All language subtitles for Non.uccidere.2x14.ITA.P.V.A.WEB-DLRip.AAC.x264-JSPH69

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian Download
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Finalmente!

Acabou.

- O que est� dizendo? - Acaba aqui.

Vim s� para dizer isso.

Davide...

Voc� consegue ativar a c�mera?

Puta merda.

Silvia?

Silvia!

Rachele.

Rachele? Silvia!

Silvia, Silvia...

Silvia, amor. Acorde.

Equipe inSanos apresenta:

Tradu��o e Sincronia: JuLima

Revis�o Final: LikaPoetisa

N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 14

Uma cama dobr�vel estaria �timo.

Afinal, uso a cama s� para dormir.

Viola. Viola, espere.

Por que voc� faz isso? Andrea!

- Estrago tudo que toco, porra! - N�o fale assim.

- Me ajude, por favor? - Claro.

Vamos l�, um, dois, tr�s.

N�o conv�m me manterem aqui,

estragarei tudo com voc�s tamb�m.

Obrigada.

Com licen�a.

Sim?

Ningu�m est� te mantendo aqui.

Voc� � minha irm�. Esta casa � sua.

Recebemos um chamado, vou buscar o Luca e o Gerardo.

Nos vemos l�?

Silvia Canale, 20 anos.

Parece que deu uma festa em casa

com uns amigos e a meia-irm� Rachele.

E n�o acabou bem.

- Quem a encontrou? - A m�e.

Trabalha numa empresa de limpeza e ontem fez o turno da noite.

Quando chegou em casa, achou a filha morta

e Rachele morrendo.

Onde est� a outra garota?

Foi levada para o hospital h� uns 10 minutos.

Minha filha estava no ch�o

e Rachele na poltrona.

Com uma coberta por cima.

Rachele � a filha...

do Davide, meu ex-marido.

Minha filha morreu de overdose?

Enquanto n�o fizermos o exame toxicol�gico

n�o poderei responder.

Luca?

Detetive.

Este pode ser o celular da v�tima.

Parece que foi restaurado recentemente.

Leve para a Per�cia e veja se descobrem algo.

� pra j�.

Quem � o garoto que est� com ela na foto?

� Walter, o irm�o.

J� tocou o sinal.

Por que n�o passou l� hoje? Tive que trazer tudo sozinho.

- Pegue. - Pode guardar.

N�o venderemos mais nada para eles.

- Mas eles j� pagaram. - Foda-se. Nem uma dose.

O que deu em voc�?

� por causa de ontem � noite?

Silvia morreu.

Como voc� est�?

Vai ficar tudo bem.

Rachele, amor.

Essa mo�a � da pol�cia.

Ela precisa te fazer umas perguntas.

Rachele, a Silvia...

Quando chegamos j� n�o havia o que fazer.

Preciso que tente lembrar o que aconteceu ontem � noite.

Eu...

Silvia me chamou para ir � casa dela.

A m�e dela n�o estava

e ela queria algu�m com quem passar a noite.

Mas quando cheguei j� tinham uns amigos dela l�.

N�o sei quem eram, n�o os conhe�o.

Depois come�amos beber e algu�m passou uns baseados.

E Silvia trouxe o GHB.

Eu nunca tinha experimentado.

Fizemos amor todos juntos, a Silvia tamb�m.

Depois passei mal e desmaiei.

N�o sei o que houve depois.

Eu acordei aqui.

Sua filha n�o morreu de overdose, Sra. Perrone.

Obrigada.

Silvia foi v�tima de viol�ncia coletiva.

No corpo havia ind�cios de rela��o sexual recente.

E no sangue encontramos uma elevada concentra��o de GHB.

� um rem�dio.

Um antidepressivo geralmente usado como afrodis�aco.

Digamos que induz a v�tima a colaborar.

N�o entendo.

Como a Silvia morreu?

Ela foi estrangulada.

Por que perguntou se ela havia morrido de overdose?

Fiquei com medo

que ela acabasse como eu.

Eu usava hero�na quando tinha a idade dela.

E n�o parei quando as crian�as nasceram,

Davide, meu ex-marido, cuidava delas muito bem.

E por sorte, as levou consigo quando se separou de mim.

Eu n�o era uma boa m�e.

Mas depois...

eu parei.

Fiquei limpa para recuperar meus filhos.

Eu jamais me perdoaria se ela tivesse morrido assim.

- Debora. - Davide.

- � meu ex-marido. - O que houve?

A pol�cia disse que achou droga na casa.

Sr. Canale.

Infelizmente sua filha foi v�tima de viol�ncia coletiva.

Ainda n�o sabemos quem s�o os respons�veis.

Mas sua ex-mulher n�o est� envolvida.

Se n�o quiser ficar aqui,

pode ficar na minha casa por um tempo.

Eu e sua m�e j� conversamos.

Rachele tamb�m ficaria feliz.

Na verdade, Debora, posso falar com a Claudia,

- a casa � grande. - N�o. Obrigada.

Mas voc� pode ir se quiser.

N�o � obrigado a ficar aqui comigo.

- Posso me virar sozinha. - Para mim aqui est� �timo.

Est� certo.

V� tomar um banho, vou fazer algo para voc� comer.

Rachele, para quem est� escrevendo?

M�e, preciso sair rapidinho.

Voc� n�o vai a lugar nenhum. Agora far� o que eu mando.

Nada de sair, nada de amigos e nada do Alex.

Voc� vai aquietar um pouco, depois procuraremos algu�m

para conversar sobre o ocorrido.

N�o vou a um psic�logo. Quero falar com meu pai.

Seu pai concordou comigo.

- E ficarei com isto. - Devolva.

O que � isso?

Repita, seu babaca.

N�o ouvi. Repita ou vou te foder.

Sou uma bixa de merda.

Deixem-no em paz.

Ele n�o quer dar nosso bagulho. Voc� vai nos dar?

Trarei amanh�.

Hoje vai chegar uma mercadoria que deixar� voc�s loucos.

Beleza.

Agrade�a porque ontem j� comemos sua irm�.

Est� tudo bem.

Quantos compartilhamentos j� teve at� agora?

Mais de 7 mil.

Somando todas as c�pias que foram publicadas.

Infelizmente, o original foi postado num site

que n�o registra a identidade de quem carrega o material.

Logo, n�o tem como descobrir quem postou primeiro.

Veja esses coment�rios. Est� respondendo a algu�m?

Provavelmente algu�m que apagou as postagens depois.

N�s podemos recuper�-las?

"Maneiro, eu tamb�m estava l�.

Ainda estou doid�o.

Risos."

Voc� escreveu isso por volta das 3h da manh�.

Pouco depois de ter sa�do da casa da Silvia.

- Eu nunca estive l�. - Claro que esteve.

E com voc� tamb�m estavam Tozzi, Fiore e Nucce.

O rastreamento dos seus telefones

os colocam l� na hora do crime.

Foi ela que pediu que fossemos at� l�.

Ela tamb�m pediu que a violentassem?

N�s n�o violentamos ningu�m.

Silvia surgiu com o GHB e come�ou a transar conosco.

Ela era assim, todo mundo sabia.

Assim como?

Vadia?

E como ela convidou voc�s?

N�o achamos mensagens nem liga��es de voc�s

para a v�tima.

Ela escreveu no bate-papo.

Qual bate-papo?

Garanto que como conseguimos seus coment�rios no v�deo

n�o ser� dif�cil conseguir sua conversa com ela.

Se ela convidou, n�o h� o que temer, certo?

Por que os deixou ir embora?

Porque eles n�o foram os �ltimos a sair da casa.

Reconhece este n�mero?

Voc� ficou l� at� �s 3h20.

Nessa hora s� estavam na casa, Rachele, Silvia e o assassino.

Como v� o cerco se fecha.

Havia outra pessoa na casa ontem � noite.

Uma pessoa que n�o est� nesse papel.

Quem?

- Voc� tamb�m transou com ela? - N�o.

- Por que pergunta? - Deve responder as perguntas!

Posso fazer o exame de DNA em voc�.

Voc� transou com a Silvia?

Ela estava chapada.

Na escola todos sabem como ela �.

Ent�o...

ela convidou voc�s, ela tinha a droga.

Ela pediu que voc� convidasse seus amigos

e voc� transou com ela na frente da sua namorada?

- Sexo grupal � crime agora? - Se algu�m morre, sim!

Uma garota morreu, Alex, isso � algo grave.

Rachele estava de acordo com o que aconteceu?

Eu e Rachele estamos apaixonados.

Era s� uma brincadeira.

Uma brincadeira que termina com voc� fugindo,

Rachele desmaiada e Silvia morta no ch�o.

Bem t�pico de pessoas apaixonadas.

Voc� a matou?

Silvia estava viva quando fui embora.

Pode provar?

- Quero ver a Rachele. - Voc� n�o vai sair daqui.

Onde est� o Alex?

Na sala de interrogat�rio.

Mas ele n�o fez nada.

Sabe quantas mulheres j� vi defender os homens

que destru�ram suas vidas?

Foi o Alex, n�o foi?

Era para ser uma festa.

Mas Silvia apareceu com aquela merda de frasco.

Eu e Alex nunca t�nhamos usado GHB.

A princ�pio ele n�o queria, mas ela insistiu.

Ela disse que era incr�vel.

Eu n�o lembro bem.

S� lembro que est�vamos fazendo amor todos juntos.

N�o sei quantas pessoas tinham.

Silvia continuava me dando o GHB.

Nunca era o suficiente para ela.

At� que minha vista escureceu.

Foi tudo culpa minha.

Eu deveria ter ouvido os outros e deix�-la pra l�.

Mas ela era minha irm�.

Voc� bateria a porta na cara da sua irm�?

Viola?

Viola?

- Espera. - N�o v�.

N�o vou ficar sossegada se n�o for ver.

Viola?

Viola.

Voc� precisa me chamar se quiser levantar.

Eu s� queria pegar um copo d'�gua.

Voc� n�o deve fazer isso.

N�o devo beber?

- Andrea. - Sim, j� vou.

Obrigada.

J� vou.

E ent�o?

O que diabos est� havendo? Por que n�o apareceu hoje?

Eu fiz o pedido, Gabo.

S�rio?

Correio expresso da Eslov�nia. Fornecedor seguro.

Chegar� na garagem hoje por volta das 21h.

Faremos amanh�.

H� meses estamos combinando.

Faremos uma vez, uma �nica vez, algo que aqueles perdedores

n�o fariam nem se nascessem dez vezes.

Viraremos lenda, eu e voc�.

Como Steve e Watts.

Mas depois vir�o atr�s de n�s.

Sim, mas quando descobrirem ser� tarde.

Para mim uma coisa � importante, s� uma.

Que voc� esteja comigo.

Claro que estou com voc�.

Irm�os de sangue?

Irm�os de sangue.

O resultado do seu teste antidrogas.

Leia as partes marcadas.

Quero ir embora. Por favor.

Leia.

THC: positivo.

Coca�na: negativo. Anfetamina: negativo.

- GHB... - Continue.

GHB: negativo.

Sabe o que significa isso?

Significa que voc� estava s�brio.

O oposto do que me disse ontem.

Significa que voc� tomou cuidado.

Voc� as drogou para se aproveitar delas.

Voc� as drogou e talvez a tenha matado.

Foi a Rachele.

Ela fez tudo sozinha.

N�o acredito em voc�. Alex n�o pode ter dito isso.

- � a verdade. - Quero falar com ele.

Alex disse que a ideia foi sua.

Voc� prop�s a festa para Silvia,

depois pediu que ele conseguisse a droga

e convidasse os amigos dele.

Seu namorado te traiu.

Por qu�? Por que eu faria isso?

- Silvia era minha irm�. - Exato.

E irm�s se ajudam.

Confiam uma na outra.

E voc� aproveitou disso.

N�o � verdade.

Talvez voc� n�o quisesse que acabasse assim,

talvez s� quisesse se divertir um pouco.

Foi voc� que disse, n�o?

Voc� sempre soube que ela gostava do Alex.

Talvez seja exatamente isso que te irritava.

Voc� n�o suportava a ideia que ela quisesse sair

- com o seu namorado. - Chega.

- Por que diz isso? - Drog�-la e faz�-la transar

com os amigos do Alex era um jeito de se vingar?

- Foi ele. - Foi ele o qu�?

Eu e Alex falamos v�rias vezes sobre isso.

De brincadeira.

Como seria transar com a Silvia.

Achei que ele estivesse brincando.

Mas era s�rio.

No fim, ele me convenceu.

Fiz isso por ele.

Liguei para a Silvia

e perguntei se ela queria passar a noite conosco.

Alex disse que levaria algo para nos desinibirmos.

N�o achei que chegar�amos t�o longe.

Eu lamento muito.

N�o lamentou ao jogar a culpa na sua irm�.

Eu sei onde o Alex conseguiu a droga.

Walter, guarde esse celular.

Voc� sabe por que est� aqui, Walter?

S� sei que a Silvia est� morta

e voc�s est�o com a Rachele desde ontem.

E o que me diz de Alex Fabbri?

� um imbecil que se acha Deus.

Walter!

Ele que deveria estar nesta cadeira.

� mesmo?

Ou�a, n�o tenho nada com essa hist�ria,

ent�o n�o me meta nisso.

Mas me parece que voc� est� muito envolvido.

Visto que foi voc� que vendeu a droga para eles.

Que merda!

Foi ele que disse isso?

Foi a Rachele.

Est� brincando?

Sua irm� n�o est� numa boa situa��o

e voc� tamb�m n�o.

Sim, mas a Rachele n�o tem nada com isso,

foi aquele babaca que me pediu o GHB.

- Ent�o voc� trafica? - N�o, n�o...

Eu gosto de computador, todos na escola sabem disso.

E na Deep Web � muito f�cil,

basta um computador e uma conex�o segura

e consigo arranjar o que quiser.

Alex n�o disse por que queria a droga?

N�o.

Sen�o ele sabia que eu n�o arranjaria.

Aquele filho da m�e me sacaneou.

Nos sacaneou. Silvia e Rachele tamb�m.

N�s ca�mos na dele, tente n�o cair tamb�m.

Se foi ele, ir� para a cadeia.

Ele merece coisa muito pior.

O que foi que voc� fez?

O que voc� fez

� muito grave.

� grav�ssimo.

N�s j� te deixamos faltar algo?

N�o, vai me escutar quando falo com voc�.

Sua m�e trabalha 10 horas por dia

para que voc� e sua irm� estudem.

Que bom que a Silvia morreu, assim poder� trabalhar meta...

N�o ouse falar assim da sua irm� novamente.

E respeite a sua m�e!

Se voc� se importa tanto com ela por que foi embora?

N�o, Walter.

O que houve entre mim e seu pai n�o tem a ver com isso. Certo?

- N�o tem? - N�o.

N�o tem a ver com voc� trancada no banheiro

para usar aquela merda?

Ou com o papai que arrombava a porta

porque voc� amea�ava cortar os pulsos?

Ou com a pol�cia que uma vez por semana

aparecia em casa? N�o tem a ver?

- N�o... - Responda.

- N�o, Walter. - Toda noite eu dormia

com um desejo: acordar e te encontrar morta.

Mas eu acordava e voc� ainda estava l�.

Havia os gritos, as brigas, as portas arrombadas.

- E a pol�cia. - Por favor...

Eu odeio voc�.

Odeio voc�s. Voc�s dois.

- N�o, n�o... - N�o posso fazer nada.

Aonde vai?

- Walter, aonde est� indo? - Walter.

Pai, n�o te odeio por voc� ter ido embora.

Te odeio porque n�o deixou que ela morresse.

Walter!

- Onde diabos voc� se meteu? - Problemas com meus pais.

Agora est� tudo certo.

Ficou com medo que eu n�o viesse?

Pela Silvia.

Feliz Dia dos Namorados!

Que cara � essa?

Fofo, ele est� vestido como n�s.

N�o gostou?

- Oi. - Oi.

- Senti sua falta. - Eu tamb�m.

Isso n�o � justo. Voc�s est�o nos tratando como monstros.

Me d� seu telefone, Rachele.

- N�o tem nada nele. - Me d�!

A c�mera est� quebrada no mesmo lugar.

O v�deo da sua irm� foi feito por voc�.

Voc� queria humilh�-la?

- Era isso? - Deixa pra l�.

Alex, a Rachele te usou, voc� ainda n�o percebeu?

Voc� n�o sabe nada sobre n�s.

Sei o bastante para ret�-los at� contarem a verdade.

- Eu n�o a matei. - Mas voc� fez o v�deo!

Conte para ela, Rachele.

Todos eram apaixonados por ela. At� meu pai.

Quanto mais ela aprontava, mais todos a amavam.

Ela n�o merecia aquele amor.

Isso me deixava com raiva.

Todos deveriam ver quem era minha irm� realmente.

Mas n�o a matei. Eu juro.

EXCLUIR IMAGEM? SIM

A PASTA EST� VAZIA

Foi voc� que esvaziou o telefone?

Ele j� estava assim quando acordei.

Mas n�o fui eu.

� como se algu�m tivesse entrado nele.

Detetive.

Debora Perrone acabou de ligar.

O filho fugiu da pens�o.

E o pai tamb�m n�o sabe onde ele est�.

- M�e. - Ande logo.

Por que voc� odiava tanto a sua irm�?

- Voc� a matou durante o sexo? - Deixem-nos em paz.

Davide, aonde voc� vai?

Est� cheio de jornalistas aqui na frente.

Debora n�o atende o telefone.

Estou preocupado.

Acha que � hora de se preocupar com ela?

- Rachele... - Rachele, espere.

� ela que precisa de voc�.

Debora. N�o fa�a besteira. Abra a porta!

N�o.

Que diabos voc� quer?

N�o, que merda est� fazendo?

N�o, n�o.

- Deixe-me em paz, porra! - N�o. N�o.

N�o, n�o. Pare.

- N�o � culpa minha. - N�o � culpa sua.

N�o � culpa sua. N�o �, amor.

A Per�cia achou nos celulares da Silvia e da Rachele

duas c�pias id�nticas do mesmo malware.

� um programa oculto que controla � dist�ncia

o dispositivo em que foi instalado.

Ou pode reset�-lo, como no caso.

� um tipo de v�rus.

N�s podemos descobrir quem o instalou?

Temos o endere�o IP.

Vem de um pr�dio abandonado no centro hist�rico.

Detetive, esse computador est� conectado a Deep Web.

Luca.

Talvez seja do Walter.

Andrea. Voc� tem o endere�o da escola do Walter?

V� para l� imediatamente.

Desculpa. Desculpa.

Por isso pode ser considerado um dos maiores, mais famosos

e mais queridos arquitetos do s�culo XX.

Quem � voc�?

O que deseja?

Ei, voc�.

Voc� a�!

Vem c�.

De joelhos.

Ajoelhe-se!

N�o tenho nada a ver com o que houve com sua irm�.

- Abaixe a arma! - Parado, pol�cia!

Jogue a arma! Vamos, mandei jogar.

Solte a arma.

Coloque-a no ch�o.

Isso, muito bem.

De joelhos!

Rachele? Acorde. Acorde!

Consegui recuper�-lo s� at� aqui,

depois o v�deo para.

Walter entrou no celular da Silvia e da Rachele,

depois os usou para espiar e gravar o que as irm�s faziam.

Provavelmente o celular caiu e foi parar onde voc� o achou.

- E quando ele os apagou? - Na manh� seguinte.

Ele apagou para proteg�-las.

Volte um pouco.

Rachele? Acorde. Acorde!

Ela estava nua.

Debora. Sim, � a detetive Ferro.

Desculpe incomod�-la.

Lembra que voc� me disse que quando encontrou a Rachele

ela estava coberta?

� isso mesmo?

Obrigada, senhora. At� logo.

� uma c�pia da chave da casa da Debora.

A c�pia que pertence ao seu marido.

Estava na sua bolsa.

Voc� nem se preocupou em escond�-la.

Como fa�o?

O que, Sra. Canale?

Para que isso dure o menos poss�vel.

S� precisa responder minhas perguntas.

Por que foi at� a casa da Debora?

Quando...

quando entrei naquela casa,

senti uma dor imensa.

Rachele nunca tinha feito aquelas coisas.

Sempre pensei que a Silvia ia destru�-la.

Achei que eu conhecesse minha filha.

Como descobriu da festa?

Eu n�o sabia, s� descobri quando cheguei.

Se n�o sabia da festa, por que foi � casa da Debora?

Porque ela e meu marido tinham um caso.

Aquela vadia at� deu um molho de chaves para ele.

Ela queria tir�-lo de mim.

Mesmo que Davide sempre tenha negado.

Por isso eu fui at� l� naquela noite.

Tinha certeza que os flagraria juntos.

Mas acabou achando sua filha.

Foi voc� que a cobriu, n�o � mesmo?

Depois de ter matado a Silvia.

Posso falar com ele rapidinho?

Claro.

O que foi que voc� fez?

Desculpa.

Sinto muito.

Eu tamb�m sinto.

Eu tamb�m.

Pode entrar.

- Descobriu alguma coisa? - Tudo bem em casa?

Temos algo grande aqui.

Vito Mecenate.

Chefe de uma fam�lia de mafiosos de Palmi.

Tr�fico de drogas, homic�dios, associa��o com a m�fia.

Em 1996 ele transferiu todas suas atividades

de Palmi para Turim. E est� foragido desde 2000.

Isso � assunto da Antim�fia.

- Qual a rela��o com Menduni? - Com ele ainda n�o sei,

mas certamente tem rela��o com Sandrina De Lorenzo.

Ela e o marido Salvatore se mudaram de Palmi para Turim

no mesmo ano em que a fam�lia de Mecenate.

O que faremos?

Colocaremos escutas. Mas desta vez iremos juntos.

Merda!

- Que merda! - Vale.

Posso te ajudar?

Conhece uma boa rotisserie?

Este n�o.

- Oi. - Boa noite.

Entrem, fiquem � vontade.

- Voc� p�s fogo na casa? - Ot�rio.

Vem c�. Como voc� est�, amor?

- Oi. - Venham.

- Oi. - Oi.

- Prazer, Viola. - Giacomo.

- Michela, prazer. - Oi.

E ela � a Costanza.

- Oi. - Ent�o voc� � minha nova tia?

Quer dar uma volta aqui em cima?

- Quer? Vamos. - Tomem cuidado.

Vamos l�.

- Como voc�s est�o? - Bem e voc�?

Termine aqui e eu cuido da cozinha.

Porra!

Que merda!

- Posso colocar? - Pode.

- Ent�o, eu fiz... - O que voc� fez?

- A salada. - Fez a salada!

E n�o queimou, parab�ns.

Segure. Segure firme.

E o Andrea, por que n�o est� aqui?

Ele teve um contratempo, vai chegar mais tarde.

- Certo. - V� cham�-las, est� pronto.

Viola.

O que houve?

Ela puxou meu cabelo, eu n�o gostei.

Est� de brincadeira?

Ela � pequena, queria brincar com seu cabelo,

ela faz o mesmo comigo.

N�o precisava dar um tapa nela.

Vale, estamos indo.

- Espere, eu... - Tudo bem. Nos falamos amanh�.

Preparei esse jantar para voc�.

Para te apresentar para a minha fam�lia.

Para te fazer entrar na minha fam�lia.

Estou cansada, vou dormir.

A cozinha est� pronta. Voc� vem comigo

ou vai continuar com essas mensagens?

N�O MATAR�S

Entregue-se � sua inSanidade! Junte-se a n�s.

www.insanos fb.com/inSanos

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.