou apaixonado.
Equipe SubsSVU
Tradu��o: AdaL0velace|L.Corleone|Manu
Tradu��o: Marcela|SilasP|Thiago
Revis�o: CarolJ|L.Corleone|SilasP
subssvu@gmail.com fb.com/SubsSVU @SubsSVU
Law and Order: SVU S16E12 "Padre Sandunguero"
Quantos anos ela tem? 25?
Gabriella? Que isso... Ela tem 28.
Sua fam�lia toda se mudou para c�
de um vilarejo da Rep�blica Dominicana.
Ent�o por que vai se casar aqui?
Eu n�o sei.
Uma forma de superar Miami, sabe?
O que eu vou fazer na minha idade?
Morrer fazendo sexo oral nela?
A fam�lia da Gabriella est� aqui agora, ent�o...
-Bem, voc� n�o est� voltando. -Eu poderia.
Sabe, tenho uma vantagem.
Tenho que te mostrar algo.
Academia de MMA.
Olhe isto.
-Linda, n�o �? Sim, legal.
Voc� deveria vir. Faz bem bater em algo.
Est� se ouvindo?
Nicky, o que quer que tenha acontecido
entre mim e sua m�e na sua imagina��o,
sabe, acabou. Ela superou. Todos superamos.
Voc�s est�o se falando?
Sim, nos falamos o tempo todo.
Sobre voc�, sobre sua irm�,
falamos sobre tudo.
Ela se preocupa com voc�.
Sabe como foi dif�cil para voc�.
Quando Maria foi embora com sua filha desse jeito.
Nick, n�o quero voc� fale sobre mim.
E n�o quero voc� falando sobre Zara.
Certo. Vamos falar sobre o seu filho.
Todos esses anos, voc� nem sabia dele?
Uma vergonha, Nicky.
Foi bom ver voc�, Nicolas.
Vamos fazer isso novamente em 20 anos.
N�o d� as costas para mim, Nick.
N�o d� as costas para mim.
Como foi?
Ent�o Nicolas Fiorello Amaro vai se casar.
De novo. Com uma noiva muito jovem,
e quer que eu v�.
Certo. E?
Bem, visto que ir exigiria
fingir que ele e eu temos um relacionamento...
Estou ouvindo.
Ou que o que houve em casa,
na verdade, n�o aconteceu...
Nick, est� certo em ficar chateado...
Ele n�o pode apagar tudo.
Isso n�o � sobre ele.
Isso � sobre voc�...
Mantendo a sua raiva.
Certo? Aprendi que para curar, temos de deixar ir.
Ent�o voc� perdoou seu pai?
Ou William Lewis?
Voc� perdoou?
Olha, eu sinto muito, eu...
CASA DE CESARIA AMARO QUINTA-FEIRA, 15 DE JANEIRO
Est� falando com ele?
Voc� vai continuar com essa farsa?
Prometi a sua irm�.
Ela quer que todos sejam felizes.
N�o, ela quer que Nicolas seja feliz.
Quanto ela pegou emprestado dele?
Sonya teve dificuldades por muito tempo.
As coisas nunca vieram f�ceis para ela como para voc�.
Sim, trabalhei muito por tudo que conquistei.
N�o sa�a para farra. N�o tinha d�vidas no cart�o de cr�dito.
S� seja gentil.
Ela � sua irm�.
Espere, ela est� aqui? Ela veio de Los Angeles?
Papai!
Oi, Zara. O que voc� est� fazendo aqui?
Ningu�m me avisou.
Era para ser surpresa.
Eu tinha milhas.
E convenci Maria de que era uma ocasi�o especial.
Olha s� para voc�.
Voc� nunca envelhece. Seu filho da m�e.
Pai, tenho um novo vestido para o casamento.
-Sou daminha! -Jura?
Por que voc� n�o deixa a sua av�
te ajudar a colocar o vestido? Quero muito ver isso.
Nicolas te colocou nessa?
Achei que ficaria bravo, mas sabia que quando
-cheg�ssemos aqui... -N�o, j� disse que n�o vou.
-E for�ar mam�e a isso? -N�o fiz isso.
-De qualquer modo, Zara n�o vai. -Foi ideia da mam�e.
Voc� armou para mim. Se eu disser para aquela garotinha que
n�o pode ir, ela vai ficar arrasada.
Se est� preocupado com ela ir, porque n�o vem junto?
Tenho que voltar para o trabalho.
Certo? S� me deixe...
passar um tempo com a Zara.
Bom ver voc�.
Mas se vai lev�-la para essa festa
me fa�a um favor:
Pegue leve dessa vez.
O que isso quer dizer?
Consiga-me um desses mojitos e vou te amar para sempre.
Mantenha esse pensamento. Volto j�.
Olhe vov�. Estamos sentadas juntas.
Como isso aconteceu?
N�o cr� que ela vai se casar com um bode velho como eu?
Depois que ca�rem da cama, eu entro na minha.
Eu sou a sortuda.
Aqui n�o � um tipo de zona proibida.
Essa noite � pela Gabriella!
E voc�s...
Vamos viver isso!
Vamos beber!
Baila! Baila! Baila!
Quando terminar, vou jogar boliche no cais.
-Amigas da faculdade de direito. -Direito?
N�o s�o advogadas ainda.
Algumas s�o gostosas.
N�o s�o sexys. S�o bonitas.
Remarcamos?
Como quiser. V� com calma.
Sim, Maria. Zara est� aqui.
Sim, ela est� na festa com Sonya e minha m�e.
Est� tudo bem.
Claro que estou feliz em v�-la.
S� n�o gosto de ser feito de bobo.
Esta � a minha fam�lia, e eu sou pai dela.
Espere, espere, Maria.
Oi, Zara.
Papai, venha r�pido!
Eles est�o brigando.
Certo, me diga o que est� acontecendo.
Abuelita!
Zara!
Zara!
-Papai! - Zara.
Papai, foi assustador.
Voc� est� bem? �Que pas�?
Todos estavam dan�ando. De repente, o mundo desabou.
Com licen�a. Elas s�o minha m�e e filha.
Pode tir�-las daqui? Fa�a-as chegar em casa.
-Certo. -Animal!
Nicolas � um porco!
Quero ver a Gabriella.
-Nick! -�Est�s bien?
-Gra�as a Deus est� aqui. -Que aconteceu?
Gabriella est� l�. Preciso encontrar papi.
-Nick Amaro, SVU Manhattan. -Os detetives est�o l� dentro.
-Quem chamou a SVU? -Sou da fam�lia.
Gabriella, sou filho de Nicolas, Nick.
Cuidaremos de voc�, tudo bem?
Estou tonta.
Nicolas estava t�o bravo.
Disse que n�o estava o respeitando e ent�o me bateu.
O qu�?
Meu pai fez isso?
Esperate.
�Nicolas es tu papa?
�Que pas�?
N�o me sinto bem. Por favor, me leve para o hospital.
Sim, senhora. Detetive, por favor.
Acredita nisso? Depois de tudo que fiz por ele?
Amiga mia, n�o quero ver voc� se metendo em encrenca.
Meu filho, Nick. Detetive importante em Nova Iorque.
-Certo, Nick? -Precisamos lev�-lo, senhor.
-Quer falar com ele? -N�o, fa�a o que precisa fazer.
O que est� fazendo? Eu disse o que est� fazendo?
Ouviu ela, precisamos do seu depoimento.
-Nos encontre no hospital. -Sim, tudo bem.
Ei, Nick! Vai dizer a eles?
-Voc� � meu filho! -S� fa�a o que eles disserem.
V� com calma.
Liv. O que faz aqui?
Fiquei sabendo da briga. Zara est� bem?
Sim, est� bem. Nicolas foi preso.
Sua noiva tem uma les�o na cabe�a.
Sargento Benson. Obrigada por vir. Podemos falar?
-Em particular. -Claro.
Vou ligar para ver como Zara est�.
Nick, � melhor ir para casa.
V� para casa.
-O que est� acontecendo? -N�o � por nossa causa, mas...
o param�dico na cena, um chato, ouviu a v�tima dizer ao detetive
que o pai dele bateu nela.
Ningu�m est� pedindo favores aqui,
-acredite. -Apenas escute.
Fizemos a entrevista,
e a garota, que teve o cr�nio fraturado,
nos contou uma hist�ria completamente diferente.
Mudar ou cobrir hist�rias...
Sabemos como � viol�ncia dom�stica.
O problema � que o param�dico acha que foi
depois que o detetive Amaro disse algo em espanhol.
Ele acha que Amaro disse a ela para mudar a hist�ria?
Isso n�o � poss�vel.
Quando falei com o primeiro detetive, eu estava confusa.
Quando diz primeiro detetive,
quer dizer o filho de Nicolas, Detetive Amaro?
Sim. Mas estava errada em dizer que foi culpa de Nicolas.
N�o foi.
Pode nos dizer como se machucou?
Estava dan�ando com um dos convidados...
Acho que o nome dele era Javier.
E... Ele ficou abusado.
Empurrei ele para longe e fui para o banheiro.
-No andar de baixo? -S�.
Pero... Ele me seguiu.
Ele me empurrou para o canto e tocou nos meus peitos.
Certo. E o que aconteceu depois?
Nicolas desceu, tentou empurrar Javier para longe.
E foi quando bati minha cabe�a contra a parede.
Por acidente.
Algu�m bateu em voc�?
N�o.
Sua cabe�a s� bateu na parede?
Sim.
Havia mais algu�m l�?
N�o, s� n�s dois.
Quer dizer, tr�s.
Falou para o detetive Amaro que Nicolas estava bravo.
Ele estava preocupado.
Se ele n�o tivesse descido, n�o sei o que aconteceria.
Gabriella, me escute.
Se est� com medo de Nicolas,
ou com medo do filho dele ser policial,
-podemos proteger voc�. -S� liberte Nicolas.
Ele n�o me machucou.
Se meu pai fez algo,
n�o quero que ningu�m arrisque nada por ele.
Mas agora ela alega que outro cara abusou dela?
N�o sei nada sobre isso.
Enquanto isso, Nick,
volte para sua mesa.
Voc�s dois me consigam um cronograma,
depoimentos das testemunhas, fotos no celular,
qualquer grava��o da festa.
E o cara que ela acusou?
Javier Arenas. Olha s� isso.
H� um ano atr�s, estava no registro.
-Estupro de menor. -Comece por a�.
DERMATOLOGIA 16 DE JANEIRO, SEXTA-FEIRA
Estupro de menor?
Tinha 19, ela tinha 16. O pai dela era policial.
Dez anos para limpar meu nome.
E uma noite para estragar tudo.
Grabriella Nu�ez alega que voc� agrediu ela.
Qual �.
Dan�amos juntos.
Estava com as m�os nela,
ela se atirou para mim no in�cio.
S� isso?
Cochichei o que poderia fazer sem precisar de p�lula azul.
Nicolas olhou para ela.
Surtou e foi embora.
L� embaixo, onde seguiu ela.
N�o. Sou um amante, n�o um lutador.
Fiquei na pista. Pergunte a quem quiser.
-E a filha de Nicolas... -Sonya?
Deve ser. Dancei com ela depois.
Ela n�o se atirou s� no in�cio.
Ela seguiu em frente.
Melhor ainda, pergunte ao pai de Gabriella, Luis.
Ele viu tudo.
Spartacus � o �nico que me mant�m calmo agora.
Depois do que houve com Gabriella...
Sr. Nu�ez, voc� realmente viu o que aconteceu com sua filha?
N�o, mas sei que foi Nicolas Amaro que bateu nela.
Canalha.
Mas se n�o viu, como sabe que foi ele?
Ela estava dan�ando, se divertindo.
Ent�o ele encarou ela. Ela parou de dan�ar,
foi para baixo, e ele seguiu ela.
Mais algu�m desceu?
S� ele.
Minutos depois, ele voltou
pegou gelo em um copo de �gua,
e esfregou nos punhos,
corri para baixo e vi minha filha ensanguentada.
Foi quando foi atr�s de Nicolas?
Quero ele na cadeia. Mesmo que eu v� junto.
CORREGEDORIA 16 DE JANEIRO, SEXTA-FEIRA
Detetive Amaro. Se estou falando com voc�,
deve estar na hora de pagar minhas contas.
Voc� tem tr�s, quatro investiga��es por ano.
N�o pressionei a v�tima.
O param�dico alega que voc� se identificou para a v�tima
tanto como policial, quando como filho do noivo,
e falou com ela em espanhol.
Falei que estava tudo bem
e perguntei se podia ajudar.
E ela simplesmente deciciu que n�o foi seu pai que bateu nela?
N�o falei para mudar a hist�ria.
Nem em espanhol, nem em ingl�s.
Acredito em voc�.
Mas nos fa�a um favor.
Fique longe.
N�o pode parecer que um policial
est� armando para proteger a fam�lia.
Como a Srta. Nu�ez disse � sargento, e a todos os outros,
esse rapaz, Javier, estava assediando ela.
Ouvi ela gritar, desci as escadas,
empurrei ele para longe.
E foi isso que ela disse.
Por�m n�o achamos nenhuma testemunha
-que viu Javier l� embaixo. -�.
A �nica pessoa que viram ir atr�s dela foi voc�.
B�bados em um lugar escuro, lugar ca�tico...
-O que sabem? -Temos uma testemunha
que viu seu cliente subir
e colocar gelo nas juntas.
�, acertei a parede defendendo minha noiva.
-Quer dizer, tentei acertar ele. -De acordo com Javier, que...
Ele n�o tinha nenhuma marca.
Gabriella estava rebolando,
voc� ficou enciumado, bateu nela.
Com todo respeito, sem testemunhas,
ela n�o prestou queixa... Terminamos.
Viol�ncia dom�stica � pris�o obrigat�ria.
-Mas n�o acusa��o obrigat�ria. -Viol�ncia dom�stica?
Foi um acidente que ocorreu na noite anterior ao casamento.
Nunca bateria numa mulher.
Sabe, cubanos v�m para esse pa�s
e em uma gera��o, somos m�dicos, advogados,
diretores de grandes companhias.
Mas a manchete dos jornais � "Cubanos loucos brigando".
-Odeio isso. -Nenhum de n�s
quer estar aqui, mas ele � culpado.
Parece muito certa.
Algo mais que precise saber?
Sim.
Tem.
PENITENCI�RIA DE MANHATTAN S�BADO, 17 DE JANEIRO
Acusa��es de agress�o?
E fian�a de 100 mil d�lares.
Melhor me tirar daqui, garoto.
N�o, n�o vou pagar sua fian�a.
Est� atrasado assim com sua pens�o?
O que precisa fazer � aceitar o acordo, tudo bem?
N�o coloque todos em um julgamento. Certo?
Do que est� falando? N�o assumirei algo que n�o fiz.
Vamos. Pare. Bateu nela.
-O que est�... -Ambos sabemos.
Gabriella mesmo me disse.
-Ela est� confusa. -Est� confusa?
Voc� fala com 50 pessoas numa festa,
conseguir� 50 respostas diferentes.
Certo.
Achei que podia te colocar algum senso.
-Est� me abandonando? -Voc� � o expert em abandonar.
N�o te bati o suficiente. Venha aqui.
Quer ir embora?
-Sim. -V� em frente, v� embora.
O coloquei nesse mundo, garoto. Voc� n�o me abandona.
Sou seu pai.
Sim. N�o se atreva a virar as costas para mim.
Onde est� indo?
Quer saber por que me odeia?
Pois sou sua carne e sangue, Nicky.
�. N�o � diferente de mim.
Na verdade, � Nicky Amaro Jr.
Est� ouvindo?
Junior.
Sargento, temos que parar de nos encontrar assim.
Amaro n�o tem interesse em proteger seu pai.
Ele n�o est� tentando consertar isso.
Tudo bem, chega de conversa fiada.
Mas como est� perguntando, odiaria ser ele agora.
Ou dep�e contra o pai, o que � b�rbaro. Ou aparenta
estar conspirando para acobertar um crime.
Quase sinto pena dele.
Ficando mole em sua velhice.
Talvez.
Ent�o, vai ficar aqui falando sobre o Amaro,
ou posso te pagar uma bebida?
Como � o vinho aqui?
Acho que devia provar o u�sque.
Quer que eu deponha?
Da �ltima vez me queria longe.
Sim, pero, tu padre,
que � mais teimoso que voc�, n�o aceitou o acordo.
-Disse que sua honra importa... -N�o � problema meu.
Havia 100 pessoas naquela festa
-eu n�o era uma delas. -E ningu�m viu a briga.
Foi para voc� que Gabriella se abriu, Nick.
Voc� tamb�m � o �nico que pode testemunhar
que foi parte de um padr�o.
Contou a ele?
Eram conversas privadas.
Era pertinente, Nick. Tive que informar.
Informar, est� certo.
Est� gostando disso?
N�o.
Se seu pai vir seu nome na lista talvez ele assuma.
E se n�o assumir?
Como explico isso para o resto da minha fam�lia?
Tia Sonya disse que voc� quer o vov� na cadeia.
Mi amor, v� brincar no sei iPad.
N�o quero brincar no meu iPad.
-Quero conversar. -Zara.
Tudo bem, tudo bem. N�o grite.
Por favor, diga que n�o � verdade.
N�o posso falar sobre isso.
Pode ser chamada tamb�m.
Espero que seja.
Ainda o apoio. Ele n�o machucaria Gabriella.
Fala s�rio? Todos sabemos o que aconteceu.
Ela deve ter feito algo.
Ent�o foi culpa dela?
Ela mereceu, assim como voc�?
Seu pai n�o � quem era.
Certo.
Quer ajud�-lo?
Fale para se declarar culpado.
Pegar� servi�o comunit�rio e controle de raiva.
-Fez muito bem a voc�. -Sonya.
M�e. N�o deixe-o fazer isso.
Ele ir� destruir a fam�lia.
Tarde demais. Papi j� fez isso.
Fale r�pido, Sr. D'Angelo. Em 5 minutos
-abrem as declara��es. -N�o falo r�pido como voc�,
mas aqui vai.
Para poupar a fam�lia de mais constrangimento,
meu cliente se disp�e a assumir um crime que n�o cometeu.
Sabe que n�o posso aceitar uma alega��o sem culpa genu�na.
Voc� n�o tem a coopera��o do reclamante.
N�o tem testemunhas oculares.
Derrubamos para conduta desordeira
-e acabamos com isso. -Desordem?
-Ele abriu o cr�nio dela. -Estava defendendo minha noiva.
Acha que algum j�ri acreditar� nisso?
Te digo uma coisa.
Minha filha vai testemunhar.
Minha noiva tamb�m.
Estou inventando?
Ningu�m viu isso.
Est� contando com meu filho?
Tem algo que deveria saber.
Ele nunca foi capaz de enfrentar o pai dele.
Certo? E ainda n�o �.
Agress�o tr�s. 60 dias em Rikers.
Nicolas, est� olhando para tempo de verdade aqui.
Por favor, pelo bem de sua fam�lia.
Eu n�o aceito migalhas.
Especialmente desse...
Cavalheiro que usa suspens�rios.
SUPREMA CORTE SEGUNDA-FEIRA, 19 DE JANEIRO
Sr. Arenas, foi interrogado inicialmente
pelos detetives da SVU como suspeito nesse caso.
-Correto? -Disseram que Gabriella
me acusou de agredi-la.
-Por que ela diria isso? -Protesto.
Especula��o, Merit�ssimo.
Concordo. Sr. Barba, vai acabar mal.
Dan�ava com a Srta. Nu�es na festa?
Est�vamos nos divertindo.
At� Nicolas come�ar a nos encarar.
Me dando o malocchio.
O mau olhado.
-E o que aconteceu? -Nicolas foi atr�s de Gabriella.
Seguiu eles?
Tentei o destino dan�ando com ela,
mas sei que n�o se fica entre um homem e sua mulher.
Quando foi a pr�xima vez que viu
a Srta. Nu�es ou o Sr. Amaro?
Nicolas subiu poucos minutos depois.
Colocou gelo na m�o.
Viu a Srta. Nu�es?
Mais tarde, quando a m�e a ajudava nas escadas.
Ela estava fora de si.
Por a�, a briga tinha estourado.
O pai de Gabriella, Luis, estava protegendo sua filha.
Protesto. Especula��o novamente.
Concedido. O j�ri ir� desconsiderar.
Nada mais.
Sr. Arenas...
Disse que n�o desceu as escadas.
Ent�o, n�o tem ideia do que aconteceu?
Sei que ela se machucou l�.
Ela? Quer dizer Gabriella Nu�es?
A mulher que o acusou de machuc�-la?
Ela me culpou pois tem medo do Nicolas.
Especula��o novamente. � um h�bito muito ruim.
Pedirei � testemunha para atestar o que sabe
-e o que viu. -Boa ideia.
Agora, antes dessa festa, j� conhecia a Srta. Nu�es
-ou o Sr. Amaro? -N�o.
Um amigo me trouxe.
Ent�o n�o sabia nada sobre o casal,
n�o viu o que aconteceu entre eles,
e ela o acusou de agredi-la?
-Sim, mas te disse, eu n�o... -Obrigado.
Sem mais perguntas.
Como o Sr. Amaro tratou sua filha
-na noite em quest�o? -Ele gritou com ela
pela forma como ela dan�ava.
Ela tentou se afastar,
e eu o vi segu�-la pelas escadas.
Ele subiu de volta
minutos depois.
E pegou gelo para colocar nos punhos.
-Onde estava sua filha? -No ch�o, l� embaixo.
Ele bateu nela
na v�spera do casamento dela.
Protesto. � uma especula��o, merit�ssima.
Sr. Barba, refa�a a coloca��o.
Quando viu sua filha no ch�o,
sangrando com uma les�o na cabe�a,
viu mais algu�m l� embaixo?
N�o.
E viu mais algu�m subir as escadas
al�m do Sr. Amaro?
N�o. S� Nicolas. S� ele.
Obrigado. Sem mais perguntas.
Nunca gostou de Nicolas Amaro, n�o �?
Um homem da idade dele
casando com uma menina da idade de minha filha?
Isso n�o est� certo.
� justo dizer que n�o queria o casamento e faria tudo
que pudesse para evit�-lo?
Tudo que pudesse.
Mesmo mentir em seu depoimento?
-Protesto. -Retirado.
Obrigado. Terminei.
Sr. Barba, sua pr�xima testemunha.
Merit�ssima, j� � tarde.
Se a defesa n�o se opuser, podemos retomar amanh�?
Deixe o Sr. Barba ter o tempo que precisar.
Estaremos prontos quando ele estiver.
RESTAURANTE FORLINI�S SEGUNDA-FEIRA, 19 DE JANEIRO
-Dobre a dose. -Dia dif�cil?
� palavra de um contra sil�ncio da outra.
Ningu�m mais viu o que houve, e o j�ri sente que
todas minhas testemunhas t�m rancor contra seu pai. Obrigado.
-Elas veem por qu�? -Duvido.
Ele est� sentado, sorrindo para a ju�za,
flertando com a estenografista, incitando o advogado.
Ele tem todos a seu lado.
� a hist�ria da minha vida.
Ele batia na minha m�e,
e ela falaria em favor dele, se pedisse.
Verei se eles aceitam um acordo por ass�dio.
O que, uma contraven��o?
-Ele fraturou o cr�nio dela. -Sabemos disso.
Mas mesmo que voc� deponha, ele pode se livrar.
Mas...
O que quer dizer?
N�o tem que fazer isso.
N�o deveria pedir para depor em sess�o p�blica contra seu pai.
-Est� me enrolando? -N�o.
Sei o que � encarar seu velho.
O meu morreu h� 15 anos e minha m�o ainda fecha ao pensar nele.
Ent�o o qu�? Ele se livra de novo?
� sua fam�lia, sua decis�o.
Certo, Nick, s� conte os fatos.
N�o diga mais do que precisa.
-N�o fa�a um estardalha�o. -Barba disse a mesma coisa.
-� uma linda cor em voc�. -Pode parar?
L� vai ele. Santo Nick.
Pode imaginar se ele s� fosse um policial engra�ado?
N�o toque nela.
Pode dizer-lhe o que enfrentar o pai publicamente
far� com a fam�lia? Vale a pena?
-Com licen�a. Vamos. -Nick.
Poderia apenas contar a verdade.
Acabar com isso agora.
Certo. Voc� faz o que faz. Eu fa�o o que eu fa�o.
Certo, papi. Est� sempre certo.
Sim. Levou 40 anos para perceber isso?
Nem todo mundo me odeia tanto.
SUPREMA CORTE TER�A-FEIRA, 20 DE JANEIRO
Minha filha de oito anos me ligou da festa,
disse que tinha uma briga e ela estava assustada.
O que encontrou na cena?
Um caos.
Convidados ensanguentados, presos. A noiva de meu pai
estava sendo tratada por uma les�o na cabe�a.
E quando se aproximou dela?
Ela falou espontaneamente que Nicolas tinha perdido a cabe�a
e batido nela.
Acreditou no depoimento dela?
-Sim, acreditei. -Pode dizer por qu�?
-Bem, pois... -Merit�ssima, posso me aproximar?
Sei que � uma testemunha importante,
mas acho que o Sr. Barba
vai tentar remexer na hist�ria da fam�lia.
Hist�ria de um padr�o relevante para o caso.
J� falamos disso.
Desculpe, Sr. D�Angelo, mas ele est� certo,
terei que permitir. At� certo ponto.
Detetive Amaro...
Por que acreditou nela?
Porque reconheci o que o fez perder a cabe�a.
Sempre que ele estava com ci�mes
ou se sentia desrespeitado,
era quando ele batia em minha m�e.
E em mim.
E ainda... tenho pesadelos
onde ele usa aquela mesma linguagem.
Obrigado.
Sem mais perguntas.
Detetive Amaro,
imagino que seja dif�cil para voc�
depor contra seu pr�prio pai.
Sim, �.
Voc�s n�o t�m se falado muito nos �ltimos 20 anos, n�o �?
Nos vimos algumas vezes.
Em festas, formaturas, funerais.
S� nesses lugares?
Ent�o n�o s�o exatamente pr�ximos.
Sim.
Diria que h� tens�o?
Sim. E com uma boa raz�o.
Provavelmente muitas. Mas n�o � verdade
que seu pai
lhe procurou para fazer as pazes
e o convidou para o casamento dele?
Pazes...
Ele queria criar a ilus�o
de que t�nhamos uma boa rela��o.
-Voc� recusou? -Sim.
Porque ainda tem raiva dele?
-Sim, mas n�o � por isso... -Detetive, diria que
tem seus pr�prios problemas com a raiva?
Diria que todo mundo tem seu limite, doutor.
Sim, mas nem todos espancaram um civil...
-Protesto -Em p�blico
no p�tio cheio de crian�as? -Protesto. Preju�zo.
Aceito. O j�ri ir� desconsiderar.
Detetive,
� justo dizer
que tem raiva de seu pai
que pode deixar voc� parcial contra ele?
Eu sei o que ouvi Gabriella dizer.
Mesmo que ela tenha negado imediatamente?
� poss�vel que tenha ouvido o que queria ouvir?
-N�o. -Que esteja usando esse caso
-contra seu pai? -N�o, n�o estou.
Acha que eu quero estar aqui? N�o quero estar aqui.
Eu... mas ele bateu nela.
Bateu a cabe�a dela contra a parede.
Voc� viu isso?
-Estava l�? -N�o, n�o estava.
-Mas sei o que houve. -Sabe?
Sei.
Talvez seja outro pesadelo da sua inf�ncia.
-Protesto. -Retirado.
Sem mais perguntas.
Mam�e diz que a tia Sonya est� muito brava com voc�.
E a vov� tamb�m.
�s vezes voc� tem que fazer coisas que s�o certas
mas ainda deixam as pessoas bravas.
Certo, papai. N�o fique triste.
Fiz isso aqui hoje.
Quer que eu te fa�a um?
Sim. Sim, gostaria disso.
Melhor voc� ir fazer sua tarefa, certo?
Te amo, Zara.
Tamb�m te amo, papai.
SUPREMA CORTE QUARTA-FEIRA, 21 DE JANEIRO
-Estava bravo com ela? -N�o estava bravo.
N�o com a Gabriella.
Estava bravo com esse marginal, sabe?
Ele passava as m�os por todo o corpo dela, t�?
-E voc� o enfrentou? -Sim.
Ele a seguiu at� o banheiro.
Come�ou a apalp�-la, sabe?
Quero dizer, todo o corpo.
Gabriella ficou entre n�s, mas, sabe, ela bateu a cabe�a
-na parede. -Ent�o voc� n�o bateu nela?
N�o, Deus � minha testemunha. Ora essa.
Eu deveria casar com ela no dia seguinte.
Mas est� tudo bem.
Estamos bem.
Vamos nos casar em breve.
E ouvimos o Sr. Nu�ez, o pai da noiva,
depor que viu voc� ir ao andar superior
esfregando gelo nas juntas da m�o.
-Por que isso? -� verdade.
Estava defendendo minha noiva. A filha dele.
� claro que ele me viu,
mas sabe, o Luis tem uma ideia sobre mim. N�o sei.
Ele nunca gostou de mim.
-N�o sei por qu�. -E a sua noiva
-est� no tribunal hoje? -Sim. Est� bem ali.
Est� t�o linda.
Sou aben�oado.
Ela se recusou a depor para este promotor.
-Merit�ssima. -Prossiga, Sr. D'Angelo.
Ouvimos seu filho depor sobre seu passado violento.
-H� alguma base? -N�o.
Mas isso � algo doloroso entre n�s, porque o Nick...
Ele nunca me perdoou por abandonar a m�e dele.
E...
Eu vivo na espera.
Espera de que um dia vivamos em paz...
Com isso.
Obrigado. Sem mais perguntas.
Certo. Se�or Amaro,
seu depoimento �
que n�o teve ci�mes
enquanto sua noiva dan�ava com o Sr. Arenas?
-Eu n�o gostei disso. -Voc� alegou
estar defendendo-a deste homem.
Por qu�? Por que isso seria necess�rio
se ele nunca foi ao andar inferior?
Sabe o qu�o r�pido aconteceu?
Ouvimos 6 testemunhas que presenciaram o fato,
ent�o, talvez, n�o tenha sido t�o r�pido quanto pensou.
Voc� machucou uma m�o,
mas o Sr. Arenas n�o tem nenhuma marca, de tipo algum.
Bem, � um covarde. Ele se abaixou.
-Se abaixou? -Abaixou.
Ele abaixou, ent�o sua noiva teve um ferimento no rosto,
-fratura no cr�nio. -� voc� quem diz.
-O qu�? -Estava defendendo minha noiva.
Seu filho ouviu a declara��o inicial da Srta. Nu�ez.
que voc�, na verdade, bateu nela.
-O est� chamando de mentiroso? -N�o.
N�o o chamarei de mentiroso.
Ele � meu filho.
Tem seus problemas.
Tenho certeza que ele aprecia sua preocupa��o.
Mas ele est� dizendo a verdade?
A verdade sobre o que a Srta. Nu�ez disse aquela noite,
a verdade sobre o que aconteceu em sua casa...
O que sabe sobre minha casa?
-Eu n�o estava l�. -N�o respondeu.
-Eu deveria estar. -Merit�ssima.
Poderia t�-lo ensinado a se portar.
Talvez como homem.
Vou perguntar novamente.
Sr. Amaro,
voc� bateu em Gabriella Nu�ez naquela noite?
N�o, eu n�o bati.
Ent�o, mesmo que absolutamente ningu�m... Ningu�m...
tenha visto o Sr. Arenas descer,
ou voltar para cima,
voc� ainda nega que, sozinho, machucou a Srta. Nu�ez?
Eu jamais a machucaria.
Sem mais perguntas.
Sr. Amaro,
o senhor pode descer.
A defesa encerra, Merit�ssima.
Vamos prosseguir com as considera��es finais.
-Voc� est� bem? -N�o deveria ter vindo.
Ele me usou para jogar com o j�ri.
-Ambos, voc� e eu. -Ele mentiu descaradamente.
Eu sabia que ele iria.
Conhe�o muitos caras como ele.
Fui direto nele, ele escapou de cada golpe.
N�o sei o que houve l�.
Eu sei.
O que foi?
O j�ri voltou.
Em 20 minutos?
Na acusa��o de agress�o em segundo grau,
declaramos o r�u inocente.
Na acusa��o de risco imprudente em segundo grau,
declaramos o r�u inocente.
Membros do j�ri,
o estado de Nova Iorque agradece seus servi�os.
Est�o dispensados.
Sr. Amaro, se n�o houver impedimentos,
voc� est� livre para ir.
Obrigado.
Foi um caso nojento.
A justi�a foi r�pida e errada.
Acabou.
Boa noite, Nick.
Noite.
Quer uns dias de licen�a?
N�o.
Sr. Amaro.
Deixe-me falar com meu filho.
N�o acho que seja uma boa ideia.
N�o, Liv, est� tudo bem.
Nick.
Tudo bem.
Posso sentar?
Veio aqui se vangloriar?
N�o.
Mantenho o que disse em ju�zo.
Voc� s� estava tentando se livrar.
Bem, estou livre agora.
E estou aqui.
Aquilo foi algo.
Finalmente.
Voc� enfrentou seu velho.
E protegeu Gabriella, sua m�e e sua irm�
tudo num movimento.
Foi bom.
Sim, e elas me odeiam por isso.
Elas v�o superar. Sabe?
Droga, eu sou o grande lobo mau, certo?
Eu tinha que dizer o que disse em ju�zo, Nicky, porque...
Eu n�o sei.
Estou muito velho.
Muito velho para a pris�o.
Eu o coloquei numa posi��o horr�vel.
Podemos come�ar do zero?
Digo, at� Gabriella, Deus a aben�oe,
ela me perdoou.
Quero dizer, isso n�o vai acontecer de novo.
Voc� ainda est� mentindo.
-Pra mim, pra voc�. -Nick, entendi.
Eu entendi. Vamos l�. Voc� est� zangado.
Vai continuar zangado.
Enquanto quiser. Nicky, eu s�...
Estou aqui porque sou seu pai, certo?
Voc� quer gritar, s� n�o desconte
na Maria ou na Sonya, ou, Deus me livre, na Zara.
Eu nunca encostaria um dedo nela.
N�o sou voc�.
Podemos parar? Podemos parar?
-Parar. -Podemos conversar?
Apenas conversar.
S� fale comigo.
Sabe?
Me ligue �s 4 da manh�, diga que arruinei sua vida.
Diga o que tem que dizer. Porque esse �dio que tem, Nicky...
Est� em seu peito, em seu instinto...
N�o vai desaparecer, sabe? Eu vivi isso.
Eu vivi isso!
Entende?
N�o sou eu quem vai consertar isso. Voc� tem que consertar.
N�o posso mudar o passado.
Se quiser conversar,
eu vou ouvir.
Quando estiver pronto.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.