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Original subtitles

1947, DESERTO DA JUDEIA.

OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO S�O DESCOBERTOS.

NELES HAVIA UMA PROFECIA SOBRE AS 7 GRANDES GUERRAS.

6 DELAS J� ACONTECERAM.

A S�TIMA, O ARMAGEDOM, EST� PR�XIMA.

A CHAVE EST� EM UM MANUSCRITO DO ARMAGEDOM,

N�O DESCOBERTO... AT� HOJE.

Senhor, est� tudo bem?

Equipe Queens Of The Lab - Diabolicamente Majestosas -

THE RENDEZVOUS

BLuk | biellebrunner Lu Colorada | NySilva | Rayka

Lynne | GabiCM | Zac | doh

O tr�nsito est� dif�cil em Los Angeles hoje.

� o Armagedom dos carros.

O fim dos tempos...

A paz mundial � alcan�ada ao perceber que estamos juntos.

-Isso a�. -Todos s� querem ser amados.

Al�m disso, e eu me incluo nesse grupo,

acreditamos em algo t�pico do ocidente,

como almas g�meas, encontrar a pessoa certa.

-Exatamente! -� muito mais...

Falei isso tamb�m! Eu amo isso.

Ent�o esses dois pontos de vista,

assim como muitos outros, coexistem.

Voc� est� bem?

Ele tem uma �lcera de press�o no calcanhar esquerdo.

Est� em carne viva.

-Ruthie, eu ia fazer o qu�? -Chamar uma ambul�ncia.

S� n�o era para coloc�-lo no seu carro

e traz�-lo a um hospital falido para mulheres.

Exceto se ele est� largado na cal�ada enquanto dirijo.

Ent�o, Rach, esse � o seu problema.

Deveria estar no celular como todo mundo.

-D�-me isso. Obrigada. -Divirta-se.

Sim?

Ele vai ficar bem.

Que bom, porque o lorde Haskill quer ver voc� na 410.

Por favor.

Dan, eu sinto muito, mas o cara precisava.

� o que fazemos aqui, ajudamos pessoas.

E entendo a situa��o financeira da cl�nica.

Eu o transferi, ent�o n�o precisa...

Rachel, Rachel. Voc� tem um visitante.

Avise se precisar de algo.

Dr.� Rozman,

sou Jake Al-Shadi, do Departamento de Estado.

Temo trazer m�s not�cias. Gostaria de se sentar?

N�o, vou ficar em p�.

Trata-se de seu irm�o, David.

Lamento, dr.� Rozman, mas ele faleceu.

Quer um copo d'�gua ou alguma outra coisa?

N�o o vejo h� 3 anos.

-Onde ele est�? -Em Am�, na Jord�nia.

Nesse tipo de situa��o, um parente costuma ir para...

Que tipo de situa��o?

Quando um cidad�o americano morre em solo estrangeiro.

-Voc� � o parente mais pr�ximo. -Sou.

Sou a �nica parente.

Posso levar voc� at� ele. H� um voo para Am� hoje.

Est� bem.

Vou ficar l� fora.

Vai estar quente, muito quente.

37�C, s�o quase 100�F.

Nem sei o que levar para um clima desse.

Ent�o, como passou tanto tempo sem v�-lo?

N�o sei, Em...

Ele morava l� e eu morava aqui.

Foi o trabalho, sabe? A vida.

Enfim, sabe o que fazer com os gatos, n�o sabe?

Sim, duas vezes ao dia.

Fuzzy come ra��o �mida de manh� e Zam come a seca

porque ele � gordo.

N�o se esque�a da �gua limpa.

Rachel, n�o se preocupe com Fuzzy e Zam.

Posso fazer meu dever aqui, vou cuidar bem deles.

Sei que vai, voc� � incr�vel.

-Vou ficar com saudades. -Obrigada.

-Acho que � sua m�e. Pronta? -Sim.

Quer conversar?

N�o.

Ele era inteligente.

David era t�o inteligente. E muito curioso.

Meio obcecado, na verdade.

Amava cavar para achar coisas. Sempre quis ser arque�logo.

Ele trabalhou sozinho por um tempo

e depois foi ao Oriente M�dio porque l� havia escava��es,

mas ele era...

ing�nuo, sabe? Sonhador.

Ele cavava para achar o qu�?

Objetos religiosos e artefatos. Ele meio que ca�ava tesouros.

Tipo Indiana Jones?

� o que um cara de escrit�rio, como eu, imagina.

AM�, JORD�NIA

J� conhecia o Oriente M�dio?

-Parece diferente no come�o. -�.

Eu nasci aqui. Fui para Ohio ainda crian�a.

Sou metade oriental e ocidental, ent�o n�o se preocupe.

N�o estava preocupada.

N�o precisa ter pressa, leve o tempo que precisar.

Jake, espere!

Dr.� Rozman, lamento, mas temos um problema.

Desculpe a not�cia repentina, acabei de descobrir.

Que problema?

Os jordanianos n�o liberaram o corpo.

Est�o investigando poss�veis atividades ilegais.

-Roubo de antiguidades. -Como �?

E tentativa de contrabando de objetos de heran�a cultural.

S�o crimes graves, o Primeiro-ministro se irritou.

Sabe dizer se seu irm�o era parte de um culto religioso...

Ele era judeu, se � o que quer saber.

-Quem � voc�? -Desculpe.

Conrad Hanley, diplomata na Embaixada dos EUA.

A pol�cia tem perguntas...

Ela � visitante, eles n�o podem interrog�-la.

Ser interrogada? Por qu�?

Seu irm�o foi algemado ao volante

e abandonado no calor do deserto.

Perceba que atiraram nos pneus.

Isso n�o foi acidental, algu�m o deixou l�.

Sabe por que ele vestia um terno?

N�o tenho ideia.

O celular dele. Infelizmente, n�o h� sinal no deserto.

Ele te ligou em 9 de abril?

-Ligou. -Voc�s conversaram o qu�?

Era meu anivers�rio, ele ligou para dar um oi.

Ele disse por que estava aqui?

Ele parecia animado ou com medo?

Dr.� Rozman...

J� ouviu falar em Charles du Plessis?

N�o, deveria ter ouvido?

Um milion�rio franc�s que mora em Dubai.

-N�o conhe�o ningu�m em Dubai. -� mesmo?

Ele foi a �ltima pessoa que seu irm�o tentou contatar.

Du Plessis � colecionador.

Seu irm�o, um arque�logo mercen�rio...

Meu irm�o gostava de achar quinquilharias, ele...

Quinquilharias roubadas? Dr.� Rozman,

contrabandear artefatos � um neg�cio lucrativo e perigoso.

Se fosse meu irm�o e algu�m me mostrasse

o que mostrei agora a voc�, eu faria de tudo...

Ent�o voc�s acham que sei por que isso aconteceu?

Ele alguma vez mencionou algum s�cio?

-Amigos? -N�o.

-Inimigos? -N�o! Posso ir agora?

-Ainda n�o. -Mais uma fotografia.

Seu irm�o fez esse corte no bra�o esquerdo.

-N�o preciso ver isso... -Ele mesmo fez isso!

-N�o! -Encontramos o canivete dele!

Isso pode ser muito importante!

Acreditamos que seja uma mensagem!

Ele estava preso, desidratado e sabia que ia morrer!

� como se fossem suas �ltimas palavras!

� um s�mbolo, um mapa? Tem que significar algo!

-Eu n�o sei! -Olhe direito!

Eu n�o sei!

Sinto muito.

Por qu�? Voc� n�o teve nada a ver.

Est� tudo bem com voc�?

J� posso ver o corpo de meu irm�o?

� claro.

Por aqui.

Ficar�o com o corpo por ora, ent�o temos uma vantagem.

-Acha que ela � um deles? -N�o, de jeito nenhum.

N�o pode julgar pela apar�ncia.

V�rios lun�ticos religiosos parecem perfeitamente normais.

Minha primeira esposa.

Aposto que ela n�o � parte de culto nenhum.

E o irm�o? Aposta que ele n�o � doido?

N�o. N�o aposto no irm�o...

mas ela n�o sabe de nada.

-Est� bem. Quando ela volta? -Amanh� de manh�.

Leve-a para o hotel onde o irm�o ficou.

Mostre o quarto dele.

Talvez algo mude.

-N�o querem liberar o corpo! -� uma investiga��o criminal.

N�o gostam quando os EUA se intrometem no governo deles.

E � uma estrat�gia para pressionar voc�.

Por qu�? O que acham que eu sei?

Um nome, um n�mero, um endere�o,

o significado do corte. Eles querem qualquer coisa.

Ele precisava de dinheiro.

�timo, isso � alguma coisa. Dinheiro para qu�?

Rachel, ele disse por que precisava?

Ele sempre precisava, ele n�o sabia ser adulto.

Mas ele disse o porqu� dessa vez?

As coisas estavam estranhas e ele ia sair da Jord�nia.

-Para ir para onde? -Se eu soubesse,

n�o estaria aqui tentando responder tudo.

Voc� pode fazer liberarem o corpo?

N�o posso, n�o tenho autoridade para isso.

O quarto de David Rozman, 702.

Desculpe, senhor, n�o ser� poss�vel.

O s�timo andar se encontra indispon�vel.

Imposs�vel, n�o posso ajudar.

Com certeza pode fazer algo.

Departamento de Estado dos EUA...

na Jord�nia.

Ainda n�o posso ajudar.

Obrigado.

-O que est� fazendo? -N�o se preocupe.

Tenho alguns truques na manga.

-Isso a�, garoto do escrit�rio. -�.

Com licen�a.

A pol�cia fez isso?

N�o. Algu�m invadiu depois.

Olhos fechados, bem fechados. Pronto, pode abrir!

-David! -N�o s�o lindos?

Veja s� o que encontrei.

Um convite para um evento na Universidade da Jord�nia.

Voc� l� �rabe?

O verso est� em ingl�s.

Um professor de arqueologia foi homenageado,

Abdul Rahman Al Ahmad.

Algu�m alugaria um terno para ir a esse evento?

Professor Al Ahmad, obrigada por nos receber.

S� tenho 5 minutos at� minha palestra come�ar.

-Quer saber de David Rozman. -Sim, ele � meu irm�o.

Ent�o voc� o conhece melhor que eu.

Ele morreu... sob circunst�ncias suspeitas.

N�o que o senhor esteja envolvido.

Na verdade, achamos que est�.

Achamos que o senhor sabe algo.

Meu irm�o, que nunca tinha vestido um terno na vida,

alugou um para ir � sua festa antes de morrer.

Logo ap�s a festa, ele morreu no deserto.

Esperamos que o senhor saiba como isso aconteceu.

-Como conheceu David Rozman? -Na universidade, h� 2 semanas.

Ele insistiu em me ver de novo, marquei uma hora na minha sala.

No outro dia ele ligou e disse que queria um local p�blico.

Minha sala n�o servia porque tinha gente atr�s dele.

Ele parecia desequilibrado,

ent�o sugeri que viesse � festa.

Sobre o que conversaram na festa?

N�o cheguei a encontrar o sr. Rozman.

Soube que ele se encontrou com uma mulher

e ela fez um esc�ndalo.

Como assim, "um esc�ndalo"? Que mulher era essa?

N�o sei, era uma estrangeira b�bada.

Eles foram embora juntos.

Agora me deem licen�a. Est� na hora da minha aula.

Aposto que h� uma lista de convidados

e o nome dessa mulher estar� l�.

Muitas noites sozinhas assistindo a Sherlock Holmes

com sorvete e pijama de flanela?

Primeiro, ningu�m usa flanela em Los Angeles.

Segundo, muito se aprende com Sherlock Holmes.

-Voc� consegue a lista? -N�o.

Por que n�o?

Meu trabalho � levar voc� at� a identifica��o.

N�o, Jake!

N�o v�o liberar o corpo se n�o descobrirmos o que houve!

Tinha gente atr�s dele.

Voc� tamb�m � parte do trabalho, � minha responsabilidade.

Meu irm�o n�o era desequilibrado!

Voc� n�o o via h� 3 anos.

Tudo bem, aonde vamos?

-Para o hotel do aeroporto. -O qu�?

Lamento pelo seu irm�o, mas n�o viemos ser detetives.

Voc� embarca amanh�, n�o deixarei que se arrisque.

-Quero ficar no hotel de David. -N�o.

Por favor! Por favor, l� eu consigo senti-lo.

Depois, n�o sentirei mais. Voc� n�o entende isso...

N�o!

Estamos aqui como civis.

Desculpe, n�o h� quartos vagos.

S� precisamos de um lugar onde ficar.

Por uma noite.

Cama queen?

-Dois quartos. -Dois quartos.

-Vai ficar bem mesmo? -Vou, tem piscina aqui.

E eu trouxe biqu�ni, vou relaxar.

�timo, fa�a isso, relaxe.

-Deixe a pol�cia trabalhar. -Sim.

Duas escovas de dente.

Um delas pode ser daquela mulher.

� claro que n�o tem como ter certeza,

mas, Ruthie, encontrei lingerie.

Vermelha, de renda. Sensual.

Do tipo que algu�m que faz esc�ndalo em p�blico usaria.

Certo. O que o agente Fulano pensa?

Ele n�o pensa.

Ele s� segue as regras e diz "n�o".

-Parece meio louco, Rach. -Eu sei! Eu sei, � louco.

E, �s vezes, David era meio louco.

Ruthie, n�o posso ir at� descobrir

o que aconteceu com David.

Est� bem. Mas, Rachel, tome cuidado.

Est� bem.

David!

Oi.

-Algum problema? -Perd�o.

-Voc� me assustou. -Sou t�o feio assim?

N�o, voc� �... �timo.

Tem um lugar aqui em frente se quiser jantar mais tarde.

Est� marcado.

Voc� se ofenderia se eu pedisse um drinque?

N�o, por que isso me ofenderia?

Porque voc� � mu�ulmano, certo?

Voc� n�o conhece muitos, n�o �?

Tome um drinque. Tome at� dois.

Eu tomaria tamb�m, mas estou em servi�o.

�.

N�o quer quebrar nenhuma regra do Departamento de Estado.

Podemos marcar outro dia?

J� ouviu a piada sobre o judeu e o mu�ulmano que foram ao bar?

-N�o. -Nem eu.

Acho que n�o existe. Eu j� at� pesquisei.

Fiz um brinde em uma despedida de solteiro.

Um cara palestino que casou com uma garota judia.

-S�rio? -�.

-Se conheceram no JDate. -Como?

Foi desafiado a se inscrever no site e tirou a sorte grande.

E o que as fam�lias acharam disso?

Como pode imaginar, foi uma quest�o importante.

A m�e dele o perturbava h� anos

para encontrar uma boa garota mu�ulmana palestina.

Ela falava com amigos e familiares,

marcando encontros para ele.

Ele sempre ia naquele site,

AmorMu�ulmano.com. Voc� n�o conhece.

N�o. Nem sabia que existia.

Enfim, n�o deu sorte. No fim, ela disse,

contanto que ela seja mu�ulmana �rabe.

Contanto que ela seja mu�ulmana.

-Sim. -At� que, finalmente,

Mazel tov! E ele conseguiu a garota.

Enfim, l� estava a m�e dele, no casamento,

e agora ela � av�.

Gostei.

Certeza que n�o quer sobremesa?

N�o, n�o quero. Tenho regra para sobremesas.

S� duas vezes por semana e j� comi as duas.

Ainda � ter�a-feira.

Agora n�o preciso pensar nisso pelo resto da semana.

-Isso � pat�tico? -N�o. Tudo bem.

A vista � linda.

-Voc� acha? -Acho.

-A cidade � linda. -O pa�s � lindo.

Voc� deveria visit�-lo algum dia.

Voc� quer quebrar as regras ao menos uma vez?

Pode me testar.

Acho que devemos encontrar com Du Plessis.

-Para quem meu irm�o trabalhava. -Qual �.

-O franc�s. -Eu sei quem �, Rachel.

-Ent�o, qual a dist�ncia? -N�o vamos para Dubai.

-Por qu�? -N�o tenho autoriza��o.

Tudo bem. Falarei com seu supervisor.

Falar com meu su...

Eu n�o trabalho em tele atendimento, Rachel.

V� para casa, certo? Ficarei aqui em Am�,

pedirei alguns favores. � o melhor que posso fazer.

Certo. Tudo bem, agente Al-Shadi.

Fa�a isso.

Vou indo. Est� tarde e meu voo � cedo.

Lembra que eu disse que n�o d� para julgar pela apar�ncia

terroristas religiosos?

Mas esse homem � a cara do recrutamento.

-Quem �? -Mousa Abyad,

padeiro l� do norte, pr�ximo a Jerash.

Aprendeu a fazer bombas na Internet.

Informa��es recentes o colocam aqui em Am�.

Conseguiu que os jordanianos liberassem o corpo?

Jake, somos n�s.

N�s pedimos que n�o o liberassem.

-O qu�? -Plano B.

Querem-na aqui por mais alguns dias.

-Por qu�? Passei a noite... -S� o identificamos.

Agora ele est� aqui. Vamos ver quem mais aparece.

-Ela n�o sabe do pergaminho. -Os loucos n�o t�m certeza.

E sinceramente, Jake, nem voc� sabe.

O que devo dizer a ela?

"Na verdade, dr.� Rozman, fique por aqui.

Queremos us�-la como isca."

Bom...

Seja um pouco mais charmoso.

Quarto 802, por favor.

Lamento, senhor, o quarto 802 n�o est� atendendo.

Obrigado.

Senhoras e senhores,

o tempo de voo para Dubai � de aproximadamente 3 horas.

Tripula��o, preparar para a decolagem.

Voc� quer que eu seja demitido?

De primeira classe para Dubai?

Como me encontrou?

Eu trabalho para o governo dos EUA.

Sim, no Departamento de Estado, n�o na CIA.

-Eu n�o sairei desse avi�o. -Ent�o eu tamb�m n�o.

Suco de laranja ou champanhe, senhor?

Suco de laranja. Batido, n�o mexido.

Meu Deus.

Sabia que sua opera��o clandestina

est� gastando dinheiro dos contribuintes?

Isso seria verdade se eu n�o tivesse pagado

pela minha pr�pria passagem.

Eu n�o paguei a minha.

Qual o plano? Bater na porta de Du Plessis e dar um oi?

N�o. Ele est� me esperando.

Como isso aconteceu?

Eu fiz um telefonema.

Um toque pessoal, vale bastante.

DUBAI, EAU.

Tenho certeza que ele j� ir� descer, senhora.

Obrigada.

Dr.� Rozman, bem-vinda.

E quem � seu lindo companheiro?

Jake Alshadi, amigo da fam�lia.

Qual �, sr. Alshadi.

� do Depto. de Estado dos EUA.

N�o acha que investigo todos que passam por essa porta?

Um homem na minha posi��o tem que ter cuidado.

Sabe o que dizem aqui? "Confie em Deus,

mas amarre seus camelos."

Dr.� Rozman, permita-me oferecer minhas sinceras condol�ncias.

-Obrigada. -Seu irm�o

era um homem muito dedicado.

Um verdadeiro conhecedor das culturas antigas.

Eu gostava bastante da companhia dele.

Por aqui, por favor.

Quanto voc� sabe

sobre os Manuscritos do Mar Morto, dr.� Rozman?

N�o muito, sei que s�o manuscritos

e foram encontrados em cavernas.

Por que uma equipe de estudiosos religiosos

os esconderam por 44 anos?

Sob ordens do Vaticano, pois, negam o Nascimento Virginal?

E seria diferente? At� a palavra "pergaminho" � inexata.

A maioria desses Manuscritos s�o peda�os muito danificados.

Aqueles peda�os foram unidos, criativamente,

para ter v�rios significados para pessoas diferentes.

Juntos, podem dar uma ideia sobre a inspira��o

para os livros sagrados das maiores religi�es mundiais.

Foi o seu irm�o que me encorajou

a achar que pode ter mais a ser encontrado.

Ap�s 4 anos explorando cavernas,

David achou um novo peda�o, n�o um fragmento, atente,

um pergaminho, talvez o maior j� encontrado.

Talvez a chave para os outros textos

e, ent�o, o cretino o roubou de mim!

-Senhor... -N�o, n�o. N�o o matei.

Minha paix�o por colecionar n�o vai t�o longe.

Ent�o, quem matou?

N�o perderia meu tempo com o Depto. de Estado do EUA

-se eu soubesse. -Sr. Du Plessis,

o que tinha no pergaminho?

Eu nunca o vi. Um pouco injusto,

j� que paguei uma fortuna por sua descoberta.

Quanto vale?

Um Manuscrito do Mar Morto intacto? N�o tem pre�o.

J� ouviu falar dos...

M�rmores de Elgin, dr.� Rozman?

Imagine o pergaminho de Du Plessis.

Uma descoberta assim faz o nome de um homem durar para sempre.

Seria a pe�a principal de minha cole��o,

do trabalho da minha vida.

Meu plano � simples, quero o que � meu de volta.

Dr.� Rozman,

temo que n�o tenha ideia do qu�o enrolada est�

em um neg�cio t�o perigoso.

David e eu n�o �ramos os �nicos ca�ando pergaminhos.

Souberam da nossa descoberta.

V�rios grupos religiosos est�o interessados nele.

-Por qu�? -Acham que � uma profecia,

um mapa at� o fim do mundo.

Para essas pessoas, a palavra e o julgamento de Deus

s�o a mesma coisa.

Tem uma seita fan�tica em particular

que se chamam "os armagedonistas."

-Interessante. -Eles acham

que o pergaminho acelerar� o objetivo desejado deles,

o fim dos dias.

� uma chamada �s armas,

um desencadeador da 3� Guerra Mundial.

Sim, parece um absurdo,

mas todos os dias h� pessoas no mundo todo,

matando uns aos outros

pelo que eles acreditam ser a palavra de Deus.

David foi apenas uma das v�timas.

Na Jord�nia, te mostraram um s�mbolo,

-um mapa talhado no bra�o dele. -Sim!

-O que significa? -Eu n�o sei.

As autoridades jordanianas n�o te levar�o

� verdade da morte dele.

Nem o governo americano.

Eles t�m planos diferentes e n�o est�o a seu lado.

Apesar das a��es lament�veis de David no final,

lembro do seu irm�o com carinho.

Ent�o, se eu puder ajudar...

Sim, sr. Du Plessis...

Pode me dizer quem est� nesta foto com David?

O homem � Beltran Reyes e ela � Anya Slovin.

-Eles trabalham para mim. -Fazendo o qu�?

Negocia��es.

Sabe se meu irm�o e Anya estavam envolvidos?

Isso � importante?

Achei roupas femininas no quarto de hotel dele

e ele discutia com uma mulher na noite que desapareceu.

Ent�o, Anya estava dormindo com David?

Bom, chame de intui��o de irm�.

Ent�o voc� deve falar com ela e Beltran.

Os dois est�o na Jord�nia.

Eu os aviso que voc� est� indo.

Obrigada.

Entraremos no avi�o, econ�mica. Poupar dinheiro do povo.

Bom trabalho, Jake. Ela pode ter achado a mulher misteriosa.

Ela foi um sopro de boa sorte, n�o?

Ela tem a aten��o de Du Plessis.

Siga com ela.

Mesmo que isso a coloque em perigo?

Ela n�o est� agindo contra a vontade.

-Deixa-a nos ajudar. -Tirando vantagem do luto dela.

Nossa fun��o � pegar o pergaminho.

Manter longe das m�os malucas.

-Ou sen�o o qu�? Armagedon? -Sabe o que tenho na mesa, Jake?

Dois homens-bomba, esta manh�.

Um sequestro do ISIS e lun�ticos religiosos

procurando um pergaminho. Isto podemos resolver.

Pode ir.

Este � Beltran Reyes, deixe uma mensagem.

Oi, Beltran, aqui � Rachel Rozman.

Charles Du Plessis me deu o seu n�mero

e gostaria de falar com voc� sobre meu irm�o, David.

Tentarei falar com Anya Slovin.

Entraremos em contato.

-� aquele ali. -Sim, sim.

Estou no apartamento dela agora.

-Ela est� aqui. -Ol�?

Sim, vi dois homens saindo do pr�dio quando cheguei.

Musculosos, um tinha problema no quadril.

Sim, meu nome? Jack Bauer.

Certo, ligo para ela. Certo, quando voc� chegar�?

Esta � a Anya?

-Deus, ela est� morta. -Sim, estarei esperando.

Apartamento 601. Tchau.

-Rachel Rozman? -Sim.

Sou Beltran Reyes, seu irm�o era meu amigo.

-Trabalho para Du Plessis. -Jake Alshadi.

N�o devia t�-la trazido. Est� pondo-a em perigo.

-Como se eu tivesse escolha. -Voc�s t�m que ir.

Venham, vamos. A pol�cia cuidar� disso.

Por aqui.

-O que houve l�? -Encontraram-na. Cabe�a-dura.

Ela deveria ter sa�do do pa�s.

-Por que a matariam? -Mesmo motivo do seu irm�o.

Ele tinha inten��es nobres.

Pegar o pergaminho e levar a um museu nos EUA

e deix�-lo a salvo l�.

-E seu carro? -Pegamos um t�xi.

M� ideia, motoristas falam, seguir�o voc�s.

Se tivermos sorte, n�o sabem quem voc�s s�o.

-Quem? -Qualquer um. Ele, ou ele.

-Paranoico? -Quando o inimigo � invis�vel

� s�bio ser paranoico.

Eles sabem quem sou, serei o chamariz, certo?

-Sabe a Mesquita Abdullah? -Teto azul?

Sim. Tem uma igreja antiga do outro lado da rua.

Estarei l� com um carro, mas comprem algo.

No caso de estarem sendo vigiados. At� mais.

Estou igual a algu�m daqui?

-O qu�? -Aiatol�.

N�o.

-O que �? -Jake...

eles est�o nos seguindo? Atr�s do meu ombro.

Acho que perdi 40 dinares nesta roupa. Venha, aqui.

N�o entendo, deveria estar por aqui.

N�s passamos. Eu pensei

-que sabia onde ia. -Eu sei!

-Nos perdemos? -Ouviu a ora��o?

-Sim, vem de l�. -N�o, reverberou na parede,

-� por ali. -Como �? Mesquita King Abdullah?

� com um "u" ou com um "a"?

Espere, est� usando o GPS?

-Sim. -Por aqui!

-Desculpe, desculpe. -Para onde � a igreja?

-Por aqui. -Obrigada.

Corre! Vamos!

R�pido! Entrem.

-Rachel? -Por favor.

-Rachel? -Por favor, entrem.

Espere s� um segundo.

Estamos bem.

Quem s�o voc�s?

-Eu sou Lisbeth. -Prazer. Onde est� Beltran?

-Aonde estamos indo? -Para um lugar seguro.

Engra�ado, n�o me sinto seguro. E voc�?

Sabia que Jesus era judeu, dr.� Rozman?

-Droga! L� vamos n�s. -O que est� havendo?

Jake?

Na verdade, ele � melhor entendido

como um judeu apocal�ptico do primeiro s�culo.

Voc� n�o precisar� disso. Khaleel?

O dele tamb�m.

Jesus acreditava que o mundo acabaria em seu tempo de vida.

N�o tivemos o prazer de conhec�-lo.

Parem o carro. Eu trabalho para o governo.

E n�s trabalhamos para um poder superior.

Voc� sabe o que aconteceu com meu irm�o?

Ele ouviu a voz do diabo.

Onde ele escondeu o pergaminho, Rachel?

Ela n�o sabe. Agora pare o carro!

Pare o carro!

N�o! N�o! Tire as m�os dele! Jake.

Jake! Jake!

Jake.

Jake?

Jake! Jake.

Est� tudo bem.

Tudo bem. Est� tudo bem.

-Tudo bem. -Deus.

Ele n�o � seu amigo. Estava usando voc�.

J� n�s estamos no caminho da justi�a.

Caminhe conosco.

O que aconteceu com meu irm�o?

-Foi punido porque roubava. -Por voc�s?

N�o o matamos.

Era o desejo de Deus

ele n�o escapar do calor do deserto.

V� para o inferno.

N�o. N�o. N�o!

Solte-me!

Deus.

Ol�.

Que diabos?

Jake?

-Jake! -O qu�?

-N�o! N�o. N�o, n�o. -Voc� est� bem?

-Nunca estive melhor. -Bom.

-Entre no carro, Jake. -Fala s�rio!

-Muito bem. -Lisbeth?

-N�o! N�o. N�o! -Lisbeth!

Olhe aqui, garoto. Olhe aqui.

Tudo bem. Est� tudo bem.

Cante ao Senhor um canto novo.

Glorifique seu nome. Proclame sua salva��o.

Declare a sua gl�ria entre as na��es.

Pois grande � o Senhor

e deve ser temido acima de todos os deuses.

Ainda h� tempo de voc�s se salvarem.

-Da condena��o ou dessa asneira? -Jake.

Acha mesmo que nos converteremos � sua causa?

-Ela � judia. Eu, mu�ulmano. -Deus ama a todos.

Ele d� oportunidade a todas as almas,

mesmo que seja uma em 1 milh�o.

Est� perdendo o seu tempo, mo�a.

Eu estou no tempo de Deus.

Rachel?

-Sim? -S� imagine...

Uma vez que o Senhor tenha seu n�mero de redimidos,

o mundo chegar� ao fim.

E Ele elevar� todos os seus escolhidos

em seu arrebatamento divino e n�s...

-Comeremos da �rvore da vida. -Eu gostaria disso.

-Juntas. -Sim.

O pergaminho � a chave.

Ent�o...

Onde seu irm�o escondeu o pergaminho?

N�o sei.

Khaleel! Venha aqui!

-Jake! -Ele bater� at� voc� se lembrar.

Quer saber? Tudo bem. Nem conhe�o esse cara.

-Eu o conheci h� 3 dias. -Qu�?

-N�o me importo com ele. -Tamb�m n�o me importo com ele.

Viu s�?

Jake! Desculpa. Eu sinto muito.

Em toda a Terra,

entre as na��es, reina o Senhor.

Que os C�us regozijem e a Terra se alegre.

Que o mar se mova e tudo que h� nele.

E que o campo se alegre

e tudo que h� nele.

Ent�o, todas as �rvores da floresta

regozijar�o diante do Senhor.

-Porque ele vem... -Seu irm�o era meu amigo.

para julgar a Terra.

Jake! Jake?

N�o.

Que pena.

Rachel...

onde seu irm�o escondeu o pergaminho?

N�o sei.

Se voc� se mexer,

ele vai atirar.

Khaleel, des�a.

Jake?

Meu Deus.

Ent�o, como voc� est�?

Est� com medo?

Porque eu estou com muito medo agora.

E n�s precisamos sair daqui. N�o?

Sabe quando voc� disse que Deus ama a todos?

Ele ama. Realmente ama.

E se pudesse, voc� nos ajudaria?

Poderia ir at� aquela mesa,

pegar uma daquelas facas e me tirar dessas cordas?

Isso.

Por favor?

Certo. Por favor.

-N�o! -Tudo bem. Entendi.

Ent�o, porque voc� n�o corta?

Voc� poderia ir ali e simplesmente cort�-las.

-Seria divertido. -Lisbeth!

-N�o! N�o! -Lisbeth! Lisbeth!

Jake!

Certo. Sa�mos daqui

e encontramos um lugar cheio, mercado, ou pra�a.

-Pegou a arma? -Jake, n�o uso armas, est� bem?

S�rio?

O que se deve manter em mente

� que h� modos melhores de seguir Deus.

-Rachel! Vamos logo! -Tudo bem.

Espera! Chaves.

-Que diabos? -O qu�?

-Jake, o escalade. -Boa ideia.

Isso!

Jake, o que voc� est� fazendo?

-Rachel! -Jake! Espera a�!

Abaixe-se!

Deite no ch�o!

Eu disse no ch�o!

Isso!

-Da pr�xima vez use uma camisa. -Entre no carro!

Fique no ch�o!

-Pronto? Aqui vamos n�s. -Sem pressa.

Khaleel!

Venha!

Acho que os despistamos.

-Voc� foi incr�vel l�. -Jake, escute.

A raz�o por eu estar aqui

� porque eu sou a �nica fam�lia do meu irm�o.

Voc� disse que era algo padr�o.

-Certo. -Ent�o, lembrei de algo.

Meu irm�o teve um mentor na faculdade.

Ele era um professor visitante da Jord�nia.

Um estudioso B�blico.

Ele tinha um colega de classe espanhol.

-Beltran. -Certo, e?

Meu irm�o espera que o encontremos.

-Quem? -Fawaz Azzam, o professor.

-� o nome dele? -Sim. E aqui fica interessante,

David achou dois gatos em uma escava��o.

Ele os nomeou em homenagem a Fawaz Azzam.

Mas n�o tinha tempo de cuidar, ent�o os deu para mim.

-Fawaz Azzam? -Sim. Fuzzy e Zam, na verdade.

N�o.

Droga. Annie Apocalipse.

Deus est� vindo atr�s de voc�s, pag�os.

Segure-se, aqui vamos n�s.

-Mantenha a cabe�a baixa. -Voc� acha?

Espere.

Deus! Ela � louca?

-O que voc� est� fazendo? -Mantenha firme.

Cuidado.

N�o podem escapar da ira de Deus!

N�o consigo te ouvir.

-O que est� fazendo? -Grite mais alto.

Filho da m�e.

Estou sem muni��o.

Voc� tem uma ideia melhor?

Rachel, Rachel.

Aproxime-se deles, vamos.

-O que ela est� fazendo? -L� vem ela, l� vem ela.

O que far� agora?

-Jake. -Cuidado.

-Abaixe-se! -N�o!

Khaleel!

-O qu�? -S�rio?

-Sim! -Aleluia!

-Dirija o carro! Dirija! -Sim, sim.

-Boa dire��o. -Obrigada.

Jake, olhe isso.

Meu irm�o sabia que eu iria identificar o corpo,

ent�o ele desenhou isso no bra�o.

� uma mensagem para mim.

Isso n�o � um rio.

S�o os gatos.

-Fuzzy e Zam. -Gatos? S�rio?

David quer que eu ache Fawaz Azzam

porque ele sabe algo sobre o pergaminho.

Beltran saber� como encontr�-lo.

-� uma pista fr�gil. -Tem uma ideia melhor?

N�o...

Sem gasolina, sem sinal, e meia garrafa de �gua para dividirmos.

A n�o ser que beba liquido de limpeza.

Qual o plano?

Acho que sentamos at� que o sol baixe um pouco.

Ou algu�m passe.

E esperar que os loucos n�o nos encontre.

O truque � conservar sua energia.

Ent�o, manteremos a boca fechada.

Mais f�cil para uns que para outros.

Falo s�rio. Temos que cobrir nossas bocas tamb�m.

Reduz a taxa de desidrata��o ao respirar.

� um fato cient�fico.

-S�rio? -Sim.

Que tal?

Est� muito chique.

Eu vejo com meu olhinho, algo come�ando com 'a'.

Areia.

Olhe para ali. Tenho que fazer xixi.

David?

David!

Voc� est� bem?

Estou.

Vamos, mudan�a de planos. Vamos caminhar.

Para onde estamos indo?

Sou bedu�no, posso nos tirar daqui.

Com o qu�? Seu radar bedu�no?

Meu nome de nascimento � Yakub Alshadi.

Meu av� viveu em uma tenda.

-Est� no meu sangue. -Jake, foi criado em Ohio.

Eu voltava nos ver�es.

Para o qu�? Acampamento bedu�no?

Trabalha em um escrit�rio.

Nem conseguiu nos tirar hoje do mercado sem um GPS.

Vou nos tirar daqui, prometo.

Encontraremos alguns bedu�nos ou alguns camelos.

Eu n�o deveria t�-la deixado com ele, eles desapareceram.

Deveria t�-los mantido com voc�.

Como p�de perd�-los?

Eu os encontrarei. Prometo.

N�o fa�a promessas que n�o possa cumprir.

-Anya dormiu com David? -Parece que sim.

Ela era como uma filha para mim.

Isso teria sido inadequado.

-Beltran Reyes? -Tenho que ir.

Como posso ajud�-lo?

Temo que n�o serei de grande ajuda.

Qualquer coisa que possa ajudar a encontrar o agente americano.

Deixei mensagens, diversas vezes.

Naturalmente, estou preocupado.

Mandaram-me ao apartamento de uma mulher morta.

O que aconteceu depois disso?

Nos separamos para eu pegar meu carro.

Dever�amos nos encontrar na frente da igreja.

Por que n�o deu certo?

Na hora que cheguei, j� tinham ido.

E o que o sr. Du Plessis tem a dizer?

Du Plessis n�o tem nada a ver com isso.

O que est� fazendo no Oriente M�dio, Beltran?

Protegendo meus amigos.

E voc�?

Ligue-me se souber de algo.

Ent�o, chegaremos a Beltran para chegar em Fawaz Azzam.

Beltran, Beltran, �timo.

-Ele era amigo de David. -N�o precisamos de Beltran.

Quando tivermos sinal, farei uma liga��o.

Estaremos fora daqui bem r�pido.

-Voc� est� bem? -Estou bem.

O que est� fazendo?

Canalizando meu bedu�no interior.

Meu av� era treinador de camelos.

� espetacular, n�o �?

�.

Pode entender por que religi�es come�aram no deserto.

Jake, voc� acha que vamos sair daqui?

Amanhecer� logo, dever�amos descansar um pouco.

-Voc� est� tremendo? -Estou.

Na verdade, dizem que � bom.

� quando se para de tremer que hipotermia � preocupante.

�? Toma.

Obrigada.

-Conseguiu? -Sim.

Voc� quer um bra�o?

Sim, claro, calor corporal.

� uma boa estrat�gia de sobreviv�ncia.

J� ouviu a piada sobre a linda mulher judaica

e o homem mu�ulmano que foram para o deserto?

N�o existe.

N�o tenho mais certeza.

Jake, se n�o sairmos daqui,

quem identificaria o seu corpo?

N�o sei.

Provavelmente, algum burocrata do Departamento de Estado.

Faz voc� se sentir sozinho, n�o �?

N�o estamos sozinhos.

Jake?

Jake?

-O qu�? -Acorde!

S�rio?

Onde voc� acha que os donos est�o?

Eu n�o sei, n�o vejo ningu�m.

-Vamos. -Meu Deus.

Jake!

Sim, isso mesmo.

-Eu sei. -Meu Deus!

-Nossa. -O qu�?

-Estou indo, Rachel. -Tenho que pegar meus sapatos.

O meu n�o vai a lugar algum.

Vamos reabastec�-los.

Obrigado pela carona.

O Wi-Fi est� ligado?

Fawaz Azzam, n�o h� nada.

N�o sei. Eu acho...

ONDE VOC� EST�, JAKE?

-Preciso ligar no escrit�rio. -Espera, onde est� indo?

L� fora. O sinal � melhor.

Fique aqui, longe do calor.

ONDE VOC� EST�?

Al�?

Rachel, estive preocupado. Onde voc� est�?

Eu n�o sei, estamos em uma...

aldeia no deserto, eu acho.

No deserto? N�s dever�amos nos encontrar na igreja.

Beltran, meu irm�o j� falou de algu�m chamado Fawaz Azzam?

Era um professor jordaniano, lecionava nos EUA.

Fawaz Azzam? Sim, ele foi nosso professor.

Ela est� certa.

Malditos gatos.

-Como ela est� indo? -Ela est� �tima.

Por que n�o estaria?

Ela foi enganada, interrogada e perseguida por lun�ticos.

Mas ela ganhou um passeio de camelo.

Ou�a com aten��o, Rachel.

O agente Al-Shadi est� com voc�?

Sim, ele est� ao telefone.

O que voc� acha que o governo dos EUA

queria do David?

Eles est�o enviando uma mensagem com endere�o e telefone.

Talvez deva considerar mudar de operadora.

Tenho um �timo sinal aqui.

-�? Para quem voc� ligou? -Beltran, ele me ligou.

O que ele queria?

Ter certeza que ainda estamos vivos.

Bem, � ir�nico vindo dele. O que mais ele disse?

Nada. Disse para ele nos encontrar no Fawaz Azzam.

Legal.

O que voc� tem contra ele afinal?

Eu n�o gosto da barba dele.

Ele era amigo do meu irm�o, ent�o...

eu confio nele.

Se n�o fosse por Beltran, n�o estar�amos aqui agora.

Jake, se voc� soubesse andar por Am�,

n�o ter�amos entrado no carro errado.

Espera, s� entrei naquele carro por sua causa.

E eu estava tentando salvar nossa pele,

o que jurava ser seu trabalho.

Se n�o fosse por mim, estar�amos no deserto!

Se n�o fosse por mim, voc� estaria amarrado

em um poste em um por�o!

Sendo socado por um cara, tentando te proteger!

-E a persegui��o de carro? -Persegui��o?

Tudo bem. Voc� n�o quer Beltran por perto.

Vou ver Fawaz Azzam, sozinha. N�o preciso de voc�!

Bem-vindos � Jord�nia.

Alguma coisa para sua esposa?

L� est� ele.

A "m�e" acha que voc� est� fora de si.

Ent�o ele te mandou para cuidar do beb�?

Ele me mandou para lembr�-lo de fazer o seu trabalho.

Voc� est� deixando que se torne pessoal.

Precisa ver o quadro geral.

Tenha cuidado.

Este lugar � como um t�nel do tempo.

Eu acho que � aqui.

-Sauda��es! -Sauda��es.

-Sauda��es. -Diga o assunto.

Rozman, Rachel Rozman.

Estamos aqui para ver Fawaz Azzam.

� voc�.

� sim!

Pe�o desculpas pelo comportamento do meu neto.

Querida, Rachel.

Presumo que se voc� est� aqui, que David...

-desapareceu. -Sim. Encontrado, mas faleceu.

Minhas mais profundas condol�ncias.

Mas n�o estou surpreso,

a �ltima vez que o vi, fiquei muito preocupado com ele.

Quem trouxe voc� aqui?

Jake, senhor, Jake Al-Shadi.

Venha, Beltran j� est� aqui.

Est� bem.

Aqui vamos n�s.

Obrigada.

-Ol�, Rachel. -Oi.

Sinto muito por ver voc� aqui, querida Rachel.

-Por qu�? -David me pediu um favor.

Se voc� viesse � minha porta,

eu deveria te dar algo que ele deixou comigo.

O pergaminho?

Extremamente perigoso. David sabia disso.

Apenas um peda�o de papel.

Qualquer coisa pode ser uma arma

para o tipo certo de imagina��o.

Imagina��o de fan�ticos.

Bem, n�o � verdade que o governo dos EUA

tem muitos homens que creem no fim do mundo?

Mesmo alguns dos seus presidentes.

E ele quer que eu o tenha?

Sim, somente voc�.

Est� aqui?

Tudo bem.

Voc� j� abriu?

� muito fr�gil. At� para ser tocado.

Deve ser examinado em um laborat�rio.

Achamos que meu irm�o foi morto por causa dele,

-por um grupo religioso. -Sim, "os armagedonistas."

O apocalipse sempre teve um grande apelo.

Deus criou o mundo.

O homem o polui e profana. Deus ir� destrui-lo.

� a mensagem que pretendem espalhar.

O mundo como �, e o mundo como deveria ser.

Mas sempre termina em massacre.

Diga-me, Rachel,

o que David queria fazer com isso?

Ele queria levar a um museu.

Bom.

Voc� trouxe cobras ao meu jardim, querida Rachel.

Abaixem-se!

-Vamos, deve ter outros. -Jake, ele n�o est� respirando!

-Rachel, vamos! -Ele n�o est� respirando!

-Vamos. -N�o.

Vamos logo!

Vamos, vamos. Rachel, vamos.

Merda.

-Tudo bem, no meu carro. -Certo.

Como eles sabiam que estar�amos em Fawaz Azzam?

-Podem ter seguido Beltran. -O qu�? Est� brincando?

Ou seguiram o agente Hanley. Para de besteira, Jake.

Os EUA n�o quer que Du Plessis tenha o pergaminho.

-Sim, querem destrui-lo. -Manter longe dos lun�ticos.

Estavam te usando para ach�-lo, Rachel.

� verdade?

Seu irm�o cavou um problema desnecess�rio.

-Temos que tentar corrigi-lo. -Ele tamb�m era um problema?

Pense, quem tem os recursos, os contatos

com a pol�cia local para esconder sua morte?

-O que quer dizer? -Voc�s poderiam encenar

uma morte tr�gica no deserto, n�o poderiam?

Se os EUA tivessem tido o trabalho

de matar David Rozman e esconder sua morte,

ter�amos o pergaminho h� tempo.

-O que aconteceu? -N�o sei.

E n�o se importa, n�o �?

Isso nunca foi sobre meu irm�o.

Temos que descobrir o que ele sabia.

-O que havia no pergaminho. -Pare o carro, Beltran.

Rachel, temos o pergaminho, acabou!

-N�o confio em voc�! -N�o confie nele!

D�-me seu telefone.

D� a ela o telefone.

O telefone! E sua carteira!

S�rio?

Rachel, tenho tentado te proteger.

Sim, pois � seu trabalho, certo?

Escolha!

-Pense no que est� fazendo. -Eu falei, Jake,

n�o preciso de voc�. Posso fazer isso sozinha.

Por favor, Rachel, escute, se...

Sinto muito.

Espere, espere.

Maldi��o!

Vai dar tudo certo, Rachel.

N�o se preocupe, ficar� tudo bem.

Como sabia sobre Jake?

Du Plessis � um homem muito rico.

Ele tem muitos amigos.

� o Jake!

Sim, preciso de um carro com motorista!

Meu irm�o morreu pelo pergaminho,

n�o vou d�-lo a Du Plessis para ele pendurar na parede.

David n�o aceitaria isso.

Sabe, Rachel, para ser honesto,

Du Plessis � um homem cego e pat�tico.

A amante dele dormia com seu irm�o.

-Anya Slovin? -Sim.

Ela era linda e ambiciosa.

-Onde quer chegar? -N�o � �bvio?

O pergaminho � valioso.

Seu irm�o o tinha, ela o queria.

Ent�o, ela matou meu irm�o?

Du Plessis n�o fazia ideia que Anya o tra�a at� contar.

Lembra, uma mulher de lingerie vermelha,

que impediu seu irm�o de entregar o pergaminho?

N�s dois estamos surpresos.

N�o entendo o que diz, n�o faz...

Certo, certo, me d� um segundo.

Temos que sair desse pa�s agora.

Levaremos voc� para casa em seguran�a.

� o melhor que pode fazer?

Eu dirijo. Procuramos um Honda Civic azul,

-d�-me a chave. -Soube que est� fora do caso.

D�-me a maldita chave, Cronin!

N�o vai rolar.

Posso usar seu telefone?

Sinto muito, Jake,

essa bagun�a est� piorando com Hanley morto.

Est� fora do caso. Estamos montando uma equipe.

-Ela � minha responsabilidade. -N�o mais.

Ela pode ser ferida, at� morta.

Ou�a, Jake, um agente dos EUA est� morto, � com a CIA agora.

N�o est� apto a lidar com isso, fique fora.

N�o vai fazer nada?

Eu te arranjei uma carona de volta, aproveite.

Escute, desculpe.

-Pelo qu�? -Por isso.

Foda-se, cara!

Belos sapatos.

-Sim? -O pergaminho est� bem?

N�o se preocupe, est� comigo.

Du Plessis matou Anya?

-Onde est�o? -Estamos em Petra.

Voc� matou?

Eu sei, tudo que ele precisava fazer era me dizer onde estava.

Tem que entender, a culpa foi dele, n�o minha.

Quem � voc�?

Digamos...

Um simples servo de Deus.

E voc� tamb�m pode ser, Rachel.

Estou em Petra, tem alguma ideia do que Beltran est� aprontando?

Diga-me voc�, ele pegou meu Escalade novo.

-Um Escalade dourado? -Interior bege.

Que eu acabei de descobrir que foi achado no deserto.

Agente Al-Shadi?

O carro em que fomos sequestrados.

Beltran � um "armagedonista"!

Que rosto lindo voc� tem.

N�o precisa se assustar, n�o machucarei voc�.

N�o tenho motivo.

Voc� deve invejar David.

Ele p�de morrer a servi�o de Deus.

Deus tem um plano para voc�, Rachel, e � lindo.

Mas precisa entender

para os que sabem que Ele vive

nos �ltimos dias do mundo, a morte ganha um novo sentido.

Voc� ver�.

Pare o carro!

Ajuda, por favor!

Tem um homem... Ele est� tentando me matar!

Rachel!

Responda, responda!

Ouvimos disparos! O que est� acontecendo?

Obrigado.

O dia do Senhor est� sobre todas as na��es!

E ser� t�o duro como nunca foi antes.

Se chegar mais perto,

eu juro para voc� que jogarei isso.

N�o seja tola. Me d� isso.

N�o.

Est� disposta a fazer o mesmo sacrif�cio

que seu irm�o, Rachel?

Porque eu juro que irei te matar por isso.

Largue a arma, Beltran!

Jake?

Admita, est� feliz em me ver.

Estou.

Falei para soltar a arma!

Solte voc�, Agente Al-Shadi!

-Merda. -Ou mataremos voc�s dois.

-Voc� est� bem? -Estou. Bom te ver.

Voc� s� pode atirar em um de n�s.

Anda, solte a arma.

Chute para mim.

N�o!

Jake?

-N�o! -N�o se mexa.

Voc� n�o sabe o que fez.

Acabou. Ele se foi.

Aquele pergaminho

era mais importante que a sua vida.

Pertencia a mim e voc� ser� julgada por isso.

Jake?

Jake? Jake?

Meu Deus. Jake, escuta.

Fale comigo, Jake.

Sentiu isso? � a minha m�o.

Voc� e eu sairemos daqui hoje.

Vamos, Jake, acorda.

Socorro! Socorro!

Jake, fale comigo.

Escuta, � Rachel. Consegue me ouvir?

Jake, voc� foi ferido.

6 MESES DEPOIS

PESQUISA E COLE��ES

Ol�.

Oi!

Que p�ster maneiro.

"Os pergaminhos Rozman", soa bacana.

Soa.

Estou t�o orgulhosa de David.

Acho que precisou de dois Rozman para isso acontecer.

O que os pesquisadores disseram?

Que continuam encontrando novos artefatos a cada dia.

Acreditam que possa ser

uma antiga biblioteca completa de textos chaves.

-Nossa. Ao legado de David. -Sim.

-Dever�amos celebrar. -Claro. Aonde quer ir?

Tem um lugar por aqui com a melhor baklava da cidade.

Baklava? E sua regra sobre sobremesas?

Que regra sobre sobremesas?

N�o disse que s� come duas sobremesas por semana?

Eu n�o disse isso. Disse?

-Disse. -Deve ter sido outro cara.

O cara que tomou um tiro por voc� n�o tem essa regra.

Est� bem. �, voc� � muito corajoso.

Obrigado, s� fiz meu trabalho salvando o mundo do Armagedom.

Quer saber?

Se voc� pensar bem...

Na verdade voc� n�o tomou um tiro por mim.

Fui eu quem jogou o pergaminho para desviar a arma.

Ent�o, tecnicamente, eu quem salvei a sua vida.

Tecnicamente? Eu me joguei na bala

porque voc� estava em um penhasco.

Eu estava ocupado salvando a sua vida.

Tenho cicatrizes para provar.

"Cicatrizes"? N�o, n�o. � uma s�. Cicatriz.

-Bem, � uma cicatriz bem grande. -Eu sei.

Qual � a sensa��o?

Est� sens�vel.

E que tal...

agora?

PARA CLAIRE

Equipe Queens Of The Lab - Diabolicamente Majestosas -

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