All language subtitles for Grave of the Vampire (1972)por

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Original subtitles

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OT�mulo do Vampiro.

-Paul! Paul, aonde v�o?. -N�s voltaremos.

Mas a Lola n�o vai gostar nada disso!

N�s vestimos os calouros como cachorros...

para que andem de quatro e latam para ela!

N�s voltaremos!

-Devo mandar a Lola come�ar?. -Sim, mande que comece!

Acho que nunca terei medo de cemit�rios.

-S�o especiais para n�s. -Foi quase nesse mesmo lugar.

Foi por isso que me trouxe aqui hoje � noite?.

N�o, n�o foi por isso que a trouxe aqui hoje � noite.

Vi voc� espionando no quarto enquanto a Lola se vestia.

-N�o estava espionando! -Ent�o como chama aquilo?.

-Ela deixou a porta aberta e... -continue, Paul.

Falei para ela que seria melhor se ela fechasse a porta.

Sim, Paul. Eu entendo.

Leslie?.

Paul! � lindo!

-Quer se casar comigo, Leslie?. -Sim, Paul.

Quando voc� quiser. Eu te amo.

Era da minha av�.

Nunca vi algo t�o belo.

Agora a �nica coisa que eu tenho � este carro.

Ainda n�o est� totalmente pago.

Podemos viver na casa de veraneio dos meus pais.

Est� fechada h� tempo. Podemos deix�-la habit�vel.

Fica apenas a 1 6 quil�metros daqui.

O que foi isso?.

N�o estamos sozinhos aqui.

Estou apaixonada por voc�.

Eu te amo.

N�o!

N�o!

N�o!

Me ajude!

N�o!

Dr. Brewster, cirurgia. Dr. Brewster, cirurgia.

Tenente...

este lugar me da arrepios. Estou nervoso.

-S� quero tomar um trago. -Ter� o seu trago, senhor.

S� me diga mais uma vez.

Eu j� lhe contei mais de 50 vezes!

Mais uma vez, senhor.

Estava dormindo l� no cemit�rio.

Ouvi um som de pancadas. Ouvi uma mulher gritando.

Isso me acordou. Foi o que me acordou.

Ent�o tentei voltar a dormir...

mas o sol estava nascendo e n�o consegui manter os olhos fechados.

Levantei e andei um pouco.

Foi quando vi um homem morto com ferimentos horr�veis.

Depois outro homem saindo de uma cova aberta...

e ouvi gritos.

Quando olhei para baixo na cova, l� estava ela...

com o vestido levantado e o resto do corpo nu.

comecei a correr, tenente, gritando e gritando...

at� que o policial da ronda me encontrou.

E me mandaram aqui.

Quando viu o homem correndo...

Iembra-se se o sol j� havia nascido totalmente?.

Fiquei t�o assustado quando vi o rosto do garoto morto...

que n�o conseguia pensar em outra coisa.

Tente pensar agora.

N�o me lembro do sol. S� sei que estava...

cinzento como fica quando a noite termina.

Pode ir agora, Zack.

S� se comunique com n�s todo dia por algum tempo.

Obrigado, tentente. Farei isso, farei isso.

E tenente...

estarei l� na igreja tamb�m.

Nada mais de cemit�rios para mim.

Boa id�ia, Zack.

Dr. Evan, quarto 312. Dr. Evan, quarto 312.

N�o vai deter o Zack?.

Estava b�bado! Talvez tenha pirado e matado o garoto.

-N�o duvidaria disso. -O Zack � inofensivo.

Que papo era aquele sobre se o sol j� havia nascido ou n�o?.

O corpo do garoto estava drenado de sangue, n�o estava?.

Estava muito machucado. O sangue todo drenou.

Ent�o onde est�?. N�o estava no ch�o e nem no carro.

Acho que foi morto em outro lugar e desovado no cemit�rio.

Talvez tenha raz�o.

Ou�a, tenente...

tem descartado todas as possibilidades que sugeri.

N�o gosto disso!

Temos um jovem que foi assassinado de modo estranho.

Uma jovem garota que est� meio fora de si...

que pode ter sido violentada...

e uma cripta da qual roubaram um cad�ver.

Que tal fazer uma perguntas naquela universidade?.

Faremos isso, Duffy.

E em qualquer outro lugar onde achar que poderemos descobrir algo.

-Ent�o est� bem. -Ent�o est� bem.

Dr. Higgins, radiologia. Dr. Higgins, radiologia.

A Leslie Hollander foi estuprada, tenente.

Tem contus�es e hematomas nas costas e pernas.

Est� saindo do choque aos poucos.

Posso tentar falar com ela?.

Est� bem, mas s� por alguns minutos.

Leslie?. A pol�cia est� aqui.

Querem falar com voc�.

Srta. Hollander, eu sou o tenente Panzer.

Esse � o sargento Duffy.

Gostar�amos de falar com voc� sobre ontem � noite.

N�o � s� sobre o que aconteceu com voc�, senhorita.

� sobre o que pode acontecer com outros no futuro.

� o seu dever perante a lei...

Vou lhe mostrar algumas fotos.

� poss�vel que o homem que tenha feito isso com voc�...

esteja nessas fotos.

Vou segurar de modo que possa ver todas facilmente.

Dr. Lewis, administra��o. Dr. Lewis, administra��o.

continue olhando.

Os rostos, Srta. Hollander. Os rostos.

N�o est�o vendo que ela precisa descansar?.

Olga, n�o vamos machucar a Leslie.

Vamos.

-cavalheiros, ter�o que sair. -Desculpe.

Est� tudo bem.

De quem era a foto?.

Do homem cujo cad�ver sumiu da cripta.

caleb croft.

Foi preso pela �ltima vez em Boston.

Por estupro.

Leia.

Escapou na mesma noite em que foi preso.

A persegui��o levou ao metr� de Boston.

Ele acidentalmente caiu nos trilhos...

e foi eletrocutado.

Mandaram o corpo para a calif�rnia...

e o colocaram naquela cripta...

h� quase 3 anos.

Suponha que o namorado a tenha violentado...

e suponha que ela esteja tentando nos enrolar.

E suponha que o namorado tenha cometido o suic�dio...

entrando de costas numa l�pide.

Tenente, tem um �timo hist�rico na for�a policial.

Pode facilmente ser promovido a chefe...

mas se descobrirem que voc� acredita...

que algu�m foi eletrocutado por 50,000 volts...

e tr�s anos depois...

ele sai da sua sepultura...

comete um assassinato e um estupro...

e depois foge do nascer do sol como o Bela Lugosi.

Voc� perder� o seu emprego, a sua pens�o, tudo.

Voc� me convenceu.

At� parece.

calma.

Descanse.

Tudo vai ficar bem.

-N�o tente se esconder de mim. -Voc�! Dem�nio!

Poupe o seu f�lego, querida. Ningu�m pode ouvi-la.

O meu laborat�rio � a prova de som.

Por que me trouxe aqui?. Sabe que tenho medo do escuro!

Preciso de voc� para fazer uma experi�ncia.

Dentro de uma hora terei drenado todo o seu sangue.

Voc� � um man�aco! jamais escapar� impunemente!

-O Mike me encontrar�. -N�o conte com isso, querida.

Est� perdida, querida.

-Por favor, me deixe em paz! -� tarde demais.

-Deveria ter cooperado mais. -N�o! N�o!

Me deixe em paz! N�o toque em mim!

Eles sabem tudo.

P�lulas, agulhas, conversa.

-E as pessoas definham. -As p�lulas me ajudaram, Olga.

Elas ajudam a esquecer da vida.

Olga, quero falar com a Leslie a s�s por alguns minutos.

Tenho cuidado da Leslie 24 horas por dia...

e agora tenho que sair por alguns minutos?.

Est� tudo bem, Olga.

O meu marido morreu por causa de p�lulas.

Sente-se.

Os resultados chegaram do laborat�rio, Leslie.

N�o h� d�vida. Est� gr�vida.

Um beb�!

O beb� do Paul.

Leslie, ou�a.

Estou pedindo que fa�a um aborto.

Por qu�?.

Leslie, o que est� crescendo dentro de voc� n�o est� vivo.

O seu corpo o est� nutrindo, fornecendo sangue e oxig�nio...

mas quando sair do seu �tero, estar� morto.

Deve haver algum engano.

N�o h� nada de errado com o meu beb�.

Eu sou saud�vel e o Paul tamb�m era!

N�o sabe tudo. A Olga tinha raz�o!

Leslie, fui seu m�dico durante quase toda a sua vida.

N�o h� erro algum.

O que est� dentro do seu �tero n�o � um ser humano.

� um parasita. Acabar� matando voc�.

Temos que tirar esse parasita de dentro de voc�.

A minha m�e costumava me trazer aqui.

N�o havia ningu�m na sala de espera.

� porque nunca nunca melhoravam.

Leslie, sabe que n�o deve falar assim.

N�o encostar� um dedo no meu beb�.

Nascer� saud�vel e voc� n�o estar� l�.

Olga!

Sei o que vai tentar fazer e n�o vou permitir!

Olga!

Olga, me leve daqui. N�o veremos mais m�dico algum!

-Venha, querida. -Leslie, por favor!

-Vamos. -Leslie!

-Posso ajudar com a bagagem?. -N�o queremos a sua ajuda.

Os outros policias est�o dizendo que � um crime n�o solucionado.

Por que insiste?.

Eu o encontrarei, Srta. Hollander.

Logo a dor passar�, Leslie.

O Dr. Ford disse que o beb� n�o estava vivo.

Estava errado e o seu beb� continuou crescendo dentro de voc�.

-Agora ele quer nascer. -Sinto que est� indo!

Toda a dor e sofrimento.

Os m�dicos queriam arrancar o beb� de dentro de voc�!

Est� vindo, Leslie!

� um menino!

Leslie, � um menino grande e saud�vel.

Quero v�-lo.

Sim, j� vai.

Quero ver o beb� do Paul. Por que n�o o traz para mim?.

Veja s� as m�ozinhas dele se mexendo!

Por que est� t�o cinza?. Nunca vi um beb� desta cor.

-Talvez dev�ssemos chamar o Dr. Ford. -N�o!

Ele ficar� bem. Faremos com que fique saud�vel e forte.

Por favor, Leslie.

-Deixe-me chamar o Dr. Ford. -Nada de m�dicos, Olga.

Mas o beb� vai morrer!

-N�o aceita o leite. -N�o ir� morrer.

Traga-o aqui. Tentaremos mais uma vez.

Quando voc� acordar

Voc� ter�

Todos os belos cavalinhos

Salpicados e cinzas

Malhados e baios

Todos os belos cavalhinhos

Salpicados e cinzas

Malhados e baios

Todos os belos cavalhinhos

Minha m�e teve dificuldades para me contar que n�o era como outras crian�as.

N�o podia compartilhar a vida com seres humanos normais.

Fui descobrindo que aquilo que havia estuprado a minha m�e...

e havia me gerado n�o era um homem vivo com sentimentos...

mas sim uma for�a maligna, um c�ncer...

que se recusava a ser destru�do.

N�o era apenas o sangue que a mam�e me dava para me manter vivo.

A juventude e a pr�pria vida dela foram sugadas pelas seringas que me alimentavam.

Odiei o caleb croft por me criar na semelhan�a dele...

e por usar a minha m�e como meio para gerar a sua maldade.

Estou determinado a destru�-lo.

Segui o rastro dele de pa�s em pa�s...

nas universidades onde encontra o sangue jovem pelo qual anseia.

Sorte e um instinto animal quanto ao perigo o mant�m um passo � minha frente...

mas o cerco est� se fechando.

Logo encontrarei o meu pai cara a cara.

Logo estar� onde quero.

Esse � o curso prolongado do Prof. Lockwood?.

Sim.

Meu nome � Anita jacoby. Estou fazendo meu doutorado.

-Sou o james Eastman. Ol�. -Oi.

Esses cursos noturnos s�o bem mais interessantes.

H� pessoas de todos tipos e idades.

Soube que se n�o chegar a tempo n�o pode assistir a aula.

Espero que a minha colega de quarto chegue a tempo.

Sarah.

Sarah.

Est� esfriando.

Tenho um lugar aonde podemos ir.

N�o sou boa o bastante para voc�?.

N�o! N�o! N�o!

N�o! N�o!

N�o! N�o!

Os que n�o t�m lugar ter�o que ir embora.

Sinto muito, mas n�o temos espa�o suficiente.

Sei que alguns de voc�s s�o advogados, professores...

donas de casa entediadas que n�o t�m coisa melhor para fazer...

mas se tivermos sorte...

alguns poucos talvez aprendam algo.

O meu nome � Lockmood.

Professor Adrian Lockmood.

� chamado de p� ""goober"" pelos antigos do sul.

Espalhe ao redor da cama do seu inimigo � noite...

e ele morrer� dormindo.

cascas de amendoim torradas, � s� isso.

Realmente podem matar?. N�o.

N�o aqui com autom�veis e luzes el�tricas.

jamais poder�amos acreditar em tal coisa...

mas desfa�a-se da luz e dos autom�veis...

dos antibi�ticos que nos mant�m um passo � frente da morte...

e seremos apenas criaturazinhas pat�ticas e assustadas...

vagando num mundo cruel e hostil.

Ent�o nos tememos os deuses...

dem�nios, diabos, morcegos...

-esp�ritos, anjos... -E vampiros?.

De fato, vampiros.

S�o essas respostas...

respostas geradas pelo medo que estudaremos.

Interessante que estejam aqui em n�mero t�o grande hoje � noite.

S�o como os homens primitivos...

ainda cheios de medo?.

com um pavor inexplic�vel do qual n�o podem se livrar?.

Morte.

Quem � voc�?.

Anita jacoby.

A morte tem sido a causa principal...

a preocupa��o obsessiva do homem desde que saiu das cavernas.

De todos os animais s� o homem est� ciente...

de que, assim como nasceu...

algum dia ele morrer�.

O indiv�duo que pode infligir a morte...

tem o respeito absoluto do outro homem.

Eles o reverenciam.

A morte tamb�m � muito bela.

Alguns entes queridos que vimos mortos...

nunca pareceram estar mais em paz...

mais serenos.

-Qual o seu nome?. -Anne Arthur.

Sou professora de Literatura lnglesa.

Sinto se o assunto a assusta.

Sei quem � respons�vel por isso, professor.

A voz interessada em vampiros.

Sim. Planejo escrever uma tese sobre o charles croiden.

charles croiden n�o � muito conhecido.

Talvez queira compartilhar o seu conhecimento com o resto da classe.

Obrigado.

Era um nobre ingl�s do s�culo 1 7.

Diziam que ele e a esposa eram vampiros.

Foram ca�ados pela lgreja Anglicana.

Buscaram ref�gio num pequeno povoado puritano em Massachusetts.

croiden foi respons�vel por uma s�rie de assassinatos medonhos em Nova Salem.

A mulher dele foi queimada como vampira em 1 846.

croiden nunca foi encontrado.

Se aceitarmos a lenda tradicional...

de que vampiros s� podem ser mortos com uma estaca de madeira no cora��o...

charles croiden ainda deve estar vivo hoje em dia.

Mas por que tem que se esconder?.

O vampiro com todo o poder aterrador e terr�vel de Sat�...

e todos os cora��es negros sob o seu comando?.

Por que � for�ado a correr como um rato assustado?.

Mas como vampiro, que escolha teria?.

Teria que se proteger da raiva de pessoas virtuosas.

Era de se pensar que a personalidade do homem faria com que se defendesse...

para aterrorizar os meros mortais ao seu redor...

e n�o se esconder em buracos escuros...

atr�s de nomes falsos...

-como caleb croft... -Quem � caleb croft?.

-At� eu sei a resposta, professor. -Ent�o vamos ouvir.

caleb croft foi um assassino e um estuprador.

Foi eletrocutado acidentalmente no final dos anos 1930.

O corpo dele desapareceu misteriosamente...

e o policial que acreditava que o croft era um vampiro...

foi encontrado perto da sepultura do croft.

Morto. Todo o sangue dele havia sido drenado.

Todos esses fatos foram publicados num livro...

que liga o caleb croft ao charles croiden.

Que livro � esse?.

Deixe-me ver...

Ah, sim! � chamado ""Os Mist�rios da Nova lnglaterra"".

Poucas c�pias foram publicadas.

Parece muito interessado no caso croft, professor.

-Sim, estou senhor... -Eastman.

james Eastman.

Sr. Eastman, se permanecer na classe tempo suficiente...

talvez se interesse tamb�m. Mais do que pensa.

-Srta. Arthur. -Professor Lockmood.

S� queria lhe agradecer pela excelente aula.

-Leva jeito com os alunos. -Que jeito � esse?.

Dominante. Os estudantes divagam durante as minhas disserta��es.

S�o tolos.

Aproxime-se, Srta. Arthur. Na luz.

N�o veio aqui para falar dos seus alunos, Srta. Arthur.

No come�o me lembrou da minha falecida esposa Sarah...

mas fui al�m disso.

Nenhum artista poderia captar tal gra�a.

Me perdoe se pare�o ser dominante.

Essa qualidade � inspirada por voc�.

Por favor, Professor Lockmood...

sinto-me muito indefesa no momento.

Sinto muito. Talvez outra hora, em outro lugar.

-Gostaria de ir embora agora. -Est� livre para ir.

Sem truques. Nada de p� ""goober"".

� a coisa mais importante para mim.

Eu sei.

Boa noite, Srta. Arthur.

� s�, senhor. Hora de fechar.

Tem que ir embora agora.

Quero levar este livro.

S� pode ser usado como refer�ncia. N�o pode lev�-lo.

Vim da universidade na esperan�a de achar uma c�pia.

� vital para uma palestra que planejo fazer.

-Sou o Professor Lockmood. -Pro fessor Lockmood?.

Sim.

Posso pegar emprestado por um ou dois dias?.

Preciso fechar agora.

O seu cabelo � lindo, Sra...

Fenwick. Srta. Fenwick.

Srta. Fenwick.

j� fui modelo de fot�grafo.

Ter� que ir embora agora.

O livro, Srta. Fenwick?.

A biblioteca tem regras muito r�gidas.

N�o posso abrir exce��es.

Me levou a acreditar que eu poderia lev�-lo!

Eu n�o fiz isso.

Todo aquele papo sobre o seu cabelo e olhos!

-Boa noite, professor. -Estava me usando!

Tem que ir!

Me usando!

Me usando!

Obrigada por vir. Quer beber alguma coisa?.

N�o, obrigado.

Quer dan�ar?.

N�o sou muito bom nesse tipo de coisa.

S� tem que se mexer. Voc� se mexe, n�o?.

Sim, eu me mexo.

-Por que n�o sentamos?. -Est� bem.

Sob uma condi��o.

Espere bem a� por um minuto e deixe que eu fa�a o trabalho.

N�o o entendo.

N�o h� o que entender.

O james est� dando uma de dif�cil.

Tudo bem.

Farei do seu jeito.

Quero lhe mostrar algo.

Andei comparando o vampiro charles croiden...

com o caleb croft.

concordo com o T.j. Boyd. S�o a mesma pessoa.

Acho que sabe mais.

Ou o Professor Lockmood sabe mais.

Sabem de alguma coisa um sobre o outro?.

james?.

N�o posso ajud�-la.

Voc� n�o � croft e nem o croiden.

juraria que � um vampiro se n�o o tivesse visto de dia.

Voc� � inating�vel.

N�o excito voc�.

Sinto muito.

Anne!

Sinto muito sobre isso tudo.

Tocamos uns discos, chamamos um pessoal e agora temos uma festa.

Estou apenas muito cansada.

O Professor Lockwood acabou com voc�?.

Parece que andou ouvindo fofocas.

N�o, ouvi que voc� e o Professor Lockwood estavam juntos ap�s a aula, s� isso.

Ficou muito abalado com a morte da esposa, a Sarah.

Parece que eu me pare�o com ela.

Muito obrigado por me convidar. Boa noite.

Espere!

N�o ter� chance de cozinhar o seu jantar aqui.

O james mora no andar de cima.

V� pegar umas panelas emprestadas.

Gostaria disso.

Est� bem.

Sarah?.

charles croiden, Sarah croiden.

caleb croft.

croiden.

croft.

Lockmood.

Eis as panelas.

-Posso lhe fazer um macarrr�o?. -N�o, obrigado.

E um chianti?.

Est� bem.

Tem um saca-rolhas?.

Sim.

Ent�o fa�a as honras.

Ser� um prazer.

Tem um cachorro ou gato?.

A carne � minha.

Acho que a pr�xima pergunta l�gica �...

Por que n�o temos 20 anos e n�o estamos tocando tambor l� embaixo?.

Desculpe. Estou te constrangendo.

N�o estou com vontade de comer o maldito macarr�o.

Foi t�o lindo com voc�, james.

Espero que n�o fique sempre t�o agressivo.

Eu tamb�m.

Tem uma paix�o t�o profunda.

Uma paix�o maravilhosa.

T�o silencioso o tempo todo.

Srta. jacoby.

Espero que n�o esteja decepcionado.

AAnne n�o est� aqui.

Suspeito que esteja passando a noite com o james Eastman.

Que interessante!

N�o precisa brincar comigo, professor.

S�o 3 da manh�. Sei porque est� aqui.

Espero que seja madura o bastante para ser discreta...

quanto ao meu interesse pela Srta. Arthur.

Professor Lockmood, est� agindo quase como um ser humano.

N�o entendo o seu humor, Srta. jacoby.

Ent�o compartilhei com voc�.

""Mist�rios da Nova lnglaterra"" por T. j. Boyd.

Pesquisei cada palavra escrita no livro.

O oculto, vodu, bruxas...

vampiros.

O Boyd o descreve perfeitamente, Lockwood...

croft...

croiden.

Est� imaginando coisas, Srta. jacoby.

Quero que me transforme numa vampira.

Misture o meu sangue lentamente com o seu...

at� que uma noite...

enquanto tomo banho na luz do luar...

a magia negra ocorrer�...

e virei at� voc� como a sua noiva...

e o servirei por toda a eternidade.

E se eu fosse o croft ou o croiden?.

A id�ia de uma companheira por toda a eternidade?.

A rela��o ficaria um pouco gasta, n�o acha?.

Tenho orgulho da minha imagina��o.

O entretenimento seria constante.

Poderia gritar agora e os corredores se encheriam de pessoas.

Seria despedido por estar aqui neste hor�rio.

Mas eu n�o gritarei...

porque voc� � o charles croiden...

vampiro.

Tiraram a sua esposa Sarah de voc�...

e a queimaram.

Quero assumir o lugar dela.

Eu te amo, charles.

Por favor, me possua, charles. Me possua.

Eu sou o caleb croft e o charles croiden.

-Ter� o seu desejo, Anita. -Quando come�amos?.

Amanh� � noite na minha casa.

Devo ir agora.

Verei se h� algu�m no corredor.

N�o espero que aja de modo especial.

Sem press�o, sem obriga��es.

Se ficarmos juntos de novo...

ser� porque n�s dois queremos.

Quer bolo?.

N�o, obrigada. O ch� est� bom para mim.

Se eu achasse a Anita daquele jeito, estaria numa camisa de for�a.

Mas voc� est� tranq�ila, pronta para a reuni�o de hoje � noite.

Deve ser a for�a inglesa.

O bolo est� delicioso.

N�o acredito que os mortos n�o tenham descoberto como com�-lo.

Afinal de contas, s�o como n�s s� que est�o em outro plano.

Acha que o Professor Lockwood conseguir� fazer contato hoje � noite?.

N�o posso dizer que � imposs�vel.

Fico feliz que pense assim.

O Sam disse que sou muito emotiva em rela��o a essas coisas.

Mas ningu�m pode acus�-la de ser emotiva demais.

N�o foi o que quis dizer.

Tenho certeza que pode ser muito emotiva quando quer...

mas � que geralmente � t�o cerebral.

Eu j� sou uma m�stica.

O Sam disse que eu como demais para ser uma m�stica...

mas o Buda era gordo.

-O Sam est� l� dentro?. -Sim.

Ainda est� fu�ando por a�.

Morro se o Professor Lockwood voltar e o vir olhando debaixo dos tapetes...

procurando alto falantes e fios escondidos.

-Achou alguma coisa?. -A casa parece limpa...

mas para custe�-la deve ter dinheiro.

Ser� de verdade, eu sei.

Ou�a, carol. S� porque n�o achei nada n�o significa que n�o exista.

Sam, n�o estrague as coisas hoje � noite.

Prometo n�o fumar, beber ou usar linguajar chulo.

Vim aqui para ver fantasmas e vou coooperar...

mas isso n�o significa que preciso acreditar.

Pairamos no ar desde que a Anita e a bibliotec�ria foram assassinadas.

Ambos os corpos drenados do sangue.

S� pode ter sido um vampiro!

Vejam o que eu comprei.

Eu, a carol Moskowitz.

confio mais numa .45 autom�tica.

-Mas prometeu ir desarmado! -Est� bem. Est� bem.

N�o cabe a mim julgar. � s� fazer ou morrer.

Boa noite.

Eu mandei os criados embora deliberadamente.

A presen�a deles na casa poderia ser uma distra��o.

� um m�dium bacana, professor.

-Eu n�o serei o m�dium. -Quem ent�o?.

-Anne. -Por que a Anne?.

Porque � a mais qualificada.

Sim.

Se lembrar da nossa conversa certa noite ap�s a aula.

Eu me lembro.

Estava testando a sua habilidade de se submeter � sugest�o...

assim como testei cada um de voc�s.

Voc�s s�o os mais desenvolvidos de todos os meus alunos.

N�o acredito em nenhuma palavra.

Qualquer tipo de paix�o � bem-vinda aqui.

Eu lhe prometo, Sam, que se tentar cooperar...

ter�o uma experi�ncia plena hoje � noite.

N�o pode pedir mais do que isso, Sam.

Sentaremos � mesa. Srta. Arthur.

Voc� se sentar� aqui.

Agora lembrem-se que n�o h� nada que precisamos saber...

e nada que sejamos obrigados a fazer...

exceto darmos as m�os e relaxar.

Relaxem.

Agora encostem nas cadeiras...

fechem os olhos...

e tirem tudo da cabe�a.

Tudo. Tudo.

Os nossos corpos est�o relaxados...

e focaremos os pensamentos numa parte central do c�rebro...

nos nossos ombros, nos nossos bra�os...

nas nossas m�os.

Um no outro.

Um no outro at� que as nossas mentes fundam lentamente.

Um no outro.

Um no outro.

Relaxem. Relaxem.

Relaxem.

Relaxem.

Relaxem.

Ainda h� algu�m resistindo.

Algu�m que precisa de mais ajuda.

-Vamos, Sam! Voc� prometeu. -N�o estou fazendo nada!

Agora tentem, tentem.

Est� melhor agora.

Sarah?.

Minha esposa Sarah.

A Anne est� aqui conosco.

Est� pronta para receb�-la agora.

Possua-a, Sarah.

A sua mente no corpo dela. comigo.

Para toda a eternidade.

Sarah.

Sarah.

A Sarah o decepcionou, charles.

-Voc� � meu agora. -� a voz da Anita!

Eu rastejei pelo inferno para salv�-lo, charles.

Anita, conte a verdade sobre o caleb croft e o charles croiden.

Voc� estava me resistindo. Voc� chamou a Anita.

conte sobre o croft, o croiden e o Lockmood.

O mesmo homem, o mesmo vampiro!

Eu te amo, charles.

Mais um momento e me tornarei a Anne...

para servi-lo todas as noites para todo o sempre!

� tarde demais, charles. � tarde demais!

Agora estou aqui com todos voc�s.

Resista, Anne! Resista! Resista!

N�o, Anne!

Se submeta a mim. A assassinar� assim como me assassinou.

O james tinha raz�o, Anne. Lockwood � o vampiro.

Todos voc�s, o Professor Lockwood � um vampiro.

Anne! Olhe para mim.

Olhe nos meus olhos.

Expulse a Anita, Anne.

A expulse.

Sim.

-Anne?. Anne?. -james!

Est� tudo bem agora.

AAnita se foi.

N�o sei quanto a voc�s...

-mas eu acho... -O que voc� acha, Sam?.

Acho que, se voc� � um vampiro...

a Anne � uma atriz maravilhosa...

uma imitadora de vozes...

e voc�s dois armaram tudo isso para dar efeito.

E qu�o eficaz diria que foi?.

Foi muito eficaz.

Mas n�o est� preocupado que eu seja um vampiro de verdade...

ou que matarei todos nesta sala.

N�o estou preocupado.

Algu�m est� preocupado?.

N�o estou com medo.

At� deixei o meu crucifixo l� em cima.

Lembra-se do que disse sobre ficarmos juntos de novo?.

Por que seria algo que n�s dois �amos querer?.

Sim.

Bem, eu quero.

Tranquei todas as sa�das.

Eu sou o charles croiden.

Isso � rid�culo. Vamos.

Vamos dar o fora daqui.

N�o sei que diabos est� acontecendo, professor...

mas d� mais um passo e eu atiro.

Fique aqui.

-Quem � voc�?. -Sou o seu filho, Lockmood!

O seu filho concebido num t�mulo..

na noite em que caleb croft levantou da sua cripta!

Sim.

Sim!

Sim, e vou destru�-lo!

O mundo finalmente est� livre de voc�, charles croiden!

Maldito seja.

james! james, o que foi?.

Afaste-se de mim, Anne!

-james?. -Afaste-se de mim!

O fim ou ser� que � mesmo?.

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