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Original subtitles

palanca: Brasil Grupo Legendas do CST

PASSOS NA NOITE

Distrito 13. Terceira Avenida, n�mero 38.

Carros 1, 2, 3, 5.

1, 2, 3, 6 e 78. Sinal 30.

Autoridade CB. Hora 21 :03.

Central 79. Carro 905.

Chame a central 88.

394, despacho 88.

Distrito 73.

Endere�o, Rua Hertzel 171.

Carros 1, 6, 3, 4.

1, 6, 3, 5 e 89. Sinal 32.

Peguem matr�culas de outras cidades.

Autoridade CB. Hora, as 21 :05.

A esta��o 394. Despacho 79.

Ol�, Murphy.

Chegou tarde ao trabalho.

Ainda est�o l� encima?

Sim.

O Tenente Thomas ficar� a cargo do distrito...

E ningu�m mais.

No que diz a voc�s, ser� a maior autoridade.

Lhe dar�o a absoluta colabora��o

e obedi�ncia.

E espero que este departamento mantenha seu alto n�vel,

com o novo tenente.

Deseja fazer algum coment�rio, tenente?

Falarei com os homens um por um.

Boa id�ia.

Dixon, quero falar com voc�.

Usarei seu escrit�rio, Thomas.

Isso � tudo,rapazes.

-Parab�ns, tenente. -Parab�ns, tenente.

Parab�ns.

Sente-se, Dixon.

tornamos a receber 12 den�ncias contra voc� neste m�s.

Por assalto e agress�o.

Quem as p�s? Ladr�es, vagabundos, malfeitores, gentinha.

Me decepcionou profundamente, Dixon.

Acaba de ver um homem, que come�ou junto como voc�,

a crescer no departamento.

Algo que voc� jamais conseguir�, a n�o ser que se controle.

Sei como se � promovido, senhor. N�o precisa me dizer

Continue sentado.

Tem que aprender o que deve e que n�o deve fazer um policial.

Sim, senhor. tentarei n�o odiar muito aos malfeitores.

N�o odeia aos malfeitores. Gosta de bater neles.

Se diverte batendo neles.

Gosta de se ver nos jornais

como o policial duro que n�o teme a nada nem a ningu�m.

Seu trabalho � pegar os criminosos, Voc� n�o � o carrasco.

Isso � tudo, senhor?

Vou lhe rebaixar, Dixon. Baixar� uma patente.

Uma nova den�ncia por crueldade e viol�ncia,

e voltar� para as ruas de uniforme.

E lamento lhe dizer isto.

� um bom homem, com boa cabe�a,

mas n�o � �til ao departamento se n�o souber se controlar.

J� pode se retirar.

Obrigado, senhor, pelo conselho.

hei, Willie. Willie.

Como vai, Willie?

Muito bem, obrigado.

N�o acha que estaria melhor na cama?

A liberdade condicional me permite ficar at� as doze.

Ainda restam 20 minutos.

Como est� o Sr. Scalise?

O que pretende, me prender?

Eu n�o saio com pessoas de reputa��o duvidosa

e ningu�m pode dizer o contr�rio.

Bom rapaz. Anda, v� dormir. � bom para voc�.

Claro.

- Quem �? - Willie.

Vamos, aos oito. O mais dif�cil. Dois quatros.

Sete, perco.

Est� noite tem sorte, Sr. Morrison.

Deve ser a senhorita. Me trouxe sorte.

-Voc� joga, Sr. Paine. -Passo.

-Voc� joga, Sr. Morrison. -Bem, vou de 3.000.

-3.000. -Eu ponho 500.

Eu aceito o resto. Est� coberto.

Ol�.

Vai nesta partida, Sr. Bender?

Claro.

Como v�o as coisas?

Muito bem. tropecei com um par de velhos amigos.

Dixon e Klein. Perguntaram por voc�,

mas est�o muito ocupados para vir.

Que pena.

Vamos, dadinhos, me tragam sorte. Quero um 6.

-Vamos l�, um seis. -Um dez.

O Sr. Morrison � do Texas e muito rico.

Pega, sopra neles.

Ver� como sai. A sorte est� com voc�s, dadinhos .

Isso, um seis. Vamos, �nimo.

A� est�, um seis.

E, cada vez, mais rico.

O seis � meu n�mero da sorte.

Agora, vou pelos 6.000.

Jogam, amigos?

-Vou com 1.000. -Eu tamb�m.

Abre o quatro.

Est� coberto, Sr. Morrison.

Eu gosto de seus amigos, Sr. Paine.

N�o se jogam melhores partidas em Amarilo.

Bom, mo�os. Agora, vamos a grana alta.

�nimo.

Caramba, sete.

Se n�o se importar, queria ir para casa, Sr. Morrison.

Morgan.

Sabe que tenho que trabalhar �s 08:30.

Quem trabalha n�o pode ficar at� t�o tarde.

A levarei para sua casa, Morgan.

Iremos todos juntos. Vou por suas coisas.

Aqui tem.

Sr. Morrison.

Diga.

ganhou 19.000 d�lares.

J� os recuperar�o outra noite.

Ainda vou ficar uma semana.

lhe diga que quero ficar.

N�o, Ken. Voc� disse que s� podia ficar at� as doze.

N�o pode me fazer isto.

N�o estou lhe fazendo nada.

Eu fui quem lhe trouxe.

Como que � isso?

Sim, e tornou a estragar tudo.

� o que sabe fazer. Lhe diga que fique.

N�o o farei.

� uma...

Morgan.

Canalha!

Distrito 16. Endere�o, numero 43, Hotel Street.

Rua Oeste C 372.

Carro 618, 619 e 12 prossigam imediatamente.

Somos n�s.

Ol�, sargento.

Ol�, sargento.

Uma partida de jogo de dados, n�o?

Sim, um forasteiro.

T�m seu nome?

Morrison. Um peixe gordo.

Morte, foi instant�nea. A faca lhe rasgou o cora��o.

Ningu�m fez e ningu�m viu.

Tem um corte na m�o.

Sim, deve pegar algu�m. Quem dirige esta casa de jogo clandestino?

Tommy Scalise. Est� a� dentro.

O ''intoc�vel'' se colocou, por fim, em uma confus�o.

Eu estava muito tempo esperando.

Devia ter ido para a cama, Willie.

Agora estaria dormido e n�o teria problemas.

Eu vivo neste hotel. Vim pegar um cigarro.

Tudo bem, Sr. Scalise?

Onde escondeu a faca?

Calma, Dixon. Tira as m�os de cima.

Fale.

Reflita, Sr. Dixon.

Caiu em rid�culo ha dois anos tentando me arranjar um morto.

Quem voc� matou ou foi um de seus amigos?

Encontra um cad�ver e eu devo ser o assassino.

Ficou sendo o assassino muito tempo.

Seriamente?

Se n�o estou errado, o jurado me declarou inocente

e n�o deliberaram mais de 15 minutos.

Continua sendo um assassino.

por que se empenha em me colocar na cadeia?

Tenho tanto direito de ser livre como voc�.

N�o me fale de direitos. � um imprest�vel e assassino.

� um homem esperto, mas hoje cometeu um erro.

por que se mete sempre comigo?

Quatro anos me perseguindo como se fosse algo especial, por que?

Sim, senhor. lhe trancar ser� para mim um prazer.

A verdade, n�o o entendo. Seu pai gostava de mim.

Cale-se.

Ol�, tenente.

Alguma coisa, Dixon?

Esperava para lhe contar o que passou.

Levem-os para fora. Os interrogaremos depois.

Parab�ns pela promo��o, tenente.

Bom, vamos ao fato.

O Sr. Morrison veio aqui com um cara chamado Ken Paine.

Um conhecido olheiro.

Tinha uma garota. N�o recordo bem seu nome.

Algo assim como Morgan.

O Sr. Morrison queria brincar uma partida amistosa.

Quanto acabou ganhando?

N�o ganhou. Perdeu.

Est� mentindo, Scalise.

Deixe que termine, Dixon.

Perdeu 1.000 d�lares, mas n�o se alterou.

Tentava impressionar � garota com seus bilhetes.

Paine estava ciumento.

Lhe deu uma bofetada na garota e ela saiu correndo.

Ent�o, Morrison atacou o Paine.

Morrison tirou uma pistola, mas Paine o segurou

e entraram lutando no quarto.

antes de que pudesse chamar a pol�cia,Paine saiu.

n�o disse nada e se foi.

Depois, saiu Morrison e caiu ao ch�o.

Quando fui ajudar lhe, estava morto.

O que fez com a faca?

N�o havia nenhuma arma. Paine deve ter levado

Isso � mentira. me deixe, tenente.

Onde vive, Paine?

N�o sei.

''K. Paine. Rua Pike, 58. Chelsea. 32099.''

Outro n�mero. ''Murray Hill, 59970.'' O que � isso?

Um bilhar da Terceira Avenida.

N�o lhes custar� muito para descobrir.

E voc� pretende lhe acusar?

Deixe comigo.

Procura o Paine, Dixon.

Vamos, Paul.

Fique com o troco.

... I-S-Ou-N, sim. Ted Morrison.

De parte de Kenneth Paine.

N�o responde? na melhor, est� no bar.

Que lhe avisem, quero falar com ele.

� importante.

Tentando falar com o Ted Morrison?

Quem � voc�?

Detetive Dixon, da delegacia 16.

Se mande.

Estar� tentando recuperar seu dinheiro.

Recuperar? Estava ganhando.

Quanto?

Tem que me dar uma parte.

depois do que lhe fez?

Ele come�ou e foi entre amigos.

Al�.

N�o est�? lhe diga que procure Kenneth Paine assim que chegar.

Isso.

Lhe disse que se mande. Eu n�o gosto de policiais.

Ted Morrison n�o receber� sua mensagem, Paine.

Ningu�m lhe perguntou.

O apunhalaram. Est� morto.

Morto? Voc� mente.

Scalise est� lhe culpando. Diz que o matou.

Fora.

S� pretendo lhe ajudar.

Scalise e seus homens lhe acusaram do crime.

O mataram para lhe tirar o dinheiro quando saiu. Vamos.

Nenhum policial me p�e a m�o em cima.

Ent�o, se levante sozinho.

O farei se me der vontade.

Se manda!.

Se manda!

Bem, amigo. Vamos.

Venha.

Al�?

Ol�, Mark.

Al�, Paul.

O encontrou? Mark. Mark.

Al�, Al�!?

Senhorita, a linha caiu. Fa�a o favor.

Mark, est� me ouvindo?

Sim.

averig�ei algumas coisas que deve saber.

� um her�i da guerra.

Tem um mont�o de medalhas e muitos amigos jornalistas.

Quando se licenciou, escreveu em um jornal v�rios meses.

O digo para que v� com cuidado se o encontrar.

Vai esperar?.

Sim, ficarei um instante se por acaso aparecer.

At� mais tarde.

Um t�xi � Rua Pike 58, por favor.

-Voc� pediu um t�xi? -N�o, eu n�o.

Esta��o da Pennsylvania, por favor.

Um bilhete para Pittsburgh primeiro trem.

17 d�lares e 8 cents.

Ol�, Paul.

estive lhe procurando pelos bares do bairro.

Acabo de chegar. Viu isto?

Deve ter vindo ap�s eu vir .

Ele viu voc�.

que sorte a minha.

N�o pode estar em todos os lugares.

Tirou toda sua roupa deste arm�rio muito depressa.

deixou o uniforme e um sapato.

H� outro arm�rio.

Aqui n�o h� nada. Est� vazio.

Pode ser que algu�m lhe viu sair. Embaixo h� uma mulher.

Pol�cial. Queremos falar com voc�.

O que � o que querem?

Quanto tempo est� sentada aqui?

Desde depois de jantar. Todas as noites, me sento aqui.

Conhece Kenneth Paine?

Sim, conhe�o.

O viu esta noite?

Sim, se foi em um t�xi.

Quando?

N�o sei.

As velhas como eu n�o estamos dependentes da hora.

Quanto faz aproximadamente?

20 minutos. O taxista o chamou

Todo mundo est� chamando esta noite.

Estou acostumado a dormir aqui.

Desde que meu marido morreu, sempre durmo aqui.

Estou menos sozinha. A m�sica me ajuda.

Obrigado, senhora. Vamos, Paul.

Nada mais. Obrigado.

Se mandou, n�o �?

O pegaremos.

Pergunta aos t�xis. para ver se localizarem o taxista.

Eu irei �s garagens independentes.

ok!

Paine, abre. Sei que est� a� dentro.

Abre, maldita seja! Abre!

Onde est� o tenente?

Assine aqui. A� dentro.

Tenente.

O que?

encontramos isto.

� a pasta de Paine vamos dar uma olhada.

Muito bem.

Aqui est� a declara��o do taxista.

Pegou um passageiro na Rua Pike 58 sobre a 01 :10.

Sim, senhor.

Reconhece esta mala?

Sim,meu cliente a levava quando saiu de sua casa.

Me fixei no nome... Kenneth n�o sei quantos...

Sim, Kenneth Paine.

Levava algo em um olho?

Sim, um esparadrapo.

Em que olho?

Pois...

Olho esquerdo. Assim.

Debaixo do olho esquerdo. Obrigado, pode se retirar.

J� temos uma pista definitiva, tenente.

Um bilheteiro recorda lhe haver vendido um bilhete para Pittsburgh.

Evidentemente, quer nos despistar.

Certamente, se escondeu na cidade mesmo.

Ainda n�o h� nada sobre a garota, tenente.

Continue chamando, Benson.

Scalise acredita que era uma atriz ou uma modelo.

Ligue para todas as ag�ncias assim que abram pela manh�.

Bem.

Ligue o teletipos e que mandem a Pittsburgh a descri��o do Paine.

Dixon, descanse um pouco. E voc�, Klein.

se ocupe dos hot�is.

Eu vou para casa algumas horas.

Casey me avise Volto as oito.

Boa noite, rapazes.

Enviem a seguinte descri��o a Pittsburgh.

Idade, 36 anos. Pele escura.

Estatura, 1, 80. Peso, 90 quilos. Cabelo castanho.

Est� com m� apar�ncia, Mark. Tudo bem?

Mark, est� acordado?

Sim.

localizamos a garota.

Morgan Taylor. Vive em Washington Heights. Tenho seu telefone.

Qual �?

Wedsworth, 35098.

Wedsworth, 35098.

Um momento, j� vou.

Al�.

a Srta. Morgan Taylor,Vive a�?

Sim, vive aqui.

N�o, agora n�o est�. foi trabalhar.

Quem �?

N�o se preocupe. Ligarei depois.

foi trabalhar. Tem o endere�o de seu trabalho?

Aqui est�.

''Friedman and Lyons'', Oitava Avenida, 5205.

Muito bonito, mas muito decotado para meus clientes.

Se quiser, podemos lhe acrescentar um bolero, Oleg.

-Farei um desenho. -N�o estou certa.

Direi quando fizer todo o pedido.

Obrigado, Morgan. N�o h� problema algum.

Deste modelo, nos sobram muitos pedidos.

Notaram?

Acredito que n�o.

Venha aqui. me deixe ver na luz.

Ainda se nota um pouco.

Vou p�r mais maquiagem em voc�.

Morgan, voc� tem a culpa. Segura

Pensa que � um bom partido.

N�o quer ver como ele �, como um verdadeiro uva sem semente.

Sim, esteve na guerra, e o que?

Isso lhe d� direito a passar o resto de sua vida bebendo u�sque?

e batendo nas mulheres?

N�o se preocupe. N�o penso voltar a lhe ver.

Isso j� o disse outras vezes.

N�o tem mais que lhe olhar com seus olhos alcoolizados

e consegue que lhe bata outra vez.

N�o lhe pode ajudar.

Tem raz�o.

Tem uma visita, Srta. Taylor.

lhe diga que v� ao diabo.

� importante. O Sr. Friedman diz que vai a seu escrit�rio.

Srta. Taylor. Lhe apresento o Sr. Dixon e o Sr. Klein.

S�o da pol�cia.

Muito prazer.

Muito prazer. Sente-se, por favor, senhorita.

Quer�amos lhe fazer umas perguntas.

O que � o que querem saber?

Voc� esteve ontem � noite com o Kenneth Paine?

Sim.

Jogaram dados no apartamento de um homem chamado Scalise

hotel Street 43?

Sim.

esteve em contato com o Paine esta manh�?

N�o.

Tem id�ia de onde pode estar?

N�o, nenhuma id�ia.

Por isso sabemos, voc� e Paine s�o amigos �ntimos.

Sim.

Pode nos dizer o quanto de �ntimos?

Sou sua esposa.

Ent�o �? Mas voc� vive com seu pai.

Ken e eu nos separamos faz tr�s meses.

O que aconteceu na casa do Scalise quando esteve l�?

Posso saber por que me fazem tantas perguntas?

Preferimos lhe dizer depois, se n�o se importar.

Ken tinha bebido e brigou.

Tenho entendido que lhe bateu.

Sim.

Voc� o viu bater no Morrison?

N�o, tinha ido embora.

Para onde?

Para minha casa.

pegou um t�xi?

N�o, me encontrei com meu pai em sua parada,

Na entrada do hotel. � taxista.

Ele me levou at� o metr�.

Soube um pouco do Paine depois de chegar em casa?

Sim, me telefonou.

O que queria?

N�o sei. Desliguei.

A que hora?

Por volta das 00:30.

Ligou desde sua casa?

N�o.

Como sabe se desligou?

Porque meu pai foi a sua casa depois de me deixar.

Para que?

Ou�am, tudo isto � necess�rio?

Acreditam que sim, Srta. Taylor.

N�o queria lhe dizer nada, mas chorava e me viu a marca.

E o que disse?

zangou-se muito. J� me havia dito que...

O que?

Que se Ken voltasse a me bater, quebraria a sua cabe�a.

Morrison foi assassinado ontem � noite.

N�o.

No apartamento, depois de que voc� se foi.

o mataram com uma faca

E procuram Ken... Acreditam que foi ele?

Quando seu marido come�ou a ter ci�mes do Sr. Morrison?

Ci�mes? Que tolice.

Apenas lhe conhecia.

Mas tinha sa�do com ele.

N�o, Ken me chamou e me convidou para jantar.

N�o disse que estava separada?

Sim, mas insistiu e me deu muita pena.

Quando cheguei ao restaurante, Morrison estava com ele.

depois de jantar, Ken nos levou a esse apartamento.

Ent�o, compreendi que tinha querido sair comigo

para me utilizar de acompanhante com o Sr. Morrison.

Foi muito humilhante, claro.

Pobre Ken, deve estar sem um centavo.

por que lhe bateu?

Porque o disse que ia embora.

Ele n�o queria que o Sr. Morrison se fosse .

Porque Morrison estava ganhando.

Sim.

Quanto dinheiro estava ganhando?

Muito dinheiro. Acredito que disseram 19.000.

Obrigado pela informa��o. N�o a incomodamos mais.

Ol�, Jack.

Ol�, Morgan. Me alegro muito de lhe ver.

Igualmente. Boa noite.

Boa noite.

Srta. Taylor.

Ol�.

Boa noite. Queria falar com voc�.

Saber um pouco do Ken?

N�o.

Acredita que eu sei onde se esconde e que n�o quero lhe dizer

Aonde vai?

A minha casa.

Se importa que lhe acompanhe?

Uma maneira de se preparar para me fazer o terceiro grau.

Isto n�o � um terceiro grau. N�o tem nada que ver com o caso.

veio me deter como � comum para um jogador?

N�o sou. Nunca tinha estado em um lugar deste antes.

Quer jantar com algu�m?

� um convite?

Sim.

pego o metro al�. Demorarei uns minutos para me trocar.

Vamos nessa.

Papai, est� em casa?

Na cozinha.

Temos visita.

Uma mulher?

N�o.

Este � meu pai. O Sr. Dixon.

Mark Dixon.

Muito prazer em lhe conhecer.

N�o se lembra de mim? Sou Jiggs Taylor.

N�o me lembro. Sinto muito.

Com licen�a. Vou me trocar.

Sente-se e o lembrarei.

As duas da madrugada.

Eu cruzava Central Park. Ventava muito

Um detetive entrou em meu carro e disse,

''Siga a esse carro negro. Est� cheio de ladr�es.''

Apertei o acelerador.

Aqui tenho o diploma que me deu o Prefeito.

''Por ajudar ao Detetive Dixon em momentos de perigo.''

Ah, sim. Faz seis anos.

nos conte como abriram fogo e lhe encheram o t�xi de tiros.

Mark tamb�m poderia cont�-lo, certo?

Sim, lembran�a que atiraram v�rias vezes.

V�rias vezes?

Papai diz que foi uma batalha, como a do Waterloo.

Isso � o mau da nova gera��o.

N�o t�m respeito.

Quer uma bebida, Mark?

N�o, obrigado.

De servi�o, n�o �?

Estar� trabalhando no assassinato do Morrison.

Assim �.

Um cigarro?

Obrigado.

H� algum outro suspeito?

Esse tal Scalise, n�o? ouvi falar dele.

O Departamento acredita que n�o tem nada que ver.

Tamb�m h� um com a liberdade provis�rio e s� � jogador.

Mas voc� tem outra id�ia, n�o?

Em primeiro lugar, mentiu ao dizer que Morrison perdia.

Sua filha diz que ia ganhando 19.000 d�lares.

Est� claro que foi ele.

N�o v� por aqui dizendo que ontem � noite

foi casa do Paine para lhe pegar.

Pouco me d� o cuidado que se saiba. Faz muito que o buscava.

Papai, ao Sr. Dixon n�o lhe interessa a hist�ria de minha vida.

Senhor, o que faria se tivesse um genro assim?

No fim foi uma sorte n�o ter lhe visto ontem � noite.

se houvesse lhe...

me perdoe, me passei com a alegria de lhe ver.

Quer comer algo? H� comida para tr�s.

N�o, papai. vamos sair.

Poder�amos falar dos velhos tempos.

Em outro momento, Sr. Taylor. Muito prazer em cumpriment�-lo.

Bom. Ao menos, n�o sai com algu�m que acabar� por lhe quebrar o pesco�o.

Que coisas diz, papai.

Boa noite.

Adeus, filha. Se divirtam, crian�as

Boa noite, Sr. Detetive.

Ol�, Martha.

Boa noite.

Tudo bem?

Eu gosto dos lugares que se especializam em boa comida

e n�o t�m ma�tre.

Servem a pior comida da cidade.

Mas n�o se preocupe. Mas d�o anti�cidos com a sobremesa.

Quem lhe convidou ao meu restaurante, Sr. Detetive?

Eu n�o.

Martha, � a chefe de uma banda de g�ngsters.

Minha presen�a lhe p�e nervosa.

Sim, ontem roubamos uma maleta de diamantes. Quer v�-los?

nos ponha dois de seus perigosos jantares, Martha.

Sabe quanto me ofereceram por envenen�-lo?

Dez dolares.

Exato, mas eu quero 15.

Dois jantares. Querem vinho?

Uma garrafa pequena.

Sempre t�o generoso.

Lhe adora. N�o � certo?

� natural. Coloquei seu marido na cadeia.

Era um criminoso?

Lhe batia.

� muito simp�tica.

Com voc� diante, est� muito comedida.

N�o estou acostumado a

vir aqui com uma mulher.

Quero dizer...

N�o me diga.

Mas a sua esposa sim a trar�.

N�o tenho esposa.

Meu pai me disse que estava casado.

Seu pai n�o � uma boa fonte de informa��o.

Sim. N�o conhe�o ningu�m que diga tantas mentiras.

se diverte.

Sempre est� levando a reis, rainhas ou estrelas de cinema.

E escutando conversas incr�veis.

Lhe adora, n�o?

Sou louca por ele.

Espero que voc� venha Freq�entemente, senhorita.

Este homem leva cinco anos espantando a todos meus clientes.

Um detetive na janela. Como vai vir a gente?

Mas agora com uma mulher bonita, quase parece humano.

Como est� a sopa?

Est� muito boa.

Obrigado. Tome toda a que quiser.

H� tentando entrar em contato com o Paine?

N�o, a verdade � que n�o sei o que fazer.

Quando se casaram?

Quando ele voltou da guerra,

mas nos conhec�amos de antes.

Esta manh� disse que se tinham separado.

Faz tr�s meses.

por que?

� dif�cil explicar por que se abandona a um homem

ou deixa de lhe querer.

Sempre jogando a culpa no Ken, mas tamb�m foi minha.

N�o compreendi o que o fazia ser t�o insuport�vel.

Acredito que a causa principal � a falta de trabalho

e que tem muito orgulho. Muito orgulho.

Quando um homem quer procurar trabalho, o encontra

Se preocupa que eu sofra quando acabarem por lhe deter.

Pois sim, algo assim.

N�o lhe abandonarei se lhe detiverem.

Necessitar� de mim e devo a ele.

Ainda lhe quer, n�o �? Apesar de tudo.

N�o. J� n�o se trata de amor.

Sr. Detetive, telefone!.

Com lincen�a. Deve ser meu parceiro.

Querer�o saber o que estou comendo.

Dixon falando

Estou a uma hora lhe procurando. H� not�cias.

Paine apareceu.

Onde estava?

Um vigilante do rio denunciou que um homem lhe bateu ontem � noite.

Come�ou a trabalhar �s tr�s da manh�.

N�o conseguimos tirar nada em limpo do vigilante.

N�o tinham roubado nada,

mas se lembrou de que levava algo como um corpo.

Dragaram o rio e tiraram Paine.

Quem �?

Mark.

Mark, sou Thomas.

O encontramos com o cr�nio quebrado.

Lhe esperamos em seu apartamento dentro de 15 minutos.

Ok, tenente.

O que lhe passa? Parece doente.

A conta.

tem que ir justo quando come�am a se entender.

Isso � o que ganha sendo pol�cial.

O que lhe vai fazer? N�o t�m um momento de divers�o.

Aconteceu algo?

Tenho que ir trabalhar.

Mas termine de jantar. A comida � boa.

O melhor arroz com frango da cidade.

Sinto que tenha que partir.

Obrigado.

Adeus.

Adeus.

Boa noite.

Gostou, n�o �?

Acredito que � muito am�vel.

Me alegro.

Sabe o que precisa? Uma fam�lia. N�o tem a ningu�m.

De dia e de noite, s� pensa em seu trabalho.

de vez em quando, sai com alguma loira, mas isso n�o � vida.

Um homem como ele deveria se casar com uma mulher bonita,

ter uma casa, filhos...

Economize propaganda, Martha. Sou casada.

Sair com uma mulher casada? Espere que volte por aqui.

J� o tem?

� sangue e muito fresco. N�o est� aqui mais de 24 horas.

Leve ao laborat�rio em seguida.

Paine foi assassinado em seu quarto.

Algu�m veio aqui e lhe bateu

deu com a cabe�a no ch�o.

Tinha uma placa de prata cr�nio por uma ferida da guerra.

A queda deve ter lhe matado

Acredito nisso, tenente.

O assassino tentou tirar o corpo, mas algu�m lhe surpreendeu.

Certamente Dixon, ao entrar pela entrada principal.

se escondeu aqui detr�s da escada e ocultou o cad�ver.

Isso explica a mancha de sangue da parede.

Se for sangue do Paine.

Em seguida nos dir� isso o laborat�rio.

Podemos estabelecer a hora

entre as 00:30, em que Paine deve chegado aqui, e as 03:00,

quando o assassino pegou o vigilante no pier.

Ol�, Dixon.

J� conhece sr. Gilruth do Escrit�rio do Fiscal.

Sim. Ol�. Tudo bem?

Ontem � noite se deu voc� muitos passeios, Dixon.

Voc� e o Sr. Paine.

N�o houve mais rem�dio, tenente.

N�o compreendo como n�o se encontraram.

Voc� esteve aqui �s 00:50. Klein lhe falou por telefone.

certo.

Paine veio, fez a mala e saiu a 01 :10.

Ent�o, foi quando o t�xi lhe pegou

de modo que foi quest�o de minutos.

Como n�o estava aqui, supus que estaria tomando uma bebida

e sa� andando pelos bares.

Um homem com pressa n�o se mete em um bar.

A que hora voltou Dixon?

Por volta das 01 :50.

E se foram imediatamente?

Sim, sa�mos a procura de Paine.

Est� claro. Organizou uma pista falsa.

Vai � esta��o da Pennsylvania e decide voltar e se esconder aqui.

Pensa que a pol�cia j� veio e que n�o voltar� a lhe procurar.

A que hora diz Jiggs Taylor que veio aqui?

�s 02:15.

Isso lhe vai complicar muito as coisas.

Sim, e veio aqui muito zangado, segundo sua filha,

disposto a lhe dar uma surra.

N�o percam o tempo com o Taylor.

por que? Parece evidente. h� motivo, oportunidade...

Foi o Scalise.

Eu n�o o vejo assim, Dixon.

Pois assim �. Scalise matou o Morrison.

Logo temeu que Paine o dissesse � pol�cia

e mandou algu�m para que acabasse com ele.

Isso n�o tem base.

que matou a Paine o fez acidentalmente.

S� pretendia lhe bater.

Um homem do Scalise n�o teria atuado assim.

Teria esfaqueado ou atirado. O que h�, Benson?

Fora est�o Jiggs Taylor e sua filha.

Que entrem. falou muito?

N�o para, qualquer diria que � um conferencista.

Acredito que fecharemos o caso esta noite com a declara��o dos dois.

Sou o Tenente Thomas.

Prazer.

Muito prazer, tenente.

Como dizia a seus homens ao vir, esperava-me isto.

Assim que soube que tinham matado a Ken,

compreendi que me chamariam por estar na cena do crime.

E tinha preparada sua hist�ria, verdade?

Vou lhe ser breve. Para fazer ganhar tempo,

o direi tudo sem que tenha que me perguntar. Tudo o que aconteceu.

Ontem de noite vim aqui como �s 02:15

procurando a meu genro.

Estava muito zangado, n�o?

Sim. O adverti que, se voltasse a p�r a m�o em cima de Morgan,

O quebrava a pauladas.

Siga, vamos ao fato, Jiggs.

Bem, isso � tudo.

A porta n�o estava fechada. Entrei, dei uma olhada.

N�o havia ningu�m e fui.

Com o cad�ver.

Que cad�ver?

De Paine.

Isso � a verdade, tenente. Lhe disse que...

J� chega de mentiras, Jiggs.

Conhecemos todos seus movimentos.

Levou o corpo ao rio, golpeou o vigilante e jogou o corpo na �gua.

Assim tamb�m peguei um vigilante.

Est� bom!.

Senhores, estou dizendo a verdade.

N�o vi o Paine, mas se chegar a lhe ver,

Quebro a cara dele, isso eu n�o nego.

O merecia, mas fui daqui a dois minutos ap�s chegar

e peguei um passageiro 3 minutos depois, na esquina.

O congressista Reynolds. o levei ao Hotel Astor.

Comprove, Klein.

Sim, senhor.

Sim, prove! Comprovo tudo o que quiser.

A que hora voc� disse que chegou ao Hotel Astor?

�s 02:40.

Viu algu�m por l�?

Sim, Pat Rafferty e Hymie Berg.

Outros dois taxistas.

O congressista n�o est� em casa. Quer que v� para l�?

N�o. Comprovaremos depois.

O vigilante pegaram �s 03:00 exatamente, segundo o relat�rio.

Sim.

De modo que Jiggs Taylor teve 20 minutos

para voltar do Hotel Astor e dar cabo de tudo.

N�o p�de voltar aqui ao Astor, e matar o Paine,

levar o corpo ao carro, chegar ao pier

e golpear ao vigilante �s tr�s.

N�o se pode fazer em 20 minutos.

Nos enganamos de homem, tenente.

Sobre tudo, se o congressista confirmar sua hist�ria.

N�o nos equivocamos.

Se Paine j� estava morto �s 02:15

e Taylor colocou o corpo bagageiro...

� muito complicado.

Lhes disse que levei o Sr. Reynolds.

Sim, senhor, mas se dirigia ao rio para atirar o corpo do Paine

quando Reynolds lhe parou.

O levou ao hotel e em 20 minutos teve tempo para voltar para pier,

golpear ao vigilante �s tr�s e atirar o corpo ao rio.

Paine saiu daqui a 01:10 segundo a senhora a� de baixo.

Estamos perdendo tempo.

N�o acredito, Dixon.

Venham comigo.

Viu sair algu�m desse pr�dio levando algo grande?

Eu n�o vi nada disso.

me deixe. me deixe...

Vou lhe lhe fazer uma pergunta muito importante, Sra. Tribaum.

Est� certa de que era Paine quem saiu daqui a 01:10?

Naturalmente que sim. De novo uma s�rie de perguntas tolas.

Vou lhe fazer uma pequena experi�ncia, Sra. Tribaum.

Taylor, quer p�r esta capa e este chap�u?

Para que?

Ponha um esparadrapo no olho para acentuar a apar�ncia.

Um momento, a que vem isto?

Deixe de gra�as. N�o vai conseguir nada.

Ontem � noite p�s o chap�u e a capa do Paine

e p�s de volta na sua mala �s 01:10.

depois de o matar e esconder seu corpo em alguma parte.

Quer confessar?

Lhe disse a verdade.

Pois ponha capa.

N�o o fa�a. N�o t�m direito de lhe pedir isso

N�o porei isso. N�o estou de humor para palha�adas.

Dixon, voc� � da mesmo tamanho.

N�o compreendo para que, senhor.

A senhora diz que o viu sair ontem noite.

Sim, senhor. Vi o Sr. Paine pela janela.

N�o, viu uma capa, um chap�u e uma mala.

Adiante, Dixon.

Algu�m tem esparadrapo?

Eu.

Debaixo do olho esquerdo.

Sra. Tribaum, foi diretamente ao carro ou olhou para voc�?

Me olhou.

Dixon, pega a mala, caminhe para o carro e olhe para c�.

Estava sentada aqui?

Estava aqui, fechando a janela.

Um taxista me perguntou se eu tinha chamado um t�xi.

Pode reconhecer um rosto a essa dist�ncia, Sra. Tribaum?

Sei que esse homem n�o � o Sr. Paine.

Distingue suas fei��es com esta luz?

N�o, mas sei por outra coisa que n�o � o Sr. Paine.

por que?

N�o me comprimentou.

Sempre a comprimentava?

Sempre.

me comprimentava assim.

E a sauda��o ontem � noite?

N�o se lembra?

Sim, lembro. Ontem � noite n�o me comprimentou.

Tem raz�o. N�o era o Sr. Paine.

N�o podia ser. Me teria comprimentado.

Obrigado, Sra. Tribaum.

Viram? O levem para a delegada.

Isto � uma brincadeira.

que brincadeira nada, Taylor.

Saiu daqui se fazendo passar pelo Paine �s 01:10.

Voltou e recolheu o cad�ver �s 02:15

e deixou o congressista no Astor �s 02:40

e se dirigiu ao pier

O que...?

rapazes podem levar.

Queria falar com meu pai.

Em frente.

Posso faz�-lo a s�s?

Lamento, est� detido.

Papai, por favor. Viu Ken ontem noite?

Eu juro, pela mem�ria de sua m�e,

que nem o vi, nem lhe pus a m�o em cima.

Eu acredito.

Acompanhe � senhorita, Casey. Isso � tudo por esta noite.

Prefiro ir sozinha, se n�o se importar.

Levo mais de uma hora lhe procurando. U�sque e �gua, Bill.

A verdade � que Thomas brilhou.

E em seu primeiro trabalho. N�o acreditei que fosse t�o bom.

N�o diga tolices. se equivocou.

Mas, homem, Mark, se estiver muito claro.

Eu n�o o vejo nada claro.

Scalise fez isso. Scalise matou os dois.

Morrison e o Paine.

Os fatos s�o os fatos, Mark.

J� ver� como Taylor confessa tudo dentro de uns dias.

At� mais tarde.

aonde vai?

Vou fazer o Scalise falar.

Um momento, Mark. N�o � quem deva fazer isso.

O chefe deu uma ordem, que deix�ssemos em paz o Scalise.

me solte.

Vou lhe dar um bom conselho de amigo.

N�o se deixe enrolar por uma cara bonita.

� muito o que se joga.

� t�o tapado como Thomas.

O levarei para casa.

N�o vai me levar a nenhum lugar, imbecil.

Fica com seu chefe e suas ordens.

me solte ou lhe quebro a cara

J� fechamos.

Scalise est�?

Vou ver.

N�o se incomode.

Ponha a roupa, Scalise.

Quando me der a vontade, Dixon.

Hei, j� est� bem.

Calma, Steve. Lhe advirto que n�o me toque.

por que? N�o acredito que tenha a faca neste momento.

encontramos a que usou no Morrison.

Isso � mentira.

Acredita?

Sempre � um prazer que um policial se engane.

Eu n�o gosto que os ratos riam de mim.

Que pena.

Vou p�r minhas cartas de cara para cima.

Esta noite ser� de verdade, Scalise. Ter� que falar.

Sabemos que Morrison ganhou quase 20.000 d�lares,

que quis sair e que lhe matou.

Logo se preocupou que Paine contasse o que tinha acontecido

e mandou um de seu homem para acabar com ele.

Quer me acusar da morte do Paine?

Voc� matou o Morrison e o Paine.

E vou conseguir que o confesse.

Fora todos. vai falar comigo a s�s.

N�o ouviu. Fora!

Ok, Steve.

Joe! Ernie!

D� uma olhada a� fora, Kramer.

Pegue os casacos.

Deveria acabar com ele ou n�o me deixar� em paz.

Pensa. A coisa ficar� feia se um policial morrer.

Continuam a� fora?

Continuam.

Os dois.

N�o, acabo de me decidir.

N�o fa�a.

Est� bem, de acordo. Vamos.

pega as chaves, Steve.

Quem �?

Mark Dixon.

Se n�o lhe importar, queria falar com voc�, Srta. Taylor.

O que aconteceu? Est� ferido.

preciso beber algo.

Onde diabos estou? Ai minha cabe�a.

N�o sei por que vim.

J� vou.

N�o pode ir assim.

por que vim aqui? devia vir por algo.

O que lhe aconteceu?

tive um encontro com o Scalise e seus homens.

Quer que chame a pol�cia?

Deixemos de lado a pol�cia.

Esta noite, fui mais imbecil que o costume.

Enchi a todos.

Vamos cuidar disso. Venha comigo.

Sugiro que use um �cido.

Venha. Sente-se aqui.

Com o que lhe bateram?

Com v�rias coisas.

por que brigou com o Scalise?

Tem algo que ver com meu pai?

De certo modo, sim.

N�o acredita que � ele. N�o acho que ele seja culpado, verdade?

Minha opini�o n�o tem nenhum peso.

O mais importante � que necessita de um advogado.

Por isso, vim aqui. precisa de um bom advogado.

Segure isto.

Um que n�o possa perder.

Mas se for inocente...

Isso nem sempre basta.

Os inocentes tamb�m podem ter a vida complicada.

Um falso movimento e est� perdido.

Quanto dinheiro podem gastar voc� e seu pai com um advogado?

Nada.

N�o tem economias?

N�o.

Paine gastou, n�o foi?

Sim.

Obrigado pelo tratamento. me encontro muito melhor.

Volte para a cama.

Virei amanh� �s 08:30. me espere aqui.

N�o brinque comigo. � verdade acredita que n�o foi ele?

Seu pai nunca lhe tocou. Boa noite.

Boa noite.

Sinto haver lhe despertado, Paul. N�o demoro um minuto.

O dinheiro me faz falta.

Quem lhe colocou um dedo no olho?

Tenho 700 d�lares no banco e necessito outros 300.

� para um advogado. Possivelmente voc� queira colaborar.

Quero que Norman Ackerman leve o caso Taylor.

N�o perdeu um caso de assassinato em sua vida,

mas ter� que adiantar 1.000 d�lares, pelo menos.

Volto em seguida.

Quem �, Paul?

Mark. Quer 300 d�lares.

Para que?

Para o advogado de sua garota.

Desde quando esse gorila tem...?

Shirley, n�o discuta.

depois de como o tratou, tem a coragem de lhe pedir dinheiro?

Por favor, j� disse que n�o discuta.

Me disse que n�o voltaria a lhe dirigir a palavra.

Eu que sei, Shirley.

Me faz de mal ser t�o duro.

300 d�lares para um homem a quem quis quebrar a cara.

as leve a casa de empenho, lhe dar�o mais por elas.

Possivelmente algum dia possa p�r isso

Sim?

O Detetive Dixon com uma senhora.

lhes diga que entrem.

Mande esse cabo, Mary. Logo, a chamarei.

Ol�, Mark.

Ol�, Jerry.

Bom, o que houve?

N�o houve nada.

Sr. Morris, a Srta. Taylor.

Prazer, Srta. Taylor. Sente-se.

Jerry, Ackerman est� fora da cidade. Sabe quando voltar�?

Est� em Washington. Vir� esta tarde por volta das cinco.

Queria marcar uma hora para a Srta. Taylor.

Seu pai est� envolvido caso Paine-Morrison.

J� me inteirei. Acreditei que voc� o levava , Mark.

E o levo. Por isso vim. Eu gosto da compet�ncia.

Isso � o adiantamento para que aceite. S�o 1.000 d�lares.

Guardarei. Venha por volta de 17:30.

O Sr. Ackerman a receber�.

Obrigado. Muito obrigado.

Nunca tinha visto ningu�m t�o generoso.

O que acabou de fazer.

Meu parceiro tamb�m me ajudou.

� assombroso. Sabe uma coisa?

Poderia lhe beijar. Aqui mesmo.

Bem pode ser. Lhe ofere�o um �libi para seu chefe.

lhe diga que chegou tarde por culpa da pol�cia.

O Sr. Friedman me dispensou do emprego.

N�o lhe conv�m ter a Srta. Morgan Taylor. Prejudica o neg�cio.

Os clientes n�o se concentrariam em seus modelos.

Imbecil. Lhe quebraria a cara.

Com certeza que sim.

Muito bem. Adeus.

Tem uma chamada, Quer responder?

N�o, estou ocupado.

J� imaginava. Lhe disse que n�o veio aqui

� maravilhoso como a olha.

Nem sequer comeu os ravioli.

A comeu com os olhos, porque � linda.

J� est� bom.

S� pretendo lhe ajudar.

N�o sabe conquistar uma mulher e eu o estava facilitando.

Adeus, Martha.

Adeus.

Um dia maavilhoso.

Eu, sem trabalho, todo mundo contra mim,

meu pai preso em uma cela e faz um dia maravilhoso.

N�o � incr�vel?

Hei, Mark.

Desculpa.

Todo mundo o est� procurando. Onde estava?

O que se passa?

O chefe est� babando. Vamos.

Se importa de ver a Ackerman sozinha?

Possivelmente seja melhor. Depois, me espere em meu hotel.

Este 54, n�mero 230A.

Lhe espero, Mark. E muito obrigado por tudo.

Vamos.

Voc� queria me ver, inspetor?

Voc�, venha aqui.

Este � um dos homens que lhe bateram ontem � noite?

Isso foi um assunto pessoal, senhor.

Seus assuntos pessoais d�o muito problemas ao departamento.

Levem este homem e o detenham como testemunha.

N�o tinha por que ir ver a Scalise.

Lhe disse que n�o o fizesse.

desobedeceu as ordens de um superior.

Acreditei que poderia lhe tirar uma confiss�o.

Mas n�o o fez

e conseguiu que Scalise sumisse.

Agora demoraremos dias para o encontrar.

Eu o encontrarei.

Voc� n�o encontrar� ningu�m.

Deveria lhe expulsar do departamento. Isso � o que merece.

Convido que pegue uma semana de suas f�rias anuais

a a partir de agora.

N�o quero lhe ver, nem ouvir, em uma semana.

Quero que se v� a algum lugar e se acalme.

Sim, senhor.

Qualquer um que lhe visse diria que � um vagabundo.

Antes de tudo, arrume a cabe�a,

por fora e por dentro. Pode se retirar.

Sim, senhor.

Tem raz�o.

N�o deveria deixar Scalise escapar at� resolver o caso.

Parecia que tinha sido Paine, senhor.

V� at� esse Steve.

Acredito que falar� se lhe pressionar.

E trate de lhe falar como o faria Dixon.

Sim, senhor.

Sente-se. Agora vai falar.

Voc� esteve nessa partida com o Morrison.

Sim...

me escute!

Vai me dizer a verdade, e a vai me dizer agora.

Ol�, viu o Ackerman?

Sim.

esteve chorando. O que houve?

O Sr. Ackerman n�o quer aceitar o caso.

Tem muito trabalho.

H� outros advogados.

irei falar com o Bill Cantwell.

� t�o bom como Ackerman.

N�o servir� de nada.

Tudo est� como antes e esta tarde parecia tranq�ila.

N�o tinha pensado na gravidade do caso.

Acreditava que porque era inocente,

n�o podia lhe acontecer nada.

Mas lhe acontecer�.

N�o.

J� lhe aconteceu. Est� na cadeia.

O julgar�o e ele n�o fez nada.

Outra pessoa fez e meu pai vai pagar.

Tudo vai se esclarecer.

N�o tente me enganar.

Ackerman n�o aceitou o caso por medo de perder.

Assim podem lhe declarar culpado.

Por favor, me acredite. ao seu pai n�o lhe vai acontecer nada.

por que?

Antes n�o estava t�o certo e agora est�.

Porque ele n�o matou o Paine.

Pode provar?

Sim.

Como?

Mark, sabe algo que n�o me disse.

com certeza.

O que? O que sabe?

Eu lhe direi.

Por favor.

� uma crueldade saber e n�o me dizer.

Embora tenha que violar algum regulamento.

Se souber algo, Mark...

N�o fa�o mais que pensar como estar�.

Nunca fez nada errado. N�o lhe conhece. � bom.

Tratava a todo mundo como a um amigo.

E agora est� na cadeia como um criminoso.

N�o sabe o que � sofrer assim por um pai.

Meu pai era um ladr�o.

Mark...

Agora est� morto.

Morreu quando eu tinha 17 anos ao tentar escapar da pris�o.

Eu lutei toda minha vida para ser diferente dele.

Mark...

Meu bem.

Anda,v� para casa.

por que, Mark?

Porque se apaixona por quem n�o deve, pelo Ken e por mim.

Isso n�o � certo. Confio em voc� com toda minha alma.

Me alegra pelo que disse do seu pai.

Voc� n�o � como ele. Sei.

Obrigado. Agora sei o que vou fazer para lhe salvar.

O que?

N�o me fa�a perguntas.

Eu sempre fa�o as coisas a minha maneira.

Parece cansada. Procura dormir.

Obrigado. Agora j� n�o tenho medo.

Tudo vai sair muito bem.

Sim. Tudo sair� bem.

Adeus.

Esperarei aqui.

Em frente, MAC.

Tenha mais cuidado, Sr. Dixon.

Quase que dou com a porta na cabe�a.

N�o se preocupe. O t�xi est� no seguro.

N�o estava fazendo nada errado. Estava lendo o jornal.

N�o me interessa o que fazia.

na segunda-feira lhe citaram por violar a condicional

Lhe faltam tr�s anos, n�o?

Isso.

Quer que o ajude?

O que pode fazer por mim, Sr. Dixon?

Dizer que eu o mandei ao Hotel do Scalise. Que foi meu informante.

Sim?

Sobre tudo o provar.

Como?

N�o se fa�a de idiota.

Informar � pol�cia sobre o Morrison.

N�o, me dizendo onde est� Scalise.

Me vai dizer isso, Willie.

Economizar� tr�s anos e muito maus momentos, me acredite.

E isto que s�o bom entendimentos?

estar� procurando isso se n�o responder.

Espere, espere. Me matar�o, Sr. Dixon.

Onde est� Scalise?

Tenho que averigu�-lo.

O telefone. me deixe usar um telefone.

Est� bem.

MAC, para nesse bar.

De acordo.

Fica com o troco.

N�o me empurre. Notar�o.

Entra na cabine. N�o o escutarei.

-Al�. -Sou Willie Bender.

Quem �? Kramer?

Kramer, estou em uma confus�o dos diabos.

Como que sempre estou em confus�es?

Estou com o Mark Dixon do outro lado da cabine.

N�o, n�o pode ouvir nada e quer encontrar o Scalise.

E lhe ocorre ligar para c�? N�o tem nada na cabe�a?

Ter� anotado o n�mero.

Quem �?

Willie Bender. Dixon o obrigou a chamar.

Deixa.

Sou Scalise. Ele est� sozinho?

Se acalme, Willie, e me escute.

Estou de acordo em ver o Dixon. Mas a ele sozinho.

Vai fazer desta maneira.

Pega um l�pis e anota o endere�o.

Para que veja que n�o tenta lhe enganar.

Espera um momento.

Agora.

lhe diga que lhe verei com as seguintes condi��es.

Sim.

Sim, sim.

Sim.

Entendido. Sim.

O que disse Scalise?

N�o estava falando com ele. falei com o Kramer.

Diz que ele ficar� em contato com o Scalise

e que esteja no East River frente a Bellevue �s 3 da manh�.

E que, se tudo for bem, ele ir� lhe buscar. Ah, e que v� sozinho.

Que mais?

Nada mais.

Obrigado.

E minha condicional? Fiz o que pude.

Ol�, correios.

Servi�o de mensagens. Enviem a algu�m no Hotel Greystone.

Que espere na entrada. Que pergunte pelo Dixon.

Mark Dixon. Em seguida.

Ao Inspetor Nicholas Foley.

n�o tive a coragem de lhe dizer isto enquanto estava com vida,

porque n�o queria acabar como o filho de Sandy Dixon.

Assim me chamam todos os delinq�entes de Nova Iorque.

O filho de Sandy Dixon.

E tamb�m meus parceiros nas minhas costas.

Queria acabar como um policial e isso � o que vou fazer.

Eu matei a Kenneth Paine. Foi um acidente.

Tinha ido o deter . Me acertou e lhe dei o troco.

Como ia saber ou seja que tinha uma placa de metal cr�nio?

Reagi como se fosse um bandido

pelo sangue que levo nas veias.

Mas isso terminou.

Vou lhe entregar o Scalise.

� um criminoso. Como foi meu pai.

N�o necessitar� provar que ele matou a Morrison.

Poder� lhe prender por me matar

e, com isso, tudo ficar� solucionado.

Atenciosamente, Mark Dixon.

PARA SER ABERTO EM CASO DE MINHA MORTE, DIXON

INSPETOR Nicholas FOLEY

Onde est� o Scalise?

Scalise n�o est� aqui, mas deixou um recado para voc�.

Que recado?

Est� disposto a lhe ver com certas condi��es.

Que condi��es?

Tem que ir desarmado.

Onde est�?

Temos ordens. N�o lhe ver� se for armado.

Deixa al�

Alguma outra coisa?

Temos que lhe revistar.

Adiante, estamos perdendo o tempo.

-N�o tem nada. -Vamos.

Tudo bem.

Sente-se, Sr. Dixon.

disse aos rapazes de que viria sozinho.

Sabia, porque lhe conhe�o, Sr. Dixon.

O que n�o entendo � o motivo para me visitar estas horas.

Lhe disse que se sente.

Nunca vi um homem t�o cheio de �dio.

� quase c�mico que tenha vindo sozinho.

N�o podem provar que eu matei a Morrison.

A pol�cia est� disposta a me deixar em paz,

mas voc� segue meu calcanhar, como sempre.

Sente-se, Dixon. N�o brinco.

N�o entendo o que tem contra mim.

Ou melhor, pensou que com isso conseguiria me fazer fugir.

Pois n�o vamos fugir, Dixon.

Vamos amanh� pela manh�. Com passaportes e tudo em ordem.

Enquanto voc� fica aqui preso.

Isso nos dar� motivo para rir.

Aqui metido, tentando desesperadamente chamar a aten��o.

Talvez, tamb�m riam na pol�cia.

Vamos, Sr. Dixon. veio aqui por algo.

Saibamos o que �.

Colocou algo na cabe�a. N�o cabe a menor duvida.

Vou lhe lhe dar um conselho. Escute atentamente.

Fa�a um gesto de me tocar e lhe matar�o.

Assim que fa�a um movimento, saber�o o que t�m que fazer.

J� lhes dei instru��es.

Alto! N�o atirem mais.

Ele o procurou.

Sim, ele o procurou. veio aqui para isso.

Para que lhe mat�ssemos. Est� louco.

Notei quando me olhava.

Kramer, tira algo da� e trate dele.

� uma maneira muito estranha de culpar algu�m.

Fazendo que lhe matem.

Tem que estar muito mal para fazer o que fez.

N�o sabia que ningu�m podia odiar assim.

Nem sequer voc�

E tudo porque seu pai tinha neg�cios comigo?

estive pensando sobre isso. devia ter suposto ontem � noite

quando tentou jogar em mim a culpa pelo Paine.

Foi o primeiro que entrou na casa do Paine,

encontrou o Paine, lutou com ele, lhe matou,

logo atirou seu corpo ao rio e teve que acertarr o vigilante.

agora, � meio pol�cial, meio assassino.

O homem que odeia os malfeitores,

mas que trabalha para si mesmo.

Um policial que n�o pode ver um assassino solto.

Ent�o, o que �? Um assassino como seu pai.

� interessante ver o que diz o sangue.

Seu pai se sentiria muito orgulhoso ao ver que, por fim, segue seus passos.

Dever�amos ser bons amigos quando se encontrar bem.

H� muitas coisas que um mal pol�cial pode fazer por mim.

Pegaram o Steve. O tiraram a pancada.

Disse tudo referente a Morrison.

N�o acabei.

lhe deixe sangrar. Vamos.

Chama o elevador.

PERIGO N�O ENTRAR.

Abre a porta.

N�o se abre. N�o podemos descer.

Aperta os bot�es de emerg�ncia.

cortaram a luz. Estamos presos.

Esse asqueroso pol�cial.

N�o pode trocar, verdade?

Nunca aceita uma ordem e sempre faz as coisas a seu modo.

Desta vez, acertou. no prego.

Obrigado, inspetor.

Mark.

Papai est� em liberdade.

O que posso dizer � obrigado.

Ele n�o fez tudo, Srta. Taylor.

O departamento contribuiu para estabelecer a inoc�ncia de seu pai.

Estou orgulhoso de voc�, Mark.

Assim que devolverei seu posto

e lhe recomendarei para uma promo��o.

� maravilhoso.

Aqui tem sua carta. Como n�o morreu, n�o a abri.

Achei que fosse morrer?

N�o acredito que o Sr. Dixon soubesse o que fazia.

Certo que estaria zangado quando escreveu isso

e agora mudou.

Rasque, Mark, e esque�a tudo isso.

Descanse para curar o bra�o.

Papai est� esperando, Mark.

Vem para casa conosco?

N�o lhe parece que isso parece umas boas f�rias?

Vamos, descansar.

Eu gostaria que abrisse a carta, inspetor.

Tem certeza?

Sim, senhor. Abra

O que aconteceu?

Mark.

Isto esclarece os dois casos.

Est� detido.

N�o.

O que se passa? Por favor, Mark, me diga

Se importa que que ela leia a carta?

Relata ao Tenente Thomas. Eu me encarregarei deste assunto.

Sim, senhor.

Mark.

Adeus, Morgan.

N�o, Mark. Acreditar�o, devem acreditar em voc�.

Foi um engano, um acidente.

Qualquer pode ter um acidente.

Dar� outra oportunidade ao filho de Sandy Dixon?

Todas as chances do mundo

Isso � suficiente para viver.

At� mais tarde, Morgan.

At� mais tarde, meu bem.

Palanca:Brasil sincronia blurayzera Mauro

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