All language subtitles for Cheers.S01E15.1080p.WEB-DL.AAC2.0.H.264-NTb

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Original subtitles

Sim, eu direi a ele.

Ah, Sam, acabei de falar com a mo�a com quem vai sair hoje.

Bambi.

Ela disse que n�o pode sair. Ela teve um acidente.

Est� brincando. O que houve?

Ela caiu do sapato.

Puxa, que dureza.

Tenho apenas duas horas para tentar achar algu�m para sair.

Que problema s�rio.

N�o se preocupe. N�o se preocupe.

A agenda. Cliff, juro, acabou de emitir um raio de luz.

-Uma agenda de endere�o? -Sim.

lsso n�o saiu de moda, junto com deixar a mo�a b�bada e seduzi-la?

Saiu de moda?

Vamos ver, vamos ver.

Ei, Christie Leveroni.

Christie Leveroni, voc� foi selecionada!

Vamos, Sam, deixe-me discar, hein?

Faz muito tempo que n�o disco o n�mero de uma mulher.

Norman.

Sabe, n�o vejo Christie desde Woodstock.

Voc� foi a Woodstock?

Um amigo me disse para ir. Disse que eu conheceria muitas garotas.

Devia saber que n�o estava l� por causa da m�sica.

Tocaram m�sica em Woodstock?

Sammy, est� chamando.

Al�, Christie est�?

Entrou para um convento?

Puxa, parece que seu �dolo se deu mal.

E qual � o n�mero de l�?

Cheers S01E15 "Father Knows Last"

Resync Web-DL Evilkinder

-Oi, Treinador. -Oi, Diane.

-Oi, Treinador. -Oi, Treinador.

Sam? Sam?

-Sim. -Olhe para mim.

-Minha apar�ncia est� boa? -Sim, por qu�?

Bem, acabei de renovar minha carteira de motorista, certo?

E pediram para eu doar meus rins.

Ah, n�o, n�o.

N�o � nada pessoal, Treinador. Perguntam isso para todo mundo.

Aqueles ladr�es de estrada. Antigamente, custava s� US$ 2.

Carla est� atrasada de novo.

Sim, eu sei. Por que ser�?

Sam, voc� sabe.

Por que nenhum de n�s est� falando sobre o problema de Carla?

Ou�a, Diane, n�o acho que devamos falar nada.

Ora, voc� conhece Carla. Ela � orgulhosa.

Talvez ela queira lidar com isto sozinha, s� isso.

Talvez nem seja o que pensamos que �.

Treinador, o que mais pode ser?

Gases.

Oi, pessoal.

-Oi, Carla. -Ol�.

Vou me trocar.

Por que estamos com tanto medo?

Sabemos, h� mais de um m�s, que Carla est�...

Serei a primeira a dizer isto em voz alta.

Carla est� gr�vida.

Muito bem, Sam. Todos sabem.

Ah, Sam.

Ela est� sozinha neste mundo.

Ela precisa de apoio.

Ela, provavelmente, est� esperando que a estendamos a m�o.

E voc�s se dizem amigos dela.

Bem, por que n�o fala com ela?

Eu falaria...

mas Carla nunca me chamou de amiga.

A n�o ser que " mentecapta" seja um termo carinhoso.

N�o olhe para mim.

Vera e eu n�o temos filhos. N�o entendo nada do assunto.

�, Norm, por que voc� e Vera nunca tiveram filhos?

N�o posso, Treinador.

Puxa, sinto muito, Norm.

Eu olho para Vera, e n�o posso.

-Ent�o, como vai, pessoal? -Oi, Carla.

Ou�a, Carla...

queremos lhe dizer que...

bem, se precisar de algo, � s�... � s� pedir, est� bem?

-Bem, j� que tocou no assunto, Sam... -Sim. O qu�?

Vou precisar de algumas horas de folga, no final de abril.

Est� bem, n�o quer conversar, n�o quer...

N�o, n�o, est� tudo bem.

Ontem, eu contei ao pai. Ele estava viajando.

Sabe, eu queria contar a ele primeiro.

Conte para eles. Est�o ansiosos para saber. Vamos.

-Sim, vou falar com eles. -Est� bem.

-Estava dizendo...? -O que eu estava dizendo?

-O tempo... O tempo est� muito... -Lindo.

Sim, est� muito lindo.

Pessoal...

-eu estou gr�vida. -O qu�?

-Ora, minha... -O qu�?

-Mas que...? -Est� gr�vida? Puxa, Carla.

Por que n�o nos contou antes?

Ando com muita coisa na cabe�a. N�o consigo lembrar tudo.

Claro. � uma garota ocupada.

Sim, bem, parab�ns, hein? A n�o ser que n�o queira outro filho.

-Claro que ela quer o beb�, Norm. -Claro que quero.

Que m�e solteira, sem dinheiro, j� com quatro filhos, n�o quereria?

Viu o que quero dizer?

Carla, n�o se preocupe com isso. Vou aumentar um pouco seu sal�rio.

Obrigada, Sam.

Bem, isso � demais. Que cara legal.

Grande. Carla recebe um aumento por ficar gr�vida.

O que tenho de fazer para receber um pouco mais do chefe?

-Pode receber mais do chefe. -Pe�a um pouco mais para o chefe.

Ent�o, quem � o pai? Queremos saber.

Bem, est�o prestes a v�-lo.

Ele est� vindo.

Dei muita sorte desta vez. Puxa.

� um cara legal, respons�vel e vai sustentar esta crian�a.

Ah, que demais.

Voc� vai se casar?

Bem, na verdade, talvez pud�ssemos nos casar, Sam.

Mas isso � contra minhas cren�as mais arraigadas.

Homens s�o uns salafr�rios.

Quem � esse cara?

Ei, Marshall!

Marshall?

Carla transou com um Ph.D. do MlT?

Ei, se n�o podem falar na minha cara, n�o falem nada, est� bem?

N�o, Treinador.

Treinador, Marshall � o pai do beb� de Carla.

-Marshall? -Sim.

N�o acredito. E costumo acreditar em tudo.

Ent�o, como est� se sentindo, mam�ezinha?

Vou fazer um acordo com voc�.

Se n�o me chamar de mam�ezinha...

n�o colocarei sua l�ngua em um liquidificador.

Ei, Marshall, venha c� e sente-se.

-Vamos, Marshall. -Valeu. Legal.

Estou muito feliz por voc�s.

Parab�ns, Marshall.

Parab�ns, papai.

Por que n�o se senta, mam�ezi... Carla.

Obrigada.

Ou�am, acho que devemos comemorar.

-Um pouco de champanhe. -Sim!

-Sim, encham os copos! -lsso.

Tomem.

A prop�sito, eu recomendo o m�todo Lamaze.

Li a respeito e parece maravilhoso.

Ah, n�o, esque�a. Tenho meu pr�prio m�todo.

Coloque-me para dormir e acorde-me quando j� souber usar a privada.

Muito bem. Vamos fazer um brinde. Algu�m fa�a um brinde.

-Est� bem. -Diane, fa�a um brinde.

Ah, est� bem...

Ao beb�.

Com Marshall como pai, com certeza, ser� esperto.

Com Carla como m�e, com certeza...

precisar� ser.

O que quero dizer �...

ao beb� e � sorte dele de ter pais maravilhosos.

-lsso. -Sa�de.

-O qu�? -Ei...

sabe, acho que vou me deitar um pouco, est� bem?

-Claro. -Podem me dar licen�a? Eu j� volto.

Puxa, Marshall, n�o sabia que voc� e Carla estavam namorando.

Na verdade, Treinador, namoramos s� uma vez.

Uma vez?

S� uma vez?

Mas � engra�ado...

porque Carla nunca quis nada comigo antes.

Nem depois.

Mas ela estava pronta e super a fim de mim naquela noite.

Era uma mulher possu�da.

Ent�o, a coisa toda foi id�ia dela.

Sim, acho que se pode dizer isso.

N�o que n�o tenha me divertido, mas...

eu n�o tinha id�ia que isto aconteceria.

Ontem, fiquei surpreso quando ela me contou.

Pode me dar licen�a, Marshall?

Acho que preciso falar com Carla.

Garota esperta.

-O qu�? -Sei o que est� fazendo.

Malandrinha.

Preciso admitir. Muito esperta.

-N�o sei o que est� dizendo. -Sabe, sim.

Marshall n�o � o pai dessa crian�a.

Talvez seja...

e talvez n�o seja.

Vamos, Carla.

Pode me contar. Tenho muito orgulho de voc�.

lsso demonstra que tem iniciativa.

Bem...

j� que voc� adivinhou...

est� certa. Ele n�o � o pai.

Menti para ele sustentar a crian�a.

Que grande, grande plano.

Bem, odeio cantar meus pr�prios m�ritos.

Ora, n�o cante seus m�ritos.

Por que n�o tenta cantar isso...?

Carla, como pode?

Por que n�o se senta e deixa que eu fale?

Certo.

Eu tive um dia muito ruim.

Embolsaram minha gorjeta duas vezes.

Sam gritou comigo por algum motivo.

Voc� estava aqui.

Fiquei encharcada a caminho de casa.

Quando, finalmente, pus as crian�as no quarto, eu estava cheia, para valer.

Ent�o, sentei na mesa da cozinha...

com uma garrafa de Chianti...

e comecei a pensar como minha vida � uma droga...

quando vi...

o rosto dele...

na neblina, pelo vidro da porta.

Quem?

Nick, meu ex-marido.

Al�m de tudo, era nosso anivers�rio de casamento.

Sei.

Mas estava t�o triste, que achei que pud�ssemos conversar, sabe?

Est�vamos bebendo...

e lembrando alguns tempos bons que tivemos juntos.

Foi a primeira risada que dei, o dia todo.

Ele estava usando...

uma camiseta "arrast�o"...

preta.

Eu podia ver...

sua tatuagem de pantera atrav�s dos buraquinhos.

Nenhuma mulher resistiria.

Com a chuva e tudo mais, e o vinho...

eu me deixei levar.

Carla, esse � um homem que chamou de �gua de infiltra��o.

Claro, Nick � nojento.

Mas ele conhece esse ponto, no l�bulo da orelha.

Uma mordidinha, e voc� � um monte de carne arquejante.

Acho muito dif�cil acreditar nisso.

-Ah, �? -�.

Deixe eu lhe mostrar.

Carla, n�o seja rid�cula.

Carla.

Cliff.

-N�o, n�o � o que pensa. -N�o, tudo bem.

Sou um cara tipo anos 80.

Vi os filmes certos e tudo mais.

Sim. Bem, n�o, Cliff, sabe...

Carla e eu est�vamos testando uma hip�tese cient�fica fascinante.

-Cient�fica. -Eu gosto de ci�ncia.

Venha por aqui.

-Carla, mostre a ele. -Jesus.

lnacredit�vel, n�o?

N�o senti nada.

Bem, �s vezes, h� uma rea��o retardada.

Est� bem, se voc�s duas pularem...

D� o fora, Cliffie.

Ei, ou�a...

se precisar de um trois para a m�nage, estarei no bar.

Certo, vamos ver se entendi bem a decad�ncia.

Descobriu que estava gr�vida.

Seduziu Marshall, de prop�sito...

porque sup�s que seu marido...

n�o assumiria a responsabilidade pela crian�a.

Exato.

Depravado.

Olhe aqui, branquela.

Pode falar o que quiser, mas tenho quatro filhos.

Estou criando os quatro sozinha, e tem sido muito dif�cil.

N�o ag�ento mais.

Algu�m vai me ajudar a aliviar um pouco minha carga desta vez...

e n�o importa o que tenha que fazer para conseguir isso.

Carla.

Est� errado.

N�o me importo.

E n�o me importo com o que pensa.

O que fizeram com Cliff aqui atr�s?

Por qu�? O que foi?

Tivemos de arranc�-lo de cima do �ndio de madeira.

Cliff.

Aqui, Cliff. Tome, � cerveja. Tome.

Carla, conhece a hist�ria do "Cora��o-Piloto"?

V� passear, branquela.

Vou contar para voc�.

Um jovem matou um senhor idoso.

Enquanto cometia o crime, ele ouvia o cora��o da v�tima...

batendo de medo.

Ele ficou muito contente, quando o homem morreu.

Aquele som terr�vel parou.

Depois, ele desmembrou a v�tima e a enterrou debaixo do assoalho.

Em breve, ele come�ou a ouvir um som que vinha do ch�o.

At� n�o ag�entar mais.

Certamente, todo mundo ouvia.

No final, ficou louco de tanta culpa que sentia.

N�o se pode fugir da consci�ncia.

Est� bem! Est� bem!

Tom, estou saindo com outra pessoa.

� um homem maravilhoso, e n�o mere�o ficar com voc�.

Desculpe.

Espere, querida.

lsto teve algum efeito sobre voc�?

Nenhum.

Talvez precise de um "ba-bum" maior.

Diane, pode me deixar em paz?

Carla, n�o fique brava. Sente-se aqui comigo.

Obrigada.

Como voc� est�, papai?

Bem. Acho que estou come�ando a ficar euf�rico.

Treinador?

-Pode me dar uma cerveja, por favor? -Com certeza, Marshall.

Carla, como acha que deve ser o nome da crian�a?

Temos tempo para pensar, Marshall.

Sabe, a maior discuss�o que tive com minha esposa...

foi sobre o nome de nossa filha.

Ela ficou insistindo, insistindo em Lisa.

E eu queria continuar com o nome original.

-Qual era o nome original? -Bebezinha Pantusso.

Sabe, Carla, andei pensando.

Amanh�, vou at� meu advogado refazer meu testamento...

e todos seus filhos ser�o meus benefici�rios.

Puxa, Marshall...

eu n�o esperava isso.

� a coisa mais gentil que algu�m j� fez...

Diane, quer parar com esse maldito "ba-bum"!

Carla, Diane est� l� atr�s.

Venha, precisamos conversar.

Voc� venceu. Vou contar a verdade.

Algu�m pode me dizer o que est� havendo?

Bem, ela vai contar a verdade a ele.

A verdade sobre o qu�?

Sam, � terr�vel.

Ela mentiu.

O pai da crian�a � o ex-marido dela.

Eu n�o acredito.

Eu conhe�o o cara.

O ex-marido � um besta insens�vel, com apenas uma coisa na cabe�a.

-Algumas mulheres gostam disso. -Diga uma.

-Ei, ei... -Arlene Abrams.

Angela Adams.

Eu vou para casa.

N�o, ou�a, espere. Espere.

Vou falar com voc� primeiro.

Sente-se.

Agora, ou�a...

Diane me contou tudo, e preciso dizer uma coisa.

Marshall...

voc� e Carla t�m chance de serem muito felizes...

e acho que n�o devem jogar isso fora.

-Sam, n�o sabe... -Vamos, deixe-me dizer uma coisa.

Olhe para mim, Marshall.

-Olhe para voc�? -Sim.

Bem...

muita gente acha que tenho uma vida maravilhosa.

Mas voc� tem...

Pode ter algo que eu n�o tenho. Voc�...

Pode ter o amor e carinho de uma fam�lia.

Sabe, se n�o se casar com Carla, um outro sortudo qualquer o far�.

Ali�s, se n�o se casar com Carla, eu me casarei com ela.

N�o vou me casar com ela.

Tenho um v�u no meu arm�rio.

Sabe o que eu estava...

Saia daqui.

Voc� s�o todos uns salafr�rios.

Sabe...

eu me sinto terr�vel.

Bem, acho que ela queria ajuda com esta crian�a.

�, ela mal d� conta, do jeito que est�.

Provavelmente Carla nunca se sentiu t�o s� quanto se sente agora.

Tem mais daquelas bolachas Goldfish?

N�o temos nenhuma bolacha em forma de peixe.

O que acabei de comer?

Sabe, eu queria ter dinheiro para poder cuidar da crian�a.

Eu tamb�m, Sam.

Espere. Tenho uma grande id�ia.

Vivemos arrecadando dinheiro para os times das Ligas lnfantis...

e para dar presentes aos �rf�os.

Agora, vamos arrecadar dinheiro para ajudar Carla.

O Cheers deveria adotar essa crian�a.

Sabe, n�o � uma id�ia ruim.

Todos podemos nos revezar e fazer coisas com a crian�a.

-Certo, certo. -Posso ensin�-la a arremessar.

Sim. Posso ensin�-la a rebater a bola para fora do campo.

-� isso a�. -Vou fazer o imposto de renda dela.

-Treinador, venha c�. -O qu�? O qu�?

Ou�am, pessoal, pessoal.

lsto � para a crian�a de Carla. Vai ser nosso beb�.

Eu posso ensinar a crian�a a escorregar na segunda base.

N�o, n�o pode. Lembre-se de suas costas.

Bem, posso ensin�-la a nadar.

Voc� tem medo de entrar na �gua.

Bem, posso ensin�-la a fazer um n� Windsor.

Por que acha que usa gravatas com n� pronto?

Bem, posso simplesmente ficar sentado l�.

Eu vou para casa.

Carla, antes de ir...

queremos que pegue isto.

� para ajud�-la com a crian�a.

Queremos que seja meio nossa tamb�m.

Quando andar por uma tempestade

Levante a cabe�a

E n�o tenha medo do escuro

Todo mundo, vamos.

No finaI da tempestade

H� uma Iuz dourada

E a doce can��o prateada De uma cotovia

Continue andando no vento

Ande na chuva

Em seus sonhos

Seja jogado e soprado

Ande, ande

Com esperan�a no cora��o

E nunca andar� sozinho

Nunca andar� sozinho

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