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RINGO - O CAVALEIRO SOLIT�RIO
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Legenda Sincronizada para o �udio Ingl�s | Localize-o
Ei, voc�!
N�o fa�a besteiras e ficar� bem.
Abra o cofre.
Sabe, eu...
Apenas o gerente pode. Eu n�o sei como abrir.
N�o minta. N�o quero perder minha paci�ncia.
Abra.
Vamos.
-Ei, Bud. -Parado.
O que isso significa?
-Nunca conseguir�o fugir. -Tem certeza disso, juiz?
-E ele? -Deixe-o em paz.
Vamos.
R�pido. Vamos atr�s deles.
Parem.
� in�til. Nunca vamos alcan��-los. Eles tem muita vantagem.
Vamos voltar.
Nunca ir�amos alcan��-los com nossas for�as.
Os bandidos contam com o apoio de nossos cidad�os.
Um apoio baseado no medo.
Os outros estados do pa�s est�o construindo novas ind�strias.
E n�s n�o poderemos faz�-lo, at� nos livrarmos dos bandidos.
E o que sugere para termos certeza que esses bandidos
sejam presos? Pediria ajuda federal?
Sou contra. Sabemos como o ex�rcito opera:
viol�ncia, destrui��o e massacres.
Chamar o ex�rcito iria perpetuar a condi��o de guerra.
Voc� est� certo, Sr. Dewey,
mas eu acho
que apenas uma anistia geral, vinda de Washington,
trar� a paz.
O fato � que esses bandidos
nunca sentir�o ser parte de uma sociedade com leis
se ainda os responsabilizarmos por atos cometidos em...
em tempos de guerra.
� um absurdo falar de atos cometidos em tempos de guerra,
porque n�o passam de crimes dos homens de Bill Anderson.
Por favor, cavalheiros.
Devemos nos livrar desses homens por conta pr�pria
e nossa iniciativa.
Tenho certeza que conhecem a Ag�ncia de Investiga��es Pinkerton.
Vai confiar nossa situa��o a um detetive amador?
Ele n�o � amador, senhores.
Pinkerton tem uma organiza��o por todo o pa�s.
Ningu�m sabe a identidade de seus agentes,
por isso poder�o agir de forma eficiente.
Proponho enviar um telegrama a Nova Iorque imediatamente,
pedindo sua ajuda.
Todos concordam, senhores?
-Sim. -Sim.
Perfeito. Irei escrever o telegrama.
N�o preciso enfatizar a import�ncia
de n�o preocuparmos o conselho sobre nossa decis�o.
-Sim, por precau��o. -Eu concordo.
-Sim, � necess�rio. -Certo.
Estou esperando h� muito tempo. Voc� viu meu sinal?
Sim e fiquei bem nervosa. Achei que o papai nunca fosse dormir.
Lucy?
Tenho vergonha, Kid, de engan�-lo assim.
Ele s� tem a mim. Entende?
Ele quer que eu case com algu�m importante. E rico.
Mas eu amo voc�.
Ent�o voc� n�o quer casar com algu�m importante e rico.
Kid...
N�o se comporte assim. N�o � bom para voc�.
Quero v�-lo respeitar isso para n�o ter que se esconder.
Talvez ent�o teremos um pouco...
De felicidade?
Talvez se eu n�o fosse t�o jovem na grande guerra,
eu teria lutado contra aqueles bastardos.
Aqueles sindicalistas idiotas!
Quando matar n�o � considerado crime,
as coisas s�o diferentes.
Eu n�o sentiria esse �dio.
Esta � minha guerra, Lucy.
E n�o me importa se meus amigos s�o bandidos.
Sim, eles pararam aqui. Olhem os rastros!
Todos parte na mesma dire��o.
Obrigado por nos ajudar, juiz.
Se o rastro nos levar at� o esconderijo,
nos livraremos dos bandidos do Sr. Anderson de uma vez por todas.
E recuperaremos o dinheiro.
N�o vamos perder tempo. Mantenham os cavalos quietos
e os olhos abertos. Vamos andando.
Eu os cerquei.
� melhor se renderem!
Des�am dos cavalos e sejam r�pidos!
Estava esperando, xerife.
Mas esper�vamos muitos homens.
Toda Springfield!
Capturar o famoso Bill Anderson...
Mas s� h� uns l2 de voc�s, se n�o estou enganado.
Isso � tudo que voc�s conseguem tirar do Missouri?
Vamos revist�-los.
Esse � o Jack. Sapateiro de Springfield.
Espero encontrar voc� de novo, Bill.
Este vai com a gente!
-E quem � esse? -Joshua, o idiota da cidade.
Todos o conhecem.
-E este aqui? -Esse � professor.
-Quem � voc�? -Espere.
Eu quero lev�-lo com a gente.
E fique de olho nele, Zack.
-E este aqui? -O ferreiro.
Escute, juiz Grant.
De agora em diante, � melhor cuidar de assuntos seus.
E se sabe o que � bom pra voc�, n�o se meta nos nossos.
Certo, todos podem voltar para a cidade.
E � melhor ficarem l�!
Andem!
Vamos para o esconderijo.
Esperem um minuto.
Bem...
tem algo a nos contar?
Eu j� contei. Sou um mineiro.
S� trabalho aqui h� uma semana.
Certo.
Voc� pediu.
Pense bem.
� in�til continuar. Ele disse a verdade.
E por que devo acreditar em voc�?
Se um de voc�s trabalha como agente para Pinkerton,
n�o espero que admita.
Quero dizer-lhe algo, amigo...
Bill Anderson
nunca erra.
Voc� sabe o por qu�?
Porque nunca corro nenhum risco in�til!
Amarrem-nos!
Zack, onde est� o Kid?
Ele est� apagado. N�o dormia h� 2 dias.
Mas enforcamentos o divertem, ent�o, vamos acord�-lo.
Estamos prontos, Bill.
Bem...
Voc�s ainda tem tempo.
Querem falar?
Dissemos a verdade. N�o sabemos nada sobre um agente de Pinkerton.
Tudo bem. Voc�s pediram.
V�o em frente.
-Ele est� morto, Bill. -Chefe!
O tiro veio daquela dire��o.
Zachary, venha comigo.
Se atirou dali, quem quer que seja, n�o tem escapat�ria.
Est� encurralado.
N�s o esperaremos na base da montanha.
Venha, vamos!
-M�os ao alto! -N�o se mexa!
E n�o tente ser espertinho.
Solte a arma.
Certo. Levem ele at� o esconderijo!
N�s descobriremos quem �.
Ele era um oficial da Uni�o.
Antes de me juntar � voc�s,
ele salvou minha vida no campo de batalha.
Estou em d�vida com ele.
Deixe-o ir, Bill.
Est� louco?
Quem garante que n�o � o homem que procuramos?
Eu posso. Eu garanto.
Liberte-o, eu digo.
Mas ele matou um de nossos homens.
Sim, mas ele salvou minha vida, Bill.
E, Bill, eu sempre pago minhas d�vidas. Liberte-o.
Espere um pouco.
Agora estamos quites.
E se d� valor � vida, n�o cruze meu caminho de novo.
Ele est� livre. Eu quero que o deixem, ouviu?
D� uma olhada.
N�o tenha medo. N�o � ele que voc� procura.
De qualquer forma, acho melhor sairmos daqui.
Zack, avise os outros.
-O que fa�o com aqueles dois? -N�o se preocupe. Eu cuido deles.
Se algo n�o for feito em breve,
Springfield n�o ser� apropriada para se viver.
O xerife est� recrutando volunt�rios de todo o condado
para capturar o bando de Bill Anderson.
Thompson, olhe.
Ele n�o est� morto.
Pode estar ferido.
Vamos ajud�-lo a descer.
Bom dia, cavalheiros.
Se n�o estou enganado, estou em Springfield.
Isso mesmo. N�o se sente bem?
Eu estou bem, senhor, obrigado.
Estava muito quente e acho que bebi muitas cervejas
a caminho daqui, mas...
Rebeca sempre sabe o que fazer.
Senhores, o que preciso agora � uma caneca de cerveja e
uma boa cama para descansar os ossos.
Acho que vou ficar por aqui.
-Posso oferecer-lhes algo? -Seria um prazer, senhor.
Thompson, pegue o cavalo e cuide das coisas do homem.
Com licen�a, como disse que era o seu nome?
Para dizer a verdade, eu n�o disse.
Mas posso dizer.
Daniel G. Samuelson.
Samuelson?
Como foi gentil, pode me chamar de Dan.
Ol� a todos!
J� me junto a voc�s. Vamos, rapazes!
At� o bar! Bebidas por minha conta. Gar�om!
Espero que tenha cerveja suficiente
para satisfazer a mim e meus amigos.
Viajante, senhor?
-Sim, do leste. Boston. -Longo caminho.
-Tudo a cavalo? -N�o, trouxe a �gua no trem.
At� Jefferson City.
Mas fiquei entediado e achei melhor vir a cavalo.
A �gua n�o concordou, mas eu a convenci.
Vai ficar muito tempo aqui, senhor?
Pergunto por conta do fornecimento de cerveja.
N�o, estou indo para oeste. Sim, senhor, � para onde vou.
Em alguns anos, voltarei lotado de ouro.
E mostrarei a algumas pessoas o que
Daniel G. Samuelson � capaz.
Pelo jeito que se veste, n�o diria que precisa de ouro.
Bem, o que voc�s v�em aqui...
� o �ltimo terno e roupa que ainda tenho.
� a verdade, senhores.
Minha fam�lia, os grandes Samuelson e Samuelson de Boston
vendem ferramentas.
Cansaram e disseram que n�o fariam mais nada.
Mas tinha que pensar em meu orgulho.
Tinha que fazer algo, al�m de vender ferramentas.
Sabia que podia me dar melhor, ent�o parti para a estrada.
Fiquem quietos.
Voc�, fale. Fale alto.
Queremos saber o que aconteceu.
Bill e seus homens iam nos enforcar
porque achava que um de n�s era agente do Pinkerton.
Ouvimos um tiro. E o bandido, que ia nos enforcar,
caiu no ch�o.
Foi uma confus�o e n�o consegu�amos entender
o que estava acontecendo ao nosso redor, e...
Algu�m nos acertou na cabe�a e, quando acordamos,
-est�vamos sozinhos. -Me desamarrei e fugimos.
Amigos, olhem ali.
Tenho certeza que � ele.
Como? � o capit�o Brighton.
Pode ser um capit�o, mas � espi�o dos bandidos.
Ele vende informa��es para o Bill Anderson.
O vimos ontem. Claro como o dia. No esconderijo do Bill Anderson.
Capit�o, espere.
� verdade que esta manh� estava no esconderijo dos bandidos?
Sim.
Certo, esperem!
Idiota, voc� n�o sabe nada! Se est� vivo, � gra�as a mim.
Sabe quem atirou a bala que evitou que voc� fosse enforcado?
Fui eu.
Atirei quando estavam prestes a enforcar voc�s dois.
Voc� estava tremendo de medo!
Sim, senhor. Eu os salvei.
Agora me pergunto se deveria ter me dado ao trabalho.
Sim, algu�m est� cooperando com os bandidos
e os protege. Mas ele n�o est� aqui, posso garantir.
Aposto que ele � um homem importante nessa cidade.
Obrigado.
Diga, por que n�o cuida da sua vida, estanho?
S�o muitos contra voc�.
N�o era justo.
N�o lembro de me divertir
em uma briga assim h� anos.
Escute, estranho...
Voc� teve momentos de divers�o, eu imagino.
Mas escute meu conselho, onde quer que esteja.
N�o preocupe sua cabecinha com coisas fora do seu interesse.
Voc� ir� viver bem mais.
Mas isto � apenas metade do que t�nhamos combinado.
�, mas o meu dinheiro � limpo e o seu n�o.
Tente gastar seu dinheiro em Springfield e em Jefferson City.
Gorbet...
Pergunto o que me impede de atirar em voc�.
Eu digo.
Sem mim, voc� e seus homens n�o durariam um m�s
nesses dias no Missouri.
Lembre-se disso, Bill. Sem mim
voc�s acabariam um com o outro.
Segure.
Gorbet est� certo.
Ele � �til nos tempos de hoje.
Eu gosto daqui, mas � muito quente.
Tem que admitir nossa boa cerveja.
Muito boa.
Quem � o cavalheiro com a bengala?
� o juiz Grant.
� o orgulho de Springfield.
Agora ele est� na pol�tica.
E h� boas chances de ser nomeado Senador pr�ximo ano.
Seria uma b�n��o para o Missouri.
Ei... aquela me parece ser o orgulho de Springfield.
Ela � muito linda. Quem � ela?
� a Srta. Lucy. E o homem com ela, � seu pai. O prefeito Gorbet.
N�o estou interessado no pai. Que tal apresent�-la a mim?
O velho � muito r�gido.
Ex-confederado, rico e ambicioso.
Ele tem um rancho aqui perto e se acha muito importante.
Acho que ele n�o gostaria.
O homem � rico.
� outra coisa a favor da Stra. Lucy.
Ele � rico, sim,
mas �s vezes me pergunto de onde ele tira tanto dinheiro.
Voc� n�o acabou de dizer que ele tem um rancho?
Exato. Por isso me fa�o essa pergunta.
Eu tenho que ir.
Obrigado pela cerveja, Sr. Samuelson, e bom dia.
V� direto para casa. Chegarei para o jantar.
-Vou falar com o juiz Grant. -At� mais tarde, papai.
At� mais tarde.
Estou... preocupado.
O homem da ag�ncia Pinkerton j� deveria estar aqui, n�o acha?
Sim, � estranho n�o terem dado not�cias.
Voc� acha que ele chegou...
secretamente?
Quem sabe? Talvez j� esteja aqui.
� poss�vel.
Pode me dizer o que est� fazendo aqui?
N�o me diga que confundiu os quartos.
Confundiu?
� uma ideia.
Tenho uma desculpa. Quando bebo muito...
eu confundo os n�meros.
Eu confundo rostos.
Achei que fosse idiota,
mas agora vejo que tamb�m � intrometido.
�, eu admito.
Sinto t�-lo incomodado.
Acho que foi na batalha de Contreras
que seu pai salvou minha vida, Srta. Lucy.
Foi?
Em 1847.
�ramos 20 anos mais jovens, Gonzalez.
E cheios de ilus�es.
O mundo era melhor. Existiam homens de palavra.
O sul era pr�spero.
E ningu�m tinha ideias loucas de um negro ser igual a um branco.
Por favor, papai. Por que insiste nisso?
Desculpe, Lucy.
Mas � absurdo ser obrigado a ter as mesmas ideias
que os hip�critas do norte.
Ela pegou essas ideias lendo A cabana do Pai Tom�s.
Papai, est� tarde.
Posso me retirar?
Sim, Lucy, pode.
-Boa noite. -Boa noite, Srta. Lucy.
Eu lhe dou o dinheiro agora.
� muito? Cada vez fica mais dif�cil atravessar a fronteira.
Sim, eu sei, Gonzalez.
Tenho ci�ncia que est� ficando mais dif�cil.
� o �ltimo pagamento desta forma.
Para os seguintes, tenho outro sistema.
Kid, sinto n�o poder ficar hoje.
Meu pai est� com o mexicano que vem aqui uma vez ao m�s.
N�o quero que percebam minha aus�ncia.
� imposs�vel continuar assim.
Venha comigo, Lucy. Para sempre. Sem voltar atr�s.
Cada dia pode ser o nosso �ltimo, sabia disso?
Por favor, me d� tempo.
N�o se preocupe. Prometo que vou pensar.
-Vai? -Agora, vamos.
Por que n�o volta para Pinkerton
e diz que algu�m j� est� cuidando dos bandidos?
E que esse algu�m n�o precisa de ajuda de ningu�m...
Eu n�o ia mat�-lo, se � o que quer saber.
Imaginei que sairia se pensasse que eu ia atirar.
A prop�sito...
Voc� ainda tem a foto daquele jovem?
J� que queremos o mesmo, por que n�o trabalhar juntos?
Ser� melhor do que lutar um contra o outro.
Estou dentro, mas, o jovem...
Quero que deixe ele para mim.
Se voc� s� est� interessado no jovem...
pode me dizer porque vai atr�s dos outros no bando?
Eu o quero vivo.
Enquanto os outros estiverem perto, nunca irei peg�-lo.
Quem � aquele homem com o Gorbet?
-Vamos. -Ei!
Um momento, amigo. Gostaria de saber do que se trata primeiro.
Muito do dinheiro movimentado pelos homens do Anderson
� transferido para o M�xico.
Aposto que aquele homem � mexicano.
Talvez ele possa explicar muitas coisas.
Vamos.
Pare!
Des�a do cavalo.
E levante as m�os.
-O que voc�s querem? -Onde est� o dinheiro?
Do que est�o falando?
Do dinheiro que o Gorbet te deu.
Devem estar loucos. S� vim jantar no Prefeito.
Pois, meu amigo...
Vai falar?
N�o, por favor, espere!
Se n�o quiser ser morto, meu amigo,
apenas siga estas ordens.
Prefeito Gorbet!
Prefeito Gorbet!
Prefeito Gorbet!
-O que foi? -� algo importante.
Ter� que descer.
-O que aconteceu? -Des�a, prefeito. Agora mesmo.
Mark! Mark!
V� at� meu quarto e observe pela janela.
Algo s�rio, senhor?
Ainda n�o sei, mas ficaremos de olhos abertos.
Pronto, diga-me do que se trata, Gonzalez.
Bem, dois homens me renderam depois que sa� de sua casa.
Ele tomaram o dinheiro e me fizeram confessar.
-Sabe para onde foram? -Springfield.
Disseram que iam denunci�-lo ao juiz Grant.
Temos que impedi-los, antes que cheguem.
Receio que seja tarde demais.
Levante as m�os, Gorbet.
J� sei o suficiente para mand�-lo para cadeia.
Espi�o imundo!
Papai! Papai!
Bom dia, Thomas.
Bom dia. Parece que n�o dormiu muito, Sr. Samuelson.
Thomas, n�o dormi mesmo.
Meu vizinho de porta, o capit�o Brighton,
faz mais barulho do que uma quadrilha.
-Sr. Samuelson. -Sim?
-Gostaria de fazer uma pergunta. -V� em frente, xerife.
Estou � sua disposi��o.
Sabe o que aconteceu ontem � noite?
O que tiver acontecido, eu com certeza n�o ouvi.
O capit�o Brighton ronca muito alto.
Dois homens entraram no rancho do Gorbet.
Mataram o prefeito e dois de seus homens.
Bill Anderson de novo?
Voc� ouviu isso, Brighton?
Os bandidos voltaram aos seus velhos truques.
E mataram o Gorbet.
Nunca falei em bandidos. Pelo menos, n�o neles.
Eu n�o entendo.
Sr. Samuelson, capit�o Brighton, devo prend�-los.
Ser�o interrogados pelas autoridades do condado.
Baseado em qu�? Posso saber?
O assassinato do prefeito Gorbet e de seus homens.
Est� enganado. Deve estar brincando, xerife.
Eu j� disse que nem eu nem o Cap. Brighton sa�mos do quarto.
� o que diz. Mas o Sr. Hopkins o viu entrar ao amanhecer.
E dois homens do Gorbet o reconheceram.
S� atiramos em leg�tima defesa, xerife.
Voc�s n�o sabem
quem era o Gorbet.
Ele estava trabalhando com o Bill Anderson.
Por que n�o acreditar no agente da Pinkerton ao inv�s do estranho?
Isso mesmo. Exceto que ele � o agente da Pinkerton.
N�o eu.
Um ca�ador de recompensas?
Explorador.
-Voc� � um impostor imundo! -N�o sou um impostor.
Foi voc� que achou que eu era um agente da Pinkerton.
E eu te dei o prazer de achar que tinha acertado.
Se eu soubesse quem era, n�o trabalharia com voc�.
E eu n�o estaria aqui, agora.
N�s vamos sair.
Suponha ter conhecido um real agente da Pinkerton.
Um agente como esse tal Hopkins.
Acha que chegaria a um acordo com ele?
Acha que ele teria entregado o seu homem
embrulhado em um belo papel, com os cumprimentos?
Agora voc� n�o vai precisar da recompensa do Bill Anderson.
M�seros 2 mil d�lares, j� que pegou o dinheiro do mexicano.
Espere um pouco.
N�o disse que sabia o n�mero de s�rie das notas do banco?
Isso � prova.
Podia d�-las ao juiz e provar a cumplicidade do Gorbet.
N�o?
Seria in�til.
Se tiv�ssemos entregado logo, talvez ele acreditasse na gente.
Agora, ningu�m vai convencer o juiz que n�o matamos o Gorbet.
Ele sabe que o roubamos.
Hopkins,
um homem como ele nunca vai pegar Bill e seus homens.
� a segunda vez que ele cruza meu caminho
e nas duas vezes eu consegui despist�-lo.
O problema agora � como iremos sair daqui.
Alan, por que n�o senta?
Quando sairmos daqui, quer continuar nossa parceria?
Ainda est� querendo aquela recompensa, Dan?
N�o, n�o � s� isso, Alan.
De qualquer forma, � uma soma insignificante.
Afinal, sou um profissional. N�o sou um criminoso comum.
Adoraria achar o Bill vivo e faz�-lo falar...
uma ou duas coisas que me interessam.
Al�m do mais, eu gosto de trabalhar com voc�.
Antes precisamos sair daqui.
Pode n�o ser muito f�cil.
Aquele est�pido Gorbet!
Que sua alma apodre�a no inferno!
Em uma vez, ele acertou.
� imposs�vel conseguir informa��es
quando se corre o risco de ser pego.
Al�m do mais, n�o h� nada aqui.
Conseguimos arrancar tudo de Springfield, nesse tempo.
Jogue a �gua.
A oeste, dizem que o ouro flui como a �gua.
Territ�rio dos homens.
Comunica��o dif�cil, estradas ruins e
nenhuma ferrovia.
Nem agentes da Pinkerton.
-O que mais pod�amos querer? -Basta uma palavra.
J� aguentamos o bastante deste buraco!
Vamos para o oeste. Eu estou pronto, Bill.
Bom pra voc�. Preparem tudo!
Partiremos esta noite.
Ficamos separados at� o Kansas.
� melhor n�o sermos vistos juntos.
Xerife!
Venha at� aqui, r�pido!
Xerife!
Xerife!
O que voc�s querem? E parem de gritar!
D� uma olhada aqui!
Eu estava dormindo. N�o ouvi nada.
Quando acordei, o vi pendurado.
-Vou chamar o xerife. -Espere! Ainda est� vivo.
Vamos baix�-lo.
Certo, mas v� pro fundo da cela e coloque as m�os pro ar.
Tudo bem.
Ei, venha aqui!
Tire-me daqui. N�o acha que estou confort�vel, acha?
Te vejo em algumas horas, no hotel.
Certo.
Para o Senhor Hopkins, da Ag�ncia Pinkerton.
-Kid! -Lucy!
-Quem � voc�? -Bem, meu nome n�o � importante,
mas posso garantir, Lucy, que sou um �timo amigo.
Por favor, v� embora. N�o quero falar com ningu�m.
Sim, eu vou, mas antes, eu quero que me ou�a.
Voc� ama o Kid, estou certo?
Tenho certeza que n�o quer que nada aconte�a ao Kid.
Voc� quer dizer que ele est� em perigo?
Ele sempre estar� em perigo.
Voc� deve saber disso,
mas h� algo que eu posso fazer para ajud�-lo.
Sem sua ajuda, � dif�cil.
O que posso fazer?
Voc� sabe para onde ele foi?
Espere, Lucy.
N�o espere. Eu n�o conto nada.
Voc� s� quer mat�-lo e pegar a recompensa.
N�o, eu n�o quero matar o Kid. Eu disse que sou amigo.
Se realmente ama o Michael, deve me dizer para onde ele foi.
Como voc� sabe que o nome verdadeiro dele � Michael?
Eu o conhe�o mais do que voc�, Lucy, acredite.
-Ent�o? -Ele n�o est� aqui.
Ele est� indo para o Kansas.
A caminho do Colorado.
Obrigado. N�o se arrepender� de ter me contado.
Espero que n�o.
Logo ali encontraremos �gua e comida.
Os cavalos est�o nas �ltimas.
Sem surpresa. 2 dias e 2 noites sem parar.
�, sem d�vida. S�o m�rmons.
Sem palavr�es!
N�o podem nos impedir de xingar, Bill.
Pois tentem ficar de boca calada.
Que a paz do Senhor esteja com voc�, cavalheiro.
Am�m.
O caminho � longo e cansativo.
Querem descansar um pouco?
Obrigado, senhor.
Sabe...
Nossa mula com os suprimentos caiu no precip�cio.
Quando os vi, eu pensei que...
o diabo me leve se n�o for o C�u nos enviando esses bons m�rmons.
Poderia nos dar um pouco de �gua e comida?
Desculpe, mas s� tempos comida suficiente para nossa viagem.
Vamos para o Colorado, mas se quiser vir conosco,
ficaremos felizes em dividir o pouco que temos.
Obrigado. Obrigado.
Os C�us os recompensar�o por esta boa a��o.
N�o h� d�vidas de que estamos no rastro deles e os 7 est�o juntos.
S� n�o sabemos se est�o 2 ou 3 dias � nossa frente.
Eles certamente est�o se movendo muito r�pido.
Iremos alcan��-los.
Voc� ver�.
Como e de que lado est� nesta maldita guerra?
Com o norte.
Minha fam�lia � do Tennessee.
Todos a favor de Jefferson Davis e da Confedera��o.
Eu sempre morei no norte.
Tinha ideias diferentes.
Meu pai morreu sem nunca me deixar esquecer.
Morto na guerra?
Ele foi enforcado por soldados da Uni�o.
Ele costumava sentar numa �rvore e atirava neles.
E voc�? Norte ou sul?
No meio. Vendi cavalos ao norte e informa��es ao sul.
Sempre o melhor para voc�, n�o?
Pode apostar que sim!
Eu s� me preocupo com Daniel Samuelson.
Contaram-me que seus l�deres fundaram uma col�nia em Utah.
-� para onde est�o indo? -N�o, n�o vamos t�o longe.
Compramos um pequeno rancho por correspond�ncia no Colorado.
Queremos nos acomodar l� e estabelecer uma col�nia,
-com a ajuda de Deus. -Feita apenas de homens?
Deve ter visto que temos rapazes conosco.
Esperamos achar boas mulheres para a procria��o.
-Com a gra�a divina de Deus. -Am�m.
Bem, com sua permiss�o, iremos dormir.
N�s tamb�m vamos.
Amanh� ser� um longo dia.
Devem ter dinheiro pra comprar sementes e ferramentas, imagino.
Al�m do mais, eles tem comida.
E muita �gua.
O que diz?
Vamos pegar tudo que eles tem e tamb�m levar os cavalos,
e nem mesmo que queiram, n�o podem nos seguir.
Voc� foi convertido por um prato de feij�o?
Zachary Hutchinson...
o problema � que voc� s� v� o seu nariz.
Se usasse sua cabe�a, seria um l�der como eu
ao inv�s do que voc� �.
Agora me escutem.
Os m�rmons compraram um rancho.
Eles compraram por correspond�ncia,
logo ningu�m sabe quem s�o. Podemos ter proveito disso.
O que pode ser mais respeitoso do que uma col�nia de m�rmons?
Cultivar a terra, criar gado.
Trabalhar como fazendeiros de dia e bandidos � noite.
Voc� � um g�nio, Bill, mas teremos que matar todos?
N�o me diga que a ideia o assusta.
O que voc� acha, Kid?
N�o concordo com voc�, Bill.
N�o sou carniceiro. N�o mesmo.
Desde quando tem escr�pulos?
O que anda pensando?
Bill, eu n�o gosto da ideia de inocentes serem mortos.
Tudo bem. Fique aqui.
Zack, avise os outros.
Quando ouvir o tiroteio, vire as costas e n�o se mexa
at� tudo acabar.
Companheiros, voc�s ficam horr�veis de preto!
Parece que v�o para um funeral.
Eu vi 3 fogueiras para 7 homens.
Talvez tenham encontrado outras pessoas.
Ei, Dan, voc� viu isso?
Parece que houve uma briga e que foi s�ria.
Colt 38.
Sabe se havia algu�m religioso com eles?
Acredito que n�o, por qu�?
Ent�o n�o acho que estamos procurando por eles. Vamos.
Tudo parece estar em ordem, Sr. Tavington.
Quero desejar-lhe... prosperidade e boa sorte.
Tenho certeza que ir�o se entender com as pessoas de Weblo.
S�o todos gentis.
Tenho certeza que iremos nos dar bem, pois voc� sabe...
bem... sabe que a irmandade � uma regra...
de nossa religi�o.
Bem, se n�o h� nada mais a...
N�o, n�o.
Esta � a escritura da casa.
-Adeus, Sr. Tavington. -Obrigado, gentil senhor.
Adeus, irm�o.
Calem a boca, seus idiotas!
N�o esque�am:
os m�rmons s�o s�rios e nunca conversam muito.
� noite, iremos � cidade
e quero que causem uma boa impress�o nos vizinhos.
Esperem, amigos! Deixem-me explicar! Houve um engano!
Malditos sejam, seus idio...
� sua culpa, seu idiota!
Quando vai aprender a se comportar civilizadamente?
Como poderia, se ele estava no caminho?
Devia ter descoberto!
Voltem para a igreja!
Voc�! Acho que tinha dito para ter cuidado na bebedeira.
Se comportou pior do que um animal!
N�o consegue ficar s�brio?
O whisky era p�ssimo! E por um d�lar a garrafa.
J� chega, droga! � melhor voltarmos para casa.
J� causou muitos problemas para um dia.
Por que voc� n�o bebe leite, se n�o aguenta �lcool?
Por que n�o arranjam umas mulheres?
Talvez a gente mande uma ou duas para voc�s.
-Voc�s pagar�o por isso. -Vamos embora, Zachary.
Bom dia, cavalheiros. O que querem?
Duas cervejas.
Parece que voc� teve algum tipo de briga.
Acontece �s vezes.
Somos pessoas amig�veis, mas n�o aturamos valent�es.
Estranhos?
Parece que s�o m�rmons que compraram um rancho aqui perto
no condado de Blackstone.
Eles vieram comemorar, mas s�o b�bados terr�veis.
Tenho quase certeza que n�o voltam mais aqui.
N�s os fizemos entender que n�o queremos brincadeira.
Tem visto outros estranhos por aqui nos �ltimos dias?
Um oficial, h� uma semana.
Acho que estava indo se juntar a seu regimento
no forte Einsdale.
Seu nome era... Toussaint. Major Toussaint.
Como pode ver, poucas pessoas vem aqui.
-V�o ficar por aqui? -Talvez at� o p�r-do-sol.
-A� est� e obrigado. -Obrigado.
Ei, Dan, o que est� fazendo? Gastando o precioso dinheiro
-do banco de Springfield? -�, isso mesmo!
Eles devem estar em algum lugar fora da cidade.
Como acha que v�o conseguir suprimentos?
Sim, voc� est� certo.
Que feliz coincid�ncia.
� um livro de ora��es dos m�rmons.
As inscri��es secretas da sua religi�o.
Voc� n�o acha estranho?
M�rmons n�o usam Colt 38, usam?
Devem saber ca�ar.
E eles n�o ficam b�bados em bares.
N�o seria m� ideia fazer uma visita aos m�rmons.
Eles est�o vindo.
Rapazes, parece que estamos com sorte.
Eles s� tem uma escolta.
Cavalheiros,
por enquanto, sua viagem acabou.
Des�am! Saiam.
Entreguem tudo de ouro ou prata.
Podem ficar com heran�as de fam�lia.
A n�o ser que sejam valiosos.
M�rmons estranhos.
Ainda est�o dormindo a esta hora?
Talvez n�o estejam em casa.
Vamos esperar um pouco.
E se estivermos errados, Dan?
Os bandidos ter�o uma grande vantagem.
Eu vou dar uma olhada.
Ningu�m me conhece e n�o ir�o suspeitar de nada.
Voc� me d� cobertura.
Tem algu�m em casa?
O que � essa gritaria? Quem � voc�?
O que est� fazendo aqui?
Bom dia. Eu sou fazendeiro como voc� e estou indo para oeste.
A Rebeca ficou com sede.
O que voc� disse?
Rebeca � meu cavalo.
Perd�o por n�o pedir permiss�o primeiro.
Posso?
Sim, pegue toda a �gua que quiser.
Depois v� embora. N�o preciso de fazendeiros.
Que pena! Ficaria feliz de trabalhar pra voc�.
Vou me servir.
Zachary Hutchinson, bra�o-direito do Bill Anderson.
Acho que s� ele est� em casa.
O que faremos agora?
Bem, h� v�rias coisas que podemos fazer.
Podemos voltar � cidade e organizar uma revolta.
Acho que isso agradaria os cidad�os de Weblo.
N�o, meu amigo.
� melhor pensar em outra coisa. Voc� quer a recompensa.
E n�o quero correr riscos agora.
Eu acho que voc� est� certo. Por exemplo,
podemos nos livrar dele primeiro e esperar os outros voltarem.
Eu quero v�-lo tentar.
M�os ao alto!
Escute, Zack, eu j� vi aquele antes.
Sim, � ele.
-Foi ele que matou o Snake. -Sim, voc� tem raz�o.
� o homem que o Kid libertou. Vamos lev�-los ao rancho.
N�o sei porque n�o os matamos agora.
-Seria mais simples, Zack. -N�o cabe a n�s decidir.
Cabe ao Bill. Vamos, mexam-se!
Certo, homens, sejamos r�pidos.
A esta hora, dever�amos estar de volta ao rancho, trabalhando.
Trabalhando, claro. O que estava fazendo at� agora?
Ent�o? O que me diz? Est� funda o suficiente agora?
N�o. Se os coiotes sentirem seu cheiro, ir�o cavar.
Acho que estar� pronta at� o Bill chegar aqui.
Ent�o cavaremos por um milh�o de anos.
O que quer dizer com isso?
Voc� acha que ir�o libert�-lo depois do interrogat�rio?
N�o, eu acho que n�o.
A n�o ser que ele confesse o que fez
-com aqueles pobres m�rmons. -O que voc� sabe?
� melhor me dizer! O que houve com nossos amigos?
Dan, qual era o nome daquele major que o prendeu?
-Toussaint, n�o? -�, acho que sim.
Em breve todos do Forte Einsdale estar�o aqui.
Se fosse voc�s, faria as malas e fugiria agora mesmo.
Alan, foi um bom trabalho!
Agora, devemos termin�-lo. N�o podem encontr�-los aqui.
Um deles � seu homem, Alan.
E os outros 4 s�o seus. Devemos tir�-los de l�.
Por que n�o tenta chamar seus nomes?
N�o acho que ser� dif�cil se conseguirmos deix�-los nervosos.
Eles continuam.
O que eles querem com esse tiroteio?
Est� me deixando nervoso. Eu quero sair daqui.
� exatamente o que querem.
Fique calmo.
� f�cil dizer.
Quanto tempo iremos esperar aqui?
Teremos que sair, mais cedo ou mais tarde.
N�o temos �gua.
N�o podemos ficar encurralados aqui e quanto mais ficarmos...
pior ser�.
E, de qualquer forma, eles devem ter...
avisado a todos.
E eles est�o vindo aqui para nos pegar!
Devemos sair daqui!
Voc� n�o quer esperar pelo Finnigan e pelo Zachary?
Caso n�o tenha entendido, os 2 n�o v�o voltar.
N�o vamos perder tempo.
Voc�s tr�s saiam e tentem cerc�-los.
Kid e eu vamos tentar atra�-los at� a casa.
Tudo bem.
Certo, vamos.
Vamos, Kid. Vamos sair daqui.
Quando ouvir o primeiro tiro, sairemos desse buraco.
Est� com medo, Bill?
Claro que estou.
Medo por n�o saber o que est� acontecendo.
Medo de pessoas que n�o posso ver!
Ent�o voc� vai sozinho.
Eu quero saber quem est� l� fora esperando.
N�o, Kid. N�o pode ficar aqui! V�o mat�-lo!
Escute, Kid.
Devemos sair juntos! N�s conseguiremos.
N�o, eu n�o vou.
Eu n�o os vejo mais.
V�o tentar nos cercar.
Veja.
Siga meu conselho, Kid.
Por favor, escute.
Sempre pensei em voc� como se fosse meu filho.
Isso me assusta. Vamos sair daqui.
-Vamos sair daqui! -Acalme-se.
Talvez deva beber isso.
Ou�a, Kid, � o fim!
Tenho certeza disso!
N�o podemos ficar aqui.
Vamos sair daqui antes que seja tarde demais.
J� � tarde demais.
N�o pode ver que voc� j� est� morto, Bill?
N�o.
N�o, Kid, eu n�o quero morrer. Vamos sair daqui!
Come�aremos uma vida nova juntos.
Come�aremos uma vida nova juntos!
Em outro lugar. Venha comigo! Por favor, Kid!
E os outros rapazes?
Eu n�o me importo com os outros!
Espere, Kid. Ou�a!
N�o pode me deixar aqui! Kid, voc� tem que me ajudar!
Solte-me, Bill Anderson!
Finalmente descobri que voc� n�o � homem de verdade, Bill.
Falso! Voc� � apenas uma fraude!
Kid!
Kid! Kid!
Bem, aqueles 3 n�o v�o nos causar mais problemas.
Voc� fica aqui. Eu vou pegar o Bill.
Saiam, seus idiotas! Parem de se esconder!
Sei que est�o a�! Estou sozinho!
Sozinho, ouviram?
N�o tenha medo.
Eu n�o vou mat�-lo.
Seria muito f�cil.
Voc� � o mesmo velho Alan.
Para voc�, sempre foi muito f�cil.
Por que n�o atira? Vamos!
Vamos, atire! Acabe logo com isso!
N�o, Michael. Eu vim lev�-lo embora comigo.
E posso fazer isso sem uma arma.
N�o se mexa, Alan. N�o me force a atirar.
Eu disse que n�o queria mais v�-lo.
Voc� est� sozinho.
O que vai fazer? Entrar para outro bando de assassinos?
O que achou que fossem? Um bando de her�is?
Voc� viu como o Bill era desprez�vel.
Se disser mais uma coisa, eu atiro em voc�.
Eu atiro, Alan.
N�o, Kid.
Voc� vem.
Nem mais um passo, Alan.
Michael!
N�o se preocupe. � melhor assim.
Voc� n�o podia
ajudar, Alan. Era tarde demais.
N�o fale agora, Michael.
Agora sei que voc� estava...
preocupado comigo.
Obrigado, Alan.
Sinto muito, Alan.
� meu irm�o.
Prometi lev�-lo de volta para casa.
Seu irm�o?
Por que n�o me contou antes?
N�o sei o que dizer.
N�o se incomode mais. Apenas v�.
At� mais, Alan.
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