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A HIST�RIA A SEGUIR � FIC��O E N�O RETRATA PESSOA OU EVENTO REAL
No sistema de justi�a criminal
crimes sexuais s�o considerados especialmente hediondos.
Na cidade de Nova Iorque, os dedicados detetives
que investigam estes crimes cru�is
s�o membros de um esquadr�o de elite
conhecido como Unidade de V�timas Especiais.
Estas s�o suas hist�rias.
N�o!
Desculpe, desculpe. Tudo est� voltando.
Eu virei, ele estava a�. Eu disse "n�o".
Tudo bem, querida. Est� tudo bem.
Eu tenho que fazer isso?
Sabemos que � dif�cil, mas voc� disse
que os detalhes estavam voltando.
-� por isso que voc�s fazem... -Reconstitui��o cognitiva.
Agora, voc� nos disse, no hospital,
que n�o conseguiu olhar bem para ele.
Lembra de algo mais agora?
N�o. Ainda estava escuro.
Ele colocou a m�o sobre a minha boca.
Ele usava luvas.
Luvas? Como luvas de inverno?
N�o, finas, de borracha.
-Luvas de m�dico. -Certo, isso pode ajudar.
Certo, Annie. Ent�o, o que houve depois?
Ele me empurrou para dentro do restaurante.
L�.
Mas eu mal vi o rosto dele.
Desculpe.
Lembra de algo mais?
O cheiro dele. O som da voz.
Sim.
Sob a respira��o, ele estava cantarolando.
Cantarolando?
Cantarolando o qu�?
M�sica de igreja?
Ent�o eu... Eu senti a m�o dele em meu pesco�o.
Devo ter apagado.
Ele te apagou, Annie.
Seu exame mostrou um ferimento na art�ria car�tida.
Voc� nos disse ontem que quando voltou a si,
ele ainda estava aqui?
Saindo de dentro de mim.
Ele disse: "bom te ver de novo."
"Talvez tomemos ch� em breve".
E ent�o saiu andando.
Ele me disse para n�o olhar, mas eu espiei.
Voc� viu para onde ele foi?
Dobrou aquela esquina.
Eu o olhei at� que se fosse.
Espera, espera tem mais uma coisa...
Eu o vi tirar as luvas.
Isso pode ser importante, Annie.
Obrigada.
Voc� a leva?
Certo, ent�o chamamos a per�cia, eles vasculham a rua.
Talvez tenhamos sorte, encontremos as luvas,
consigamos algum DNA.
Talvez, Liv.
O cara a seguiu, usou camisinha,
sabia como faz�-la desmaiar.
-Procuramos um profissional. -Eu sei.
Tamb�m sei que ele vai fazer isso de novo e de novo
at� que o encontremos.
Equipe SubsSVU
Tradu��o: CarolJ|Gigi|L.Corleone
Tradu��o: Marcela|Mariah|SilasP|Thiago
Revis�o: CarolJ|Gigi|LCorleone|SilasP
subssvu@gmail.com fb.com/SubsSVU @SubsSVU
Law and Order: SVU S16E09 "Pattern Seventeen"
A luva que eles encontraram no bueiro voltou limpa.
Sem DNA. Sem digitais.
Sem DNA? L� se vai o banco de dados.
Vale a tentativa. Achamos que o criminoso a conhecia...
Ent�o revasculho a �rea,
c�meras, estacionamentos, cruzo recibos de cart�o de cr�dito
com criminosos conhecidos. Sei o que fazer.
Fant�stico.
Desculpe, estou atrasada.
A companhia el�trica estava na minha rua. O transformador caiu.
Ent�o nada de luz e �gua quente.
Tive que tomar banho na academia.
Rollins, um conselho:
quando vier com desculpas, n�o exagere.
-Entendido. -O criminoso
usava luvas de l�tex. Achamos que a perseguia.
Certo, ent�o j� colocaram no ViCAP?
Voc� colocou, n�?
Voc� tem um modus operandi detalhado.
O ViCAP � um abrangente banco de dados nacional.
Sim, eu sei. Eu j� ia chegar l�.
Certo, domingo de manh�,
um homem caucasiano ataca Annie Lin.
Ela � jovem, asi�tica.
Ele a sufoca e usa luvas de l�tex.
-O que mais? -Ele cantarolou.
-Ele o qu�? -Ele cantarolava.
Annie lembrou do criminoso cantarolando enquanto a atacava.
-Ele cantarolou? -Ent�o ele � musical.
Podem achar que estou louca, mas era...
Era m�sica gospel?
Annie disse que parecia um hino de igreja.
Antes de eu sair de Atlanta,
tivemos um "estuprador cantor" que sufocava as v�timas.
Digo, n�o era meu caso,
mas foi em 2008? 2009?
Certo, bem, voc� tem contatos em Atlanta, certo?
Ent�o...
Carisi, j� que voc� faria isso mesmo,
que tal dar uma olhada no ViCAP?
Cheque condicionais recentes, criminosos, certo?
Esse cara tem que ter vindo
-de algum lugar. -E n�o foi a lugar algum.
Garota de 16 anos na escola Midtown Magnet
acabou de se abrir com a conselheira,
de manh� um cara a sufocou.
ESCOLA LEONARD BERNSTEIN SEGUNDA-FEIRA, 1 DE DEZEMBRO
Fui pegar o carro da minha m�e,
procurando por uma vaga.
Certo. O que houve a seguir?
Um homem me pegou por tr�s.
Ele usava luvas de l�tex.
Tentei lutar, mas...
Ele era maior que eu.
Est� tudo bem, Nina. Tudo bem.
Voc� acha que... Pode descrev�-lo para mim?
N�o muito bem.
Ele era branco, forte...
Ele me segurou pelo pesco�o.
Eu apaguei.
Quando acordei, estava deitada atr�s de uma lixeira.
Ele me disse para levantar e mover o carro
para a minha m�e n�o ganhar uma multa.
Ele estava espionando voc�.
Tem certeza de que n�o o reconheceu?
N�o. Sinto muito.
N�o consegui olhar direito para ele.
Estava com o rosto para baixo.
Tudo bem.
Nina,
ele disse mais alguma coisa?
Fez algum barulho?
N�o.
Espere, sim.
Ele estava cantarolando.
Que tipo de som?
Como um... Um hino, talvez?
N�o sei. N�o somos religiosos.
Estou procurando nas respostas do ViCAP.
Sabe quantos estupradores cantam, cantarolam ou assoviam
para as v�timas?
Muitos.
Conseguiu alguma coisa?
Condicional, n�o. Imigra��o, n�o.
E o ex�rcito n�o retornou ainda.
Grande surpresa.
Voc� est� bem?
Sim. � Atlanta.
Capit�o Reynolds, obrigada por retornar.
N�o, � trabalho.
Conseguiram algo com a nova v�tima?
Ela lembrou de luvas de l�tex e de uma can��o.
Nenhum DNA. Ela n�o viu o rosto.
Esse cara visa as v�timas. Ele conhece a rotina delas.
-Alguma combina��o no ViCAP? -Sim, muitas.
A menos que o cara tenha estado por todo o pa�s,
preciso descobrir como estreitar a busca.
Sem DNA n�o vai ser f�cil.
Certo, obrigada, capit�o.
Existem tr�s casos abertos em Atlanta, mesmo M.O.
As luvas de l�tex, a can��o, o sufocamento.
E eles fizeram o kit de estupro em todos os tr�s
mas nunca fizeram o teste.
Isso de novo n�o.
Eles v�o test�-los agora?
Eles acham que est� no dep�sito.
Junto com o qu�? Milhares de outros?
Sim, mas est�o procurando, certo?
N�o com muita vontade. Esses casos est�o
-em aberto h� seis anos. -Bem, o nosso n�o.
Rollins, se eu te enviar para l�,
voc� sabe onde procurar?
Ainda � um clube de garotos l�,
mas se eu parecer indefesa e bater meus c�lios...
-Ent�o fa�a isso. -Que tal eu ir junto?
Que tal... Voc� leva o Fin.
Obrigada.
Olivia.
Tem um minuto?
Sim. Est� tudo bem?
Talvez seja um bom momento para sair daqui.
Como voc� sabe?
Tem muita coisa acontecendo aqui.
Voc� n�o tem �gua quente...
O qu�?
Estou bem, Fin.
Olha os voos?
O servi�o social quer uma audi�ncia?
Por qu�?
Quest�es de sa�de do Noah.
Ele tem problemas pulmonares. S� tenho que cuidar da asma.
Eles disseram que acharam fraturas na costela.
Eles n�o acharam. Minha m�dica achou.
Decorrentes da inf�ncia...
Ei, sargento.
Agora n�o. S� um minuto.
Desculpe, mas ViCAP n�o est� ajudando.
-Posso fazer hora extra? -Sim.
Eles mandaram ele de orfanato para orfanato por meses,
e agora eles querem uma audi�ncia?
Olivia, voc� n�o pode tomar isso como pessoal.
Mesmo tendo sido voc� a reportar o abuso,
eles t�m que acompanhar.
Continuo sendo representante legal do Noah.
Para o bem dele, eu quero voc� preparada para essa audi�ncia.
DEP�SITO DE PROVAS - ATLANTA SEGUNDA-FEIRA, 1 DE DEZEMBRO
Voc�s tiveram tr�s M.O. combinando
e n�o testaram nenhum dos kits.
-Fin... -Bem, sabe como � isso.
1.200 d�lares por teste.
N�o podemos pagar isso por cada alega��o de estupro.
Alega��o?
Essas garotas n�o eram exatamente virgens.
Uma prostituta, uma drogada e uma m�e adolescente,
todas na rua nas primeiras horas da manh�,
insistindo que foram atacadas
no meio da rua por um completo estranho.
Ent�o todas elas vieram com a mesma mentira
ou voc�s t�m um M.O. consistente.
Diga, se voc�s tivessem testado os kits
algu�m poderia ter aparecido.
Sabe de uma coisa, Amanda?
Desde que voc� foi para Nova Iorque,
sua percep��o ficou muito simplista.
Todos t�m um n�mero,
mas nada est� no lugar em que deveria.
Divirtam-se, voc�s dois.
Aproveitem a estadia.
Entendo porque voc� foi embora.
Sim.
Quer pegar aquele lado?
Eu pego esse.
Quanto mais r�pido eu sair da Georgia, melhor.
Eles n�o est�o a�, Amanda.
Tenho o que voc� quer bem aqui.
Chefe Patton.
Esses s�o meus kits de estupro?
Bem, tecnicamente, eles s�o meus,
mas eu soube que voc� precisava de um favor.
Ent�o, quando descobriu que eu estava vindo,
pegou eles antes de eu chegar.
Bem, achei que voc� viria at� mim quando chegasse.
Estavam no meu escrit�rio desde ontem s� te esperando.
Estou tentando ajudar, querida.
E eu agrade�o isso.
O que ajudaria muito
seria voc� fazer esses testes de estupro.
Voc� sempre implica com qualquer coisa.
Tudo bem aqui?
Sim.
Este � meu parceiro, Detetive Tutuola.
Esse � o Chefe Patton.
-Como vai, chefe? -Prazer em conhec�-lo, detetive.
Na verdade o subchefe
tinha separado os kits para n�s antes.
-Falha de comunica��o. -Sim.
Mandarei esses kits para teste bem r�pido.
Darei prioridade.
E os arquivos do caso?
Arquivos? Tente relat�rios iniciais.
Nenhum era consistente na �poca,
mas pode reabrir, se quiser.
-S�rio? -Se eu puder solucionar tr�s
estupros com o aux�lio de voc�s, isso ajudaria todo mundo, n�o?
Bom te ver, Amanda.
Sempre um prazer.
Detetive Tutuola.
Fez muitos amigos aqui, n�o?
S� querem me colocar no meu lugar.
RESID�NCIA DE ASHLEY MILLER TER�A-FEIRA, 2 DE DEZEMBRO
A primeira morreu ano passado, a segunda foi pro Alaska,
vamos falar com a terceira.
Entendido, sargento.
Liv disse que Carisi tem mais tr�s estupros em Las Vegas
que podem ser do nosso cara.
-Quando? -2010.
� o mesmo... Cantarolando, luvas,
de manh� cedo, sufocamento.
Ele estupra tr�s em Atlanta, tr�s em Vegas,
e desaparece por quatro anos?
Talvez tenha sido pego.
Carisi est� olhando os dados das pris�es agora.
-Ashley Miller? -Sim. Posso ajudar?
Pol�cia de Nova Iorque. Podemos conversar?
Sobre o qu�? Nunca fui � Nova Iorque.
Sobre um crime que reportou em 2008.
Podemos entrar?
Quem �, querida?
-Testemunhas de Jeov�. -N�o queremos nada.
-Estamos s� conversando. -Seu marido n�o sabe?
N�o, e n�o quero que saiba.
Pegaram o cara?
-Estamos tentando. -Ent�o o que querem?
Contei tudo para a pol�cia daqui quando aconteceu.
Disseram que inventei.
Sim...
Acreditamos em voc� e achamos que esse cara
atacou outras mulheres em Nova Iorque.
Em Nova Iorque? Como sabem disso?
Ele tem um padr�o que bate com os detalhes
que voc� deu aqui em Atlanta.
Ela usa luvas, sufoca as v�timas
e cantarola.
Deus.
Nunca esquecerei aquele hino.
Conhece a m�sica?
Sim, ele cantarolou primeiro. Depois cantou.
De joelhos, de joelhos,
S�o e salvo de todos os sinais.
N�o consigo ir mais � igreja.
Contei tudo isso � pol�cia.
Eles n�o cuidaram direito do caso.
Lamentamos isso, mas vamos consertar, certo?
Se importa em dar uma olhada nisso?
� seu depoimento original para a pol�cia daqui.
Leia e veja se h� detalhes
que mudaram ou... n�o est�o a�.
Est� tudo aqui.
Espere.
Antes de sair, o pager dele tocou.
Disse que outras pessoas precisavam dele, mas voltaria.
-Pager? -Sim.
Quando contei isso ao detetive,
ele perguntou se eu sa� com algum traficante.
Tenho que ir. Meu marido sabe que
-esse pessoal n�o demora. -E se quiser ouvir mais
sobre a boa nova, sabe onde nos encontrar.
Certo?
O cara tem um pager...
sabe fazer as v�timas desmaiarem...
o que estamos procurando, um m�dico?
Rollins.
Est� a�?
Antes tarde do que nunca.
Est�o passando no banco de dados?
�timo, obrigada.
O DNA voltou de Atlanta. O filho da m�e deve ter mandado
-antes de chegarmos aqui. -Todos do mesmo cara?
Sim.
Estamos chamando de caso 17.
O DNA prova que um criminoso com o mesmo padr�o de Nova Iorque
praticou tr�s estupros em cinco semanas
em Atlanta no ano de 2008.
Os idiotas l� tinham um padr�o e nem sabiam.
-Largaram o caso por seis anos. -Alguma combina��o
-no banco de dados? -Nada, nem familiares.
O DNA indica que � um homem branco de origem europeia.
O que � quase in�til. Checaram o padr�o em outros estados?
Sim, pode ter agido em Vegas, talvez Milwaukee.
Pegou DNA desses casos?
Milwaukee tem uma fila enorme de pedidos,
e em Vegas n�o sabem sequer se testaram os kits.
O que nos preocupa � que ele faz sequ�ncias de ataques.
E est� no meio de uma agora.
Falou com as v�timas em Atlanta?
S� uma que disse que ele gosta de cantar m�sicas de igreja
e que ele pode ter usado um pager.
Parece que a viagem valeu o custo.
Cuidaremos disso, chefe.
� trabalho bra�al.
Tente esclarecer melhor at� amanh�.
O que tem amanh�?
Um relat�rio para o Controle de Estat�sticas sobre o caso 17.
Voc� ir� conduzir, sargento.
Isso...
� a raz�o porque eu nunca fiz a prova de sargento.
Bom dia, Sargento. Quer comentar essa manchete?
N�o posso controlar a imprensa, comiss�rio,
mas o que posso fazer � lhe garantir
que temos um Modus Operandi detalhado do suspeito.
Remontamos as cenas dos crimes,
olhamos c�meras de seguran�a, de tr�nsito...
Algo para mostrar disso?
-� um processo, senhor. -Ent�o, n�o.
Posso ao menos supor
que checaram os dados de placas?
Nenhuma placa de ambas cenas de crime
correspondem a criminosos conhecidos, e
em nenhum momento o mesmo carro apareceu.
Ent�o a manchete est� certa. N�o h� pistas...
E sem a ajuda da pol�cia de Atlanta,
nunca veriam que era um padr�o.
� a vis�o deles.
A verdade � que tivemos que pedi-los
para testar os kits de estupro de tr�s casos arquivados deles.
Mesmo assim, o suspeito est� ativo
-h� v�rios anos em duas cidades. -Achamos que o suspeito
tem estado ativo em mais cidades que isso.
E, novamente, com o ac�mulo de kits n�o testados...
Como explica as lacunas na linha do tempo dele?
� poss�vel que estivesse preso.
Ent�o ele n�o estaria no banco de dados, sargento?
N�o necessariamente.
Infelizmente, a maioria dos estados n�o tem
coleta de DNA para todos os crimes.
Tendo isso e o ac�mulo dos kits de estupro n�o processados...
Ent�o, outros estados, outras jurisdi��es.
Est� dizendo que a culpa � de todos menos sua.
N�o, n�o � o que estou dizendo.
Ele � nosso problema agora e vamos peg�-lo.
Desculpe-me, sargento, precisamos encerrar.
Espere. Espere.
O que devo dizer � imprensa?
N�o ligo, mas n�o diga isso:
Estamos estabelecendo uma nova cena do crime.
O estuprador do caso 17 pode ter atacado novamente.
-Qu�o ruim? -Ruim.
-Ela tem 12 anos. -Deus.
Parece jovem para o nosso cara.
-Temos certeza que � ele? -�, parece.
Ryann Catalano andava com o cachorro �s 6h
quando um homem usando luvas e cantarolando
a empurrou para um carro e tentou sufoc�-la.
-Mas n�o terminou o estupro. -O qu�?
O c�o dela fez o que c�es fazem: assustou ele.
-Onde a garota est� agora? -L� em cima.
Ei. Posso falar com ela?
Acabei de ouvir da enfermeira. Ryann terminou o exame.
A m�e est� l� dentro com ela agora.
O pai... Esse � ele.
Voc� � a sargento que est�o todos esperando?
Sim.
Sr. Catalano, gostaria de pegar o depoimento
da sua filha imediatamente para pegarmos quem fez isso.
Enquanto isso, meus detetives
pegar�o o seu depoimento, se concordar.
Vamos conversar aqui onde � mais quieto.
Disse a ela para me esperar, mas ela dorme com o filhote,
leva-o para passear sozinha.
Ent�o ela passeava com o cachorro sozinha?
Estava me arrumando e escutei Max,
o cachorro, latindo, ent�o corri.
Max deve ter mordido o desgra�ado bem feio, porque...
Ele empurrou Ryann do carro antes de fugir.
Espere. O cachorro mordeu o atacante?
Foi o Max. Ele me salvou.
-Teve sorte dele estar com voc�. -Certo, e disse...
Que seu atacante usava luvas e estava cantarolando.
-Sim. N�o conhecia a m�sica. -Tudo bem.
Tem algo mais que possa nos dizer?
Conseguiu olhar para o rosto dele, Ryann?
N�o muito.
Ele me agarrou por tr�s.
Mas n�o soltei a coleira do Max,
nem quando ele me empurrou para o carro.
E o carro. De que tipo era?
N�o sei muito sobre carros...
Bem, se lembra quantas portas tinha
ou de que cor era, talvez?
Quatro. Era preto como os bancos.
-Certo. -Lembro porque
coloquei meus fones entre eles para provar que estive l�.
Foi algo muito inteligente de se fazer.
Tentei memorizar a placa, mas n�o consegui.
Era azul e branca, no entanto.
�timo.
Desculpe-me.
N�o se desculpe, querida. Voc� foi �tima.
Agora, tem alguma parte daquela placa
que se lembra?
Teve sorte?
At� agora tenho 40 sedans pretos
com placas de Connecticut correspondendo �s parciais GQJ6.
Certo, cheque os registros de ped�gios,
leitores de placas, tente colocar
algum desses sedans na cena do crime.
A per�cia est� com o cachorro.
Est�o testando os dentes para DNA.
Sabe, diga para rasparem as unhas tamb�m.
-Certo. -Ei, sargento.
Consegui um Lincoln MKZ 2014,
preto, placa de Connecticut,
registrado por um Dr. Joseph Conklin.
Trabalha no Hospital Mercy.
-Nada perto dos tr�s estupros. -Mas ele � m�dico.
Explicaria o pager, as luvas, o sufocamento.
Certo, algo o conecta com Atlanta ou Vegas?
Fiz uma busca offline no Centro de Crimes
procurando paradas em blitz ou outras coisas. Nada.
-Mas continuo procurando. -Tudo bem.
Espere. Espere.
O departamento de drogas tem um arquivo aberto sobre ele.
Est�o o observando por traficar p�lulas h� meses.
Pode ser suficiente para um mandado.
Bom.
GARAGEM - HOSPITAL MERCY QUARTA-FEIRA, 3 DE DEZEMBRO
Voc�s podem levar isso.
Procuramos algo no banco de tr�s.
Ei. O que est� acontecendo aqui?
Pol�cia. M�os onde eu possa ver.
Estava mostrando minha identifica��o.
Sou m�dico. Trabalho aqui.
O que � aquilo no seu porta-malas, amostras?
� um estoque de um ano de oxicodona.
Tenho um consult�rio na minha casa.
Quer explicar o que isso faz no banco do seu carro?
Ali em plena vista, como ela disse.
N�o sei de quem s�o, mas fones n�o s�o ilegais.
Joseph Conklin, est� preso por tentativa de estupro,
viol�ncia sexual. Tem o direito
-de permanecer calado... -Estupro?
Aquelas mulheres concordaram em fazer.
S� queriam as p�lulas.
�? Continue falando.
Venha.
Os fones estavam no banco traseiro?
-Estavam. -Ent�o pegamos nosso cara.
Seguramos ele por causa das drogas at� o DNA voltar.
-Faremos o reconhecimento agora? -Agora mesmo.
Bom trabalho.
Oi.
Consegue ver o homem que te atacou, Annie?
N�o tenha pressa.
Eu acho...
Tudo bem.
N�o acho que seja nenhum deles.
Desculpe-me. N�o o vejo.
Talvez o n�mero quatro?
N�o tenho certeza.
Desculpe. N�o � o n�mero quatro.
Eu...
Realmente n�o dei uma boa olhada.
N�o consigo apont�-lo. Desculpe.
Tudo bem. Tudo bem.
Fez um �timo trabalho.
Todos sabemos que lembran�as de testemunhas
n�o s�o confi�veis, logo...
0 de tr�s. O que tem de Atlanta?
-Podemos tentar, mas faz 6 anos. -Posso mandar fotos.
N�o importa. N�s o pegamos.
Os fones de ouvido de Ryan estavam no carro dele.
Acharam digitais dela no banco de tr�s.
-Em quanto tempo sai o DNA? -Acabamos de tirar a amostra.
Vai demorar um pouco.
Bem, ent�o n�o espere. Minta.
Diga a ele que bateu.
N�s j� sabemos que foi ele.
Meu DNA?
Isso tem que ser um engano.
Nunca fui a Atlanta.
Ou Milwaukee. Isso � loucura.
E voc� pode provar isso?
Como provo que nunca estive em um lugar?
N�o sei nada sobre essas garotas. Nunca as vi.
Nem mesmo essa? Como os fones dela apareceram
no banco de tr�s do seu carro? N�o estuprei ningu�m.
Ainda mais uma garotinha.
Por que voc� disse que foi consensual?
Disse que elas concordaram.
-Isso foi outra coisa. -O qu�?
Se ele explicar o que foi,
e for um crime que n�o incida sobre este,
Precisaremos de imunidade.
Vamos falar com o promotor.
T�m mulheres fazendo fila para transar por oxicodona.
Cinco p�lulas valem um oral. Doze para o pacote completo.
Ent�o confessa extors�o e furto de p�lulas, mas n�o estupro.
-O que acabei de falar? -N�o � bem assim.
Elas est�o com dor. As receitas s�o legais.
N�o se tiverem que transar para obt�-las.
Tudo bem, Joseph, j� falou o bastante.
Vara de fam�lia? Amanh�?
Entendo, doutor,
mas n�o h� nenhuma forma de adiar...
-Sargento, boas e m�s not�cias. -Um momento.
Sei que n�o � isso que eles querem ouvir.
N�o, voc� est� certo.
Estarei l�.
Sim, obrigada.
M� hora?
Sempre. O que voc� tem?
N�o foi ele.
-O DNA voltou t�o r�pido? -N�o.
Antes de fazerem o DNA, pedi para checarem o sangue,
mas o Hospital Mercy tem a ficha do Dr. Conklin como O positivo.
Todo DNA de Atlanta � de algu�m AB.
-Ainda � o carro dele. -Sim.
Sargento.
Nosso estuprador � met�dico. Ele � meticuloso.
-Este cara � largado. -Eu sei. N�o � ele.
Mas ainda � o carro dele.
Sem contar seu neg�cio com as p�lulas.
Provavelmente deixou o carro com outro canalha
-que agora est� sendo protegido. -Ent�o volte l� e aperte ele.
Descubra quem teve acesso.
Verifique as c�meras do estacionamento do hospital.
Descubra quem dirigiu aquele carro.
Eu disse, ningu�m daqui pegou o carro dele.
E acreditamos em voc�.
O Dr. Conklin jura que ningu�m mais teve acesso.
Ent�o por que voc� n�o nos esclarece?
O doutor estaciona aqui todos os dias?
Sim. Ele paga mais, ent�o o carro fica na frente.
Este estacionamento � aberto ao p�blico?
N�o, s� m�dicos, vendedores e administradores.
E quanto a enfermeiros?
Mais algu�m que lide com pacientes?
Os param�dicos estacionam as ambul�ncias �s vezes.
Param�dicos? Ent�o voc� guarda as chaves das Ambul�ncias aqui?
Sim, no caso de bloquearem o carro de um m�dico.
Est�o bem aqui.
Se receberem um chamado, eles pegam.
Ent�o os param�dicos t�m acesso �s chaves
at� quando n�o h� ningu�m aqui?
Eles s�o gente boa.
N�o pegariam nada.
Sim, mas voc� os registra, certo?
Precisaremos ver o livro de registros.
VARA DE FAM�LIA TER�A-FEIRA, 4 DE DEZEMBRO
Sra. Jackson, depois de descobrir
que Noah Porter estava em tratamento intensivo
e que a Srta. Benson n�o estava presente,
voc� tentou contat�-la?
V�rias vezes.
Quando finalmente retornou,
ela alegou uma emerg�ncia de trabalho.
-Aleguei? -Liv.
Por que a aus�ncia da Srta. Benson a incomodou?
Noah Porter estava em crise.
Como m�e adotiva de uma crian�a de alto risco,
a Srta. Benson tem que entender o que isso significa.
Obrigada.
Merit�ssima, como representante legal do Noah,
-tenho algumas perguntas. -Claro, Sr. Langan.
Primeiro, Sra. Jackson, Agrade�o seu empenho
-em cuidar do Noah. -Obrigada.
Agora, desde que cuida deste caso,
tenho certeza que fez in�meras visitas.
Encontrou o beb� bem cuidado?
Acreditei que tinha.
Significativamente melhor cuidado
do que em qualquer dos quatro lares anteriores
em que esteve sob a supervis�o da sua ag�ncia?
Eu tento n�o olhar para tr�s nos meus casos.
Deixe me fazer isso por voc�. Quando Noah foi hospitalizado
recentemente, a pediatra descobriu costelas quebradas
ent�o curadas,
e outros sinais de abuso infantil anterior.
Tais abusos devem ter acontecido antes de nossa supervis�o.
De qualquer modo, sua ag�ncia n�o notou os abusos,
enquanto a m�dica da Srta. Benson, sim.
A Srta. Benson deveria estar l�.
Minha preocupa��o � que, como m�e solteira,
num emprego estressante,
ela n�o consiga fazer desta crian�a sua prioridade.
Oi gente.
-Desculpe o atraso. -Falei que voc� estava vindo.
Sem problemas. come�amos sem voc�.
O que temos do nosso suspeito?
As c�meras do hospital pegaram Albert Beck.
Sem ficha.
Escolhido melhor param�dico por quatro anos seguidos.
Seu supervisor o chamou de her�i,
e ele foi condecorado por ato heroico
ap�s o descarrilamento do metr�, no ano passado.
E depois de terminar seu turno da noite,
ele coloca a ambul�ncia na garagem
uma hora antes do ataque a Ryann Catalano.
E foi pego no v�deo dirigindo o carro do Conklin.
Por que n�o o prendemos ainda?
� a folga dele. Fin e Carisi est�o indo
� casa dele no Queens agora.
Podemos coloc�-lo em Atlanta e Milwaukee?
-Sim, n�s podemos. -Sim.
Ele era um t�cnico de ambul�ncia em Atlanta de 2007 at� 2009
e depois em Milwaukee nos 2 anos seguintes.
O emprego lhe d� o disfarce perfeito para encontrar v�timas.
Ent�o vai para Nova Iorque, onde mora por 4 anos
sem incidentes.
E de repente volta a estuprar.
-Porque agora? -Pergunte a ele quando peg�-lo.
E � melhor que seja ele.
Seu relat�rio ao Controle de Estat�sticas n�o lhe rendeu f�s.
CASA DE LAUREN E BETH BURNS QUINTA-FEIRA,4 DE DEZEMBRO
Dane-se o Albert.
Ent�o n�o se importaria em nos dizer onde ele est�?
Se soubesse, ficaria feliz em dizer.
N�o vejo o desgra�ado desde que eu o expulsei h� um m�s.
Por que fez isso, Sra. Burns?
M�e, o que voc� fez?
Nada. Os policiais vieram por conta pr�pria.
Est�o perguntando sobre Albert.
-Grande choque. -Ele n�o fez nada errado.
Ningu�m disse que ele fez.
� sua culpa que ele foi embora.
Ele te odeia. E eu te odeio tamb�m.
Quer nos dizer o que est� havendo, senhora?
O que voc� acha?
Olhe para ela.
Ela � mais nova e mais burra.
O filho da m�e melhorou.
Ou piorou.
Ela tem 15 anos.
A namorada do suspeito n�o sabe onde ele est�?
Lauren Burns � a ex.
Ela o expulsou de casa h� um m�s.
Na mesma �poca que ele passou a perseguir as v�timas.
Fiz uma pesquisa imobili�ria e ela e Albert Beck
viveram juntos em Milwaukee, em 2010.
Quando os estupros em Milwaukee pararam.
A� a filha, Beth, que hoje tem 15 anos,
mudou-se com ele para Nova Iorque 1 ano depois.
Ok, bem, ela � pequena. � o tipo dele.
Explica o hiato de 4 anos nos estupros.
Por que ela o expulsou?
-A m�e o pegou de olho na filha. -�timo.
-Onde ele est� agora? -H� agentes disfar�ados
no hospital, na companhia de ambul�ncia.
Checamos o servidor, mas o celular n�o tem sinal.
A filha descobriu por que est�vamos l�.
Ela provavelmente o avisou
antes que a m�e entregasse os celulares.
E AMANH�, 8:30? �TIMO. OBRIGADA.
Oi, chefe, est� conosco?
Sim. Ela avisou a ele?
O que estamos vendo? Estupro de vulner�vel?
� poss�vel. Nas �ltimas semanas,
a m�e tem trazido Beth com r�dea curta.
R�dea curta. Ela � uma adolescente
Mesmo que n�o tenha um celular,
ela descobrir� como entrar em contato com ele.
Facebook, Instagram, Twitter...
Certo, Rollins. Vamos.
Voc�s est�o erradas.
Albert est� sendo perseguido.
Voc� n�o est� escutando, Beth?
Est�o nos dizendo que Albert � um estuprador.
Beth, ele � um homem perigoso.
� procurado por, pelo menos, 6 ataques ao que sabemos.
Possivelmente mais.
Se sabe onde ele est�, precisamos que nos diga.
-Como eu saberia? -Nem sequer tente.
Pelo amor de Deus.
Sabemos das mensagens, mensagens sobre sexo.
N�s olhamos o seu celular.
Falei para n�o dar meu celular para eles.
Est� no meu nome.
J� disse que pode come�ar a pagar suas contas quando quiser.
Beth, ele � o culpado aqui.
N�s precisamos que voc� nos ajude.
Voc�s olharam minhas mensagens?
Minhas selfies?
Isso � privado.
N�o, voc� sabe o que �?
Isso � pornografia infantil.
Isso � um crime.
Voc� criou isso, voc� enviou,
ent�o ser� voc� na cadeia.
O qu�?
Voc�s n�o podem fazer isso.
Na verdade, podemos.
M�e.
-Est�o falando s�rio? -Sim.
E Sra. Burns, j� que o celular est� no seu nome,
podemos process�-la tamb�m.
Oi, querida. Senti sua falta.
Como finalmente enganou a cachorra?
-Corra. -O qu�?
Corra.
Corra!
-Pol�cia! -Pare! Pare!
-Pare! -Pol�cia
Pare!
Levante essa bunda.
N�o sou t�o pequeno quanto est� acostumado, n�?
Seguro e protegido de todos os sinais.
Apenas o escutem.
Esse cara est� ferrado.
O DNA do cachorro da Ryann � compat�vel
e ele tem marcas de mordidas.
Atlanta confirmou que o DNA � compat�vel
para os 3 casos deles.
Ele recebeu v�rias sauda��es pelo seu hero�smo l�,
e estava ativo no coral de sua igreja.
-Explica os hinos. -Na verdade n�o.
Ainda assim, 5 estupros, uma tentativa.
-Ligarei para o Barba -E as selfies de Beth.
Posse de pornografia infantil. Pegar� perp�tua.
Ligue para Atlanta, diga que o processaremos.
Certamente est�o esperando
para ouvir como somos gratos pela ajuda deles.
E os outros estupros que batem com o padr�o?
Milwaukee, Vegas... Podemos estar olhando
-para mais uma d�zia aqui. -Ligue.
Pe�a para testarem os kits de estupro.
Se acharem os kits e quiserem gastar com um caso parado.
Ent�o n�s encurtamos isso e obtemos uma confiss�o.
Gente, por que ele confessaria mais crimes?
Ele n�o ganhar� nada com isso.
Nunca se sabe.
Eu n�o vou dizer nada.
N�o precisa. Voc� vai se dar mal.
Te pegamos por tentativa de estupro de uma garota de 12 anos
-e posse de pornografia infantil. -N�o, espera.
Beth me enviou aquelas fotos. N�o pedi que enviasse.
Achei que n�o ia falar nada.
N�o se preocupe, amor. Tenho tudo que preciso.
Voc� j� era e nem sabe disso.
O que isso quer dizer?
Bom, somente entre eu e voc�,
encontramos outros estupros,
mas o detetive Tutuola n�o quer te prender por eles.
-O qu�? -Existe um sentimento
de n�o queremos te mandar a pris�o
como um estuprador valent�o
que se esquivou da pol�cia por anos.
Talvez te acusemos apenas com o estupro de menor,
pornografia infantil,
para ver como voc� se vira.
-Do que est� falando? -Qual �.
Voc� � inteligente, n�o �?
Manteve a imagem de param�dico her�i
por bastante tempo. Enganou todo mundo.
Mas na pris�o,
tudo que ir�o saber � que voc� � s� um ped�filo.
N�o sou ped�filo.
Fa�o sexo com mulheres.
�, as novas.
Voc� estuprou quantas pelo pa�s?
Voc� se livrou por anos.
O problema � que, ningu�m vai procurar aquele DNA,
ent�o voc� e eu sabemos
que � a� onde tudo termina.
Sua ficha na pris�o...
� sua reputa��o.
Espera.
Tem mais do que voc� sabe.
Muito mais.
Voc�s o pegaram.
-Bom trabalho. -O cara novo � legal.
Sargento.
Dodds quer te ver amanh� na Controle de Estat�sticas �s 8.
-8:00? -�, n�o parecia um pedido.
GABINETE DA JU�ZA LINDEN SEXTA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO
Obrigada por me receber t�o cedo.
Bom, fico feliz que tenha vindo, Sargento.
Antes de decidir sobre isso, queria conversar.
Voc� tomou para si uma s�ria responsabilidade.
Sei disso, e n�o � f�cil.
Acredite, N�o � vergonha admitir
que voc� se encontra em uma situa��o
que achou que pudesse lidar
mas se deu conta que n�o pode.
Ningu�m vai te julgar por isso.
Gosto muito de voc�, Sargento Benson,
mas minha principal obriga��o � com Noah.
Eu sei. Minha tamb�m.
-Precisa atender? -N�o.
N�o preciso.
Preciso estar aqui.
Quero ter certeza que voc� entenda
que minha prioridade � o bem-estar de Noah.
Sua sa�de, sua felicidade...
N�o poderia ama-lo mais,
e farei o que estiver ao meu alcance
para provar isso para voc� e para o Servi�o Social.
Eu prometo.
N�o me prometa.
Prometa ao Noah.
-Em cima da hora. -Estou aqui. Estou aqui.
Eles tamb�m.
Nesta manh� o estuprador do padr�o 17 confessou
tr�s agress�es aqui em Nova Iorque,
e 28 outros estupros em diversas cidades.
Podem existir mais. Ainda estamos verificando.
Com tantas agress�es no hist�rico dele,
o que SVU poderia ter feito de diferente?
Fizemos nosso trabalho.
Mas, infelizmente, o fato � que,
somos dependentes de outras jurisdi��es
quando os criminosos deles entram em nossa �rea.
Ent�o parece que a comunica��o
com os outros departamentos precisa melhorar.
Na verdade, com todo respeito,
o problema n�o � comunica��o, Hank.
Existe um problema de ac�mulo de kits de estupro
que precisa ser tratado.
Sargento?
Pegamos o estuprador de padr�o 17
uma semana ap�s seu primeiro ataque aqui.
Mas a verdade � que, todas as agress�es de Nova Iorque
poderiam e deveriam ser prevenidas.
Albert Beck � um estuprador de carreira
que se mudou de estado a estado,
ano ap�s ano.
Mas porque muitas cidades t�m departamentos subfinanciados,
e muitas cidades n�o levam a s�rio crimes contra a mulher,
eles nunca testaram milhares de kits de estupro.
Qual o sentido em ter um banco de dados nacional de DNA
se os DNAs dos estupradores nunca estiveram nele?
Al�m do DNA encontrado, conseguimos uma confiss�o,
ent�o Atlanta pode proceder na acusa��o dos tr�s crimes.
Boas not�cias, Amanda.
Fico feliz de ter podido ajudar.
Sabe, acho que voc� e eu ainda trabalhamos bem juntos.
Certo, chefe. Sei que est� ocupado. Vou deix�-lo trabalhar.
A prop�sito, irei a� em Janeiro para uma confer�ncia.
Talvez pud�ssemos tomar um drink, pelos velhos tempos.
Talvez.
Os dia s�o bem cansativos.
Bom, sabe como eu sou.
N�o aceito n�o como resposta.
Te vejo em breve, Amanda.
Tudo bem?
Tudo bem, Fin.
Tudo bem.
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