All language subtitles for The.Three.Musketeers.1993.720p.WEB-DL.DD5.1.H264-FGT-por

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Original subtitles

Legendas by LuFer

OS TRÊS MOSQUETEIROS

Cardeal Richelieu, estes homens, eles...

Ajude-me, por favor, Vossa Eminência. Por favor, misericórdia. Por favor.

Danificou a sua carruagem e roubou valores do seu interior.

Mas é só uma carruagem. Por favor, tinha fome.

Há dias que a minha família não come, por favor.

Por favor. Em nome de Deus. Eu suplico.

Muito bem. Em nome de Deus.

Obrigado, Eminência.

Tem assegurado um lugar no Céu.

Claro.

Não! Não! Por favor, não!

Por favor, meu Deus. Não! Não!

Menos uma boca para alimentar.

Está ficando descuidado, Girard. Porque não faz um favor a si mesmo?

- Renda-se. - A honra da minha irmã está em jogo.

Quantas vezes preciso dizer? Não aconteceu nada.

- Eu sei o que vi, D'Artagnan. - Girard, disse-lhe que ia para Paris.

Ela quis me dar algo para me lembrar dela.

- Mentiroso! - Isto é estúpido, Girard.

Só quero ir para Paris e alistar-me nos Mosqueteiros.

Você, um Mosqueteiro? Que Ilusão!

O meu pai era Mosqueteiro, da guarda pessoal do Rei.

O Rei foi assassinado. O seu pai falhou...

uma vergonha para os Mosqueteiros.

- O que você disse? - O seu pai foi uma vergonha.

Os meus irmãos me vingarão.

Já?

Ataquem! Ataquem!

Apanhem-no! Ele é meu!

Volte aqui!

Ele foi por ali!

Vamos te pegar, D'Artagnan!

Entretanto, dá os meus cumprimentos à sua irmã.

O que faço com a bandeira dos Mosqueteiros?

Queime-a.

Mosqueteiros.

Pelo edital conjunto de Sua Majestade, Luís XIII...

e a Sua Eminência, o Cardeal Richelieu...

os Mosqueteiros estão oficialmente extintos.

Em preparação para a iminente guerra com Inglaterra...

as patentes e comissões são transferidas para a Infantaria.

Serão notificados e avisados onde se devem apresentar.

Até lá, voltem para casa.

- E quem protegerá o Rei? - Os guardas do Cardeal...

já assumiram essa responsabilidade.

Têm ordem para dispersar.

Se algum de vocês resistir, o batalhão inteiro...

será preso.

Um por todos...

e todos por um.

Bem, Não há mais nada a dizer, não é?

Vossa Eminência.

Uma atuação impressionante. Admirei especialmente o último toque.

" Um por todos e todos por um."

Se não o conhecesse, pensaria que queria que se revoltassem.

Isso daria uma desculpa para prendê-los.

Não é necessário.

Os Mosqueteiros estão acabados.

Não por completo. Restam três.

Três?

Enviei uma patrulha para encontrá-los. Ainda não regressaram.

Quero esses Mosqueteiros, sem desculpas.

Traga-os imediatamente.

Sigam-me.

Sem pontas soltas desta vez, Capitão Rochefort.

Athos.

Porthos.

Aramis.

Tem idéia do que fez?

Salvei você e sua amiga destes bandidos.

Estes "bandidos" são a Guarda pessoal da Rainha.

A Rainha? Desculpe. Não fazia idéia.

- Como se chama? - D'Artagnan.

D'Artagnan. Um Gascon?

Vim a Paris para me alistar nos Mosqueteiros.

Então, tenho certeza que ouvirei o seu nome de novo.

- Isso lhe agradaria? - As aias...

estão proibidas de confraternizar com os Mosqueteiros.

Ainda não sou Mosqueteiro.

Com essa coragem, em breve será um.

Boa sorte, D'Artagnan.

E obrigado pela diversão. Diverti-me muito.

Espere! Não me disse o seu nome!

Constance!

Constance.

Venha.

É aqui o quartel-general dos Mosqueteiros?

Não, aqui era o quartel-general dos Mosqueteiros.

Quer dizer que se mudaram.

Não, quer dizer que foram extintos. Deixaram de existir.

Esteja à vontade para procurar lembranças.

Acabei de chegar. Como posso tornar-me Mosqueteiro, se foram extintos?

Diria que tem um grande problema.

Não está ajudando muito.

Precisa de uma lição de boas maneiras.

Quando quiser.

Porque não nos encontramos fora da cidade, perto das ruínas?

Digamos, ao meio-dia.

Estarei lá!

Lá está ele.

Vamos. Fora do caminho, homem! Saiam do meu caminho!

Como se atreve a me tocar! D'Artagnan!

Tire as mãos de cima de mim! D'Artagnan!

- D'Artagnan! - Toma. Segure este cavalo para mim.

Já volto. Já pegou? Obrigado.

A minha palavra!

- Desculpe. Desculpe. - Com licença!

Esta faixa foi um presente da Rainha da América.

Não existe Rainha da América.

Permita-me discordar.

Somos bastante íntimos, a não ser que prove o contrário.

Aqui está a prova.

Compreendo. O idiota do mês vem desafiar o poderoso Porthos.

- Pensa que é um ás com a espada. - O poderoso quem?

- Não diga que nunca ouviu falar de mim? - O maior balofo do mundo?

Pequena borbulha...

encontre-se comigo atrás do jardim do Luxemburgo à uma hora...

e traga uma grande caixa de madeira.

Traga você a sua.

O Senhor Deus pegou no Homem e colocou-o no Jardim, velando por ele...

mas da árvore de fruto no meio do Jardim...

Deus disse: "Não comerás dessa árvore

Nem lhe tocarás, com o risco de pereceres."

E a serpente disse à mulher: "Tu..."

Madame, estou lisonjeado, mas estou aqui para ensinar-lhe teologia.

Desculpe-me, Sr. Aramis, mas quando começou a falar do pecado original...

perdi o controlo e entusiasmei-me.

Não voltará a acontecer. Por favor, prossiga.

Bem, não há nada de pecaminoso em expressarmos as emoções.

Pelo contrário, a religião deve ser vivida...

de uma forma apaixonada.

Devemos sentir-nos livres de expressar a nossa espiritualidade.

Sim, querido.

- Deixe-me entrar! - O meu marido!

- É casada? - Sim, sou casada.

Temos que rezar pelos nossos pecados.

Pensando melhor, Deus está ocupado.

Sai da minha frente, mulher!

Não!

Obrigado. Aparou a minha queda perfeitamente.

- Peço desculpa pela inconveniência. - Saia de cima de mim!

- Se há algo que não admito é a grosseria. - Caiu em cima de mim.

- Peço desculpa por isso. - Bem, não aceito as suas desculpas.

Espero que a sua espada seja tão veloz como a sua língua.

- É ainda mais veloz. - Temos um duelo, então.

Um duelo.

Encontre-me atrás do Mosteiro de Carmes-Deschaux, às duas horas.

- Estarei lá. - Eu também.

Três duelos num só dia.

- Saudades de casa? - Cardeal Richelieu.

Surpreendeu-me.

Costumo provocar esse efeito nas pessoas.

Não consigo imaginar por que.

Na verdade, sou uma pessoa muito afável.

Parece descontente com a sua nova casa.

Solitária. É a mesma coisa?

A derrota da Áustria é a vitória da França.

Não tenho a certeza que o rei concorde com você.

Pouco falamos desde o dia do nosso casamento.

Quando estamos juntos parece tudo tão... incerto.

Casamentos combinados podem ser difíceis.

O seu pai e eu pensamos que o seu casamento...

aproximaria a França e a Áustria.

Receio que os países se ponham de acordo mais depressa que as pessoas.

É uma pena.

Penso que o amor é...

desperdiçado nos jovens.

Sua Majestade, o Rei.

Cardeal Richelieu, procurava-o...

- Majestade. - Anne. Não sabia que aqui estava.

- Quer que saia? - Não. Fique, por favor.

- Eminência, exijo uma resposta. - Se eu soubesse qual a pergunta.

Soube que extinguiu os meus Mosqueteiros.

- Você aprovou a decisão. - Mas não o momento.

Tencionava falar com eles e explicar a situação.

Estes homens não são apenas os meus guardas pessoais. São meus amigos.

Mil desculpas, Vossa Majestade.

Estamos na iminência de uma guerra com a Inglaterra.

O Duque de Buckingham planeja invadir La Rochelle dentro de um mês.

Vamos precisar dos Mosqueteiros no terreno se os queremos derrotar.

Pensei que era melhor agir rápido.

Eu serei o juiz do que é melhor...

para mim e para a França.

Claro. Desculpe-me.

Está se tornando tão incômodo quanto seu pai.

É um rapaz tolo e mal aquele.

Esse rapaz tolo está quase um homem...

que é mais uma razão para agirmos rapidamente.

- As pontas soltas já foram todas atadas? - Foram enviadas duas patrulhas.

Acredito, Capitão Rochefort, que está fazendo tudo ao seu alcance...

para nos livrar desses rebeldes.

Não permita que ter um só olho impeça-lhe a visão.

A perda do outro seria muito inconveniente.

O que é isto?

Estávamos fazendo uma festa privada celebrando a extinção dos Mosqueteiros.

- Saiam. - Cumprimenta assim os convidados?

Senhores, não se acanhem. Entrem.

- Os vossos amigos esperam-vos. - Estão presos.

Com que autoridade?

Com a minha.

Olá outra vez, Ciclope.

Vejamos, quando foi a última vez que tivemos o prazer da sua companhia?

Acho que foi no dia em que foi expulso dos Mosqueteiros.

Conduta imprópria de um Mosqueteiro. Foi essa a acusação, não foi?

Deviam saber. Vocês os três estavam contra mim.

- Era o mínimo que podíamos fazer. - Estão por este meio ordenados...

a entregar as suas túnicas e as patentes de imediato.

Claro que podem recusar...

e tornarem-se foragidos, perseguidos.

Mas por que não virem pacificamente...

em nome dos velhos tempos?

- Esqueci algum? - Parabéns, Porthos.

- Arrasou com tudo. - Que mal.

Estava tentando acertar no Rochefort.

Volta e diz ao Cardeal...

que continuaremos a nossa missão, que é proteger o Rei.

E que usaremos todos os meios à nossa disposição para combatê-lo.

Palavras corajosas.

Anseio enfiá-las pela sua goela abaixo.

Rochefort. Isso não é um tipo de queijo malcheiroso?

Ainda não melhorou as suas maneiras. Está atrasado.

Está com pressa de morrer?

Já aí vêm os coveiros.

Athos, não pode lutar com este rapaz.

- Por que não? - Eu estou a lutar com ele.

- Só a partir da uma hora. - Também tenho um duelo com ele.

Não antes das duas horas.

Então vamos lá acabar com isto.

Não quero que se atrase para os compromissos futuros.

É um Mosqueteiro?

- São todos Mosqueteiros? - Escolhe bem os seus oponentes.

- Ou devo dizer estupidamente? - Procurei-os por todo o lado.

Agora encontrou-nos. Temos negócios a tratar...

a menos que queira tratar deles numa data futura...

Não. Sou um homem de palavra.

Mas acredite quando digo que matá-lo não me dá prazer algum.

Já vou ter com os senhores.

- É um rapazinho arrojado. - Muito arrojado.

Ali estão eles!

Só um louco tentaria nos prender duas vezes no mesmo dia.

- Estão presos. - Um louco.

O rapaz não me interessa. Ele pode ir.

Vêm pacificamente ou pretendem resistir?

Não seja estúpido. Claro que vamos resistir. Só um momento, está bem?

Eles são cinco e nós três. Não parece justo.

Talvez devêssemos dar-lhes uma hipótese para se renderem.

- Desculpem, mas nós somos quatro. - A luta não é sua.

Não é um Mosqueteiro.

Posso não usar a túnica, mas acredito que tenho coração de Mosqueteiro.

- Guerreiro. - Poeta.

- Tem um nome, rapaz? - D'Artagnan.

- Athos, Porthos e Aramis. - Olá.

- Gostei de encontrá-lo outra vez. - Prazer.

Estão todos apresentados?

Agora estamos preparados para resistir.

Deus, adoro o meu trabalho.

Olha só para o nosso jovem amigo.

Meu Deus, ainda está vivo.

Que Deus te perdoe os pecados cometidos.

Amém.

O que está ele fazendo?

Extrema-unção. O Aramis leva a morte muito a sério.

- Ele é padre? - Era um estudante do cardeal.

Rapaz...

são arrogantes, impulsivos e muito atrevidos.

Gosto disso. Parecem comigo.

Não o encoraje. Ao nos ajudar, o rapaz tornou-se um foragido.

- Não se deixar Paris imediatamente. - Não posso partir agora.

- Acabei de chegar. - Vai para casa. Arranja uma mulher.

Crie bebês gordos. Viva uma boa e longa vida.

E então o lema dos mosqueteiros: "Um por todos e todos por um"?

Acorda, rapaz. Os Mosqueteiros são só um sonho.

Parem!

Viva os Mosqueteiros!

É meu.

Vai. Vai embora daqui. Vai!

- A minha espada! - É magnífica.

Onde a roubaste?

Pertencia a meu pai.

Teu pai?

Bem, agora pertence a mim.

Coleciono espadas, sabes.

Fico com elas, de homens que matei.

- Bem, ainda não estou morto. - Você e os Mosqueteiros...

são responsáveis pelas mortes dos guardas do Cardeal, uma ofensa punível com morte.

Eles interromperam um duelo que estávamos a combater.

Uma proeza, também punível, com morte.

Tem sido um dia atarefado.

Diga-me onde encontro os Mosqueteiros...

e eu devolvo-lhe a espada de seu pai.

Devolva-me a espada de meu pai, e eu perfuro seu coração.

Idiota.

Como o seu pai.

- Levem-no para baixo. - Sim, Senhor.

Ei, rapaz!

Deixe-nos.

Madame de Winter.

Sua Eminência.

A sua beleza faria o mais casto dos homens...

pensar na... impureza.

Não acredito que sofra o peso da castidade.

Talvez tenha razão.

Estava a fazer uma observação, não uma oferta.

Uma palavra de aviso, Madame.

Um estalar de dedos e volta para onde a encontrei.

E com um trejeito do meu pulso...

posso mudar a sua religião.

É muito persuasiva.

Por um momento esqueci-me que os seus amantes têm tendência para aparecem mortos.

O amor tem os seus riscos.

O dever também.

A precisão com que se livrou do seu marido...

ou devo dizer, do seu ex-marido, Lorde de Winter...

foi louvável.

Para não mencionar que ajudou a nossa causa.

- Faço o que é necessário. - Sim.

Tenho uma nova missão que requer os seus singulares talentos.

- De que se trata? - Levará este tratado ao Duque de Buckingham.

Está fazendo uma aliança com Inglaterra?

O Rei não me deixou alternativa.

O rapaz começa a pensar que pode governar França no meu lugar.

- Deus nos livre. - Deve partir já para Calais.

O navio Persephone a levará à Inglaterra.

Parte terça-feira à meia-noite.

A assinatura de Buckingham deverá ficar ao lado da minha...

antes do aniversário do Rei, na sexta-feira.

Considere-o feito.

E ao fazê-lo irá ganhar...

a gratidão de um Rei.

Até esse dia, Eminência.

Ou devo dizer, "Vossa Majestade"?

"Majestade" soa bem.

À minha procura?

Ajoelhe-se. Não lhe ensinaram a respeitar um homem de Deus?

Cardeal Richelieu.

O que ouviu da conversa?

Quase nada, Vossa Eminência. Falavam muito baixo...

- E com o barulho da prisão... - Como se chama, rapaz?

D'Artagnan.

D'Artagnan.

Sim. O seu pai era um Mosqueteiro.

Morreu protegendo o Rei.

O sonho de qualquer guerreiro:

morrer nobremente pelo Rei e pelo país.

Diz, D'Artagnan, que nobre missão te traz aqui?

Vim para me alistar nos Mosqueteiros do Rei.

- Má hora. - Assim ouvi.

Como os Cavaleiros da Távora Redonda...

os Mosqueteiros ultrapassaram a sua utilidade.

Assim como os seus três amigos.

Diga-me onde eles estão e lhe poupo a vida.

- Não posso dizer o que não sei. - Dê os meus cumprimentos...

- Ao carrasco e a seu pai. - Espere!

- Recusa perder a cabeça? - Gosto dela onde está.

Então, diga-me o que quero saber...

e talvez a conserve por mais algum tempo!

Não sei onde estão.

E se soubesse?

Não lhe diria.

Admiro sua coragem, D'Artagnan.

Teria dado um bom Mosqueteiro.

Mas nunca saberemos, não é?

Vão trazê-lo agora.

É a sua vez, rapaz. Desce.

Madame partiu à meia-noite numa carruagem privada.

Uma mulher notável. A mais bela mulher que conheci.

E a mais mortífera.

O que explicaria a minha atração.

E como está o nosso aventureiro aguentando?

Deve estar desejando nunca ter ouvido falar dos Mosqueteiros.

D'Artagnan!

Não perca a cabeça!

Não tenha medo, meu filho. Nós estaremos sempre contigo.

Todos por um...

e um por todos.

Este machado foi um presente para mim da Czarina de Tóquio.

Parem! Parem! Parem! Parem! Parem!

A minha carruagem!

Cavalheiros, a vossa carruagem, cumprimentos do Cardeal.

Parem! Sigam-nos! Vamos! Vamos!

D’Artagnan!

A câmara sagrada do lanche do cardeal.

E o que temos aqui?

É ele um homem de Deus ou um homem de ouro?

D'Artagnan seria tão gentil ao ponto de redistribuir esta riqueza?

Atire as moedas. As pessoas têm fome.

Muito bem.

Aqueles Mosqueteiros são uma ameaça. Eles têm de ser parados.

O rapaz conhece os nossos planos.

Um milhão em peças de ouro por cada cabeça deles

mortos ou vivos.

Eu prefiro mortos.

Estão disparando contra nós!

- Champanhe? - Estamos em meio a uma perseguição, Porthos.

Tem razão. Algo vermelho.

Para uma perseguição, o Cardeal recomenda a sua excelente '24 cabernet.

Não pode beber. É muito novo.

Pegue as rédeas, rapaz.

Obrigado.

O piquenique estava delicioso. O champanhe era excelente.

Lembre-me de mandar ao Cardeal um bilhete.

O Cardeal! Temos que nos apressar!

- Vocês dois têm um compromisso? - Não, é o Cardeal. Está conspirando contra o Rei.

- Diga-nos algo que não saibamos. - Ele enviou uma mensageira....

com um tratado secreto a um homem chamado Buckingham.

- O Duque de Buckingham? - Você o conhece?

Ele governa a Inglaterra da mesma forma que o Cardeal governa a França.

Há um barco chamado Persephone. Está há espera em Calais...

para levar a mensageira para Inglaterra; parte na terça à meia-noite.

Nós conseguimos o tratado, podemos culpar o Cardeal de traição.

Calais é a mais de 200 léguas daqui.

Estará o Cardeal a par desta informação que traz consigo?

Sim.

- Vire aqui. Aqui! - Aqui mesmo?

Acabou. A próxima vez conduz você.

Dê-me as rédeas.

Parem em nome do Cardeal!

Ali! À sua esquerda! Pare os Mosqueteiros!

Solte os cavalos.

Fim da linha, cavalheiros. Espero que tenham gostado da viagem.

- Com certeza. Obrigado. - Porthos, o brandy.

Que desperdício.

- Em cima da montanha! - Eles estão ali em cima!

- Depressa! - Vai em direção ao vagão da pólvora!

Corra!

Corra! Corra!

Sua Eminência, os Mosqueteiros foram avistados na estrada para Calais.

Graças aos nossos velozes amigos...

todos os mercenários e assassinos do condado de França estarão à espera deles.

Todos por um...

e mais para mim.

E eu disse: "Marquaise...

como te disse no Festival Sausage

no escuro uma rainha não é diferente de uma empregada de bar...

apesar de menos dotada na arte das massagens."

Certo? D'Artagnan, se vai ser realmente um Mosqueteiro

terá de ser instruído na arte de conquistar. Certo, meninas?

Primeiro sujeito. Muito bom.

Muito bom mesmo! Que a aprendizagem comece.

O segredo das conquistas está no primeiro beijo...

pois nesse primeiro beijo, uma impressão duradoura é criada. Certo, meninas?

Se for... se for fraco, ela vai pensar que é fraco.

Se for cômico, ela vai pensar que é um palhaço. Comigo?

Fraco, fraco. Cômico, palhaço.

E um Mosqueteiro nunca é fraco e só raramente é palhaço...

o teu primeiro beijo deve ser todas as coisas que é.

Assim.

Vê? Pode, falar primeiro se quiser:

o seu nome, o nome dela, um elogio ou dois.

Confie em mim. Neste ponto as palavras são um completo desperdício de tempo.

Apenas as palavras erradas são um desperdício de tempo.

As palavras certas podem fazer melhor impressão do que 1000 beijos do Porthos.

- Não é bem assim. - Vê?

Devo demonstrar?

Tal como um véu matinal flamejante acaricia o seu rosto apaixonante...

sozinho com esse, puro desejo de graça idílica.

A minha alma chora numa oração silenciosa..

Afastando as horas.

A tua essência aquece a brisa do anoitecer enquanto eu danço no teu coração.

- Shakespeare. - Aramis.

- Trapaceiro. - Foi lindo.

Obrigado.

Muito bem, D'Artagnan. Sua vez.

"Tal como um véu matinal..."

- Flamejante... flamejante acaricia o seu rosto venenoso...

Bravo! O rapaz nasceu para isto!

Um ritmo cheio de vida. Estou inspirado para dançar.

Porque é que o Athos está sentado sozinho?

Ele leva a bebida muito a sério.

Não se preocupe. Volta a ter o seu encanto habitual pela manhã.

Que lindo momento.

Athos, porque não se junta a nós?

Você luta como um homem. Vamos ver se bebe como um.

Vou beber qualquer coisa que me coloque na frente.

As famosas últimas palavras.

A que devemos beber?

Vamos beber ao amor.

Ao amor. Deixe-me te contar uma história sobre o amor, D'Artagnan.

Conheci um jovem uma vez, um Conde.

Achava que nunca iria se apaixonar.

Um dia ele conheceu uma mulher. Esta mulher era mais do que bonita.

Era embriagante, misteriosa... tudo o que um dia ele sonhou.

Ele sentia que o seu coração iria rebentar se ele não a tivesse.

- O que aconteceu? - O pobre idiota casou com ela.

- Não é isso que as pessoas fazem quando estão apaixonadas? - Cale-se e ouça-me.

Estavam cavalgando na floresta um dia.

Ela caiu do cavalo e ficou inconsciente.

Quando correu para o lado dela, ele reparou numa marca no corpo dela...

uma coisa que nunca tinha visto, uma coisa que ela tinha conseguido esconder todo o tempo.

O que era?

A marca da flor-de-lis...

a marca dada a todos aqueles que iam ser executados por assassinato.

O Conde ficou destroçado. A mulher que amava, a sua noiva, o tinha traído.

Ela lhe mentiu. Quando chegou o momento, jurou...

que tinha sido acusada falsamente desses crimes, mas ele não acreditou nela.

Rejeitou-a pelas suas mentiras e pelo seu passado.

Depois ele a baniu da sua província.

Quando os guardas vieram buscá-la, para ser executada, ela...

continuava proclamando o seu amor eterno.

Pouco depois, o Conde percebeu o quanto ela significava para ele...

mas era tarde demais.

A traição dele foi muito maior do que a dela pudesse ser.

Ele desistiu do seu título, das suas terras, tudo em que acreditava...

nunca mais ser visto nem ouvido novamente...

tudo por causa do amor.

Conceda-me esta dança?

Como está sua cabeça, D'Artagnan?

Começo a desejar que o Cardeal a tivesse cortado.

- Pode parar de assobiar, por favor? - Não estou assobiando.

Bem, alguém está assobiando.

- O beijo da empregada do bar o deixou tonto. - Também ouvi.

- Parece... - Bala de canhão!

Odeio balas de canhão.

- O cardeal tem um longo alcance. - Saiam daqui!

Flanco esquerdo.

Fogo!

- Ali estão eles! - Matem os Mosqueteiros!

Vamos nos separar. O D'Artagnan vem comigo.

- Vemo-nos em Calais. - Ou no inferno.

- Separem-se! - Precisamos de cabeças para a recompensa.

A primeira vez que viu D'Artagnan...

precisou ter os laços do corpete desapertados?

Sim. E senti as faces corarem.

- Mas as suas mãos estão frias. - Os meus joelhos tremeram.

- E seu coração batia forte? - Sim.

Mas não entendo por que senti-me desta maneira.

- Só nos conhecemos durante um momento. - Um momento é só o que é preciso.

Acha mesmo?

Quando o meu pai me prometeu ao Louis, fiquei furiosa.

O idéia de casar com um estranho...

alguém que nunca tinha visto...

Pensei que nunca seria feliz...

e que nunca encontraria o amor.

Mas depois, a primeira vez que o vi e os nossos olhos se cruzaram, eu sabia.

O que sabia?

O que sabia no seu coração quando viu D'Artagnan pela primeira vez.

E se ele não se sentir da mesma maneira?

Nunca podemos perder a esperança.

Vou buscar o seu roupão.

O que faz aqui?

Perdoe-me, Sua Majestade.

Preciso da sua ajuda...

e não podia esperar nem mais um minuto.

Sobre que matéria?

Estou preocupado com a felicidade do Rei.

Em que sentido?

Receio que tenha caído numa horrível melancolia...

e deseje adiar a celebração do seu aniversário.

Talvez esteja preocupado com assuntos mais importantes, como a guerra contra a Inglaterra.

Que é a razão porque a celebração deve ser mantida.

Para mostrar ao mundo que o Rei de França...

pode enfrentar um inimigo em qualquer território.

Mostrar à França...

quem é o Rei.

Ele o escutará.

Falarei com ele.

Obrigado.

Eu sempre disse...

que era tão inteligente...

como é bela.

Não sou digna de tal elogio.

Mas é.

É difícil ser um homem ao serviço de Deus.

É assumido que alguns...

queridos...

desejos...

não fazem parte da minha existência.

Mas depois de tudo...

sou apenas um homem.

Os seus sacrifícios aproximam-no de Deus.

Sim.

Mas não é de Deus que desejo estar perto.

Quero que considere...

que saiba tudo o que podemos alcançar juntos.

Pela França.

Acho que deve ir embora.

Lembre-se, os reis vêm e vão...

mas uma coisa permanece igual...

que sou eu.

- Achas que os despistamos? - Não sei.

Espero estarmos perto de Calais. O cavalo precisa descansar, minha bunda está me matando.

É um bom homem, D'Artagnan...

tal como seu pai foi.

- Conhecia meu pai? - Só a sua reputação.

A sua morte foi sentida por todos os Mosqueteiros.

Como é que morreu?

Descobriu uma conspiração para matar o Rei.

Foi levado a uma emboscada por um Mosqueteiro e assassinado.

Um Mosqueteiro?

Ali estão eles!

Bem, não os despistamos.

Vou tentar segurá-los o mais possível. Siga sozinho.

Não posso te deixar aqui assim.

O primeiro dever de um Mosqueteiro é proteger o Rei.

Siga para Calais e intercepte a mensageira do Cardeal.

- Eles são muitos! - Vai, ou eu mesmo te mato.

Pegue isto.

Não me decepcione.

- Nunca te esquecerei! - Vai!

Para trás.

Avance.

Sim! Agora, ataque. Um, dois, três, quatro.

Agora desarme.

Excelente.

Perdoe-me o atraso, Vossa Majestade.

Debatia-me com um importante assunto de estado.

Dêem-nos licença, por favor.

Sua Eminência...

Tenho ouvido rumores perturbadores sobre você.

São muitos à escolha.

Traição.

Sim. Esse costuma ser o primeiro.

Deixe ver se me lembro.

Enquanto os ingleses atacam do exterior...

o malévolo Cardeal enfraquece-nos por dentro...

fazendo uma aliança secreta com Buckingham e colocando-se no trono.

Mas, Majestade, porque ficar por aqui?

Ouvi outras versões mais divertidas.

Faço alianças com deuses pagãos...

seduzo a Rainha nos seus próprios aposentos...

ensino porcos a dançar e cavalos a voar...

e conservo a lua escondida debaixo das minhas vestes.

- Esqueci-me de alguma coisa? - Parece-me muito rebuscado.

Senhor, se existem dúvidas sobre a minha lealdade...

serão dissipadas quando aparecermos juntos para festejar o seu aniversário.

O meu aniversário. Sabe, queria falar com você...

A Rainha acabou de me dizer como está ansiosa pelo acontecimento.

Anne vem?

A nação inteira está ansiosa por celebrar o nascimento do seu Rei.

Será um acontecimento para relembrar.

Prometo.

Oooohhhha

- Que se passa, Henri? - Há um corpo no caminho, Madame.

É um jovem.

Parece estar aleijado.

É bonito.

Ponha-o lá dentro.

Comigo.

Bem-vindo de volta.

Sonhou?

- Onde estou? - Estamos em Calais.

Calais?

Terça-feira! Meia-noite!

Onde estão as minhas roupas?

Tem nome ou devo inventar um?

O meu nome é D'Artagnan.

D'Artagnan. Gosto.

Sou a Condessa De Winter. Madame.

- Condessa? - Por casamento.

- Mas o meu marido morreu. - As minhas condolências.

Aprendi a conviver com a morte.

Madame, estou agradecido por tudo o que fez...

- Mas tenho que... - O quê?

Assuntos importantes.

Que misterioso.

Necessita de roupas?

Sim, preciso das minhas roupas.

Receio que vão demorar uma hora até estarem prontas.

Até lá, é meu prisioneiro. O preso gostaria de uma bebida?

Bem, tenho sede.

O que lhe traz a Calais?

Estou numa missão para o Rei.

- Já ouvi essa. - Estou falando sério.

É jovem.

Os jovens são dados ao exagero.

No entanto, se quiseres me entreter com uma história...

Adoro uma boa aventura.

Vim a Calais para impedir um espião.

- Um espião? - Sim.

Acredito em você. Não tem medo?

- Um Mosqueteiro nada receia. - Eu sabia.

Soube que era Mosqueteiro assim que o vi.

- Sim? - Claro.

Mas, D'Artagnan, mas se esse espião descobrisse que está aqui...

sua vida podia correr grande perigo.

Um Mosqueteiro não tem medo do perigo.

Eu sou perigosa.

Não tem medo de mim?

Não é perigosa.

Então o que sou?

É bela.

Beleza. Perigo.

São a mesma coisa.

Madame, peço desculpa...

Meu Deus!

Parker!

- Mate-o. - Pode me matar...

mas a espera uma surpresa que nem Buckingham poderá impedir.

É jovem e vaidoso...

mas não sei se será esperto.

Sei como adora uma boa aventura.

Levem-no conosco.

A escolta espera lá fora, Madame.

Tudo bem.

- Posso ajudá-lo, Lorde De Winter? - Madame De Winter está aqui?

- Não, não a vi. - Ela assassinou o meu irmão, velhote.

Vamos pelas escadas de trás.

Somos da comitiva da Condessa De Winter, chegados de Paris.

Pedimos permissão para subir a bordo.

Permissão concedida.

Leve-nos ao seu capitão.

É surdo?

Mortos. Estão todos mortos!

Não todos de nós.

Porthos o pirata!

- Pirata? - Eu te disse que era famoso.

Sabine.

Athos.

Pare!

Pensava que estava morta.

O Cardeal Richelieu teve pena de mim.

Você é o espião.

Aprendi o valor das mentiras. Mantiveram-me vivo.

O tratado. Dê-me.

Não.

Eu disparo.

Seja simpático.

Aponta para o meu coração.

Condessa De Winter...

Eu não serei tão simpático.

O tratado descreve o plano de Richelieu, formando uma aliança com Buckingham.

- Não faz referência ao Rei? - Nenhuma.

No entanto, o acordo depende de uma demonstração de poder do Cardeal.

Uma demonstração? Que tipo de demonstração?

Não sei.

Eu conheço alguém que sabe.

Desejo falar com a prisioneira.

Ela morre esta manhã.

Houve um tempo em que teria dado a vida por uma palavra amável sua.

Não podia dar. Fui um idiota.

É verdade o que ele diz? Mataste o seu irmão?

Eu me tornei o pesadelo...

que você pensava que eu era.

Mas não antes.

- Nós não. - Não.

Conhece os planos do Cardeal?

- Conheço. - Diga-me.

Irá poupar a minha vida?

Não, não posso.

A sociedade exige uma justiça célere.

Levarei o meu segredo para a cova.

Sabine.

Vai morrer pelos seus crimes.

Não há nada que eu possa fazer acerca disso agora.

Mas pode escolher a maneira como irá deixar este mundo.

O que é que este mundo alguma vez fez por mim?

" Eu sou a Ressurreição e a Vida", disse o Senhor.

"Quem acreditar em Mim, não morrerá."

Nós te perdoamos pelos seus crimes. Morre em paz.

De joelhos.

Não!

- O que é isto? - Sabine...

Perdoa-me, por favor.

Eu te perdôo.

O Cardeal quer assassinar o Rei...

na sexta-feira, na celebração do seu aniversário.

A justiça de Deus foi feita.

Amém.

A vida do Rei corre perigo. Temos trabalho a fazer.

Impressionante.

E ele pode fazer isto todas as vezes.

- Não tem remorsos por... - Nenhum.

Acredita que um homem não deve honrar nenhum rei acima de Deus.

Um homem de fé. Que reconfortante.

Dobre o salário que lhe paga.

Quero que o aniversário do Rei seja um acontecimento memorável.

E, volta a pendurar este quadro nos meus aposentos...

tal como está.

Sempre me pareceu um pouco lisonjeador demais.

Cavaleiros!

- Aqui! - O que diz?

Bem, ali.

Procurem nas imediações. Eu tentarei encontrar o Rei.

- Mas quando... - Vão!

Está bonita.

Obrigado.

Algo está errado?

- Cardeal Richelieu. - Sim?

É um homem maléfico.

Não acredite em todos os boatos que ouve.

Ele é poderoso.

Viajo pelo país todos os dias; Presenciei a utilidade do seu poder.

O poder às vezes assusta.

Mas também o presenciei aqui no palácio.

- Eu sei. - O que vamos fazer?

Não tenho certeza, mas vamos fazê-lo juntos.

Afastem-se!

- Capitão, proteja as Suas Majestades. - Richelieu.

Matem esses Mosqueteiros! Tentam matar o Rei!

Salvem o Rei!

Vai com Deus.

Isto me agrada.

Acho que o nosso jovem amigo necessita de ajuda.

Segura nisto.

- Já não era sem tempo. - Anda, D'Artagnan! Estamos salvando o Rei!

Falharam!

É tão ingênuo.

Não podia ser mais perfeito, mesmo que eu o tivesse planeado.

O Rei de França morre às mãos da sua guarda pessoal!

Abalados pela angústia, aterrorizados...

as massas procuram consolação...

com o seu devoto líder espiritual...

que...

humildemente...

assume o trono...

com a Rainha a seu lado.

- Preferia morrer. - Podemos tratar disso!

Mas primeiro, o seu relutante marido será encontrado...

com o coração atravessado pela espada de um Mosqueteiro...

a mesma espada que não conseguiu proteger o seu pai.

- Espero não estarmos interrompendo. - Pelo contrário.

Chegou mesmo a tempo.

Sigam-me.

- De partida tão cedo? - Sabe... não gosto de sangue.

- Especialmente o seu próprio. - Afaste-se.

Está preso, acusado de traição.

Você, de todas as pessoas, devia saber que o Cardeal

não responde pelas leis do homem.

Então vai responder a Deus.

Você primeiro.

Aramis.

- Esta espada me pertence. - Pois é.

Vamos ver se você é um homem tão corajoso como o seu pai era.

E tão maluco.

Está morto?

Devagarinho. Devagarinho.

Oh!

Vêem? Deus existe.

Estamos sendo seguidos. Resolva isso.

Meu Deus!

Qual devemos seguir?

- Nunca estive aqui. - Separem-se.

Ooohhh, que feio!

Ooohhh!!!

Seu malcheiroso...

monte de banha!

Impressionante.

Merda!

Que patético.

Morto pelo mesmo homem que matou o seu pai.

Matou o meu pai?

Sim.

Como vou te matar.

Bem, bem.

Uma coisa é certa: Não é um Mosqueteiro.

Posso estar errado.

Por você, pai.

- Onde esteve? - Resolvendo uma coisa feia.

Richelieu!

Tarde demais, Mosqueteiros!

A esta altura, a assinatura do Duque de Buckingham está junto à minha.

A aliança está completa!

Acho improvável, dado que o tratado nunca saiu de França!

Um problema menor.

Voltarei ainda mais forte...

e o trono será meu!

Penso que não.

Nunca mais fará mal...

a nenhuma alma.

A minha promessa a Deus.

Espere!

Muito bem, Sua Majestade.

Está bem?

Sim.

Levantem-se.

É este o homem que me salvou a vida?

O seu nome é D'Artagnan, Senhor.

D'Artagnan, estou em dívida. Como posso pagar a coragem que demonstrou?

Sua Majestade, o seu coração só tem um desejo...

e é tornar-se Mosqueteiro.

Então aproxime-se.

Ajoelhe-se.

Este mundo é um reino incerto, com muitos perigos...

enfraquecido de honra pela busca de poder...

a liberdade sacrificada quando os fracos são oprimidos pelos fortes.

Mas há os que se opõem a estas poderosas forças...

os que dedicam as suas vidas à verdade, honra e liberdade.

Esses homens são conhecidos como Mosqueteiros.

Levante-se, D'Artagnan...

e junte-se a eles.

Viva os Mosqueteiros!

Seu pai teria orgulho de você; tornou-se um Mosqueteiro.

O que fazemos agora? O que acontece?

- Bem, protegemos o Rei. - Protegemos a Rainha.

- Em nome de Deus. - E França. Correto?

- A França, de fato. - D'Artagnan!

A honra da minha irmã não espera nem mais um momento.

- Eu trato disto. - D'Artagnan.

Também nos protegemos uns aos outros.

Um por todos...

e todos por um!

Corram!

Legendas by LuFer

When it's love you give

l'll be your man of good faith

When in love you live

l'll make a stand l won't break

l'll be the rock you can build on

Yeah

Be there when you're old

To have and to hold

When there's love inside

l swear l'll always be strong

And there's a reason why

l'll prove to you we belong

l'll be the wall that protects you

Yeah

From the wind and the rain

From the hurt and the pain

- Yeah - Hey

Let's make it all for one

And all for love

Let the one you hold be the one you want

The one you need

'Cause when it's all for one

lt's one for all

When there's someone that should know

Then just let your feelings show

And make it all for one

And all for love

When it's love you make

l'll be the fire in your night

Then it's love you take

l will defend l will fight

l'll be there when you need me

Yeah

When honour's at stake

This vow l will make

Yeah

That it's all for one

And all for love

lt's all for love

Let the one you hold be the one you want

The one you need

'Cause when it's all for one

lt's one for all

Yeah

When there's someone that should know

Then just let your feelings show

And make it all for one

And all for love

Don't lay our love to rest

'Cause we can stand up to the test

We got everything

And more

Than we had planned

More than the rivers

That run the land

We got it all

- ln our hands - Yeah

Now it's all for one

And all for love

lt's all for love

Let the one you hold be the one you want

The one you need

'Cause when it's all for one

lt's one for all

lt's one for all

When there's someone that you know

Then just let your feelings show

When there's someone that you want

When there's someone that you need

Let's make it

All

All for one

And all for love

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