Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
* AGENTE INVIS�VEL *
Extra! "Oregon convida Duke para o Rose Bowl".
Extra! Edi��o de �ltima hora!
"Oregon convida Duke para o Rose Bowl".
IMPRENSA FRANK RAYMOND
O que dizer?
Oregon jogar� contra a Universidade Duke no Rose Bowl.
� um evento de grande import�ncia em n�vel nacional.
Edi��o de �ltima hora!
Boa noite.
Boa noite.
Queremos papel para cartas.
Claro. Para uso pessoal ou comercial?
Pessoal.
Este � o papel artesanal.
Eu tenho em v�rias cores.
Vamos ver. Aqui est�.
- Tenho branco, bege. . . - Branco est� bom.
Muito bem, senhor.
- Com o seu nome? - Sim, claro.
- Qual o nome? - Frank Griffin.
- Griffin? - Sim, Frank Griffin.
Deveria parecer familiar.
Sim?
� o seu nome, seu nome verdadeiro.
Bem. Isto ser� �ntimo e agrad�vel.
Gostaria de falar com voc�. Sente-se.
Mas � claro.
H� muitos anos tento encontr�-lo.
Poderia informar ao Sr. Griffin que eu o encontrei?
Fico lisonjeado, senhores. Mas em que posso ajudar?
- Queremos pagar-lhe. - Pagar-me?
Sim, Sr. Griffin. Queremos pagar-lhe.
Sim, um monte de dinheiro.
Estou certo que n�o me devem nada
e nada que vale uma fortuna.
Por favor, Sr. Griffin. N�o precisa ser modesto. . .
especialmente conosco.
Queremos comprar a f�rmula do seu pai.
Ou foi seu tio que descobriu?
N�o, n�o. Foi seu av�: Frank Griffin.
Sim, claro.
Frank Griffin, pai. A pol�cia atirou nele.
Como � incrivelmente rom�ntico.
Poderia ganhar milh�es com a f�rmula do seu av�.
Vejam, senhores, n�o sou bom em adivinha��es e. . .
Seu av� descobriu uma droga.
Quando � injetada na corrente sang��nea, se torna invis�vel.
As pessoas que s�o tratadas com esta droga, �s vezes se tornam perigosas.
T�m que ser liquidadas.
Mas se forem controladas
podem ser muito �teis para qualquer pa�s
em guerra.
A droga est� em seu poder, n�o �, Sr. Griffin?
Posso oferecer o valor que voc� quiser.
- Por que me procuraram? - Por que quer causar problemas?
Viemos com as melhores inten��es.
Mas vai nos causar muitos problemas desnecess�rios.
- Revistem todo o lugar. - Esperem! Que direito t�m. . .
Este direito.
� um jovem muito teimoso, n�o?
Por que acham que tenho essa droga?
Este neg�cio, seu nome falso.
Supondo que existisse essa droga,
o mundo est� pronto para ela?
Fala o homem envenenado pela ideologia de uma democracia decadente.
As armas s�o fabricadas para serem usadas.
N�o h� lugar para os fracos neste mundo.
- T�pica filosofia alem�. - Exatamente.
O pensamento alem�o � o mais claro do mundo.
Como graduado em Oxford, posso atestar isso.
A l�gica alem� nos levou a voc�.
Seria t�o am�vel de nos dizer onde est�?
Ou o for�amos a nos dizer?
E ent�o?
Teremos que recorrer � for�a?
Entendo. A l�gica alem�.
Se eu tivesse essa droga, acham que a guardaria aqui?
N�o � um mentiroso convincente.
Talvez possamos soltar a sua l�ngua.
Esta m�quina realmente � bastante �til.
Se uma pessoa n�o tivesse cuidado,
poderia cortar os dedos ou toda a m�o.
Que m�quina �til, n�o? �til, certo?
Leve-o l�!
Coloquem seus dedos aqui.
Es. . .
Fala, fala, Sr. Griffin, enquanto tem tempo.
N�o servir� para nada.
N�o?
A escolha � sua.
Parem! Vou falar. Tinham raz�o.
Me d� de uma vez.
Est� bem. Soltem ele.
Eu disse que era uma m�quina muito �til.
Foi atacado por agentes estrangeiros, Sr. Raymond.
Ou quer que o chame: "Sr. Griffin"?
- Gostaria de esquecer esse nome. - Sim, eu entendo.
N�o permite que as pot�ncias do eixo usem sua f�rmula,
mas a entregaria ao governo americano?
Sab�amos de voc� a muito tempo, mas respeitamos o seu anonimato.
Mas como j� descobriram
seria um ato sumamente patri�tico
nos permitir usar a droga.
N�o adianta me pedir isso.
Devia t�-la destru�do a anos.
Mas se o seu pa�s precisasse dela para uma emerg�ncia cr�tica?
Nunca teria uma emerg�ncia que justificasse o seu uso.
Nunca.
BOMBARDEIAM A BASE DE PEARL HARBOR
MIDWAY - ILHA WAKE GUAM - MANILHA
ATAQUE SURPRESA JAPON�S AOS ESTADOS UNIDOS.
TOJO DECLARA GUERRA
- Apresento o Sr. Raymond. - Prazer.
- Prazer em conhec�-lo. - Obrigado.
Senhores, o Sr. Raymond decidiu nos entreg�-la.
Embora haja uma condi��o.
S� eu posso usar a droga.
Sr. Raymond, temos homens experientes
para fazer esse trabalho.
O Sr. Raymond conhece o perigo da miss�o?
Senhores, sabem os riscos que envolve o uso desta droga?
S� eu conhe�o a sua for�a.
Pode custar a vida do homem que a utiliza.
Talvez n�o tenha a experi�ncia,
mas n�o voltarei sem a informa��o que querem.
H� muito tempo lhes neguei o uso desta droga.
Bem, agora eu ofere�o tanto a droga como a minha pessoa.
Juntos traremos o que voc�s querem.
- Sr. Raymond. . . - Um homem com convic��es
� mais solicitado que um com a experi�ncia.
Gostaria de pensar melhor.
N�o h� tempo para isso. Precisamos decidir imediatamente.
O Sr. Raymond tem capacidade para fazer o trabalho.
Tem meu voto de confian�a.
Senhores, proponho designar a miss�o ao Sr. Raymond.
E ent�o, senhores?
Obrigado. Agora, me diga o que devo fazer.
Sabemos que o inimigo tentar� uma sabotagem nacional
para arruinar as f�bricas b�licas deste pa�s.
� imperativo sabermos a data exata que a Alemanha atacar�.
- Com que meios? - Atrav�s de que agentes?
E quem teria as informa��es necess�rias?
Hitler e a Gestapo, a Pol�cia Secreta.
N�o podemos perder tempo. A rapidez � essencial.
- Estou pronto para ir agora. - �timo.
Vamos mand�-lo para Londres e depois para Berlim.
Estaremos em Berlim dentro de um minuto.
Tenho apenas que fazer contato com o nosso agente l�.
Arnold Schmidt, carpinteiro. Gartner Strasse 22, certo?
Diga que voc� quer comprar um caix�o, estilo imperial.
Altitude: 4005.
- Onde ele est�? - No celeiro, idiota.
Sai ou atiro!
� in�til se esconder. Saia da�.
Saia logo! N�o pode escapar!
D�em a volta no celeiro.
- Perdeu o sapato, senhor. - Encontrei este sapato, senhor.
N�o ir� muito longe sem sapatos!
Achei isso, senhor.
N�o pode ir longe sem o sua. . .
N�o pode ir longe!
- N�o o encontramos. - Foi embora.
- Desapareceu. - Est�o loucos?
- Vimos ele. . . - E ent�o, n�o vimos mais.
Ele desapareceu no ar.
Sim est�o loucos!
Volte e relate que anda solto um p�ra-quedista brit�nico.
Para enviarem homens. Precisamos procurar em toda a campina.
BERLIM - 25 KM
Quero encomendar um caix�o. Estilo imperial.
- Onde voc� est�? - Aqui,
mas estou quase congelado.
Isso �. . . Isso � inacredit�vel.
Bem. Me disseram para esperar um homem invis�vel,
mas isso � como. . . um milagre.
Pode me dar um caf� quente?
Desculpe-me.
- Pode me dar mais? - Claro, claro, com certeza.
�. . . incr�vel.
Ser� muito �til para n�s.
Pode ser. Vamos ver.
Agora, aonde come�amos?
Tem uma jovem em Wannsee, Parkstrasse 9.
Ela conhece as pessoas certas.
Fa�a todos seus relatos para mim,
eu me encarregarei de chegarem � Inglaterra.
- Mais caf�? - N�o, obrigado.
- S� o nome da mulher. - Maria.
Lembre-se de dar a senha. Voc� tem o endere�o?
Wannsee, Parkstrasse 9. Qual � a dist�ncia?
Uns sete quil�metros.
Vou precisar de um transporte.
Tem alguma coisa por aqui?
Geralmente tem um t�xi
em frente o restaurante, atravessando a rua.
Muito bom.
Envie um t�xi para Wannsee, Parkstrasse n� 9, por favor.
Parkstrasse n� 9, em Wannsee? Sim, sim.
Vai voc�, Emil, Parkstrasse 9, em Wannsee.
Toma. Fica para voc�.
Jogue como se perdesse o seu dinheiro.
O t�xi que pediu.
Taxi? N�o pedimos nenhum t�xi.
Ligaram para vir aqui.
Vou perguntar para a senhorita Sorenson. Permita-me.
Entra, Gretel.
H� um t�xi l� fora, senhorita.
Disse que algu�m ligou para que viesse.
N�o fui eu. Deve estar enganado.
Foi o que eu disse.
Sa�de.
Quem est� a�?
N�o se alarme. N�o pode me ver.
Pensei que o justo era apagar as luzes.
Nos coloca em igualdade de condi��es.
- Onde est�? - Nesse mesmo quarto, com voc�.
N�o se v�.
Ent�o, mostre-se.
Se pudesse, se surpreenderia. Se importa se eu fumar?
� o meu primeiro cigarro em dias.
Desculpe.
N�o sabia que os invernos na Alemanha fossem t�o rigorosos.
- Disseram que aqui me ajudariam. - Isso � um absurdo.
Se isso for algum tipo de piada, n�o me parece engra�ada.
Espere um minuto. Me mandaram aqui, no estilo imperial.
No estilo imperial?
� verdade?
- � �timo. - Provavelmente.
A explica��o � simples. Tenho uma subst�ncia qu�mica nas veias.
Extrai a cor do meu corpo.
- Voc� est� louco? - N�o, nada mais transparente.
N�o chamaria de "louca" uma janela, certo?
Acredite, sou apenas invis�vel.
Do resto, sou como qualquer ser humano.
Em que posso ajudar?
Bem, me colocando em contato com a fonte de algumas informa��es.
Quem � voc�?
Meu nome � Raymond, Frank Raymond.
Sim, claro.
Levei 36 horas para chegar aqui, e estou sujo e cansado.
Se importaria se eu usar sua banheira?
� melhor em outra hora.
- Por qu�? - � perigoso.
- Espero uma visita para o jantar. - � algu�m interessante?
Heiser, da Pol�cia Secreta.
Excelente. Trabalho r�pido, certo?
Sei que o senhor lhe parecer� bastante interessante.
Um banho e um bife.
� o ponto alto da vida de um homem.
Como � encantador. Tr�s pessoas num jantar para dois.
Sim, um bife dividido por tr�s.
- A� vem ele. - Vou sair num momento.
Boa noite, Karl.
Est� espl�ndida.
Obrigada.
Queria muito estar com voc�
a s�s.
Me sinto mais segura com ele de acompanhante, Karl.
Deve esquece-lo, Maria.
- �i, Karl. - Esses tipos de miss�es levam tempo.
�s vezes uma vida inteira.
- Nunca disse por que ele se foi. - N�o disse para ningu�m.
Tem suas pr�prias id�ias e isso � perigoso.
O F�hrer n�o gosta de gente com id�ias pr�prias.
Espero que goste do que o meu cozinheiro preparou.
Esque�a isso.
Trouxe um refrig�rio da minha prec�ria alimenta��o.
- Queijo! - Da Holanda.
- Champanhe! - Da Fran�a ocupada.
Mo�t & Chandon, 1929.
Ave da Dinamarca
e lagosta da Noruega.
Que del�cias!
Todos os pa�ses que conquistamos nos d�o alimentos.
Estas s�o apenas algumas das coisas que teremos quando a guerra acabar.
- Caviar! - Da R�ssia.
� muito dif�cil conseguir.
Temos escravos que trabalhando em toda parte,
enquanto nos sentamos com um garfo na m�o
e com um chicote nos joelhos.
Que estranho.
Muito estranho.
Desculpe Karl, n�o pude esperar.
- Mais champanhe, por favor. - Mas � claro.
Agora brindemos a idade de ouro do Reich Alem�o.
Pela gente que vencer� a guerra.
N�o est� frio o suficiente.
Permite?
Guarda!
- Um balde de gelo! - Heil, Hitler!
Frank.
- Te agradou? - Quem?
Seu novo guarda-costas.
Me sentiria melhor se aceitasse a sua prote��o.
Bem Karl, nunca percebi que estava em perigo.
As mulheres bonitas est�o sempre em perigo.
Sempre.
Sim, sempre.
- Vamos come�ar. . . - Sim.
- Para comer? - Claro que sim.
Esqueci a marmelada.
Agora, vejamos, onde coloquei?
Ameixa, ma��, morango.
Aqui est�.
Preparada especialmente para mim. � de groselha.
Coloque a�.
E n�o quero ser incomodado
sob nenhuma circunst�ncia.
Isso � estranho.
Tinha certeza que tinha servido frango no meu prato.
- Talvez j� tenha comido. - Eu comi?
- N�o devia comer t�o r�pido. - Vou te dar mais.
- Essa asa. - Isso parece delicioso.
Sim e algumas batatas.
Est� bem. Com isso est� bom por um tempo.
Sabe? Tenho trabalhado muito.
A confer�ncia com o F�hrer quase me mata.
N�o me diga que o F�hrer falou pessoalmente com voc�, Karl?
� claro que sim.
Se tivesse dito Goering ou Ribbentrop,
poderia acreditar, mas n�o. . .
Te digo que o pr�prio F�hrer me chamou
antes de ir para a frente oriental.
Me deu ordens secretas. N�o havia ningu�m, s� eu e ele.
- N�o falemos de pol�tica. - Mas te digo a verdade.
Ordenou um ataque aos Estados Unidos.
Como atacaremos os Estados Unidos, que est�o a 6400 km de dist�ncia?
Para o F�hrer, nenhum lugar est� longe, nem os Estados Unidos.
J� definiu uma data.
A data? S�rio? Quando?
N�o vamos falar de pol�tica.
Ser� o mais importante do partido.
Temos a for�a do Goering, a vitalidade do Goebbels
e a ast�cia do Hess.
N�o me surpreenderia se sucedesse o F�hrer.
Bem.
Se tem tanta certeza do meu futuro, por que n�o. . .
Por que n�o come mais lagosta? Quase n�o comeu.
N�o sei por que o Stauffer deixou que a Gestapo te treinasse
para um trabalho arriscado como o de ser espi�o,
pilotar avi�es, disparar armas, intelig�ncia.
Isso n�o � trabalho para uma mulher t�o bonita.
Nunca te enviaria para miss�es t�o perigosas.
A teria sempre ao meu lado.
Maria, faz meu cora��o queimar de entusiasmo.
Devo ter empurrado com o p�.
Que pena.
- Vai secar. - O qu�?
Anda. Sente-se e coma a sua lagosta.
Est� bem.
Maria, por que. . .
Por que n�o esquece o Stauffer?
Depois de tudo, a lealdade pode ir longe demais.
Se feriu.
Algo empurrou a minha m�o.
O pobre Karl tentando comer com o nariz.
Pobre de voc�. Isso � espantoso.
Maria, eu. . .
N�o precisa rir.
Realmente n�o entendo nada.
Se tivesse c�rebro, deixaria de rir assim!
Se machucou?
� um insulto a todo o partido nazistas!
Apenas ri dos seus truques, Karl.
Estava rindo? Mandei matar gente por menos.
Guarda! Srta. Sorenson, considere-se sob pris�o domiciliar.
Esta mulher n�o deve sair daqui! Vigie-a!
Por que, senhor?
N�o sei, mas vigie-a!
Mas, Karl. . .
- Estragou tudo. - Desculpe-me.
Bebi muito champanhe sem ter comido nada.
Ia nos dar a informa��o que quer�amos, quando voc�. . .
Tomava liberdades demais.
N�o podemos permitir que nossos sentimentos interfiram.
O trabalho de um ano inteiro foi arruinado em poucos minutos.
E agora o que vamos fazer?
Ter� que encant�-lo novamente, querida.
E se sei julgar os homens, logo vir� visit�-la.
O que faz voc� pensar assim?
Bem, � uma mulher irresist�vel.
- Quem �? - Abra!
Abra a porta ou a derrubaremos!
N�o se atrevam entrar no meu quarto.
� melhor deix�-los entrar.
- O que querem? - Com quem falava?
Comigo mesma. V�o embora ou se reportar�o ao Heiser!
Ouvimos a voz de um homem.
Como se atreve!
- Es. . . - Fritz! Deixe-a em paz.
- Me deu um pontap�. - Vamos.
Lembre-se, � amiga do Stauffer
e do Heiser.
N�o se preocupe com eles.
Tratam as mulheres como cachorros.
Eu odeio eles.
Desculpe.
Como queria v�-lo.
Muito bem, ent�o, me ver�.
Tenho que usar coisas do seu banheiro.
- Voc� se importa? - Por favor, fa�a isso.
Isso pode ser �til.
� bastante alto, n�o?
1,87m, quando coloco a cabe�a.
- Preciso de uma toalha. - Est�o na gaveta � direita.
Preciso desses tamb�m. Est� bem?
Claro. V� em frente.
Obrigado.
Vi as mulheres fazerem isso.
Agora lembre-se que fico melhor invis�vel.
Agora vai se surpreender.
Como aviso n�o h� fraude.
Gosta do seu homem invis�vel com cara de creme limpador?
Sempre ser� invis�vel ou deixar� de fazer efeito?
Talvez, com o tempo.
Mas � uma droga muito poderosa.
Mas � seguro us�-la?
Nestas circunst�ncias, n�o � seguro n�o us�-la.
Estou cansado.
Esta droga faz dormir em momentos imprevis�veis.
Se eu pudesse fechar os olhos por alguns minutos.
Frank? N�o pode ficar dormindo aqui! � muito perigoso.
Sim, eu sei, mas � t�o bom. � como flutuar.
N�o, Frank, por favor.
N�o fa�a barulho.
S� vou dar um cochilo.
Entra, Heiser.
Entra e feche a porta.
Gosto de v�-lo de volta.
Eu imagino.
"Ainda n�o encontraram o p�ra-quedista na campina.
Foi encontrado roupas, mas n�o h� descri��o do seu f�sico.
O interrogat�rio n�o revelou nada.
As testemunhas dizem que viram o p�ra-quedista desaparecer no ar".
O que voc� acha disso?
Prendi os oficiais. Ser�o julgados num tribunal militar.
Est� claro que � s� incompet�ncia.
Bar�o Ikita, apresento o Heiser.
- Bar�o, chegamos de longa viagem. - Sim, muito longa.
Sei que precisa descansar.
Como o Sol Nascente nunca se p�e, seus servos nunca dormem.
Desculpe. Devo fazer uma visita.
Uma visita pessoal.
Sim, eu entendo, senhor.
Uma vez que s� tem visto o c�u, o mar e eu
sua necessidade de privacidade deve ser grande.
- Boa noite. - Boa noite.
O que aconteceu com seu uniforme?
Bem, eu. . .
Estava jantando com a Sra. Sorenson.
Jantando? Voc� comeu ou jogou para cima?
N�o sei o que aconteceu, senhor.
Parece que a comida veio para mim sozinha.
S�rio? Pela primeira vez me interessa.
O que interferiu no seu prazer gastron�mico?
Eu n�o sei, senhor. L� estava eu, atr�s da mesa
e de repente come�ou a. . .
Frank, acorda! Frank!
Conrad. Voc� voltou.
O calor da sua acolhida me oprime.
O que aconteceu entre o Heiser e voc�?
Me incomoda entrarem assim no meu quarto.
E a sua pergunta me incomoda. V�o embora, por favor.
Essa indigna��o de pudor n�o te cai bem, Maria.
Jantou com ele, certo?
Me disse para cuidar dela e eu tenho feito. Como um pai.
Tem id�ias muito liberais das obriga��es de um pai.
Sou um membro leal do partido e n�o serei tratado assim.
- O Fuhrer me deu as ordens. - Ent�o voc� ganha acesso a ele?
Trabalha r�pido. Muito r�pido.
- Cumpri o meu dever. - Li relat�rios sobre voc�.
Sei tudo o que voc� fez na minha aus�ncia.
Tentou me tirar o posto.
Tentou me afastar dela.
- N�o est� entendedo. . . - Te conhe�o mais do que pensa.
- N�o conseguiu o meu trabalho. - Mas, senhor. . .
Suas esperan�as foram prematuras.
� inimigo do partido, Heiser!
Guarda.
Este homem est� preso. Leve-o para a pris�o.
Por que o prendeu aqui? Precisava de uma testemunha?
� bom ver a pris�o dos seus amigos.
Isso endurece voc�.
Aqui n�o h� lugar para os sentimentais.
Acha que podia ter sentimentos pelo Heiser?
- N�o foi leal a ningu�m. - Est� pronto para um acidente.
Talvez um s�bito ataque de apendicite.
E talvez n�o se recupere da opera��o.
Conrad, as pessoas n�o v�o acreditar eternamente
nessas opera��es onde o paciente sempre morre.
N�o sabe qu�o doente est�o meus pacientes na realidade.
Voc� mesma parece muito p�lida.
N�o se exponha. Pode se contagiar de algo mortal.
Isso � tudo?
Desculpe ter te causado algum inconveniente.
Devo voltar para o escrit�rio.
O Ribbentrop me enviar� um arquivo com ordens secretas
relacionadas ao nosso trabalho nos Estados Unidos
onde voc� tem um papel importante.
Obrigada. Farei o poss�vel.
Eu tenho certeza.
- Boa noite. - Boa noite.
Frank, onde est�?
Deixe de brincadeira, Frank, por favor.
Bom dia.
N�o se esconda, Sr. Griffin. N�o vai ajudar nada.
Te vi segurando o livro.
N�o perca seu tempo.
Chamo os guardas ou conversamos como cavalheiros?
Bem, Sr. Stauffer.
Quarto andar. Sem escada de inc�ncio.
Se eu fosse voc�, n�o saltaria.
Poderia quebrar cada osso do seu corpo invis�vel.
� muito astuto, Sr. Stauffer.
J� podemos chegar a um entendimento,
ou lhe "aperto as cravelhas" como dizem no seu pa�s?
Essa � uma id�ia muito boa. Parece bom.
Me faz um favor?
Sente-se e se balance.
Me sentiria mais seguro sabendo que n�o est� atr�s de mim.
O livro que eu lia � uma lista
dos agentes japoneses e alem�es nos Estados Unidos.
Caiu justamente em nossa armadilha.
"Nossa armadilha"?
Quando falei � Maria dos documentos secretos, sabia que voc� estava l�.
Estava certo que morderia a isca.
Continue balan�ando.
- Cigarro? - N�o, obrigado.
- Algo para beber? - N�o, obrigado.
Agora, Sr. Griffin
como n�o est� em boa posi��o para negociar
sugiro que me d� a f�rmula.
- Lhe recompensaremos. - Dinheiro n�o me interessa.
Ultimamente, o meu custo de vida foi reduzido a quase nada.
N�o estava falando de dinheiro.
Vou deixar conservar o que j� tem:
Sua vida.
Continue balan�ando!
N�o posso satisfaz�-lo com a droga.
N�o sei como � a f�rmula.
Muito bem.
Me obriga a usar m�todos que esperava evitar.
Aqui deixamos de nos comportar como cavalheiros?
- Guardas! - Depressa!
Tonto.
Depressa, depressa!
Detenham ele! N�o o dexem escapar!
Socorro! Enviem os bombeiros.
Vigiem essa porta!
Guardas!
Cuidado, homens! Cuidado com ele!
Com cuidado.
Cuidado. N�o deixe ele escapar.
Cuidado!
Levantem-se, idiotas!
N�o deixe ele fugir!
Cuidado com o canto.
Pronto? Cuidado!
� o caix�o que pedi, estilo imp�rial?
N�o ouvi quando entrou.
Transmita isso via r�dio para a Inglaterra.
O que � isso?
Os agentes japoneses e alem�es nos Estados Unidos.
Sim. E j� sei onde conseguir a informa��o que procuramos.
Cada segundo conta. � melhor transmitir isso imediatamente.
Diabos, isso � assustador! Nossa!
- Al�. - Al�.
Sou o homem do creme de limpeza.
S� queria saber se ainda tem interesse.
Claro que estou interessada. Mais do que nunca.
Mas tem que trazer. Eu mesma irei buscar.
A entrega � gratuita.
Quem �?
O F�hrer.
N�o. Tinha uma capa marrom. Encontrem-o!
Ouvi sobre o seu amigo. Vim dar as minhas condol�ncias.
Obrigado, Bar�o.
Me permita felicit�-lo pela velocidade do seu servi�o de not�cias, Baron.
Um minuto antes e ganha dos bombeiros.
E teria detido o Griffin.
Aquele livro com a lista dos nossos agentes nos Estados Unidos
- continua em seu poder? - Claro.
Quando me pediu esse livro
prometeu cuidar como sua vida.
Sabe que se os nomes dos nossos agentes leais
Chegassem em m�os erradas, custaria a minha vida.
- Que interessante. Sua vida? - Sem d�vida.
No meu pa�s, quando um homem comete um erro. . .
Se importaria de me mostrar aquele livro?
S� existe uma c�pia e me tranquilizaria saber que est� bem guardada.
Infelizmente, tranquilizar os outros n�o � o meu forte.
Lembre-se que embora sejamos do eixo, ainda est� na Alemanha.
Nosso c�digo s� exige fazer o melhor para o nosso bem-estar.
Entendo. E o meu bem-estar n�o est� relacionado com o seu.
Ainda bem que percebe, Bar�o.
N�o permitirei que meu ju�zo seja influenciado pelo seu bem-estar.
Essa � a sua decis�o?
Ent�o, n�o se incomodar� que informe o governo japon�s
da sua maneira especial de gerir os nossos assuntos.
Fa�a o que quiser, Ikito, mas ainda est� na Alemanha.
Nunca estive mais consciente disso.
Sim.
Ligaram para a Srta. Sorenson de um n�mero de Gartner Strasse.
- Gartner Strasse? - Algu�m que vende creme de limpeza.
Creme de limpeza.
Ligue para a sede da Gestapo.
Comida para porco.
Justo o prato para esse porco.
Comeu caviar por muito tempo.
Levante-se!
Levante-se quando falam com voc�, porco!
Firme!
Aqui est� a sua comida.
- N�o tenho fome. - Por que n�o � lagosta?
Coma!
Coma!
Voc� gostou? Isso � o que nos d�o para comer.
Exatamente o que merece, Heiser.
Que �?
Onde est�?
Enviou milhares de pessoas inocentes para essas ratoeiras.
Agora voc� mesmo est� aqui.
Dentro de algumas horas, ser� fuzilado.
Sabe como ser�. Voc� sabe.
Voc� deu essa ordem muitas vezes.
Guarda! Guarda!
O que quer?
H� algu�m na minha cela.
- � um. . . - Mas ouvi uma voz.
Aqui todos ouvem vozes. N�o ouvir� por muito tempo.
Achava que aqueles assassinos iriam ajud�-lo?
Vai morrer, Heiser.
Eu estou ficando louco.
Muitas das suas v�timas enlouqueceram antes de morrer.
- Como voc� vai morrer esta noite. - Pare! Pare!
Voc� vai morrer, Heiser.
Vai pagar por um dos seus crimes em nome do seu partido
para cobrir a sua gan�ncia e brutalidade.
Pessoas como voc� n�o matam os homens, mas o seu esp�rito.
Sufocam o seu �ltimo suspiro de esperan�a e liberdade
para os poucos escolhidos governarem seus escravos com facilidade e com luxo.
Mas voc� � um s�dico, como os outros, Heiser
sem outro recurso sen�o a viol�ncia e sem o sentimento de medo,
como voc� se sente agora!
Est� se afogando, Heiser
num mar de sangue nesta ilha �rida
que voc�s chamam: "A Nova Ordem".
Um do seu grupo o tirou
e outro vai tirar ele.
E assim ir�o todos, se matando entre si, em concorr�ncia brutal
at� ficar os maiores e mais famintos.
Voc� era insignificante, Heiser
e fingem que est� louco para poderem mat�-lo esta noite.
Quem � voc�? N�o posso te ver!
Estou ao seu lado.
Onde? Onde?
Aqui mesmo, na sua cela.
Na minha cela? Isso � imposs�vel. N�o posso te ver.
Mas eu te vejo. Claramente.
Voc� est� tocando a fronte.
Agora est� afrouxando o seu pesco�o.
Posso ver e ouvir o que voc� faz.
Posso ir onde eu quiser, sem restri��o.
E se eu quisesse, poderia at� te libertar.
Me libertar?
Por favor! Por favor! N�o quero morrer.
Me tire daqui e fa�o o que quiser. O que quiser!
S� deve responder uma coisa.
Me pergunte, por favor. Me pergunte qualquer coisa!
Quais s�o os planos de ataque aos Estados Unidos"?
Eu vou te dizer.
Enviar avi�es bombardeiros para Nova York,
um esquadr�o suicida, enquanto os agentes sabotam a ind�stria americana.
Ao mesmo tempo, destruir�o todos os servi�os p�blicos.
Isso � um grande trabalho.
Viemos preparando durante anos.
Sim, S� est�o esperando a luz verde.
Agora, eu j� te disse. Tire-me daqui.
Voc� prometeu me tirar daqui.
Qual � a data do ataque a Nova York?
Vou dizer quando estiver livre.
- � melhor falar de uma vez! - Vou dizer, juro, mas n�o antes.
- Me deixaria aqui, eu sei. - Voc�s nazistas. . .
Coitado do diabo quando come�arem a chegar em s�rie.
Guarda.
A chave da cela do Heiser.
Fique aqui.
- L� v�m eles. - A data, Heiser.
- V�o me matar. - A data, Heiser!
Esta noite. Come�a esta noite.
Cem bombardeiros ir�o para Nova York.
Salve-me. Vou dizer tudo sobre a nossa rede de espionagem.
Me ouve? Salve a minha vida! N�o me deixa morrer. Precisa de mim!
Porque os gritos?
O que est� fazendo, Heiser? Transmitindo para a Inglaterra?
N�o, n�o atire. Tenho algo para dizer!
Poupe-o. J� sabemos tudo.
R�pido. Ponha o casaco dele.
Anda. Temos que nos apressar.
Pensei que queria sair daqui.
Levanta o seu pesco�o!
Anda.
Eu levarei a pistola.
Estaremos no aeroporto em 20 minutos.
Antes devo ir a Gartner Strasse 22.
N�o podemos. Devo sair do pa�s antes que o Stauffer me encontre.
E que os brit�nicos nos matem? N�o.
Enviaremos uma mensagem avisando que estamos indo num avi�o alem�o.
Escapo da Gestapo para a For�a A�rea brit�nica me matar.
Que boa piada.
Bem, tenho que tirar essas roupas.
Ainda n�o lembra quem falou ao seu telefone?
Resposta!
N�o vi ningu�m entrar no meu est�dio.
Isso � exatamente o que eu esperava. Precisamente!
Acredito em voc�. E o r�dio de ondas curtas da lareira. . .
Claro, n�o sabe nada sobre isso.
Dezenas de pessoas vivem l�.
Sou carpinteiro.
N�o sei nada sobre r�dios.
Claro.
O carro de tr�s � da Pol�cia Secreta.
Est�o vigiando o est�dio do Schmidt.
Espere aqui.
Maria! Onde est� o Schmidt?
- N�o sei. - O que faz aqui?
A Gestapo ouviu a conversa. Interceptaram os telefones.
Entendo.
Traiu ele e quer me fazer o mesmo.
Est� jogando com os dois:
Espiona para os nazistas e finge ser nossa amiga.
N�o. Eu vim para avis�-lo.
Para por outra armadilha, como fez com a ajuda do Stauffer.
Seu papel � �bvio.
Frank, como voc� diz isso?
Bem, eu n�o serei pego.
- Mas, Frank. . . - Fique onde est�.
Tenho que sair daqui.
N�o me deixe. Leve-me para a Inglaterra.
Como sabia que ia para a Inglaterra?
- N�o sabia, mas. . . - Era uma armadilha, n�o?
Frank, como pode dizer isso?
Se n�o estivesse do seu lado, estaria aqui?
N�o tenho certeza.
Frank, por favor, tente entender!
O que � isso?
Est� cheio de anz�is! Est�o me perfurando!
N�o posso me mover!
N�o, n�o me toque. V�o me perfurar mais.
- Sabia que voc� tinha dito. - N�o! Eu n�o disse.
R�pido!
Viu os japoneses entrarem?
- N�o. O que acha? - Vamos investigar.
Voc� segue o carro funer�rio.
N�o est�. Deve estar num dos caix�es.
- Quem estaria no outro caix�o? - Quem sabe.
Onde est�?
Saia.
N�o h� ningu�m aqui.
Eu n�o posso ir sem voc�.
Tem que notificar os brit�nicos que vamos para l�
ou derrubar�o o avi�o.
Onde est�?
Assine isso.
- O que �? - A formul�rio de libera��o.
Declara que o trataram bem e n�o te causaram dano.
Eu n�o posso assinar.
N�o vai fazer?
Eu n�o posso!
Quebraram os meus dedos.
Voc�s. . .
Al�?
- � para voc�, senhor. - Levem-no.
Sim.
Ou�a, Stauffer, � o Heiser.
Preciso te falar. � quest�o de vida ou morte.
� o Heiser. Rastreiem a chamada. Farei ele falar.
Esperem. Encontrem-no e matem-o.
Caro amigo, � bom saber que est� bem.
Houve um grave erro.
Deixe de evasivas, Stauffer.
Estou indo. N�o envie seus assassinos.
Se controle.
N�o enviarei ningu�m atr�s de voc�. Eu prometo.
Pare de mentir. H� mais em jogo que o nosso ressentimento.
O pa�s est� em perigo. Agora ou�a.
H� um espi�o inimigo, um homem invis�vel.
Homem invis�vel? Onde?
Posso ter sua palavra como nacionalsocialista
que se eu disser, me reincorporar�o?
Claro, o pa�s precisa de voc�. Onde est� esse homem invis�vel?
V� a esquina da Wilhelm Strasse com Koch Strasse.
� importante, doutor, que o nosso melhor peixe n�o morra aqui. . . ainda.
N�o morrer�, Bar�o. N�o devido aos anz�is.
Corte o resto.
- Naturalmente, perdeu sangue. - Claro.
Mas podemos remediar isso.
Fascinante.
Que diabos ser� que o torna invis�vel?
Logo nosso qu�mico saber� a resposta.
- O que fizeram com a garota? - Bem, bem.
Que prazer ouvi-lo falar novamente, Sr. Griffin.
N�o posso diferenciar voc�s japoneses,
mas essa voz me perturba.
Onde est� a garota?
Bem, ela est� muito bem. Eu garanto.
N�o quero que me garanta. Quero provas. Quero v�-la.
Sabe, Sr. Griffin,
n�o estou com vontade de negociar.
- Me d� a droga e. . . - N�o vou dar nada.
N�o h� nada que o seu qu�mico possa fazer. Onde est� a garota?
A decad�ncia ocidental n�o � mais evidente
que o sentimentalismo infantil do homem branco por suas mulheres.
Suponho que exige a seguran�a dessa mulher
em troca da sua coopera��o, n�o?
Bem, antecipei o seu desejo.
A mulher ser� liberada no momento que
eu descobrir o segredo da sua invisibilidade.
Acredito piamente em voc�.
Como membro da Pol�cia Secreta protesto contra a minha pris�o.
Maria.
Entende que as circunst�ncias justificam as medidas inusitadas?
Por ordem da Gestapo, vou det�-lo.
Me entregue ele imediatamente.
Desculpe, senhorita. Isso � imposs�vel.
O dever me obriga a levar este esp�cime raro para o meu pa�s.
Trai os seus aliados.
Nossa alian�a � desejada enquanto serve para o Jap�o.
Diga-lhes para protegerem as portas. R�pido!
Desmaiou!
Tirem-no da sala! A mulher tamb�m!
Levem os dois daqui!
Me solte!
Socorro!
- Frank! - Aqui estou, aqui.
Agora, que n�o te vejam.
Lembre-se que esta embaixada � territ�rio japon�s.
S� enquanto conv�m ao nosso prop�sito, Bar�o.
Eles est�o fugindo!
Atr�s deles! R�pido!
Levante-se! N�o perca tempo!
Um momento, senhor.
Griffin escapou. Voc� n�o vai.
Fracassou, Stauffer. N�s dois fracassamos.
Mas vou fazer at� voc� num homem honrado.
Agora eu sou o seu sucessor.
Sou o poder.
Para o aeroporto, r�pido.
- L� est�! - Heiser!
Volta! Volta!
- Vamos para a Inglaterra. - Para a Inglaterra?
Tenho a informa��o que devo entregar antes da meia-noite.
O qu�?
E gra�as a seus amigos nazistas que te treinaram t�o bem,
voc� vai pilotar o avi�o.
Mais r�pido, mais r�pido!
Cuidado!
Anda, anda.
Anda!
Sim, senhor.
Chame a esta��o antia�rea! Derrubem aquele avi�o!
O que esperam? Atr�s dele! Tem um espi�o brit�nico naquele avi�o!
D� uma volta.
V�o bombardear Nova York.
N�o posso det�-los, mas vou atras�-los.
Isso os deter� por algumas horas.
Agrade�o a Deus pelas nuvens.
- � melhor colocar um p�ra-quedas. - Boa id�ia.
Vou colocar no piloto autom�tico para colocar isso.
Vai diretamente para a Inglaterra.
Ah! Me sinto meio enjoado.
Vamos subir mais, para os nosssos perseguidores n�o nos alcan�ar.
Gostaria de saber usar o r�dio para avisar que estamos a caminho.
- Eu enviarei a mensagem. - Claro que n�o.
- O que acha, que sou est�pido? - Mas, Frank, se. . .
Continuamos sobre o continente e n�o confio em voc�.
Provavelmente ir� informar a nossa posi��o aos nazistas.
Avi�o inimigo, rumo: Oeste-noroeste.
Deixe-me usar o r�dio agora.
A� est�, senhor! Altitude: 4000!
Comecem disparar!
Quer que os brit�nicos nos derrubem? Assuma os controles.
Frank! Acorde, Frank!
Frank, por favor, acorde.
Veja o sujeito. N�o tem cabe�a!
Isso mesmo!
Bom dia, Raymond. Como se sente?
Bom dia, senhor Alfred. N�o t�o mau.
Trouxe uma dama esperan�osa em conhec�-lo corretamente.
� a Srta. Maria Goodrich, das nossas agentes mais confi�veis.
- Ol�, Frank. - Uma o qu�?
Me disse que voc� nunca acreditaria.
Mas � verdade. At� logo.
- Ah, querido! - Devia ter me contado antes.
Eu tentei, mas voc� se recusava acreditar em mim.
Sim, eu sei. Talvez ainda n�o acredite.
Pessoas com corpos transparentes n�o deviam ser t�o desconfiadas.
Meu querido,
algum dia poder� se livrar desse efeito de cristal?
N�o posso passar o resto da vida assim, cheio de creme.
Al�m da coceira.
Poderia pegar um len�o dessa gaveta e limpar?
Claro.
Est� inteiro!
Como aconteceu?
Eu n�o posso dizer. � um segredo militar.
Ainda n�o confia em mim?
- Nunca vou descobrir? - N�o.
Vou descobrir.
LEGENDAS : Laercio Tradu��o da legenda em Espanhol
- F I M -
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.