All language subtitles for Cheers.S01E06.1080p.WEB-DL.AAC2.0.H.264-NTb

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Original subtitles

-Cliff. -Sim.

Atende, por favor.

� voc� quem manda, Treinador.

Cheers.

Carla? Sim, est�.

Carla! � para voc�. Parece problema com as crian�as.

-Eu n�o estou! -Carla.

Me d�. Me d� aqui.

O que foi?

Seraphina est� onde?

Ent�o derrube-a!

N�o interessa se isso melhora a imagem da TV. Derrube-a!

E, quando eu chegar, se as chaves do carro estiverem na privada...

vai ver! Ah, e tem mais.

Traga mais problemas hoje e voc� n�o � meu filho.

Sua m�e verdadeira � Doris Slobotkin...

e o telefone dela � 555-8921 .

-Acha que vai funcionar? -Se existe uma chance...

eu preciso tentar.

Cheers S01E06 "Any Friend of Diane's"

Resync Web-DL Evilkinder

Ol�, pessoal.

Oi, Diane.

Parece que teve um bom dia de folga.

Foi t�o bom que eu n�o sei se estou pronta para falar dele.

Mas j� que voc� insiste...

eu sa� com o David, do departamento de antropologia.

Ele levou-me para New Hampshire.

Passeamos no bosque, contato direto com a natureza.

Ficamos em uma pousada onde John Adams j� dormiu.

�, um monte de gente se registra com esse nome.

Agora eu sei porque n�o queria contar nada.

Eu tamb�m tive um bom dia de folga.

Taffy e eu velejamos perto de Marblehead.

Taffy?

Velejando? Voc�?

Alguma coisa contra?

N�o, n�o.

Eu s� achei que sua id�ia de romance fosse...

um lanche e uma briga de galo.

Eu adoro velejar.

Depois de ver Gente Como a Gente...

tenho tentado deixar as crian�as interessadas nisso.

Ora, vamos.

-Boa tarde, pessoal. -Norm!

Como vai a vida, Norm?

Como se tivesse sido flagrado com a esposa de algu�m.

-Que tal uma cerveja, Norm? -Manda a�.

Sammy, vou trazer algu�m hoje � tarde.

-Quem vem com voc�, Norm? -Meu novo chefe.

Preciso fazer um agrado, entende?

Pensei em traz�-lo para beber, e depois subimos para jantar.

-Por que n�o o leva � sua casa? -Minha mulher mora l�.

Entendi.

S� uma coisa, pessoal.

Voc�s n�o me conhecem, certo?

-Por qu�? -N�o quero passar por beberr�o.

-Certo. -E n�o me chamem de Norm.

Entendi, Norm.

Pode trocar essas notas no Melville's , por favor?

Entendido, capit�o.

Treinador, j� volto. Vou buscar umas garrafas de vinho.

-Com licen�a. -Ol�.

Procuro uma Diane Chambers.

Est� com sorte. Temos uma Diane Chambers.

Desculpe, n�o entendi.

Espero que s� queira uma.

Voc� percebe que esse tipo de conversa � totalmente in�til?

Muito obrigado.

Meu nome �...

Meu nome � Ernie Pantusso, mas pode me chamar de Treinador.

-Rebecca Prout. -Ol�, Becky.

Diane e eu moramos juntas em Bennington.

S�rio? Sam e eu fomos s�cios em um bar em Cleveland.

Onde est� Diane Chambers?

Ela subiu. Mas vai voltar em alguns minutos.

Ent�o vou escolher uma mesa e esperar.

� vontade.

-Obrigada pela ajuda. -Precisando, me chame.

Rebecca?

-Rebecca! -Diane!

Que coincid�ncia maravilhosa, n�o?

Eu nunca entro em lugares como esse.

Eu estou fazendo uma pesquisa para um trabalho...

Que diabos est� acontecendo aqui?

Puxa, uma gar�onete.

Poderia trazer uma garrafa de vinho?

S� se eu puder cuspir dentro dela.

Diane, est� tudo bem.

Eu sei que voc� trabalha aqui.

E como descobriu?

Liguei para a sua m�e.

Ela tirou a cabe�a do forno tempo suficiente para me contar.

Minha nossa, senti a sua falta.

Nunca vou esquecer das nossas longas tardes no parque...

bebendo champanhe...

comendo brioche com gel�ia de morangos.

Lendo e falando sobre Schopenhauer.

Bem, chega de falar de Schope.

Por isso que � bom ser carteiro, Norm.

N�o preciso ficar agradando o chefe do jeito que voc� faz.

Cliff, acredite, � pela contabilidade.

Eu amo os n�meros.

Deus me ajude, eu os amo.

Sabe, eu gosto de desafios.

Cachorros, crian�as chatas...

caixas de correio dif�ceis de encontrar.

Acha que contabilidade � ma�ante, n�o �?

Um n�mero errado e a empresa vai pelo ralo.

Vou dizer que tudo faz sentido no Dia das M�es.

Entregar um cart�o para uma velha feia e rabugenta.

Ver os olhos dela cheios d'�gua.

Mexe com o pulsante aqui, entende?

Quer ir para o lado sentimental?

Pegue essa mesma velha...

e ajude ela poupar com o imposto de renda.

Eu sei porque o cara l� de cima me colocou aqui.

E eu sou pago para ficar aqui e ouvir essa conversa incr�vel.

Rebecca, h� algo errado com voc�.

Voc� sempre soube quando a minha alegria era s� fachada.

Elliot e eu nos separamos.

Rebecca, n�o.

Voc� e Elliot?

Puxa, voc�s tinham ficado juntos para sempre.

Eu sei.

Tudo come�ou quando Elliot fez o doutorado em ictiologia.

Ele come�ou a mudar, e logo eu soube que...

ele tinha ido com uma estudante para uma expedi��o marinha.

Um doutorado muda um homem.

Haver� outros, certo?

Nesse meio tempo, ainda tem o seu trabalho.

Voc� acha?

Traduzir poesia russa costumava ser um consolo.

-Eu sei. -Mas n�o � mais.

At� o meu poema favorito...

de Karashnikov, "Outro Natal de Agonia" ...

n�o conseguiu me confortar.

Mischa, o c�o, est� morto na sarjeta.

As crian�as choram sobre a carca�a.

A n�voa sufoca meu cora��o,

e cobre os Iamentadores.

PeIo menos este ano vamos comer.

Se isso n�o levantou o seu astral, n�o sei o que fazer.

O que eu preciso � acabar com as minhas lembran�as de Elliot.

� exatamente isso que devia fazer.

Estou procurando por um homem.

Como?

Diane, tenho pensado muito nisso...

e acho que preciso de algo que nunca tive.

Uma tarde de prazer, irracional e descontrolada.

Quero queimar na chama da paix�o.

Rebecca, voc� est� muito vulner�vel agora.

N�o fa�a bobagens.

Nunca fiz bobagem na vida.

� a hora certa para isso.

O que eu procuro � um homem r�stico, comum.

Moreno, alto, forte. Bra�os peludos.

E o mais importante: n�o pode ser intelectual.

Homem de poucas palavras.

-Conhece algu�m assim? -N�o!

Diane, voc� buscou troco?

Sim, claro. Com licen�a.

-Voc� manda, Treinador. -Preciso de moedas, querida.

Poderia buscar para mim?

-Claro, Treinador. -Obrigado.

Eu volto j�. Fique paradinha aqui...

e beba o vinho bem devagar.

Droga!

-Oi. -Oi.

Vem sempre aqui?

Sim, todos os dias. Eu trabalho aqui.

N�o pude deixar de notar os seus bra�os.

�, ou�o isso sempre.

V�o dos ombros at� as m�os.

-Qual o seu nome? -Sam, troco.

Trocar, por qu�? Eu gosto do jeito que est�.

Sam, dois conhaques puros.

Diane, � ele.

-O qu�? -Eu quero ele.

Quem? O gay com a ferida de guerra?

N�o vai me enganar.

Ele � exatamente o que eu estou procurando.

Voc� n�o est� interessada nele, est�?

N�o, claro que n�o.

Ent�o vou falar com ele antes que perca a coragem.

Sam, aquela ali � uma grande amiga minha.

Ela est� passando por uma fase muito dif�cil.

Ent�o, n�o importa o que ela pe�a. Por favor, diga n�o.

-O qu�? -N�o.

-Diane? -Sim?

-Poderia nos deixar a s�s um pouco? -Claro.

Teria alguma coisa contra ir ao...

meu hotel para uma tarde de sexo selvagem?

N�o!

Qual � o seu nome?

lsso importa?

N�o.

Diane, Sam ainda n�o voltou.

E da�? Quem se importa?

Eu me importaria, se ele tivesse sa�do com a minha amiga h� duas horas.

Uma hora e 53 minutos.

Sam sempre gostou de jogos durante o dia.

O que acha, Sr. Stabell? N�o parece bom?

Nor...

O que vai ser, estranhos?

Pode deixar que eu pe�o, Sr. Stabell.

-Acho que vou querer uma Perrier. -�gua Perrier.

-Eu quero uma cerveja. -Cerveja.

Espere um pouco. Cerveja.

Parece uma boa mudan�a. Tamb�m quero uma.

Treinador.

Est� proibido de me dar mais de uma.

-Mais de uma de cada vez? -N�o, a noite inteira.

-A noite inteira? -Sim. Prometa.

Obrigado.

A� vamos n�s.

Duas canecas da melhor cerveja.

Vamos conversar.

Oi, Sammy.

Ol�, Sam.

-Diane, Sam chegou. -E da�?

Vou estar no meu escrit�rio.

Tudo calmo hoje, n�o �?

Quase morto.

Acho que vou esticar as pernas...

me mexer, tomar ar fresco.

Precisa ir com calma.

N�o tenho respeito por um homem que n�o consegue...

se controlar quando bebe.

�, nem eu.

Como p�de fazer isso com aquela pobre mulher?

-Fazer o qu�? -Fazer o qu�?

Obrigado, Sr. Rapidinha.

Rebecca � uma pessoa muito vulner�vel...

que saiu de um relacionamento despeda�ado.

Como p�de sair com ela?

Ela disse: "Voc� se importaria?"

Voc� se importaria?

Tr�s palavras que o fazem diferente de um porco no cio.

lsso e a minha lo��o p�s-barba.

Como ousa fazer gra�a enquanto eu te odeio.

Qual � o problema?

Somos todos adultos aqui, n�o?

Sim!

Ao contr�rio do que pensa, n�o sou uma pessoa pudica.

Tenho uma postura muito saud�vel em rela��o a... voc� sabe.

Me responda uma coisa.

Est� orgulhoso do que fez?

Eu n�o comento minhas aventuras amorosas.

Puxa, agora o porco tem escr�pulos.

Ora, vamos. S� estou pegando no seu p�.

N�o aconteceu nada, tudo bem?

E, para fechar, uma mentira.

N�o, n�o � mentira. Eu juro, n�o aconteceu nada.

Voc� quer dizer que Rebecca voltou a si.

N�o. Quem parou fui eu.

Entendi.

Ficou chateado porque ela s� queria usar voc�, garanh�o.

N�o, eu gosto disso.

Eu n�o consegui faz�-la calar a boca.

Sem ofensas, mas a sua amiga � muito chata.

Ela � depressiva e n�o p�ra de falar.

E aqueles poemas russos f�nebres?

Eles nem t�m rima.

Depois de ouvir duas horas de fome e frio...

decidi pegar a minha baIaIaika e dar o fora.

-Voc� deixou uma mulher sozinha? -Sim.

E aqui estou eu, todo feliz, por causa de uma tarde incr�vel.

N�o pode admitir a verdade, n�o �?

O qu�? Que verdade?

A dec�ncia finalmente venceu.

Voc� fez a coisa certa. Foi nobre.

N�o. N�o, eu fiquei entediado.

lnconscientemente, se sensibilizou com ela...

e n�o quis tirar vantagem disso.

-Voc� acha isso? -Sim.

Sam Malone, voc� � um homem melhor do que quer admitir.

Sabe, talvez voc� esteja certa.

Talvez eu esteja me tornando um cara sens�vel.

Talvez eu n�o olhe de novo para outra...

mulher como mero objeto sexual.

N�o, esque�a o que eu falei.

Foi a minha auditoria favorita.

Quase acabou com o meu casamento, mas valeu a pena.

Tem que trabalhar por prazer.

Gosto do seu entusiasmo, Norm.

Voc� trabalha como um cavalo.

Puro-sangue.

Sabe, estou me divertindo muito.

Geralmente n�o fa�o isso, mas vamos beber mais uma.

Treinador, mais duas cervejas.

-N�o posso. -N�o, est� tudo bem.

Norm, eu prometi a voc�.

-Disse para servir s� uma. -Est� bem. Certo.

Uma cerveja para o meu amigo.

-Assim � outra coisa. -Uma jarra.

Diane?

Eu vim para me despedir.

Para sempre.

Rebecca, o que aconteceu?

Os homens n�o me acham atraente.

-O qu�? -Primeiro foi o Elliot...

e agora esse fulano.

Rebecca, eu sinto muito.

� preciso acreditar em Deus para se tornar uma freira?

lsso ajuda.

O que Sam fez a voc�?

Quem � Sam?

-O barman. -Nada.

Esse � o problema.

Diane.

Ele me achou repulsiva.

N�o, Rebecca. lsso deve ser um mal-entendido.

Ele pulou pela janela.

Vou falar com Sam.

Ele precisa saber que magoou voc�.

No come�o, eu sempre quis ser dan�arino, Norm.

Voc� � um porco.

Como? Eu nem sa� do lugar.

Voc� destruiu um ser humano.

-Quem? -Rebecca.

-Ela est� l� sentada. -A M�e R�ssia?

Eu n�o estou aqui.

Sam, ela est� arrasada.

Eu nunca a vi t�o deprimida...

e, acredite, eu j� a vi deprimida.

Eu acredito.

Voc� precisa fazer alguma coisa.

Ela est� muito triste e a culpa � sua...

por rejeit�-la daquele jeito.

Aonde voc� vai?

Eu vou traz�-la aqui.

N�o, espere. D�-me um tempo para construir uma janela.

Voc� vai devolver-lhe a autoconfian�a.

O que eu vou dizer?

Apenas diga que o motivo da sua rejei��o...

n�o foi por ach�-la pouco atraente.

Ent�o, qual foi o motivo?

Eu n�o sei.

Diga que voc� pertence a outra pessoa.

Que perdeu a cabe�a, que � um verme sem sentimentos.

Os outros garotos riram da minha cara, Norm.

Rebecca, pode vir aqui para conversarmos?

Mas eles n�o riem sempre dos colegas graciosos?

Ol�, Rebecca.

Ol� de novo.

Quando eu deixei o hotel...

posso ter dado a impress�o errada.

Achei que houvesse um inc�ndio.

Sinto muito.

Sinto muito. Eu n�o fui totalmente honesto com voc�.

Eu fui embora porque estou saindo com outra pessoa.

Eu tinha medo que isso fosse acontecer.

Uma desculpa para poupar meus sentimentos.

N�o, � verdade. Eu realmente estou saindo com outra pessoa.

-Por favor. -Rebecca.

Voc� � uma mulher muito desej�vel.

Acontece que ele est� saindo com algu�m, � isso. E sou eu.

-Voc�? -Voc�?

Agora podemos contar a ela.

Hoje, antes de voc� chegar, tivemos uma briguinha...

e Sam usou voc� para me deixar com ci�me.

Quando ele voltou a si, finalmente lembrou...

de como � maravilhoso o que temos um com o outro.

N�o foi isso? Querido?

Sim. Claro.

Pode apostar.

Sam e eu estamos profundamente apaixonados.

Eu n�o posso acreditar.

-Bem... -Voc�s dois?

lsso � incr�vel.

Eu nunca teria imaginado isso.

Eu sei que isso realmente desafia os limites da l�gica humana...

mas, como voc�, eu estava cansada de homens brilhantes, distintos.

-Estava mesmo? -Claro.

Queria um prato feito, entende...

e o Sam aqui � o pr�prio bife com batata frita.

Sabe, eu tamb�m cansei...

de mulheres atraentes, bonitas e sensuais.

Decidi procurar por uma mulher simp�tica.

Pois �, acredite ou n�o...

eu prefiro homens grosseiros e ordin�rios.

Acho que sou meio machista.

Gosto da mulher que faz o que o homem manda.

Olha s�, meu sapato est� desamarrado.

Pode amarr�-lo para mim, querida?

O que foi, querido?

Poderia fazer o lacinho do meu sapato?

Ela adora fazer esse tipo de coisa para mim.

Assim est� um pouco apertado, amor.

-E agora, amoreco? -Est� muito melhor. Obrigado.

Bem, acho que estou sobrando aqui.

Vejo que o clima est� rom�ntico.

-Obrigada por tudo, Diane. -Obrigada.

Foi maravilhoso v�-la de novo.

-Vou escrever. -Que bom.

As coisas v�o se ajeitar.

Voc�...

Me solta!

Sai de perto de mim!

-Tire a sua m�o... -Seu cara-de-pau...

Esse � o tipo de paix�o que eu esperava encontrar.

Voc� vai encontrar, Rebecca.

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