All language subtitles for Fury at Gunsight Pass (Western 1956) David Brian, Neville Brand & Richard Long

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Original subtitles

ASSALTO FRUSTRADO

-Est� tudo pronto. -Fez como eu disse?

Cada passo.

-A bolsa est� no cofre do banco. -Conte-me tudo, Whitey.

O banqueiro ficou na palma da minha m�o.

Eu disse: ''Sr. Hanford, se eu encontrar o lugar certo,

ficarei feliz em me estabelecer na sua cidadezinha pelo resto da vida.''

�timo, Whitey. Posso ver tudo.

Falei com o Boggs primeiro. Voc� tem que ver a capela dele.

Casamentos e funerais no mesmo lugar.

Tem uma �tima funer�ria. �rg�o, flores, tudo.

Viver como o Boggs pelos �ltimos tr�s anos pode mudar seu jeito de pensar.

Por que ele quer nos ajudar a roubar o dinheiro do banco?

Sabe, ele pode querer que sejamos capturados para ficar com a recompensa.

J� viu um escorpi�o pegar uma cobra com a cauda?

Essa � a raz�o dele. Sua esposa.

Ele daria um olho para se livrar dela.

Ele quer voltar a cavalgar com o Dirk, por isso nos disse o que sabe.

Chefe, tenho vigiado o dep�sito dos m�rmons a semana toda.

Est� l� agora aguardando a transfer�ncia para Salt Lake.

$35.000.

Depois desse roubo, a recompensa por mim deve aumentar.

Quanto est�o oferecendo por voc� agora, Dirk?

$15.000.

Est�o oferecendo $25.000 pelo Jesse James.

-Voc� chega l�. -Vou morrer tentando.

-E o xerife? -Ele est� deixando a cidade

pela manh�, depois do casamento. Ele pegar� carona na dilig�ncia

dos noivos at� cidade vizinha e s� voltar� ao anoitecer.

-Quando atacaremos? -Algo em torno das 13:00 h.

Nessa hora todos estar�o fora das ruas.

Os homens estar�o dormindo b�bados por causa do casamento.

Seria uma vergonha acord�-los. Ent�o faremos uma visita amig�vel

�s 13:00 h. Agiremos com seguran�a.

Voc� e tr�s dos rapazes v�o uma hora antes.

Como sempre. Escolha seus homens.

Os mesmos de sempre, O'Neil, Daley e o Okay, Okay.

Ainda arrumarei algu�m para costurar para mim.

-Quem teria coragem para isso? -Sabe, quando isso tudo acabar,

vou sentar numa cadeira de barbeiro por uma semana.

Apenas usando perfumes. Ficar� tudo bem comigo.

Por que n�o toma um banho tamb�m?

Um banho? E largar minha arma?

Tudo bem, voc�s quatro v�o para Gunsight ao meio-dia.

O restante de n�s chegar� uma hora mais tarde.

13:00 h em ponto. N�s dois iremos juntos ao banco.

-� entrar e sair. -Sim, como sempre.

Legendas DANILO CARVALHO

Tudo bem, estamos longe o suficiente dos outros.

-Hoje � o dia. -Vamos roubar n�s mesmos?

$35.000. D� quase $9.000 para cada.

Isso � melhor do que os $4.000 se ficarmos com o Dirk.

Se o Dirk nos pegar, n�o ficaremos com um centavo.

Ele n�o nos pegar�. Nos separaremos no fim do dia.

Cada um por si. Esse foi o combinado.

Para mim est� bom, contanto que eu esteja rico.

Vou para M�xico. Comprarei uma daquelas

selas chiques coberta de prata. Daquelas que v�o at� o ch�o.

Vou arrumar uma daquelas mexicanas bonitas.

Vou para o Canad�. Deitarei o dia todo

em um daqueles lagos mornos e olharei a neve no horizonte.

-Para onde vai, Whitey? -Que diferen�a faz?

Voltarei para a reserva. Com $9.000, me far�o chefe.

Terei meu pr�prio har�m e n�o terei que costurar.

Esperem um pouco, estamos contando errado.

E a parte do Boggs?

Vamos dividir em quatro partes. Eu cuidarei do Boggs.

S�o 9:30h, � melhor nos apressarmos.

N�o, iremos com calma. Chegaremos no banco ao meio-dia,

pedirei por minha bolsa e estar� tudo acabado.

Isso nos d� uma hora para fugirmos antes do Dirk chegar.

-Ele ter� uma �tima recep��o. -Talvez seja baleado.

Bem, ser� bom se o enforcarem.

S�o 11:45h e o ministro n�o chegou ainda.

Desde que me mudei para esta cidade, nunca tivemos um ministro que chegasse

na hora para um casamento ou funeral.

Pensei que o casamento seria mais cedo.

Sempre digo que quanto mais esperarem, mais feliz ser� o casal.

Voc� n�o est� falando por mim, Squint.

Roy. Roy.

Por quanto tempo terei que esperar, querido?

-Quero me casar. -N�o olhe para ela, Roy Hanford.

D� azar olh�-la antes de chegar ao altar.

-Voc� viu meu pai? -O vi entrando no banco

a dez minutos atr�s.

E n�o fale pelas minhas costas.

Se eu fizer isso, ser� apenas pelo melhor.

Casarei minha filha com um �timo rapaz.

Sim, a Kathy merece o melhor. Voc� tamb�m, doutor.

20 anos por aqui nos trazendo ao mundo, nos ouvindo, rezando conosco,

nos enterrando. Sim, voc� merece o melhor.

-Ol�, xerife. -Onde acha que vai?

-Isso est� reservado para os noivos. -S� pegarei uma carona.

Sam quer que eu testemunhe seu testamento.

-Sam ''M�o de vaca''? -$5 pela viagem

e $5 pela taxa de testemunho.

Claro que eu poderia falar sobre honestidade, confian�a e integridade.

Mas em um dia como esse, filho, conselho do pai n�o vale nada.

-Ent�o, n�o darei nenhum. -Eu preciso?

Voc� � a �ltima pessoa no mundo que quero desapontar.

Talvez eu devesse faz�-lo ficar aqui e gerenciar o banco

para que eu pudesse escapar e me divertir.

Essa oferta est� atrasada, n�o? Serei Chefe de Justi�a dos E.U.A.

antes do natal.

Voc� n�o me mandou a faculdade de direito por 3 anos � toa.

-Custou seu pai $3.328. -� apenas dinheiro, Andy.

Com licen�a, senhoras.

Por que est� olhando o rel�gio, Sr. Boggs?

-Voc� n�o vai a lugar nenhum. -Te disse ontem a noite, querida.

Tenho um compromisso de neg�cio em Clear Water.

Devo partir daqui uma hora, esse casamento j� devia ter acabado.

-Que diferen�a isso faz? -Posso perder a venda de um caix�o.

Casamento � mais importante que um funeral, deixe seu rel�gio em paz.

A� vem o reverendo.

Finalmente.

-� isso. -Roy.

Continue amando a Kathy tanto quanto amei sua m�e.

Farei isso.

Reverendo, voc� est� atrasado, mas est� tudo pronto.

Minha roda soltou a seis milhas da cidade.

Voltei a estrada a procura da jun��o e n�o encontrei.

L� estava, rastejando na poeira. Ningu�m para me ajudar,

al�m do bom Senhor e esse peda�o de corda.

Contanto que esteja aqui, reverendo. Alguns de n�s tem outros compromissos.

Olhe, pode fazer a cerim�nia mais curta desta vez?

N�o devemos apressar um casamento, Sr. Boggs.

Nunca encurto as instru��es, sempre acreditei em dizer tudo.

Sim, senhor, sempre come�o com uma longa prece.

Depois um pouco de m�sica, ent�o eu dou o serm�o.

Ent�o um pouco mais de m�sica.

Neste ponto, todos est�o prontos para os votos.

Sempre termino com uma ben��o. Trouxe um �timo serm�o.

Sim, muito bom.

Dizer ao reverendo para encurtar o serm�o.

N�o acha que ele sabe o que faz? E guarde esse rel�gio ou o destruirei.

N�o esque�a que � meu padrinho. Voc� n�o vem, Andy?

-Tudo foi contado. -Estaremos l�.

Temos que trancar tudo.

S� sobramos n�s dois, Andy. Quatro de n�s veio para Gunsight,

agora s� sobramos n�s dois. Te faz relembrar, n�o?

Voc�, eu, Mary e o pequeno Roy.

-Sim, e os $8.000 que ganhou. -Ainda lembra do jogo que ganhamos.

N�o me inclua, voc� jogou com meus $100.

Eu nunca joguei.

� um pecado e uma febre no sangue.

-Uma vez jogador... -Bem, valeu a pena.

-Nos permitiu come�ar aqui. -Jogar � o mesmo que roubar.

� como colocar sua m�o no bolso de outra pessoa.

-Um jogador � um ladr�o. -Andy, em todos esses anos

nunca toquei em um centavo do dinheiro do banco.

Voc� tem uma boa reputa��o agora.

Ningu�m sabe da sua hist�ria, al�m de mim.

E voc� nunca esquecer�, n�o �?

O que est� fazendo? Levante esta cortina.

Estou fechando o banco. N�o teremos mais neg�cios hoje.

-Temos hora para fechar. -Andy, tire uma folga,

mesmo que uma meia folga. Ningu�m na cidade se importar�.

Vou reabri-lo depois do casamento. J� estamos errados em mant�-lo

-fechado por uma hora inteira. -Andy, hoje n�o � dia

para discutirmos. Fa�a o que quiser.

L� est� o aviso. Andy, voc� n�o muda.

Mas gosto de voc�.

Eu e o Okay pegaremos o dinheiro. Deixem os cavalos ao lado do banco.

-Sairemos por l�. -E o Boggs?

Ele nos encontrar� atr�s da cidade e � l� que o deixaremos.

Tenho que dizer, Whitey, voc� pensou em tudo.

Eu disse que o Boggs nos trairia. Eles n�o fecham bancos ao meio-dia.

Voc� disse que o Boggs te falou que o casamento come�aria cedo.

O que isso tem a ver com o banco estar fechado?

Tudo, � o filho do banqueiro que est� se casando.

�, a cidade toda e o xerife est�o l�.

O que estamos esperando? Vamos invadir e arrombar o cofre.

-Atiramos em quem aparecer. -N�o, podemos morrer.

Isso seria simples. E � assim que faremos.

S�o meio-dia.

-O Dirk chegar� �s 13:00 h. -O casamento acabar� eventualmente.

Assim que acabar...

N�o me culpe. A carro�a do ministro quebrou.

-Ele chegou atrasado. -Quanto tempo teremos que esperar?

N�o sei, 20 minutos, no m�ximo.

-Apresse-os. -Tentarei.

� melhor eu ir, minha esposa sentir� minha falta.

Tudo bem, tenham calma. N�o pare�am t�o assustados

e sorrateiros. Talvez seja melhor bebermos.

Vamos.

Squint, quando acabar de limpar essas ta�as,

quero que pegue aquela bacia larga no quarto dos fundos.

A Srta. Cleary come�ar� a fazer o ponche.

-E vire aquele quadro. -Sra. Finley...

N�o discuta com o comit�, alugamos este lugar pelo dia todo.

-Whisky. -Whisky.

-Sim, senhor. -Squint!

Lembra?

Sabe, teremos uma festa de casamento aqui, pessoal.

Sinto muito desapont�-los, mas n�o serviremos nenhum

-whisky at� a festa acabar. -E tire essa monstruosidade daqui.

-Posso lhes servir �gua. -E nos cobrar?

N�o, tudo � gr�tis hoje. Voc�s podem beber whisky mais tarde.

-Obrigado, tentaremos esperar. -Voc�s s�o estranhos por aqui, n�o?

N�o exatamente, estive na cidade ontem a tarde.

Deixei uma bolsa com o Sr. Hanford no banco.

Vim peg�-la. Procuramos um rancho para comprar.

-Pretendem se estabelecer aqui? -Talvez.

Estes s�o alguns dos meus homens, estamos a caminho do Arizona.

-Pretendemos comprar gado. -O velho Hanford e seu filho

s�o muito populares. Sabe, estamos tentando

fazer desse dia o mais inesquec�vel da cidade.

Bem, se pudermos ajudar, faremos nosso melhor.

-O casamento n�o deve levar o dia todo. -N�o tem como apressar o reverendo.

Uma vez, ele deu um serm�o de mais de duas horas em um casamento.

-�? N�o gostamos de esperar. -Esperaremos.

-Voc� tem um baralho? -Sim, senhor.

Aqui est�, senhor. Escolha.

Este servir�.

Faltam 20 minutos para �s 13:00 h.

-Ficou tudo muito bem arrumado. -N�o conseguiremos nada.

Cale-se.

A Sra. Cleary disse que eu poderia servir ponche a voc�s.

Obrigado, n�o bebemos isso.

-Eles ainda est�o cantando. -P�ssimo casamento.

N�o conseguiremos os $9.000. Dirk aparecer� a qualquer minuto

e teremos que dividir como sempre. S� conseguiremos $4.000.

Deve ter acabado.

O casamento acabou.

-S� temos 15 minutos. -S� precisaremos de dez.

Levem os cavalos para a porta lateral do banco.

Venha comigo.

-Ol�, Sr. Hanford. -Ol�, Sr. Turner.

-Prazer em rev�-lo. -Este � o Johnny Oakes.

-Ele est� comigo a anos. -Como v�o?

Odeio interromp�-lo em um dia como hoje, mas gostaria de pegar

aquela bolsa que deixei ontem com voc�.

-Sim, seu dinheiro. -Isso mesmo.

Pensei que n�o fosse peg�-lo por alguns dias.

Era o que parecia ontem, mas n�o encontrei nenhum rancho aqui

que me interessasse. Darei uma olhada no Colorado.

Bem, se voc� se juntar a mim na festa do casamento por uma hora...

J� perdi uma hora, Sr. Hanford. Meus planos dependem da minha

-partida o mais r�pido poss�vel. -Eu cuido disso, Charlie.

-V� com o Roy. -Andy, cuidarei disso eu mesmo.

Mudei a combina��o do cofre esta manh�.

Voc� mudou a combina��o sem me contar?

Sim, Andy, estava pensando no Roy e no casamento e esqueci de te contar.

Venham, cavalheiros. V� a festa, Andy.

Isso s� ir� demorar um minuto. Coma um peda�o de bolo.

E as bebidas s�o gr�tis.

-Algu�m vindo? -N�o.

Sete minutos para �s 13:00 h.

Passei o n�mero. � o que acontece quando

se est� com pressa. Sabe, em um dia como esse,

mal posso pensar nos neg�cios. Meu �nico filho est� partindo.

Sei como se sente, tive uma mula uma vez, t�o teimosa que bati nela.

Ela adoeceu e a deixei durante um dia com o m�dico.

Apenas um dia e nunca senti tanta falta de algo na vida.

Poupem suas hist�rias.

-Sr. Boggs. -Sim, querida?

Limpe a capela antes de ir para Clear Water.

Sim, querida. Naturalmente.

Um brinde do noivo.

Fa�a um brinde.

Bem, n�o conhe�o nenhum brinde.

Claro que posso recitar uma poesia.

-Ou posso cantar uma m�sica. -Cante a m�sica.

Te amo, querido, mas, por favor, n�o cante.

De todos os brindes em todo o mundo.

Nenhum se compara a esta alian�a.

Cortem o bolo.

Qual � o problema, Andy?

N�o consigo entender por que o Charlie mudou a combina��o do

cofre sem me avisar.

� isso.

Largue esta bolsa e traga o dinheiro da igreja.

-Voc�s nunca sair�o da cidade. -Faltam 5 minutos para �s 13:00 h.

Vamos, entre a�!

N�o podemos cavalgar carregando isso.

Arrombe-a e encha a bolsa. Vamos, depressa.

H� quatro de n�s, voc� n�o tem chance.

Temos tr�s minutos.

Socorro! O banco est� sendo assaltado.

Xerife, est�o l� agora. N�o sei quantos.

Se espalhem.

-Encha a bolsa. -Vamos!

Vamos.

Fico com isso, esconderei o dinheiro em um dos caix�es.

Whitey n�o come�aria nada antes de chegarmos aqui.

Ele est� com problemas.

-Vamos para o banco. -H� mais deles l�.

Vamos sair daqui.

Segure-o.

N�o atire!

-A caixa est� vazia. -Onde est� o dinheiro?

Eu n�o sei. N�o est� conosco.

Um deles est� l� fora.

Vamos.

� ele.

O que fez com o dinheiro? O que fez com ele?

Os outros pegaram de mim e fugiram com ele.

-Atiramos nos cavalos deles... -Gra�as a Deus est� bem, pai.

-Cad� o Roy? -Ele est� no banco.

Algo terr�vel aco... Querida!

-Onde est� o Sr. Boggs? -Onde est� o Charlie?

-Andy, ele est� morto. -O Charlie est� morto?

-Sinto muito, Andy. -O dinheiro est� seguro?

Os outro pegaram o dinheiro dele e fugiram.

$35.000 se foram.

Esperem um pouco! Ningu�m ser� enforcado.

Leve-os para a cadeia.

Esperem. N�o fa�am amea�as.

Terei que atirar no primeiro homem que encostar nos prisioneiros.

Vamos.

N�o h� nada que possa fazer, Roy. Deixe o xerife cuidar deles.

Tenho que ir at� l�.

Quero saber onde est� o dinheiro. Eles roubaram $35.000.

Esperem um pouco.

Quero que ou�am a raz�o. Estou t�o zangado quanto voc�s.

Temos lei e ordem aqui e vamos mant�-la.

Esque�a a lei!

-Eles tem direito a ela e a ter�o. -Que tipo de lei...?

Eles roubaram $35.000.

Vamos atr�s do outros com uma posse.

-Roy, sobre seu pai... -Eu sei, Andy.

Obrigado pelo sentimento. O que est� esperando?

-Vamos reunir uma posse. -Squint, Tom, Caldwell.

Preciso de 8 a 10 homens. Peguem seus cavalos.

-Para que? -Para que?

Por assassinato, roubo. N�o � o suficiente?

Eles mataram o Hanford e roubaram o banco.

-Eles n�o roubaram nosso dinheiro! -N�o queremos mais mortes.

-Eles escaparam mesmo. -O banco foi roubado.

-N�o foi nosso dinheiro. -Meu homem n�o participar� disso.

Temos quatro deles. Digo para enforc�-los!

-Certo, enforque os que prendemos. -O Sr. Boggs est� morto.

Eles o mataram. Acabei de encontr�-lo.

Voc�s mataram meu marido. Assassinos.

Faremos o poss�vel, Sra. Boggs. Isso muda a ideia de voc�s?

Primeiro o Hanford, agora o Boggs. Eu quero uma posse.

Pegaremos aqueles assassinos. Vamos, falem.

-Ningu�m ir� com voc�, xerife. -Voc� � um tolo se for.

N�s ser�amos emboscados. N�o ter�amos chance.

Seu bando de covardes. Eles mataram meu marido.

Esque�a os outros, vamos cuidar desses aqui.

Se forem considerados culpados pela justi�a, os enforcarei.

-Voc�s n�o ter�o que implorar. -Voc� � o xerife eleito desta cidade.

Voc� viu o dinheiro sendo roubado. Est� sempre falando sobre a lei.

Voc� tem que ao menos tentar recuperar aquele dinheiro.

-Sim, voc� tem que tentar. -� o seu trabalho como xerife.

-Est� se oferecendo para vir comigo? -N�o, eu n�o arriscarei minha vida.

� para isso que voc� � pago. Eu quero aquele dinheiro.

-Eu vou com voc�, Meeker. -Roy.

-Por favor, querida. -Quem mais vem?

Ningu�m.

E voc�, Andy? Se meu pai estivesse vivo...

Ele iria. Voc� era seu s�cio.

Talvez seja sua responsabilidade tamb�m.

Talvez seu pai n�o fosse, Roy. Eu sei de algo.

Voc� sabe o que? Do que est� falando?

Aquele assalto n�o foi surpresa para o seu pai.

O que?

Sr. Ferguson, n�o diga coisas desagrad�veis sobre os mortos.

A verdade � uma s�, Sra. Boggs. Quando olhei pela janela do banco,

vi o Charlie enchendo uma bolsa de dinheiro.

Uma preta, seu pai a encheu de dinheiro.

Se ele fez isso, � por que foi obrigado.

-N�o pelo que vi. -Andy, o que est� tentando dizer?

-Ele fez por que quis. -Andy.

Seu pai vem me enganando desde ontem.

Odeio dizer, Roy, mas ele compactuou com os ladr�es.

Isso � algo baixo de se dizer, Andy. Voc� n�o pode provar o que fala.

O vi entregando o dinheiro sem sequer lhe apontarem uma arma.

At� as cortinas estavam abaixadas. E aquele homem lhe deu tapas

nas costas como a um velho amigo. J� viu um ladr�o dando tapas nas

costas do homem que ele est� roubando a n�o ser que trabalhassem juntos?

Voc� est� mentindo. Pare de mentir.

Por que seu pai estava t�o ansioso para levar aqueles homens ao banco

quando me ofereci para fazer isso? Havia uma raz�o.

Se estivesse vivo, ele te mataria por dizer isso.

Receava isso. Por que ele mudou a

combina��o do cofre sem me avisar? Ele disse que esqueceu de me avisar.

Isso nunca aconteceu antes. Ele mudou a combina��o

por que queria ir com aqueles homens ao banco ao inv�s de mim.

� por isso. Ent�o ele me mandou

para a festa de casamento. Insistiu que eu fosse.

Ontem seu pai conversou com ele por 20 minutos.

Ele me contou sobre isso, eles s� falaram sobre neg�cios.

Falamos sobre neg�cios sim, do tipo que ningu�m ouve.

-O vi saindo do banco ontem. -Com certeza.

Depois que fiz o acordo.

-Que acordo? -O que acabou de ver.

N�s dois apostamos... E perdemos.

-O que eu te disse? -Ele � um mentiroso.

-V�o acreditar num ladr�o? -Est� me chamando de ladr�o?

-Te direi quem � um ladr�o. -Esperem um pouco.

N�o vamos perder a cabe�a.

Por que n�o julg�-los agora? Eu sirvo no j�ri.

-Eu tamb�m. -Voc� ter� um julgamento.

Tom, mande uma mensagem ao delegado contando tudo que aconteceu.

Pe�a-o para vir amanh� com um juiz.

Mandarei a mensagem imediatamente.

-Isso te satisfaz? -Eles j� est�o presos

e ficariam felizes em culpar qualquer um, mas precisamos pegar os outros

-e estamos perdendo tempo. -Tente reunir uma posse.

Depois que fizer isso, saia da cidade, como planejava.

Agora n�o. N�o sairei daqui

at� limpar o nome do meu pai. N�o vou a lugar nenhum.

O julgamento ser� amanh�. Agora, saiam todos.

Meu pobre e precioso marido.

O vi entregando o dinheiro a eles. Isso n�o me surpreendeu.

Ferguson est� falando como um tolo, Roy.

� como um pesadelo. Primeiro, meu pai sendo morto,

-agora, esse papo do Andy. -Fico feliz que n�o queira ir, Roy.

N�o quero ir tamb�m. N�o desta forma.

Aquele velho falando sobre o Hanford estar misturado nisso

salva nossos pesco�os. Eles n�o podem nos condenar

por assassinato agora. Hanford era nosso parceiro.

-Parceiro? -Claro.

Ele estava nisso conosco e assumiu os riscos.

-� a lei. -�?

Sim, ele morreu como um ladr�o de banco.

E o velho Ferguson � nossa melhor testemunha.

-O que aconteceu com aquele dinheiro? -O Boggs o pegou.

Disse que ia esconder em um dos caix�es.

Isso � bom para n�s tamb�m. Cedo ou tarde o dinheiro ser� enterrado.

S� nos condenar�o a alguns anos por roubo a banco.

Tudo bem, e se nos condenarem a mais de seis anos...

Seis anos?

-Sim, mas voltaremos. -Xerife!

-Algu�m vai acabar se machucando. -Queremos justi�a.

N�o consegui mandar a mensagem, os fios foram cortados.

Me escutem. Ou�am a raz�o.

N�o conseguimos mandar nenhuma mensagem para fora da cidade.

Talvez os outros planejem resgatar os quatro que prendemos.

Se eles tentarem, � capaz de haver mais mortes.

S� h� uma coisa a se fazer, levar esses homens para o norte.

Para uma cadeia maior. Quem vem comigo?

O xerife est� certo. Cavalgarei com ele.

Wesley, Crawley, Mason, vamos com o xerife.

Preciso de uma d�zia de homens.

Sam, te deixarei no comando da cidade.

Voltaremos em quatro dias, no m�ximo. Assim que os entregar.

-� melhor me dar o distintivo. -Vou com voc�, Mekeer.

N�o, Roy, voc� tem coisas a fazer. Talvez seja melhor ficar um m�s fora.

Mandaremos te buscar. De qualquer forma,

voc� n�o quer ficar aqui com a cidade contra voc�.

-Isso pode prejudicar sua carreira. -Fique com a Kathy.

-Eu vou. -� justo.

Coloque os prisioneiros nos cavalos.

Xerife, voc� conseguir� sua posse. A maioria deles est�o se acalmando.

Bom. Partiremos logo.

� melhor mandar algu�m consertar a linha do tel�grafo.

-Tom levou 2 homens para ver isso. -Bom.

Certo, vamos.

Voc� s� est� pedindo por mais problemas ao permanecer em Gunsight Pass.

Martin, voc� conhecia meu pai. Voc� sabe que ele n�o...

Sei uma coisa, tal pai, tal filho.

Voc� n�o � bem-vindo nesta cidade.

Sam...

Se quiser deixar a cidade, ningu�m ir� impedi-lo.

-Sam, o que est� dizendo? -Eu moro aqui.

Voc�, n�o.

Kathy, qual � o problema com todo mundo?

-Kathy... -Estava errada, Roy.

-N�o devemos ficar aqui. -Eu preciso.

Mas eles nunca perdoar�o ou esquecer�o.

N�o posso fugir disso. Meu pai n�o fez parte do roubo.

Mas voc� n�o pode provar isso. Al�m disso, eles querem que partamos.

-N�o, v� para casa, querida. -Mas, Roy, este � o dia do

-nosso casamento. -Falarei com o Andy agora.

Voc� sabe que tudo que disse sobre meu pai � mentira, n�o?

-Seu pai era um homem pag�o. -Ele temia a Deus, um bom homem.

E agora voc� o condena. Por que?

� claro que n�o acredita no que diz.

-Me responda. -Seu pai estava dando o dinheiro.

N�o estavam tomando dele. E n�o usavam for�a.

O Whitey poderia estar apontando uma arma para ele.

-N�o, eu vi claramente. -Ningu�m apontava uma

-arma para ele? -Ningu�m.

Olhei pela janela da frente. Vi o rosto do seu pai e ele

sabia o que estava fazendo. Ele fez por que quis.

N�o sou um juiz, Andy. Mas quem julgar este caso

-destruir� sua hist�ria distorcida. -Nada que disser trar� de volta

aquele dinheiro. � uma perda terr�vel.

N�o para voc�. Pagarei cada centavo.

-Voc� n�o tem dinheiro. -Vou vender tudo que meu

pai tinha, exceto sua parte neste banco.

Levantarei at� $12.000. E o resto pagarei com o

sal�rio que ganhar aqui e com o lucro do banco.

-Voc� n�o entrar� nesse neg�cio. -Sim, farei isso.

Por lei e pelo testamento do meu pai, sou herdeiro de seus lucros e perdas.

Nem que leve toda a vida, pagarei todo aquele dinheiro roubado de volta.

E o nome do seu pai sair� das duas janelas.

O nome dele continuar� l� e acrescentarei o meu.

Se conforme, Andy. Ficarei aqui por muito tempo.

-Por que confia tanto, Kirk? -S� n�o tenho certeza.

-Ele n�o � assim. -Precisa de mais

-o que para ter certeza? -Whitey e o restante estavam

assaltando o banco sem n�s. Perdemos dois cavalos,

quase fomos mortos e voc� n�o acha que ele nos traiu?

Perdeu a cabe�a? Voc� disse ao Whitey

para esperar at� chegarmos l�, para n�o fazer nada e ficar

longe de problemas. E nos cobrir na entrada e na sa�da.

-E ele nos traiu. -Cale-se.

Eles pensaram que poderiam roubar o banco e fugir...

-Eu disse para se calar! -N�o posso calar meus pensamentos.

Whitey n�o teria coragem de me trair. Vamos a cidade resgat�-los.

-N�o conte comigo. -Voc� quer o dinheiro, n�o?

-Est� l� e o pegaremos esta noite. -Eles est�o nos esperando, Dirk.

Voc� n�o sabe onde est� o dinheiro, eles podem t�-lo tirado do banco

-e colocado em outro lugar. -O Boggs saber� onde est�.

Dirk.

-Quem diria. -N�o est�o cavalgando

-como se perseguissem algu�m. -Olhe, eles est�o com o Whitey

e os outros. Todos cobertos.

-Est�o indo longe para enforc�-los. -N�o, eles poderiam t�-los

enforcado na cidade. Parece que o xerife est�

levando-os para o norte para serem julgados.

Xerifes costumam respeitar a lei quando s�o eleitos.

Com aquela posse, ele pensou que ningu�m os atacaria.

Atac�-los? Pensei que f�ssemos atr�s do dinheiro.

Sim, com todos esses homens fora da cidade, ser� muito mais f�cil.

Vamos a cidade, mas primeiro libertaremos o Whitey e os outros.

-Quatro de n�s contra todos eles? -Estamos mortos.

Quatro homens podem assaltar um trem com 100 passageiros.

J� fizemos isso, podemos com eles.

Fizemos isso uma vez em Grand Falls, voc�s n�o estavam comigo,

mas o Whitey estava. Funcionou bem.

Quero que fiquem atr�s deles. Quando entrarem naquela

passagem estreita, assuste-os. Fa�am parecer uma emboscada.

Estarei a frente e farei o restante.

Segurem esses prisioneiros. Vamos por esta passagem.

N�o pensem em atirar.

Algu�m mais pretende sacar? V�o em frente, tente.

-V�o para aquelas rochas. -Desmontem dos cavalos, vamos!

Dirk, o velho truque de Grand Falls.

-Voc� se lembra de Grand Falls. -N�o precisa disso.

N�o? Quer que eu te beije?

Se tivesse feito o que mandei, n�o ter�amos esse problema.

-As coisas se perderam. -Claro que sim.

-Com sua ajuda. -Podemos tirar o xerife do sol?

Pode coloc�-lo onde quiser, ele est� morto.

Tive que mudar suas ordens. Boggs me disse em cima da hora

que levariam o dinheiro na dilig�ncia logo depois do casamento, �s 12:30.

Voc� chegaria �s 13:00 h. N�o v� que a �nica coisa

que poder�amos fazer era roubar o dinheiro antes que sa�ssem da cidade?

Poderia ter esperado para atacar a dilig�ncia.

E enfrentar 100 pessoas lideradas pelo xerife?

-Eles matariam todos n�s. -Conte a verdade, Whitey.

Estavam tentando ficar com o dinheiro s� para voc�s, n�o?

Voc� � louco, Forrest.

Voc� acredita nele, Dirk? Por que eu faria isso?

Por que qualquer um de n�s faria isso?

Todos esses anos temos cavalgado juntos.

-Est� tentando me irritar, Forrest. -Ele tem o direito de pensar isso.

Eu tamb�m. Te darei uma chance.

Aqui, solte-os.

Voc� n�o precisa ficar nervoso. Voc� est� com o dinheiro.

-O qu�? -Os $35.000.

Vamos a cidade peg�-lo esta noite.

Okay disse que tinha certeza de que estava com voc�.

Eu? Est� louco?

Sa� do banco com ele, o dinheiro estava numa bolsa.

O que o faz pensar que o peguei? Voc� saiu do banco, e a�?

-O que aconteceu com ele? -Estavam atirando de todos os lados.

O vi descendo a rua, ent�o larguei a bolsa onde pudesse v�-la.

Fui pego no beco, n�o pude voltar atr�s da bolsa.

Pensei que tivesse pegado. O dinheiro n�o est� na cidade.

Eles quase nos enforcaram por que n�o acharam o dinheiro.

-Voc� sabia que n�o pegamos. -Como saber�amos, Dirk?

Todos na cidade acham que voc� o pegou.

Tudo bem, n�o precisa acreditar em mim.

-Pergunte ao doutor. -Voc�.

N�o se preocupe com ele, doutor. E o dinheiro do banco?

-Voc� n�o o pegou? -N�o, eu n�o o peguei.

-N�o menti para voc�, Dirk. -Algu�m naquela cidade est�

com o dinheiro. Boggs pode t�-lo pego?

Boggs? O que ele tem com isso?

N�o vi o Boggs. Nenhum de n�s o viu.

Ele foi morto enquanto se escondia na funer�ria.

Foi onde encontraram o corpo, n�o foi, doutor?

-Ele participou disso? -Apenas me responda.

-Onde o encontraram? -Na funer�ria.

N�o est� com eles, n�o est� com o Boggs, n�o est� conosco.

Algu�m est� com o dinheiro e vamos a cidade descobrir quem.

Peguem as armas deles.

-N�o podemos atacar a cidade s� n�s. -Por que n�o?

A maioria dos pistoleiros deles est�o aqui.

-Nem todos eles. -Voc� n�o tem coragem.

Tudo bem, mas n�o surpreenderemos ningu�m.

Veremos. Peguem os melhores cavalos.

Vamos. Nada mais de erros.

Tragam o xerife, deixe ele ser enterrado decentemente.

Sempre gostei de xerifes. Especialmente, os mortos.

Andem. Montes seus cavalos.

Certo, andando. Montem seus cavalos.

-Ol�, Squint. -Me ajude com

esta escada e te pago uma bebida.

Vamos lavar a areia dos dentes.

A verdade � uma s�, Sra. Boggs. Quando olhei pela janela do banco,

Charlie estava enchendo a bolsa com dinheiro.

-S� voc� viu esta bolsa? -Uma preta.

Seu pai colocou todo o dinheiro nela, $35.000.

N�o pagarei por essa vidra�a se ela n�o aguentar esta tempestade.

Minhas vidra�as s�o de qualidade.

Coloquem todo mundo na frente do saloon.

Continuem andando para o outro lado da rua.

Vamos.

Senhora, n�o vai a lugar nenhum.

-O que est� fazendo, chefe? -N�o fez o suficiente?

Calem-se. Mantenham as m�os para o alto.

Peguem as armas deles. Coloquem as armas na selas.

Voc� n�o quer ser o xerife. Olhe o que acontece com eles.

Quero os $35.000 do banco. Quem est� com ele?

Pensei que tivesse escapado com o dinheiro.

Nada de gracinhas. Eu disse que quero o dinheiro.

Sam, n�o.

Olhe, n�o estou te enganando. Se n�o est� com o dinheiro,

-n�o sabemos com quem est�. -Darei meia hora para encontrarem.

E n�o estou brincando.

Tudo bem, s�o 16:30 h. A cada meia hora que

n�o tiver aquele dinheiro nas minhas m�os, vou matar um dos homens.

Frank.

A cada meia hora algu�m ser� baleado at� me entregarem o dinheiro.

N�o estar�amos aqui se estiv�ssemos com o dinheiro.

N�o somos insens�veis. Darei uma recompensa

-a quem nos disser onde est�. -Ningu�m sabe onde o dinheiro est�.

-Quem est� com o dinheiro do banco? -Vamos esperar meia hora para ver.

Que tal bebermos algo enquanto esperamos?

Estou com sede desde Kansas City.

Tudo bem, v� pegar whisky para eles.

Tire-os desses cavalos. Leve-os para a varanda,

longe das armas. Tire os cavalos daqui.

Olhem o que encontrei, direto de St. Louis.

Por que ningu�m aparece com o dinheiro quando sabem que ser�o baleados?

Teremos que matar muitas pessoas.

Se eles n�o est�o com o dinheiro, talvez estivesse com o Boggs.

Boggs pode ter visto o Okay largar a bolsa,

pode ter pego e voltado para sua funer�ria e escondido.

E ent�o ter morrido, n�o? N�o vale a pena verificar?

-Revire aquela funer�ria. -Est� perdendo tempo.

-Boggs n�o estava nem na rua. -Isso mesmo.

Tire-a daqui.

N�o pensei que o Sr. Boggs tivesse pego.

-Talvez sim. -Talvez n�o.

Est� pronto para culpar todo mundo, n�o?

-Onde estava durante o duelo? -Eu?

Ele foi ao banco e viu tudo pela janela.

Isso que eu quis dizer. Ele deve ter visto aquela bolsa.

-Eu n�o a encontrei. -Quem mais queria o dinheiro?

-Voc� o encontrou e escondeu. -N�o peguei nenhum dinheiro.

Voc� tem acusado seu s�cio morto s� para escapar da culpa.

Voc� mesmo disse que o Hanford fazia parte do golpe.

-Ele n�o fazia parte. -E voc� o culpou mesmo assim.

Diria qualquer coisa para sair da cadeia.

-Seu sujo... -Fique a� mesmo.

-Ent�o voc� matou o Hanford. -Algu�m o matou.

Ele morreu tentando salvar o dinheiro. Voc� o pegou durante o duelo.

-Onde o colocou? -Isso � loucura.

Ele n�o colocaria de volta no cofre sabendo que ningu�m procuraria l�?

Voc� � muito esperto, n�o? N�o � � toa que ningu�m

mais na cidade sabe onde est�. O que acha de abrir o cofre?

-N�o posso abrir o cofre. -O que eu te disse?

-Uma desculpa atr�s da outra. -S� o Hanford sabia a combina��o.

-E voc�s eram s�cios? -Ele est� dizendo a verdade.

Veremos. Vamos.

Voc� e ele s�o amigos agora, heim? Sabe onde o dinheiro est� tamb�m?

Viu, Dirk? Te disse.

N�o pode ter sido o Boggs.

Abriremos o cofre para voc�. O explodiremos.

-Tirarei os cavalos do vento. -Eles n�o est�o sendo feridos.

Eles ficar�o cegos.

Acharei um lugar para eles.

Voc�, volte para l�.

-N�o est� a�. -Atiraremos em voc� primeiro

se n�o estiver. Certo, para atr�s.

Vamos, saiam daqui.

Porta lateral.

Olhe por ali.

-Voc� est� bem? -Estou.

-Por que est� fazendo isso por mim? -Talvez seja para provar algo.

Se conseguirmos chegar ao escrit�rio do xerife, h� armas l�.

-Consegue atirar? -Acho que sim.

Vamos.

Eles pegaram todas. Precisamos de armas.

Elas est�o nas selas dos cavalos deles.

-Sim. -Roy,

isso pode ser nossa vantagem. Podemos encontrar aqueles cavalos.

-Andy. -Arriscarei ao seu lado.

E, Roy, estava muito errado sobre seu pai.

Sim, voc� estava.

Agora.

N�o toque nisso.

-A encontrei, Dirk. -N�o diga.

Voc� encontrou.

Voc� sabia onde estava o tempo todo, n�o?

Pensou em me fazer explodir o cofre enquanto pegava o dinheiro.

-N�o pensei assim, Dirk. -Sei o que queria, Whitey.

-Voc� teria fugido. -Dirk, encontrei.

S� queria ter certeza antes de contar a voc�.

Voc� e eu podemos dividir o dinheiro. Podemos fugir durante a tempestade.

Deixar os outros apodrecendo. S� eu e voc�.

Whitey, n�o preciso mais de voc�.

Nem sequer sentirei sua falta.

Vazia!

Viu o garoto e o velho? Eles fugiram.

N�o vi nada, s� ouvi aqueles tiros.

Deixe o Dirk encontr�-los, estou ficando cego.

Temos que chegar do outro lado da capela do Boggs.

O Whitey levou os cavalos para l�.

-As armas est�o l�. -Eles nos vir�o.

Teremos que arriscar.

A Sra. Boggs est� com o dinheiro. Ela est� no est�bulo tentando

-escapar com ele. -Voc�s, peguem as armas.

V� com ele.

Espere. Sra. Boggs, n�o seja tola.

-Saia daqui. -Voc� n�o pode fazer isso.

-Sra. Boggs, d�-me esse dinheiro. -N�o, voc� n�o pode me parar agora.

Saia daqui.

Ei, as armas. Pegamos suas armas.

Ela morreu.

Vamos.

Entregue o dinheiro e pararei de atirar.

Tenho muitas balas.

Tudo bem, para atr�s. Est� tudo acabado.

Tirem esses corpos daqui.

-Pegamos os outros. -A Sra. Boggs estava com o dinheiro.

-Ela colocou a cidade toda em perigo. -Inclusive ela mesma.

As pessoas fazem todo o tipo de coisa, boas e ruins.

Talvez ao usar isso eu tenha compensado por algo.

Acho que muitos de n�s tem que se desculpar.

N�o sei por onde come�ar, Roy. Realmente n�o sei.

Talvez possamos come�ar recolhendo as partes despeda�adas, Andy.

-Subam, voc�s quatro. -Eles sentir�o minha falta na reserva.

-Sentir�o minha falta no M�xico. -Como passarei minhas f�rias

-nas montanhas canadenses? -Subam, voc�s tem sorte de

estarem vivos.

Bem, doutor, os jovens ter�o uma bela viagem.

-Adeus, pai. -Tenham uma boa viagem.

-Muito obrigado. -Tenham cuidado.

-Escreva para n�s, ouviu? -Escreverei.

N�o esque�a de procurar pela minha prima em Washington.

-Tudo bem. -Ela te mostrar� a cidade.

-At� mais, Squint. -Adeus, Roy.

-At� mais, Andy. -Roy, n�o quer ficar para me

ajudar a administrar o banco? Tudo mundo quer que fique.

Sinto muito, Andy, mas a Kathy e eu achamos que ser� melhor assim.

Al�m do mais, eu nunca soube fazer conta.

At� mais, pessoal.

-Squint, que tal uma bebida? -Doutor, n�s dois precisamos.

Vamos.

Legendas - Danilo Carvalho Cortesia: jair paim/tetrao

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