All language subtitles for Take the High Ground! [Richard Widmark] (1953) DVDRip Oldies

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese Download
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian Download
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish Download
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese Download
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Cor�ia Maio de 1951

D�-ME TUA M�O

"Agradecemos aos milhares de combatentes do Fort Bliss,

cuja coopera��o tornou este filme poss�vel.

Um soldado da infantaria disse: chegou um momento que teria matado

o meu sargento de instru��o, mas depois no campo de batalha

agradeci a Deus pelo que me havia ensinado.

Por mais duro que seja um sargento de instru��o, nunca � t�o duro

quanto o inimigo.

Fort Bliss, Texas. Maio de 1953.

Combatentes americano!

Soldados!

Nunca chegar�o a ser!

Aqueles homens s�o soldados, eles conseguiram.

Este senhor � o sargento Holt, eu sou o sargento Ryan.

N�s dois vamos tirar os seus costumes civis.

E isso nos dar� trabalho.

- Como se chama? - Lobo Naglaski.

- De onde voc� �? - De Pittsburgh.

Pennsylvania.

Est� disposto a trabalhar?

Espero que me chamem para um curso especial.

Essa tripa, para dentro! Para dentro!

Ombros para tr�s, queixo reto!

Logo os colocaremos na linha!

N�o entorte nunca a capa de um livro!

- Voc�, olhe para frente! - Sim, sargento.

Por que me segue com esses olhos de idiota? Est� fascinado?

- Sim, sargento, n�o, n�o, sargento. - Arrume esse chap�u rid�culo.

- Sim. - Comece a contar.

- Um, dois... - Mais alto!

dois, tr�s, quatro...

Leve-os daqui!

Calma, relaxem!

Devem entender o sargento Ryan.

Tem trabalhado duro nos campos ensinando as peculiaridades

disto, do nosso of�cio.

� um pouco obcecado pelo seu trabalho.

Este ex�rcito n�o teve uma �nica mancha negra

durante 178 anos... Sim, 178 anos.

N�o se consegue uma reputa��o assim sem esfor�os.

Ter�o que ganh�-la.

Ao sargento Ryan restar� descascar o abacaxi.

Parece um problema sem solu��o.

Quer transform�-lo em soldados.

E isso tamb�m � problema meu.

Tentaremos.

Estamos aqui para ajud�-los.

Para ensinar as coisas b�sicas.

Aprender�o correr como lebres antes de marchar como homens.

E agora. Firmes!

Peguem os pertences!

Esquerda!

Meia volta!

Em frente! Marchem! Mais r�pido!

Acelerado!

Olhem para os novatos!

- Que n�o percam nada! - Isso � s� o come�o!

V�o se arrepender!

- Infelizes! - Coitadinhos!

Mexam-se, vamos para dentro!

Uma vez vi um motor a vapor.

Era muito grande e brilhante.

Uma aut�ntica maravilha! E de repente... estourou!

Morte e destrui��o, isso � o sargento Ryan.

Talvez agora tenhamos paz e tranquilidade.

Descansar!

Isso � bom. Descansar!

Esses trazeiros fora dos colch�es!

Os colch�es nas costas, levantem!

Vamos!

- Depressa, j� ouviram. - Fora, todo o mundo!

R�pido!

Mexam-se!

Com mais vigor!

Os pr�ximos!

Calma!

- Est� dormindo, vamos! - � pequena para mim.

- Emagre�a! - � grande.

- O que est� esperando? - N�o entra.

Logo entrar�, n�o se preocupe.

O pr�ximo!

Pega a trouxa!

Vai cole��o de individualistas.

- Ou�a, sargento! - Cale-se bocudo!

N�o sou pago para mimar alguns palha�os.

Vamos, andando!

Eu sei que querem ir paquerar com seus uniformes novos.

Vamos, a trouxa. Ponha o bon�!

O pr�ximo! Como est� o seu pai?

- E sua m�e? Bem? - Peguem tudo sem parar.

- Vamos, voc�...! - A inje��o!

N�o est� bem?

A inje��o...

Texas!

Agora lembrem-se! Isso � propriedade do governo.

� o dinheiro dos contribuintes.

Voc�s s�o respons�veis por tudo.

Se amassarem apenas um simples cantil...

Como � t�o est�pido?

Tem que ter iniciativa, se te chamam para resolver um problema.

Este � o vosso fuzil, � vosso melhor amigo e agora v�o conhec�-lo.

Memorizem o n�mero de s�rie!

Sargento, vai tomando nota!

Cary, Elvin, um, nove, cinco.

1-9-5-4-2-5-7.

Novear, Franklin; 1-2-1-7-5-9-6.

Tolliver, Merton; 3-6-2-2-4-3-8.

- Hazard, Daniel; 1-4... - Mais alto, est� em plena luz.

O que foi?

N�o consegue ler os n�meros?

Esta espingarda tem gordura ou algo assim...

Esta espingarda?

Limpe-o!

Ou est� com medo de sujar essas m�os t�o delicadas?

1-4-7-3-2-8.

Ei, leitor! Aproxime-se!

Est� feliz aqui? Encontrou um lar?

Sim, agora que tenho uma espingarda para me defender.

Voc� gosta dessa espingarda?

Sim.

J� leu Elizabeth Barrett Browning?

Quase toda a sua obra. Gosta das suas poesias?

N�o � o meu forte.

- Sim, sargento. - Ainda n�o terminei.

- Leu "Uma vis�o de Poetas"? - Sim.

- "Versos da Duquesa", "Coroado e enterrado ", Aurora livre"? - E voc�?

N�o � o meu forte.

Lembra do personagem que diz: sonha sempre em fazer o bem aos in�teis.

Sim, sargento.

Agora vou recitar algo que n�o � da senhora Browning.

Este � o seu fuzil

e n�o a sua espingarda. � para atirar, n�o se esque�a.

Nunca volte a dizer espingarda.

N�o, sargento.

N�o aprenderam nada sobre os uniformes, equipamentos, higiene!

S�o condi��es indispens�veis para um l�der.

Tradi��es, adapta��o ao grupo e conviv�ncia,

comportamento militar. N�o sabem sequer saudar.

E j� est� acabando o primeiro dia.

Sauda��o!

Viu? Como eu dizia.

Vou Ihes dar um conselho!

N�o emprestem dinheiro nem pe�am prestado.

Agora todos v�o dormir.

N�o quero ver son�mbulos por a�.

T�m que manter vossas for�as.

A partir de agora, sil�ncio absoluto.

O que foi isso?

Nada, deixou cair a espingarda.

- O que voc� disse! - Sil�ncio!

Parece que n�o sabe manejar um fuzil.

Tire as luvas e agarre isso.

Preste aten��o.

Mantenha longe do corpo o quanto puder.

Muito bem!

Voc�!

Chamei voc�!

Sim.

Venha aqui.

- O que � isso? - Um fuzil.

- E isso? - Um fuzil.

Ent�o para n�o se esquecer...

- Voc�! - N�o diga mais nada, sargento.

Voc� � o her�i e gosta de falar.

O que diz em seu favor?

Quando eu crescer, quero ser como voc�.

Muito obrigado! Continua.

Sou um bocudo.

Fale para todos at� dez e meia.

Boa noite!

Sou um bocudo, mas juro ser fiel ao meu sargento e ao Ex�rcito.

Eu o admiro. Ent�o n�o vou ser uma vergonha para o meu pelot�o.

Prometi lutar mesmo que tenha que repetir que sou um bocudo.

Sei que sou um miser�vel e meu sargento n�o gosta de mim.

Ent�o tem que dar e receber um pouco e se entrincheirar atr�s do pobre cora��o.

Mas o meu pelot�o ser� o melhor que j� teve na Terra.

Contando! Um, dois, d� um coice, tr�s, quatro, d� um salto;

ou se arrepender�.

Est�o bem, rapazes?

Posso ajudar em alguma coisa?

N�o, obrigado... sim, tem um livro no meu arm�rio.

- Um livro? - Sim.

Sou um cara feliz que tem que falar at� as dez e meia...

Abra-o no ponto.

Leia meia p�gina, por favor.

Tudo � muito simples na guerra.

A coisa mais simples � dif�cil. As dificuldades acumulam

causando tens�es, cuja causa ningu�m sabe exatamente.

Tens�o e guerra, declarada pelo sargento Ryan.

Se � isso que ele quer, vai ter.

Eu sou um bocudo!

Sou um bocudo de verdade.

Durante anos esta na��o consagrou os sargentos.

Especialmente o meu.

Eu sofri as conseq��ncias.

Ol�, simp�tico!

Ol�, fera!

Calma, voc� leva o trabalho muito a s�rio.

Gosto de ser bab� de 55 crian�as, 14 horas por dia,

durante meses.

Poderia ser pior.

E adoro repetir o treinamento b�sico pela s�tima vez.

E adoro trocar o uniforme duas vezes por dia

para ser o exemplo de limpeza para aqueles palha�os.

E gastar um par de sapatos cada tr�s semanas para conseguir.

Tem um subs�dio para a roupa.

Sessenta e seis por meses, isso n�o cobre nem a goma.

Adoro jogar com os soldados enquanto na frente lutam de verdade.

� um patriota! O que ele quer � defender o seu pa�s.

Precisa uma licen�a de fim de semana...

J� gozei uma licen�a e tive que passar com aqueles jovens.

Porque voc� � indispens�vel.

Estou cansado!

Tem novidades. Negaram sua transfer�ncia.

Esta � a d�cima quinta vez.

A novidade � que o coronel Ihe deu um conselho:

N�o pe�a mais transfer�ncia.

Tenho que ficar aqui e apodrecer!

� um bom lugar para apodrecer.

Como voc�?

� dif�cil de descascar, Ryan.

Um pouco de respeito com o cavalheiro.

N�o defenda um ex-campe�o de peso m�dio.

Deixa este saco de m�sculos que Ihe proporcionaram tr�s gal�es.

Diz que os inveja, amigo.

Grande profissional!

E �. N�o ser� feliz at� estar na frente.

Para n�s o servi�o em casa � bom, mas n�o para ele.

N�o ser� feliz at� ganhar a medalha por m�rito intelectual.

Isto � s� para generais.

Uma vez tomou uma colina em Suan.

Eu o seguia. Desde ent�o, s� treina bonecos

nos fortes Jackson, Hort, Bliss

e eu apenas o sigo.

Voc� precisa de um curso de comando.

N�o preciso disso para saber o que Ihe acontecer� se continuar se metendo com o Ryan.

Destro�aria dois como ele.

O que acha dele e eu?

Ele joga duro com os recrutas e consegue

que o treinamento seja mais duro que o combate.

N�o h� nada mais duro que o combate.

Calma, n�o vai sair daqui.

N�o, talvez n�o, mas aqueles rapazes v�o.

Para onde forem, estar�o preparados.

Aonde vai?

N�o gosto dos amigos que voc� tem.

Nem eu.

Bom dia! Quais os seus planos para n�s hoje, senhor?

Esquerda, esquerda, esquerda, direita, esquerda...

Sargento, fa�a uma prova de fogo est�tico por 15 segundos.

Muito bem, senhor.

Um, dois, tr�s...

Em forma��o!

Aos seus postos!

As dist�ncias!

Armas, ombro!

Em frente... marchem!

Os gatinhos j� est�o acordados.

Gostariam de travar uma conversa liter�ria profunda?

- N�o! - Mais alto!

- N�o! - Assim est� melhor.

Um, dois, tr�s, mantenham o passo.

Javier, como o pelot�o � formado?

Pelo comando do mesmo e v�rios esquadr�es.

Quantos esquadr�es, Jamison?

Tr�s ou quatro.

Tolliver, qual � a forma��o normal para a marcha?

Colunas de tr�s ou quatro.

Hazard, quanto mede um passo?

Meio metro.

Dover, o que � acelerado?

Cento e vinte passos por minuto.

Naglaski, o que � corrida?

Cento e oitenta passos por minuto.

Nelson, o que � uma fileira?

�... �... �...

Rapaz, tem que ser ativo.

Carey, o que � uma fileira?

Uma s�rie de homens ou ve�culos um atr�s do outro.

O que � uma linha?

Igual, senhor, mas um ao lado do outro.

A finalidade dos exerc�cios?

Para executar as ordens adequadamente,

incutir h�bitos de precis�o e rea��o.

Enriquecer a moral das tropas.

Desenvolver do esp�rito de conviv�ncia

- e... - E o que mais?

e dar espet�culos interessantes ao p�blico.

Extraordin�rio! Que maravilha! Como sabe tanto?

Agora s� tem que praticar o que prega.

V�o pela esquerda!

Um, dois, tr�s, quatro...

Aten��o! Direita!

Mantenham o passo!

� isso, mas com mais energia!

Jamison!

Esquerdo, esquerdo...

Tem que pisar no ch�o com o p� que marcam.

Esquerdo, esquerdo, esquerdo...

N�o percam o passo.

Direita!

Mantenham o passo, soldados!

Meia volta! Volver!

Meia volta! Volver!

Meia volta! Volver! Meia volta! Volver! Meia volta! Volver!...

Pelot�o, alto!

Firmes!

Um, dois, tr�s, quatro...

Este � o �ltimo.

Algo inacredit�vel!

E ent�o?

Eu sugiro senhores, que tirem a sorte com meus ossos.

Eis aqui um garoto dur�o.

Sargento Ryan!

Sargento, quer assumir o comando?

Posso sugerir que me siga?

Continua apertando-os, Ryan?

Endure�o suas almas um pouco, senhor.

Parece que est�o �s portas da morte.

Tenho apenas 16 semanas, senhor.

Treine-os conforme as regras, Ryan ou n�o servir�o para ral�.

Sim, senhor, mas com sua permiss�o, s� Ihes tirarei as gorduras, senhor.

Sabia que voltaria a pedir transfer�ncia.

Exato!

Exato! mas n�o conseguir�.

Exato.

Aonde conseguiu isso?

Voc� sabe como o Ex�rcito aqui.

- � um novo ex�rcito. - Mora em Main e o mandam ao Oregon,

arruma namorada em Detroit e o mandam para Dallas,

pede uma transfer�ncia e Ihe d�o servi�o permanente.

Tem que fazer um esfor�o e mentalizar.

- Um esfor�o e o qu�? - Mentalizar.

Pensa que n�o aceitaria uma transfer�ncia e garanto que d�o.

Sim, claro.

- Podemos sair agora? - N�o, tenho muita papelada.

Vamos!

- Calma! - Estou calmo.

- N�o fique nervoso. Iremos. - Estou calmo. Mas vamos.

Certo, vamos.

O que se pode fazer fora daqui?

Seja o que for, o Ryan n�o estar�.

- Levo voc�s? - S� andamos 80 kms,

hoje precisamos de exerc�cios.

- Por que fez isso? - Ningu�m vai com ele.

Sempre com "olhar para a frente".

Eu aviso que vou conquistar uma mulher.

No lugar que vamos, as mulheres conquistam voc�.

Estou cansado de andar pelas ruas, preciso de a��o.

Depois, amigo.

- Primeiro um pouco de rancho. - N�o � o que eu quero.

Querem ver garotas bonitas?

N�o queremos nada, obrigado.

Quer ver garotas atraentes?

- S�o as melhores por aqui. - Vamos, entra.

Entra, senhor.

O mesmo que voc�.

- Manda lembran�as. - De voc�.

At� mais.

- Quer um hamb�rguer? - Sim e uma cerveja.

Dois hamb�rgueres e duas cervejas, por favor.

- Gar�om! - Agora que eu duvido.

Outra rodada?

Claro!

Gar�om! 3 cervejas, por favor.

- E alguns chocolates. - E alguns chocolates.

Quem � a que est� embebedando aqueles?

Eu n�o sei.

- Um momento, gar�om. - O que foi?

- Vamos sair daqui. - Por qu�?

Temos inimigo a frente.

Estou b�bado e poderia me bater por provoc�-lo.

E me formariam corte marcial.

- Vamos! - Esperem!

Obrigado!

Est� bom.

- Boa noite agora, senhor? - Espera um pouco.

- Agora boa noite? - Obrigado.

Aqui est� a sua bonequinha.

Muito obrigado!

Para voc�.

Outro bom atirador que ganha uma boneca Hoch-hoch.

Derrube dois patinhos e ganhar� uma boneca.

A� vem outro soldado!

Obrigado! Tem que derrubar dois patos.

Uma noite encantadora!

Por que voc� diz?

Primeiro jantamos, depois vimos um filme sobre n�s da infantaria e isso j� vale um milh�o de gargalhadas

depois algumas m�quinas ca�a-n�queis e depois

mais rancho para ficar forte e jogar bolinhas em garrafas de leite.

Depois fez a guerra com os patinhos de barro.

E agora?

- Poderiamos... - J� sei.

- Mais rancho. - Mais rancho.

Venha comigo.

Que horas s�o?

Mais tarde do que eles pensam.

Ol�.

� o Ryan de quem ouvi contar tantas coisas boas?

Sente-se, quer uma bebida?

N�o, obrigado.

Creio que estes cavalheiros j� devem se retirar.

O que voc� sabe sobre cavaleiros?

Que o que voc�s fizerem � problema meu.

- Boa noite! - Ei!

N�o estavam fazendo nada, sargento.

N�o os obrigo, s� dei uma sugest�o.

Cavalheiros!

- Boa noite! - Boa noite!

Gar�om!

Por que fez isso? N�o voltar�o at� a hora da chamada.

Eu n�o preciso voltar, sente-se.

Obrigada.

O que foi? N�o gosta de mim?

- N�o. - Um momento, ele fala por si.

Por que n�o?

- Anda galinhando por a�. - Eu a acho discreta.

Nem gosto de mulheres que pagam as contas.

- Se � s� dinheiro. - Minha m�e dizia: se quiser

ser feliz, procure uma mulher rica.

N�o gosto de ningu�m que embebeda um grupo de crian�as.

A mim, isso n�o incomoda.

Apenas riamos um pouco, isso � tudo.

Sabe o que � rir?

Algo raro.

Voc� n�o sabe nada de mim.

Eu creio que sim.

H� milhares como voc�.

� apenas uma cabecinha louca complicada e b�bada.

Eu gosto de simples e s�brias.

Gar�om!

Venha, vamos sair daqui!

Vamos, seu casaco.

- Onde est� me levando? - Para se vacinar contra raiva.

Fique quieta!

Pol�cia Militar!

"La cucaracha, la cucaracha"

"ya no puede caminar"

"la cucaracha, la cucaracha"

H� algo de errado, senhorita?

N�o, obrigada.

Voc� vai sem armar confus�o?

Aonde?

Para casa.

Para a casa de quem?

Aonde mora?

Est� tudo na placa: nome, n�mero, gradua��o.

Tudo que tem que por, segundo a Conven��o de Genebra.

Julie Morison, 62-20, rua Lorens. San Marino.

Propriedade do Ex�rcito dos Estados Unidos.

Um, dois, tr�s, quatro...

Destacamento, alto!

Esquerda!

Descansar.

Calma!

- Est� bem? - Claro, n�o d�i nada.

Te preparamos um caf�?

- Obrigada, n�o. - Quero te perguntar uma coisa.

Por que n�o nos denunciou � Pol�cia Militar?

Porque voc� � muito simp�tico, carinhoso, um cara divertido.

- Um amigo de fato. - Obrigado.

Al�m de muito correto.

Quero te dizer uma coisa.

Uma garota n�o pode confiar em certos homens.

- Tem raz�o! - Eu ouvi dizer.

- Mas voc� � diferente. - Como voc� sabe?

- Uma garota est� segura com voc�. - Por qu�?

Porque as pessoas n�o gostam de voc�, nem mesmo voc�.

- N�o � verdade. - Voc� � um solit�rio.

Eu?

Neste canto, o sargento Ryan, no outro, o resto do mundo.

Boa noite, mundo.

Aposto no mundo.

Que absurdo!

- Realmente. - Por qu�?

- Boa noite, rapazes. - Boa noite.

Pega ela!

Bem, e agora?

- Rancho? - Rancho.

Preparados! O primeiro!

Vamos, um atr�s do outro. Mais r�pido.

Sem as m�os!

Vamos, em marcha!

Por baixo!

Mais r�pido, sem medo!

M�os na cabe�a!

Jamison, m�os na cabe�a.

Mais decis�o!

- Ouviu? - Sim, senhor.

Vamos, para cima!

O que tentando? Cair e nos esmagar?

Est� bem, des�a.

Vou dar-Ihes toda a prote��o necess�ria.

Mas devem seguir com a m�scara antig�s.

Lembrem-se que os protege.

G�s mostarda, Lewisite, �cido cian�drico

fosgenita, arsen�feros, tri�xido de enxofre e �cidos clorosulf�ricos.

Contra esses nome, devem lev�-la.

Agora vamos com os gases lacrimog�neos.

N�o s�o t�xicos, ent�o n�o devem se preocupar

desde que usem a m�scara antig�s.

Preparados?

Coloquem as m�scaras.

Agora sigam a dire��o das setas.

Agora chega o vosso grande momento.

- Est�o todos prontos? - Sim.

- Tirem as m�scaras. - O qu�!

Tirem as m�scaras!

Que travessura! Que sargento mais engra�ado!

Se ele encontrasse as bebidas, o seguiria at� o fim do mundo.

Eu o seguiria para Ihe dar um tiro pelas costas.

Pobres jovens infelizes!

Submetidos a tal baixeza!

Se estivessem numa batalha e o inimigo Ian�asse g�s,

n�o creio que conseguiriam uma vit�ria esmagadora.

At� duvido que recuperassem a dignidade.

Qual � o prop�sito de tudo isso, Jamison?

Familiarizarmos com a guerra qu�mica.

E n�o gostou da performance. O que mais, Dover?

Nos incutir auto-confian�a.

Carey! O que mais?

Prontamente cumprir as ordens de um modo organizado, eficiente e unificado.

Os jovens sempre sabem a letra, mas n�o a m�sica.

Querem recuperar a dignidade?

Sim!

- Com mais decis�o! - Sim.

Entrem de novo!

Sem as m�scaras!

Sigam as setas.

Se identifiquem e saiam.

Tolliver, Merton, soldado 1-0-7-2-61-7-9.

Carey, Elvin, soldado 1-0-7-3-6-4-8-7

Donald, soldado 1-0-7-2-6-1-9-8.

- Jamison, Paul, soldado 107-38-48-3. - O resto para fora!

Vamos, �nimo!

H� uma pequena possibilidade de conseguirem.

- Cantar o passo! - Um, dois, tr�s, quatro...

Meia volta!

Esquerda, esquerda...!

Estou rendido.

N�o, obrigado. Energia, o melhor que existe.

Gostariam de jogar p�quer?

Estou exausto, ent�o eu passo.

Estou prestes a bater as botas.

Que diabos estou fazendo aqui?

Um cara inocente e am�vel como eu.

Pois o est�o convertendo na arma mais mort�fera da infantaria.

A miss�o � tomar o monte e defend�-lo.

"Tomem o monte, mantenham a vigil�ncia,

defendam a posi��o".

� uma forma de preservar a pele em combate.

Voc� e seus combates! Por que tem que lutar?

Muito simples, sou um �ndio e luto pelo meu pa�s.

Gostaria agradecer por me dar uma m�o.

- De nada! - Veremos se me consegue um lugar

na sua reserva depois da guerra.

Se eu viver para ver.

O correio! As cartas est�o quentes.

- Respondam ao chamar. Carey! - Aqui!

- Macoy! - Aqui!

- Colver! - Aqui!

- Naglaski! - Eu!

- Chapman! - Eu!

- Fibleter! - Aqui!

- Noble! - Eu!

- Jameson! - Estou aqui!

Borgia!

Megler!

Turner!

Andrelli, Confiper!

- Cowboy! - Aqui!

- Nelson! - Aqui!

- Hoker! - Aqui!

- Tachenko! - Solta a minha m�o!

Impostos!

Certo.

Uma partida?

P�quer?

- Uma carta da minha mulher! - Voc� � casado?

Apenas dois dias!

Espera not�cias minhas e nunca escrevi uma carta de amor.

Encontrou o homem certo. Escreva isso.

Querido rostinho de anjo...

� bonita, mas "rostinho de anjo" n�o d�.

Por que n�o escreve isso?

N�o procuro gl�ria nem fama.

Penso em voc� e vou para a cama.

Tem alguma foto dela de mai�?

Sim!

- Joga? - O p�quer foi a primeira coisa que aprendi.

N�o ligue para eles.

N�o. O problema � que est� com medo.

- Todos temos medo. - Mas ela est� sozinha.

Sem limite.

- O "j" vale o dobro. - N�o, p�quer, nada de jogos estranhos.

O nome deste jogo se cospe no oceano.

Tenho que escrever alguma coisa.

N�o � f�cil.

Talvez seja porque a amo.

O amor n�o � tudo.

N�o � alimento nem bebida

nem tranquilidade sob um teto que te abriga

nem um salva-vidas para quem naufraga.

O amor flutua e afunda novamente.

O amor n�o enche os pulm�es de ar

nem limpa o sangue

nem arruma os ossos quebrados.

Mas mesmo assim, muitos homens pactuam com a morte

por falta de amor.

Pode ser que num momento dif�cil, torturado pela dor

clamando por liberdade, ofuscado pelo desejo de encontrar solu��o,

me visse obrigado a vender o seu amor

em troca da paz ou para trocar a lembran�a do seu amor por comida.

Poderia ser, mas n�o creio que fizesse.

Ol�. Tem uma mesa?

Talvez um pouco mais tarde.

Desculpa!

Gar�om!

Sirva-me um uisque e...

- Ol�! - Ol�.

Te convido para uma bebida.

N�o, obrigado.

Desculpa!

Gostaria de me convidar para uma bebida?

Aposta alguma coisa?

Ryan!

Ol�!

Venha comigo. Viva um pouco.

Isso � viver?

Ol�.

Bem! A senhorita aguardente.

Oito horas e ainda est� serena, como assim?

J� est� me intoxicando.

Muito obrigado.

Desculpa!

- Me comportei mal a outra noite. - Nada disso, foi encantadora.

Esta noite vou me comportar bem. Podemos tentar nos divertir um pouco.

� ruim voc� tentar. Voc� se diverte ou n�o.

Voc� n�o sabe que �s vezes tem que beber ou...?

N�o, n�o sabe. Voc� nunca erra.

Nunca sentiu pena de nada.

E tudo o que voc� faz, � sentir pena de si mesma.

O que acontece com voc�s dois? Eu quero me divertir.

Comigo nada, estou muito bem.

Voc� est� pior que eu.

- Qual � o seu ponto fraco? - Meu o qu�?

O que o faz ser como �.

- Eu nunca pensei. - O que o amargura?

Que surpresa!

Depois de tantos meses!

Pensei que j� estaria conservada em formol.

J� chega.

N�o sei quem empurra voc�, mas caiu muito baixo.

Eu disse que j� chega.

Deixem eu falar da pequena Julie. Julie a alco�latra!

Julie!

O que acontece, Julie?

O que foi?

Nada!

N�o sou boa!

Opperman!

Me fala daquela garota!

� uma qualquer!

- Quero que fale de fatos. - � uma qualquer.

Eu pedi para falar de fatos.

Agora vai me falar dela?

Conheci o marido dela. Estivemos no Forte Jackson.

O marido dela?

Foi morto na Cor�ia depois que ela o deixou.

Todo o mundo sabia.

Ela o abandonou!

Estando na Cor�ia, o abandonou.

- Bebe constantemente! - Me solta!

Sempre vai com o primeiro que aparece.

Deixe-me em paz!

N�o gosta de ouvir isso!

Ryan!

Ryan!

Aten��o, pelot�o!

Alto!

Experimente, Hazard.

Em posi��o!

Em guarda!

Pela direita!

O seguinte! Em guarda!

Pela direita, j�!

Para o final da fila! O seguinte!

Em guarda! Entrando pela direita!

N�o. Sem d�vida est� pronto. Tente novamente.

Em guarda! Entrando pela direita!

V� para o final da fila!

O seguinte! Em guarda!

Entrando pelo centro!

Retirar baioneta!

Bem, Naglasky, bem feito.

O seguinte! Em guarda!

- Poderia falar um momento? - Sim.

Sou amante da paz...

Isso significa que alguma coisa o preocupa, sente-se.

Algo est� acontecendo comigo ultimamente.

E eu n�o gosto.

Qual � o problema, filho?

Quero matar um homem.

O seu sargento de instru��o.

Se eu n�o mat�-lo, ele matar� todos n�s... e nos enterrar�.

O que fez?

N�o para de nos atormentar: "fa�am isso fa�am aquilo".

Nos despeda�a e depois come os peda�os.

Acabar� com todos.

Por que ele faria isso?

Eu n�o sei.

Eu sei que seu trabalho � nos tornar soldados, mas...

Mas podia tentar ser um pouco melhor, se tivesse tempo.

Bem... n�o sei.

S� tem 16 semanas.

Talvez falta tempo para ser mais humano.

Talvez seja isso.

Sim.

Talvez seja isso.

Foi encorajador ouvir seu ponto de vista.

- Obrigado. - Estou falando s�rio.

Esclarece bastante as coisas.

Ol�!

Acho que n�o soube tratar o Tolliver hoje.

- Parte o meu cora��o. - Sim, parte por todos.

Far� outra inspe��o amanh�?

Depois de amanh�.

Amanh� haver� festa para os soldados.

- O major disse? - N�o, eu disse.

Vai dar com o nariz nas ordenan�as.

Primeiro devia l�-las.

- Que parte? - Os termos de puni��o excessiva.

- Ei, � o meu pelot�o. - � apenas um elo na corrente

de comando. Est� enferrujando. controla os homens fisicamente,

mas n�o pode com eles mentalmente.

Por que n�o cuida dele mentalmente.

Voc� estava l�, podia ter avisado que ia receber.

Se preocupa muito com aqueles jovens, meu amigo.

Ou�a, lutou com o Opperman, entregou a batalha pela Julie, por qu�?

Tamb�m est� de olho nela?

Eu s� me preocupo com uma coisa. Preparar aqueles rapazes

para uma guerra de verdade e s� restam seis semanas.

Ent�o todos aqueles soldados pregui�osos do meu pelot�o v�o passar pelo aro.

E os sargentos tamb�m.

- Isso � trabalho de mulheres! - Se sente humilhado?

- � cansativo. - Devia me alistar na Marinha.

Na Marinha � igual?

Varredores para suas vassouras e varram de proa a popa.

Que incentivo tem o Marinha? Viu uma onda, j� viu todas.

Sim, acho que sim, mas...

E sobre os fuzileiros? Ganham todas as guerras.

"Se o Ex�rcito e a Marinha, olhassem do c�u para baixo,

veriam as ruas bem protegidas pelos fuzileiros sempre triunfantes".

Olhem, sou um homem p�ssaro suspenso sobre Berlim.

Segurando-me pelos p�s no meu avi�o, enquanto

fotografava o sol, quando vejo que estava sobre a Leipziger Strasse

enquanto devia estar sobre a Friedrich Strasse.

Por que n�o me chamam T.A.?

Porque sou do Texas.

Eu sou do Kansas, querem me chamar de Kan?

- Conhe�o um cara da Virginia... - Est�o todos pior que o Ryan.

N�o diz palavr�es.

Dover, me ajuda com esses baldes.

Leva os baldes voc� sozinho!

- O que � isso? - Estou cansado deste lugar

e de todos que est�o aqui.

De voc�, de voc� e especialmente voc�.

Voc� viu?

Bem, voc�s querem brincar?

Vamos brincar amanh�.

T�m os equipamentos em ordem?

Sim.

Os fuzis est�o limpos?

Sim.

Neste caso, a inspe��o ser� �s 6 horas.

Acho que n�o conseguiremos atend�-lo.

Algo me diz que devemos tentar.

Falta pouco, vamos ver como levantou.

Com o p� esquerdo.

Aten��o!

Bom trabalho!

Trabalho muito bom.

Passaram a noite sem dormir para acabar, heim?

T�m alguns minutos para as 6 horas.

Preparar para a inspe��o!

Culatra suja!

Canh�o imundo!

O cilindro est� solto!

Um parafuso solto, claro.

Est� pensando em algo?

N�o, senhor.

Camisa, gravata, casaco, cal�as... Tudo precisa de uma boa engomada.

Protetor do gatilho sujo!

O ponto da mira est� enferrujado!

� um desastre total!

Bem! Que surpresa!

O fuzil est� limpo.

E muito limpo.

Precisa um pouco mais de disciplina!

Al�a mais que suja, o ferrolho imundo!

Canh�o martelado!

Parab�ns. Transformou uma arma de precis�o em 4 quilos

de peso morto.

Por favor, recolha!

Agora limpe!

- O que ia dizer? - Nada.

Aparentemente tem um pouco de c�rebro.

- N�o inspeciona o meu fuzil? - N�o precisa, basta cheirar.

J� Ihes disse cem vezes.

Tratem seu fuzil com carinho, como uma criatura indefesa.

Agora aprender�o que � mais f�cil limpar um fuzil que suj�-lo.

N�o entrem nesses po�os de sacos porque cont�m dinamite.

Ao passar por baixo do arame farpado, fa�am de costas para o ch�o.

Abaixem-se bem, porque as balas que passar�o por cima

ser�o de verdade.

Alguma pergunta?

Sargento, v�o para a trincheira.

Pelot�o! Firmes!

Esquerda!

Armas em posi��o!

Em fila de um. Pela direita. Acelerado.

Preparem-se para cruzar a �rea batida.

Continue a disparar � vontade.

Vamos! Jamison, n�o se separe! Em frente!

Vamos, com mais �nimo!

Goma de mascar, agora um doce!

Quinze flex�es! Come�ar!

Quantas?

Trinta! Sem deixar o fuzil tocar o ch�o. Comece agora!

Fora da�! Abaixados! Volte para tr�s!

Saiam abaixados!

Mexam-se! Ah! � voc�!

Vamos, vamos!

- Assuma o comando, sargento! - Sim, senhor.

� assim uma combina��o de artilharia e apoio a�reo. Parece com isso.

A fuma�a desaparecer� em 30 segundos. Alguma pergunta?

Disse que n�o podemos beber �gua at� chegar ao topo?

Exato.

- Agora... - Mencionou a �gua e deu sede.

Lembrem-se! As muni��es s�o de verdade.

Vamos tomar o topo.

Holt, em marcha.

- Nos levam outra vez. - Em frente!

Vamos, acelerado!

Vamos rapazes! Sigam por a�!

Mais depressa, vamos, r�pido!

Matar� todos n�s!

Todos menos seis, reservar� para carregar os caix�es.

De p�. Nada de descansar!

- Voc� est� mal? - N�o queria estar assim.

Quem te disse para beber?

� s� �gua.

S� �gua?

Em combate, pode Ihe custar vida.

Calma, h� horas n�o bebem!

Continuar�o assim muito mais.

Em marcha!

Vou te matar, Ryan!

Todos ao ch�o.

Calar baionetas!

Passem a ordem!

� carga!

Todos em frente!

Calma, beba um pouco d'�gua.

Holt!

Que diabos est� fazendo?

Continuem!

- Estou no comando deste pelot�o. - Eu sei, mas n�o gosto.

Volte para a base!

Julie estava certa, � um solit�rio.

Para mim voc� morreu!

Julie! Est� bem arrumado!

Amarrado como um cachorro!

Eu disse para continuarem!

Holt!

Holt!

Eu sinto muito, de verdade!

Fica comigo!

Fica comigo!

Ol�!

Posso jogar?

Falhou de novo!

Faria mais dano com bolinhas de papel.

N�o tem ca�a na sua terra?

Na minha terra tem muita ca�a.

N�o me diga!

Tente novamente.

Se fizer isso, queimar� o canh�o. Espa�a mais os disparos.

Pega o equipamento, saia da linha e passa para o pr�ximo campo.

Dover! Volte para as trincheiras e aponta para o alvo 47.

Vamos, andando!

Quatro na quatro.

Falhou!

- Uma falha? - Foi o que disse o cavalheiro.

Atravessou pelo mesmo buraco.

Traz aqui.

- Nunca aprende nada, certo? - Sim, sargento, mas meu pai

- costumava dizer que quando se trabalha... - Sim, sim. Agora fala do seu pai.

Numa guerra lutou contra os alem�es e na outra contra os japoneses.

Um verdadeiro soldado, heim?

Muito bom. Se aposentou em 47 como sargento.

- Trinta anos no Ex�rcito! - Sim, senhor.

- Eu farei como dele. - N�o viver� tanto tempo.

E eu posso fazer te expulsarem do Ex�rcito.

N�o fa�a isso!

Quem vai me impedir?

Eu n�o sei.

Voc� n�o sabe nada!

O treinamento n�o � de doces e chicletes.

Agora quero um alvo. Talvez um dia tenha que salvar uma vida.

Acredita que aqueles...?

Acredita que aqueles homens podem depender do seu fuzil?

N�o destrua a minha vida.

Ent�o quer ser um soldado, heim?

Agora saberemos quem voc� �.

Se um soldado ou um boneco.

Posi��o de joelhos.

Agora pode atirar.

Voc� perdeu o tiro.

Um dois �s onze, est� longe.

Um tr�s �s oito, chegou perto.

Um quatro �s seis, pode melhorar.

Um quatro �s dez, vai bem.

Alvo �s sete, melhor.

Alvo �s nove, melhor.

No centro!

Est� melhorando, saia.

J� vou.

- Ol�. - Ol�.

Posso entrar?

Est� segura comigo, lembra?

Sim. � aquele cara que n�o gosta das pessoas.

Bem, eu n�o diria isso.

E se fossemos por a� jantar e passar uma grande noite?

Por que comigo?

Por que n�o com voc�?

Esteve servindo no forte Jackson?

Sim, mas n�o quando voc� estava, eu recordaria.

Foi onde conheceu o Opperman?

N�o.

Ele disse algo sobre eu?

N�o muito.

O qu�?

Nada.

Eu n�o sei nada sobre voc�.

Voc� vem ou n�o?

Talvez queira saber algo sobre eu.

N�o, n�o quero saber nada sobre voc�.

N�o me importa o que foi no ano passado, a semana passada ou ontem.

Me interessa agora.

Fui casada.

Era soldado.

Foi morto na Cor�ia.

- Por favor, tenho que contar. - Mais tarde, querida.

N�o, agora.

Sim, voc� e eu somos um casal de veteranos.

Por que precisamos dizer como somos bons em combate?

Deixa de sentimentalismo.

Conhece o mundo.

- N�o te entendo. - Nem tente.

Me solta!

O que defende agora? Sua virtude?

E quanto ao marido que abandonou? E aqueles garotos que embriagou?

Do Holt e mais uma centena. Quem quer enganar?

J� sei o que o incomoda, n�o � o Holt nem aqueles garotos, � aquele marido que abandonei.

Para voc� isso � um crime.

O maior dos crimes no manual do soldado.

Foi culpa dele, n�o? Conhe�o a velha hist�ria.

E o que mais?

No seu manual, cada soldado � um her�i e todas as garotas uma qualquer.

- Quem disse isso? - V� embora, saia. Fora!

J� estou indo.

Julie!

V� embora!

Fere as pessoas.

Saia!

Deixe-me em paz!

Lancem!

Protejam-se!

- Podem se retirar. - Vamos.

- Acabou o exerc�cio. - J� est� bom por hoje.

Vamos!

Agora cabe a voc�s.

Cada um ao seu posto.

- Sabe o que t�m que fazer? - Sim, senhor.

V�o em frente.

Um, dois.

Algo mais, sargento?

- Sim. - Obrigado.

De nada.

O seguinte! Vamos, r�pido!

Voc�s quatro, vamos.

O primeiro. Voc�, Dover.

N�o posso!

N�o pode fazer, heim?

Gostaria de ir a um psiquiatra, deitar num sof� e contar a sua vida?

Eu n�o sei!

O que � isso?

Uma granada.

Como funciona?

Puxando o anel.

E depois?

Solta o pino.

Tem tr�s segundos, agora depende de voc�.

Vamos, jogue-a!

Um, dois...

Pelot�o, alto!

Vamos acampar aqui.

Montem as barracas!

Colocaremos uma guarda de seguran�a.

Debandar!

Desculpa, senhor, posso voltar com voc�?

- Claro, sargento. - Obrigado.

Um momento, desculpa, tenente.

Vai para o centro da cidade?

Toma, as chaves do carro.

Um momento.

Nada, esque�a.

- Olhei em todas as barracas. - Chega de conversa!

O que acontece aqui?

O que foi?

O Dover deve ter fugido.

Como imaginou?

Elementar. Nada para Sherlock Holmes.

Vamos, rapaz.

Como me encontrou?

Qualquer idiota que foge, vai para o sul

at� encontrar a sentinela do posto seis.

Ent�o sua primeira rea��o �, ir para o leste ou oeste.

Mas tem uma cerca de arame farpado de 3 metros de altura.

Assim vai atrav�s do campo, encontra um caminho e aqui est�.

Esse seria o maior erro de toda a sua vida.

Partiria a sua cabe�a.

S� os diotas tentam fugir daqui.

Aqueles que conseguem, passam o resto da sua vida lamentando.

Lamentam, se sentem culpados, nem conseguem olhar para o rosto dos seus filhos.

Se quiser tentar, n�o vou det�-lo.

Mas ainda est� em tempo para a chamada.

Por que faz isso? Por que est� me ajudando?

Todos n�s cometemos erros.

Isso n�o � resposta.

Talvez n�o.

Meu pai foi um desertor.

Acho que esse � o meu ponto fraco.

O que disse, senhor?

Nada.

E a senhorita Mollison?

Se mudou.

Leve-me no seu t�xi.

Aonde voc� vai?

Para onde for esse ba�.

Tenho um passageiro.

Agora tem dois.

Obrigada.

N�o posso fazer nada?

Sim, poderia falar com o general. Para iniciar um treinamento para

as garotas marginalizadas.

Dezesseis semanas n�o seria ruim.

Rompeu a corrente.

Sim, eu sei.

Para onde vai?

Vou embora daqui.

Fugir n�o ajuda nada, Julie.

Talvez viva para lutar mais um dia.

S� lutar� consigo mesma.

Eu fa�o isso desde que tenho uso da raz�o.

Ainda assim, vou embora.

Lamento o que aconteceu;

o que eu disse e fiz.

Desculpa.

Est� bem.

Fica, Julie!

Ningu�m vive sozinho.

Est� enganado, todo o mundo faz isso.

Est� na moda hoje em dia.

- Todo mundo vive sozinho com a guerra. - Eu preciso de voc�.

Quero me casar com voc�.

N�o, � casado com o ex�rcito.

� bom para eles e bom para voc�.

Voc� seria para mim se ficasse.

Mas acho que eu seria ruim para voc�.

Ou nos machucariamos um ao outro.

Talvez tenha raz�o.

Talvez deva ir embora.

Mas n�o v� pensando que todos s�o t�o dif�ceis como eu porque

n�o s�o, tanto no Ex�rcito como fora dele.

Espero que encontre o que deseja.

Talvez voc� seja o que eu quero.

Eu n�o sei.

- N�o tenho certeza. - Vou continuar aqui.

Voc� sabe onde me encontrar.

Tenho o seu nome, posto e n�mero.

Tudo que precisa saber conforme a Conven��o de Genebra.

At� mais, Ryan!

Adeus Julie.

Passageiros ao trem!

Batalh�o, firmes!

Sauda��o!

Todos os batalh�es, descansar.

Firmes!

Em frente!

Aqui estamos. Soldados petrificados prestes a empunhar as armas

e o Ryan n�o se digna a olhar para n�s.

- O que voc� acha? - Cale a boca.

O que voc� acha?

Os combatentes da Am�rica!

Nunca chegar�o a ser soldados!

Nunca conseguir�o.

Aqueles homens agora s�o soldados, eles conseguiram.

Nunca tinha visto homens como eles em toda a minha vida.

Mas olhem para isso.

- Se importa que eu comande? - Pelot�o, alto!

- � um prazer para mim. - Obrigado.

Em frente!

Esquerdo, esquerdo, esquerdo...

Virar � direita!

Virar � direita!

Meia volta!

Esquerda!

Virar � direita!

Virar � direita!

Meia volta!

Meia volta!

Esquerda!

Esquerda!

Alto!

Esquerda!

Se algum dia eu voltar ao combate, ficaria orgulhoso de ter qualquer

um destes homens no meu pelot�o.

Isso � a infantaria.

Leve-os!

Direita!

D�em os seus nomes ao subri no trem.

Isso � a infantaria.

Mas voc�s, pobres jovens infelizes, nunca chegar�o a nada.

Sou o sargento Ryan. Peguem seus pertences.

Esquerda!

Em frente, acelerado!

Laercio GRUPO ALLIED FORCE Tradu��o da legenda em Espanhol

F I M

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.