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SEDE DE MATAR
...s� porque me recuso a ser amarrado
Sou um rebelde na cidade
Uma alma inquieta
uma mente em desenvolvimento
...Tenho muito a decidir;
Caso contr�rio, est� tudo bem
Quando come�ar a fazer perguntas e abrir os olhos,
parece, que a �nica coisa, que dizem, s�o muitas mentiras
presume-se, que um homem deve viver, como viveu seu pai.
Mas, eu quero algo mais
Suponho, que no devido tempo,
me assentarei
mas, por enquanto, simplesmente tenho, que ser livre.
Deixa, que eles me chamem de rebelde na cidade
Peter!
Peter!
Peter!
Volte aqui!
Senhora?
Pare de fazer coisas est�pidas ou vai quebrar seu pesco�o,
e v� para casa, o caf� da manh�, est� quase pronto!
Minhas sauda��es senhora. O comandante j� voltou?
Peter, se voc� n�o estiver dentro de casa em cinco minutos,
mandarei seu pai, Ihe cobrar uma pilha de lenha!
Oh, mam�e!
- Peter, filho... - � o comandante, m�e!
Companhia, aten��o!
Todos presentes, senhor.
- Descansa, filho. - Sargento, voc� quer dizer.
Oh!, desculpe-me, Sargento. E que viva muitos anos.
- Obrigado, pai. - Feliz anivers�rio, filho.
- Obrigado! - Pega!
Um dia desses, ele vai se machucar com essa espada.
Eu duvido. Eu o ensinei, a us�-la.
Voc� viu Adam Russell?
Bem, o que aconteceu?
Cinco renegados confederados passaram por White Springs ontem
e limparam o banco.
N�s os pegaremos!
Eles Pediram, que fosse?
N�o tiveram, que fazer. disse que iria.
John, voc� tem, que ir toda vez, que h� um problema?
Adam precisa de ajuda. A regi�o est� cheia de rebeldes.
Mas nem todos s�o bandidos.
E al�m disso, voc� n�o est� mais no Ex�rcito.
Eles tamb�m n�o, mas continuam lutando.
- A guerra acabou. - Algu�m deveria dizer a eles.
Eles n�o s�o soldados! S�o criminosos civis!
- Adam �... - N�s j� passamos por isso.
- Sabe o que penso sobre isso. - Sim, eu sei.
Pergunto-me, se voc� sabe, como me sinto.
Nora,
isso n�o � um problema pessoal. N�o �?
N�o me importam os rebeldes.
Estou farta e cansada de ouvir, falar de rebeldes!
� s� nisso, que voc� pensa! � s�, no que seu filho pensa!
N�o brinca com outras crian�as!
Passa o tempo, matando Confederados!
Nem mesmo tem um pai, Ele tem um comandante!
Peter!
Peter, por favor, sente-se e Tome seu caf� da manh�!
Coma antes que esfrie, filho.
Sua m�e n�o est� muito bem.
Ela se preocupa muito conosco. Voc� sabe, como s�o as mulheres.
Acho melhor, guardar essa espada, por alguns dias.
Vai sair?
Voc� acha, que voltar� a tempo,
para a minha festa de anivers�rio, pai?
N�o perderia sua festa, nem por um carregamento de ouro.
Que horas marcaram, com a Sra. Ackstadt?
�s quatro. Todas as crian�as da cidade, estar�o l�!
Incluindo eu!
Coma isso! Sim, Senhor!
N�o se preocupe, voltarei assim que puder.
John, voc� n�o pode, ficar de fora s� esta vez?
Al�m do mais, � o anivers�rio de Peter
e queremos voc� conosco.
Por favor, devemos ser mais importantes,
do que com 5 criminosos confederados.
Muito mais.
Confia em mim.
Esperaremos aqui!
Pai, n�o � muito arriscado entrar l�?
Onde h� cidade, h� �gua.
Necessitamos dela, e os cavalos tamb�m!
N�o podemos, viajar sem ela.
Voc�s v�o na frente! Cain, voc� fica aqui!
Oh, Barney!
Agora me escute, mocinha. Fique sentada aqui!
Se sair andando pela cidade, e se sujar, n�o haver� festa.
Al�m disso, faz muito calor, para correr por a�!
Sim, senhora!
Veja, v�!
- L� est� Peter e tia Nora! - Onde?
S�o eles, sim!
Posso dar o presente, para Peter, agora?
Espere, para entregar na festa.
E lembre-se, corretamente, do que eu lhe disse!
Sim, senhora!
L� est� a vov�!
Vamos, m�e!
Est� bem, mas sem correr! andaremos mais r�pido!
Por favor, posso dar o presente agora ao Peter, vov�? Por favor!
Oh, meu Deus! est� bem, se voc� insiste tanto.
Obrigada, vov�!
- Boa tarde, Nora! - Oi, vov�!
- Ol�, Lisbeth! - Ol�!
- Ol�, vov�! - Feliz anivers�rio, Peter!
Obrigado, vov�!
- Tenha cuidado, Peter! - Est� bem!
Crian�as, n�o andem por a�, como um casal de apaches.
Comportem-se como uma pequena dama e um cavalheiro.
- Est� bem! - Vem, Nora?
Bem, como voc� est�, Adelaide?
- Onde est�o suas cal�as? - Peter Willoughby!
O que foi? � a primeira vez, que a vejo de vestido.
Bem, eu coloquei, porque � seu anivers�rio.
Oh, � muito lindo! Obrigada!
- Parab�ns pelo... - Para mim?
Eu tenho, que d�-lo corretamente!
Parab�ns pelo seu anivers�rio! Aqui est� um...
OH, aqui est� seu presente. Vai ficar muito pomposo!
- Eu mesma embrulhei! - O que?
Homens!
Oh, nossa!
Ei, m�e, olha!
Olha m�e, para o meu anivers�rio!
Uma pistola, bon� e coldre!
- Foi eu, que deu a ele! - Foi muito simp�tica, Lisbeth!
Ele tamb�m, faz barulho de p�lvora. Ou�a!
Bem, isso � �timo. Olha, espera aqui com Lisbeth.
Vou a padaria e, em seguida, vamos a casa da vov�
- Voc� acha, que papai estar� l�? - Eu tenho certeza!
Muito bom!
N�o gosto desta cidade!
N�o podem, negar �gua, a quem tem sede.
Bom dia, senhora!
Desculpe-me, por favor? Eu gostaria, de pegar �gua!
Oh! Sinto muito!
Rebeldes...
Eu vou cuidar deles.
Sua m�e disse, para ficar aqui!
Muito Obrigado.
Peter!
Peter!
Peter! Peter, meu filho!
Peter, meu filho!
Vamos, Gray!
Vamos!
Peter, meu filho!
O que foi esse tiroteio?
- Acho, que nos reconheceram, pai. - Onde est�o Frank e Gray?
- Est�o vindo, eu acho! - Voc� acha?
Houve um tiroteio na cidade. Por qu�?
� melhor, seguir em frente, pai!
Eu quero saber, o que aconteceu?
Voc� n�o deveria, ter fugido!
N�o?
Se voc� fosse um homem, voltaria e mostraria a cara.
E ser um homem morto? Eu n�o!
Aquele menino, ficou l� ferido, talvez morto!
Um menino envolvido? O que aconteceu?
Um acidente, pai!
Apareceu atr�s de mim, enquanto os cavalos bebiam.
- Ele disparou sua arma... - Uma arma de brinquedo!
Como ia saber?
Estava nervoso, por estar na cidade.
E n�o volte, a falar sobre isso! Foi um acidente!
O tipo de acidente, causado por um covarde!
Voc� vai levar nosso nome, para a lama!
N�o pude ajud�-lo, fiquei nervoso. O garoto procurou isso!
Ainda digo, que voc� � um covarde!
Tudo bem, j� � o suficiente!
Guarde sua arma, Gray!
- Com que direito, ele fala assim? - Cale-se, filho!
Agora, se acalmem. Os dois!
Gray, voc� tem bom senso, bom instinto
e se orgulha do nosso nome.
E isso � bom, porque o nosso nome,
� tudo, que nos resta.
- O que voc� sugere? - J� disse, senhor!
Wesley deveria voltar e mostrar a cara!
Bem, se Wesley for, todos n�s iremos!
Esta � a nossa regra, voc� sabe.
Por�m, se insistir, votaremos!
Sinto muito, pelo que aconteceu.
Se o garoto est� morto, nenhum m�dico poder� cur�-lo!
Se est� vivo, podemos orar,
tanto aqui, como l�, por sua recupera��o.
Suponhamos, que voltemos a cidade.
Poder�amos dizer, que n�o foi a inten��o
do Wesley, que lamentamos
e n�o enforcariam ningu�m!
Poder�amos dizer, o que a B�blia diz:
"Pai, perdoa-os, porque n�o sabem, o que fazem!"
Se escutassem!
Ou dizer, que seu irm�o estava nervoso
e n�o tinha conhecimento, de seus atos.
Votaremos! Aqueles, que querem voltar � cidade falem!
Frank?
Cain?
Wesley?
A� est� sua resposta, filho. vamos continuar!
Eu �s vezes, tamb�m fico muito nervoso, filho.
Boa tarde, Joe.
Como vai?
Por que, ainda n�o come�ou a festa?
Ol�, doutor!
John, antes de entrar, quero lhe falar.
- O que aconteceu? - Feriram algu�m?
- Quem? - Bem, houve um tiroteio e...
Nora?
Peter!
Peter est� morto!
Est� morto, John!
Peter est� morto! Oh, John!
Estamos, h� um dia a cavalo de Kittreck Wells, pai.
N�o podemos distribuir agora, o dinheiro do banco?
Depois do caf�, filho!
Os neg�cios, depois do jantar. Conhece as regras.
E na varanda? Durante os charutos e o conhaque.
N�o era divertido, quando t�nhamos uma varanda!
Um homem n�o muda de h�bitos, porque tem, que mudar de cama.
T�nhamos uma varanda muito linda!
Sinto muito, pai!
Talvez, n�o fossemos, o que se diz da alta sociedade,
mas todos foram educados como cavalheiros.
�s vezes, � dif�cil lembrar, mas, se fosse voc�s, eu lembraria.
Muita coisa mudou.
J� passaram muitos anos, desde que t�nhamos uma varanda.
Muitos homens morreram.
Muitas casas foram queimadas!
Mas n�s tivemos uma!
Se eu fosse voc�s, lembraria disso.
Tome um caf�, pai!
J� � ruim bastante. termos de viver como bandidos.
Mas, n�o temos, que agir como eles.
Onde est� Gray?
- Ele foi por a�, vou cham�-lo! - N�o se preocupe, vou ach�-lo!
Frank, voc� cuida disto.
- Um caf�, filho? - N�o, obrigado, pai!
Voc� se importa, se eu ficar um pouco, aqui com voc�?
N�o, eu n�o me importo, pai!
Um homem gosta de ficar s�, quando precisa pensar.
- Eu n�o quero interromper! - N�o est� me interrompendo, pai!
� um lugar bonito!
Acho, que este � o lugar mais saud�vel de todo o pa�s!
Sabe?, uma vez sua m�e e eu pensamos em vir aqui.
Faz uns vinte ou trinta anos.
Se tiv�ssemos vindo, voc� teria nascido em algum lugar, por aqui.
Filho!
- Desculpe, pai! - N�o era importante?
As vezes, simplesmente, n�o h� nenhuma resposta, filho!
Resposta para o qu�, pai?
Para as perguntas, que tem se feito, sobre esse garoto ferido.
Voc� est� buscando muitas raz�es, que n�o s�o da sua conta.
O que lhe faz pensar, que n�o s�o da minha conta?
Digamos que, se pensasse assim, talvez se sentisse melhor.
"O Senhor d�. o Senhor tira."
Deixa assim e n�o fa�a perguntas.
Parece f�cil, colocado desta maneira.
N�o � f�cil, filho, somente � mais f�cil.
Um homem ficaria louco, se buscasse uma raz�o, para tudo que acontece.
"Confia no Senhor, de todo o cora��o,
e n�o se ap�ie em seu pr�prio entendimento".
Est� escrito no Livro!
Bem, � o meu entendimento, � o melhor, que tenho.
Tenho me perguntado muitas vezes, como n�s acabamos assim?
Roubando para viver,
sem teto, exceto as estrelas de Deus.
Nenhuma resposta!
Nem como, o bom Deus achou por bem, me dar quatro �timos filhos
e torn�-los t�o diferentes, como o crep�sculo e o meio-dia?
Continuo sem resposta!
Ent�o, fosse qual fosse sua id�ia, quando ele fez com que o Wesley
atirasse naquele menino, � assunto dele!
Porque Ele d� e Ele tira!
Talvez, eu n�o ache, que Wesley seja um mensageiro do Senhor.
Foi exatamente, o que quis dizer.
N�o h� nenhuma resposta terrena, filho.
Ent�o, eu n�o sei nada!
Isto parece, n�o ter fim! S� temos problemas!
Somente cavalgar de um lugar para outro, roubar e, logo fugir.
Isso n�o � exatamente, o que chamaria de uma vida em fam�lia.
Talvez n�o, mas pelo menos, ainda estamos juntos.
Talvez um dia,
encontremos um lugar, longe o suficiente
onde possamos continuar, de onde paramos.
Realmente, acha isso?
Eu lhe disse, que j� n�o me fazia essas perguntas!
Aqui est� o seu dinheiro, filho!
Voc� diz, que encontrou uma pista quando saiu hoje, n�o?
Pegadas de cinco cavalos. Iam rumo ao desfiladeiro Bitter Creek.
Bem, procuravam �gua, por isso vieram para a cidade.
Mas, depois do que aconteceu,
acho que ir�o para Medicine Flat, nas montanhas altas,
e n�s tamb�m!
Quero, que se lembre, que todo homem daqui, quer ajudar!
Vou colocar meus...
N�o, John. N�o � assim, que eu quero tratar disso! Desculpe!
Nora precisa de voc� e voc� dela. Voc� acabou de enterr�-lo!
� melhor ficar!
Adam disse, para voc� n�o ir!
Adam sabe o que faz e eu sei o que fa�o!
Voc� n�o pode ir sozinho, John, e voc� n�o pode mudar as coisas!
O que est� feito, est� feito! Pelo menos espera at� amanh�!
John, Adam disse, que iria atr�s deles!
N�o tem, que ser voc�! N�o precisam de voc�, eu sim!
John, por favor, espere!
Se voc� os encontrar, de que servir�?
Quantos homens tem que matar, para vingar Peter?
E se o matarem?
Fa�a isso por mim, n�o me deixe, quando mais preciso de voc�!
Peter tamb�m era meu filho!
Voltarei o mais r�pido poss�vel, Nora!
- J� vai, filho? - Estou, pai!
- Vai voltar l�? - Isso �, o que pretendo fazer!
Depois de tudo o que disse? O que h� de errado com voc�?
N�o consigo tirar aquele menino da cabe�a.
Sempre o vejo estendido l�. Na rua, ferido!
Tenho, que voltar e verificar se ainda est� vivo.
N�o foi culpa sua. Voc� n�o teve nada a ver.
N�o, mas um dos meus irm�os teve!
Est� agindo como louco, Gray!
Quando entrar na cidade, colocar�o uma corda no seu pesco�o.
� muito est�pido, enforcarem-no por nada!
- O que est� tentando provar? - Eu quero saber!
Eu quero descobrir!
Quando o fim de uma corda, estiver na �rvore e a outra em seu pesco�o,
o que far�?
Eu n�o tinha, pensado nisso.
Ah, n�o tinha pensado, n�o �? Vou dizer-lhe, o que fazer.
Dir�, ao povo, que n�o foi ele,
Salvar� assim o seu pesco�o e lhes dir�, quem fez.
Falar� sobre n�s e nos enforcar�o!
- Cala a boca, Wes! - Calar-me?
E me arriscar ser enforcado, porque ele quer se tornar um santo?
Foi um acidente.
Calem-se todos!
Ningu�m vai para uma festa de gravatas.
Ningu�m vai a lugar nenhum!
Eu pensei, pai!
- E decidi. - Sem nos consultar?
Gray, voc� sabe, que n�o fazemos as coisas dessa maneira!
Ainda somos uma fam�lia.
Quando alguma coisa acontece, n�s votamos!
Isso nos tem livrado de muitos problemas,
desde o Alabama at� aqui.
Esta decis�o deve ser, tomada mesmo.
Vamos votar!
Frank?
- N�o seja in�til, Gray. - Cain?
- Totalmente idiota. - Wesley?
Devemos ficar juntos!
Ouviu seu irm�os, filho!
Eu digo a mesma coisa!
A �nica maneira de me manter aqui, � me matando!
Fa�a uma vota��o!
Pai, isso � minha culpa!
Falarei com ele. Talvez possa, faz�-lo, mudar de id�ia.
S� est� com raiva de mim! Pega pai, sem problemas.
Sinto, pelo que aconteceu l�!
Esque�a!
Gray, estava errado e com com medo, mas ainda sou seu irm�o.
Estamos todos preocupados, voc� n�o muda de id�ia?
N�o posso!
Gray!
Se j� decidiu, boa sorte.
Obrigado!
Wesley!
ouviu algo, pai?
N�o!
Ele se foi.
Tentei impedi-lo, mas fez pouco caso.
- Ele voltou para a cidade? - Sim!
Disse, que se encontrar� com n�s, em Oak Fork
Dentro de tr�s dias.
Nora!
D�-me uma faca!
Traz �gua limpa!
O que voc� fez?
Nada! Encontrei-o, amarrado a um cavalo no meio do nada!
Levante o bra�o!
� quase uma menino!
�...uma grande ferida.
Melhor lev�-lo ao m�dico!
Eu quero ele vivo!
Ele pode ficar aqui?
� uma les�o bastante grave, mas acho, que se salvar�!
Contanto, que ele descanse e n�o seja incomodado.
Felizmente � jovem e est� em boa forma.
Chama-se Gray Mason, tenente do Batalh�o de Murphy, do Alabama.
Quando acha, que voltar� a si?
Talvez, amanh�! Boa noite, John, Nora!
- Boa noite, doutor! - Boa noite, doutor! Obrigado!
Quero falar com ele, sobre o roubo de White Springs
e poderia ser um dos tr�s homens, que estiveram na cidade.
Reconhece ele, Nora?
N�o sei. Acho que nunca o vi!
Tudo que pude ver e pensar, era, o que estava, acontecendo,
com Peter...
Claro!
- Avisa-me, quando acordar. - O faremos!
- Boa noite! - Boa noite!
voc� acha, que eu fiz isto?
- Bem, como voc� saiu... - Sinto muito, Nora.
J� tinha visto antes?
Eu lhe disse.
A �nica coisa, em que conseguia pensar era em Peter.
Se fosse um deles,
o que faria?
John,
N�o fa�a nada, que separe voc� de mim!
Voc� � tudo, que me resta!
Beba!.
Obrigado!
N�o tente, se mover, pode, se machucar!
- Oh, eu acho que d�i!. - Deveria!
Algu�m lhe fez um bom trabalho, com uma faca.
Com uma faca?
Eu deveria ter esperado por isso!
Amigo seu?
Na verdade, n�o!
Como cheguei aqui?
Estava amarrado em um cavalo e o trouxe para casa!
Quem � voc�?
Meu nome � John Willoughby!
Seu ferimento foi grave. Achei, que tivesse sido assaltado!
Sim! Foi assim mesmo, que aconteceu!
- Obrigado, Sr. Willoughby. - De nada, Mason.
Como voc� sabe o meu nome?
Encontrei...
naquela jaqueta de rebelde!
N�o parece, que goste muito dos confederados.
pelo que sei, a guerra acabou!
Voc� conseguiria, comer alguma coisa?
Poderia comer qualquer coisa!
- Nora! - Sim, John?
Est� acordado e com fome.
Minha esposa vir� agora! � uma boa cozinheira!
A melhor cozinheira de Kittseck Wells!
voc� ouviu falar dela?
De quem?
Da cidade Kittreck Wells.
Bem, acho que n�o!
N�o venho muito por aqui!
Eu sou de Alabama.
Esta � a minha esposa, Nora!
Gray Mason...
Como est�, senhora?
Est� melhor?
Muito melhor, senhora.
Obrigado.
Tudo certo.
John, vou precisar de mais �gua.
Irei peg�-la!
Vou trazer algo para comer.
N�o � prov�vel, que algu�m suba aqui, e nos veja, Frank?
Eu diria, que n�o, pai.
�gua fresca por aqui, Cain?
Eu vi um c�rrego, pai.
Estamos chegando em Oak Fork, Wesley?
Isso foi, o que Gray disse, certo?
Isso foi o que ele me disse.
Tem certeza, que ele disse Oak Fork, n�o �, filho?
Ele disse, que levaria tr�s dias para chegar, n�o �?
Isso foi o que ele me disse.
� curioso, que Gray quisesse, que sub�ssemos l� em cima,
nesse lugar, t�o perigoso da montanha.
O que est�o olhando? Foi, o que ele me disse!
Estava pensando, que talvez, n�o tenha ouvido bem.
Talvez, dissesse outro "Oak".
Oak Bluff, ou Lone Oak, ou outro lugar.
Eu j� disse centenas de vezes, que falou Oak Fork!
Voc�s disseram, que dever�amos, esper�-lo!
Bem, talvez n�o planejasse voltar!
Sempre estava gritando, que n�o queria parte, do que faz�amos!
Talvez n�o volte!
Talvez nos abandonou e podemos ficar esperando por ele dez anos!
Se Gray nos disse para esperar, esperaremos.
E se disse Oak Fork, pelo Senhor... Vamos para Oak Fork!
disse, que nos encontraria amanh� e se foi o que disse, assim ser�!
e se isso �, o que disse, que queria,assim ser�!
Isso foi, o que disse, certo, Wesley?
Isso foi o que disse, pai!
Sra. Willoughby.
Sim?
Sra. Willoughby, eu...
Est� aumentando o vento! Parece uma tempestade!
- Cheira bem! - Est� Pronto!
Coma dois pratos desta comida e lutaria com um puma.
J� estou, me sentindo muito bem agora.
- Cuidado, est� quente! - Obrigado, senhora!
Nosso paciente � de Alabama, Nora!
Sim, eu j� sei!
Est� muito longe de casa.
Sim, senhora.
Ele servia no ex�rcito confederado.
Eu estava no ex�rcito da Uni�o.
Certamente atirei em voc�, talvez em Vicksburg.
Isso est� morto e enterrado. Um homem n�o deve, guardar rancor.
Fico muito feliz, que pense dessa forma.
Se tivesse, me deixado, onde me encontrou...
� a melhor comida, que provei em minha vida!
Este � um territ�rio dif�cil!
Pode matar um homem ou torn�-lo rico.
J� pensou, em se estabelecer aqui?
Sim, � isso a�!
E voc� veio do Alabama. � um longo caminho.
Sim, �!
E voc� j� fez todo o caminho sozinho?
Completamente sozinho.
N�o me admiro, que o assaltassem.
Acho que n�o.
Um pouco desse caf�, me faria bem, Sra. Willoughby!
Obrigado, senhora!
Pensa em estabelecer e formar uma fam�lia?
Talvez. Mais cedo ou mais tarde.
Voc� gosta de crian�as?
Muito!
A fam�lia n�o existe sem elas!
Voc� tem fam�lia?
Acho que todo mundo tem. Em algum lugar!
Desconfio, que voc� nunca foi casado.
Porque n�o me pergunta, o que realmente quer saber?
Que o faz pensar, que eu quero saber uma coisa?
O suficiente, para saber, que algu�m � o gato e eu o rato!
Muito bem, Mason!
Tr�s homens entraram na cidade e mataram o meu filho!
Tr�s homens, que eu n�o conhecia e um deles matou o meu filho!
Quero saber, quem s�o e onde est�o!
Por que eu deveria saber?
Voc� usava uma jaqueta de rebelde!
Voc� esteve muito misterioso, sobre quem lhe esfaqueou,
e o encontrei, onde presume-se, que esses bandidos estavam!
Poderia ser um deles!
Acho, que poderia!
Foi voc�?
Foi voc�?
Se fosse, acho, que me mataria rapidamente.
- Eu lhe mataria! - Certo, puxe o gatilho!
O que importa se � um deles ou n�o? Mate-o!
E se isso n�o for suficiente, sai e busca mais algu�m!
Mate metade do mundo se isso lhe faz feliz.�, o que voc� quer, N�o?
Era isso, que Peter queria?
Obrigado! Parece que os Willoughby, nasceram para salvar a minha vida.
Estava pensando em meu marido.
Deveria se tornar um assassino, por causa de outra pessoa?
Ent�o n�o falou de mim?, Que me viu na cidade, quando...
N�o, n�o falei!
Aqui est� seguro, Sr. Mason!
N�o quero, que John encontre os seus amigos.
Quero, que ele esque�a. N�o quero, que se machuque.
Voc� se lembrar� disso, Sr. Mason?
Sim, senhora, eu vou lembrar.
M�os para o alto, Wes!
voc� est� muito nervoso!
Suas botas, quase sa�ram no salto, que voc� deu.
Eu n�o faria isso, Wes!
Olhe, isso � muito dinheiro. Diria, que � o dobro da sua parte.
Pare de enrolar, Cain. O que quer?
Eu? Absolutamente nada!
Eu s� vim, lhe dizer adeus, j� que voc� est� partindo.
Papai e Frank v�o sentir, se for sem se despedir, n�o acha?
E al�m disso,
como se sentir� Gray, quando vir, que n�o esperou por ele?
Ele est� voltando, n�o �, Wes?
O que quero dizer, �, que voltou para aquela cidade, n�o �?
Voc� n�o o impediu, certo?
Vendo voc� sair assim, com todo esse dinheiro,
pensei, que talvez voc� e Gray tiveram um pequeno problema.
Claro, que aquela noite, voc� deixou a arma.
Mas depois lembrei-me da faca, que voc� leva na bota.
Poderia, mat�-lo agora mesmo e papai me agradeceria!
O que est� feito, est� feito!
"Vontade do Senhor", como diria papai.
Ainda � meu irm�o, ent�o acho, que voc� mere�a, ter uma chance.
Isto � decente de sua parte!
- Quanto voc� quer? - Quanto?
Ah!, voc� quer dizer o dinheiro?
Eu n�o tenho certeza, de que isso seria certo.
Mil dolares?
Voc� n�o � muito generoso!
Tudo bem, minha parte inteira, vinte e cinco mil dolares!
N�o sei!
- Talvez papai devesse... - Tudo bem, quanto?
Tendo em conta, tudo o que voc� tem na m�o.
- Isso � tudo! - N�o pediria mais que isso.
- Isso n�o � justo, Cain! - Ainda posso, contar para papai!
Obrigado, Wes!
E agora acho, que voc� deve, ganhar uma boa vantagem.
Largue essa faca, Wesley!
Por dinheiro voc� esfaqueou seu pr�prio irm�o!
Esfaqueou seu pr�prio irm�o!
Pare, papai!
Piedade, pai!
Por favor, para, pai! Piedade, pai!
Para o dinheiro! Por dinheiro voc� matou seu irm�o!
Sujo!
Pag�o!
Judas! Pai, por favor!
Onde ele est�?
- O que voc� fez com ele? - N�o o matei! Eu juro!
Onde ele est�?
Fiquei com medo, coloquei-o no seu cavalo e o deixei partir!
- Deixou ele ir sangrando? - Est� vivo, pai! Ele est� vivo!
Pai!
Rapazes, ajudem seu irm�o a se limpar!
Vamos voltar e buscar Gray!
Quero, lhe agradecer por remendar minha jaqueta, senhora.
Bem, n�o � muito, mas lhe servir�, at� que tenha uma nova.
Tem certeza, que � capaz de montar?
Me sinto bem, senhora, gra�as a voc�.
N�o sei como dizer quanto sinto sobre seu filho.
- N�o falemos disso! - Mas eu queria ajudar!
Sim, eu sei.
- Voc� est� pronto? - Sim.
Seu cavalo tamb�m. Tenha cuidado, ele � novo.
Bem, terei cuidado.
- Nunca poderei agradec�-lo. - Est� bem, filho.
aquela n�o � a vov�?
Parece, que sim!
Bem, voc�s tem companhia. Estou indo.
- Foi muito gentil, Senhor! - Esque�a! Onde est� a sua arma?
Bem, pensei que...
Que a deixaria como parte de pagamento?
- Quer morrer nestas matas? - Eu n�o gostaria!
Voc� j� n�o teve muitos problemas na regi�o, desarmado?
Eu vou busc�-la!
- Ei vov�, como vai? - Ol�, Nora!
- Quer ajuda? - Ah, saia! N�o preciso de ajuda!
Ol� Liz! Ol�!
- Como voc� est�? - Bem!
Estamos a caminho da casa de Abbie Snedden.
Abbie est� novamente com problemas nas costas.
Pessoalmente acho, que ficou pregui�osa ao passar dos 70.
- Como est�, John? - Ol�, vov�!
Vov�, este � o Sr. Mason. Sra. Ackstadt.
Como est�, Sr. Mason? Fico contente de v�-lo bem.
Sabia, que os Willoughby o hospedaram.
Bom, eles tem sido mais am�veis, do que posso dizer.
- Adeus, amigos! - Boa sorte!
Adeus, pequena.
Eu lhe conhe�o!
� claro, que j� viu muitos soldados.
Com certeza, viu muitos!
Seu pai era comandante. Com o General Sherman.
O Sr. Mason n�o � daqui. Voc� pode conhec�-lo, Lisbeth.
Sou de muito longe daqui, Liz, de um lugar chamado Alabama.
Voc� estava na cidade. Era um dos homens, que feriu Peter.
Lisbeth,
n�o sabe, o que est� dizendo!
- Como voc� sabe, Lisbeth? - Eu sei. Tia Nora, tamb�m o viu.
- Voc� o viu, Nora? - John...� uma menina!
Eu n�o sou! Eu o vi ferir Peter!
Lisbeth, Se isso � algo, que est� inventando...
N�o � inven��o minha! Eu vi! Voc� n�o, porque estava na loja!
- � verdade, o que ela diz? - John, me escute!
� verdade?
Eu estava l�! Mas n�o �, o que voc� pensa!
John!
John!
Pare!
Pare!
John, n�o foi ele!
Abaixe isso, Sr. Willoughby!
- Vamos, puxe o gatilho! - Fique onde est�!
Eu n�o gostaria, de atirar em um homem desarmado!
N�o me obrigue a fazer isso!
A menina est� certa! Eu estava na cidade, mas n�o matei ningu�m!
est� dizendo a verdade, John! Ele n�o o fez. Foi um dos outros!
Monte seu cavalo, Sr. Willoughby!
Aquele l�!
O que voc� vai fazer?
N�o se preocupe, senhora, ele ir�, para a cidade comigo!
Na cidade?
Sim, senhora. Vou dizer ao xerife,
o que aconteceu a seu filho e por qu�!
- Mas lhe enforcar�o! - Bem, talvez o fa�am.
Por que n�o sai do territ�rio?
Poderia, mas antes quero esclarecer as coisas.
Sr. Willoughby, suba nesse cavalo!
V� na frente, senhor!
ESCRIT�RIO DO XERIFE
Tenho a declara��o do rapaz! Ele jura, que n�o o fez!
� um rebelde! Admite, que esteve l�.
John, pare e pense!
Sabe, que agora poderia, estar a quil�metros daqui!
� preciso mais do que coragem, para vir aqui.
- Ele sabe, que � inocente! - Ou esperto!
Gostaria de tomar seu juramento como assistente, John.
Para proteg�-lo?
Bill, por que n�o vai para casa? Fique fora disso!
Voc� vai para casa e fica l�!
V�o para casa, antes que algu�m se machuque!
- Onde est� Willoughby? - No bar!
- Vai haver problemas. - Nada que voc� n�o possa resolver.
Nada que eu queira cuidar!
Est�o nervosos, � espera de algu�m, para puxar a corda.
Eles querem ser her�is e cr�em, que est�o fazendo para voc�.
Querem ser bons vizinhos.
Gostavam de Peter.
Podem se ferir, se tentarem levar o rapaz.
Eles pensam muito no meu filho! John, eles pensam muito em voc�!
E voc� pode det�-los. � o seu trabalho.
Eu teria que usar armas e morreriam pessoas.
Nossos amigos, nossos vizinhos.
Preferiria, que voc� o fizesse com o senso comum. O escutariam!
E por que eu deveria?
esse n�o � voc� falando, John!
- V�o mat�-lo de qualquer maneira! - Se matou Peter o far�o,
mas, legalmente. Como voc� sabe, que foi ele?
ouviu isso? Eles est�o exaltando.
Voc� vem John?
D�-nos esse assassino de crian�as, Adam!
Sabemos, o que fazer com ele!
Adam! Adam!
No bar.
John, voc� tem, que det�-los! N�o pode deix�-los fazer isso!
N�o se pode parar uma multid�o, quando est� decidida.
Mas, ele n�o fez isso! Dou minha palavra!
Sua palavra? Voc� sabia, que era um deles!
Quando o trouxe para casa, voc� sabia, que era um deles, certo?
Sabia, que tinha matado meu filho, certo?
N�o, n�o � certo, n�o foi ele!
O acolhemos e cuidamos dele, como a um de n�s!
Voc� remendou sua jaqueta como se fosse a de Peter!
E todo o tempo voc� sabia, n�o � verdade?
Quando me apontou a arma para vir a cidade,
Voc� queria sua seguran�a, por qu�?
Queria, que deixasse o territ�rio, por que? Diga-me porqu�?
- Porque n�o queria mais mortes! - Mortes?
Mortes? E meu filho?
Que tipo de mulher � voc�?
Voc� ficou louco e por isso vai deixar, que matem o rapaz.
N�o por Peter, nem por justi�a,
mas porque, a vingan�a lhe enlouquece!
Voc� quase matou um menino ferido!
Estava fraco e n�o podia se defender,
exceto lhe matando. Teve oportunidade,mas n�o aproveitou.
Porque queria, que deixasse a regi�o?
N�o para salv�-lo, mas para evitar esta matan�a!
Mais morte. Morte In�til!
Se deixar essas pessoas, o matarem, s� por que s�o bons vizinhos...
bem, Peter tamb�m era meu filho!
O que houve, foi um acidente cruel! Mais mortes n�o o trar�o de volta!
E se voc� ficar a� e deixar que tirem a vida do rapaz,
n�o volto, a lhe chamar de meu marido, nunca mais!
Parem!
Ou�a-me! Ele n�o fez isso! Ele n�o o fez!
- O que voc�s est�o fazendo? - O enforcaremos por assassinato!
- A quem assassinou? - Seu filho.
- Tirem as m�os de cima dele. - Um momento...
Tirem as m�os de cima do rapaz!
Se algu�m vai enforc�-lo, serei eu!
Fiquem onde est�o!
Pai!
Devagar, filho. Venha aqui!
Fique parado!
Venha aqui, Gray!
Um movimento e eu explodo sua cabe�a!
N�o se enforca um homem, sem uma raz�o.
O assassinato � motivo suficiente!
Est� errado, senhor, esse rapaz nunca matou ningu�m!
Onde voc� estava, no dia que mataram o meu filho?
Estava aqui!
- N�o deveria ter voltado, pai! - Est� errado, foi um acidente!
Ouviu o que eu disse?
A morte de seu filho foi um acidente.
Agora, solte meu rapaz.
Voc� o matou?
Ent�o quem foi?
Muitas pessoas morrer�o logo. Soltem-no!
Acha, que pode lutar contra toda a cidade?
Certo, Mason, quem foi? Quem? Qual?
Ou derrubo este aqui?
Aqui o Xerife sou eu, Mason! N�o haver� enforcamento ou morte!
Seu filho ser� tratado com justi�a, como prisioneiro da lei.
Acha, que pode acabar com toda a cidade, com quatro armas?
N�o, acho, que n�o.
Mas podemos acabar com dez homens mais pr�ximos,
e o faremos!
Voc� parece um homem reto, xerife,
mas, aos olhos do Senhor, esta matan�a cair� sobre sua cabe�a.
Que diz, John?
Que diz agora, Mason?
N�o compete mim decidir, xerife.
Este � um assunto de fam�lia. O que afeta a um, afeta a todos.
Quando surge um problema, o colocamos em vota��o.
Rapazes, seu irm�o Gray, est� em apuros por algo, que ele n�o fez.
Parece, que s� h� duas maneiras, de o livrarmos disso.
Resolver a tiros com toda a comunidade ou entregar o culpado.
Frank, o que voc� diz?
O que voc� disser, pai!
Wesley, qual � o seu voto?
Digo, que resolveremos a tiros, cada um luta por si mesmo.
- Cain? - Vou aceitar, o que disser, pai!
Wesley, isso me d� tr�s votos contra o seu.
N�o gosto de carnificina!
Ent�o, meus tr�s votos s�o para n�o derramamento de sangue.
Cuidado!
Wesley! Wesley!
Wesley, por favor, raciocina.
Wes,
se lhe pegarem, n�o v�o prend�-lo, lhe enforcar�o!
Vamos, entregue-se ao xerife! Ser� julgado. � o �nico modo!
Wes.
Wes.
Ele vai ficar bem!
O outro est� l� dentro!
O que filhos de uns homens fazem aos filhos de outros.
Essa � a trag�dia do mundo.
Estamos quites, xerife!
Nora!
F I M
Ripagem por Dilson
Corre��o Elizeuflu
julho de 2014
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