Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Socorro!
Nora.
Equipe inSanos apresenta:
Tradu��o e Sincronia: JuLima
N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 15
- Est� liberado? - � todo de voc�s.
- Obrigada. - Est� super tarde.
Andrea, voc� atende, por favor?
Atendo. S� um segundo.
- Quem �? - De Lorenzo.
Bom dia, sou Sandrina De Lorenzo.
- Sandrina! - Vim ver a Viola.
Entre.
- Oi. Como voc� est�? - Estou bem.
Sei que para voc�s � cedo, mas depois vou ao restaurante.
Ela � a Sandrina, foi minha segunda m�e.
E ela � minha irm� Valeria.
Valeria Ferro, n�o Menduni.
Sim?
Os dois s�o policiais.
Estou indo.
Se me d�o licen�a, devo correr para a delegacia.
Nos falamos depois.
Eu queria te mostrar isto.
� a Lucia.
- Onde achou a foto? - Em casa.
Valeria percebeu?
Acho que n�o.
Paolo Ratti, 45 anos.
Era vigilante num shopping em Pino Torinese.
Estamos verificando no cart�rio.
Assalto?
� o que diz a dona da casa, Nora De Millet.
Foi ela que abriu a porta
e est� no hospital com um ferimento na cabe�a.
- Quem atirou nele? - O marido, Ludovico De Millet.
- Aquele da joalheria? - Isso.
Ele tamb�m est� no hospital, levou um tiro na perna.
E n�o s� deu um tiro, mas v�rios.
Veja isso, l� dentro tem um arsenal.
Tudo registrado.
Quem chamou a pol�cia?
A irm� do Ludovico, se chama Matilde.
Ela n�o � muito faladeira.
Ol�, sou a detetive Ferro da Pol�cia de Turim.
Ol�.
Voc� estava em casa na hora do incidente?
Sim, ouvi o tiro e vi Ludovico e aquele homem no ch�o.
Quando voc�s ir�o embora?
Precisamos terminar de coletar as provas.
Temos novidades, por oito anos a v�tima
foi chefe de seguran�a do Country Club.
H� cinco meses ele perdeu o emprego,
gra�as a press�o do vice-presidente.
Adivinha quem �?
- Ludovico De Millet. - Exato.
ASSALTO COM MORTE NA ELITE
FERIDOS O CASAL LUDOVICO E NORA DE MILLET
Ligue para sua esposa.
Avise que passaremos dois dias em Turim.
Voc� � da pol�cia?
Andrea Russo, Pol�cia de Turim.
S� preciso lhes fazer algumas perguntas.
Foi voc� que abriu o port�o para aquele homem?
Foi.
Ele interfonou e disse que era um entregador.
E surgiu na minha frente com um capuz e um rev�lver.
S� lembro que ele gritava: "Cad� o dinheiro? Cad�?"
Como fui burra.
Ele gritou e voc� n�o ouviu nada?
N�o. Eu estava no banheiro, no andar de cima.
Ele foi at� l� um pouco depois.
Voc�s souberam quem era?
Frequentamos o Country Club desde sempre.
Aposto que o desgra�ado do Ratti estava de olho em n�s h� meses.
Ele nos odiava.
Tentou se dar bem, mas n�o conseguiu.
O presidente do clube disse que voc� o fez ser demitido.
Claro, eu o flagrei duas vezes trabalhando b�bado.
Ele era um incompetente.
Ou�a, n�s estamos exaustos.
S� nos diga que essa hist�ria acaba aqui.
Essa hist�ria acaba quando n�s dissermos.
E seu esposo ser� investigado por excesso de leg�tima defesa.
Duas pistolas autom�ticas:
uma Desert Eagle e uma Parabellum;
uma espingarda;
um rifle de ca�a;
e como n�o citar o AK-47 com o qual matou Ratti?
N�o confio na pol�cia.
Desejo que tenham um bom dia.
Belo quarto este.
Que babaca!
Lombardi quer encerrar o caso como assalto � m�o armada.
- E o De Millet? - Fui ao hospital falar com ele.
Ele � estranho, disse que demitiu o Ratti
porque o pegou trabalhando b�bado.
Mas acho que ele n�o contou tudo.
Ganhe tempo com o Lombardi.
Quero ver onde Ratti morava.
CASA DOS DE MILLET
Valeria, veja.
Tire isso daqui, por favor.
Onde as achou?
Na casa do Ratti.
Por isso seu marido o demitiu do clube, certo?
Ludovico descobriu quando j� tinha terminado.
Estava acabado.
N�o houve nada entre mim e o Paolo,
fomos para a cama algumas vezes em uma semana.
E fim de papo.
Foi s� uma distra��o.
Ludovico � um homem inteligente,
ele entendeu e me perdoou.
Mas me parece que Ratti n�o o perdoou.
Detetive, Ratti era inSano.
Se eu tivesse percebido antes, n�o teria dormido com ele.
Quando eu disse que n�o ter�amos futuro,
ele come�ou me atormentar.
Me esperava fora de casa, me ligava � noite.
Ratti tinha comprado uma passagem de avi�o
para semana que vem.
Para ele... e outra pessoa.
Deixe-me adivinhar.
Recife?
Era a obsess�o dele.
Sempre disse que queria fugir comigo
e repetiu o mesmo quando contei que daria queixa dele.
Eu sei o que voc� est� pensando.
Pode checar, ligue para o Ludovico
e ele confirmar� tudo.
� a coisa certa, n�o?
Voc� s� est� fazendo seu trabalho.
Irm�zinha!
- Senti saudades, sabia? - Eu tamb�m.
N�o est� tendo pesadelos?
E onde est� a Nora?
A pol�cia ligou, ela saiu correndo.
O que ainda querem com ela? Por que n�o a deixam em paz?
Ludovico...
tem uma coisa que eu queria te dizer.
O que foi?
� sobre a Nora.
Aquele cara, o Paolo Ratti,
eu o vi com a Nora.
Eles estavam juntos.
- Est� tudo bem. - Lamento, Ludovico.
Eu n�o queria te contar. N�o queria mesmo, desculpa.
Est� tudo bem.
Eu j� sabia.
J� sabia?
Foi um momento de fraqueza.
Mas aconteceu s� uma vez e aquele inSano n�o a perdoou.
Mas eu e a Nora continuamos nos amando.
Fique sossegada.
N�o foi s� uma vez.
Aconteceu s� uma vez.
H� um ano.
Para a Nora foi uma aventura.
Para ele, evidentemente n�o foi.
Ele n�o foi o primeiro cara a enlouquecer por ela, sabia?
Como voc� descobriu?
Ela mesma me contou.
Ela n�o suportava aquele peso.
E por que voc� n�o nos contou antes?
Quis evitar a humilha��o da mulher que amo.
Nora j� sofreu muito na vida.
Posso ir?
- At� logo. - At� logo.
Bem-vindos ao Tivoli.
Temos uma reserva no nome De Rosa.
� uma su�te e um quarto de solteiro.
Esteja no restaurante em meia hora.
Posso saber o que viemos fazer aqui?
N�o.
Muito bem.
Bom dia, amor.
Eu te apresento o engenheiro Morelli.
- Nora De Millet. - Prazer, Morelli.
Vamos reformar a casa?
- N�o exatamente. - � uma surpresa.
Tenho certeza que voc� vai gostar.
Ent�o se � s� isso, vou embora.
- At� logo. - At� logo.
Posso saber o que est� aprontando?
Vamos entrar.
Eu te perdoo e � assim que me agradece?
Transando com o vagabundo do Ratti.
N�o envolva a Matilde nisso.
Amor...
Pare, querido.
Sua irm� me odeia.
Ela sempre me odiou.
- � mentira. - N�o � mentira, amor.
Mas n�s somos mais fortes que tudo isso.
Somos mais forte ou n�o somos?
O que voc� far� amanh�?
Amanh�?
Quero que tire o dia de folga.
Eu estarei ocupado.
Lisa Gualdi.
Voc� lembra de mim?
Voc� n�o mudou, Lisa.
Largue a arma!
Mandei largar!
Largue a arma, vamos!
Coloque as m�os para tr�s.
Lisa Gualdi.
Por que mudou de nome?
Mudou ap�s matar meu filho. Para n�o ser encontrada.
Eu n�o matei o Diego.
Sr. De Rosa...
como seu filho morreu?
Numa rodovia.
Atropelado por uma carreta.
Disseram que ele se suicidou.
Que saiu do acostamento e se jogou no meio da estrada.
Eu nunca acreditei nisso.
Por que tem tanta certeza que a Nora o matou?
Porque ela estava l� quando aconteceu.
� verdade.
Eu estava l� quando Diego se jogou na pista.
Mas juro que n�o o matei, detetive.
A pol�cia encerrou o caso em menos de uma semana.
Eu mandei fazer...
uma per�cia � parte.
Diego era abst�mio.
Mas descobriram que no sangue dele
havia vest�gios de �lcool.
Detetive, eu n�o o matei.
Diego estava fora de si aquele dia.
Quando chegou o resultado da amniocentese
que diagnosticou a s�ndrome de Down,
Diego ficou furioso.
Ele n�o aceitava que o filho n�o era perfeito.
Algumas semanas depois,
ele quis me levar a um m�dico em Mil�o.
Queria que fizessem outros exames,
ele precisava de outro diagn�stico.
Ele j� estava b�bado quando foi me buscar.
No meio do caminho, ele parou num acostamento.
Assim, sem motivo.
E me mandou sair do carro.
Come�ou me bater, chutar minha barriga,
ele queria matar o meu filho.
S� quando comecei cuspir sangue,
ele se deu conta do que estava fazendo.
Mas nesse meio tempo, eu tinha desmaiado.
E n�o sei o que houve depois. N�o sei mesmo.
S� sei que acordei numa ambul�ncia
e soube que Diego havia se jogado na frente do caminh�o.
N�o � verdade.
N�o � poss�vel.
Na noite em que foi internada...
Dezenove de novembro de 2007.
Meu filho nasceu de cinco meses.
E n�o sobreviveu.
Eu jamais esquecerei aquele dia.
Jamais.
Detetive,
voc� n�o contar� para o Ludovico, n�o �?
Lamento, mas sou obrigada a contar.
Poderia n�o contar sobre o beb�?
Obrigada.
Dei uma olhada no caso De Rosa.
Quem cuidou do caso foi um policial chamado Guido Vanni.
J� pedi para enviarem os documentos.
- Pode intim�-lo. - Certo.
Caso Marchi: 39 dias.
Caso Caselli: 47 dias. Caso Stelitti: 62 dias.
E caso De Rosa:
Seis dias.
Voc� me fez vir de Varese s� para dizer
quanto tempo gasto para fazer meu trabalho?
O que quer de mim?
Saber por que teve tanta pressa com o suic�dio De Rosa.
Porque n�o havia nada para descobrir.
De Rosa era inSano desde sempre,
Varese inteira sabe disso.
Isso n�o significa que voc� n�o deveria fazer seu trabalho.
Detetive, De Rosa se suicidou
se jogando na frente de um caminh�o em movimento.
Guido Vanni.
Guido Vanni.
Guido Vanni. Guido Vanni.
Voc� assina toda a papelada dos seus casos?
E quem mais deveria assinar?
Ent�o isto � seu tamb�m?
- Qual a liga��o com o De Rosa? - Nenhuma.
Mas � o segundo documento em que seu nome
aparece ao lado do nome de Lisa Gualdi.
Neste Lisa mudou o nome para Nora Virili.
Eu simplesmente a salvaguardei. N�o acho que seja crime.
H� quanto tempo n�o fala com ela?
H� anos. Muito anos.
Desde que ela saiu de Varese, eu n�o a vi mais.
Lisa queria mudar de vida
e eu s� a ajudei.
Porque naquela cidade, os De Rosa
t�m amigos muito poderosos
e eu n�o queria que ela pagasse o pre�o
dos atos de um inSano.
Ela queria mudar de vida, s� isso.
- E evitar de ser presa. - Foi suic�dio.
De Rosa queria acabar com a vida.
E se jogou na frente de um caminh�o.
Agora, se n�o tem mais perguntas,
eu gostaria de ir embora.
Fique � vontade.
Detetive...
Foi voc�, n�o foi?
Eu n�o queria que fizesse besteira.
Pensei em deixar com o porteiro,
mas j� que estamos aqui.
Voc� tamb�m quer ir embora?
Depois do que houve hoje, me parece inoportuno
continuar ao seu lado.
Fiz uma lista de pessoas que podem assumir meu lugar.
Voc� j� achou que fez tudo errado?
Eu sim.
Hoje. Pela primeira vez em 70 anos.
Dez anos procurando o assassino do meu filho
e a coitada era inocente.
Sendo que bastaria
me olhar no espelho.
- Querem fazer o pedido? - Queremos.
Uma garrafa de vinho
e duas ta�as.
Viola.
- Devagar. - Desculpa.
N�o foi nada.
Ela est� �tima, melhorou muito.
Em apenas tr�s sess�es j� conseguiu andar de muletas.
Por que n�o contou que voltou a andar?
Eu queria ver essa cara que voc� fez agora.
Viola, o que acha de tentarmos sentar?
- Quer jantar fora hoje? - Quero.
No tio Giulio, certo?
- Voc� fixou bem? - Claro que sim.
J� troquei milhares de barris na vida. S� sai espuma.
- Deve ser... - Talvez se abrir a v�lvula.
Era a v�lvula.
Eu sempre disse que voc� errou de profiss�o.
Vai ficar para jantar?
Se n�o quer jantar, � s� falar que n�o quer.
- Tem mesa para tr�s? - Oi.
Sim, claro que tem.
Sei que voc� n�o gosta de mim.
� que voc� n�o se esfor�a para ser simp�tica.
Eu sei, simpatia n�o � meu forte.
� mal de fam�lia.
Pegue.
Era meu.
Eu queria dar para a Costanza
para me desculpar.
Obrigado.
Ent�o, d� para preparar tr�s sanduiches.
- Sim. - Ou talvez algo melhor.
Sim, tio. Obrigada.
Por que n�o me contou?
Lisa Gualdi.
Sua vida passada.
Precisamos comemorar.
DE MATILDE: ELE P�S �CIDO NO SEU COPO. FUJA!
Vamos fazer um brinde � Lisa Gualdi.
Socorro!
Voc� teve sorte.
- Sim. - S�o s� queimaduras leves.
Obrigada.
Ele fez o mesmo com voc�?
Vem c�.
Venha, venha.
Venha aqui.
O que � isso?
� o �nico jeito para eu ficar tranquilo.
Daqui posso controlar tudo.
Voc� tinha raz�o, sabia?
Nora s� queria o nosso dinheiro.
Desde o come�o foi a �nica coisa que ela quis.
Nem sei mais como ela se chama realmente.
Por que est� me dizendo isso?
Porque voc� � minha irm�zinha.
A �nica a quem posso confiar minha vida.
A �nica que sempre me amou
do jeito que sou
e ponto final.
Coloque o polegar no leitor.
Aqui no leitor digital.
Obrigada.
Agora...
eu e voc� somos os �nicos a ter a chave daqui.
Vou dormir aqui.
Depois daquele dia, nunca mais vi a Susana.
Ludovico a demitiu sem motivo,
do dia para a noite.
S� porque viu a gente se beijando.
Mas n�o foi o suficiente para ele.
Depois de arruinar a vida da Susana,
tentou arruinar a minha tamb�m.
E quase conseguiu.
Enquanto ele estiver vivo, jamais seremos livres.
Jamais.
ACESSO NEGADO
Merda.
Matilde.
Abra a porta, a ventila��o quebrou.
Coloque seu polegar.
Abra a porta.
A ventila��o parou.
Abra a porta.
Coloque o polegar no leitor e abra a porta.
Abra esta porta, Matilde.
Vai logo, abra a porra da porta.
Abra logo.
N�o.
Matilde, sou eu.
Mati, sou seu irm�o.
Coloque o polegar no leitor e abra a porta.
A ventila��o parou.
Enquanto ele estiver vivo, jamais seremos livres.
Abra a porta, Mati!
N�o fa�a isso!
Bom dia.
Lamento, mas meu irm�o viajou a trabalho.
Podem falar comigo.
Estamos procurando Nora De Millet.
Estou aqui!
Socorro!
Por que continua me importunando?
Porque n�o acredito em voc�.
N�o acredito em voc� nem no seu amigo Guido Vanni.
N�o creio que voc� e Ratti tiveram uma aventura passageira.
N�o creio que voc� chamou Guido s� para pedir ajuda.
Quem foi ausente na sua inf�ncia, detetive Ferro?
Deve sempre demonstrar que � a melhor de todos.
J� se perguntou o motivo?
Porque quase todo mundo mente.
Primavera.
Inverno.
Voc� e Ratti n�o viveram s� uma aventura de duas noites.
- Voc�s tinham um caso. - Voc� n�o tem provas.
Primeiro voc� seduziu o Ratti,
depois contou para o Ludovico que o demitiu.
A raiva do Ratti foi aumentando,
ent�o voc� o convenceu a fazer essa loucura.
Matar Ludovico para dividirem o patrim�nio e fugirem juntos.
Pare de falar como se me conhecesse,
voc� n�o sabe nada de mim.
Sei que nunca amou seu marido.
E a voc�?
Quem foi ausente na sua inf�ncia, Lisa?
Mesmo que eu contasse,
voc� jamais entenderia.
Precisaria ter nascido �rf�.
N�o pode me manter aqui, voc� n�o tem provas.
Eu sei.
- O que foi? - Ludovico De Millet.
Morreu asfixiado no quarto do p�nico
que construiu em casa.
Quando estivemos l�, hoje de manh�,
a irm� disse que ele estava fora da cidade.
Ela est� sendo trazida para c�.
Quando...
Ludovico me deu a chave de acesso
do quarto do p�nico,
foi a primeira coisa em que pensei.
Ele sempre foi obcecado com seguran�a.
E aquele quarto era um t�mulo perfeito.
Ent�o esperei que ele dormisse
voltei durante a noite, mudei a senha
para que ele n�o pudesse controlar de dentro.
E desliguei a ventila��o.
Esperei a noite toda para v�-lo morrer.
Por que matou seu irm�o?
Porque ele me fez isso.
Eu n�o gosto de homens, detetive.
E Ludovico nunca aceitou.
Ele destruiu a vida da mulher que eu amava.
E teria feito o mesmo comigo e com a Nora.
Foi a Nora que te pediu para mat�-lo.
N�o.
Por que disse que seu irm�o queria fazer o mesmo com a Nora?
Porque eu vi.
Vi quando ele colocou �cido no copo dela.
Ludovico era um monstro.
Sempre tentou destruir o que n�o podia controlar.
Como comigo e a Nora.
Voc� e a Nora?
Foi ela que te pediu para mat�-lo, n�o foi?
Fiz tudo sozinha.
Matilde, defend�-la n�o a salvar�.
Foi a Nora que pediu?
Eu o matei.
Pode ir.
Viola n�o est� mais na casa dela.
E onde est�?
Na casa daquela policial, a filha da Lucia.
Eu estive l� hoje.
Mora com ela e com o namorado.
Que tamb�m � policial.
Viola disse que Valeria � irm� dela.
Eu j� sabia.
- Devemos nos preocupar? - N�o.
Viola n�o sabe de nada, n�o faz ideia do que o pai fez.
Mas a partir de hoje, voc� deve ficar de olho nelas.
Use a Viola ou qualquer desculpa.
Voc� deve ser meus olhos e ouvidos naquela casa.
Vito foi muito claro,
aquela Ferro � esperta e perigosa como a m�e.
Devemos ficar de olho nela.
N�o podemos estragar tudo por causa dela.
A verdade sobre Giuseppe n�o deve vir � tona.
Eu sabia, porra!
Voc� tinha raz�o.
Por que n�o me contou que Giuseppe � pai da Valeria?
N�o cabe a mim decidir quem deve ou n�o deve saber.
Valeria quis contar s� para a fam�lia.
Para a fam�lia.
N�s precisamos contar para a Valeria.
Se n�o quiser contar, vamos usar essas grava��es
e tentar reabrir o caso.
Reabrir o caso com isso?
Quer que a gente seja investigado?
� uma intercepta��o ilegal, voc� sabe que � crime, n�o?
Ent�o o que faremos?
Vamos esperar, � s� o que nos resta.
Cedo ou tarde eles dar�o um passo em falso.
O que est� fazendo?
Estas fotos s�o lindas. Sua m�e era maravilhosa.
- Voc� ficou brava? - N�o.
N�o, Viola, n�o fiquei.
Estou feliz por voc� estar aqui.
Mas h� coisas que prefiro manter para mim.
Desculpa.
� que passo o dia sozinha
e fico um pouco entediada.
Juro que n�o teria mexido se n�o tivesse visto o Andrea...
Andrea?
Ontem quando sa� do banheiro, ele estava vendo as fotos
e fiquei curiosa.
Sinto muito.
N�o se preocupe.
Boa noite.
Trouxe o jantar.
N�O MATAR�S
Entregue-se � sua inSanidade! Junte-se a n�s.
www.insanos fb.com/inSanos
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.